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Eclipse
Arco 05
Ano 18 DG
Verão
Quando a Hydra desfez o selo da Lua, que era guardado pelos olhos de Uchiha Sasuke, um fragmento dela não foi a única coisa que caiu na Terra: uma criatura que representava a vontade de Kaguya também retornou. Conhecido tempos atrás como Kuro Zetsu, mas esquecido pelas novas gerações, ele novamente se misturou com o chakra, tornando-se quase indetectável. Desde que escapou, ele veio cumprindo seu papel de vigiar e guiar o mundo ninja a seu retorno.

Após certo período analisando a líder da antiga organização Hydra, Azshara, ele soube que ela poderia ser útil e se manifestou diante dela, mostrando sua forma gosmenta. Em meio à explicação mais detalhada dele sobre Kaguya e seu povo, Azshara confirmou sua teoria: se ela consumisse o fruto da árvore divina, ganharia a chance que tanto queria de restaurar seu corpo a um estado antigo. Porém, parte do processo exigia trazer Kaguya de volta, e, para isso, seria necessário romper um último selo. E, com Uzumaki Naruto morto há décadas, só restava utilizar a portadora de cabelos vermelhos do selo do Sol, Grey Katsura, que havia retornado ao mundo conhecido em uma missão secreta em busca de alguém.

Enquanto isso, o mundo ninja se organizava. Dessa vez, sem um inimigo em comum para unirem forças, as nações voltaram a trabalhar com um só foco: fortalecerem a si próprias. Kiri se expandiu ainda mais, tornando-se a maior nação shinobi; logo atrás, em um ritmo acelerado, vinha Iwa, com sua nova gestão; em seguida, Kumo, também de nova gestão; por último, Konoha ainda juntava os cacos de duas grandes feridas provocadas pela perda de dois nomes fortes, a liderança da vila focava em uma nova gestão e uma forma de, assim, retomar sua potência entre os grandes vilarejos ninja. Por outro lado, Suna infelizmente encerrava seu recrutamento militar: a vila não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento do mundo shinobi e focou apenas em seu comércio de especiarias.
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SHION
SHION#7417
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Angell
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Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
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Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
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Candy é jogadora de RPG's desde 2015, encontrando o RPG em Fevereiro de 2022, enquanto navegava pela internet tirando dúvidas sobre Naruto. Apaixonou-se pelo modelo de RPG narrativo em seguida, e segue jogando desde então. Entrou para a equipe em novembro do mesmo ano, atuando como moderadora hoje se especializou ao atendimento ao publico. Fora das telinhas é estudante de Medicina e torcedora do Vasco da Gama, assim como possui uma afeição enorme em beber e frequentar festas (me convide).
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Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
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Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Entre idas e vindas, contribuiu com a criação do sistema do RPG em atual vigor, participando ativamente durante os anos seguintes na manutenção dele. Após um breve período fora, está de volta trabalhando diretamente no sistema de regras, criando novas, reconstruindo velhas e readaptando-as a uma nova realidade. Fora daqui, é escritor com obras publicadas de forma independente e tradicionais.
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Laboratório PessoalNoboru Inaba


Este local se trata de um laboratório particular alugado por Noboru para investir mais em seus próprios medicamentos que, em sua maioria, irão direto para a farmácia do médico onde poderão ser comercializados com os demais habitantes de Uzushiogakure. É um local simples e de tamanho mediano, não possui equipamentos muito avançados como o laboratório do vilarejo, contendo apenas os instrumentos de laboratório necessários para o Inaba trabalhar e a máquina de pressão para confeccionar as pílulas. Dentro do espaço existe uma porta para uma pequena estufa, para o caso de ser necessário cultivar algum ingrediente para a confecção dos medicamentos.

Este local privado pode ser usado para:

→ Pode ser usada para armazenar quantos itens o Sistema de Profissões Ninja e/ou o Sistema de Criação de Habilidades permitir que os personagens criem por vez.
→ Pode ser usada para dormir e recuperar Status.
→ Pode ser usada para receber marcações (Hiraishin) para fugas rápidas.
→ Pode ser usada para roleplays, sobretudo envolvendo a confecção dos itens dos responsáveis.
→ Pode ser usada para deixar um Pet sozinho e seguro.
→ Pode ser usada para armazenar Matérias Primas com máximo de até 50 slots.

Ervas Armazenados (34/50):

Itens Armazenados:

Emme



Última edição por BisKath em 6/8/2022, 18:58, editado 8 vez(es) (Motivo da edição : Adição de 3 Maços de Ervas)
BisKath
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 2525/2525
ST: 00/06
Palavras: 1.079
Noboru Inaba
Recriação: Relaxante Corporal

Calmamente o rapaz entrava em seu mais novo espaço pessoal para trabalho; o laboratório que havia alugado para produzir seus medicamentos. Com o aval, ou melhor, a propostas do Mizukage para ter sua farmácia, afinal antes disso essa ideia não era algo muito concreto em sua cabeça, logo ele adquiriu sua oficina pessoal para que seus medicamentos fossem confeccionados e assim ele pudesse vendê-los em Uzushiogakure. Não esperava enriquecer com aquilo, mas seria útil para os shinobis que quisessem ter as pílulas a disposição e poderia aumentar a taxa de sucesso das missões da vila, como o Mizukage havia citado.

Enquanto entrava no novo ambiente, ele respirava fundo e pegava um jaleco que havia deixado ali para usar quando precisasse, assim como abria a porta para a pequena estufa e ia atrás da planta que cultivava ali para criar o relaxante corporal. Ele já tinha feito, no laboratório de Uzushio, três pílulas de regeneração que iria colocar para serem vendidas, então nesse dia decidiu que focaria apenas na criação de mais relaxantes para serem postos na farmácia. Ia acabar começando com poucos produtos, mas com o tempo ele iria aprimorando e adicionando novos medicamentos na loja.

Após coletar da estufa uma quantidade considerável de ervas cidreiras, se dirigiu até a pia que havia ali e começou a lavar as raízes e folhas da mesma, um processo que demorou um pouco mais que o normal devido a quantidade que ele estava pretendendo produzir. Os olhos vermelhos estavam fixos em tudo que ele fazia, para não lavar mal os produtos que agora teriam que ser feitos com o dobro de cuidado por não estarem sendo feitos para uso próprio e sim para terceiros. Com tudo devidamente limpo e lavado, Noboru as separou em três pequenos grupos e levou eles separadamente ao desidratador; seria mais simples trabalhar em partes que de uma vez só, principalmente na hora de triturar as folhas e as raízes.

Ele abriu um dos armários que havia ali e pegou o almofariz e pistilo que havia comprado e deixado guardado exatamente para essas criações. Como havia separado as folhas e as raízes em três grupos, iria precisar fazer pacientemente uma por uma e assim ele começou; o primeiro grupo de folhas e raízes foram pegas e postas no recipiente, começando a ser maceradas pelo Inaba que as esmagava com cuidado e com bastante calma. Por estar fazendo isso em raízes também, ele precisava de maior atenção no processo para que nenhum pedaço grande demais ficasse ali em meio ao pó que se formava. O cheiro da erva cidreira já se espalhava pelo laboratório e ele respirava fundo, apreciando aquele odor agradável.

Com tudo devidamente esmagado, ele foi até outro armário e abriu, olhando as peneiras que havia comprado e esboçando um sorriso ao achar a correta; a mais fina que havia, para que tudo que esmagou pudesse se tornar um pó simples ao passar por ali. Ele pegou um outro recipiente vazio e colou sob a peneira, virando o pó que as raízes e folhas havia se tornado e começando a peneirar tranquilamente. A mão esquerda servia de apoio e o médico dava uma batidinhas nela para ajudar o pó a cair melhor no recipiente e assim ser devidamente peneirado. Infelizmente não foi surpresa ver que alguns pedaços de raízes sobraram e Noboru precisou voltar ao passo anterior para terminar de esmagar os mesmos.

