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A LUZ DAS TREVAS
Arco 02
Ano 26 DG
Verão
Meses se passaram desde a missão de investigação ao Castelo da Lua, no País do Vento, que culminou na Batalha da Lua Minguante. Soramaru, o cientista responsável pelos experimentos, morreu em combate, assim como outros ninjas do lado da aliança. Após a missão ser bem-sucedida, mas carregando tantas mortes, Karma, o líder da missão, ficou responsável por relatar às nações o máximo de informações sobre a organização por trás dos crimes agora que estava com o selo enfraquecido e com isso ele revelou o verdadeiro nome dela: Bōryokudan. Ainda não tendo como fornecer mais detalhes, pois o selo se manteve, e precisando de mais pistas antes de investir novamente em uma missão, Karma saiu em missão em nome das Quatro Nações para encontrar o paradeiro dos demais membros da organização — e sua primeira desconfiança recaiu sobre Kumo.

O mundo, no entanto, mudou nestes últimos meses. Os Filhos das Nuvens concluíram a missão de extermínio aos antigos ninjas da vila e implementaram um novo sistema político em Kumo ao se proclamarem o Shōgun sobre as ordens não de um pai, mas do Tennō; e assim ela se manteve mais fechada do que nunca. Em Konoha a situação ficou complicada após a morte de Chokorabu ao que parece estar levando a vila ao estado de uma guerra civil envolvendo dois clãs como pivôs. Suna tem visto uma movimentação popular contra a atual liderança da vila após o fracasso em trazer a glória prometida ao país. Já em Kiri a troca de Mizukage e a morte de ninjas importantes desestabilizaram a política interna e externa da vila. E em Iwa cada dia mais a Resistência vai se tornando popular entre os civis que estão cansados demais da fraqueza do poderio militar ninja. Quem está se aproveitando destes pequenos caos parece ser as famílias do submundo, cada vez mais presentes e usando o exílio de inúmeros criminosos para Kayabuki como forma de recrutar um exército cada vez maior.

E distante dos olhares mundanos o líder da Bōryokudan, Gyangu-sama, se incomoda com os passos de Karma.
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
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Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
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Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
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Havilliard
Havilliard#3423
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Senko'
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Relembrando a primeira mensagem :



A Hora do Crepúsculo
Uzushiogakure

Em todo o mundo ninja, o céu armou-se num sombrio crepúsculo. O degrade azul e laranja formava a paisagem rotineira dos fins de tarde daquele dia de primavera, mas aos poucos a escuridão tomava conta do azul do céu, a lua avermelhava-se e o laranja era substituído por um intenso vermelho. Hikari Opus, Hattori Shion e Angell Hyūga sabiam o que aquele momento significava: a única chance de salvar Katsura Grey.

Nas primeiras horas do fenômeno, era loucura dizer que o eclipse que seguiu o crepúsculo era algo a mais do que o normal. De fato, era um evento raro, mas não era novidade para ninguém que aquilo acontecia. Contudo, as horas se passaram e a luz vermelha que radiava dos céus não cessou. Ao fim de doze horas, os líderes das aldeias dos Cinco Grandes Países Shinobi enviaram seus ninjas para investigar as causas do eclipse.

O escolhido de Konohagakure, liderada por Sarutobi Kaden, foi Chinoike Kanbara. O garoto de pele alva e cabelos loiros pareceu ter captado a confiança do Hokage, já que esteve presente também na reunião em Nazjatar. Porém... será que o líder da Folha foi sensato ao enviar um chūnin para algo tão sério quanto isso?

Se em algum momento faltou sensatez ao Hokage, uma montanha de bom senso é o que o Mizukage precisava. O ninja encarregado de investigar os acontecimentos em Uzushiogakure era um genin: Kagaya Ubayashiki. O seu nome era tão exótico quanto a sua aparência. Com o rosto parcialmente deformado, na teoria o jovem teria problemas para achar um par amoroso numa sociedade guiada pelas aparências. Já na prática, tanto faz, não há tempo para romance nesse mundo caótico.

A luz vermelha que iluminava as Nuvens teve a importância reconhecida. Akira Haru, o próprio Raikage, tomou conta das investigações em Kumogakure. Desde a reunião em Nazjatar, quando tomou posse do cargo que ostenta, mudou bastante, era visível, mas será que aquela mente tão bondosa e ingênua amadureceu o suficiente para testemunhar o que estava a sua espera?

Inesperadamente, um dos ninjas mais fiéis do Raikage, Uchiha Tatsuo, estava representando a... vila da Areia? O mundo ninja assistiu à destruição completa do vilarejo do País do Vento um ano e meio anos atrás, então como...? Bom, não era tempo de fazer perguntas. Tatsuo agora era o Kazekage e, respeitando a grandiosidade do fenômeno, decidiu que não poderia deixar a tarefa nas mãos de outra pessoa, buscando pessoalmente uma solução.

Por fim, Akihiro Gakka seguiu a mesma linha de raciocínio de Kaden, delegando a tarefa para uma chūnin, Uzumaki Naomi. A ninja médica teria alguma relevância fora do seu ofício? O que um eclipse interminável tinha a ver com suturas e medicamentos? Restava a Iwagakure confiar nas decisões do seu líder. Se dependesse da garota ruiva, certamente diria que estava mais do que pronta para a missão, ela era o centro do seu próprio universo. Estaria certa?

[...]

O ponteiro rodou mais doze vezes. Nada. Qualquer pista parecia falsa, qualquer hipótese era refutada, qualquer ideia parecia um delírio. A população permanecia em casa, com medo.

Pensavam que ao meio-dia tudo voltaria ao normal. Não voltou e, na verdade, tudo piorou. Exatamente às 12h00, cada vila testemunhou um suicídio. Muros de pedra em todas os cinco vilarejos foram manchados pelo sangue que jorrava da garganta dos suicidas. Eles pintavam as paredes com movimentos circulares formando um símbolo conhecido.

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 ZqV69wr

Uzushiogakure.

Por falta de evidências e pelo crescente desespero que todos sentiam, tudo apontava para lá. Os quatro ninjas das outras vilas seguiram imediatamente em viagem para o País da Água da maneira mais rápida que podiam. Chegaram todos no dia seguinte, onde seriam recepcionados num porto militar da vila do Redemoinho. Por ordem do Mizukage, Kagaya já estava os aguardando.



Considerações:

Senko'
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Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t72516-gf-senko-matsuda

Bahko
Chūnin
-x-
-x-


Uzumaki Naomi

Hora do Crepúsculo

O caminho "certo" foi indicado por Shion, pela esquerda. O grupo correu pelo túnel e ao chegar no final dele, encontrou uma canoa rodeada por uma névoa espessa, com o ser que estavam procurando. O encapuzado mostrou já saber sobre o grupo, fazendo Naomi franzir o cenho. Logo começou a falar diversas baboseiras que para a chunnin, não iriam afetar em nada o grupo. Todos estavam ali com um único objetivo e passaram por diversas coisas, não iriam desistir tão facilmente. "Quem ele acha que é para me tratar assim? É bom ele parar com isso antes que eu me estresse." Até que foi dada uma oportunidade para todos, que não pareceu nada boa. Uma vida pela passagem de ida.

O preço de uma vida não pode ser contabilizado, não para a Uzumaki que desde criança focou para aprender sobre o ninjutsu médico, querendo salvar vidas. Apenas a ideia de matar alguém, quando sempre teve o objetivo de curar, deixou Naomi um pouco nervosa. Pessoas apareceram entre a névoa, segundo Caronte, pessoas reais à beira da vida, presas por um fio. Rostos conhecidos começaram a passar pela névoa, pessoas do clã Uzumaki que sempre a ajudaram, acolheram e amaram, até que o rosto de alguém muito importante apareceu, Uzumaki Renji, pai de Naomi, perguntando se ela estava bem. Obviamente não estava."Isso não pode ser real, não pode". As mãos da médica começaram a tremer e os olhos se encheram de lágrimas e quando Hana apareceu, Naomi caiu em lágrimas. Logo o rosto mudou aos poucos, Hana virou Naomi. Olhando para o próprio reflexo, a ruiva começou a sibilar baixo, aumentando o tom de voz aos poucos até começar a gritar. -Não... Não... NÃOOOOOOO!- Então caiu de joelhos no chão, aos prantos, com as mãos na frente do rosto. Todo dia é um vai e vem, pessoas vão e voltam, mas ninguém nunca amou Naomi mais do que ela mesma. Não importa o objetivo, a ideia de matar alguém nunca iria passar na mente da mesma, mas matar a si mesma, confrontar o próprio ego, quebrou a chunnin. Deixando de lado tudo o que aprendeu na vida, na academia ninja, ficou no chão sem reação. Perdendo no pior confronto que poderia ter.

Considerações:

HP: 1875/1875 CH: 3175/3175 ST:00/07



_______________________

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Bahko
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Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79790-g-f-yuki-bahko
Shion
Game Master
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Shion



















[A História de um Hattori] -
[A Hora do Crepúsculo]
Shion
Com o se aproximar do barqueiro e suas propostas indecentes, o Hattori se surpreendeu quando o homem o tocou no rosto e o lembrou de seu passado, e ao mesmo tempo teve a aprovação do homem para que ele pudesse avançar.

Ameaças e escolhas difíceis foi dado a todos ali, o barqueiro exigia sacrifícios dos presentes. O Hattori parou um momento olhando aquilo, vendo as dificuldades que eles encarariam, isso não era escolha. Os olhos azuis do Hattori assumiram o escarlate dos Uchihas, ele sacou sua katana e tentou a colocar a lâmina na frente do pescoço do homem, com a outra mão ele tentou segurar o braço dele contra as costas causando dor, seus pés tocando o barco tentaria congelar o rio, ameaçando o Caronte ele disse alto e em bom som. – Que graça, no passado eu me lembro de uma mulher que deu uma escolha semelhante a um garoto, ela dizia que pessoas não passavam de um sacrifício para um proposito maior, você fala como ela, não gosto de pessoas que falam como ela. – Dizia o Hattori com sua voz intimidadora. Caso a tentativa de imobilizar tivesse efeito ele pressionaria ainda mais o braço do homem começando a causar ainda mais dor. – Agora eu lhe darei uma escolha, leve todos presentes aonde devemos chegar, ou você vai deixar muita gente irritado aqui. Deixe-me falar deles um pouco, acho que seu empregador não disse bem.  – Apontou para Angell. - Começando pela pequeninha ali de cabelo azul, pequena, mas perigosa, seus olhos conseguem enxergar além de qualquer coisa, seu corpo é completamente impenetrável, sua força está muito além da dos kages. O velhote com o martelo ali, um paladino da luz, um homem devoto que odeia injustiça e pelo que podemos notar aqui, você está sendo bem injusto com os presentes. Agora aquela mulher alta ali, feroz como um lobo, uma maga de outra dimensão capaz de congelar até mesmo o inferno. Por último eu, uma lenda acima de todas as lendas, e você idiota conseguiu irritar cada um deles, você está entre eles e os objetivos deles, vai mesmo ficar entre nós? Vale tanto a pena esse emprego pra arriscar ficar congelado pelo resto de sua vida? – Shion o intimidava uma vez mais se a imobilização ainda tivesse efeito, por fim ele dizia suas últimas palavras para Caronte. – Quando eu sair hoje eu prometi a meus filhos e companheiros, ninguém vai morrer hoje, eu estou disposto a quebrar essa promessa se esse alguém for você.  

Opus
Opus olhou para Erik, ele não faria. – Não é assim que Katsura iria gostar, ele é meu filho.

Se a intromissão de Shion tivesse sido efetiva Opus também o ajudaria na intimidação de Caronte, fazendo seu martelo de Luz brilha com raios apontando para o homem

Angell G.

Angell olhou para seu irmão, fechou os olhos suspirando. –  É muita idiotice sua. Eu faria de tudo para trazer a minha mãe de volta, mas ela jamais aceitaria que eu ferisse um inocente, ou pior ainda meu irmão para isso.

Se ambas as ações de Shion e Opus tivesse sido efetiva, ela apontaria seu cajado para Caronte. – Sé é de sacrifício que precisa, sua vida será o sacrifício.  –Apontando seu cajado e começar a emanar gelo



To be continued...




Considerações:

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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Scre1755
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XPhGAqaOlá, Convidado, eu sou o Shion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Conheça o Guia Shinobi e aprenda um pouco mais sobre o RPG!
Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
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Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
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Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Sou Mais Técnico
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Sangue Derramado
Vença seu primeiro PvP.
Eu me Tornei Chūnin
Vença um evento de Exame Chūnin.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Elos Mais Profundos
Tenha cinco tópicos diferentes de interação (incluindo uma missão) com seu time.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Disputas Podem Ser Saudáveis
Tenha três tópicos de interações de rivalidade com um membro de seu time.
Eu Tenho um Sensei!
Entre para um time.
Shion
Angell'
Lenda Ninja | Sannin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b

Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3500/3500 | CH: 8500/9700 | CN: 000/400 | ST: 03/11 ]
[ Byakugou no In: 000/500 | Byakugou no Jutsu: 01/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


Apesar de suas convicções, a azulada acompanhou seu pai pelo caminho do lado oposto ao que tinha se inclinado a seguir inicialmente, sem deixar de se colocar mais à frente do grupo. Lá no fim do túnel, deparou-se com o rio, a canoa e o barqueiro que os presentes precisavam encontrar ali dentro da caverna. Porém, as ideias – no mínimo – deturpadas do tal barqueiro a incomodavam a ponto de fazê-la retornar seu semblante ao ar sério e de poucos amigos de quando havia tocado seus pés no Redemoinho daquela vez. O jeito dele de falar e a forma com que ele tocava seu pai também não ajudavam... mas Angell ao menos tentava se atentar ao que viria a seguir.

...por mais que tudo só fosse lhe incomodar ainda mais; à sua frente, em meio à fumaça que subia do chão da caverna, ela viu o rosto e ouviu a voz de Hakurei. Naquele primeiro momento, quis saber por que ele agonizava, como ele tinha chegado àquilo e quem tinha feito mal a ele. Mas a forma com que os presentes relutavam – e isso não só se pautando nas hesitações claras da grande maioria, mas também no que uns ou outros diziam – fez com que a azulada desse um passo tímido para trás, respirando fundo, em uma tentativa de se afastar e pensar melhor no que estava acontecendo ao seu redor, ao invés de pura e simplesmente segurar a mão de Hakurei. ...quase como havia feito quando recebeu uma proposta parecida – e advinda dele próprio, diga-se de passagem – na prisão da Folha. A azulada olhou com mais cuidado para os demais presentes. Não sabia quão importantes para eles eram as pessoas que tinham sido feitas de vítimas naquela – ou para aquela? – ocasião, mas não poderia interferir em escolhas alheias à sua própria.

Mas ainda havia mais um detalhe: a constatação de sua correspondente. Parecia que ela tinha acabado de dar a entender que não mataria o irmão... que não era quem a azulada via em sofrimento à frente dela. Angell se desvencilhou de “Hakurei”, desimpedindo a visão clara e completa de Caronte à sua própria figura.

– Acho que você está querendo nos extorquir. – e comentou. – Primeiro, você nos disse que o preço para navegar era uma vida para cada um de nós. Logo depois, disse a meu pai que uns aqui podem já ter matado um ou outro... o que já é mais que apenas uma vida para cada um... mas que deixaria que ele passasse por ter matado muito mais que isso. Então eu poderia presumir que você está ou se esquecendo dos antecedentes de Opus, de minha irmã e meus próprios ou tentando tirar vantagem de nosso grupo, que, inclusive, me parece estar sofrendo chantagem emocional.

Angell deu mais uma olhadela para os presentes, demorando-se um pouco mais quando passou de novo pelo rosto do raikage. Externalizou seu chakra curativo e o expandiu em uma barreira capaz de abranger a todas as vítimas, imaginando que, se elas podiam ser mortas à distância, também poderiam ser curadas.

– Então você gosta de mexer com as emoções das almas, não? – ela tornou, voltando a encarar Caronte. – Então tenta tirar delas as últimas companhias que ainda têm, e acha que está sendo justo? Acha que gostaria de ver uma garotinha de 17 anos chorando por não ter sido capaz de salvar almas... de novo? Ou você realmente se esqueceu de todas as almas que eu já te dei por negligência? E não venha querer me dizer que, no País das Ondas, foi por eu ainda ser fraca demais para salvar aquelas 19 almas que eu pude ver sendo estripadas no meu lugar, ou que, na missão nas fronteiras, eu não tinha como saber que sete ninjas mais experientes que eu se matariam por motivos tão pessoais e egoístas, ou que, no atentado de 67 à Folha, meu próprio time não me deu ouvidos, ou que, no cerco à Areia, eu não podia estar em todos os lugares para salvar quem estava distante, ou que, em Nazjatar, eu não sabia do que tinha acontecido a meu irmãozinho. Não... não me venha com nada disso. Que tipo de heroína do mundo não pode salvar o mundo todo de uma vez, todas as vezes?

Uma lágrima tímida escapou pelo olho direito da azulada. Às vezes, até poderia parecer que ela já tinha superado seus fracassos como protetora, curadora e salvadora de vidas, mas não era exatamente o caso. ...além, claro, da dificuldade que estava sendo para ela revelá-los todos a tantas pessoas que confiavam em sua figura daquela ocasião e naquele momento, que precisavam confiar em sua competência atual.

– Não se esqueça também de que nós viemos para cá em grupo. – ela murmurou. – Se alguém aqui não tiver matado ou deixado morrer o bastante para você, eu divido meu pagamento com eles. Mas, se nada disso for de seu interesse... eu te peço outro preço, e espero que não tenha de ser o que meu pai já propôs.


“But it’s the only thing that I have.”


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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Xoj9u7k
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A Hora do Crepúsculo
Uzushiogakure


Cada um dos ninjas tomou a sua decisão. De todos, os únicos que resolveram de fato matar alguém foram Renjiro e Kagaya. A espada do ninja do redemoinho atravessou a fumaça que ele julgava ser de fato alguém e, depois, dividiu a garota na maca ao meio com toda a sua raiva. O genin de Uzu consumou o assassinato. As vozes que o incentivaram a cometer o homicídio vibravam de alegria, ele poderia ouvir palmas e gritos histéricos de milhares de pessoas em sua mente. Era o som dos impuros.

