NOVIDADES
Atividades Recentes
Eclipse
Arco 05
Ano 18 DG
Verão
Quando a Hydra desfez o selo da Lua, que era guardado pelos olhos de Uchiha Sasuke, um fragmento dela não foi a única coisa que caiu na Terra: uma criatura que representava a vontade de Kaguya também retornou. Conhecido tempos atrás como Kuro Zetsu, mas esquecido pelas novas gerações, ele novamente se misturou com o chakra, tornando-se quase indetectável. Desde que escapou, ele veio cumprindo seu papel de vigiar e guiar o mundo ninja a seu retorno.

Após certo período analisando a líder da antiga organização Hydra, Azshara, ele soube que ela poderia ser útil e se manifestou diante dela, mostrando sua forma gosmenta. Em meio à explicação mais detalhada dele sobre Kaguya e seu povo, Azshara confirmou sua teoria: se ela consumisse o fruto da árvore divina, ganharia a chance que tanto queria de restaurar seu corpo a um estado antigo. Porém, parte do processo exigia trazer Kaguya de volta, e, para isso, seria necessário romper um último selo. E, com Uzumaki Naruto morto há décadas, só restava utilizar a portadora de cabelos vermelhos do selo do Sol, Grey Katsura, que havia retornado ao mundo conhecido em uma missão secreta em busca de alguém.

Enquanto isso, o mundo ninja se organizava. Dessa vez, sem um inimigo em comum para unirem forças, as nações voltaram a trabalhar com um só foco: fortalecerem a si próprias. Kiri se expandiu ainda mais, tornando-se a maior nação shinobi; logo atrás, em um ritmo acelerado, vinha Iwa, com sua nova gestão; em seguida, Kumo, também de nova gestão; por último, Konoha ainda juntava os cacos de duas grandes feridas provocadas pela perda de dois nomes fortes, a liderança da vila focava em uma nova gestão e uma forma de, assim, retomar sua potência entre os grandes vilarejos ninja. Por outro lado, Suna infelizmente encerrava seu recrutamento militar: a vila não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento do mundo shinobi e focou apenas em seu comércio de especiarias.
... clique aqui para saber mais informações
SHION
SHION#7417
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Candy
SraCandyCandy#9368
Candy é jogadora de RPG's desde 2015, encontrando o RPG em Fevereiro de 2022, enquanto navegava pela internet tirando dúvidas sobre Naruto. Apaixonou-se pelo modelo de RPG narrativo em seguida, e segue jogando desde então. Entrou para a equipe em novembro do mesmo ano, atuando como moderadora hoje se especializou ao atendimento ao publico. Fora das telinhas é estudante de Medicina e torcedora do Vasco da Gama, assim como possui uma afeição enorme em beber e frequentar festas (me convide).
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
gogunnn#6051
Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Entre idas e vindas, contribuiu com a criação do sistema do RPG em atual vigor, participando ativamente durante os anos seguintes na manutenção dele. Após um breve período fora, está de volta trabalhando diretamente no sistema de regras, criando novas, reconstruindo velhas e readaptando-as a uma nova realidade. Fora daqui, é escritor com obras publicadas de forma independente e tradicionais.
HALL DA FAMA
TOP APOIADORES
Torne-se um Apoiador!

SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
”Palácio”:
”Fonte”:
”Bosque Sagrado”:
”refúgio subterrâneo”:
”Vista Panorâmica:


Apesar de serem discretos, retraídos e modestos, por vezes um Grey anseia por conforto e luxo. O Palácio de Cinzamarca é uma construção de imensas proporções, de arquitetura neogótica, baseado em design nas construções de magnânimos indivíduos da nobreza Grey. Rico em detalhes, qualidade de matéria-prima e mobília suntuosa, deslumbra olhares de visitantes, por vezes surpreendendo a própria Allannia Grey. A mais alta de suas torres possui 12 andares, ligeiramente maior que as demais, enquanto as restantes medem “apenas” 10 andares. Limitam-se em uma torre central e cinco adjacentes, totalizando seis construções ao redor. Por mais que sejam diversas, nem todas estão ocupadas ou mobiliadas apropriadamente, por ser dispendioso, denotando que as condições da família não são tão boas quanto nos dias áureos de sua idealização

As torres possuem a coloração de um tom profundo de alabastro, embora no topo de cada uma das torres, os detalhes sejam de um tom de cinza que contrasta com os detalhes intrínsecos da construção, dando-lhe assim o nome de “Cinzamarca” por conta disso. Pontes interligam cada uma das torres menores, sendo completamente concretadas em altura e largura, dando a impressão de ainda estar nos limites do cômodo anterior, embora breves frestas estejam presentes e permita tanto a passagem de luminosidade quanto a possibilidade de uma vista privilegiada. É impossível acessar a torre principal através das circundantes, sendo acessível apenas a partir do portão principal.

Diferentemente de um castelo convencional, geralmente fortificado, Cinzamarca não possui muros altos, embora tenha certa proteção. Os muros possuem 4 metros de altura, consideravelmente menores que as torres, mas não tão difíceis de acessar para um shinobi, construídos unicamente com o intuito de impedir a entrada de cidadãos comuns, animais indesejados e curiosos. Há apenas um acesso principal que permite a transposição aos muros sem esforços, possuindo áreas específicas para vigilantes, geralmente NPC’s Guarda, caso estejam habilitados.

Após o acesso principal, há uma área livre espaçosa que serve como jardim, possuindo uma fonte em seu centro, rodeada por estátuas angelicais, e um bosque, a qual sua família frequentemente reza aos deuses por dias melhores e prosperidade. É também a partir do bosque que o refúgio da família está localizado, sendo uma área subterrânea de difícil acesso, na qual informações, segredos ou itens de valor são guardados distante da construção principal. Além do bosque e do Jardim, existe o portão principal, uma entrada de aproximadamente 5 metros de altura, dita ter sido feita para abrigar um gigante caso ele pudesse entrar.

Em seu interior, diversos vitrais adornam a construção, além de estátuas, quadros e mobílias de luxo. A torre principal possui uma vasta quantidade de cômodos, possuindo uma gigantesca biblioteca, um salão de música para o piano particular de Allannia e diversos outros instrumentos musicais. O salão principal possui uma espécie de trono, a qual o proprietário senta-se ao receber seus convidados ou hóspedes, embora seja meramente cerimonial. No térreo localiza-se uma fonte ligeiramente menor que a observada em seu jardim, embora tão rica em detalhes quanto, sendo uma das primeiras visões de um visitante. Hospedagem não é problemático, existem quartos para hóspedes em todas as torres, embora algumas sejam mais bem servidas que outras. Devido ao seu tamanho, não é incomum que um indivíduo desavisado veja-se perdido em meio a tantas áreas a serem exploradas.

”As Seis Torres”:
”Armazenamento”:
”Considerações finais”:


Última edição por SraCandyCandy em Seg 21 Nov - 15:33:17, editado 2 vez(es)
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
Allannia Grey

HP:925
CH:1175
ST:00/05
Lugar:Iwagakure no Sato
Palavras:888
A mente de Allannia estava tomada por pensamentos acerca de Hatake Rokuro e a mensagem transmitida ao mundo. Seu nervosismo, nítido em seu semblante, incomodava quando precisava fazer qualquer atividade manual ou que exigisse o mínimo grau de discernimento. Rauros, a leoa, falhou miseravelmente ao tentar motivar a jovem Grey. Insegura quanto os desafios que poderiam estar por vir, permitia que os pensamentos derrotistas de seu âmago sugerissem uma desistência premeditada. Deitou-se em sua cama e não quis mais saber de Jashin, Rokuro ou qualquer coisa que fosse relacionado a lua de sangue por alguns instantes. Pousou a cabeça em seu travesseiro, pressionando-o, e em seguida gritou, o mais forte que conseguia, o som abafado pelas pernas e tecido.

Quando confrontou a lua sangrenta na primeira vez, quando fez a sua escolha, não sentiu dificuldade em escolher. Mas, quando refletiu com cuidado as coisas mudaram. Haveria mesmo de lutar por pessoas que sequer conhece ou se importa de verdade? Não existia nenhum sentido simbólico em sua jornada, além de uma tentativa desesperada de provação pessoal e aceitação. Caso conseguisse grandes feitos, poderia enfim sentir-se como parte do grande núcleo social denominado Iwagakure. ”E se falhasse, seria rejeitada, caso retornasse viva. Conviveria com o próprio fracasso, com uma derrota cruel e memorável. Seria uma estúpida e fraca, até o fim de seus dias”, uma voz em sua mente repetia. Sua voz interior, a sua racionalidade, seus instintos, tudo que representava o seu irracional e racional recusavam a jornada. Por que haveria de ir, então?

Existem coisas que apenas aprendemos e descobrimos tentando. A vida é incerta e perigosa, devemos confrontar ela corajosamente, pois do contrário, não viveremos. — Rauros respondeu por ela, num tom grave.

E como posso ser corajosa, se tenho medo? — virou-se para fitar os olhos ambarados da leoa.

É a única maneira de uma mulher ser corajosa — a leoa não costumava sorrir, mas seu tom parecia tão divertido quanto sério — Lutar contra o próprio medo também é uma forma de ser corajosa.

Allannia impulsionou o corpo para frente e sentou, pensativa. Limpou as lágrimas que insistentemente teimavam em cair e por fim pôs-se de pé, decidida. Os pelos de seu corpo estavam todos arrepiados, o coração palpitava e a mente ainda era uma bagunça, mas ela não fugiria da tentativa. Suspirou, acariciou a pelugem alva de Rauros e concedeu a ela um beijo suave em direção sua bochecha.

Obrigada — disse a Grey simplista.

Não fale em tom de despedida. Eu irei com você — a leoa disse prontamente — Não há o que temer.

Eu não suportaria perder você. Não sei quão perigoso será, prefiro que fique.

Você não tem esse direito. Eu tenho o dever de lhe proteger.

Estou cansada da ideia de precisar ser protegida. Eu quero sair das asas dos outros. Vivi a vida inteira escondida e sendo protegida. É a minha vez — soluçou, espontaneamente — É a minha vez de proteger alguém. Eu preciso.

As duas se entreolharam longamente. Rauros estava nitidamente irritada, indisposta em ceder. Ambas poderiam iniciar um conflito a qualquer momento, em defesa da permanência uma da outra, e por instante parecia que aconteceria quando a leoa deu passos agressivos adiante. As mãos estavam preparadas para fazer os selos de mão necessários para revidar, quando por fim ela cedeu.

Deixarei que parta.

Não fale como se tivesse algum poder sobre mim — por um instante soou arrogante e fria.

Como queira — a leoa afastou-se e saiu em disparada, em direção ao bosque, provavelmente.

Allannia suspirou e partiu, rumo até a Torre da Coragem. Apesar de acostumada em trajar seda, cetim e linho, trajes finos seriam de pouca serventia em um combate normal. Sequer seria apropriado lutar com a limitação de suas vestimentas, além de que poderiam facilmente serem rasgados e expostos por um inimigo. Seria tão ruim perder a batalha quanto passar por uma situação tão constrangedora. No salão reservado da área de destino, num cômodo nobre e afastado dos demais, repousava o traje de batalha tão estimado. Chakura no Yoroi, o nome dado, era um traje carmesim profundo, com detalhes dourados brilhantes. Inspirado na herança de seu clã, a Fênix dos Grey, o design era honorário o suficiente para a importância de sua jornada.