Uma vez tendo tornado o primeiro grupo de ervas e raízes em pó, ele pegou o segundo amontoado de folhas e raízes e colocou dentro do almofariz para repetir o processo de macerar aquilo com o pistilo. Como havia acabado de fazer e o resultado não havia sido perfeito, ele decidiu focar mais e levou um pouco mais de tempo triturando manualmente os ingredientes; sua intenção era evitar que pedaços muito grossos sobrassem outra vez, não que fossem um grande problema, mas iria se sentir mais satisfeito com seu trabalho se ele acertasse de primeira nesta tentativa.

Ele levou as ervas amassadas até a peneira e começou a sacudir a mesma, fazendo com que o pó fino caísse junto ao que fora peneirado anteriormente e sem sobrar nenhum pedaço grande demais na peneira dessa vez. Noboru esboçou um sorriso e, antes de ir macerar o último monte de ervas e raízes desidratadas, foi até o freezer que havia ali e pegou uma garrafa d'água para se servir e beber um pouco. O processo em si não era cansativo, mas era algo demorado e que exigia bastante concentração do médico para que nada fosse feito de maneira incorreta. Após a pausa breve, voltou ao último grupo de folhas e raízes de ervas cidreiras e colocou no almofariz para poder macerar, esmagando bastante com o pistilo antes de peneirar pacientemente, juntando então todo o pó para que, baseando apenas no que estava vendo, seria o bastante para produzir umas seis ou sete pílulas.

O Inaba terminou de peneirar o pó e o levou até a balança de precisão que havia ali, derramando um pouco sobre ela e começando a separar a quantidade necessária para a produção de cada uma das pílulas. Elas iriam conter cerca de 10Mg cada uma, então ele só precisava ver quantas conseguiria produzir com aquele pó, isso ainda com o extra para o caso de uma ou outra quebrar quando ele terminasse. Pelas suas contas, agora que o pó estava bem dividido, daria cerca de umas sete pílulas mesmo, e torcia para nenhuma quebrar. Ele levou a primeira quantidade do pó para a máquina de pressão e colocou o molde, ajustando a pressão do objeto e sorrindo enquanto a máquina começava a agir sozinha e produzia a primeira pílula do relaxante corporal.

Ele foi levando as quantidades certas de pó ao molde, um após o outro, pacientemente, sempre checando a pressão da máquina para ter certeza de que todas seriam feitas da maneira correta e sem que nenhuma quebrasse. Para sua sorte, ao fim ele havia realmente conseguido criar sete daquelas pílulas que ele guardaria e levaria para a farmácia onde começaria a vendê-las. Uma vez com tudo finalizado, Noboru levou os instrumentos utilizados para a pia e se pôs a lavá-los, tinha que deixar tudo limpo para sua próxima utilização, que provavelmente não demoraria muito. Estaria de volta ali muito em breve para poder produzir as mais pílulas e também suas novas criações.

Ao fim de tudo, ele guardou os itens dentro dos armários e se dirigiu para fora do laboratório.


INFOS:

Emme



BisKath
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Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Aprovado @mthcamargo.

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Yukikitsune Kaonashi


FICHA  |  GF  |  BANCO
Revouv
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 2487/2525
ST: 01/06
Palavras: 781
Noboru Inaba
Recriação: Relaxante Corporal

O rapaz de cabelos bicolores voltou ao seu laboratório pessoal com o objetivo de criar mais algumas pílulas para pôr para vender em sua farmácia, entretanto ele queria fazer as coisas de modo um pouco mais rápido naquele dia, então assim que pôs seu jaleco e lavou suas mãos, ele fez um rápido selo de mão e criou uma réplica sua. O clone esboçou um sorriso e foi adiantar as coisas, abrindo os armários e pegando um almofariz com pistilo para si e outro para o original, pois dessa vez ambos fariam tudo ao mesmo tempo para que pudessem produzir mais rápido que o normal.

A mesma quantidade de ontem? — o original indagou, pois não havia pensado nisos antes de criar o clone.

Pegue na mesma medida, então a gente descobre quando tiver macerado tudo. — respondeu o clone e o original assentiu.

Enquanto o clone preparava os recipientes, Noboru estava coletando as raízes e folhas de erva cidreira que eram cultivadas na pequena estufa, aproveitando que estava ali e regando um pouco da planta. Ele voltou para onde o clone estava e o deixou esperando enquanto ia até a pia, abrindo a água e se pondo a lavar as folhas e raízes para que ficassem bem limpas e sem impurezas que afetassem seu consumo. Como o original estava fazendo tudo de pouca em pouca quantidade, conforme ele ia lavando, elas iam sendo levadas pelo clone em direção ao desidratador para que ficassem ressecadas e prontas para serem maceradas pela dupla.

O original seguiu lavando cada uma das ervas e raízes, até que finalmente acabou e foi pegar o que o clone havia desidratado, colocando dentro do almofariz e se pondo a macerar. Pelo tanto que já havia feito aquilo ao produzir sete pílulas, ele já havia pego o jeito da coisa e foi um pouco mais rápido do que normalmente era, mas mesmo assim ele fez questão de observar se não haviam sobrado raízes ou pedaços grandes de folhas no almofariz antes de ir ver a peneira fina. Enquanto o original procurava o instrumento para transformar aquele pó em um ainda mais fino, o clone começava a macerar as ervas desidratadas que sobraram.

O cheiro de erva cidreira já estava cobrindo todo o ar do pequeno laboratório pessoal de Noboru e ele até que estava gostando daquele aroma que estava inalando. O original já estava peneirando muito bem o pó, colocando o em um recipiente vazio para que posteriormente pudesse ser separado e medido na balança. Assim sendo, enquanto o clone estava esmagando cuidadosamente as suas ervas e raízes por meio do pistilo, sendo bastante atencioso com o que fazia, Noboru já estava pronto para produzir as pílulas praticamente, mas mesmo assim esperou por seu semelhante para que fizessem a última parte em uma tacada só.

Realmente acaba sendo mais rápido assim. — o clone comentou. — Quanto mais ou menos você acha que dá pra fazer dessa vez.

Só vou conseguir calcular isso quando tiver o seu já peneirado. — murmurou e observou ele passar o almofariz para si por cima da bancada para que pudesse peneirar.

O clone se dissipou e Noboru colocou o pó na peneira, começando a tornar tudo que o clone havia esmagado no mesmo pó fino que estava acostumado a usar. Como de costume, ele estreitou os olhos e começou a analisar, com base em seus achismos, quantas pílulas poderia produzir, chegando a um total de quatro ou cinco, se tivesse calculado corretamente; provavelmente havia coletado menos ingredientes do que pensou que teria, mas estava tudo bem, era melhor do que nada, principalmente se fosse levado em conta as sete que havia produzido no dia anterior. Ele enfim terminou de peneirar tudo, dando uma batidinha na peneira usando a mão esquerda e pegando o recipiente com o pó.

Ele se dirigiu até a balança de precisão e começou a medir ali, separando o pó em pequenos grupos de 10Mg para saber quantas pílulas conseguiria produzir afinal. No fim estava certo, conseguiria produzir cinco pílulas. Ele pegou as medidas certas e foi levando ao molde, ajustando a pressão da máquina de pressão e começando a produção de cada pílula, uma por vez. A cada uma, ele sempre verificava a pressão antes de ativar a máquina, afinal não desejava que a pílula partisse. Após fazer a última delas, ele se dirigiu até a pia com tudo que havia sujado durante a confecção do medicamento, esboçando um sorriso de satisfação enquanto lavava seus utensílios.

"Agora eu vou abrir oficialmente." pensou enquanto saia dali e fechava tudo, checando antes também se havia desligado tudo de dentro do Laboratório antes de deixar o lugar.