Já o resto do grupo foi totalmente contra a carnificina. Dos que sobraram, apenas um teve a ideia de desfazer a minha ilusão. Talvez eu tenha exagerado na aparição da mãe, ou simplesmente um garoto tão hábil em genjutsu precisaria de algo melhor para ser enganado, enfim... Quando infundiu chakra, pôde ver que a alma continuava ali, mas já não tinha a aparência de seu pai.

Uns choraram, outros entraram em negação e até chegaram a se machucar voluntariamente só por não conseguirem por fim ao sofrimento de uma alma. Porém, a Hattori Shion e Angell Hyūga tomaram as rédeas da discussão, mostrando a sua humanidade, seja isso bom ou ruim...

O primeiro a falar foi Shion. Um tom um tanto quanto sínico, usando bastante do eufemismo enquanto tentava intimidar o Caronte. Palavras duras e sinceras, ele queria o bem de todos ali, era notável. Depois foi a vez de Angell, a maior ninja médica do mundo – até mesmo maior do que Naomi -, apelar ao Caronte. Jogou tudo de uma vez contra o barqueiro. De fato, os pesos estavam balanceados, mas não era culpa dele.

O Caronte aguardou todos falarem sem mexer nenhum músculo ou se mostrar intimidado. Na verdade, a sua postura ficou mais séria e mais... melancólica do que antes. Ao fim da fala de Angell, percebeu a lágrima que caia do seu rosto e estendeu a mão para enxugá-la. Foi até Naomi, pegou-a pelo braço para que levantasse e parasse de chorar e, então, começou a se explicar.

— Extorquir...? Chantagear...? Brincar com as emoções? Não... eu só estou fazendo o meu trabalho. — O Caronte olhou para Shion. — Entendo a sua preocupação, mas queria informar que não temo pela minha vida. Eu não estou vivo, nem morto. Eu só... existo. Não faço nada além do que fui criado para fazer.

O Encapuzado caminhou até as almas e percebeu que havia muita fumaça em volta delas. — Kagaya, não é? — de costas, disse ao genin de Uzu. De algum jeito, ele sabia seu nome. — Acho que todos ouviram, mas... Você não matou quem acha ter matado. Eu vos garanto que não controlo essa fumaça, não faço ilusões, só consigo ver o passado e o futuro das almas que estão por um fio e apresentar essa realidade para vocês. Qualquer coisa além do que verão agora não foi obra minha. — Ele abanou um pouco da fumaça, e os ninjas puderam ver as reais identidades dos civis anônimos que eles escolheram ou não matar. A menina partida ao meio não era Kiryu. O Caronte foi até o corpo partido, trouxe a alma para si e então deu uma breve visão de como teria sido a vida da menina. — Ela ia sobreviver... Na verdade, ela estava em coma induzido para realizar uma cirurgia simples. — As vozes na cabeça de Kagaya davam risada.

A cura de Angell havia funcionado... mas os efeitos eram diversos. Todos podiam ver que o homem esfaqueado havia sido curado. — Ele... ele vai ficar muito bem. A sua esposa? Não... — O Caronte mostrou o passado do homem e o quanto ele batia em sua mulher. Avançando um pouco no tempo, naquela mesma noite, o homem embebedou-se e matou a mulher a facadas. A sua alma foi enviada até o barqueiro.

— Veja, a sua cura ajudou, sim. — A mulher que Naomi encontrou ficou bem disposta; o homem na cadeira de rodas melhorou sua postura; a criança que Opus optou por não matar parecia respirar melhor e o homem que havia se transfigurado como Hakurei já não gemia de dor. — Mas olhem para aquele homem. — Apontou para o senhor que o Raikage escolheu não matar. — Eu sei que vocês não sabiam, mas... ele tinha câncer. Você fez bem, rapa... moça, ao escolher não o matar, o câncer tinha sido descoberto cedo. — Ele olhou para Angell com um pesar. — Mas, ao pedir para que ela curasse os enfermos, o aumento da velocidade de regeneração das células fez com que o câncer crescesse para um estágio terminal. — Eles poderiam ver os médicos ao redor do homem. Todos assustados, sem entender como o tumor tinha se alastrado tão rápido pelo corpo. A alma dele foi recolhida pelo Caronte.

Décadas, séculos, milênios. Eu estou aqui desde o princípio. É o meu trabalho. Já vi vários como vocês, todos os humanos que cruzaram as águas deste rio têm apenas um objetivo: trazer alguém de volta à vida. Eu não sei quem é, afinal, chegam aqui inúmeras todos os dias. Ao pedir uma vida para que atravessassem, só cumpri as regras, porém, além disso, queria entender se conseguem viver com o peso das suas decisões. — Ele caminhou de volta para o barco e pegou o remo em sua mão. — Aqueles dois já decidiram, eles conseguem viver assim e estão prontos para navegar, eu acho... — virou o rosto para Angell e Shion. — Já vocês, não falo para vos provocar, é só um aviso... — sua voz transmitia a dor e a preocupação que o Caronte tinha com eles, o peso em sua fala era nítido. — Já que estão pagando pela passagem deles, saibam que suas vidas agora são sua responsabilidade. Vou repetir: já vi inúmeros cruzarem este rio. No fim, o preço para resgatar apenas uma alma é alto demais. Quão longe vocês estão dispostos a ir por isso? Quantas almas serão trocadas por apenas uma? Prometo ajudar, mas não garanto nada. Pensem bem. Vocês têm permissão para navegarem, podem entrar, a decisão é de vocês.



Raves:

WyAlves:

Skywalker:

Bahko:

Angell:

Shion:



Considerações gerais:

Senko'
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Raves
Chūnin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Print110
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Palavras: 623
A Hora do Crepúsculo
Para a felicidade do Raikage, a grande maioria de seus aliados também era contra as decisões impostas à escolha. Um sorriso vitorioso brotava do canto de seus lábios, enquanto observava o representante de Konoha e toda família Hattori dispostos a encarar as consequência de sua mesma decisão; contudo, esse sorriso logo desaparecia e dava lugar ao espanto quando via Naomi ajoelhada aos prantos e o representante de Uzushio partindo sua vítima em duas metades. "Isso foi longe demais..."

Quando chegava o momento que, supostamente, o Caronte iria mostrar hostilidade pelas ameaças e todo restante... fora justamente o contrário. Suas falas eram melancólicas e preocupantes, fazendo Akira até mesmo repensar de sua conduta por um instante, e quando este ajudava a Uzumaki deixava claro que suas intenções estavam mal interpretadas.

Conforme as explicações do Caronte viam à tona, mais a sombra do chapéu dourado parecia esconder o rosto do líder de Kumo. Acontecia uma séria de reações em cadeia como consequência, mas, para sua infelicidade, todos ela caíam para os inocentes que não tinham nenhum envolvimento com tudo aquilo. Mesmo que uma parte tenha sido salva, outra parte faleceu devido as suas escolhas. "Nós matamos eles..." Um nevoeiro parecia esvaziar a mente do rosado, sendo acompanhado das mesmas vozes que antes lhe incentivavam a matar.

"Sim... Foi uma péssima escolha... Sim, talvez eu seja imprestável..."

Continuava a ouvir as explicações do Caronte em segundo plano, mesmo que distante, sentia a vontade de lacrimejar retornar para seus olhos; novamente, tudo parecia conspirar contra si, ou não, tudo era demasiadamente confuso, quanto mais parecia estar preparado mais demonstrava que ainda tinha muito o que confrontar e compreender. "Foram 2 meses de governo para isso? Que piada..." Akira parecia achar graça de sua própria mísera, como sempre fizera; usando de seu sorriso como vávula de escape para não chorar, ele parecia concordar com o que as vozes lhe diziam... até tudo voltar ao silêncio outra vez.

Respirou fundo. Tinha que manter o pensamento que lhe levava até aquele lugar - existiam mais vidas que dependiam de sua proteção, como poderia representa-las se apenas ficasse ali chorando? Akira encarou de relance todos os seus companheiros mais uma vez. Lembrou-se, principalmente, das experiências que Angell revelou instantes atrás. "Todos carregam os seus próprios demônios... eu também preciso aceita-los - aceitar meus próprios fracassos - e seguir em frente para salvar o máximo de pessoas possíveis..."

Reerguendo a cabeça, colocou-se a frente do grupo e se juntou ao Caronte dentro de sua embarcação. "Transformar a tristeza em coragem... Transformar o arrependimento em determinação!" Silabava mentalmente o que devia fazer, antes de se virar para o grupo e pronunciar-se com vigor. - Existe ainda um mundo inteiro lá fora, que depende e muito do que vamos fazer daqui em diante, então não podemos desistir! - Encarou um pouco receoso a Rainha Hattori, antes de mostrar o semblante mais pacífico que conseguia nesse momento. - Fui precipitado e prepotente nessa ocasião, quero reparar esses erros fazendo que a vida dos que se foram sejam horadas no final e... dividir esse peso que ninguém deveria carregar sozinho. - Virou-se novamente para o restante do grupo, esbanjando outro sorriso motivado. - Somos um grupo, certo? Ninguém está sozinho, então vamos concluir esse objetivo com sucesso, por todos! - Terminou levantando seu chapéu, deixando que seus olhos cruzassem com os outros, depois virou-se para o caminho a frente que seguiriam sem garantia de retorno. "Nós vamos conseguir..!"

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Hp210HP: 3025/3025 [A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XQKY0 CH: 5525/5525[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 6b80b9965b1ec4d47c31d7eccf8ce4b0---cone-amarelo-rel--mpago-by-vexels ST: 00/10[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Org.easyrpg.player CN: 100/400

Akira Haru | "Pensamentos" | Yosafire

Considerações:

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Raves
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Akihito
Tokubetsu Jonin
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[A Hora do Crepúsculo]

Going Down The Habbit Hole!

Ao liberar em meu próprio corpo uma grande quantia de chakra de uma única vez, perturbando o fluxo deste, consegui desfazer a ilusão que me fora induzida, como suspeitei. — Tsc... Vai precisar de mais do que isso para me enganar! — pensei, com um certo convencimento. Olhei ao redor, para ter um panorama do que ocorrera. Vi meu clone, imóvel, coletando chakra natural para prepara-se para um possível conflito, e vi também os demais, cada um enfrentando seu próprio desafio. Muitos pareciam ter resistido àquela tentação, mas um chamou atenção não só por ter matado a pessoa à sua frente, mas por todo alarde e gritaria que fizera. Não demorou muito para os Hattoris tomarem a frente da situação, também resistindo àquela provação e desafiando o Caronte. Este, por sua vez, retrucou, mostrando que não era ele o responsável por toda aquela manipulação. No fim de seu discurso, o barqueiro parecia tão vítima quanto nós.

Ele então começou a mostrar o destino de cada um daqueles que haviam sido salvos ou mortos. Quando mostrado que aquele que optei por não matar na verdade se tratava de um crápula, abusivo e que por nossa interferência, sua mulher fora assassinada, as mesmas vozes de antes retornaram à minha cabeça, falando palavras incriminadoras e insinuando que eu era o culpado. Aquelas palavras bateram forte em mim, me deixando abalado por dentro, embora eu tentasse não transparecer. Não é que me arrependesse de ter poupado a vida daquele homem, pois mesmo ciente de quem ele era, eu não me considerava mais justo ou superior em qualquer aspecto para julgá-lo e sentenciá-lo por conta própria. Sua mulher, no entanto, era inocente — até onde se sabia — e morrera injustamente por conta de minha interferência. — Calem a boca! — eu resmungava baixinho, dando alguns tapas e chacoalhadas em minha cabeça.

Eu sabia que assim como antes, aquelas vozes — e quem quer que fosse responsável por elas — tentaria me manipular e me afetar para fazer-me desistir, mas eu já havia ido longe demais para voltar atrás, e após o passo seguinte, certamente não haveria mais chances de arrependimento. Mesmo com todo aquele discurso do Caronte, mesmo com seus avisos, eu iria até o fim. Por mais que tivesse a impressão de que estava lutando a luta de outra pessoa, eu sabia que as implicações do que estaria para acontecer ali ecoariam em todo Mundo Ninja, e consequentemente, em Konoha; portanto, eu tinha por obrigação seguir em frente. Pela meu lar, minha vila, pelo meu lugar naquele mundo!

Olhei para meu clone e acenei com a cabeça, como forma de sinalizá-lo para permanecer ali, coletando chakra natural enquanto fosse possível; em seguida, subi no barco.



449 palavras

2000/2000 HP  | 1248/2350 (Original) Chakra | 000/400 (Eu) Chakra Natural |00/04Stamina
250/250 Colar de Hathor | 1156/1156 (Kage Bunshin) Chakra | 100/200 (Kage Bunshin) Chakra Natural
Considerações:
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Akihito
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Agony
Chūnin
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{ Porque eu nasci neste mundo!

HP: 1275/1275 | CHAKRA 1625/1625 | STAMINA: O1/O7 | VEL: 14m/s | TIQUE: 02/02






Eu estava me arrependendo dos atos que havia tomado? Não, eu não tinha mais o direito de arrepender-me de uma decisão. Eu a escolhi, e assim como, também deveria estar preparado para quaisquer consequências. Não tinha intenção de chorar pela morte de ninguém, e muito menos olhar para trás quanto ao que eu verdadeiramente sentia sobre tudo aquilo. O Caronte parecia saber meu nome, dizendo que apesar de todos terem ouvido, eu havia assassinado alguém que não era quem eu pensava que fosse. A fumaça desfeita e a verdadeira identidade do corpo partida se fazia. As vozes que antes aplaudiam-me pelo que havia feito, agora davam risada de meu engano. Mesmo assim, eu não pude conter e também comecei a rir, mesmo que baixo. Não me importava se havia matado a pessoa errada, a lâmina estar manchada com sangue já era o suficiente para me fazer enxergar o quão podre eu realmente fui, e como futilmente tentei esconder minha real persona deste mundo através de falsos laços em uma falsa esperança de que algo viria a mudar. Comecei a coçar o pescoço de maneira intensa enquanto abria um sorriso no rosto, mirando a espada contra o Caronte. Não havia prestado muito atenção no que ele havia dito sobre a garota, mas também pouco me importava o que diabos ela estava passando em vida.

— "Olha, se você acha que eu vou me importar com sei lá o que sobre isso, está enganado. Não dou a mínima para o que fiz, a verdade é que...Eu até gostei.." — Então puxaria a espada de volta à bainha, colocando a mão no queixo e olhando para o lado ainda com um sorriso, como se estivesse analisando algo.

Estava claro o que eu realmente quis por todo esse tempo. Tentei ser uma pessoa boa, mas no final nada realmente conseguiu conter o sentimento de vingança. Não apenas vingança, mas o próprio ódio havia encarnado em mim. Os sentimentos humanos foram substituídos por um grande vazio, a esta altura, eu já não mais conseguia me importar. Livrei-me de minha própria bondade por uma vida impura, com nenhum sentido além de buscar uma vingança impossível. Mesmo assim, estava disposto a trilhar este caminho por quanto tempo fosse necessário, até que enfim o destino me envolvesse com seus fios da morte. Mas enquanto tal não viesse a ocorrer, minha espada jamais descansaria. Seja aliado ou inimigo, por mim não havia diferença. Quem entrar no caminho vai pagar...E não é um preço baixo. A voz de Kiryu ecoou em minha mente perguntando o motivo da tentativa de homicídio contra a mesma, mas nada fiz além de ignorá-la. As vozes me acusavam, mas eu também não me importei com nenhuma delas. São só mais algumas na multidão. Eu deveria fazer com que elas me aplaudissem por mais uma vez, que gritassem pro meu nome...Este era meu lugar: O próprio vácuo, o vazio dos impuros, o abismo. O Caronte então explica que está ali há muito mais tempo do que qualquer um de nós poderia imaginar e que o preço para resgatar uma alma seria alto de mais, e que deveríamos ter o conhecimento de que a partir dali todas as nossas decisões seriam cruciais para vossa própria sobrevivência. Estávamos com o peso de nossas vidas nas mãos, e caso deslizássemos, viríamos a cair em desgraça. A Raikage então se pusera a falar, e em meio ao seu monólogo, nada fiz além de coçar o pescoço por mais uma vez enquanto aguardava a passagem do tempo. Quando finalmente a baboseira terminara, colocuquei a mão na ponta do cabo da espada embainhada e andei em direção ao barco.

— "Seria mais fácil você só calar a boca e entrar no barco de uma vez do que ficar com todo esse discursinho, não acha?" — Diria, rindo. — "Não responde." — Completei.

Após isso, apenas entraria no barco sem hesitação alguma e não cruzaria olhares com nenhum dos outros companheiros, apenas focado em meus próprios pensamentos, perdido na escuridão que eu mesmo trouxe a mim. Não estava louco, disso eu tinha certeza. Eu ainda era fraco e hesitante, com medo de cometer os mesmos erros do passado. Mas do que isso importa agora? Destruí os laços, destruí minhas esperanças e tudo aquilo que construí a fim de alimentar o meu próprio ódio. Não havia motivos para me importar com os outros. Apenas eu existiria naquele mundo, minha própria história, sem depender de mais ninguém. As decisões foram tomadas e minhas mãos estão sujas de sangue, não dá pra voltar. E para falar a verdade...Eu nunca vou me arrepender do que eu escolhi.




Informações:


KAGAYA HYUUGA, GENIN, UZUSHIO.


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"I Just live to Fall."