Despiu-se de seda e demais vestes restantes e pôs a armadura em seu lugar, embora antes tivesse posto a malha típica dos shinobi para servir de proteção adicional e não estar plenamente despida caso precisasse remover o traje em algum momento. Vendo a si própria no espelho, a visão era levemente estranha, além de ter sido desconfortável movimentar-se no começo, por não ser tão forte fisicamente. Como o traje era suficientemente pesado, trouxe consigo apenas as cinco shurikens de sua bolsa shinobi, pois acima disso poderia ter problemas em um confronto.

Após descer e partir rumo ao mundo novo de possibilidades, não se deparou novamente com Rauros. Allannia tinha certeza de que não seria seguida pela leoa, apesar de toda a carranca de seu ser, a criatura era fiel às suas palavras. Caminhou o mais confiante quanto conseguiria, determinada em voltar para o seu vilarejo com alguma boa história para contar.


HP: 925/925 |CH:1175/1175 | ST: 00/05

Emme



”Chakura no Yoroi”:
”Allannia e Rauros”:
”considerações”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:925/925
CH:1725/1725
ST:00/05
Lugar:Iwagakure no Sato
Palavras:3648
O inverno em Iwagakure era sempre duro e cruel, mesmo com as janelas fechadas e evitando ir para o exterior de Cinzamarca conseguia sentir o frio ao redor. Detestava tomar banho naquelas circunstâncias, mas naquela tarde em específico, a Grey estava motivada. Havia recém-completado os seus vinte anos de idade, estava amadurecendo. Banhou-se com água morna em sua ofurô, preparada especialmente e com muito zelo por suas domésticas. A crise financeira havia diminuído drasticamente o número de funcionárias de sua magnânima residência, mas ainda havia uma dúzia delas. Emprego estava escasso, e o Palácio de Allannia oferecia abrigo e comida para o inverno, sendo a única alternativa delas, abdicando de salários em prol de sustento.

Saiu do banho ainda de toalha rumo ao seu quarto, em busca de uma vestimenta. Trajou seus finos vestidos de seda, de coloração avermelhada e adornos de ouro remetendo a uma fênix, condizentes com o símbolo de seu clã. Entediada, se dirigiu até a Torre da Alegria, com o intuito de buscar algum divertimento. Repentinamente, enquanto rumava em sua direção, suas funcionárias alardearam uma invasão de maneira escandalosa. Os passos apressados de Allannia quase proporcionaram uma queda súbita enquanto descia os degraus da escadaria, mas pôde manter o equilíbrio no momento crucial. Suspirou, aliviada, entretanto, por pouco tempo. Diante do portão principal haviam entrado três dezenas de homens, sendo estes divididos igualmente entre lanceiros, espadachins e arqueiros.

Um homem de alta estatura, barbudo e em boa forma, encabeçava a armada inimiga. Diferentemente dos seus lacaios, ele trajava uma fina armadura dourada e reluzente. Seus cabelos eram vermelhos como o crepúsculo e os olhos eram negros e cruéis como o homem. Ele analisou a jovem Grey por alguns instantes, refletindo. Por fim, o silêncio que pairava no ambiente fora encerrado, não tardando mais do que alguns segundos:

Você é tão bonita quanto a sua mãe — ele disse, coçando a barba — Mas sinceramente, um pouco menos. Espero que me perdoe por isso. Nada pessoal, apenas uma preferência particular — apesar de rude e grosseiro, o homem era sofisticado.

O que vocês querem comigo?

Com você queremos absolutamente nada, é justamente esse o ponto. Veja bem, a crise está foda. Comida não tem mais, muito menos emprego e tecnologia — ele começou, num tom triste — Esse Palácio foi construído por meus funcionários. Na época seus pais não podiam quitar os nossos serviços de uma vez, mas preferiram pagar parcelado. Estavam faltando pouquíssimas parcelas para que o negócio fosse fechado e o assunto esquecido de uma vez, mas recentemente a sua mãe cortou a verba. Ela disse que não ia pagar mais, por conta daquele papelão que você fez com o marido que ela arranjou — o homem suspirou — Eu bem que queria simplesmente pegar leve e deixar pra lá em respeito a sua família, mas preciso da grana. Isso tudo aqui foi leiloado. Você se livrou do marido, mas não do filho. Ele descobriu que o pai morreu e veio cobrar os direitos de nascença, vulgo, a herança. Ele disse que você poderia ficar, se aceitasse casar com ele. O que pensa disso?

Não — Allannia disse, somente. Era muita informação para processar, mas a resposta servia para tudo que havia ouvido — Não, não, não, não.

Bem, uma pena. Mas compreensível. Conhecendo o gênio do homem, eu não iria querer ser a esposa dele — ele riu — Sinto muito. Desejo sorte na vida. Podemos resolver isso pacificamente? Basta sair sem resistir e não precisaremos de derramamento desnecessário de sangue.

Eu vejo motivos o suficiente para começar o massacre agora mesmo — a leoa interrompeu de rompante, se aproximando em passos lentos de sua dona. Os arqueiros imediatamente apontaram os arcos em sua direção, mas o sujeito que os lideravam ergueu a mão em resposta, cessando a ameaça — Daqui nem eu e nem ela saímos. E tenho dito.

Você está maior desde a última vez que a vi, Rauros.

E você mais velho e estúpido, Nestor.

Bem, realmente — ele riu, ignorando a ofensa — Parece-me que o tempo faz mais bem para uma leoa que para um homem. Vamos esquecer esse começo esquentado e apenas seguir o combinado, não quero que ninguém saía ferido daqui hoje. Mas também, não tenho o dia todo — Nestor puxou a espada longa de sua bainha, sendo esta negra e brilhante.

Não vai precisar esperar muito, prometo ser rápida — e ela se preparou para avançar.

Os arqueiros voltaram a mirar os seus arcos na direção da leoa, os lanceiros flexionaram o braço, fazendo a menção de que iriam arremessar suas armas e os espadachins puxaram as lâminas, preparados para o embate. Nestor meramente balançou a cabeça, negativamente, pondo o elmo da armadura e abaixando o visor em seguida. Um combate sangrento seria iniciado ali se não impedisse, e era bem provável que ambos os lados saíssem extremamente desfalcados. A Grey não queria ver matança no dia de seu nome, portanto, ergueu a voz e disse:

Parem, JÁ! — ela exclamou, num grito tão sonoro que ecoou pelo local inteiro — Iremos sair, hoje. Mas peço que leve um recado meu para a minha mãe — Allannia se deu por vencida — Diga a ela que eu quero vê-la.

Allannia? — a leoa parecia incrédula.

Estou farta de batalhas, Rauros. Se eu puder evitar mais essa, estou feliz o bastante — a Grey sorriu — Vamos encontrar um lugar melhor, eu prometo

Sabia que poderia contar com a sabedoria de uma Grey. O sangue que corre por suas veias é tão puro quanto o ar fresco, consigo sentir a sua ascendência daqui — Nestor removeu o elmo, entregando-o para um subordinado — Estou exausto, a viagem foi cansativa. Você, criada curiosa aí atrás da pilastra, quero um copo d’água — ele ordenou, e em disparada a bisbilhoteira acatou o seu comando.

Então estamos resolvidos. Irei fazer as malas e antes do anoitecer eu e Rauros estaremos de partida.

Bom, quanto a isso, temos um pequeno problema — ele recomeçou — Vyrpel Whorm deu expressas ordens de que nenhum de seus bens fossem preservados, incluindo suas próprias roupas. No contrato, estabelecemos que o Palácio viria mobilado. Mil perdões.

Tudo? Até minhas roupas? O que ele haveria de querer com meus vestidos? — Allannia irritou-se.

Contratos são contratos, madame. Sugiro que remova as suas vestes, pois as que você está usando agora estão inclusas no combinado.

Posso até fazer isso, mas não vai ser na sua frente — A Grey retrucou — E o que eu irei vestir se não posso levar minhas roupas?

Bom, isso é problema seu — Nestor disse, ríspido — E é melhor você se despir e sair daqui imediatamente, já perdemos tempo demais conversando.

Antes que mais uma discussão fosse iniciada, simplesmente acatou. Ordenou que uma de suas funcionárias buscassem a toalha dada de presente por “Atumsushi-kun” e utilizou o corpo de Rauros, de proporções consideráveis, para cobrir a sua nudez enquanto trocava as vestes. Entregou as roupas para o homem e simplesmente partiu, saindo dali. Sem perspectiva para o futuro, tampouco esperanças de reaver uma propriedade nem tão cedo, não teve opção. Um anúncio estava correndo por todas as partes, no vilarejo, informando sobre as propostas de emprego da Hydra. Desconhecia os ideais e a índole da instituição, mas seguindo a sugestão de Rauros, decidiu aceitar a proposta.

Espere! Pode colocar meu nome aí — disse para um dos enviados — Eu irei apoiar a Hydra, seja lá o que vocês queiram.






Emme



”Aparência”:
”Trajes”:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:925/925
CH:1725/1725
ST:00/05
Lugar:Iwagakure no Sato
Palavras:202
O amanhecer chegava timidamente quando a Grey abriu os olhos. A leoa, carinhosamente estava aninhada ao redor de si, protegendo seu corpo de todos os perigos que poderiam afetar a si mesma. Dormiu no lado de fora de sua moradia, relativamente próxima do local. Apenas suportava as nevascas e o frio por conta de sua mascote, que com a densa pelugem que cobria seu corpo, era capaz de suportar o frio do inverno com ressalvas. Não estavam completamente desprotegida, de qualquer modo. Vizinhos solidários doaram mantas pesadas de lã e algodão para usarem de cobertas, embora houvesse sido necessário na noite anterior sair em busca de auxílio.

Não mais estava apenas de toalha, conforme havia ocorrido anteriormente com a Grey, que havia sido despejada e perdeu o acesso a todas as suas roupas. Desejou no fundo de sua alma ser capaz de produzir as próprias vestes, caso conseguisse reunir os materiais necessários e tudo que fosse condizente com a sua produção. Mas isso seria um sonho para outro dia, precisaria se dirigir para um destino longínquo e realizar uma missão sigilosa. Informada a partir de um carteiro que passava pela área,  partiu imediatamente rumo ao desconhecido, deixando para trás a sua armadura.





Emme



”Aparência”:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:1650/1650
CH:4200/4200
ST:00/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:351
O Palácio de Cinzamarca, no verão, era um lugar ainda mais quente. Mesmo com inúmeras formas de ventilação a partir de janelas e o próprio design arquitetônico da residência, retém calor com facilidade. Estava feliz do mesmo modo, contudo. Após a sua missão, pôde restabelecer seu lar após descobrir que o antigo proprietário estava morto. E nesse clima de satisfação, em meio ao conforto da noite, poderia adormecer utilizando de poucas vestes. Se assim o fizesse. Ansiosa e nervosa para a sua próxima tarefa, não tardou para se preparar e desbravar novas terras. Seria a primeira vez em dois anos que teria contado com indivíduos da Aliança Shinobi, se estivesse correta da presença de Takeshi Hikari. Após o banho, retirou o arco de sua armação na parede, para que pudesse fazer companhia lado a lado para sua espada, ambas presas nas costas. Ajustou a blusa uma última vez antes de partir, em frente ao espelho, ligeiramente vaidosa com a ocasião.