INFOS:

Emme



BisKath
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Bahko
Chūnin
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Ok

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[Laboratório] Noboru Inaba Dcaa73310219fb06ecbf84af7785edc2e56f56af49f5b80f1431685fc6c8a7d8_1
Bahko
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 2525/2525
ST: 00/06
Palavras: 481
Noboru Inaba
Recriação: Pílula de Regeneração II

O rapaz voltava ao seu laboratório para criar mais algumas pílulas de regeneração para serem levadas e vendidas na farmácia futuramente. Ele seguiu para a pequena estufa onde cultivava as ervas cidreiras e também as ervas mate; eram as segundas que ele pegaria pois eram as necessárias para os medicamentos que ajudavam quem consumisse a se recuperar. Ele separou pouca quantidade, pois não pretendia produzir tanto dessa vez, nem mesmo levaria para a farmácia agora; ficaria guardada no estoque que havia dentro do próprio laboratório para ser levado até lá posteriormente.

O rapaz de cabelos bicolores foi até a pia e lavou as folhas das ervas mate, limpando bem a substância, como era padrão para a produção de qualquer medicamento. Foi rápido, por ter sido pega pouca quantidade da erva justamente por serem produzidas apenas três pílulas naquele dia. Uma vez que estivesse tudo exatamente bem limpo, ele levaria as folhas ao desidratador para deixá-las bastante ressecadas e propícias para serem maceradas por ele. Era bom quando eram só folhas para serem esmagadas por ser relativamente mais rápido e simples.

Uma vez com tudo bem ressecado, ele pegou o almofariz e colocou as folhas dentro, começando a esmagar com o pistillo pacientemente, com a mesma atenção que ele costumava ter. Mesmo que agora não tivessem ali raízes para deixar pedaços mais grossos, e consequentemente mais difíceis de serem notados, para trás, ele continuaria fazendo com o mesmo zelo e cuidado costumeiros, afinal era o mesmo o princípio; seria algo feito para terceiros então tinha que estar muito bem confecionado. Após esmagar todas as folhas, ele pegou a peneira fina, colocando sobre um recipiente vazio, e despejando as folhas maceradas ali, sentindo o aroma agradável do mate levantar enquanto ele começava a peneirar.

Tudo virou um pó fino conforme passava pela peneira, dando umas batidinhas com a peneira na mão para ajudar o pó a cair no recipiente com mais facilidade. Ele estreitou os olhos quando acabou, notando que nenhum pedaço grande demais havia sobrado e, uma vez verificando que tudo estava certo, ele levou tudo para a balança de precisão. Ali ele separou as medidas com cuidado, averiguando se estavam os 10Mg necessários para cada uma das três pílulas que ele poderia criar. Com tudo devidamente separado, ele levou as pílulas ao molde da máquina de pressão e despejou o pó ali, em seguida ajustando a máquina para que a pressão certa fosse posta nela e nenhuma das pílulas quebrasse.

Com a produção das três sendo finalizadas, ele levou tudo que foi usado a pia e começou a lavar, limpando bem para que estivesse tudo nos conformes para sua próxima confecção de medicamentos. Mesmo que aquele fosse um espaço só seu, ele gostava de manter tudo organizado para não se atrapalhar em momento algum. As pílulas feitas foram devidamente armazenadas no próprio laboratório e o Inaba se pôs a sair dali.


INFOS:

Emme



BisKath
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Chūnin
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Ok

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[Laboratório] Noboru Inaba Dcaa73310219fb06ecbf84af7785edc2e56f56af49f5b80f1431685fc6c8a7d8_1
Bahko
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79788-ficha-yuki-bahko https://www.narutorpgakatsuki.net/t79790-g-f-yuki-bahko
BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 2525/2525
ST: 00/06
Palavras: 1523
Noboru Inaba
Recriação: Relaxante Corporal

Logo após fazer uma ótima refeição, Noboru seguiu para o seu laboratório em busca de criar mais algumas pílulas para a farmácia. Naquele dia ele estava sem pressa e esperava produzir bastante e com imensa calma agora que havia ido um pouco mais cedo para o local. O rapaz esticou a destra até um dos armários, abrindo e retirando dele seu jaleco, o qual deu algumas batidinhas antes de enfim colocar o mesmo no corpo. As orbes vermelhas passaram pelo laboratório, averiguando se tudo estava em ordem, não que houvesse qualquer motivo para não estar já que ele sempre deixava tudo assim, antes de enfim ir para a pequena estufa que havia ali. Com cuidado, coletou as amostras de erva cidreira necessárias para a criação de seus medicamentos e deixou separadas para levar até a pia de modo que pudesse lavá-las, mas antes de sair da pequena estufa, aproveitou que estava ali e molhou um pouco o que era cultivado.

Tendo cuidado das plantas que serviam de fonte para os nutrientes que seus medicamentos precisavam, Noboru se dirigiu até a pia com as amostras que coletou e separou as folhas e as raízes em pequenos grupos para que fossem lavados de forma cuidadosa e atenciosa. Com as folhas ele tinha um pouco mais de cuidado devido a serem mais finas e também não tão sujas, assim não precisando pôr força de mais na mão, enquanto com as raízes ele já tinha que ter a mão um pouco mais pesada para tirar o excesso de terra que poderia ficar nelas. O processo era quase terapêutico para o médico que deixava a mente viajar e até começava a assobiar um pouco enquanto fazia aquilo tudo. Podia até parecer um pouco solitário às vezes, mas era melhor que o hospital e a correria que geralmente estava o laboratório do vilarejo; não que já tivessem lhe atrapalhado alguma vez, mas nem sempre os laboratórios estavam vazios e os instrumentos estavam devidamente limpos e aptos para o uso.

Com as folhas devidamente lavadas e as raízes também, o rapaz pegou os ingredientes e se locomoveu até o desidratador presente naquele espaço, começando a colocar os mesmos ali dentro cuidadosamente, um a um. As folhas e as raízes sempre tinham que ser bem desidratadas para que se tornassem farelo de forma mais fácil quando o rapaz fosse macerar e converter tudo naquele pó grosso. Sem isso, alguma umidade natural presente nas folhas da planta, ou mesmo das raízes, poderia prejudicar o pó no qual os ingredientes iriam se transformar. Ele decidiu deixar o processo de desidratação acontecendo e ir pegar um pouco de água, abrindo um pequeno refrigerador que havia ali e se servindo de uma garrafa que deixava guardada. Ainda tinha que pegar os instrumentos de laboratório que estavam guardados e ele utilizaria, mas primeiro iria focar em matar sua sede, afinal tinha tempo até as plantas estarem no ponto certo.

Quando guardou a água de volta no refrigerador, ele seguiu até um dos armários que haviam no laboratório, especificamente um que ficava embaixo do balcão, se abaixando ali e abrindo em busca dos instrumentos que precisava para aquele tipo de confecção. Ele pegou o almofariz com o pistilo e estreitou os olhos ao inspecionar ambos, decidindo se levantar e ir passar uma água nos dois por achar que estavam um pouco empoeirados, esquecendo até a porta do armário aberta. Ele fez uma lavagem breve nos dois instrumentos para retirar a poeira e secou bem para que a umidade não afetasse o próximo processo de confecção. Voltou ao balcão e fechou a porta do armário, colocando o almofariz e o pistilo sobre ele antes de finalmente ir pegar as folhas e raízes de erva cidreira que sem dúvidas já estavam devidamente secas a esta altura.

Ele pegou as folhas e as raízes e removeu de dentro do desidratador, decidindo separar em dois grupos de folhas e dois grupos de raízes; o médico possuía um melhor desempenho quando precisava macerar quantidades menores, assim fazendo mais rápido e com uma taxa de falhas menor. Ele pegou o primeiro grupo de folhas e colocou dentro o almofariz, pegando o pistilo com a destra e começando o processo de amassar as folhas, tornando elas um pó por estarem ressecadas; quase que imediatamente o cheiro da erva cidreira subiu, como era habitual, e não ia demorar para que pudesse ser sentida em todo o laboratório. Felizmente era algo agradável e nunca incomodava o rapaz, enquanto ele pacientemente esmagava as folhas que estavam no pote a sua frente de forma habilidosa, afinal já havia ganhado uma boa prática naquele processo.