FP | CJ | Banco | GF
| MOD AG | Inventário AG || [História] — Blood Moon
Agony
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Bahko
Chūnin
-x-
-x-


Uzumaki Naomi

Hora do Crepúsculo

Naomi ainda estava caída de joelhos com os olhos cheios de lágrimas, mas com as mãos na frente do rosto. Nunca na vida a Maior Ninja da Pedra iria deixar que alguém a visse chorar, então fez o máximo para conseguir esconder o rosto dos outros, sequer prestou atenção nas falas dos companheiros e de Caronte, apenas quando o vulto a puxou foi quando voltou à realidade. Rapidamente enxugou os olhos com a manga da roupa branca, deixando a marca das lágrimas exposta no tecido branco enquanto ouvia as palavras do encapuzado. "Mas.... Meu pai... Hana... E eu....." Pensou, ainda impactada com tudo e viu que a mulher à sua frente, agora com o rosto original, estava bem disposta. "Eu, eu, podia salvar ela? Eu podia salvar ela! Me deixei levar....."

No fim, o preço já havia sido pago, mas por outras pessoas. Logo, Naomi lembrou que também deixou uma vida ir, a de Hana. Por causa do ego, não conseguiu salvar a anciã do clã do ataque covarde durante a missão. Determinada, levantou o rosto, fechou as mãos e encarou o ser. -Todos nós iremos! E todos irão sobreviver, porque EU irei salvar a vida de todos. Uzumaki Naomi, aquela que será a maior Ninja Médica do Mundo!- Brandou para o mundo. Não seria um ser sobrenatural que consegue ver o passado e o futuro que irá definir o destino de Naomi. Porém, ao terminar a frase, uma voz no fundo, começou a falar baixo. "HAHAHA Maior Ninja Médica do Mundo? Não consegue nem salvar quem está na sua frente!". Ao ouvir a voz, os olhos da chunnin se expandiram de espanto, mas logo voltaram ao tamanho normal, tentando fazer movimentos rápidos para que ninguém note a reação desesperada.

"De onde veio essa voz? Bem, se acha que irá conseguir me abalar, está enganado! Eu vou ser a Maior Ninja Médica." Tentou convencer a si mesma, mas ainda assim, a voz continuava rindo ao fundo. "Tem que salvar vidas para ser no mínimo médica...."

Considerações:

HP: 1875/1875 CH: 3175/3175 ST:00/07



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Bahko
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Shion
Game Master
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Shion



















[A História de um Hattori] -
[A Hora do Crepúsculo]
Shion
As coisas funcionaram, no entanto, as decisões dos demais acabou causando pequenas mudanças na aventura, não o suficiente para Shion se importar, ele não tinha muito a apresso a nenhum dos presentes.

Como sua ameaça anterior funcionou, ele já estava no barco, se manteve de pé e firme para a viagem, Angell G. e Opus se sentaram e aguardaram a partida.

Shion pensou em comentar algo de tudo que foi dito, mas ao se preparar ele jurava ter ouvido a voz de Katsura, olhou para trás, olhou para o lago e pensou. – Talvez eu esteja próximo, ou só estou ficando maluco. – Deixando escapulir um sorriso de seus desvaneios

Por fim ele cruzou seus braços, e resolveu arriscar uma pergunta para Caronte. – Estou em busca de algo, algo que no momento em que eu disser o primeiro pensamento é que é impossível. Existe uma ocasião rara, onde um corpo e alma de algo que não deveria estar lá, ficou preso no inferno, já ouviu falar disso? - Curioso para saber o quanto Caronte sabia



To be continued...


Considerações:
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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Scre1755
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XPhGAqaOlá, Convidado, eu sou o Shion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Conheça o Guia Shinobi e aprenda um pouco mais sobre o RPG!
Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
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Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Sangue Derramado
Vença seu primeiro PvP.
Eu me Tornei Chūnin
Vença um evento de Exame Chūnin.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Elos Mais Profundos
Tenha cinco tópicos diferentes de interação (incluindo uma missão) com seu time.
Um Pequeno Arsenal
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Disputas Podem Ser Saudáveis
Tenha três tópicos de interações de rivalidade com um membro de seu time.
Eu Tenho um Sensei!
Entre para um time.
Shion
Angell'
Lenda Ninja | Sannin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b

Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3500/3500 | CH: 9470/9700 | CN: 000/400 | ST: 02/11 ]
[ Byakugou no In: 000/500 | Byakugou no Jutsu: 01/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


A azulada notou a quietude estranha e, acima disso ainda, as mudanças na expressão de Caronte conforme cada um dos presentes se manifestava – ou deixava de se manifestar – contra o preço que ele havia imposto para que o grupo pudesse atravessar o rio. Notou a aproximação da mão dele de seu rosto e o enxugar de sua lágrima tímida, que ainda mal escorria de seus olhos. Ouviu as explicações – que mais pareciam lamentações – dele, ao passo que visualizava o destino tanto das vítimas que os presentes escolheram não matar quanto de algumas pessoas próximas. Ouviu também o aviso que ele dava a seu pai e a si própria com relação à responsabilidade da vida de cada um dos presentes. Estreitou seus olhos floridos... e imaginou estar ouvindo uma voz distantemente familiar ecoar dentro de sua mente, murmurando sabe-se lá o quê.

Ela quis ignorar aquilo – assim como parecia ignorar os sermões de Caronte – conforme adentrava a canoa, logo depois de sua correspondente e de Opus, e se sentava próxima a eles e a seu pai. Rapidamente – e sem nem perceber –, havia voltado à sua expressão de poucos amigos e ao seu jeito mais reservado e quieto. Ainda passava seus olhos de rosto em rosto presente, mas já não dizia nada nem manifestava reação quanto ao que tinham todos acabado de vivenciar. (Inclusive, ela se perguntava mentalmente se dizer qualquer coisa a qualquer um ali adiantaria alguma coisa; ela própria se sentia impotente de novo em relação à preservação da vida e do bem estar alheios, mas, aos poucos, percebia que sempre haveria algo que fugiria de seu controle.) Até que virou completamente seu rosto para fora da canoa e encarou as águas do rio logo abaixo.

Porém, logo duas outras vozes – já não distantemente – familiares ecoaram na mente da azulada. Ela piscou seus olhos floridos uma vez, reconhecendo o timbre de Hitsugaya e o de Musashi. Então, atentou-se à primeira voz, que continuava murmurando sabe-se lá o que, e reconheceu o timbre da kunoichi loira que atravessou de volta a ponte que ligava o País das Ondas ao continente sendo estripada. Estalou sua língua sem sequer abrir sua boca... já que notava, pouco a pouco, mais e mais vozes familiares querendo lhe contatar mais uma vez – agora, desde o além-vida – para lhe atormentar; não tinha paciência para ouvir críticas e julgamentos injustos acerca do que não pôde impedir um dia, sobretudo quando tais críticas e julgamentos vinham de almas que lhe ignoraram quando tiveram a chance de lhe ouvirem para continuarem vivas.

Angell abanou o nada próximo de sua orelha direita de forma bem desinteressada, como se estivesse precisando espantar algum pernilongo que zumbia alto o bastante para lhe atrapalhar o sono em uma noite tranquila qualquer.


“But it’s the only thing that I have.”


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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Xoj9u7k


A Hora do Crepúsculo
Uzushiogakure


Eles aceitaram todos os riscos. Não mostravam hesitação, nem grandes preocupações e a postura da maioria poderia ser até considerada altiva. O grupo estava determinado a ir até o final pelo o que tanto queriam.

Talvez, no final, a balança fique positiva. Talvez.

Alegre com as palavras do Raikage e um pouco assustado com a reação do genin de Uzu, o Caronte começou a remar depois que todos entraram no barco. Contudo, o que realmente chamou a sua atenção foi uma pergunta do Hattori. Por um momento, parou de remar e deixou que o barco fosse levado pela inércia. — Isso... faz séculos que isso não acontece... — olhou para as águas, pensativo, mas voltou a remar com força. — Sim, já ouviu uma história assim e sei exatamente aonde querem ir...

De repente, a aparência do lugar mudou. Eles entravam num cenário completamente diferente, mas ainda repleto pelas águas do rio Estige.

— Segurem-se. Não quero perder ninguém. — Avisou. — Estamos no limbo. Aqui residem as almas que apenas viveram satisfazendo seus desejos sem ter uma esperança para além da vida. Não são necessariamente más pessoas. — O grupo poderia ver que a alma do senhor com câncer residia entre inúmeras outras. O lugar era uma caverna um pouco mais ampla do que a anterior e tinha uma quantidade razoável de luz. Não estavam tristes, nem felizes. Só existiam, olhando ao redor e procurando algum sentido nas suas vidas após a morte.

O barco navegava ainda mais rápido e a paisagem mudava novamente. Ventos fortes empurravam a embarcação de um lado para o outro violentamente. A tripulação se segurava como podia e se abrigava no casco enquanto o Caronte, resiliente, remava contra as fortes ondas. — Vejam! — Gritou, tentando compensar o ruído do vendaval. — É Minos! — Eles poderiam ver ao longe uma silhueta que acertava as almas com um chicote de vento enquanto elas eram jogadas de um lado para outro, colidindo com rochas no meio do caminho. — Estes são pecadores, seguiram os seus desejos carnais, mas além disso pisaram nos seus semelhantes durante o processo, escravos do luxo. Vão ser julgados por uma eternidade.

Depois de alguns minutos, tudo finalmente se acalmou e o cenário mudou mais uma vez. Contudo, o cheiro era insuportável, fedia à vômito. O barco navegava numa espécie de lama e a sua velocidade foi reduzida. Era possível ver as almas atoladas nesse lama. — Olha... um dos senhores feudais do País do Fogo. — Apontou para um dos obesos que estavam atolados na lama. De repente, o grupo sentiu pedras de gelo caírem dos céus. Elas acertavam a cabeça das almas e, ao derreterem, garantiam que a terra nunca iria secar. — São os gulosos. Não só são insaciáveis por comida, mas pelos recursos desta Terra. Enquanto nadavam na abundância, muitos morriam pela miséria. É aqui que são julgados. — Os ninjas podiam ouvir um rugido animal atrás deles. Se virassem para trás, veriam um grande cachorro de três cabeças que dilacerava as almas com seus afiados dentes.

Finalmente, o cheiro passou com a mudança do exterior. Estavam novamente em uma caverna. Desta vez, viam as almas carregando grandes pedras. Organizadas em pares, tentavam matar umas as outras com o peso de suas pedras. — Comerciantes, estelionatários, apostadores, agiotas... Ficaram aqui por uma eternidade carregando pedras tão pesadas quanto o ouro que acumularam enquanto vivos...

A vista muda mais uma vez. O rio fica mais largo, evidenciando que ali era o curso principal do rio. — Estamos chegando... até agora navegávamos em um afluente do Estige, mas agora estamos a caminho da última foz. — As almas naquele lugar estavam agitadas e a temperatura ambiente subia. Lutavam entre si furiosamente entre si, mas não pareciam nunca acabar e nem se quer se machucavam seriamente. — Essas são as almas que só tinham ódio no coração. Vivem na vingança, mas são covardes demais para cometer a violência física. Veem nos seus oponentes tudo aquilo que mais odeiam, mas nunca os conseguem destruir.

Ao passar por esse curso inicial, a temperatura subia cada vez mais. Podiam ouvir gritos desesperados de almas que ardiam numa enorme fogueira à direita do barco. — Hereges... Desrespeitaram tudo o que é de mais importante para os outros. Não importava qual deus o próximo acreditava, sempre achavam um jeito de caçoar. Porém, não sabiam que o Rei dessa Terra não aceita isso. — Era a segunda vez que o Caronte o mencionava. Uns queimavam eternamente, outros nadavam em sangue fervente.

Chegaram à sétima mudança de cenário. Era composto de três vales. O primeiro tinha o mesmo tipo de rio de sangue fervente do lugar que tinham acabado de passar. — Aqui, os violentos sofrem. Tem a ira no coração, mas, diferente dos covardes, fizeram mal a outras pessoas. Nadarão para sempre no sangue inocente que derramaram.

O segundo vale era um bosque. — Aqui, as almas que cometeram suicídio sofrem pela eternidade. Transformaram-se em árvores que são mutiladas pelos demônios que aqui habitam. — O Caronte aponta para uma das árvores. — Hm... eu lembro daquele, empalou-se com uma estaca de gelo.

O último vale era um local chuvoso onde as almas permaneciam sem roupa. Uma chuva de enxofre caía sobre suas cabeças e as queimava eternamente. — São hereges, também, mas mesmo com a oportunidade de se arrependerem, cometeram violência contra o sagrado.

E, por fim, chegaram a última paisagem. Diferente de todas, parecia bem calma. A luminosidade era quase zero, o que permitia que vissem algo era o remo flamejante do Caronte. — Não se enganem... este é o pior de todos. A escória da humanidade reside aqui.

Quando o Caronte disse isso, algo saio do rio e voou na direção do barco soltando um grunhido agudo e amedrontador. — CUIDADO! — Já era tarde. Renjiro foi puxado por um dos demônios, sua vida já teria chegado ao fim. — Eu disse... droga... — O Caronte só não se decepcionou tanto pois lembrou do assassinato que o ninja cometeu. — Talvez tenha sido o karma... — Virou o rosto para Kagaya que, assim como Renjiro, decidiu ceifar uma alma inocente. Era um aviso discreto.

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 HgsqdnP

O barco parou. Na frente dos ninjas, um grande portão fechado. — A partir daqui, não posso mais ajudar. — O Caronte encaminhou todos para o chão. — O máximo que eu sei que é vocês devem partilhar do próprio sangue para abrir esse portão. Se o sacrifício for interrompido, o portão se fechará e nada do que atravessar poderá voltar. Pensem bem em quem atravessará, pois depois dessa porta, atingirão o ponto mais profundo do inferno.

Na frente dos ninjas havia seis pedestais de pedra. No topo de cada um, um molde duma palma da mão. Cinco pedestais se organizavam em um pentagrama e o sexto ficava no centro desse pentagrama. Uma linha saia do pentagrama e se conectava a ranhura do portão.

— E... cuidado. Vocês estão vulneráveis aos demônios que levaram seu colega.


Raves:

Skywalker:

Bahko:

Shion:

WyAlves e Angell:

Considerações gerais:

Senko'
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Akihito
Tokubetsu Jonin
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[A Hora do Crepúsculo]

Dust in The Wind

Cada um enfrentou seus próprios demônios, cada um teve sua forma de lidar com eles, mas um em especial destoou dos demais. Não bastando a barulheira de antes, o tal Kagaya Ubayashiki falou algo que deixaria qualquer um ali desconfiado. Talvez ele estivesse dizendo aquilo da boca pra fora, como uma forma de mascarar seus sentimentos, seu remorso; ou talvez... aquele fosse a sua real essência? Eu não sabia quais eram suas intenções, seus objetivos, então decidi manter atenção dobrada no representante de Mizu no Kuni, já que não nutria por ele um pingo sequer de confiança.

Após todos entrarem no barco, seguimos por aquelas águas misteriosas, mas para onde estávamos seguindo, finalmente? "Sei exatamente onde querem ir", disse o Caronte, e talvez ele fosse um dos poucos que realmente soubessem. Até onde nos fora dito, iríamos "matar o capeta", e quanto mais fundo navegávamos, mais eu acreditava que aquilo não havia sido apenas uma piada. Não demorou muito para a paisagem mudar; e por diversas vezes mudou. Ao longo de todo percurso cenas horríveis eram vistas, diversas almas condenadas ao sofrimento eterno por conta dos seus pecados. Ainda assim, não conseguia deixar de sentir empatia e tristeza por elas, no entanto, sabia que nada do que eu fizesse mudaria seu destino. Em dado momento passamos pela parte do rio onde se encontravam os "hereges" — segundo o próprio Caronte —, e novamente ele citou o "Rei dessa Terra". Não era a primeira vez que ele o mencionava, além disso, há instantes atrás o Caronte dissera algo que num primeiro momento não compreendi — "Eu vos garanto que não controlo essa fumaça, não faço ilusões [...]" —, mas que quando aliado às menções ao tal "Rei" e também ao que fora dito por Opus anteriormente, me faziam ficar pensativo e cheio de questões.

Já perto do fim do "passeio", contemplamos uma paisagem que parecia bem diferente das demais, pois ao invés de sofrimento e ranger de dentes, tudo que havia era paz; uma falsa paz! Sem que pudesse ter tempo de reação, vi o Desvirtuoso ser tragado por uma criatura que mal consegui identificar. Abismado, tentei estender a mão para agarrá-lo, mas já parecia ser tarde demais. Aturdido e sem reação, sentei-me na proa do barco e fiquei olhando para onde pela última vez vi o rastro de Renjiro. Quando finalmente chegamos ao nosso destino, pude ver a tal porta citada pelo Hattori há momentos atrás. O Caronte então nos deu as últimas instruções, dizendo que precisaríamos oferecer um "sacrifício". — Mais do que já foi oferecido?! — pensei, em citação à baixa de segundos atrás.

O Caronte parecia estar prestes a se despedir, então, pensando que talvez não tivesse outra oportunidade, decidi expor todas as questões que me perturbavam. — Quem é este tal Rei, e porquê ele está fazendo joguinhos com a gente? — questionei, de cabeça baixa e semblante sério. — Se bem que... somos nós que estamos invadindo seu domínio... — eu complementaria, após a possível resposta do Caronte. — O que levanta a segunda questão: você disse que este eclipse abriria uma "porta muito importante", Hattori Shion-sama — falaria, já olhando para ele, com a porta estando às minhas costas — Mas não nos disse o que há detrás desta porta de tão importante para que valha a pena adentrar no covil do inimigo.
Após falar, tive a impressão de ter soado um pouco arrogante, então antes que alguém respondesse, emendei uma "justificativa", desta vez falando para todos. — Vejam, não me entendam mal, eu não tenho dúvidas alguma de que se houver um lado certo nesta história, nós fazemos parte dele. Eu vim aqui inicialmente buscando respostas pelo bem da minha Vila e de todos que nela residem, de todos que anseio proteger, e a verdade é que, por mais que pareça que há diversos assuntos "pessoais" envolvidos nesta história, a simples presença dela aqui já é suficiente para me fazer ir até o fim de qualquer situação! — diria, apontando para a Jūdaime-sama.