Vamos rápido, devemos partir o quanto antes para evitar imprevistos durante a viagem— ponderou a leoa, adiantando o passo — Espero que tenham mais pescoços para rasgar nessa tal vila da folha, aquelas codornas não me saciaram.

Você não vai — Allannia virou para encarar a leoa — É perigoso. Você lembra do que aconteceu em Silvermoon.

Você está mais experiente. Você está graduada, novamente. Você...

Rauros. Não— começou a Tokubetsu, retrucando — Eu não quero precisar proteger você mais uma vez. Ainda preciso ser mais forte, estar mais preparada. Quero apenas compensar meu erro. Voltarei logo. Eu prometo.

E se não voltar? O que será de mim? O que direi para a sua mãe? Não vou suportar viver com essa culpa. Sempre estive do seu lado quando mais precisou. Não posso faltar com você, não enquanto eu viver.

Nem sempre — recordou — Em Amegakure você não estava.

Você quem quis assim.

E eu quero de novo — suspirou, virando as costas para a leoa — Quando eu voltar, prometo a levar para uma nova missão. Não irei demorar, garanto. É uma promessa.

E então desceu as escadarias, deixando a leoa para trás. A porta estava logo adiante.




Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05





Emme



”Aparência”:
”Trajes”:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
3
Allannia Grey

HP:2325/2325
CH:5200/5200
ST:00/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:450
Os portões foram abertos para que a dupla passasse. Allannia conduziu a sua “convidada” de honra pelo jardim, rumando a entrada principal de seu Palácio. A caminhada não seria tão rápida, devido ao tamanho considerável do local, aproveitando-se da circunstância para recuperar as energias após o seu lapso enérgico, mesmo que utilizar o seu ápice físico não fosse não tortuoso quanto em épocas anteriores. Empurrou a pesada porta de cinco metros colossal, pondo os pés apressadamente no interior do recinto.

A torre principal era a sede de seus aposentos, mas naquela ocasião em específico, não adentraria o recinto. Seguiu até a Torre da Luz, na posição oposta desta, rumando o ponto em que trataria a causa da Genin com sabedoria. Os toques da Kage se tornaram mais gentis a medida em que se aproximavam da mesa de reuniões, subindo por uma escadaria branca e brilhante durante o processo. A iluminação fazia-se presente, devido ao anoitecer, permitindo que a decoração fosse visível para a visitante. Diversas estátuas, quadros e artigos luxuosos da família nobre da Tsuchikage adornavam o recinto, mas a proprietária tratava seus privilégios com certo descaso. E sequer poderia se gabar, caso quisesse, pois a jovem vinha de uma linhagem tão bem-sucedida quanto a sua.

Allannia gesticulou para que se sentasse em qualquer uma das três dúzias de cadeiras que enfileiravam a mesa redonda da Sala de Reuniões, com uma fênix gravada em seu centro, como típico do símbolo de sua família. Mais recentemente, solicitou para que fosse esculpido o brasão de Iwagakure ao lado, de modo que fosse mais conveniente com a sua posição. Sentou-se na posição central, a posição mais privilegiada dentre as demais, localizada no coração da fileira dianteira, de frente para a porta. Depositou o chapéu de Kage na superfície, permitindo que as orelhas incomuns fossem expostas.

Não queria conversar com a jovem apenas na posição de Tsuchikage, portando, optou por evitar formalidades e segredos. O semblante sereno da Grey prevalecia, e a própria não tratava a situação com austeridade. Era apenas um furto, confessado por uma criança. No momento, era tal banal quanto pisar em uma formiga. Mas no futuro, caso a rebeldia não fosse reprimida, poderia significar uma deserção ou traição contra a pátria. Recordou da família Ito, e de modo eles tentaram se aproveitar de sua posição para obter privilégios e roubar os cofres públicos.

Por que você fez isso, consegue explicar? — notou os arredores e percebeu a ausência de bebidas e petiscos, frustrando-se com a ideia de que não poderia beber uma xícara de chá enquanto dialogava — Roubar um mapa... há algo de tão importante nele assim? — depositou o papel na mesa, a prova do crime.



Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05





Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Convidado
Convidado
HP: 575/575 ♢ CH: 575/575 ♢ ST: 00/05


Não era fácil da minha parte ceder as vontades de outra pessoa sem ao menos retrucar um pouco. Como uma boa criança mimada que se respeite, eu ao menos deveria ter dificultado mais, porém a minha colaboração vinha com um pesar carregado no coração. Onde diabos eu estava com a cabeça? Roubar um mapa. Recentemente eu havia feito algumas missões sozinha, tendo em vista minha caminhada ninja até ali, julgando pela forma que lidei com as dificuldades eu havia aprendido um pouco do que é formado o mundo fora da minha mansão. E por falar em mansão, logo chegamos a outra, tão grande e vistosa quanto a dos meus pais. A qual família pertencia aquela fortuna esculpida em um castelo? Me questionava sem intenção concreta de chegar a um resultado. Eu estava triste.

Minhas mãos se entrelaçavam de nervosismo, como se eu buscasse no gesto desenvolver uma distração para meus dedos inquietos. Logo eu poderia relaxar, pois assim que passamos por salões e portões gigantes, obras de arte de valos inestimáveis e demais adornos que eu já estava cansada de ver em casa, finalmente ela me pôs em posição de escolha: onde me sentar. Se a mulher foi para o centro da mesa redonda, na posição de destaque, não tive outro pensamento lógico de me sentar no segundo lugar mais próximo do centro. Os Aiko eram orgulhosos, prestígio era parte de nossa criação desde jovens e eu inconscientemente herdava a maldição de não ficar para trás nunca. Naquela posição eu estava um pouco mais para o lado do centro, a sua direita. – “Mais que droga, tinha que ser justo a esse brasão que eu fui causar problemas?” – Me referia a fênix sobrea mesa, ao lado do adorno patriota. Estudo sobre etiqueta, história da família e sobre outras casas nobres eram outras coisas que era obrigada a ter aulas particulares.

Sobre a mulher em si, eu não tinha muita informação, tão pouco sabia como chegou ao título de grande sombra da vila, mas sua casa me era muito familiar, ainda mais por ouvir claramente a voz do meu pai na cabeça me dizendo inúmeras vezes. “Nunca provoque um Grey”. Meus dedos inquietos percorreram a mesa, desenhando formas aleatórias enquanto ela se aprontava para o discurso. A ouvi e confesso que esperava um sermão logo de cara.

- Consigo sim. – Meus olhos àquela altura já não estavam mais tão chorosos quanto antes. Coloquei a mão dentro do bolso do meu short, diga-se de passagem que não era um traje que eu escolheria para visitar alguém, ainda mais à noite, mas eu não planejava ser sequestrada naquela situação. Do interior da minha roupa tirei dois pequenos tabletes de chocolates, aos quais, uma proteção prateada de papel o revestia. Tirei parcialmente o papel de ambos para que a Grey pudesse ver que se tratavam apenas de doces, nada sombrio ou que lhe pudesse causar desconfiança. Da mesma forma, ainda receosa, fiz um selo de mão simples, ao unir ambas as mãos. Ousadia minha, pois se aquele gesto fosse tomado como hostil, eu seria punida bem mais do que apenas com palavras. – Imagine que a vila fosse dividida em duas, assim como esses chocolates. – Com meu selo de mão, lentamente reorganizei as partículas presentes no ar, através da umidade, para gerar uma pequena cúpula cristalina e transparente, levemente rósea em volta de um chocolate, o outro permaneceria apenas sobre a mesa. – Imagine que a doma em volta desse aqui fosse os arredores da nossa vila, é uma barreira física, embora simbolicamente fina, podemos ver que o chocolate em seu interior apresenta estar mais protegido do que este. – Peguei o tablete de chocolate desprotegido e o levei até minha boca, mordendo-o suavemente, depositei o pedaço que sobrou novamente em sua posição. Ao fazê-lo, novamente minha mão se uniu e ao invés de cristalizar uma doma oca e espaçada entre o chocolate e meu dom elemental, comecei a cristalizar o próprio chocolate, fazendo-o atingir a mesma proporção de tamanho do que meu experimento ao lado.

Aquele, era maciço e bem mais denso do que o que apresentava a fina camada do elemento Shoton. – Explicando em palavras o que eu fiz: Das duas formas eu protegi o pedaço de chocolate, mas o segundo, por ser cristalizado de dentro para fora, apresenta densidade maior. Convertendo isso pra minha realidade, creio que a gestão da vila anterior tenha feito uma doma em torno da nossa vila, que nos dá uma falsa sensação de proteção. Eu planejava sair do vilarejo, tenho ambições que vão além das muralhas desse país, mas minha intenção era reunir conhecimento suficiente para voltar para cá e trazer o conhecimento suficiente para consolidar o país de dentro para fora. -  Um estalar de dedos meus fizeram os cristais se desmaterializar novamente. Um amontoado de material fino e brilhante se juntaria sobre a mesa. – Eu sei que você não tem culpa disso. Mas... Eu não queria ficar sentada sobre uma pedra esperando o tempo passar, eu quero conhecer o mar, ver o deserto, subir tão alto que possa tocar as nuvens e conhecer florestas tão densas que eu poderia passar horas contando as árvores e nunca chegaria a um resultado final. Além do mais, ninguém mais liga pra mim nesse vilarejo, se eu sumisse, talvez meus pais só dessem por minha falta quando chegasse a hora da família Aiko estar sob minha responsabilidade. – Fui sincera em minha resposta. Não era uma jogada, pois o brilho em meus olhos falava por si só.

Depositei a destra novamente no bolso, tirando mais alguns tabletes de chocolates variados, desde o ao leite ao meio amargo. Os depositei em cima da mesa e debrucei o rosto em cima das costas da minha mão. O trecho final da minha motivação para tal ato doeu em meu íntimo, por aquele momento em diante, eu fiquei inexpressiva, como se na minha mente passasse um filme. Um crime confesso e uma ambição declarada, a sentença seria dada a seguir.


CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Anonymous
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
4
Allannia Grey

HP:2325/2325
CH:5200/5200
ST:00/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:1056
Allannia escutou atentamente as palavras da Genin, analisando a expressão facial da rosada, percebeu o quão receosa estava. Outrora chorando, como sempre a própria Allanmia o fez mesmo em sua vida adulta, as lágrimas começaram a cessar e as emoções da mais nova tomavam forma. “Ela é mais forte do que eu”, pensou consigo mesma, recordando de situações menos graves transpassadas pela Kage, mas que provocaram crises incessantes de melancolia. O negativismo constante acompanhava a Tsuchikage desde que tornou-se uma fratricida, e era o motivo de estar tendo um diálogo naquele momento. Apesar de evitar as lágrimas, o medo dominava sua essência. E a esperança era escassa, quase que como uma sombra. Forçava a crer que poderia fazer as coisas diferentes, e por raros momentos alguns lapsos de animosidade poderiam transpassar o baixo austral absoluto, mas eram escassos.