Com tudo devidamente pulverizado dentro do recipiente, esticou a destra até a porta do armário que ficava embaixo do balcão e abriu para pegar, onde estavam antes o almofariz e o pistilo, a peneira fina que seria necessária a seguir. De lá ele pegou pegou também um pote que fora posto na bancada, e a peneira fina fora posta sobre o recipiente em seguida. Mesmo tendo sido macerado até se tornar pó, somente aquilo não deixaria tudo propício para máquina; o pó sempre tinha que ficar ainda mais fino. Logo o Inaba pegou o almofariz e virou seu conteúdo na peneira, começando o processo que era até rápido. A mão direita sacudia levemente o objeto e batendo com o mesmo na palma da mão esquerda para ajudar o pó a passar. Com tudo devidamente peneirado, ele pegou o primeiro grupo de raízes para dar continuidade para a confecção.

As raízes foram despejadas no almofariz, que agora estava vazio ou outra vez, e logo estavam sendo esmagadas por meio do pistilo. O som delas quebrando ao serem pressionadas e partidas era o que ecoava pelo laboratório enquanto o médico continuava focado no que fazia, ignorando completamente qualquer som que pudesse vir das ruas que ficavam fora daquele ambiente pessoal. As raízes eram um pouco mais duras, então exigia dele um pouco mais de força nos punhos, além de mais atenção para que o próprio não acabasse deixando pedaços grandes demais, mesmo que isso fosse ser notado na peneira. O processo de macerar as raízes demorou um pouco mais que o das folhas por razões óbvias, mas logo ele estava virando o pó, que agora preenchia o almofariz, na peneira. Outra vez o Inaba voltou a sacudir suavemente o objeto para que o pó fino começasse a cair no recipiente abaixo e assim se misturasse ao anterior; estava na metade do processo de confecção, levando em conta que faltavam dois pequenos grupos para serem macerados ainda.

Antes de dar prosseguimento, o Inaba se viu na necessidade de fazer uma pausa para respirar e se mover um pouco. Aquela parte da confecção não era fisicamente cansativa, mas mentalmente sim, devido ao foco que ele sempre mantinha para fazer tudo corretamente. Não levou mais que cinco minutos para se sentir apto a voltar e pegar o segundo grupo de folhas, levando-as para dentro do almofariz e começando com os trabalhos usando o pistilo. O processo foi rápido como as outras, permitindo que ele terminasse aquilo até que bem rápido, peneirando o pó que havia se formado e o deixando fino como os anteriores; faltava apenas o último grupo de raízes que havia separado para serem maceradas com o pistilo. Os movimentos fortes e precisos com a destra tiveram início, quebrando e esmagando as raízes de ervas cidreiras até não haver mais nenhum pedaço grosso.

Ele virou as raízes pulverizadas na peneira fina e começou a fase final antes de ir produzir as pílulas; com cuidado e atenção ele peneirou as raízes esmagadas, fazendo com que elas se tornassem um fino pó que se misturou ao que ele já havia produzido. Com tudo devidamente feito, ele pegou aquele pó fino e levou em direção a balança de precisão, começando a separar o pó nas medidas certas para cada uma das onze pílulas que pretendia criar. Ele separou cuidadosamente a primeira quantidade dentro do molde da máquina de pressão e ativou, suspirando pesadamente ao ver que a pílula havia quebrado; havia se esquecido de ajustar a pressão da máquina antes de ativar, mas estava tudo bem. Ele foi levando o pó ao molde para produzir as outras dez, desta vez cuidando para que nenhum erro fosse cometido e assim nenhuma pílula voltasse a se quebrar, afinal era um desperdício dos ingredientes que utilizava.

Com todas as dez pílulas prontas, Noboru as colocou na bolsa para levar até sua farmácia e pegou também as três pílulas de regeneração que havia feito em sua última visita ao local. Deixando aquela quantidade na farmácia, acreditava que não iria precisar produzir tantas assim tão cedo, talvez apenas as pílulas de Regeneração II pois haviam poucas no estoque. Em todo caso, queria focar em novas criações e não em mais do mesmo, mas ainda não tinha uma ideia concreta do que fazer. Saindo de seus devaneios, Noboru pegou o que usou para a produção daquele dia e levou a pia, começando a lavar tudo que havia usado para deixar devidamente limpo para sua próxima visita. Assim que saísse dali, iria deixar as coisas na farmácia.


INFOS:

Emme



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Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Aprovado @mthcamargo.

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Yukikitsune Kaonashi


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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 2525/2525
ST: 00/06
Palavras: 331
Noboru Inaba
Recriação: Pílula de Regeneração II

De jaleco e cabelos arrumados, o rapaz estava no laboratório para preparar seus medicamentos outra vez. Ultimamente estava com bastante tempo livre, as coisas no hospital estavam calmas, o que significava que as coisas em Uzushiogakure estavam tranquilas; isso era muito bom para a aldeia, mas em compensação, ele ficava com muito tempo livre e ele acabava descontando no laboratório, indo confeccionar seus medicamentos para matar o tempo, naquele dia não era diferente. O rapaz estava no laboratório, com o almofariz e o pistilo sobre o balcão, esperando as folhas de erva mate ficarem desidratadas para serem maceradas e depois transformadas em pílulas. Não ia fazer muito naquele dia pois havia prometido ir ajudar os pais com o restaurante.

Assim que as folhas desidrataram, ele as pegou e levou para dentro do recipiente, se pondo a esmagar elas com a ajuda do almofariz. Aos poucos elas foram se tornando pó, mas é claro que não era fino o bastante para irem até a máquina de pressão, por isso ele teria que peneirar tudo depois. O médico esticou a mão para alcançar a peneira fina no armário logo abaixo, pegando também o ponte onde o pó fino seria despejado. Ele colocou ambos na bancada e terminou de macerar as folhas, virando tudo que estava dentro do almofariz na peneira e começando o processo de tornar aquilo um pó fino. Ele usava a destra para sacudir o objeto sobre o recipiente e batia de leve na palma da mão esquerda para ajudar no processo.

Com tudo devidamente peneirado, ele separou as medidas na balança de precisão, separando o bastante para a produção de duas pílulas e em seguida as levando para a máquina de pressão. Um a um as pílulas foram sendo produzidas conforme a quantidade precisa de pó era posta no molde e a pressão da máquina era ajustada, produzindo então os dois medicamentos que o Inaba tratou de guardar no estoque do próprio laboratório pois não levaria para a farmácia ainda.

INFOS:

Emme



BisKath
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Revouv
Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Aprovado @mthcamargo.

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Yukikitsune Kaonashi


FICHA  |  GF  |  BANCO
Revouv
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 3125/3125
ST: 00/06
Palavras: 462
Noboru Inaba
Criação: Pílula de Regeneração III

Tendo retornado ao vilarejo, havia retirado um breve momento para descansar na casa de seus pais, que ficaram surpresos pela nova companheira que ele havia adquirido… surpresos até certo ponto, afinal sempre souberam do apreço dele por répteis. Ele não ficou muito, logo voltou para suas atividades rotineiras, e em decorrência disso já estava em seu laboratório. Havia levado Cubellios consigo e deixado que a mesma se soltasse de si para explorar o novo ambiente. — Espero que você goste. Eu nunca trouxe alguém aqui, mas é um ambiente agradável ao meu ver. — murmurou para o animal que se esgueirava pelo local, aos poucos conhecendo o mesmo. Enquanto deixava a serpente livre para explorar, foi até a pequena estufa que havia ali, em busca das ervas que usaria para criar a terceira versão de sua pílula de regeneração.

Se manteria usando aquela maravilhosa fonte de vitamina C, cálcio, fósforo, magnésio, ferro e potássio que eram as folhas de ervas mate, mas agora usaria um molde maior para as pílulas, de modo que elas fossem um pouco maiores e consequentemente mais nutritivas. Seguindo o procedimento padrão, lavou bem as folhas para livrá-las de quaisquer impurezas para então deixá-las no desidratador, de modo que ficassem bem ressecadas e pudessem ser pulverizadas sem nenhum problema. Ele buscou no armário o almofariz com o pistilo e, assim que as folhas de mate estavam devidamente secas, passou a pulverizá-las, amassando até que se tornassem um pó sem pedaços muito grossos.