Angell Hyūga Hattori era um símbolo de tudo aquilo pelo que eu estava disposto a lutar, não só por ser Hokage, mas por ser a heroína que por diversas vezes se pôs à frente de todos, em defesa do Mundo Ninja, assim como eu seria capaz de dar tudo de mim, se pela defesa dos meus ente queridos. Mesmo que eu tivesse sido introspectivo em todo este tempo e mal lhe tivesse dirigido a palavra, sua mera presença me fazia crer que eu estava lutando pelo que era correto. — No entanto... embora eu tenha vindo atrás de respostas, admito que desde o ocorrido em Nazjatar, apenas dúvidas rondam minha mente. Tantas histórias, tantas descobertas, tudo isso me faz achar que... não, achar não, eu tenho certeza! Quando fecho meus olhos por um momento e o momento se vai, tenho a certeza de que somos apenas poeira ao vento, apenas uma gota d'água em um mar infinito! — diria, encarando o rio pelo qual viemos. — Também admito que esse sentimento de pequinês me atormentou por longos dias após a Reunião, mas... mas ainda assim... — fiz uma rápida pausa, para só então prosseguir com mais ênfase. — Ainda assim eu estou aqui! Disposto a lutar, disposto a ir até o fim! Sei que você não me pediu por nada disso, talvez não passe de mera presunção minha em achar que posso fazer alguma diferença, mas isso não é suficiente para me fazer parar! É por isso que... é por isso que peço que, se vamos até o fim disto juntos, que haja franqueza entre nós, pois de nebulosa já basta toda esse nevoeiro! Por favor, não nos esconda nada, não nos veja como simples peças em um tabuleiro, nos veja como seus aliados! Nos ajude a te ajudar!

Terminei minha fala um pouco ofegante, pois a simples presença dos Hattoris era bem intimidadora, então eu temia que meu discurso fosse mal interpretado. Ainda assim, como eu mesmo havia dito anteriormente, não importava qual fosse a resposta, eu estava disposto a ir até o fim. Após ouvir o que Shion — talvez — tivesse a falar, me colocaria próximo ao pedestal do centro, afinal, após todo aquele discurso sobre sacrifício, seria hipocrisia se eu não o fizesse. No entanto, antes de pôr minha mão no pedestal, eu criaria um outro Kage Bunshin — em adição àquele que ficara na outra margem do rio, coletando Chakra Natural —, para proteger a minha retaguarda, pois como dito pelo Caronte, estaríamos em posições vulneráveis. Feito isto, após um profundo suspiro, colocaria minha mão no pedestal. Ceder meu sangue não era nada novo para mim, era algo com o qual já estava acostumado, mesmo quando cedido aos litros, então quando senti aquela dor, reagi com qualquer outro, mas logo me habituei a esta.

E desta forma ali permaneceria, imóvel e alerta.



1234 palavras

2000/2000 HP  | 701/2350 (Eu) Chakra | 000/400 (Eu) Chakra Natural | 02/04Stamina | 250/250 Colar de Hathor
1156/1156 (KB1) Chakra | 200/400 (KB2) Chakra Natural
701/701 (KB2) Chakra | 000/400 (KB2) Chakra Natural
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Akihito
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Raves
Chūnin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Print110
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Print110
Palavras: 0
A Hora do Crepúsculo
Mesmo impressionado com as palavras do representante de Uzushio, Akira permaneceu em silêncio enquanto assistia a todos embarcarem conosco, aquele não era o momento adequado para retirar alguma satisfação e talvez a melhor solução fosse ignorar o comportamento do Genin até certo ponto. "Espero que todos se saíam bem..." O semblante do Raikage mais expressava preocupação do que outro sentimento, principalmente ao espadachim, torcendo para que mais nada afetasse a cooperação do grupo.

Seguindo dentro do barco, adiante às aguas misteriosas, Akira ficava ainda mais perplexo com a mudança de paisagem constante, sentido um complexo de receio e um pouco de medo dos elementos que encontravam durante a trajetória. O primeiro ponto fora um tal "limbo", onde pode presenciar diversos espectros do que seriam as almas de seres antes vivos, deixando a liderança da nuvem desnorteada com aquela visão. "Como... isso é possível?" O segundo ponto fora um local onde existia um ser chamado "Minos", que pelas palavras do Caronte era um ser que chicoteava almas pecadoras movidas cegamente pela luxuria, fazendo Akira hesitar e segurar-se no barco com a ventania do recinto. "Se fosse apenas as chicotadas, talvez dissesse que eles estariam gostando dessa punição..."

Passavam-se cerca de alguns minutos até a calmaria retornar ao trajeto; contudo, também não demorava para chegarem no terceiro ponto da viagem. Akira franzia o cenho e repousava suas mãos ao nariz, devido ao extremo fedor vindo do local, porém, estranhamente, outra sensação fazia o Raikage se deliciar com o paladar. - Bombons... Doces... - Murmurava os sabores adocicados que sentia em sua boca, ficando extasiado com a sensação, que junto as vozes cativantes quase o faziam se levar pela vontade de saciar sua grande gula, contudo, sua atenção era retomada quando pedras de gelo caíam diretamente nos habitantes do local e o Caronte explicava o que tudo aquilo significava. - Oh, então é isso... - Afirmava, virando seu rosto de lado para limpar os resquícios de saliva que escapavam da boca, mas ficando comicamente aterrorizado quando avistava o cachorro tricéfalo rasgando aquelas almas gulosas. - Acho que fiquei motivado a fazer uma dieta...

Ao todo, o grupo presenciou cerca de sete pontos durante a viagem, um mais tortuoso e horripilante que o anterior. Mesmo que os ambientes não fossem nada agradáveis, Akira conseguia se manter calmo naquela estrada, exceto quando presenciou a morte de Renjiro bem a sua frente. "Eu não quero morrer, eu não posso morrer!" Não deixaria de ficar sentido pela perda, mas tinha aceitado os riscos e agora haveria por mais alguém que Akira deveria fazer aquele esforço valer a pena. Passou-se um tempo até que, finalmente, a embarcação chegava ao seu destino.

Conforme analisava os pedestais e o grande portão que existiam ali, embora de forma totalmente superficial, Akira ouvia as instruções do Caronte e ficava novamente abismado com as condições que teriam que enfrentar, apesar de serem mais acessíveis do que as anteriores. "Partilhar do próprio sangue... espera um pouco, esse portão nos leva pra onde!?" Imediatamente, iria se virar para o Caronte enquanto avistava esse ir embora. - Inferno?! Estamos no Inferno? Tipo, inferno INFEEERNO mesmo!? - Exclamava realmente surpreso, durante toda viagem Akira pensava estar apenas numa caverna subterrânea de Uzushio. - Se bem que, depois de tudo presenciei, seria mais estranho ainda se não fosse... - Citaria em voz baixa, virando-se novamente para seu grupo com uma gota em sua testa. - Desculpe-me, o que fazemos agora? - Questionaria, apenas para confirmar tudo que tinha acabado de "magicamente" descobrir.

Após o discurso emocionante do jovem de Konoha, e das outras possíveis falas do grupo, Akira se dirigiria para o pedestal mais a frente do pentagrama, que representava a ponta maior da figura, mordiscando seu polegar para extrair um pouco do próprio sangue - imaginando que seria necessário, e colocando sua mão sob o mesmo pedestal. A reação ao sentir a dor daquilo era espontânea, conseguindo um grunhido do Raikage, porém, seria questão de tempo até poder se acostumar e mantê-la constantemente. De resto, com sua segurança, Akira confiaria em sua percepção aprimorada e capacidades sensitivas do Modo Sábio para pressentir o perigo e repeli-lo com sua perícia elemental, manipulando seu chakra explosivo para contra-atacar qualquer avanço contra si.

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Hp210HP: 3025/3025 [A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XQKY0 CH: 5525/5525[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 6b80b9965b1ec4d47c31d7eccf8ce4b0---cone-amarelo-rel--mpago-by-vexels ST: 00/10[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Org.easyrpg.player CN: 100/400

Akira Haru | "Pensamentos" | Yosafire

Considerações:

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Raves
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Agony
Chūnin
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{ Porque eu nasci neste mundo!

HP: 1275/1275 | CHAKRA 813/813 | STAMINA: O2/O7 | VEL: 14m/s | TIQUE: 01/02






Estávamos navegando dentre as pútridas águas do abismo mais profundo deste mundo. De braços cruzados e observando as águas maléficas daquele amaldiçoado rio, via que minha reflexão um dia estaria dentre aqueles rostos em agonia...Mas por qual motivo, afinal? As palavras que antes disse e as ações que tomei não foram coisas que conseguiria ter tomado por conta própria. Me livrar de algo precioso de uma maneira tão sombria e fria era algo digno de um verdadeiro demônio. Suor escorreu de meu rosto enquanto percebia que havia arremessado a venda que cobria meus Byakugan ao longe. Havia sido influenciado pela maldade deste  lugar, combinado com minhas vontades de enterrar meu próprio passado e me vingar de tudo aquilo que eu mais odeio. Não odiava Kanao, e sim o fato dela ter morrido. Não odiava Kiryu, e sim o fato dela ter conexão com aquele que destruiu tudo aquilo que eu um dia já tive. Fui tomado pelas partes mais obscuras de minha alma, obtendo um poder sombrio o qual eu nem mesmo sabia que possuía. O Caronte passava pelas mais variadas camadas daquele inferno, mas eu pouco me importava com o que acontecia ao meu redor ou às descrições das nojeiras e maldições que ali percorriam. Todas aquelas almas haviam sido julgadas pelos pecados que cometeram em vida, condenadas a uma eternidade de sofrimento e desgraça. Abria minhas mãos e lágrimas caíam sobre as mesmas, não acreditando no que havia feito.

— "O que diabos eu estive fazendo todo esse tempo? Me esqueci de quem eu era, entreguei-me a meus sentimentos mais profundos. Não, eu não posso continuar assim! Mesmo que eles falem mais alto do que eu gostaria, ainda sim não poderão ofuscar o brilho que minha alma ainda irradia. Minha missão neste mundo, como eu acreditei, é trazer a paz, e não levá-la ao mais obscuro ponto do abismo. Mas que merda, o que eu sou? Se eu tivesse força...Não teria  me tornado esse meio pedaço de merda! Ghr...." — Pensava, socando meu próprio rosto uma única vez.

Por mais que os ressentimentos agora viessem em sua força total após a influência de meu lado verdadeiramente demoníaco baixar, ainda sim eu havia tomado uma escolha e já não havia mais como voltar atrás. Aquilo havia se tornado parte de mim, e não somente era uma descarga de raiva...Eu estava consciente, não havia como simplesmente me livrar disso. Eu era o ódio, e a paz. Conflitantes em meu corpo, o mal e o bem lutavam pelo controle desta casca vazia a qual é chamada de Kagaya. Havia me perdido, e tanto distraído pelos meus próprios erros, que mal pude perceber quando o Caronte gritou e Renjiro fora puxado para as profundezas do inferno por um demônio. Não virei o rosto e nenhuma reação demonstrei. Estávamos no purgatório sombrio, afinal de contas...E me importar com um que nem mesmo conhecia não era de meu feitio. Mesmo assim, eu não estaria indo contra meus próprios princípios ao ignorar a morte daquele aliado temporário? Talvez sim....Mas ao fim, já não sabia mais diferenciar quando estava agindo pelo ódio. Fundiu-se a minha própria vontade, como uma força oculta que expande seus poderes a cada segundo de tensão. Após descermos em terra e um gigantesco portão ser apresentado a vossa frente junto a um pedestal, vozes surgiram em minha cabeça.

— "VENHA! JUNTE-SE A NÓS! VOCÊ NÃO É MAIS HUMANO, AGARRE-SE AO SEU ÓDIO! LIVRE-SE DE SUA HUMANIDADE PATÉTICA E ENTREGUE-SE A ESCURIDÃO! FAÇA O QUE FOI FEITO PARA FAZER...FAÇA-OS EM PEDAÇOS! A ESPADA DEVE CORTAR SEM DISTINÇÃO! BEBA DO SANGUE DELES! DEVORE SUA CARNE, TORNE-SE UM DE NÓS! JUNTE-SE AO VAZIO...SE UNA A NÓS! SE TORNE UMA FORÇA! VENHA! VENHA! VENHA!" — As vozes gritavam.

Como inúmeros demônios gritando ao mesmo tempo, parei por algum tempo, ficando para trás durante alguns segundos enquanto refletia. Talvez eles tivessem se interessado pela minha própria maldição. Eu havia me entregado à escuridão logo há pouco, afinal de contas. Todos agora deveriam estar me olhando como alguém a não ser confiado, e tinham razão. Mesmo assim, eu não poderia simplesmente ceder a isto. Rangi os dentes e segurei minha própria cabeça, arregalando os olhos Byakugan.

— "Eu me recuso a me tornar um escravo do ódio como vocês! Desapareçam de minha mente! Desapareçam deste mundo, malditos pecadores! Retornem a seu lar de maldições, continuem a sofrer pela eternidade pelos seus próprios erros! Se afoguem na escuridão, para nunca mais retornarem! Se quiserem apagar a chama de irradia minha alma, então eu tenho más notícias...Vão ter que me matar pra isso acontecer, vagabundos do caralho! E se continuarem falando nessa porra eu  vou pegar minha espada e fazer vocês ficarem iguais a um queijo: Cheio de buraco!!!" — Exclamei em minha mente.

As vozes pareciam cessar, outras gritavam em pavor. Os demônios de minha mente enfim afastados, agora eu poderia continuar em paz...Ao menos por algum tempo. Eles continuariam a tentar me levar para a desgraça, afinal de contas. Puxando minhas pernas em direção a uma espiral do ódio, onde um ciclo vicioso de maldade se iniciaria e se repetiria para todo o sempre. Eu me tornaria nada além do que uma sombra vingativa, para sempre presa em um sentimento de destruir algo que jamais poderei alcançar. Não havia ouvido o discurso do Chinoike por completo, mas sabia o que deveria fazer. Realizando selos manuais, dei origem a uma duplicata perfeita de mim mesmo e então andejei em direção ao pedestal, sem hesitação, vendo a ação de meus companheiros, também ficando minha mão para doar meu sangue para que a porta fosse aberta. O clone cuidaria de minha retaguarda, com a duplicata das espadas de vento gêmeas em mãos, também ativando seus Byakugan, preparado para o que der e vier. Havia chegado a hora, enfim.




Informações:


KAGAYA HYUUGA, GENIN, UZUSHIO.


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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Makoto-shishio-in-full-battle-gear-da4mkcdjlik2w2or
"I Just live to Fall."

FP | CJ | Banco | GF
| MOD AG | Inventário AG || [História] — Blood Moon
Agony
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77727-fp-senki-youjomaru#614275
Bahko
Chūnin
-x-
-x-


Uzumaki Naomi

Hora do Crepúsculo

Todos entraram no barco, alguns com um discurso de felicidade, outros com um discurso um tanto quanto sombrio, mas entraram. Cada vez mais a missão ficava estranha, para onde estavam indo? Caronte remou e ouviu as palavras do Hattori, parou pensativo enquanto o barco seguiu sozinho por um momento e definiu um trajeto. A primeira etapa por onde passaram, o limbo, trouxe imagens de pessoas sem propósito na vida ou morte, apenas existindo. Nisso a voz voltou do fundo da mente de Naomi. "E o seu propósito? Curar o mundo? Não consegue nem curar as pessoas na sua frente....." E antes que pudesse responder, a voz de Caronte voltou, falando sobre Minos e os pecadores que se jogaram ao luxo. "Aqui é onde você irá parar.... Você não quer curar o mundo e sim a si mesma... Porque tem medo...." E Naomi não respondeu, nem mentalmente.

Essa é a verdade, Naomi tem medo de não viver para sempre. De não poder viver o luxo que deseja, passear nos lugares mais chiques do mundo, vivendo com abundância com diversas pessoas ao seu redor para bajular o seu ego. Nisso os punhos da chunnin se fecharam, a deixando pensativa, com uma certa raiva a possuindo. E novamente Caronte voltou a falar sobre os lugares em que foram passando, com a voz na mente de Naomi falando mais ainda sobre o futuro dela depois de morrer e seus medos, analisando pouco a pouco o interior da mente.

Perdida entre os próprios pensamentos, a alaranjada apenas voltou aos pensamentos quando ouviu um "CUIDADO!" proferido pro Caronte. Nisso um dos responsáveis pela Vila do Redemoinho foi levado para as águas. "Me deixei levar, merda. Preciso prestar atenção na missão e essa droga de voz não cala a boca. Foco Naomi. Foco!" Pensou consigo mesma e logo chegaram à margem do rio. Lá havia um pentagrama com 6 pedestais que necessitavam do sangue para abrir o portão, mas antes, houve o questionamento do responsável da Vila da Folha com Caronte, que deixou uma impressão na cabeça da chunnin de que talvez o Chinoike não fosse tão ruim quanto imaginara. -Se estou arriscando minha preciosa vida, pelo menos me dê uma boa razão para tal. Estamos aqui porque nossos Kages nos enviaram, inclusive, temos a Sombra da Nuvem aqui, mas merecemos respostas.- E se afastou do grupo, pensativa.

Estava meio ansiosa devido à chance de poder morrer sem uma causa boa o suficiente, mas agora é tarde demais para não ir até o fim. Decidida, andou até à direita de Akira Haru e lançou um sorriso de confiança para tal, em seguida, realizou um único selo de mão criando um clone que ficaria virada para as costas de Naomi, protegendo-a e já preparando o Kawarimi no Jutsu. Em seguida, realizou mais cinco selos e criou um outro clone, mas dessa vez, um com propriedades diferentes que ficou à frente da chunnin. Então, a original colocou a mão esquerda sobre o pedestal, ficando pronta para o que vier.