Olhar a Genin cometendo atos duvidosos apenas alimentavam os receios da Terceira Sombra. Seria mesmo capaz de governar com justiça e competência? O seu povo a amaria um dia? Compreenderiam se ela errasse algumas vezes? Conseguiria defender a vila de uma ameaça, caso aparecesse? Eram questionamentos que modulavam sua forma de agir e pensar, e todas as dúvidas eram sanadas com as piores possibilidades possíveis. Observando a explicação complexa da garota sobre como as falsas impressões de segurança circundavam a vila, uma suposta falha do governo anterior e de como os mistérios do mundo poderiam proporcionar conhecimentos revolucionários para seus conterrâneos, levou a Grey a concluir que ambas eram um pouco parecidas. Apesar de não concordar com todas as afirmações dela, Allannia simpatizou com Yunai Aiko.

Você é bastante esperta para alguém da sua idade, Yunai-chan. Temo que tenha sido mais esperta que eu algum tempo atrás. Pouco tempo, se for parar pra pensar — suspirou. Allannia não era muito mais velha que a Genin, estando no auge de sua juventude. Ascendeu rápido demais, e isso a fez esquecer que a sua vida estava apenas no começo — Eu conheci o Nidaime Tsuchikage. Estávamos lado a lado, em Amegakure. Ele me protegeu quando eu ainda era apenas uma Genin, e quando tudo acabou, pude ver seu rosto. A aparência dele era um mistério para todos, e mesmo sem me conhecer, ele quis mostrar que dias melhores podem vir. E que as coisas podem mudar, se você se esforçar — Allannia deu-lhe um sorriso singelo, pensando na memória do homem. Desaparecido e considerado morto, Darkon Nara foi e sempre será um ídolo para a Grey. Jamais esquecerá do homem, mesmo que a vila tenha sido deixada em ruínas após o seu governo — Ele estava preocupado em batalhar em grandes batalhas, contra inimigos que ameaçavam a ordem do mundo como conhecemos hoje. As pessoas o chamavam de cruel, mas ele não era bem assim. Talvez fosse com os inimigos, mas com aqueles que jurou proteger, foi bondoso. Poucas mudanças no vilarejo foram implementadas, de fato, e Iwagakure sempre esteve muito isolada de seus vizinhos. Sem acordos políticos, contas públicas prejudicadas e muitos problemas de infraestrutura e pobreza da população, estamos prestes a atravessar uma forte crise. Quando tudo acabar, eu espero que estejamos bem. Não acho que seja uma cúpula ao nosso redor, talvez ela esteja ao redor dos outros vilarejos. Tenho poucas informações sobre como eles estão politicamente e economicamente, mas meu palpite é de que estejam bem melhores. E se não estivessem, já teriam se unido a nós. Quando alguém é forte demais, a companhia do mais fraco deixa de fazer sentido.

A expressão triste da Grey indicava certa frustração. Nenhum vilarejo tentou apoiar Iwagakure quando a crise mundial atingiu a vila com intensidade. Passou fome, morou nas ruas e atravessou tempos difíceis. Embora não guarde rancor de shinobis de outros vilarejos, considerando as diversas relações que fez durante sua vida, não se sentia muito bem com o posicionamento político de sua vila. Havia alguma dose de verdade nas palavras de Yunai, percebeu. A Grey precisava conhecer o mundo inteiro, e encontrar o lugar para o seu povo nele. Era a sua função, e ver uma Genin ansiando por tais ambições apenas indicavam o quão estúpida a Kage estava sendo. Havia indivíduos capazes de elaborar pensamentos brilhantes em seu vilarejo, mesmo que alguns projetassem suas ideias de maneira infantil e fútil.

De todo o modo, roubar um mapa não é o modo adequado de tentar conhecer o mundo por conta própria. Se você desertasse o vilarejo, seria caçada e capturada. Ou até mesmo morta, pois não estaria mais sob os cuidados da vila. A sua família poderia estar enterrando seu corpo em poucas estações, isso se fosse encontrado — o tom duro da Tsuchikage refletia em seu modo de agir e pensar. Allannia não sabia como educar uma criança, e o único indicativo plausível que possuía, era a educação da mãe — O que você fez foi um crime, por mais bem intencionada que estivesse. Planejou sua deserção e questionou um Kage, mesmo que desacreditado por parte da população, retornou como um dos heróis de guerra de nosso vilarejo. São diversas traições, algumas pequenas, outras maiores — tocou um chocolate, esfarelando o doce com a sua canhota. Os pedaços salpicaram a mesa, em pequenos amontoados de cor marrom — Se todos pensassem da mesma forma que você, a vila estaria igual a esse chocolate. Em pedaços. Basta uma maçã podre para que toda a cesta seja perdida. O que acha que eu deveria fazer com você, Yunai Aiko? Contar aos seus pais e permitir que selecionem a punição mais adequada? Aplicar eu mesma as sanções legais, pondo-lhe correntes em ambas mãos e enclausurando seus sonhos? A condene ao exílio, para que possa você mesma experimentar o seu sonho de conhecer o mundo? São tantas opções, mais do que eu posso contar — os olhos azuis da Grey se divertiriam com o medo da Genin, seria um aprendizado para a mesma a forma como as sensações podem tomar forma num momento de desespero — Mas nenhuma justa o bastante. Você é apenas uma criança, e não posso lhe prender apenas por querer sonhar. Você diz que não teve a atenção que lhe foi devida, pois então bem, acho que isso pode ser resolvido. Talvez precise apenas de um corretivo, alguém que possa lhe dar um rumo para o futuro. Eu serei a sua sensei, e a sua punição é não ter direito de recusa.








Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05





Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Convidado
Convidado
HP: 575/575 ♢ CH: 575/575 ♢ ST: 00/05

Meu gesto havia surtido efeito ao me expressar através de ações. Eu não era versada nas artes de batalha, tão pouco tinha experiências que passassem perto de um duelo de verdade, portanto não havia motivo para esconder dela aquele dom estranho. Ouvir suas indagações encheram minha mente com inúmeras respostas, de certa forma sem pausa para encontrar qualquer resposta para elas. Falar de alguém sem conhecer de fato a pessoa, era o mal dos homens e eu, infelizmente era outra a falhar como humana. A segunda sombra tinha seus méritos, mesmo que eu não os reconhecesse como dignos de admiração. Permaneci calada, com a face escorada na região oposta as palma da minha destra, sequer me movi ao notar que esmigalhava meu chocolate. “Se todos pensassem como eu...” repeti na mente esse trecho, completamente incrédula que realmente havia ouvido isso.

- A maçã podre aqui... – Ameacei uma resposta ao repetir o início da frase. Me contive mais uma vez. Dessa vez levantando o rosto e ajeitando as mãos sobre a mesa, quase me levantando sobre ela. Não o fiz. – Se desejar conhecer o mundo e aprender sobre ele é apodrecer, eu seja a menos podre daqui. Ou pelo menos alguém aqui apodreceu primeiro que eu. – Respondi me referindo ao fato dela ter confessado já ter pisado fora de Iwagakure.

Eu estava furiosa, mesmo ela sendo a sombra da pedra, meu punho se fechou inconscientemente ao notar que era tão sério assim ter uma vontade não atendida. Meus caprichos eram sempre a prioridade de todos ao meu redor, mas com ela, não funcionava da mesma forma. A lei do “faça o que eu digo, mas não o que faço“ se aplicava perfeitamente a Grey.

- Se quiser conte a eles. Não vão se importar. Vão fazer o que? Me deserdar? Vão passar o legado deles a quem? Não me faça rir. – Coragem desmedida, através de uma língua solta. O restante me causou mais espanto do que qualquer outro sentimento. – Minha... Sensei...? – fiquei imóvel.

Toda acidez que outrora eu estava predestinada a por pra fora cessou. Murchei com a sensação, eu já esperava uma punição adequada, mas ser treinada pela líder da vila. Eu sabia que eu era boa, mas ao ponto de ser praticamente impossibilitada de recusar, só havia um significado. Eu havia ganhado mais uma vez, uma ótima punição ao que parecia. Sorri de canto.

- Até que você não põe tanto medo assim. – Brinquei. Eu aceitaria o “pedido” de bom grado.



CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Anonymous
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
5
Allannia Grey

HP:2325/2325
CH:5094/5200
ST:00/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:1420
Não sorriu, mantendo os olhos fixos na jovem Genin por longos segundos. A teimosia e insubordinação da garota era preocupante, e seria uma possível ameaça caso não fosse rapidamente contida. A determinação era admirável, confrontando a Sombra da Aldeia como se fosse ela a liderança de uma nação inteira, fazendo pouco caso de suas explicações e conceitos. Manteve a paciência com dificuldades, mesmo quando todas as suas palavras haviam sido subvertidas de maneira distorcida contra si. Os punhos cerrados e a postura agressiva forçaram a Tsuchikage a agir com uma medida paliativa contra ela.

Kanashibari no Jutsu — proferiu num tom suave, efetuando o Selo do Confronto próprio da técnica, com o intuito de efetivamente tentar a paralisação completa do corpo da Genin — Minha intenção nunca foi colocar medo. Não vejo motivo, e eu não seria uma boa líder se eu tentasse assustar uma criança.  Agora você jamais será uma boa aluna se tentar assustar sua professora, ou chamar ela de maçã podre — liberaria a Genin do seu jutsu assim que terminasse o sermão — Esse foi o seu primeiro ensinamento. Espero que tenha gostado. Sempre que desobedecer, a deixarei de castigo, desse mesmo jeito.

Levantou-se, recolocando o chapéu de Tsuchikage novamente, enquanto saboreava um dos chocolates discretamente. Eram bons, mas Allannia preferiu bancar a durona ao não deixar a satisfação estampada em sua face. Se a Genin soubesse o quão molenga a prateada era, seria facilmente dominada pelo temperamento incontrolável da mesma. Sentiu-se minimamente confortável com o fato de suas orelhas não terem sido criticadas ou motivo de troça, implicando que a rosada não parecia se importar com aspectos físicos destoantes em indivíduos. Era uma demonstração de que havia uma boa índole por trás da mais jovem. “Essa não é um caso perdido. E com essa determinação e inteligência toda, pode ser uma boa ninja, se continuar esforçada”, pensou consigo mesma.

Tocou sutilmente os cabelos da futura pupila, bagunçado os fios. Não havia tido ninguém que fosse responsável por passar ensinamentos para si, e a situação da garota poderia ser considerada um privilégio, dada a posição da professora e a própria circunstância de estar sendo instruída. Embora desconfortável, por se sentir um pouco velha, era uma sensação reconfortante. Poderia acompanhar o crescimento da jovem, caso um destino trágico não aguardasse nenhuma das duas num futuro próximo. O negativismo pairava em sua mente, cogitando inúmeras possibilidades de finais cruéis.