Uma vez tendo macerado bastante as folhas, ele pegou outro recipiente e colocou uma peneira fina sobre ele, despejando o pó do almofariz ali, de modo que ele se tornasse um pó mais fino e devidamente apto para ser transformado em pílula. O processo tão já conhecido pelo rapaz não demorou muito, mesmo que dessa vez ele estivesse testando fazer uma quantidade maior, talvez fosse a prática em fazer aquilo tantas vezes. As orbes vermelhas se moveram para observar o animal que agora parecia ter encontrado um local confortável para adormecer, acabando por esboçar um sorriso. Sem dúvidas não esperava ser escolhido, mas seria grato e se faria merecedor daquilo. Voltando a sua tarefa, tendo o pó devidamente peneirado, o rapaz levou ele a balança de precisão e separou nas medidas certas do molde que usaria, despejando o pó ali em seguida e levando a máquina de pressão.

O resto do trabalho era automático da máquina e foi questão de segundos para ver a pílula produzida e pronta para o consumo. Um sorriso foi esboçado pelo rapaz que a pegou e a levou para um dos armários do laboratório, de modo que ficasse guardada ali até que fosse necessário. Como Cubellios havia adormecido, o rapaz a deixaria ali, em segurança no laboratório, e partiria em seguida.

Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03

INFOS:

Emme



BisKath
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Convidado
Convidado
Okay
Anonymous
BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: --/--
CH: 4125/4125
ST: 00/08
Palavras: 552
Noboru Inaba
Criação: Estimulante Mental

Retornou ao laboratório em uma tarde, alguns dias após os ocorridos que acarretaram em uma promoção de sua patente. Foi uma situação difícil e que pôs em jogo o seu caráter, mas ele gostou de como havia conseguido lidar com tudo aquilo. Quando chegou ao local, não demorou a sentir o animal frio e escamoso se enroscar em si, o que arrancou um sorriso do rapaz que tratou de acariciar a serpente. — Também é bom te ver, Cubellios. — disse, observando a mesma de soslaio e indo até seus armários para guardar alguns ingredientes que havia trago em uma sacola. Eram extratos de rhodiola rosea, que ele usaria para criar o novo medicamento que tinha em mente. Sua ideia era a de criar um medicamento capaz de estimular a mente e elevar o foco e o intelecto, mesmo que por um período curto de tempo.

Ele guardou a maior parte do que havia trago e separou as raízes de rhodiola rosea que usaria para fazer o extrato e então por fim produzir a pílula. Cubellios continuou enrolada no shinobi enquanto ele ia lavar as raízes, pois sairia com ele naquela tarde. O rapaz lavou cuidadosamente as raízes e depois levou as ao desidratador para poder deixá-las bem ressecadas. Nesse meio tempo em que as mesmas estavam ressecando, foi aos armários e pegou o almofariz com pistilo, além de também pegar a peneira fina e o recipiente onde iria deixar o pó fino que seria o responsável por constituir a pílula. Após organizar todas as ferramentas sobre o balcão, se dirigiu até o desidratador e pegou as raízes para macerar.

Fazer aquilo, desta vez, demandaria mais tempo por ser um produto feito unicamente à base de raízes, o que consequentemente demandaria mais tempo para pulverizar no nível necessário. Por longos minutos ele seguiu amassando as raízes dentro do almofariz, ouvindo o som dos pedaços se quebrando sumir aos poucos, até que só restasse dentro do recipiente um pó relativamente grosso; daquela forma era impróprio para a produção do medicamento. O Inaba pegou o conteúdo do almofariz e despejou na peneira, usando a destra para sacudir levemente o objeto e dar batidinhas na palma esquerda, de modo a ajudar o pó a passar pela peneira. Alguns pedaços grandes de raízes sobraram e Noboru os devolveu ao almofariz, mas não se preocupou em os pulverizar pois já havia conseguido quantidade o bastante para produzir duas das novas pílulas.

Usando a balança de precisão, mediu a quantidade necessária de pó para a produção de cada uma e decidiu fazer uma por vez, afinal era um medicamento novo e poderia errar na pressão que iria pôr na máquina; de fato ele errou. A primeira pílula acabou quebrando, o que arrancou um suspiro do mais velho que preparou a máquina com mais atenção para produzir a segunda, esta que fora feita com sucesso pelo médico. O estimulante mental estava pronto para ser ingerido, mas não levaria aquela primeira amostra consigo; iria deixá-la conservada no laboratório ao invés disso. — Quem eu vou levar comigo vai ser você. — disse a Cubellios enquanto guardava a pílula. — Já te deixei aqui tempo demais, precisa sair um pouco.

Após arrumar tudo que havia usado, ajustou Cubellios no corpo e se pôs a sair dali, trancando o laboratório por fim.

Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03


INFOS:

Emme



BisKath
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Raves
Chūnin
[Laboratório] Noboru Inaba Templ168

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[Laboratório] Noboru Inaba Yor-spy-x-family-art-4k-wallpaper-3840x2160-64
"Uma vilã sacrifica o mundo para salvar seu amor."

Criação de Habilidades | Evoluções |  Recompensas Diárias
Raves
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Noboru InabaRecriação: Pílula de Regeneração III

Noboru: HP: --/-- | CH: 4125/4125 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 1.230

Chegando com Cubellios no laboratório, Noboru sentiu a serpente se soltar de seu corpo e ir transitar pelo ambiente, observando o dono com uma expressão subtil de curiosidade a respeito do que ele iria fazer ali. A primeira coisa que o médico fez, por sua vez, foi lavar as mãos e colocar um jaleco que sempre deixava ali de antemão, substituindo o sobretudo por ele e observando a serpente de soslaio. — Quer me ajudar? — ele indagou ao animal por notar o olhar dela que lhe seguia para todos os lados. Enquanto a serpente o observava, ele pegava os utensílios que iria precisar, sendo eles o almofariz, o pistilo, a peneira fina e o recipiente onde iria por o pó que seria comprimindo nas formas de pílulas. — Eu prefiro só olhar… vai criar algo novo dessa vez? — Cubellios indagou e ele negou com a cabeça. — Preciso levar alguns medicamentos que estão faltando na farmácia. Só estão em estoque as pílulas de Regeneração mais fracas. — ele explicou, indo pegar as folhas de ervas mate que seriam maceradas em breve. — Na verdade, sua companhia aqui já me ajuda, sabia? Era ruim não ter com quem conversar.

A serpente sorriu em resposta e seu dono levou as folhas da erva em direção a pia, onde iria lavá-las com bastante cuidado e atenção para se livrar de todas as impurezas presentes nela. — Tem notícias do Taichi? — ela sibilou, risonha, deixando o médico sem jeito enquanto lavava os pequenos grupos de folhas. Ele não falava com o cientista a algum tempo, então ainda não tinha tido a oportunidade de fazer o que estava pretendendo. — Ele deve estar atarefado, mas vou tentar vê-lo em breve. — finalmente respondeu, levando as folhas para o desidratador onde elas seriam ressecadas de modo a facilitar a conversão daquele material em um pó. — Parece mais ansiosa do que eu em vê-lo. — murmurou, indo passar um pano úmido no material que usaria a seguir, afinal estavam guardados a algum tempo. — Não é isso… mas já está adiando faz algum tempo. Não pode continuar escondendo. — e ouviu um suspiro em resposta. Da última vez que havia gostado de alguém, a pessoa se foi antes que ele pudesse perceber isso, então sabia que deveria ver o outro shinobi logo, mas não era tão simples. Além do mais, andava atarefado.