Considerações:

HP: 1875/1875 CH: 1012+75=1087/3175 CH 2: 1012/1012 CH 3:1012/1012 ST:01/07



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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dcaa73310219fb06ecbf84af7785edc2e56f56af49f5b80f1431685fc6c8a7d8_1
Bahko
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79788-ficha-yuki-bahko
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79790-g-f-yuki-bahko
Shion
Game Master
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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Giphy

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Shion



















[A História de um Hattori] -
[A Hora do Crepúsculo]
Shion
Olhar para todas aquelas almas em agonia fez Shion refletir um pouco, acabou fazendo o Hattori se distrair em memorias passadas. Shion estava a frente de um palanque, ao seu lado seu braço direito e esquerdo, Hitsugi e Light, ambos se mantiveram firme enquanto Shion falava com o publico presente e ao mesmo tempo para as câmeras que o filmava. Do outro lado da cidade assistindo a TV estava autoridades curiosas, o próprio Opus que estava em viagem parou em um bar de estrada para assistir o que Shion queria aprontar. Katsura estava sentada na cama com um bebê em suas mãos, seus olhos focados na TV e tão curiosa quanto os demais, ela estava amamentando a criança.

Diante da prisão criado pelos Greys o Hattori começou a falar para os presentes e ao mundo. -   Atrás de vocês está um símbolo de opressão, a prisão Dark Phoenix, onde milhares de homens foram esquecidos em nome desta mulher. – Retirou de dentro de sua roupa a foto de Azshara Grey mostrando para o grande público de quem ele falava. – Azshara Grey! Que para vocês sempre foi apresentado como um exemplo brilhante de justiça. – Shion rasgou a foto diante de todos, levantando pequenos sons de suspiro, Katsura continuava em sua casa apreensiva, Opus chegava a comentar no bar. – O que você ta fazendo Hattori? – Mas Shion continuava. –  Vocês receberam um ídolo falso PARA IMPEDIR QUE DESTRUÍSSEM UMA CIDADE CORRUPTA – O tom de voz do Hattori se levantou de uma vez. Os presos que assistiam pela TV começavam a gritar eufóricos e animados.  – EU VOU DIZER A VOCÊS A VERDADE SOBRE AZSHARA GREY, nas palavras do falecido Rei Daelin Grey.  – Shion retirou um livro de dentro de sua roupa, era quase como um diário, ele o abriu e começou a ler para o público. – O Hattori não é culpado pelos crimes, ele salvou minhas filhas, depois levou a culpa pelos terríveis crimes de Azshara, para que eu pudesse com a minha vergonha CONSTRUIR UMA MENTIRA ao redor do ídolo caído. Eu enalteci uma louca que tentou matar minhas próprias filhas eu não suporto mais minha mentira, é hora de confiar ao povo livre a verdade e é hora de renunciar minha coroa. – Shion fechou o livro e se virou para todos. –  E VOCÊS ACEITAM A RENÚNCIA DESTE HOMEM? E VOCÊS ACEITAM A DEMISSÃO DE TODOS OS MENTIROSOS? DE TODOS OS CORRUPTOS?   - O publico gritava a favor de Shion, os presos gritavam a favor dele, as pessoas refletiam sobre tudo que aconteceu, homens foram culpados, homens foram jogados na cadeia baseado em uma mentira. Shion levantava seus braços com seus punhos fechados e apontava para os portões da cadeia. – VAMOS TIRAR ESTE MUNDO DOS CORRUPTOS! DOS RICOS! DOS REPRESSORES DE GERAÇÕES QUE OPRIMIRAM VOCÊS COM MITOS DE OPORTUNIDADES. VAMOS DEVOLVE-LA A VOCÊS... – Abrindo as mãos para o público. – O povo, este mundo é de vocês, ninguém vai interferir, façam o que quiserem. – Hitsugi lançou uma rajada de gelo em direção ao portão que o destruiu por completo. Shion apontou seu dedo para o portão e continuava a falar. – Mas comessem invadindo Dark Phoenix, libertando os injustiçados... – Homens de Shion junto ao publico presente começaram a invadir a cadeia rendendo os guardas e soltando os presos, ao mesmo tempo os armando. – Apresente-se o que querem servir, pois um exército será criado. PODEROSOS SERÃO ARRANCADOS DE SEUS NINHOS DECADENTES E LANÇADOS AO MUNDO FRIO QUE NOS CONHECEMOS E VIVEMOS.  – Poderoso e enaltecido, ele mostrava para o que veio. – Tribunais serão montados. Despojos serão repartidos. SANGUE SERÁ DERRAMADO. OS GREYS SOBREVIVERÃO PARA APRENDER A SERVIR A JUSTIÇA REAL. ESTE GRANDE MUNDO... vai resistir, este mundo vai sobreviver, POIS EU SOU O VERDADEIRO REI, SEU VERDADEIRO SALVADOR, EU LHES DAREI A VERDADEIRA LIBERDADE.  – Shion abriu seus braços para o publico que o enaltecia, gritavam seu nome, chamavam por ele, eles queriam o rei Shion.

Acordando desse pequeno devaneio, ele se assustou quando viu conhecidos naquele inferno, seus olhos azuis espantado com o que via, levou suas mãos ate entre seu pescoço e puxou seu pingente apertando com força, mas foi surpreendido com a mão de Opus em seu ombro. – Ta viajando novamente amigo, está branco como a neve. – Shion olhou para ele assustado e surpreso. –  É só esse lugar que me incomoda um pouco.  - Shion parecia novamente tentar conversar com Opus. – Sabe Opus, não é o melhor momento, mas eu queria falar algo com você. – Ele ia começando a falar quando pensou ter ouvido a voz de Katsura novamente, Opus esperava para o que Shion tinha para dizer, mas Shion estava distraído, como se procurasse algo em toda aquela desgraça, Opus então deixou pra lá. – Depois me conta, chegamos.

Enquanto Caronte se despedia, Shion saltou saindo do barco e encostando seus pés na terra. Opus veio em seguida girando seu martelo em sua mão direita brincado, Angell Grey se levantou em seguida estendendo a mão para ajudar sua irmã a se levantar, se ela aceitasse ela a guiaria até fora do barco para a terra

Shion tomou a frente olhando para aquele lugar, analisou cada um, voltou olhando para seus aliados e presentes, ele pensou um pouco, simulou algumas coisas, mas antes de terminar seus pensamentos e cálculos ele foi abordado por um ninja da folha, ele tinha que da respostas ao garoto e não só ele, é a segunda vez que eles se encontram, eles merecem um pouco mais. – Por favor, apenas Shion, não me vejo superior a nenhum de vocês, aliás invejo cada um de vocês, muitos aqui me faz lembrar de alguém mais jovem, curioso e ao mesmo tempo determinado, entrando em um mundo de misteriosos com quase nenhuma resposta. – Shion se aproximou e tentaria colocar a mão no ombro de Kanbara tentando o tranquilizar. – Agora que estamos sozinhos e longe de olhos curiosos acho que posso dizer o que tudo isso se trata. – Ele apontou para o portão. – Aquela porta é o portão para o inferno, mas vocês se perguntam por que gostaríamos de abrir os portões do inferno? Essa porta será aberta de um jeito ou de outro, senão por nós será por outra pessoa, Lilith, Lilith é a filha do Rei do Submundo, ela pretende abrir esta porta daqui há algum tempo e libertar seu pai e seu exército. No entanto existe algo lá dentro daquela porta que é de interesse mútuo de nós quatro. – Olhando para ambas as Angells e Opus. – Katsura Grey... Vocês não fazem ideia de quem é essa mulher, acredito que nunca sequer ouviram falar do nome dela, algum de vocês nem eram nascidos quando ela caminhou por este mundo vasto de vida que é a casa e vocês, Katsura lutou em uma guerra no passado com um antigo inimigo que hoje é nosso aliado, Shaka. Esta guerra veio do nosso mundo para o mundo de vocês, vocês foram envolvidos em algo que não era de vocês, pelo menos era o que pensávamos antes, mas depois descobrimos que sim, foi alguém daqui que trouxe está guerra até vocês, na verdade duas pessoas, ambas estão mortas se serve de consolo, eu dei cabo de uma delas pessoalmente.  A outra infelizmente foi morta pelas mãos de Lilith. Sobre a guerra, nessa guerra homens desse mundo caíram, homens bons, homens honrados, jovens, crianças da idade de vocês, crianças que hoje seriam kages, seriam líderes. Katsura deu sua vida para da outra chance a estes homens, mas Katsura não pode ser morta, Katsura é descendente da Fenix, sua alma não pode ser ferida ou destruída, porem ela consumiu muito de suas forças, força o suficiente para que o Rei do Submundo a tomasse para si a prendendo em um inferno. – Shion pausou um momento e acabou suspirando, mas este suspiro acabou liberando um pequeno ar frio de sua boca.

Opus olhou para ele, e naquele momento Opus ficou sério e se aproximou de Shion. – Eu vi que você acabou de sentir frio, vai me contar o que sentiu? – Shion o ignorou e continuou. – Eu sou um homem que cometi vários pecados, eu provavelmente estaria ardendo em qualquer um daqueles reinos que passamos, quando eu passei por ali eu tive a chance de expiar um pouco dos meus crimes, mas Katsura... Katsura é a única pessoa que só tentou fazer a coisa certa, Katsura tinha o poder de trazer felicidade ao coração mais triste, Katsura era capaz de abrir mão de sua felicidade para ajudar um companheiro em sofrimento, ela me salvou, me tirou de todo esse inferno, se hoje estou vivo, se hoje estou aqui diante de vocês é graças a está mulher. – Opus deixou Shion concluir as explicações para que os dois pudessem conversar. – De volta a este portão, se este portão for aberto por nós, e nos termos corretos, Lúcifer não conseguirá romper os grilhões, eu e Opus entraremos nesse lugar, resgataremos Katsura e mataremos o Rei do Submundo. – Opus se virou para os garotos. – Não se ofendam garotada, vocês são muitos jovens ainda, tem muita merda pra fazer e muito pra aprender, onde vamos entrar exige muito da pessoa, lá não exige só essa coisinha que vocês utilizam aí, esse tal “chakra”, a mente e o corpo precisam está em plena harmonia, não pode haver dúvidas ou medos, você precisa ter apenas um objetivo certo. – Opus deu um soquinho no ombro de Shion e continuou. – Eu e o sorvetinho aqui já passamos por altos e baixos juntos, já trabalhamos em bastante missão, por mais que eu saiba que é outra pessoa que ele gostaria de levar com ele. – Dizendo isso Opus olhou para a pequena Angell, mas Shion disfarçou o olhar, mas não deixou escapulir um sorriso, Opus continuava. – Mas nós gostaríamos de algo de vocês hoje, queremos a ajuda de vocês para salvar o mundo, precisamos de alguns de vocês para colocar as mãos ali, e o outro irá ser responsável pela vida de cada um, eu aposto que o grande Hattori Shion já pensou em todas as possibilidades e eu gostaria de ouvir o maravilhoso plano infalível dele.


Shion voltou a olhar para eles, colocou sua mão a frente da boca para limpar a garganta. – Essa viagem eu preciso confessar que estudei cada um de vocês, entendi um pouco de suas técnicas, eu formulei uma estratégia que gostaria de sugerir, como não sou desse mundo não quero obrigar vocês a seguir nada, apenas formulei algo baseado no que estudei de vocês nos últimos momentos. Eu sugiro a Rainha Hattori para ser o escudo de vocês... – Shion mal terminou e a Grey já o interrompeu novamente. – Ta brincando né? Ela é forte, mas você sabe que eu sou muito mais.  – Shion olhou para ela. – Ela é a única que tem a cura que se assemelha da sua mãe.  - - Eu posso curar também.  - -  Você consegue restaurar membros?  – Angell Grey ficou em silencio e apenas continuou a ouvir. – A Rainha Hattori sempre foi meu escudo, ela me remendou e costurou cada um de seus irmãos tantas vezes que acabou virando rotina, vai por mim, ela já fez tanta coisa incrível, eu me sinto confiante em emprestar esse escudo a vocês e sei que ela fará o possível para proteger cada um de vocês.  –

Shion terminava de falar e ouvir as palavras dos demais, alguns já tomando a frente e se preparando para o que der e vier. Os jovens foram um por um colocando suas mãos nas marcas, Shion entreabriu seus lábios um pouco, deixou escapulir um suspiro de alívio. – Estamos tão perto Katsura.  – Pensou rapidamente enquanto voltava a falar. – Por último, esperamos que com a queda do Rei, todas as guerras se encerrem. – Ele caminhou até próximo de sua pequena Angell, retirou seu colar de lobo do pescoço e entregaria para ela. – Isso aqui me protegeu por séculos, eu o perdi em Suna e deu no que deu..., mas ele ajudou você a me encontrar, ele ajudou você a me tirar do meu purgatório, e agora ele vai ajudar você a me guiar para fora daquele lugar, cuida dele por favor e ele vai cuidar de você.

Finalizando tudo, Angell G. caminhou até o último dos locais e aproximou a mão, olhou para Opus, olhou para seu pai e disse algumas palavras. – Tragam a mamãe e voltem vivos, os três por favor.  – Ela bateu seu cajado no chão erguendo uma barreira na área que protegeria todos ali dentro o máximo que pudesse.

Shion e Opus caminhou um próximo do outro, fecharam seus olhos e se concentraram um pouco, a Grey enfim colocou sua mão para doar sua força. Opus e Shion se mantiveram em silencio um pouco mais, pequenos estilhaços de pedras começaram a levitar na área dos dois, o aumento de Darma crescia cada vez mais, Shion abriu seus olhos e bateu as mãos no chão. – INVOCAÇÃO! – Um gigantesco lobo de pele branca com uma cicatriz no olho esquerdo apareceu, o lobo tinha um olhar feroz e intimidador, Shion se aproximou e fez carinho abaixo do queixo dele, fez alguns sinais de mãos e usou mais uma invocação, dois pequenos sapos apareceram nos ombros de Shion, eles eram bastantes parecidos com os velhos Fukasaku e Shima. A sapa já começou a falar. – Quanto tempo faz que você não nos invoca? – Shion parecia sério, mas respondeu. – Em nosso mundo faz pelo menos 11 anos.  –

Tudo estava preparado, Opus com sua armadura, Shion com seus companheiros, restava apenas se despedir e se preparar para a grande viagem de suas vidas. Opus caminhou até a Grey e deu um braço como ele podia nela. – Juízo garota. – Ele olhou para a pequena Angell. – A gente não se conhece muito ainda, mas se o idiota ali confia em você eu também confio, sei que vai proteger eles bem. – Shion caminhou até a mais velha e também a deu um abraço e sussurrou no ouvido dela. – Lembra do que te falei. – Ela acenou com a cabeça. – Traga a mamãe em segurança, eu cuido desse lado.  – Shion se despediu dela e se abaixou sobre uma das pernas próximo da pequena Angell e tentaria da um abraço nela. – Eu sou um homem melhor do que era quando cheguei aqui graças a você. – Finalizando o possível abraço ele tentaria dá um beijo na testa dela. – Não vai acontecer, mas se hoje for nosso último dia, eu quero deixar pra você a lembrança e o agradecimento por ter me feito o pai mais feliz do mundo, minha menininha linda.  -  Ele se despedia de Angell e se levantava.

Opus se aproximou. – Olha sei que ta meio tarde pra isso, mas eu gostaria de ouvir aquilo uma vez mais. – Shion olhou pra ele com um olhar revirado e voltou a olhar pros garotos, ele começou a falar palavras motivadoras para engrandecer a todos. – Ta legal temos um plano, duas equipes uma tentativa. – Se pôs firme na frente de todos os garotos e caminharia passando a mão no ombro de cada um tentando da uma forma de apoio moral e continuava. -   Anos atrás nós perdemos... todos nos... – Olhando para seus filhos. – Nós perdemos amigos. – Mantendo seu olhar pra pequena Angell. – Perdemos família... Perdemos uma parte nossa... Hoje temos a chance de ter tudo de volta, conhecem sua equipe, conhecem sua missão, abram este portão e traremos ela de volta. Um pilar para cada um, não podemos errar, só uma chance... Muitos de nós está indo pra um lugar que conhece, isso não quer dizer que sabemos o que esperar, tomem cuidado, cuidem uns dos outros, essa é a luta das nossas vidas, vamos vencer. – Opus olhou para Shion com um olhar orgulhoso, Shion olhou para Opus e ambos naquele momento se olharam nos olhos, Shion então finalizou. – Custe o que custar. – Opus sorriu pra ele e finalizou olhando para todos. – Boa sorte.

Os dois se puseram a frente do grande portão para entrar, mas foram surpreendidos por uma voz telepática para todos. – Ele fala tão bonito.  – Junto a uma segunda. – Né, haha. – Shion abriu um sorriso. –  Shaka, Ayako, finalmente estão aqui conosco. – Shaka sorriu e comentou. – Boa sorte pra vocês dois, aqui fora faremos o que puder para ajudar todos eles. – Opus então debochou e avisou para iniciar. – Ta legal, vocês ouviram o homem, botem a mão nesse negócio e vamos lá. – Shion olhou para o lado dando uma última troca de olhar com sua pequena Angell e dizendo para ela. – Te vejo em um minuto.  –

Uma armadura dourada representando a constelação de aquário equipou ao corpo de Shion, ao mesmo tempo uma armadura dourada representando a constelação de leão equipou o corpo de Opus, os dois estavam preparados para entrar só dependia agora dos garotos para abrir a porta.

To be continued...


Considerações:
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[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Scre1755
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XPhGAqaOlá, Convidado, eu sou o Shion.
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Shion
Angell'
Lenda Ninja | Sannin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b
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Angell Hyuuga Hattori
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[ Byakugou no In: 000/500 | Byakugou no Jutsu: 01/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


Assim que a canoa começou a avançar – e, então, enquanto ela o ia fazendo –, a azulada voltou a vasculhar os arredores, apoiada sempre por seu Tenseigan. Continuava ouvindo e ponderando sobre o que cada um dos presentes tinha a dizer – apesar de se ater mais a seu pai e a Caronte. ...até o momento em que começou a visualizar assim tão de perto as seções do inferno. Seus olhos floridos se estreitaram e umas velhas preocupações suas voltaram a rondar sua mente; para qual daqueles lugares ela devia ser mandada quando morresse?, já que sequer sabia classificar seus próprios pecados.