Venha comigo, quero mostrar uma coisa — seguiria em frente, caso a jovem decidisse acompanhar seus passos.

A Torre da Luz conduzia para cada uma das torres remanescentes, exceto a da Alvorada. Conduziu a Genin até a Torre da Tristeza, cujos corredores escuros possuíam nenhuma forma de iluminação intrínseca, e as paredes tapavam qualquer possibilidade da luz solar passar. Não haviam lanternas, lamparinas, velas e nenhuma fonte de calor. A única coisa que iluminava o ambiente era o seu jutsu “Ball of Light Technique”, utilizado assim que teve acesso ao local. A esfera luminosa de chakra pairava acima de sua palma, iluminando os arredores numa distância de até cinco metros. Era o suficiente para ver aonde estavam indo, mas a trilha escura ao fundo permanecia diante das duas.

Allannia entrou por em uma das salas escuras da masmorra particular de sua família, exibindo uma cela espaçosa e elegante. Diferentemente da grande maioria dos assentamentos do complexo prisional da Grey, aquela em especial era uma das residências nobres. Apenas indivíduos de grande renome e importância, cujo qual se atreveriam a invadir a propriedade dos seus familiares, ou possuíam características interessantes em seu corpo desfalecido, para fins de investigação.

Se eu deixasse você uma noite aqui dentro, ainda acharia que não ponho tanto medo assim? — olhou de soslaio para a Genin, fazendo sombra com parte do rosto, com o objetivo de aparentar ser uma tirana macabra.

Um ruído invadiu o ambiente. O som de passos fez o coração da prateada acelerar, e quando menos percebeu, sentiu a criatura encostar em seus pés calçados. Gritou, num tom abafado, rapidamente chutando o roedor contra a parede. Estava ofegante, com os batimentos cardíacos acelerados.

Chega de brincadeira, vamos sair daqui — colocaria a destra no braço da Genin, conduzindo gentilmente a convidada para a saída da área maligna. Estava trêmula, devido ao susto. Normalmente não seria abalada por uma situação similar, mas enquanto estava entretida em sua encenação, acabou sendo surpreendida.

(...)

Rumaria a saída de seu Palácio, com o intuito inicialmente de acompanhar a jovem até sua residência, e notificar os pais desta sobre a sua tutela no que condiz o aprendizado em Artes Ninja da Genin. No meio do trajeto, Rauros, sua leoa, farejaria seu rastro e viria ao seu encontro. A felina não havia percebido a chegada da dona, e tampouco se importava tanto com seus atrasos corriqueiros. Se algo de terrível houvesse acontecido, ela saberia. Ou pelo menos, esperava que soubesse. Ocasionalmente era vista no Bosque Sagrado, desfrutando dos ares frescos do local. Naquela ocasião, em específico, ela parecia preocupada com algo.

Os ninjas de merda que você comanda mandaram um recado durante o fim da tarde. Sigiloso, eles disseram — a albina olhou para a criança diante de si, tão curiosa quanto ranzinza, indicando que talvez não fosse adequado que ela escutasse.

Yunai-chan é minha pupila, pode dizer o que precisa falar na presença dela — acenou para a rosada, apresentando esta para a sua mascote — Yunai, essa é Rauros, minha Leoa de estimação. Rauros, essa é Yunai, ela será parte de um time que irei tutelar. Preciso encontrar os novos integrantes, pelo período da manhã devo estar anunciando.

Não sabia que você estava adotando mais bichinhos de estimação — o sarcasmo da criatura era evidente. Mesmo tendo quase o dobro da altura de Allannia, era tão ciumenta quanto uma criança de colo com a mãe — Uma fatalidade que a palhaçada vai ter de esperar. Você precisa partir.

Partir? — um calafrio percorreu a espinha da Grey.

Eles falaram que algo aconteceu no deserto de Sunagakure. Há alguma merda muito estranha lá, e a Liberty parece estar interessada. Sabendo de seu alinhamento com eles, deve ter algo sobre a Hydra no meio desta palhaçada também.

Um templo? Mais alguma informação além disso? — apertou o braço da Genin, ansiosa, percebendo após alguns instantes o seu deslize — Gomen, Aiko-chan. Eu apenas... é uma longa história.

Eles disseram que havia algo sobre no jornal. Você leu — a felina ignorou a atitude da Kage, embora os seus olhos ambarados em fúria indicassem uma parcela dos pensamentos acerca da garota.

Não li, e sinto que isso me fará falta — suspirou — Eu irei. Como não é uma brincadeira de criança, deixarei que você escolha, Yunai-chan. Estarei indo em uma missão perigosa, e não asseguro sua segurança. Embora, seja a sua chance de conhecer parte do mundo. Queria ver o deserto? Então pois bem, se concordar, verá. Eu nunca vi também, será a minha primeira vez — recordou por um instante de “Atumsushi-kun”, e um sorriso doce e inocente formou em seu rosto. “Será que finalmente poderei ver ele novamente?”, quando lembrou de como a mentira dele havia machucado seu coração, rapidamente o seu lapso de felicidade esfarelou — Vou indo. Deserto, sim. Detesto o deserto.

Seria apropriado se equipar, não? A sua armadura nova está na Torre da Coragem, chegou hoje.

Armadura nova? — não recordo de ter encomendado nenhum traje novo, mas ignorou os devaneios naquelas circunstâncias — De qualquer forma, estarei indo. Yunai-chan, vá até o portão do vilarejo, e me aguarde, caso decida vir comigo. Lembre de avisar os seus pais, e prometer voltar. É importante — e dito isto, a Tsuchikage partiu rumo aos seus aposentos de preparo militar.

A última vez que Allannia trajou uma armadura, foi em Amegakure, para enfrentar e lidar com os Jashinistas. Partiria novamente, e o momento parecia pedir seriedade. A armadura mencionada estava na sala principal, armada no suporte na qual outrora pertenceu a proteção anterior. Encantou-se com a mesma em seu primeiro vislumbre, indagando-se sobre quem teria sido responsável por tal agrado. O palpite era a Leoa, embora não imaginasse que ela fosse capaz de praticar gentilezas similares.

Despiu-se das vestes, ciente de que o deserto seria quente o suficiente para lidar vestida, mesmo no outono. Manteve consigo apenas os equipamentos que levaria para a batalha, carregando consigo sua bolsa de armas. Armada de seu arco, e coberta pelo aço de seu traje, partiu para o que seria mais uma nova página de sua vida. Se seria o começo de uma nova história, ou o fim dela, descobriria quando chegasse.



Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05





Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Convidado
Convidado
HP: 575/575 ♢ CH: 525/575 ♢ ST: 00/05

O diálogo de nós duas era certamente um teatro cômico onde ambas queriam sair por cima. Não naturalmente seria fácil nos entender, afinal éramos nobres agindo como nobres. Meu corpo tremeu paralisado sob a do jutsu dela, eu o conhecia, pois outras vezes eu o usei, para mesma finalidade. Por sorte, não havia necessidade de forçar para que eu saísse da técnica, pois eu mesma já havia me contido antes. – “Pegou mal chamar ela de maça podre... Mas ela quem começou...” – Lembrei fazendo um bico emburrado por um instante. Mesmo sendo dura, não era sempre que eu tinha a postura tão rebelde como naquela ocasião, talvez fosse por não querer parecer fraca na frente dela, uma mulher que viveu muito para chegar até o topo. A história dela para mim era um segredo, nunca me permiti estudar a vida de alguém e mesmo se isso me interessasse, de onde eu aprenderia sobre ela sem ser com ela mesma? Passei a admirar sua tentativa de me manobrar.

Com o toque sereno e quente de sua mão nas madeixas rosadas sob minha cabeça foi bem recebido, um gesto de ternura que confesso não estava acostumada a receber. Era afetuoso, mas não era só isso, tinha outro significado. Eu tentava muito decifrar o que sua mente pudesse estar bolando ao vê-la transmitir uma coisa e em seguida, subitamente, parecer pensar em outra totalmente diferente. Ela era mais complexa que eu, aparentemente.

- Adoro surpresas. – Respondi seu convite, seguindo seus passos por onde quer que fosse.

Perambulei com ela por corredores e escuridão sem fim, por vezes me sentia tentada a segurar sua mão livre para me sentir menos sozinha enquanto caminhávamos em silêncio, mas eu não sabia até que ponto ela me permitiria ser tão próxima a ela. Por vezes, quando via camundongos andando pelo chão, tratava de não pisá-los, mesmo vidas menores para mim, tinham valor. Quando parecíamos estar diante de nosso destino a ouvi revelar suas intenções. O cheiro provindo da catacumba sombria me embrulhou o estômago, mas mais do que o odor, foi ver o chute no roedor que me causou verdadeiramente nojo.

- Sim, senhora. Você dá medo sim. – A respondi fria.

Pensei seriamente sobre a ação num todo. Nossa viagem tenebrosa por aqueles lugares, o cheiro ruim, a ameaça e o rato agonizando de dor após o golpe. Era culpa minha. Num movimento de misericórdia me dobrei em direção ao pequeno, suas patas retorcidas e falta de movimentos da cintura para baixo caracterizavam uma perca de movimento em decorrência ao trauma. Talvez não morresse de dor, mas sim de fome, por não conseguir se mover mais. Minhas mãos tocaram o chão e a cristalização formou-se serena, a partir do corpo do animal. Um pequeno animal daquele porte e sem propriedades místicas alguma, seria facilmente eutanasiado pela misericórdia da cristalização completa de dentro para fora. Uma morte limpa, uma morte sem dor. Me ergui novamente ainda trêmula pela coisa que testemunhei, naquela altura não sabíamos mais se era eu ou a mulher que estávamos mais assustadas com o que testemunhamos, talvez cada um tivesse um motivo para tal.

Nosso caminhar se seguiu repleto de silêncio até onde seria a saída daquele lugar imenso. Eu estava tão atordoada que meu rosto pálido parecia reluzir a luz natural, nossos passos sincronizados levaram nós duas a uma outra região da mansão, agora mais pura e fresca. Meus olhos fitaram a fera vindo até nós e sua presença parecia ser normal para Allannia, elas se conheciam, deduzi pela intimidade grosseira por parte da leoa. Ouvir o animal falar foi incomum, mas o modo ao qual se dirigia a ela, demonstrava um temperamento difícil. Mesmo me apresentando para Rauros, minha presença parecia digna de sua insatisfação. Eu estava tão atordoada com o que presenciei na torre que não me pronunciei nenhuma vez desde então, se uma lição havia sido aprendida ali, é que minhas falas refletiam muitas vezes em consequências que envolveriam terceiros, e saber que uma vida se perdeu por minha culpa, me inquietava.

- Eu irei, senhora. – A súbita mudança de tratamento com ela era nítida. Uma obediência que outrora não seria cogitada nem nas melhores hipóteses. A um custo alto, diga-se de passagem. – Te encontrarei no local combinado, assim que estiver pronta. Vou... Vou indo, até logo, senhora... Rauros. – Despedi também da fera, mesmo que essa aparentasse me desprezar.

CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Anonymous
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:5450/5450
ST:00/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:312
Teve que aprender a sentir afeição por banhos diários, geralmente adotando o seu ofurô em tais atividades. Sempre demorava mais tempo do que deveria, imersa mais aos seus pensamentos do que pela sensação de frescor, refletindo acerca do futuro da vila e suas próximas atividades. Seria um dia importante para a sua vida, na qual iria pôr em prática um dos seus desejos particulares: a formação de um time na aldeia.

Decidiu conter a sua timidez de uma vez por todas, abandonando o amontoado de pétalas de rosas flutuantes no corpo d’água ao seu redor, rumo aos seus aposentos particulares. Não iria se apresentar com sua armadura, para sua infelicidade, pois a mesma havia sido destruída em combate e deixada armazenada na Torre da Coragem para eventualmente ser reparada. Limitou-se a vestir suas sedas, focada em aparentar estar apresentável para os seus futuros pupilos. Era a Tsuchikage, não poderia agir de maneira desleixada. Preferiu não adotar o seu chapéu típico da posição, pois seu objetivo era ser vista como uma futura tutora, estava longe de ansiar por ser reconhecida apenas como a sombra da aldeia. “Se pensarem em mim apenas como uma líder, jamais conseguirão se ver como alunos”, pensou.

Chamou por sua mascote, querendo a companhia desta nas proximidades dos mais novos, como uma maneira de ter opiniões confiáveis sobre os que forem selecionados. Pensou em Yunai Aiko, e em sua responsabilidade para com esta, mentalizando alguns dos planos que possuía envolvendo o progresso pessoal dela. “Preciso ajudar ela a dominar o dom de nascença dela, é a força que ela precisa para alcançar o auge como kunoichi”, mas sabia que teria de fazer uma coisa por vez.

Seja lá o que estivesse aguardando pela Grey quando chegasse na academia ninja, ela estava preparada. Uma nova etapa em sua carreira estava prestes a começar, e ela não iria falhar.


Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:5037/5450
ST:01/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:579
Quebrou o jejum com Tamagoyaki, acompanhada de Rauros. A leoa desfrutava de um enorme javali, uma de suas refeições favoritas. Não trocaram palavras, tampouco estenderam o Asagohan por mais tempo. Em poucos instantes, após terminarem de comer, dirigiram-se ao Bosque Sagrado, novamente. Allannia Grey havia recentemente firmado um Pacto de Sangue com as místicas Kitsunes, mas não possuía ideia de como funcionaria o acordo a partir de então. Possuía o direito de invocar um dos seres para servir aos seus propósitos, mas quais seriam eles? Apenas poderia chamar por Tamamo, a Rainha das Raposas? Iria sanar suas dúvidas sem maiores delongas, não havia necessidade de mais espera.

O inverno salpicava o Bosque Florido de neve, dando um aspecto elegante ao mesmo independentemente da mudança de estação. Tão branco quanto a pelugem de Rauros, que a acompanhava, o ambiente ao seu redor parecia ser o local perfeito para chamar pelas novas aliadas. Mordiscou o polegar, forçando um pequeno sangramento e realizou os selos manuais necessários para a conclusão do “Kuchiyose no Jutsu”, colocando a mão dominante no chão. Um padrão se formou logo em seguida, e uma densa nuvem de fumaça surgiu antecedendo a aparição da criatura. Quando a obstrução se dispersou, não era Tamamo diante de si.

O que você quer, humana? Belo lugar onde estamos, uma pequena que já tenha sido vilipendiado com a sua presença — a raposa alaranjada possuía uma estatura consideravelmente menor que a de Tamamo, dez vezes mais baixa — Você é uma elfa indigna da minha atenção, nascida fora dos domínios de Silvermoon. Seu povo preserva a natureza e mantém o equilíbrio harmônico do planeta, diferentemente dos patéticos Cinco Grandes Países Shinobi. De grande vocês não tem nada.

Os olhos da raposa eram amarelados, com marcas vermelhas ao redor dos olhos. Mas o que mais chamava atenção era um intrigante olho adicional, localizado no centro de sua testa, observando a face da Grey. Era como se ele estivesse julgando a sua essência, pois seu olhar era mais profundo e intenso do que qualquer um que tenha visto em sua vida.

Quem é você? Eu apenas estava praticando a invocação, não sabia que viria. Conheço apenas Tamamo, achei que seria ela em seu lugar — Allannia curvou-se, em respeito à raposa. Sabia que era uma espécime orgulhosa e cheia de si, precisaria tratar as mesmas da melhor forma possível se quisesse alcançar a admiração delas um dia.

Humanos, sempre fúteis e desagradáveis. Não me convoque para trivialidades, apenas em momentos de necessidade. Kayō-sama possui inúmeros afazeres, não pode perder tempo fazendo visitas para você, Allannia do Clã Grey — ela repreendeu, num tom ríspido — Meu nome é Osakabe, mas ao se referir a mim utilize o sufixo “hime”. Sou a Princesa de Naraku, e eu gostaria que não me dirigisse a palavra novamente. Humanos são imundos. Não há espécie mais sombria e sanguinária que os seus, capazes de tudo para alcançar poder, fama e riqueza.

Peço perdão por isso, não queria tomar seu tempo. Eu concordo. Sei que humanos são terríveis, e reconheço que sou apenas mais uma pecadora. Mas eu quero mudar — Allannia disse, convicta — Há algo que eu precise fazer para me tornar mais digna de sua atenção?

Há algo, sim — ela pensou por alguns instantes antes de responder, analisando a Kage. Seus olhos, outrora desinteressados, passaram a exibir algum interesse na persona da prateada — Mas terá que se provar digna da purificação. Caso contrário, jamais será do meu interesse a sua presença.







Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
2
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:5003/5450
ST:02/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:431
Allannia se sentia frustrada em ser julgada pelas raposas, mergulhando numa maré de profundo desgosto a cada nova humilhação na qual era submetida. Detestava precisar abaixar a cabeça, sendo uma integrante do Clã Grey, valorizava em demasiado a sua própria existência. Alguns chamavam de arrogância, outros de egoísmo e uns poucos de prepotência, mas não passava de um traço espontâneo da sua criação. Osakabe não era a única crescida como uma integrante de uma posição de nobreza, tendo em vista a descendência antiga e orgulhosa de sua família.

Não pense que pode escapar de mim com seus pensamentos. Eu sei muito bem o que você quer dizer com isso. “Ela é apenas uma raposa, por qual motivo eu deveria me submeter a ela?”, “Temos um acordo, eu mereço mais importância e respeito que isso”, ou melhor, o comentário mais frequente é: “Eu tenho o direito”. Humanos, são todos iguais. Sempre presos em uma bolha impermeável— de alguma forma, Osakabe conseguia decifrar seus pensamentos, para sua surpresa — Tamamo decidiu confirmar em você, mas por qual motivo eu deveria, também? Dê um bom motivo, Allannia do Clã Grey, para eu desconsiderar sua essência dissimulada e vil.

Que motivo eu daria? Não há nada que justifique as falhas humanas — suspirou, desistindo de debater — Eu matei meus parentes, ataquei minha própria aprendiz e ceifei algumas vidas em minha vida. Encomendei até mesmo assassinatos. Se você não quiser me dar uma chance, eu irei compreender. A verdade, é que realmente eu estava sim pensando essas besteiras. E detesto esse tratamento cruel, por mais merecido que seja. Mas são sentimentos que não posso controlar. Faz parte da natureza humana — despejou todos os seus sentimentos, enquanto Rauros assistia, em silêncio. A leoa nutria uma espécie de cautela em relação às Kitsunes, ciente do enorme poder rodeando as mesmas.

Natureza. É uma palavra bonita a ser dita por uma boca tão feia. Nenhum humano conhece de fato o Ciclo da Vida, e a perpétua força motriz que move todos os seres em harmonia. São vocês quem destroem esse mundo ao construir seus refúgios, desmatar florestas e queimando os pastos — Osakabe rodeou Allannia Grey enquanto discursava, proferindo as palavras num tom rude, quase gritando — Mas nem tudo está perdido. Talvez para você, ainda haja salvação, por ter reconhecido cedo a própria imundície. Alguns humanos esperam os ossos apodrecer e a carne deixar de existir para começar a mudar. O ciclo deles se encerra, sem nem ao menos compreender o que de fato significa viver. Venha comigo, iremos começar. A leoa fica, ela não é digna de participar da purificação sagrada.







Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535



3
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:4966/5450
ST:03/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:622
Seus passos seguiram até o coração do Bosque Sagrado. O local era silencioso, pacato, totalmente coberto pela neve que começava a se desfazer após um aumento gradativo da temperatura. Iwagakure no Sato possuía um clima instável, divergindo entre nevascas e temperaturas amenas, insustentáveis para a prevalência a longo prazo dos tapetes de neve. Assim que chegaram, Osakabe-hime desfez a serenidade do ambiente, proferindo em voz alta:

Já deve conhecer o procedimento. Tire as vestes. Roupas são impuras, tecidas por humanos para esconder um sentimento maligno: a vergonha — tímida, Allannia detestava despir-se na frente de estranhos, mesmo que seja importante para sua evolução — Para se conectar com a natureza, deve estar em seu estado natural. Você veio ao mundo rosada, chorando e coberta de sangue. Não esteve com roupas em nenhum momento — ela retrucou, provavelmente lendo os seus pensamentos novamente — Após isso, cruze as pernas e feche os olhos. Iremos começar.

Não questionou mais. Obedeceu ao seu comando, depositando o vestido negro e seus adereços na neve. Allannia cruzou as pernas e sentou-se, fechando os olhos em seguida. Respirou fundo, controlando a sua respiração, sentindo o entorno da maneira mais potencial possível. Os ventos frios do inverno tocavam sua pele, tal como podia sentir os raios solares, em baixa intensidade, cobrindo a pele alva como se fosse um manto. Não sentiu nada de diferente, era como se estivesse fazendo papel de tola.

Certamente você não está sentindo em nada, pois está pensando. Pense menos, sinta mais. Todos nós seguimos um ciclo sem fim. O sol nasce e se põe, assim como o início e o fim de um reinado. Um dia, Allannia, seu tempo neste mundo terá acabado, e será a vez de entregar suas responsabilidades para um outro alguém — ela comentou, numa voz profunda e sensível. Apesar de detestar humanos, por ser um ser puro, compreendia o peso de suas palavras — Você deve aceitar o ciclo, e cumprir o seu papel nele, enquanto espera pelo fechamento dele.

Eu não queria que as coisas acabassem assim. A morte é um fim cruel, e eu temo partir na hora errada, quando o povo mais precisar de mim.

Há muito mais que uma rainha tem de fazer além de sua vontade — ela pareceu se divertir com a Grey, dando uma risada amarga — Mantenha os olhos fechados e pense em todos os animais, ecossistemas e meios que compõe o funcionamento do planeta como conhecemos. Tudo o que você vê faz parte de um delicado equilíbrio. Como rainha, você deve entender esse equilíbrio, e respeitar todos os animais, desde a menor das formigas até o maior dos antílopes.

Mas nós comemos os antílopes, e tantos outros animais, desrespeitando esse equilíbrio a qual você se refere.