Se eu não precisar sair para mais nenhum assunto diplomático, irei ter com ele. Eu prometo. — disse ao terminar de limpar os utensílios e indo pegar as folhas ressecadas. Ele as separou em dois grupos por ter pego uma quantidade razoável desta vez. Logo o primeiro grupo foi posto dentro do recipiente e ele começou a amassar com o pistilo, macerando bem as folhas e fazendo aquele cheiro agradável começar a preencher o ambiente. — ...Mas ainda acho que a idade pode deixar isso estranho. — murmurou e a serpente riu, deslizando outra vez para perto dele e subindo com cuidado para não atrapalhar os movimentos que ele fazia continuamente, esmagando as folhas até que se tornassem um tipo de pó, mesmo que não fosse fino o bastante para ser transformado em pílula ainda. — Isso só seria um problema se você envelhecesse. Daqui a dez anos, ele é quem vai parecer velho demais. — sibilou, arrancando um riso do homem que agradecia pelo Fushi Tensei ter lhe tirado a parte das rugas; tinha seu lado narcisista, afinal.

Após macerar o primeiro grupo de folhas, ele pegou o outro recipiente e colocou a peneira sobre ele, para então derramar o pó das folhas maceradas ali dentro e começar a peneirar. Manuseando o objeto com a destra, ele deu batidinhas na mão esquerda para ajudar o pó a cair com mais facilidade, se tornando fino e devidamente propício para ser transformado em pílulas e serem consumidos. — ...Eu não vejo o Jyu a quase tanto tempo quanto não vejo o Taichi, isso você não me cobra. — ele alfinetou a serpente que soltou um curto riso enquanto assistia o médico ir macerar o segundo grupo de folhas, colocando-as dentro do almofariz e iniciando o mesmo processo outra vez. — Certo, eu não tenho uma justificativa para isso. — ela murmurou para o médico que meneou com a cabeça, emitindo um suspiro e esboçando um semblante mais sério desta vez. — A verdade é que eu deveria estar pensando em que Kekkei Genkai irei obter. Eu dominei tudo que poderia do clã Kaguya, preciso de uma nova particularidade.

E já tem ideia do que quer? — indagou, recebendo um aceno positivo em resposta, mas ele não verbalizou por estar ocupado terminando de macerar o segundo grupo de folhas. Uma vez que haviam se tornado um pó grosso, ele as jogou na peneira para que se convertessem no pó fino que formaria cada uma das pílulas. A parte de peneirar era a mais simples e ele repetiu os movimentos com a destra, usando a mão esquerda de apoio para ajudar o pó a cair com mais facilidade dentro do recipiente. — ...Mas apesar de eu ter um clã alvo, eu não sei quando irei ter um inimigo membro deste mesmo clã. Sabe que eu não uso os corpos de membros da aldeia, apenas de inimigos. — murmurou enquanto levava o recipiente para a balança de precisão e começava a separar a quantidade de pó que seria necessária para ser posta nos moldes. Seriam seis pílulas, ao que tudo indicava. — Sim, eu sei. — ela murmurou em resposta, assistindo ele levar as quantidades corretas do pó para os moldes e em seguida os levar para a máquina de pressão, onde ele, antes de ativá-la, cuidando de averiguar se as configurações estavam corretas para que nenhuma pílula se quebrasse no processo.

...Na verdade, parando pra pensar, você precisa treinar.— ele murmurou e a serpente e olhou de soslaio, confusa. Mas era verdade, desde que voltaram da guerra, Noboru e o animal nunca fizeram um treino efetivo para explorar as habilidades da mesma, ela apenas o acompanhou em cada um de seus treinos pessoais; desde dominar o Sawarabi No Mai, que exigiu a ajuda de Keichi também, até aprender aprender e se especializar em Ninjutsu. — Vou tirar um tempo para te ensinar a dominar pelo menos uma natureza elemental. — disse, esboçando um sorriso de canto ao ver o animal parecer se animar diante da possibilidade. O assunto se encerrou ali, enquanto o Inaba via as pílulas serem formadas uma a uma, sem que nenhuma se quebrasse no processo, o que era ótimo.

Uma vez prontas, ele as colocaria dentro de uma bolsinha especial para que fossem levadas e guardadas devidamente na farmácia, que não ficava muito longe dali, onde ficariam à venda para os outros moradores de Kirigakure. Precisava criar e levar os estimulantes mentais até lá também, mas faria isso em outro momento. Cubellios não ficaria no laboratório dessa vez, pelo contrário, iria seguir com o médico, afinal tinham que treinar como ele havia dito. É claro que, antes de sair, Noboru foi lavar cada um dos utensílios que havia utilizado para confeccionar os remédios, secando eles com um pano que deixava ali para esse tipo de situação e em seguida os guardou no armário. Por fim ele se dirigiu para a saída do laboratório, o trancando e partindo dali com Cubellios.

INFOS:

Emme





BisKath
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Revouv
Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Player: @BisKath
Situação: Aprovado.
Considerações: Sinceramente, você ter uma farmácia num fórum de RPG e vender medicamente é o suco do capitalismo vivo.
Recompensa: Recriação das pílulas.

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Yukikitsune Kaonashi


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Revouv
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Criação de FármacoNoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4325/4325 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 560

O médico voltou ao seu local de trabalho com um sorriso sutil no rosto, tinha algumas sacolas em suas mãos e Cubellios as observava com imensa curiosidade. — Isso é parte das novas ideias que teve? — questionou ela, recebendo um aceno positivo do médico que pegava seu jaleco para vestir no lugar do sobretudo que usava normalmente. — Vou tentar unificar os efeitos da erva mate com os da rhodiola rosea em um único medicamento. Vai estimular a regeneração do corpo e estimular o funcionamento da mente. — explicou de forma simples, indo pegar os utensílios que usava normalmente para macerar os itens; o pistilo e o almofariz. Nas sacolas que ele havia trago haviam alguns produtos de limpeza novos que ele tratou de ir guardar para usar posteriormente a confecção do novo medicamento. Após organizar tudo nos armários, ele abriu um pergaminho com as anotações que fez em casa sobre como criaria o novo fármaco e tratou de pegar os ingredientes que eram necessários.

Logo o médico foi estava com as raízes de ervas mate e as folhas de rhodiola rosea para preparar o extrato das duas, onde o primeiro passo foi lavar bem os dois ingredientes para não ter neles qualquer tipo de impureza que prejudicasse aqueles que consumissem os medicamentos, ou mesmo que prejudicasse os seus efeitos benéficos. O homem terminou de lavar tudo e levou para o desidratador, onde deixaria tudo ressecado para ser convertido em pó e depois peneirado. Felizmente o desidratador agia rapidamente, então foi questão de poucos minutos para que o médico pudesse pegar os ingredientes e levar para dentro do almofariz, começando a macerar pacientemente as duas ervas em conjunto. Como sempre, raízes demoravam um pouco mais para serem trituradas pois elas eram mais suscetíveis a deixar pedaços grossos que não serviam para serem peneirados.

Tendo tudo perfeitamente esmagado e sentindo o odor agradável das duas ervas se espalhando pelo ambiente, ele pegou a peneira dentro do armário e um recipiente para que o pó fino caísse ali dentro. Com a destra ele começou a balançar levemente a peneira enquanto usava a mão esquerda para despejar os ingredientes macerados nela, em seguida dando batidinhas na palma da mão para ajudar o pó a cair dentro do recipiente. Ele havia pego em quantidade o bastante para a criação de duas pílulas, visto que, geralmente as criações podiam quebrar na primeira tentativa devido a incerteza de como configurar a máquina de pressão para aquele fármaco. Ele suspirou e levou o pó fino para a balança de precisão, separando as medidas de cada pílula antes de colocar a primeira quantidade em um molde.

Ajustou a máquina de pressão e esperou o medicamento ser feito, mas este se partiu em alguns pedacinhos, indicando a imprecisão da configuração da máquina. Suspirou e aumentou um pouco a pressão da mesma, tentando fazer a segunda pílula e tendo sucesso desta vez, visto que ela ficou inteira e perfeita para o consumo. Ele pegou a amostra e levou aos armários do laboratório, guardando a mesma dentro dele para se juntar ao seu pequeno estoque pessoal. As pílulas com efeitos de cura ele normalmente não levava consigo por não terem grandes utilidades para si próprio. Tendo a confecção terminada, ele foi lavar as coisas que havia sujado e em seguida seguiu para fora do laboratório, deixando o jaleco lá e levando Cubellios.