“You’re dead alive”, ela pensou para si mesma. Não eram paredes brancas que cercavam aquelas almas, mas nenhuma luz tocaria o rosto das mesmas novamente. As gotículas do rio, que subiam vez ou outra pelo ar, batiam em toda a canoa, enquanto ela percebia que viajava por entre os mortos. A atmosfera fria parecia encher e esvaziar os corações com a esperança a cada não-batimento por debaixo daquelas peles tão pálidas quanto neve no inverno, todos sofrendo sob um céu cinza que sequer podia ser avistado. Eles cantaram o hino dos anjos ou só disseram o último adeus?

E, falando em morrer e em pecados... de repente um dos vivos foi literalmente arrastado para fora da canoa, para se juntar forçosamente às almas que os cercavam – mesmo que só naquele primeiro momento... ou não, de acordo com o que Caronte deixava escapar – e assustar – ou fazer redobrarem o cuidado – os presentes. A azulada voltou a estalar sua língua sem abrir sua boca. Voltou-se mais uma vez para o grupo dos vivos, mesmo ainda continuando sem ter o que dizer a eles; limitou-se apenas a passear seus olhos floridos de rosto em rosto dentro da canoa mais uma vez.

...até Caronte finalmente anunciar que a viagem pelo rio havia terminado. Enquanto saía da canoa, apoiando-se na mão de sua correspondente, Angell captava questionamentos direcionados tanto a seu pai quanto a Caronte, seguidos do que parecia ser um discurso motivacional do shinobi da Folha. No início, ela ainda se atentava ao que ouvia mais por precaução do que por real necessidade – até porque sua missão e seus deveres para com o grupo não mudariam com o ganho de quaisquer informações –, mas, depois, flagrou-se surpresa, sentindo-se estranhamente importante e requisitada.

Seus olhos se fixaram no rosto do representante da Folha. Por mais que soubesse de sua própria fama perante todo o mundo ninja, não sabia até que ponto a dita cuja realmente influenciava quem a conhecia ou quem viesse a estar em sua presença, mas parecia que havia lá algum símbolo de esperança, força e confiança em sua imagem. Até mesmo seu jeitinho próprio de encarar os desafios de cada situação complicada em que se via estava começando a se espalhar por aí. Seu semblante mudou mais uma vez, retomando um ar tranquilo e (quase) alegre; Angell sorriu pequeno.

Porém, tudo aquilo era só o começo, e seu pai fez questão de lhe relembrar disso através do suspiro gelado que soltou enquanto respondia aos questionamentos do dito ninja da Folha. Por um instante, ela quis acompanhá-lo... mas logo percebeu – e isso, sobretudo, graças aos enaltecimentos que ele fazia para si – que, naquela ocasião, a única forma que tinha de ajudá-lo era garantindo que a porta fosse mantida aberta – coisa que, talvez por ironia do destino, se resumia a assegurar não só sobrevivência, como também a proteção de todos os que ficassem junto consigo daquele mesmo lado.

Shion se aproximou mais da azulada outra vez. Deu a ela um pingente de lobo, ajeitou os últimos preparativos para a travessia, abraçou-a, beijou-a e tentou se despedir... como se não fosse voltar a vê-la nunca mais. Mas ela também o abraçou – e com toda sua força – e, ao soltá-lo de novo, agarrou as duas mãos dele com as suas, encarando-o diretamente, com um ar sério até demais. “If you go, then so will I”, ela pensou, mas não na esperança de ele achar que ela morreria junto dele – até porque, por amá-lo, ela na verdade viveria por ele –; para ele lembrar que ela estava na mesma missão que ele.

– Não vai acontecer. – a azulada repetiu.

E, alargando aquele sorriso pequeno que tinha esboçado anteriormente, apertou mais as mãos de seu pai antes de soltá-las para caminhar até o último pedestal livre. Posicionou sua mão direita no dito cujo... e tentou ao menos fingir que conseguia ignorar a dor que já começava a percorrer seu corpo todo; tinha coisas mais importantes a se atentar, que, em algum momento, deviam querer vir a se tornar a causa da morte dos presentes, bem como a causa do aprisionamento de Shion e de Opus – juntos de Katsura – do outro lado, e, consequentemente, a causa da falha na missão.

– Sim; em um minuto. – Angell tornou.

Enquanto observava as últimas movimentações de seu pai e de Opus, esperando que os dois atravessassem a porta em segurança, ela se atentava ainda outra vez aos arredores, já voltando a vasculhá-los com a ajuda de seu Tenseigan.


“But it’s the only thing that I have.”


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A Hora do Crepúsculo
Uzushiogakure


— Heheheh... aí aí, Shion, você até que é inteligente... — observava a cena rindo comigo mesmo, reagindo ao comentário do Hattori que constatou que aquele portão seria aberto uma hora ou outra. A liberdade estava chegando.

[...]

— Liderar a vila da Areia? Ela foi destruída recentemente, como isso é possível? — perguntou o Uchiha, desconfiado, mas ao mesmo tempo sedento por poder político. Ele não conhecia o poder da minha descendente.

— Nada é impossível para Ela. E... convenhamos, você não quer só liderar. Você quer poder. — Aproximou-se do rapaz ambicioso, falando ao seu ouvido. — Poder ilimitado. — No mesmo instante, ele veria tudo aquilo que Shaka prometeu. E mais, bem mais. Arregalou os olhos e pensou no seu próprio império. — Só preciso que realize um pacto, nada mais.

— Sim... — tentava conter um sorriso malicioso, quase se engasgava em seus devaneios, entrando quase num êxtase ao antecipar aquilo que estava prestes a conseguir. Tudo o que ele sempre quis... — Onde assino?

Naquela noite, o sangue foi derramado e o pacto foi feito. Apenas mais uma marionete.

[...]

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 1F8gOLs

E eles consumaram o ato. Com grande coragem, foram colocando as mãos no topo do pedestal e derramando o próprio sangue para abrir o Portão do Inferno. Todos poderiam ver Opus e Shion subindo as escadas e desaparecendo em meio aos escombros do que parecia ser um palácio.

Depois disso, um silêncio. Alguns minutos se passaram sem que nada se alterasse até que os seis ninjas ouviram um impacto no muro feito por Angell Grey, parecia algo querendo destruir aquela grande barreira. Depois mais estrondos em diferentes partes da muralha. A poeira se agitava a cada golpe. Angell e Kagaya poderiam ver através da proteção uma legião de demônios furiosos.

Um minuto se passou e tudo cessou, voltando ao silêncio. — Eu sabia... não se preocupem, essa barreira é impenetrável. Demoraria décadas para quebrarem isso. — Angell Grey sorria confiante.

Mas... e se não fosse preciso quebrar nada?

Do meio da parede erguida, uma silhueta apareceu. Ela literalmente atravessava o bloqueio diante dos seus olhos, era como se o muro fosse um simples holograma. Alguns ali poderiam reconhecer a figura: Uchiha Tatsuo. Ele encarou cada um ali presente. Seu semblante estava calmo, mas sem vida. Os seus olhos carmesins brilhavam na escuridão. Ele não disse nada, apenas mordiscou o dedo, fez alguns selos e levou a destra ao chão. Uma grande nuvem de fumaça subiu e de lá saíram seis grandes demônios que corriam na direção de cada um dos pedestais. As bestas que nem olhos tinham tentariam usar as suas garras para destroçar o pescoço de cada um.


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Raves
Chūnin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Print110
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Palavras: 759
A Hora do Crepúsculo
Pasmo. Não existia outro estado que definisse os sentimentos de Akira Haru ao ouvir os relatos de Hattori Shion, que finalmente e aparentemente explicava todas as motivações por trás dessa viajem insana até o local místico onde se encontravam. "Nosso mundo é ridiculamente menor do que qualquer coisa imaginável..." Pensava, refletindo sobre alguns trechos que mais lhe chamavam atenção. "Katsura Gray... eu realmente gostaria de conhece-la pessoalmente. [...] Então Lilith é filha do próprio satanás? Agora faz sentido tamanho temor..." Permanecia em seus devaneios até sentir a fraqueza lhe atacar de forma brusca, sendo causada pela absorção de suas energias ao sacrifício do pedestal. "Isso é mais complicado do que imaginei." Akira retornava a sua compostura, buscando manter sua calma e estabelecer uma recuperação regular de suas reservas, assim torcendo para que continuasse sua parte do sacrifício por mais algum tempo.

Quando o momento de partida chegava, Akira não pode deixar de exibir um genuíno sorriso para a dupla de guerreiros, Opus e Shion, que estavam prestes a tomar rumo para uma terra de chamas infernais. - Tenham sucesso na missão... que as forças de nosso mundo estejam com vocês. - Comentou esperançoso, despedindo-se enquanto via ambos adentrarem a porta logo depois dela ser aberta. - Nós iremos salvar o mundo, salvar o nosso mundo... - Repetia aquelas palavras tentando compreender o peso delas, poia era uma responsabilidade que lhe atribuía a fazer o certo, senão todas as vidas iriam sofrer devido as suas mãos. Eram muitas informações, uma atrás da outra, desde as explicações de segundos atrás até a aparição de Shaka e outro por telepatia, mas isso não impediria da Sombra da Nuvem em manter sua guarda para qualquer desafio que viesse a aparecer.

Minutos se passavam, o silêncio tomava conta do ambiente, até que um curto show de horrores dava início em todos os lados da barreira. Akira sequer imaginava o que tipo de criatura estava fazendo aquilo, mas seja quem fosse não era forte o suficiente para atravessar as defesas de Angell Gray. "Nosso time aparenta possuir uma defesa bem equilibrada, isso certamente é uma qualidade essêncial."

Contudo, ao perceber uma silhueta penetrando a barreira da loira, como um verdadeiro fantasma, Akira tinha sua atenção novamente recobrada para cima do indivíduo. Quando reconhecia a aparência do sujeito, entretanto, um semblante abismado tomou conta de seu rosto, não conseguindo acreditar em quem estava encarando. - Tatsuo-kun!? Mas o que você faz aqui? - Questionou em voz alta, esperando uma resposta do moreno. Nada. Em seus olhos o mesmo tom carmesim que conheceu no primeiro encontro estavam lá, mas, diferente de como estavam na reunião em Nazjatar, por mais que brilhassem na mesma intensidade, seu olhar acompanhado do semblante vazio denunciava que havia algo errado. Não era o mesmo olhar do instrutor que lhe orientou em seu primeiro dia como governante, e depois de tudo que havia passado ali até então, não era difícil para Akira deduzir que tratava-se de mais uma peça daquele maldito lugar.

- Demônios... vocês não cansam de assumir essas aparências falsas? Indagou, retoricamente, observando "Tatsuo" realizar uma série de selos que lembravam o Kuchiyose no Jutsu e por fim invocar mais demônios naquele recinto. Akira rangia os dentes, não poderia defender a todos estando firme ao pedestal, restava apenas a confiar em seus companheiros e focar em sua própria proteção. Vendo uma das feras avançar em sua direção, Akira reuniria uma quantia significante de energia natural do ambiente, imbuído seu punho restante com o chakra explosivo e sábio no processo. Quando tal demônio estivesse chegando próximo da medida de 5 metros distantes, Akira utilizaria de sua perícia sobre o elemento Bakuton para criar quatro explosões de médio calibre à queima-roupa, visando desnortear ou até repelir o avanço da besta. Não sendo suficiente, caso estivesse devidamente próximo, Akira partiria pra sua força bruta extrema e contra-atacaria com um soco realizando sua técnica mais periculosa, Bakuton: Jiraiken, explodindo o corpo do demônio de dentro pra fora. Depois disso, tendo sucesso ou não, manteria uma posição de defesa com o braço restante tentando cobrir uma parte de seu tronco e cabeça e seus pés firmes sobre o solo onde estavam.

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Hp210HP: 2419/3025 [A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XQKY0 CH: 4368/5525[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 6b80b9965b1ec4d47c31d7eccf8ce4b0---cone-amarelo-rel--mpago-by-vexels ST: 01/10[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Org.easyrpg.player CN: 200/400

Akira Haru | "Pensamentos" | Yosafire

Considerações:

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Raves
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t86897-fp-kuroko-shiin#713266
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t86898-gf-kuroko-shiin#713272
Akihito
Tokubetsu Jonin
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[A Hora do Crepúsculo]

Highway to Hell

"— Por favor, apenas Shion [...]" As primeiras palavras do Hattori já foram suficientes para mudar a impressão que tinha de sua pessoa, talvez formada pela fama que lhe precedia e pelas histórias que vira e ouvira em Nazjatar. Quando Shion pôs sua mão em meu ombro, ao invés de medo e temor, senti calma e tranquilidade. Sua fala transmitia uma certa paz e me fazia ver nele a imagem de um mentor, professor, pai, amigo próximo, ou qualquer outra pessoa em que se confia cegamente. Se não fosse por esta paz e tranquilidade transmitidas, talvez eu tivesse entrado em colapso com as explicações seguintes. — Inferno?! Rei do Submundo?! — Era como se as histórias de um livro de ficção ou de uma obra religiosa qualquer se tornassem realidade. Como esperado, Lilith estava envolvida em toda trama e a revelação de que ele era a filha do Rei do Submundo talvez fosse a menos chocante dentre tudo que fora dito. — Katsura... Grey? — murmurei, olhando para a loira que viera com Shion, pois se bem me lembrava, ele a havia chamado de "Rainha Grey". Shion prosseguiu contando a história de uma antiga guerra, que me fazia tremer só de ouvir. Nunca estive em uma guerra, mas sabia pelos relatos verbais e escritos o quão repugnantes eram, não havia glória ou vitória em uma guerra, apenas traumas e percas para ambos os lados.

A explicação de Shion foi interrompida por Opus, que com um tom sério — e diferente do habitual até então — o questionou sobre o frio. — Frio? No Inferno? Realmente estamos condenados...
Shion então prosseguiu.

Ele falava sobre a Katsura, e conforme falava, era possível perceber a diferença em seu olhar quando se referia a ela. "Katsura deu sua vida para dar outra chance a estes homens", "Katsura só tentou fazer a coisa certa". Embora fosse a primeira vez que ouvia seu nome, conhecer sua dedicação, feitos e qualidades, me faziam admirá-la imensamente. — Alguém capaz de abrir mão de sua felicidade para ajudar um companheiro em sofrimento... — esta última característica em especial me fez empatizar ainda mais pela Grey, pois remetia bastante à forma como eu me via e sentia, capaz de abrir mão de minha própria vida, se por aqueles que amo. Concluindo a explicação, Shion finalmente falou que o objetivo era justamente o de resgatar a Katsura, além de derrotar o Rei do Submundo. Como eu mesmo já havia dito, estava ali para ir até o fim, mas agora eu sentia que possuía cada vez mais motivos para lutar, tudo graças à sinceridade do Shion, bem como a confiança que ele nos transmitira.

Opus também aproveitou para esclarecer algumas coisas, ao passo que eu já ia me pondo em posição, no pedestal central. Após mais algumas palavras, Shion e Opus finalmente se prepararam para entrar. A Rainha Grey então falou "Tragam a mamãe e voltem vivos, os três por favor!". Aos poucos eu começava a entender as relações entre cada um ali. Mais uma vez, Shion fez um discurso inspirador, ao qual respondi em coro — Custe o que custar!

[...]

Com poucos passos, Shion e Opus sumiram de nossas vistas, deixando-nos apreensivos do lado de cá. Após alguns minutos de um silêncio tenso, um estrondo! Algo parecia tentar penetrar a barreira erguida pela Rainha Grey, felizmente esta parecia super resistente e imensuravelmente superior às minhas. — In-incrível!
Assim que percebi que o combate seria iminente, fechei meus olhos, como se buscasse concentração e ao abri-los, sombras negras surgiram ao redor dos meus olhos e minhas pupilas mudaram de cor. Eu havia desfeito aquele clone que ficara para trás coletando Chakra Natural, recobrando seu chakra e o utilizando para acessar o Modo Sábio dos Corvos! Ao fazê-lo, pude sentir — através do Kanchi — que uma legião de criaturas cercava a barreira, tentando entrar, mas sem sucesso. Infelizmente, no entanto, nosso desafio era ainda maior do que imaginávamos. Do lado de fora, atravessando a barreira como se ela sequer existisse, vinha uma figura conhecida. — Uchiha Tatsuo?! Quando reconheci que era um aliado, fiquei aliviado, achando que receberíamos reforços, mas seus movimentos seguintes contradiziam meu pensar. — O quê?! O que está acontecendo? — exclamei, olhando para a Raikage, mas esta parecia tão confusa quanto eu.

Junto de Tatsuo, uma horda de demônios surgiu, avançando ferozmente em nossas direções. Ciente de que meus movimentos estariam limitados por estar com a mão esquerda no pedestal, aproveitei-me do meu clone para conjuntamente realizarmos uma sequência de selos. Unindo minha mão direita à sua esquerda e compartilhando de um mesmo sistema de chakra, tentaria dar origem à minha Manifestação Carmesim. Caso obtivesse sucesso, quatro longos e flexíveis tentáculos de sangue infuso em chakra e potencializados com chakra natural, emergiriam de minhas costas, rapidamente estendendo-se na direção daquelas criaturas. Mesmo sem necessariamente olhá-las diretamente, eu possuía uma noção precisa da posição de cada uma daquelas bestas, por conta do meu Kanchi. Desta forma, tentaria conduzir os tentáculos com movimentos irregulares, para evitar que fossem desviados facilmente, e quando as criaturas estivessem próximas o suficiente — pelo menos 15 metros — tentaria perfurá-las com um golpe fatal na cabeça.

A contagem parecia ser de um demônio por pessoa, então eu tentaria acertar pelo menos dois deles, cercando cada um com dois tentáculos, para dificultar ainda mais uma evasiva. Meu primeiro alvo seria aquele que visava me atacar, mas simultaneamente tentaria eliminar também aquele que pretendia atacar a Naomi. — Ela é uma das ninjas médicas de nosso time, um suporte essencial! Eu sei que a Jūdaime-sama consegue se livrar facilmente desta situação, então é melhor tentar garantir a segurança da Uzumaki. — pensei. Caso conseguisse deter a criatura, sorriria para Naomi — que estaria apenas há um metro e meio de mim —, fazendo um gesto positivo com a mão direita.