Sim, Allannia. Mas quando você morre, seu corpo, caso enterrado, vira grama e o antílope come ela. Assim, todos estão interligados no eterno ciclo da vida.

Desde o dia em que chegamos ao mundo, caminhamos ao rumo do sol. Há mais coisas pra ver, mais do que a imaginação. Eu não quero que acabe cedo demais.

Ademais, muito mais do que o tempo permitir — ela entoou, num tom indiferente — São tantos caminhos a se seguir, e lugares pra se descobrir. E o sol a girar, sobre o azul deste céu, nos mantém nesse rio a fluir — ela entrou ergueu os três olhos para o astro tímido acima das duas, emanando um brilho fraco — É o Ciclo Sem Fim, que nos guiará. A dor e a emoção, pela fé e o amor.

Até encontrar... o nosso caminho? — indagou, num murmúrio, sentindo uma sensação diferente invadir o seu corpo aos poucos.

Sim, neste ciclo. Neste Ciclo Sem Fim. Eu já encontrei o meu, mas você terá que encontrar o seu. Sozinha.








Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
4
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:4929/5450
ST:04/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:543
Concentrou a mente nos ensinamentos, pensando em todo o Ciclo da Vida. A meditação fluiu como um rio, lavando sua alma, tranquilizando os sentimentos e dispersando os pensamentos negativos. Era como se ela estivesse aos poucos permitindo sua essência se conectar aos diferentes tipos de formas de vida, mesmo que fosse apenas uma mera sensação. Ela começava a compreender a natureza de verdade, todos os seus processos e necessidades. Doía quando via as queimadas, desmatamento e matança desenfreada. Sorria quando os animais davam a luz, e novas comunidades eram formadas. Mas sentia medo quando os humanos estavam próximos, receosa pelos seus próximos passos em prol da dominação mundial.

Um aperto no seu peito quase fez o seu estado de transe terminar, resistindo com dificuldades. Era muito para suportar sozinha. Estar em perfeita harmonia com a natureza exigia de Allannia Grey o ápice de seu autocontrole, evitando que recordasse do seu estado de humanidade medíocre. Precisava ir além, ultrapassar a barreira típica correlacionada às espécies, independente de quais fossem, no momento de seu nascimento. Estar Ligada à Natureza não era uma característica comum, exigia uma especialização maior e um conhecimento avançado. Foi então, a partir desse raciocínio, o surgimento da resolução crucial.

Eu não preciso encontrar o caminho, muito menos estar sozinha — ela murmurou, libertando-se do transe — Eu sou o caminho. Para me conectar com a natureza, preciso ser a ponte para a natureza fluir de fora para dentro, não procurar ela em mim de dentro pra fora.

Correto, humana — os olhos da raposa demonstraram um genuíno interesse após sua constatação, como se estivesse interessada — Você encontrou a resposta, uma resposta que poucos detém em mãos.

Manteve a mesma posição de outrora, mas a sua meditação seguinte era diferente. Os olhos permaneciam abertos, e a respiração era como se estivesse em uníssono com o planeta, decorrendo ao mesmo tempo que árvores e animais. O ciclo começava a fazer mais sentido, pois não era mais parte dele. A própria Allannia Grey, aos poucos interligada com a natureza, era a manifestação física deste. Por alguns segundos deixou de ver a partir de seus próprios olhos, e observava a partir da perspectiva dos arbustos e plantas de seu Bosque, vislumbrando o próprio corpo desnudo, imóvel em um profundo transe.

E então, suspirou. Estava ofegante, parecendo estar por bastante tempo prendendo a respiração. Era uma sensação estranha, principalmente após sentir os pulmões se encherem com um ar que pertencia às mais diversas formas de vida. A raposa balançou a cabeça, reprovando as suas deduções errôneas acerca do que parecia ter sido um fracasso completo. Estava tão perto de alcançar o ápice, e não pôde concluir totalmente seu objetivo.

Claro que concluiu, humana — Osakabe corrigiu, rodeando a Grey, como sempre fazia — Você purificou as impurezas em si. Nenhum humano jamais poderia almejar se tornar uníssono de fato com a natureza, do contrário, jamais retornaria. É poder demais, mais do que qualquer carne e alma possa suportar. O que você sentiu é apenas uma parcela, há muito mais a ser desfrutado. E mesmo quando alcançar o ápice, será uma fração mínima da realidade.

O que preciso fazer agora? Já estou pronta? — Allannia estava exausta, tal atividade exigia muito de si.

Há uma última etapa. Venha comigo, irei lhe mostrar.







Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
5
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:4892/5450
ST:05/07
Vila:Iwagakure no Sato
Palavras:742
Allannia foi levada para a Fonte, esculpida ao redor de diversas estátuas angelicais. A água estava congelada, e o frio aos poucos penetrava seu corpo. Osakabe ficou acima da superfície gélida, observando. Em seguida, com um potente golpe vindo de sua pata, partiu o gelo frágil com um gole limpo, despedaçando maior parte da estrutura ao seu redor, exceto a plataforma em que estava. Sequer teve tempo de reagir, caindo submersa quase que imediatamente.

A água estava extremamente fria, aproximadamente ao redor de quatro graus. Despida devido ao seu treinamento, envolvendo estar em constante contato com o estado natural das coisas, sentiu todos os efeitos adversos em sua plenitude. Debateu-se, tentando escapar da possível morte, sem sucesso. Não havia mais tempo para tentar escapar a partir de Meteor, tampouco poderia pedir ajuda de alguém. Estava sozinha, completamente abandonada. Pensou na curta vida desfrutada até então, e nas coisas que deixaria de fazer ao morrer. “Acabar dessa maneira... a vida é sempre injusta. Nunca tive oportunidades, sempre precisei ser salva para lidar com as ameaças. Parece Amegakure, mas agora Shizui está morto, mais ninguém pode me ajudar agora”, refletia, desapontada consigo mesma. Sempre incapaz e frágil, dependente dos outros.

Foi então que lembrou dos ensinamentos. Recordou de quando se conectou com a natureza, e de como a sua ligação com os seres pareceu autêntica por um instante. Concentrou-se, pensando no eterno ciclo da vida. Se fosse para morrer naquele instante, era apenas uma das mais inúmeras fatalidades compondo a existência. Morrer nunca era um fim completo, pois a sua existência seria perpetuada na natureza de alguma forma. “Eu não preciso encontrar um caminho, eu sou o caminho”. Pensou em como os peixes nadam. Para eles, era fácil mover as barbatanas e respirar embaixo d’água. Não poderia mudar a sua condição biológica, tampouco desfazer o ciclo, mas antes de alcançar o fundo, nadou. Allannia bateu com as mãos, moveu os pés e encurtou a distância acima de si.

Estava faltando oxigênio, mas conseguia batalhar, com dificuldades. A visão era turva, e dentro da água estava comprometida. Sentia como se estivesse prestes a congelar, mas batalhava por sua vida. Pensava em como os peixes lutavam contra as correntezas, tentando seguir ferozmente pelos caminhos almejados. Por um instante, após tanto pensar na natureza marinha, sentiu ser uma espécie marinha. Sentiu que a água entrando por suas narinas era o mais puro ar, e lhe dava forças para continuar. Não sabia se era alucinação, ou uma visão clara de seu sucesso. Pouco importava, independente de seus esforços, Allannia estava morrendo.

Foi quando a raposa, de rompante, a puxou para cima, colocando-a por cima de sua plataforma. Allannia tossiu água por um longo minuto, com a respiração fraca e os batimentos cardíacos acelerados. Quase faleceu, mas ao estar na superfície novamente, se sentiu mais viva do que nunca. Encarou Osakabe, num misto de tristeza e fúria, não sabendo como reagir diante do gesto maldoso efetuado pela mesma.

Você tentou me matar — Allannia disse, chocada.

Se fosse um peixe, não morreria.

Eu não sou um peixe!

É, sim. Todo humano possui um pouco de peixe em si, assim como um pouco dos macacos e das aves — Osakabe parecia firme em sua opinião, por mais contraditória que fosse para a mente de Allannia Grey — Vai me dizer que você não se sentiu como um, mesmo que por um segundo?

Senti, um pouco. Mas eu estava desesperada, lutando por minha vida.

Água é vida, seja para peixe, seja para humanos. Nenhuma forma de vida sobrevive sem água, mas também a água mata, se seu corpo não suportar ela em excesso— ela inclinou a cabeça, entediada — Essa foi a lição que eu queria passar. Estar conectada com a natureza não lhe permite ser como uma das diversas formas de vida, mas permite compreender como o ciclo funciona. Quando se entende isso, mesmo que por um instante, você se sente parte do todo — ela saltitou por entre os fragmentos de gelo, sendo acompanhada pela Grey. A prateada quase escorregou, mas conseguiu chegar na margem — Como se sente?

Estranha. Para o que serve tudo isso que você me ensinou? Há algum propósito?

Existe um, sim. Mas você não está pronta ainda. É digna de obter esse poder um dia, mas não agora. Você é interessante, humana. Está purificada, quase uma de nós.

Uma de vocês? O que quer dizer com isso?

Quando procurou pela raposa, ela não estava mais lá.







Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Jokerzinha
Jōnin
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca WH8n2pf
Status: Aprovado
Recompensa: Especialidade Ninja: Ligada à Natureza

Já falei que eu adoro ler suas RPs? Tô adorando meus enredos sendo narrados por você, estão realmente ficando muito bons. Tô esperando por mais pedidos hein -q
Jokerzinha
https://www.narutorpgakatsuki.net/t78494-fp-nezuko-hyuuga https://www.narutorpgakatsuki.net/t78502-gf-nezuko-hyuuga
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
1
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:6150/6150
ST:00/07
CN:000/400
Palavras:850
A neve caía em seus cabelos prateados quando chegou em Cinzamarca, satisfeita após adquirir seu mais novo poder. Havia esperança em seus olhos azuis, desejando profundamente estar mais capacitada para proteger Iwagakure e sua futura aprendiz naquele momento. O Palácio coberto pela camada alabastro que adornava a edificação em tons invernais proporcionavam uma visão melancólica, quase fúnebre, naquela noite escura. Seus passos acelerados afundavam no tapete fofo abaixo de si, e o frio evidente em seu corpo delgado incomodava após horas a fio exposta ao clima punitivo.

Rauros aguardava, em frente à porta da Torre da Alvorada, encarando a suserana austera. O temperamento da leoa modelou-se bastante após os traumas obtidos ao enfrentar as Kitsunes, era sabido, mas nada se comparou com o vislumbre do semblante obscurecido da mascote, como se as palavras a serem ditas fossem mais pesadas que o peso de toda a neve que caiu-lhe nas costas fosse multiplicada por um milhão. Riu, divertindo-se com o impacto, recebido a partir da abóbada, como se estivesse anunciando a sua presença.