INFOS:

Emme





BisKath
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Revouv
Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Player: @BisKath
Situação: Aprovado.
Considerações: Você deve trabalhar em uma farmácia em Off. A forma como você narra passa veracidade. Essa deve ser a intenção.
Recompensa: Criação do Estimulante Geral.

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Yukikitsune Kaonashi


FICHA  |  GF  |  BANCO
Revouv
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Relaxante Corporal IINoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4325/4325 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 530

Após o treino para desenvolver a primeira natureza de Cubellios, Noboru retornou ao laboratório a fim de deixar a serpente descansar enquanto o próprio ia produzir um fármaco novo que havia pensado. Anteriormente ele fora capaz de combinar os efeitos da rhodiola aos da erva mate, então agora faria a mesma coisa com a erva mate e a cidreira, produzindo um xarope a partir delas para que, além de recuperar a vitalidade perdida daquele que consumisse o fármaco, o mesmo pudesse recuperar a energia e a disposição perdida por aquele que o consumirá. Enquanto Cubellios ia descansar, escondida sob o balcão, Noboru pôs o jaleco e foi pegar os utensílios para fazer; diferente de como produzia as pílulas, ele não usaria o pistilo e o almofariz, mas sim um balão de fundo com água, que ficaria em uma chapa de aquecimento, um segundo balão de fundo onde iria por as ervas, um condensador, um funil de bromo e um Becker. Era assim que criaria um sistema de arraste por vapor.

Após montar o esquema de arraste, o médico foi lavar e triturar as folhas de erva mate antes de acrescentá-las no balão de fundo vazio. Este recipiente receberia o vapor da água do primeiro e isso extrairia o óleo da planta. Enquanto o processo acontecia, ele foi pegar outro Becker e preencher com 85g de sacarose, 0,15g de metilparabeno, 0,1g de propilparabeno e um pouco de água, preparando assim o xarope base que receberia os químicos medicamentosos no final. Ele levou esse xarope base até um aquecedor e começou a misturar com o auxílio de um bastão de vidro, só parando quando a mesma teve a sacarose solubilizada. Agora só restava obter o óleo vegetal da erva cidreira, estes que ele iria extrair das sementes das mesmas através de uma prensa que possuía ali no laboratório.

Não havia mistério, o médico pegou as sementes, colocou na prensa e em pouco tempo o óleo vegetal estava pronto para ser misturado ao xarope, só faltava coletar o óleo essencial de erva cidreira. O processo de arraste por vapor já havia sido concluído àquela altura, restando ao médico apenas usar do funil de bromo para separar o óleo essencial da água que havia ficado ali devido ao vapor. O primeiro becker que ele havia pego fora utilizado para receber esse óleo e, ali mesmo, Noboru misturou o óleo vegetal da erva cidreira antes de os colocar a mistura no xarope neutro que havia feito. Ele voltou a mexer no xarope, mantendo ele mais um pouco no aquecedor, até que tudo estivesse no ponto ideal.

Com o xarope feito, ele pegou um frasco de 150 mililitros para guardar a dose e colocou um funil forrado com dupla camada de gase, despejando o xarope ali no funil para que fosse coado e, por fim, bem fechado e guardado junto aos outros medicamentos do médico. Ele raramente fazia os fármacos daquela forma, mas aquele havia sido bom pois fugiu um pouco de sua rotina normal de criação. Aquele processo havia levado algumas horas e, antes de sair, parou para limpar toda a bagunça que fez e chamar Cubellios para sair do laboratório com ela.

INFOS:

Emme





BisKath
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sinhorelli
Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba 10587259
Player: @BisKath
Situação: Aprovado.
Considerações: --
Recompensa: Criação do Relaxante Corporal II

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Ficha | GF | Banco | CJ | CH | EV | RD | Mod AG
sinhorelli
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Estimulante Mental IINoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4325/4325 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 520

Uma vez mais o médico colocava no corpo seu jaleco branco, o que sempre fazia toda vez que chegava ao seu laboratório pessoal, carregando consigo as anotações que fazia em um pergaminho, anotações estas que compunham suas ideias a respeito dos fármacos que iria criar; havia apenas mais uma criação que o jounin havia elaborado para ser produzida e, após isso, iria tirar um dia para estudar sobre novos componentes químicos que viessem a ser úteis para novos fármacos. Precisava, principalmente, de algo que aumentasse a regeneração do consumidor e de um novo efeito que ainda não conhecesse. Da última vez, quem lhe deu suporte nesse tipo de conhecimento fora a falecida sensei, mas agora ele não tinha mais ela, então teria que se virar para descobrir coisas novas. Em todo caso, não era o momento de pensar nisso.

Ele pegou o almofariz e o pistilo como de costume e deixou Cubellios continuar enrolada em seu corpo, como ela gostava de ficar. Ele foi pegar a rhodiola rosea que usaria para a confecção e também a erva cidreira; seu objetivo era combinar os efeitos analgésicos de uma delas com os estímulos cognitivos proporcionados pela outra erva. Logo ele estava lavando bem ambas as ervas e as levando ao desidratador para que pudesse macerar em seguida, indo pegar a peneira e o recipiente para colocar o pó fino que iria ser usado para separar as medidas e assim fazer as pílulas. O médico pegou os ingredientes, agora secos e desidratados, e levou ao almofariz, pegando o pistilo com a destra e começando a esmagar tudo ali dentro, de forma paciente e precisa como era seu hábito fazer, afinal se sobressaem pedaços grossos que não passassem pela peneira, ele teria que voltar uma etapa e ele não gostaria disso por razões óbvias.

Quando todo o conteúdo havia se tornado um pó ligeiramente grosso, ele despejou todo ele dentro da peneira e começou a sacudir, batendo levemente com ela na palma da mão esquerda para auxiliar o pó a passar por ela. Infelizmente ele não havia pego ingredientes o bastante para confeccionar duas pílulas, então teria que acertar de primeira para que não fosse preciso repetir todas as outras etapas. Com o pó fino pronto, ele respirou fundo, inalando o cheiro agradável das duas ervas que preenchia o ambiente, levando em seguida o pó para uma balança de precisão e separando as medidas. Como ele já havia notado, o pó produzido fora um pouco mais que o necessário para confeccionar uma pílula, mas não o bastante para duas; teve que focar bastante e fazer alguns cálculos simples para ajustar a máquina de pressão corretamente para aquela pílula.

Ele colocou o pó no molde correto e levou a máquina, ativando a mesma e observando o processo da criação da pílula. Felizmente ele conseguiu acertar a pressão necessária, também graças ao hábito de mexer naquela máquina, e com isso ele pegou a pílula e a levou até o armário onde havia deixado os outros fármacos que havia produzido recentemente. Em algum momento ele iria recriar mais deles e pôr à venda, mas por hora, sua prioridade seria dar avanço a seus estudos.

INFOS:

Emme




BisKath
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Tokubetsu Jonin
[Laboratório] Noboru Inaba Ba3293b0d1e3d0e8dff4a8030bec76a2
Player: @BisKath.
Situação: Aprovado.
Considerações: --
Recompensa: Criação do medicamento Estimulante Mental II.

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Yukikitsune Kaonashi


FICHA  |  GF  |  BANCO
Revouv
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
Evolução na ProfissãoNoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4325/4325 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 618

O médico estava indo em direção ao seu laboratório logo após a sua rotina de trabalho no hospital, tendo alguns pergaminhos presos sob seu braço direito, pergaminhos estes que foram todos pegos no hospital com seus colegas que trabalhavam na Iryou-Han e gostariam de ajudar o médico com seus objetivos costumeiros; alguns foram recomendações de Mavis para os estudos deles, mas o médico só veio a ter consciência disso agora. Cubellios estava consigo, como era de costume e ele tinha um cigarro aceso em sua boca, fumando e relaxando enquanto seguia ao local. Naquele dia, sua pretensão não era criar nenhum medicamento, mas sim aumentar seu conhecimento para ser capaz de criar fármacos melhores e mais poderosos, assim como havia feito quando descobrira os benefícios provenientes na rhodiola rosea e que foram fundamentais para suas criações mais recentes, estas que eram capazes de estimular bastante a mente de quem a ingerir.