Enquanto isso, meu clone já tecia alguns selos e preparava uma barreira, para caso fosse necessário defender-nos de um ataque iminente. Toda esta sequência de técnicas, somadas aos desgaste de vitalidade e chakra causados pelo sacrifício me fizeram ficar cansado e ofegante. — Tsc, que patético! A batalha mal começou e eu já estou perto do meu limite? Por sorte, eu havia em minha bolsa uns doces diferenciados. Ao ingerir apenas um destes, já conseguia sentir a diferença, pois o cansaço havia sido atenuado e até mesmo minhas forças pareciam restauradas. Enquanto aguardava o próximo movimento do adversário e tentava entender o porquê do Uchiha Tatsuo estar nos atacando, eu já ia coletando mais Chakra Natural.


1160 palavras

1750/2000 HP  | 1579/2350 (Eu) Chakra | 325/400 (Eu) Chakra Natural | 02/04Stamina | 250/250 Colar de Hathor
701/701 (Clone) Chakra | 000/400 (Clone) Chakra Natural
Considerações:
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Akihito
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Agony
Chūnin
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{ Porque eu nasci neste mundo!

HP: 765/1275 | CHAKRA 285/1625 | STAMINA: O3/O7 | VEL: 14m/s | TIQUE: 02/02






Apesar de ter tentado prestar atenção ao discurso de Hattori Shion enquanto em dor pelo sacrifício de sangue, outra coisa também falou mais alto do que minha própria atenção. Quase que de maneira inconsciente, levei a mão livre ao pescoço para coçar-me, assim perdendo grande parte das revelações e outros comentários dados pelo Hattori, apenas voltando a atenção quando ambos já estivessem cruzando a porta. O clone fez o mesmo, então não tinha chance alguma de eu recuperar aquelas informações por meios normais, mas eu pouco estava me importando com isso a esta altura. Então, um minuto de silêncio. Após o mesmo ter se passado, pude observar com o Byakugan que ao lado de fora da barreira criada por Angell Grey, uma legião de criaturas de aparência desumana e completamente monstruosa tentavam incessantemente destruir o poderoso muro, utilizando de todas as suas forças para tentar atravessar a barreira de chakra erguida pela outra. Dei uma leve risada, vendo os esforços fúteis de tais demônios.

— "Você fica aí achando a maior graça, e eu aqui tô morrendo de medo. Ai ai..." — O Clone dizia, enquanto coçava seu pescoço.

Mesmo assim, não eram risadas de entusiasmo, e sim de nervosismo e insegurança. Eu não fazia ideia do que aquelas criaturas poderiam ser ou de suas habilidades, então se o muro fosse quebrado, nós estaríamos por um fio de sermos completamente engolidos por esta treva submundana. Porém, o que acontecera logo em seguida fora muito pior do que eu sequer poderia imaginar. Ao longe, uma figura humanoide atravessava a barreira como se ela nada fosse além de uma mera ilusão. Com olhos carmesim brilhando na escuridão e revelando sua identidade mesmo sem dizer uma única palavra, eu conseguia reconhecê-lo.

— "Uchiha Tatsuo?! O que ele está fazendo aqui? Hey, o que diabos isso significa?" — Perguntava ao clone.

— "Problemas...E dos grandes." — A Duplicata respondera, sacando as espadas gêmeas de suas bainhas.

Após isso, o Uchiha mordiscou o dedo e levou sua mão direita ao chão, de onde uma invocação de seis grandes demônios fora feita. As criaturas desprovidas de visão corriam de maneira vigorosa, com intenção assassina. Não sabia os motivos de Tatsuo estar tentando atentar contra vossa vida, mas independentemente de quem seja, ainda sim deveríamos manter o sacrifício ativo. Virei parte de minha cabeça para o lado e acenei ao clone, dando a ordem de avanço. Não importasse o que acontecesse ou os custos, não poderíamos de maneira alguma permitir que aquelas criaturas se aproximassem do pedestal. Com a mão livre, retirei a espada do lado esquerdo e a deixei empunhada em caso de emergência, enquanto observava a duplicata perfeita abrir um sorriso em seu rosto. Com o Dõjutsu Hyuuga ativo, preparou-se para avançar de maneira bastante irresponsável, estando a frente de todos. Concentrando o chakra e ativando a Respiração do Evento, utilizou-se de toda a sua velocidade para avançar contra dois dos demônios, a cerca de vinte metros do local...

[...]

O Avanço era bastante arriscado, mas não era como se existisse uma segunda opção. O clone, enquanto avançava, realizou selos manuais e mirou contra a cabeça do primeiro demônio que entrara em seu caminho. As veias dilatavam-se cada vez mais enquanto o chakra se moldava nas lâminas gêmeas, indicando uma grande concentração de poder. Após finalizada a preparação, tentaria desviar-se do caminho do demônio quando estivesse a cerca de seis metros do mesmo, então girando no mesmo momento do desvio e realizando uma pirueta em meio ao ar, segurando o cabo das espadas de maneira invertida enquanto tinha a intuição  de decepar a parte superior do crânio da besta.

— "Breath of The Wind, Sixth Form: Kokufuu Enran!" —

O Chakra da natureza vento condensava-se para um singular superataque com intuito de separar por completo a ligação do cérebro com o corpo do demônio, prezando por uma eliminação rápida em um ponto supostamente menos resistente, gerando uma poderosa onda de ventos ao impacto da lâmina. Não sabia dizer qual a resistência do pescoço da criatura, então optou por um ataque mais direto em meio a um desvio. O intuito do pulo era de simplesmente evitar algum contra-ataque pela frente/terra, assim dando-lhe a liberdade de executar o movimento letal pelo ar. Caso tivesse sucesso ou não, imediatamente se utilizaria de seu impulso para alcançar o demônio mais próximo, e caso o primeiro tivesse sobrevivido ao primeiro ataque, tentaria também chamar sua atenção. — "Agora a diversão vai começar!" — O clone pensou. Realizando uma sequência de selos manuais por mais uma vez enquanto estivesse próximo o suficiente do demônio o qual estava a mirar, colocaria uma das espadas apontada para frente enquanto a outra teria sua lâmina virada para trás. Concentrando o chakra e colocando-se bem próximo da criatura desumana, realizaria o trunfo da Respiração do Vento: A Oitava Forma.

— "Breath of The Wind, Eighth Form: Sho Rekkaza Kiri!" —

Após a canalização do chakra, girou em seu próprio eixo movendo as espadas em um ataque circular, enviando duas enormes lâminas feitas inteiramente de ventos. O turbilhão caótico em conjunto com as lâminas que cobriam tanto a frente como a traseira em um raio de sete metros, com intuito de aniquilar por completo o corpo de tudo aquilo que estivesse em seu alcance, utilizando-se de seu poder máximo para obliterar os inimigos infernais que ali ameaçavam a vida de seus companheiros. Apesar disso, caso tais ataques não funcionassem, ainda sim usaria um último recurso com as lâminas gêmeas. A manipulação dos ventos concedida pelas mesmas enfim entraria em ação, com primeiramente o clone do Hyuuga impulsionando-se ao ar com poderosos ventos criados ao chão. Após isso, miraria contra um único demônio - De preferência o que estivesse mais ferido - Então cobrindo com os ventos e girando em meio ao ar, caindo sobre o corpo da criatura em altíssima velocidade, como se fora uma lança. O impacto do golpe talvez pudesse até mesmo gerar uma explosão de ventos e poeira, mas tudo tinha o intuito de eliminar tais seres o mais rapidamente possível. Para Kagaya, a Respiração do Vento era invencível...Não aceitaria tão facilmente que seres irracionais desprovidos de qualquer liberdade e ainda habitando as profundezas deste mundo viessem a superar suas habilidades. Seria uma vergonha, afinal.




Informações:


KAGAYA HYUUGA, GENIN, UZUSHIO.


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"I Just live to Fall."

FP | CJ | Banco | GF
| MOD AG | Inventário AG || [História] — Blood Moon
Agony
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Bahko
Chūnin
-x-
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Uzumaki Naomi

Hora do Crepúsculo

Uma dor passou por Naomi assim que colocou a mão sobre o pedestal, imediatamente sentiu uma fraqueza ao sentir que chakra e força vital foram drenados. Uma careta apareceu no rosto da médica, mas assim que a dor passou, infelizmente não por completo, notou algo: silêncio na mente. A voz que a atormentou pelo caminho havia sumido, deixando agora com que apenas a consciência da chunnin pudesse falar consigo mesma, trazendo um certo alívio para a mente. Enquanto isso, Shion estava conversando e definiu uma estratégia que a princípio pareceu a melhor, deixando Angell, a Maior Ninja Médica do Mundo, como o escudo do grupo. Um gosto amargo veio à boca de Naomi. "Ainda não sou forte o suficiente para poder ir até a linha de frente, mas irei curar a quem for necessário." Pensou, consigo mesma. Nisso, olhou para Akira Haru. -Se precisar de cura, só me avisar.- E soltou um sorriso esbanjando confiança, que logo sumiu quando viu uma barreira de água se erguer.

Quando a barreira subiu, Shion e Opus já haviam subido as escadas para um possível palácio, algum tempo se passou e o barulho de algo batendo contra a barreira começou a ecoar causando um certo clima de terror dentro da barreira. Logo mais, um homem simplesmente passou pela barreira como se ela não estivesse ali. Uchiha Tatsuo entrou na barreira, o nome que já fora citado antes, e por ser alguém muito conhecido no mundo ninja, até sua aparência é renomada. Após entrar a barreira, o homem de olhos escarlates realizou selos de mão e um grupo de demônios foi invocado dentro da barreira. Os demônios começaram a correr e logo mais iriam chegar até a primeira parte do pentagrama, nisso Naomi olhou para o Fuin Kage Bunshin que correu em direção ao demônio que estivesse mais próximo para tentar o conter com o fuuinjutsu, sem certeza de nada. -Para quem já está no inferno, abraçar um demônio não vai fazer muito estrago.- Soltou a frase, enquanto isso, o clone "comum" que estava ainda junto de Naomi foi para frente, ficando a 50 centímetros de distância, começou a liberar raios roxos ao redor de si e da original utilizando o Raiton: Shiden, preparando um pilar de raios para tentar defender de qualquer ataque que pudesse vir dos demônios invocados e deixando o campo de visão aberto, ainda deixando o Kawamiri no Jutsu preparado. Devido ao jutsu utilizado, não conseguiu prestar atenção na fala do Chinoike, já que o som dos raios estavam atrapalhando a audição e assim não conseguiu sequer notar o movimento utilizado pelo responsável da Vila da Folha.

Considerações:

HP: 1875-750+50=1175/1875 CH: 1087+1012+317+75-1270-38=1183/3175 CH 2: 1012-75=937/1012 ST:02/07



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Bahko
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Angell'
Lenda Ninja | Sannin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Dwqqy2b
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Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3500/3500 | CH: 5020/9700 | CN: 000/400 | ST: 01/22 ]
[ Byakugou no In: 000/500 | Byakugou no Jutsu: 01/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


A dor se atenuava conforme os segundos passavam, mas o mesmo não acontecia com a sensação que Angell tinha de que suas energias – tanto espirituais quanto físicas – e seu sangue estavam sendo arrancados de si. Porém, sua atenção continuava mais voltada ao que seu Tenseigan enxergava ao seu redor – e isso, agora que sua correspondente havia erguido uma barreira para proteger todo o grupo, para dentro e para fora da dita cuja –, e sua mente continuava levando quaisquer detalhes em consideração. Os grunhidos e as expressões incômodas dos presentes também iam se atenuando com o passar do tempo, mas não desapareciam. A kunoichi da Pedra se oferecia para socorrer especificamente o raikage... mas – e sobretudo com a aproximação e a investida repentinas, apesar de não efetivas, dos demônios à barreira de sua correspondente – a azulada já se perguntava se mesmo ele poderia ter tempo para pedir por socorro se viesse a precisar. Dizemos... isso porque, até aquele momento, a situação parecia sob completo controle, porém, poucos instantes depois, alguém atravessou a barreira como se a dita cuja sequer existisse. Bem como os demais presentes, Angell se espantou de início; o que Tatsuo estava fazendo ali no inferno?, por onde tinha vindo?, como havia alcançado o grupo? Mas, em seguida, e graças às atitudes dele, ela fez questão de ignorar cada um daqueles questionamentos e se preparar para enfrentá-lo; independentemente do motivo, ele havia dado a entender que sua missão inicial era proporcionar a passagem daqueles demônios de fora para dentro da barreira que os continha até então.

Angell estreitou seus olhos floridos. Abusando de seu talento quanto ao elemento terra e quanto à arte do ninjutsu, além das particularidades de seu clã, enviou chakra doton de seu interior ao chão logo abaixo de seus pés através dos tenketsus na sola dos mesmos, e o espalhou ao redor do círculo que os cinco pedestais de fora formavam. A cerca de uns 20 metros de distância deles, transformou uma rodela vazada do chão de terra em lama, querendo criar uma faixa pantanosa irregular pela qual os demônios de Tatsuo teriam de passar se quisessem continuar o avanço contra o grupo, mas, ao mesmo tempo, que não atrapalhasse aproximações ou outras possíveis movimentações dos clones que uns dos presentes haviam deixado mais afastados dos pedestais. Do fundo daquela poça de lama, querendo interceptar de uma vez por todas o demônio que vinha em sua direção, Angell faria se erguerem, quando ele já estivesse para atravessar, duas estacas de terra – a da direita se inclinando para a esquerda e a da esquerda se inclinando para a direita –, a fim de empalá-lo com um “X” enorme bem no meio do corpo. Para lá dele, apenas 2 metros acima da cabeça de Tatsuo, que parecia que permaneceria parado no mesmo lugar, criou e já derrubou uma tampa de barro em forma de javali. Para cá dele, expandiu seu chakra medicinal através de sua barreira curativa mais poderosa, enquanto puxava a essência da terra para si para recobrir seu corpo todo com uma armadura resistente.


“But it’s the only thing that I have.”


Informações:
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Angell'
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Senko'
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A Hora do Crepúsculo
Uzushiogakure
O grupo de ninjas organizou-se rapidamente diante ao ataque dos demônios invocados por Tatsuo. A epopeia estava sendo escrita duma maneira inspiradora, mas tudo aquilo culminaria na morte deles. A caverna era escura, mas a luminosidade que saía do lado portão do Inferno que estava aberto auxiliava os shinobi.

O primeiro a movimentar-se foi o clone de Kagaya. Num instante, estava a 20 metros do pedestal do original, avançando descontroladamente contra as bestas. Enquanto o clone realizava o último selo e rodopiava para os acerta, as garras da primeira besta atravessaram o clone sem piedade, fazendo-o se dissipar. Atrás do clone dissipado, um grande círculo de lama havia se formado logo abaixo dos pés dos shinobi. O movimento inteligente dificultava a movimentação dos demônios que, ao entrar em contato com a lama, não reduziram a velocidade e continuaram com a sua investida, mas acabaram se desequilibrando e deslizando pelo campo de batalha.

Hope tratou de prontamente fincar a réplica do seu cajado na fera que caiu a sua frente. Angell empalou a besta que foi em sua direção. Naomi era uma mulher independente, o seu clone não precisou de ajuda para atravessar o demônio com o clarão de raios que iluminava a escura caverna, mas, como consequência da inércia do seu ataque, atingiu também o chão, enfraquecendo um pouco da lama que foi eletrocutada no processo. Um dos tentáculos do Chinoike já foi capaz de parar a criatura que lhe ameaçava, e como o outro não precisava mais salvar a Uzumaki, foi diretamente para a besta que o clone de Kagaya não tinha conseguido matar, amassando-o no chão.

No meio de toda a confusão, o último demônio capotado ficou muito perto de Akira. Ele tentava se locomover, mas a lama era espessa e começava a afundar o demônio. Mas ele lutava, ele tinha uma missão, com sua força bruta se erguia e se preparava para atacar. Akira, sem pensar, utilizou sua explosão de Bakuton para minar o monstro. E deu certo, o monstro foi reduzido ao pó. Contudo, a combustão gerada pela explosão entrou em reação com os gases da caverna e acabou se alastrando por todo o lado, queimando todos os 6 ninjas. A dor era insuportável. Como se não bastasse a dor pelo sacrifício constante, agora tinham a explosão também.

Porém, a tampa gigante que Angell colocou sobre Tatsuo pareceu ter surtido efeito. Por algumas dezenas de segundos, nada se ouviu vindo daquela direção, só se ouvia o barulho do fogo consumindo e sendo apagado. Era estranho... Kagaya e Angell podiam ver uma espessa nuvem de chakra, não tendo a certeza se Tatsuo estava vivo ou não.

— Por que você diz isso, Akira? — Tatsuo apareceu do nada, logo a frente do Raikage, exalando um Sakki tremendo na direção do líder de Kumo. Assim como ele fizera meses atrás, levou a sua mão até os cabelos de Haru, logo atrás das orelhas, e, sem abrir os olhos, disse. — Você não precisa brincar dessa forma, amiguinho. — Por um instante, Akira estava paralisado. Tatsuo, foi levando as mãos ao pescoço, pronto para enforcá-lo, quando sentiu que um projétil vinha em sua direção: o cajado de Hope. O bastão atravessou o braço esquerdo do ninja no momento em que ele estava tangível. Não urrou de dor, apenas sumiu de novo diante dos olhos de todos ali.

No mesmo instante, aquela tampa partiu-se em pedaços com um grande clarão de um raio. Obviamente era Tatsuo. — Louvada mãe... — dizia em voz alta. Nesse momento, eles poderiam sentir um chakra absurdo saindo de lá, assim como um vento que empurrava toda a fumaça gerada contra eles. — ...Salvai-nos. — “Salvai-nos?”. Sim... minha Lilith tinha jeito para as coisas. O braço esquerdo de Tatsuo foi arrancado e deu lugar a um braço de cor esbranquiçada. Os olhos do Uchiha já não brilhavam só em carmesim, mas em roxo, também, um olho de cada cor. Apareceu também com diversos pingentes e adornos pretos pelo corpo. O que significava tudo aquilo? Por que ele havia se referido no plural?