Ele entrou no laboratório e pôs os pergaminhos sobre a bancada, deixando Cubellios livre para se soltar de si e ir descansar em algum canto, deixando o pesquisador sozinho para se concentrar. Ele precisava mesmo ocupar a cabeça, pois estava ansioso para obter domínio da segunda fase do Juinjutsu que agora carregava em seu corpo, mas tinha que esperar mais alguns dias antes de ir procurar Koujaku. Com um suspiro pesaroso, ele massageou as têmporas e desenrolou o primeiro dos papiros, começando a estudar mais a respeito da farmacologia e dos diferentes efeitos que poderia conseguir com seus medicamentos; aquele primeiro pergaminho fora quase inútil, considerando que ele só citava os efeitos básicos já conhecidos pelo Inaba, como a regeneração corporal e o relaxante muscular que eram possíveis de serem criados. — Certo, isso aqui ainda não me ajuda em muita coisa. — murmurou, mas continuou lendo todo o conteúdo pois serviria como uma bosa revisão para manter fresco em sua mente as informações sobre os fármacos voltados a enjoos, por exemplo.

A maioria dos pergaminhos seguiu o mesmo padrão de informações, um ou outro contendo algo que era fora do conhecimento do médico, até que ele acabou chegando ao último. Embora esperasse que fosse acabar se decepcionando com o conteúdo daquele também, ele se surpreendeu ao ler sobre agentes corporais que poderiam estimular o corpo e desencadear que o mesmo produzisse anticorpos de forma mais ágil; apesar de raso, ele percebeu logo que se tratava de um estudo inacabado a respeito de uma forma rápida e eficaz de se combater venenos com maior agilidade, mesmo sem necessariamente conhecerem seus componentes. "Isso… é de muita, muita utilidade. Se eu tivesse esse conhecimento durante a guerra..." constatou, olhando de canto para Cubellios e se lembrando de como o veneno dela fora forte o bastante para matar o Manda, sua mais forte invocação, além dos efeitos nocivos que ele tinha nos demais aliados que lhe acompanhavam; nele também, mas a imortalidade diminuía um pouco o peso. Caso ele e seus aliados tivessem algo assim em seu arsenal, poderiam se preocupar menos com eles se chegassem a inalar o veneno que o animal produzisse.

Aquela informação fez todo o estudo dele valer a pena, mesmo que alguns conteúdos ele já tivesse visto, e, com um sorriso no rosto, tratou de correr até um bloco de anotações que guardava ali e transcrever a sua maneira os trechos importantes daquela pesquisa, cobiçando concluir a mesma por conta própria e assim criar um fármaco de imensa eficácia futuramente. Quando acabou, percebeu que só naquela brincadeira já haviam se passado horas, então ele tratou de chamar por Cubellios para que pudessem sair dali. Uma vez deixando o laboratório, ele devolveria os pergaminhos para o hospital do vilarejo e depois seguiria rumo a sua casa.

INFOS:

Emme




BisKath
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Skywalker
Nukenin A
[Laboratório] Noboru Inaba D08b07ef0bf98b6b11ca607569f49e1d839f756b

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[Laboratório] Noboru Inaba E61d9053d0ce1422ba25de28b0cd7fa2464294b3
"I Just live to Fall."

FP | R.D. | CJ | Banco | GF
| MOD AG | Inventário AG || [História] — Blood Moon
Skywalker
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
--Noboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4425/4425 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 209

O médico passou brevemente em seu laboratório, carregando algumas sacolas consigo, sacolas estas que continham ervas para que o mesmo usasse posteriormente em seus medicamentos. Cubellios estava enrolada ao redor dele, assistindo curiosa aos movimentos do outro. — Irá no Koujaku-san ao sair daqui? — a serpente sibilou, questionando ao médico que suspirou e riu. — Hoje mesmo. Demorei tempo demais, não é? — indagou enquanto abria um dos armários e colocava a sacola com as ervas sobre o balcão, começando a guardar de forma organizada as ervas que havia conseguido. Provavelmente elas seriam utilizadas em suas criações próximas e por isso deveriam estar em bom estado.

Com as ervas devidamente armazenadas, ele verificou o estado das pílulas que havia guardado ali para ver se estavam bem conservadas também. Como já fazia alguns dias que não visitava o local, estava um pouco empoeirado, então ele fez o serviço completo e limpou o lugar, afinal estava com algum tempo livre. Uma vez terminando tudo que havia ido fazer ali, o médico ajeitou o sobretudo sobre seu corpo e Cubellios se ajustou em seu corpo também, onde ambos partiram para fora do local, onde o médico visava dar continuidade ao seu treinamento para dominar por completo a o juinjutsu que possuía.

INFOS:

Emme





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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
---Noboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4425/4425 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 244

Após sua rotina frequente de estudos, o médico tirou um pequeno momento do seu dia para passar em seu laboratório pessoal para organizar algumas coisas. Ele trazia consigo, além da já conhecida serpente falante, uma sacola com erva para suas futuras confecções. Ele pôs a sacola sobre o balcão e foi abrir um pouco as janelas do lugar, além de checar o estado das máquinas do laboratório, pois como ele não estava indo ao local com frequência, ele tinha receio de darem algum problema pelo tempo sem serem operadas. Uma vez que tinha checado tudo e tido a certeza que estava tudo nos conformes, pegou o maço de ervas especiais que havia adquirido, pondo elas na conserva junto às ervas comuns que ele já havia ido deixar ali anteriormente. — Quando irá voltar a produzir? — a serpente indagou, observando o médico mexer nas ervas que eram guardadas ali. O mesmo suspirou e meneou com a cabeça, demorando um pouco para dar a resposta.

Acho que… assim que eu conseguir mais alguns maços. Quanto mais forte forem as pílulas, mais maços eu vou precisar obter para a confecção. — respondeu e acariciou a cabeça do animal. Com tudo devidamente guardado no estoque, ele desligou as luzes do lugar e fechou as janelas que havia aberto, seguindo sem demora para a saída do laboratório.

INFOS:

Emme




BisKath
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BisKath
Superior a Kage
[Laboratório] Noboru Inaba AHd0YFl
HP: ---/---
CH: 5275/5275
ST: 00/16
CN: 000/400
Palavras: 223
Noboru Inaba
Modo Matatabi

Matatabi: HP: --/-- | CH: 2000/2000
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03

Já fazia muito, muito tempo mesmo desde que Noboru foi ai seu laboratório. Infelizmente, ou felizmente já que foi pelos treinos envolvendo a Matatabi, ele ficou sem tempo para adquirir recursos e dar continuidade a suas criações, algo que ele pretendia resolver muito em breve. Pra começar, ele estava voltando ali para dar uma geral no lugar e guardar as pílulas que estavam na bolsa dele. Ele não as utilizava, então não havia a necessidade de estar carregando elas naquele momento, poderia pôr elas na farmácia para serem vendidas futuramente. Enquanto ele andava pelo lugar e ia dar uma faxina geral no laboratório, Cubellios foi se enfiar embaixo de um dos armários, como era costume seu fazer.

Felizmente as coisas não estavam muito empoeiradas, então ele não demorou a terminar de limpar todo o laboratório. Com isso feito, ele pegou as pílulas que estavam em sua bolsa de armas e foi armazenar devidamente junto as outras que já estavam lá guardadas. Os medicamentos no estoque eram, majoritariamente, as últimas criações do Inaba, onde ele fez apenas as primeiras amostras e não deu continuidade a produção em massa que pretendia dar. — Vou revitalizar isso aqui e disponibilizar coisas novas na farmácia de Kiri. — ele constatou para si mesmo e organizou as pílulas na prateleira para então chamar por Cubellios e sair dali.

INFOS:


Emme


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