— Vocês têm aproximadamente... 98,76% de chance de fracassar. Querem continuar? — Uma voz diferente, masculina e robotizada, falava com o grupo. Em meio a fumaça, um corpo com os mesmos olhos de Tatsuo saiu.

— Estou louco para esmagar esses crânios. — Mais um saiu da fumaça com os mesmos olhos. Esse era incrivelmente alto, de cabelos negros. E muito, muito musculoso. Muito. Musculoso. Tinha diversas cicatrizes pelo corpo, até pela bochecha. No pescoço, uma coleira de metal. Era quase um animal.

— Hm... aquele ali parece ser uma ótima oferenda para o meu ritual. Não para Jashin, mas para Lilith, agora. — Os cabelos lisos e castanhos do homem que era, provavelmente, o mais elegante da caverna não conseguiam esconder o olhar sádico e psicopata daquele ser. Novamente, os olhos diferentes só pioravam aquele semblante.

— ... — Esse era estranho, não disse absolutamente nada. Tinha uma pele clara e cabelos negros bagunçados. Fez alguns sinais com a mão para os outros e exibiu um sorriso malicioso, ostentando os olhos de Tatsuo.

— Vamos logo com isso. Aceitem a derrota, curvem-se a Lilith e nada acontecerá. E a sua última chance. — disse uma voz feminina muito familiar para os ouvidos de Angell e de Akira. Uma mulher de cabelos claros que há muito tempo não era vista.

Considerações gerais:

Senko'
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Raves
Chūnin
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Palavras: 0
A Hora do Crepúsculo
"Merda." Foi a única coisa que Akira conseguiu pensar, antes de ver a todos que estavam no recinto serem atingidos pela combustão explosiva de sua técnica, incluindo a si próprio. As queimaduras rapidamente se alastravam pelo corpo, causando-lhe um enorme dano, embora uma parte significante chegasse apenas a queimar suas roupas, um grito sofrido escapava dos lábios do Raikage. - Desculpem-me, eu não... - Mesmo com dificuldades tentava se desculpar, não imaginava que uma reação dessas poderia ocorrer, fazendo-o hesitar por um momento enquanto sentia suas energias serem tomadas pelo sacrifício mais uma vez. "Se não fosse a cura dela... já estaríamos... mortos... por minha culpa." Pensava olhando de relance para Angell, mas não tendo coragem para fita-la nos olhos, um gosto amargo preenchia a boca do rosado.

De repente, uma tremenda pressão fora exercida contra seu corpo, travando-o ao mesmo tempo que ouvira as palavras de alguém que pensava ser um conselheiro. "Por que... P-Por que está agindo assim?" Paralisado, Akira parecia estar em transe contra o semblante sereno do moreno. Não conseguia sequer raciocinar direito, uma crise de sentimentos atingia seu corpo e coração, enquanto aquela vontade sanguinária retirava quaisquer forças que poderia obter de seu espírito benevolente.

Novamente, precisou que um de seus aliados o salvasse para que nada pior acontecesse. Sua respiração estava ofegante, muito ofegante, de seus olhos pequenas lágrimas já se formavam pelo medo que sentira naquele momento. Não prestava atenção nem as palavras de Tatsuo depois disso, ainda tentando se recuperar da pressão que sofreu em instantes atrás...

Mas não tinha recuperação para o que estava por vir em seguida.

Vozes se manifestavam, silhuetas em meio a fumaça ganhavam vida, pessoas que deveriam estar mortas surgiam diante aos olhos do Raikage. A primeira não reconheceu muito bem, apesar de ser levemente familiar, porém sua ameaça em conjunto da quantidade de energia que extrapolava apenas com sua presença fazia qualquer resquício de coragem sumir dali. A terceira pessoa também não reconhecia, mas também não fazia questão de conhece-la pelas circunstâncias que apresentava.

Contudo, o restante delas Akira conhecia muito bem. "Kressel Exylarius..." A segunda figura era ninguém menos que Kressel, um Nukenin de Kumogakure, que embora tivesse uma classificação um tanto subestimada, era evidente que se tornaria um perigo colossal se não fosse controlado o quanto antes, mas relatos diziam que o mesmo tinha encontrado seu fim ao sucumbir para sua própria loucura...

Diante a quarta figura... Akira estava atentado a fazer uma piada, mas naquela situação ficava sem palavras com tal espanto. "Então era aqui que você estava todo esse tempo? ...Uzumaki Bahko." Não conseguia segurar mais as lágrimas, reencontrar seu amigo e companheiro de time naquelas condições era algo insuportável. O sorriso malicioso do rapaz fazia seu corpo arrepiar, lembrava-se perfeitamente que era por aqueles gestos - tão simples, mas tão genuínos - que conseguia identificar as vontades de seu colega.

"Não... NÃO! NÃO, Você NÃO pode estar aqui!" Akira perdia suas forças, quebrado, apenas sua força de vontade lhe mantinha segurando o pedestal, pois ao recordar daquela voz... o mundo pareceu escurecer. - Ta... Takane-sama?.

[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Hp210HP: 2220/3025 [A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 XQKY0 CH: 2816/5525[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 6b80b9965b1ec4d47c31d7eccf8ce4b0---cone-amarelo-rel--mpago-by-vexels ST: 00/10[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 Org.easyrpg.player CN: 000/400

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Considerações:

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Raves
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Akihito
Tokubetsu Jonin
[A Hora do Crepúsculo] Uzushiogakure - Página 2 73318106e2edc17140311913c4ae2bdb
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[A Hora do Crepúsculo]

Bakuton no Baka!

Com um movimento precipitado e um pouco impulsivo, o primeiro a reagir foi Kagaya. Se não fosse pela ação rápida da Jūdaime-sama, provavelmente veríamos mais um shinobi do Redemoinho sucumbir. A Hokage habilmente criou um foço de lama ao nosso redor, que embora não tivesse freado completamente o avanço das bestas, foi suficiente para dar tempo de reação a todos os demais. A Uzumaki, por exemplo, conseguiu finalizar a criatura que ia em sua direção antes mesmo da minha intervenção, o que me fez redirecionar meu ataque para o demônio que fitava o Ubayashiki. Porém, quando achei que todos haviam finalmente encerrado seus adversários...
— Aaargh! — um urro de dor, precedido de um estrondo e um clarão que me cegou por alguns segundos. Embora eu não tivesse visto nitidamente o acontecido, eu o havia sentido, através do Kanchi. A Raikage, provavelmente num ataque de desespero, acabou queimando a todos, nos causando danos severos e feridas dolorosas.

Foi apenas um átimo de segundo, talvez sequer tenha sido voluntariamente, talvez tivesse sido apenas meu próprio instinto, mas quando senti o chakra que saíra da mão da Raikage se alastrar por toda a caverna e se aproximar de mim, minha primeira preocupação foi com a possibilidade de eu tirar a mão do pedestal, por conta da propulsão do golpe. Se eu por acaso, mesmo que acidentalmente, tirasse a mão daquele pedestal... não! Eu não deveria nem pensar nisto! Em um ato de puro reflexo, concentrei um punhado de chakra em minha mão e o utilizei para "grudá-la" na superfície do pedestal, reforçando minha fixação neste. A cura fornecida pela Hokage havia atenuado o dano e as dores pelo sacrifício constante, mas agora, com as queimaduras, a dor que sentia parecia bem mais intensa; ainda assim, era preciso resisti-la.

Retornando minha atenção ao campo de batalha, percebi que Angell-sama havia conseguido aprisionar o Uchiha Traidor com seu jutsu, então me espantei quando primeiro senti, depois enxerguei, Tatsuo já ao lado da Raikage. — Mas como... ??
A intenção assassina que o Uchiha exalava era tremenda! Assustado, vi que o adversário estava prestes a enforcar a Raikage, mas eu não conseguia intervir. Minhas pernas tremulavam, meu corpo não respondia à minha vontade. Como se estivesse preso em um genjutsu, fui "liberto" daquele transe graças à interferência da Rainha Grey, que parecia ter sido a única a não se deixar abalar, atacando o Uchiha. Quando me dei conta do papelão que havia cometido e quais as consequências que poderiam ter decorrido de minha covardia, estapeei meu rosto, como forma de voltar a mim. — Não, novamente não! — proclamei em mente, lembrando que o mesmo ocorrera em Nazjatar.

Mais uma vez, usando de algum truque que eu ainda não havia compreendido, Tatsuo sumiu de vista. — Será algum tipo de velocidade absurda? Não, não é isso... Quando ressurgiu, pude sentir um aumento imenso em seu chakra, provavelmente fruto da transformação pela qual passara. Após ele, outras cinco figuras desconhecidas surgiram. Todos pareciam poderosos e assustadores, além de ostentarem o mesmo olhar heterocromático do Uchiha. Os inimigos eram sem dúvidas fortes e imponentes, aliar-se a eles parecia algo lógico. Mas mesmo assim, quando pressionado pela mulher de cabelos prateados... cuspi no chão, como forma de nojo e rejeição! Para defender o que acredito, eu não voltaria atrás dos meus princípios e da minha palavra, nem que isso custasse a minha vida!

Pronto para a retaliação iminente, mais uma vez uni as mãos com meu clone, fazendo um selo em forma de cruz. Com isto, este clone sumiu, mas não antes de um outro surgir. Diferente do anterior, este clone partilhava das mesmas características de Modo Sábio que eu. Ingeri mais um doce similar ao de anteriormente e mantive o clone ao meu lado, prontos para o combate.




689 palavras

2000/2000 HP  | 1222/2350 (Eu) Chakra | 200/400 (Eu) Chakra Natural | 01/04Stamina | 250/250 Colar de Hathor
972/972 (Clone) Chakra | 200/400 (Clone) Chakra Natural
Considerações:
Informações:
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Akihito
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Agony
Chūnin
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{ Porque eu nasci neste mundo!

HP: 820/1275 | CHAKRA 831/1625 | STAMINA: O3/O7 | VEL: 14m/s | TIQUE: 01/02






Mesmo com a utilização da Respiração do Evento e de uma das formas mais poderosas, o clone nada fora capaz de fazer. Sucumbindo facilmente a primeira das bestas, nada pude expressar além de decepção. Ele havia sido bastante imprudente em atacar a criatura de frente, sem nem mesmo teorizar sobre suas capacidades. Talvez eu fizesse o mesmo, afinal, ele era um reflexo de minha própria pessoa. Porém, antes que os seres demoníacos pudessem se aproximar, a poça de lama criada pela Rainha Hattori me salvou de uma morte certa. Permaneci com a mão no pedestal, focado enquanto o sacrifício era continuado em prol do retorno de Shion e Opus. O Idiota do Raikage conseguiu quase nos matar com seu próprio ataque, nos queimando de um maneira brutal que quase forçou-me a tirar a mão do pedestal. Mesmo com as queimaduras ardentes e sentindo meu corpo derreter, ainda man tive a postura e em meio a dor agonizante e insuportável, tinha o objetivo de continuar ali até o fim, não importasse o custo.

Então, após o silêncio ensurdecedor, o Uchiha traidor aparecera na frente do Raikage, pronto para executá-lo, quando um dos aliados arremessou seu cajado, atravessando e decepando o braço esquerdo do detentor dos olhos carmesim. Havia conseguido notar uma nuvem de chakra densa antes do aparecimento do mesmo, mas tudo piorou após o Uchiha renascer a partir da posição onde havia sido supostamente esmagado por uma técnica de Angell. Com um braço esbranquiçado e pedindo para que alguém os salvasse...Mas, no plural? De repente, uma nuvem de fumaça fez-se a outras cinco figuras diabólicos que possuíam os mesmos olhos dos Uchiha apareceram. Cada uma parecia ter a força de mil homens, apenas a presença daqueles seres me fazia ficar completamente paralisado. Eles pediram para que nós desistíssemos de tudo, talvez aquela fosse uma boa escolha. Eu estava completamente transtornado, aquilo não poderia ser real. Eu estaria morto em segundos se não cooperasse. Mesmo assim, eu não queria dar o braço a torcer. Lágrimas desceram de um de meus olhos, eu tinha certeza de que aquele era o fim da linha. Por mais que tivéssemos a chance de vencê-los, ainda sim...Eram quase inexistentes. Não consegui nem mesmo cortar a cabeça de um dos lacaios daquele homem, imagine derrotar seu próprio invocador. Era algo inimaginável. A Raikage havia desmaiado, e eu era só um genin. Não havia como vencer, minha morte era certa...Eu queria apenas desistir. Se de alguma maneira aquilo pudesse prolongar minha vida para que eu conseguisse cumprir minhas promessas, eu faria de tudo. Não conhecia nenhum daqueles aliados, não deveria me apegar a eles. Mesmo assim, eu estaria cedendo a mim mesmo para a escuridão. Meus dentes rangeram, a intimidação daqueles seis me faziam tremer, quase vomitar de desespero. Quase arranquei a mão do pedestal para correr em direção a eles e tentar me salvar, mas poderia ser uma decisão idiota. Não sabia mais o que fazer. Mesmo assim, se qualquer um de nós fosse atingido, perderíamos o contato do sacrifício e assim terminaríamos aniquilados. Era um beco sem saída. Sou um fracote, alguém sem esperança ou poder. Nem mesmo conseguia sacar o cabo de minha espada, e para piorar, minha mão agora está a um triz de ser arrancada do pedestal. Era a vontade instintiva de sobrevivência: Correr para o lado mais seguro. Eu não sabia mais o que era certo ou errado, eu apenas queria prolongar minha fútil existência. Estava quase babando, resistindo a tentação de deixá-los para trás, mas ainda na tentativa de avançar para uma falsa esperança em meio àqueles seres monstruosos. Meu lado covarde gritava mais alto que o resistente, seria apenas questão de tempo até que eu finalmente cedesse ao desespero e terror. Por mais que muitos considerassem uma atitude abominável...Um homem desesperado vendo sua vida diante de seus olhos frente a um terror invencível jamais conseguiria tomar uma decisão por conta própria. Os instintos falam mais alto que a mente...A sobrevivência própria...É mais valiosa que tudo, neste momento de horror.




Informações:


KAGAYA HYUUGA, GENIN, UZUSHIO.


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"I Just live to Fall."

FP | CJ | Banco | GF
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Agony
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Bahko
Chūnin
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Uzumaki Naomi

Hora do Crepúsculo

Como toda batalha que se preze, tudo aconteceu muito rápido. O clone do garoto sem educação da vila do Redemoinho foi eliminado com muita facilidade, logo o chão se tornou um lamaçal que fez com que as bestas se desequilibrassem e caíssem, facilitando muito o ataque do grupo. Inclusive um fora atingido pelos raios de Naomi, mas o jutsu de Raiton se misturou ao de Doton, fazendo o mesmo perder um pouco da força. Tudo estava dando um pouco certo, até que a última besta foi na direção de Akira Haru. Com um único golpe, uma explosão se espalhou pela caverna, fazendo com que as chamas se espalhassem pela caverna, queimando o demônio e o grupo. A queimadura começou a arder fortemente e por pouco Naomi quase soltou a mão do pedestal, mas foi firme e se manteve com a mão esquerda ainda parada.

Já não bastasse a explosão, o pedestal continuou causando dores ao puxar o chakra e a vitalidade de Naomi, mas graças à Rainha Hattori, um pouco da vitalidade havia retornado. Agora, se tornou uma questão de orgulho para Naomi ter que curar o grupo e estrear uma nova técnica criada pela médica, mas antes, algo indescritível aconteceu. Tatsuo, que estava preso sobre a tampa invocada por Angell, apareceu ao lado de Akira, falando e exalando uma sensação de morte. Sem conseguir reagir, Naomi ficou parada sentindo a sensação de que poderia morrer a qualquer momento pelas mãos do Uchiha, as pernas estavam tremendo. "Ele é poderoso demais. Espera, o que estou pensando? Sou aquela que irá curar o mundo. Quem ele acha que é para tentar botar medo em mim?!" Pensou consigo mesma, tentando primeiro se acalmar, controlar todos os músculos junto com a respiração para retomar o controle do próprio corpo. A futura Maior Ninja Médica do Mundo não pode se deixar levar por um qualquer que simplesmente chega achando que pode a matar. "Não irei morrer porque viverei para sempre, me curando. Não importa quem me diga o contrário!"

De qualquer jeito, logo um cajado foi lançado na direção do Uchiha que foi acertado no braço e desapareceu novamente, mas em seguida a tampa explodiu emanando um chakra poderosíssimo. Tatsuo conseguiu crescer um braço de uma cor diferente, um dos olhos mudou de cor, ficando roxo e mais 5 pessoas apareceram, com o mesmo par de olhos. Todos foram falando algo, apenas um ficou quieto. -Que foi garoto? Um gato comeu a sua língua?- Perguntou a médica para aquele que não havia soltado uma palavra, até que uma garota de cabelos claros começou a falar. Naomi a reconheceu dos livros que leu sobre a história da vila, a antiga Tsuchikage que havia desaparecido, Takane. Quem pareceu mais impactado fora Akira ao ver uma pessoa que parecia muito próxima. -Akira Haru, se eu tiver que ir até aí te dar um tapa, você irá se arrepender!- Disse Naomi sem papas na língua.

Iniciando o processo de cura geral, primeiramente a original e o clone ativam o estilo de luta Hīringureizu, sentindo as células começarem a receber uma descarga de energia, dando mais velocidade e em seguida ambas realizaram juntas os selos de mão, criando um domo cobrindo apenas o grupo que estava com as mãos no pedestal e chakra médico começou a ser enviado pelo ar, tentando curar as pessoas que estão com as mãos sobre o pedestal, inclusive a Naomi original. Vendo que a técnica havia consumido muito chakra, uma fala foi direcionada para a Rainha Hattori. -Não queria isso, mas terei de contar com você para me ajudar a curar todo mundo. Só não fica se achando!- Disse, mas não deixando o ego de lado.


Considerações:

HP: 1175+50+700+201-200-188=1738/1875 CH: 1183+75+317-318-50-345=862/3175 CH 2: 937-50-345=542/1012 ST:03/07



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Bahko
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