Salpicada em neve por todas as partes, limpou os resquícios antes de se aproximar da amiga, acariciando sua pelugem albina, pressionando os dedos de maneira sutil. Seu humor era capaz de iluminar mil lamparinas, e o desejo de ser uma grande kunoichi havia sido aceso tão intensamente dentro de si que poderia aquecer as duas como se fosse uma grande fogueira. Mas nada disso duraria para sempre, e sequer esperava que fosse acabar tão rápido. Rauros não fazia rodeios. Seu tom de voz foi firme, embora gentil. Carregava certa dor, por reconhecer o quão importante ela teria sido para a evolução pessoal da Tsuchikage. E mais do que todos os fatores, era sincero e genuíno, não restando dúvida alguma do que seria dito em seguida:

Yunai Aiko, a garota que você iria tomar como aprendiz, está morta.

Allannia nada disse. Seu toque cessou, afastando-se da felina, desnorteada. O coração apertou tão forte que achou que estava sendo esmagado por uma bigorna, e toda vez que ele batia novamente, uma sensação desconfortável e indescritível percorria seu corpo. As mãos estavam trêmulas. Suas pernas, ameaçavam ceder. Tudo em Allannia Grey estava errado, assim como tudo que ocorreu em sua vida desde então. “Quando isso vai acabar? Será que alguma vez em minha vida eu conseguirei ser feliz?”, os pensamentos eram tortuosos, e a sua dor tão profunda. Mais profunda do que qualquer coisa que havia sentido por alguém antes. Não era por causa de um vínculo emocional intenso, não eram próximas o suficiente para tal. Muito menos por estar perdendo algo com o falecimento, ia muito além. Havia falhado. E essa falha, não havia sido apenas com a garota. Falhou com a vila. Falhou com a sua palavra. Falhou com Yohma, Mei, Shizui e tantos outros.

A garota ter morrido, no fundo, sempre seria sua culpa. Não a protegeu. Não lhe deu a devida atenção. Não impediu a Satan Soul quando ela mais precisou. Se ela queria tanto a prosperidade da vila, por qual motivo tudo que ela tentava para tal conjecturava um erro? Era o questionamento mais constante em sua mente deturpada, a beira do colapso. Com uma naturalidade imensa, quase sobrenatural, ela questionou a Leoa, como se algo dentro da Sombra da Pedra estivesse morto a partir daquele dia:

Como, quem e quando? — os olhos azuis cintilaram. A tristeza transformou-se em fúria. O amor, virou ódio. A esperança, se transformou em desilusão. E todos os seus sonhos, foram postergados. Nada mais importava. Nada mais fazia sentido — Quem lhe deu a notícia?

Não sei como ou quem, mas pelo que contaram, hoje. Encontraram o corpo, e logo após a morte foi confirmada pela família. Cientes da relação das duas, mandaram mensageiros entregar o anúncio, em forma de carta, para você. Está depositado em sua cama, lacrado. Não abri, e não permiti a ninguém que violasse sua privacidade. Leia seja lá o que esteja escrito, mas não se descontrole — o tom de voz era suave, embora a felina observasse com estranheza a paciência da mulher, que não desabou em lágrimas em nenhum momento.

Aparento estar descontrolada? Eu sou a Sombra da Pedra, meu papel é ser tão firme como as montanhas do País da Terra — ironizou a Grey, num tom anormal até mesmo em seus dias de fúria. Era uma calmaria agressiva, parecia o mar num dia tempestuoso, mas ao mesmo tempo a sua face reluzia como se o dia estivesse ensolarado. Allannia Grey estava diferente. Uma estranha energia começava a percorrer seu ser, sua essência maligna como Grey estava tomando forma, misturando-se ao seu chakra — Preciso ficar sozinha por um tempo, retornarei logo.

Deu meia volta, seguindo em direção ao seu Bosque Sagrado. Havia algo a ser feito, uma coisa que apenas ela poderia fazer naquele momento para suprimir sua dor. Nenhuma lágrima ameaçava cair, e não cairia. Nenhuma palavra a mais era esboçada em seus lábios carmesim, rubros pela mordida intensa em seu extremo inferior. Nenhum brilho havia em seus olhos. Allannia finalmente havia compreendido de fato, o significado de ser uma Grey.

Rauros, a Leoa:
HP: 1000/1000
CH: 1000/10000
ST: 00/05



Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
2
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:5249/6150
ST:01/07
CN:000/400
Palavras:547
Durante toda a sua vida, Allannia Grey utilizou o Bosque Sagrado como uma expiação espiritual para todos os seus pecados. Rezava aos deuses, pedindo auxílio em seus momentos de maior dificuldade. Nenhum de seus pedidos era atendido, tampouco a consciência havia aliviado após tanto tempo convivendo com suas falhas. Allannia Grey percebeu que a falsa idolatria precisava acabar, e utilizaria da dor, fúria e desgosto para motivar suas chamas naquele momento. Começou a destruição com o “Katon: Haijingakure no Jutsu”, expelindo uma densa cortina de fumaça extremamente quente, dizimando qualquer forma de vida próxima em um raio de cem metros.

Não achou o suficiente. Queria mais. Mesmo que as chamas houvessem danificado severamente seus arredores, apenas iria se contentar quando tudo se transformasse em cinzas. Realizou os selos manuais necessários, antecedendo o uso de seu “Katon: Onidōrō”, liberando múltiplas esferas flamejantes que atingiram diversos pontos do Bosque, começando inúmeros focos de incêndio que logo se espalharam. A neve e o inverno ajudavam a conter o avanço rápido da incineração, mas mesmo o clima era incapaz de frear completamente seus sentimentos.

Estão felizes agora, Deuses? Onde estavam vocês quando deixaram Yunai morrer? Por que permitiram que Shizui fosse o único de nós a morrer? Expliquem também o sumiço do “Atumsushi-kun” e de todos os outros que vocês roubaram de mim. Cresci pensando que poderiam me ajudar quando eu precisasse, mas vocês são um bando de desgraçados. Morram, morram todos. Hoje todos os deuses morreram para mim, seja lá quem sejam e onde estão, eu odeio cada um da mesma forma — vociferou, antes de gritar repetidamente, em seguida.

As chamas cintilavam num brilho vermelho-alaranjado, circulando a Grey de maneira ameaçadora. Seu ódio era imenso, e o chakra ao seu redor queimava tanto quanto o próprio jardim. Imersa em seus sentimentos negativos e malignos, aos poucos o “Hiretsuna no Chakra” começava a se manifestar. A fumaça liberada outrora começou a incomodar seus pulmões, forçando a Grey a tossir. Tudo queimava, da mesma forma que incendiou a floresta de Silvermoon, colocava fim ao legado de sua família naquele instante. Por gerações joelhos foram dobrados, e preces depositadas de maneira esperançosa ao recinto. De maneira egoísta e nitidamente arrogante, Allannia havia designado a si própria o encargo de estabelecer os próximos passos de sua linhagem.

Isso se ela decidisse mesmo passar seu sangue adiante.

Eu não preciso mais de vocês. Pensei em me casar um dia neste lugar, com alguém que merecesse um dia meu amor. Mas para que eu faria isso? Vocês tomariam ele de mim, também. Se soubessem o quanto dói, não fariam. Mas não se importam. Nunca se importaram — cerrou os punhos, sentindo cada vez mais o calor em seu corpo. As chamas estavam se tornando mais intensas, vivas, como se aos poucos começassem a tomar forma — Eu tenho uma ideia melhor. Irei casar com o fogo. E como uma fênix, renascerei. Mais firme. Mais forte. Vocês serão testemunhas de meu matrimônio, enquanto mato tudo o que um dia representaram para mim — e ela começou a se concentrar, tentando controlar de maneira apropriada o incêndio, enquanto mantinha o chakra vil em seu interior. Por um instante, viu uma das chamas brilhar em tom verde, como se algo de diferente estivesse prestes a acontecer dentro de instantes.







Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
3
Allannia Grey

HP:2275/2425
CH:3636/6150
ST:02/07
CN:000/400
Palavras:834
Numa fração de segundos, o brilho vermelho-alaranjado abandonou as chamas circundantes, e tudo ao seu redor tomou a coloração esverdeada, de um brilho tão intenso quanto esmeraldas. Uma dor excruciante em seu antebraço a fez agonizar, enquanto lentamente a figura de uma cruz invertida era desenhada neste, forçadamente imposta por sua versão interior. A manifestação da Satan Soul estava mais intensa. Ele clamava por liberdade, mesmo controlado, tentando uma última vez dominar completamente seu ser interior.

Satan Soul — a voz diabólica ressurgiu, transformando-se numa criatura demoníaca novamente. Manifestou asas, e a marca fora ocultada em meio às escamas, enquanto os seus cabelos se tornaram vermelhos como o crepúsculo. Gritou mais uma vez, tão alto que espantou alguns pássaros distantes. Não parecia humana, não mais.

Mas o descontrole não durou muito tempo. Recordou-se das faces sorridentes e melancólicas, e do sol sombrio. Lembrou de Yohma Uchiha e suas palavras, assim como de sua dívida de sangue com Mei Ogosho. “A vila. Todos estão mortos, mas enquanto houver a vila, nem tudo estará perdido”, percebeu, dominando para sempre a sua manifestação maligna. Daquele diante em diante, soube que estaria em uníssono com sua contra-parte.

Rompendo a barreira inteligível, Allannia voou quarenta metros, rodopiando em pleno ar enquanto realizava selos manuais em velocidade. Atingindo seu ponto mais elevado, projetou a cinco metros do chão um massivo meteoro de chakra escuro, após gesticular com sua mão, após fechar todos os dedos exceto o indicador e o médio, criando um ciclone em pleno ar antes de ser derrubado, violentamente, quando apontou todos os respectivos dedos para baixo.

A explosão massiva de Plasma obliterou tudo em seu caminho, gerando fortes correntes de ar que varreram todo e qualquer resquício de vegetação circundantes. Realizou Selos novamente, repetindo o uso do “Katon: Onidōrō”, bombardeando todo e qualquer forma de vida restante com uma enxurrada de esferas flamejantes, provocando incêndios diversos. Quando a poeira abaixou, ironicamente, a marca de uma fênix estava gravada no chão, em chamas. Considerou a situação um grato sinal, e incitando seu chakra ao redor desta, experimentou um controle mais profundo e íntimo com o Elemento Fogo. A figura parecia se elevar cada vez mais, clamando por seu corpo. Atendeu o pedido, mergulhando em sua direção em seguida.

Antes de colidir contra as chamas, efetuou os selos necessários para a conclusão da técnica “Bloqueio”, criando uma fina película de Plasma ao seu redor, protegendo-se dos ferimentos. Deixou o aspecto flamejante beber de seu corpo, instando o fogo cada vez mais. O calor era uma realidade em seu corpo, ele tocava-lhe de forma carinhosa, quase fraternal. Quis permitir que fosse devorada pela energia ao seu redor, se tornando uma só com ele. Seria uma morte poética, quase dramática. Um funeral não era o que queria. Era seu casamento, mas não haviam mais deuses para abençoar sua união. Não haviam papéis capazes de firmar seu acordo; as chamas consumiriam cada um deles. Seria eternamente noiva, e seu marido estava moribundo, quase extinguindo-se. As chamas perdiam força, consumidas pela Grey a cada segundo.

A película partiu em mil pedaços, e o vestido branco desapareceu em um segundo.
A película partiu em mil pedaços, e o vestido negro desapareceu em um segundo, transformado em cinzas. “Verdade. A cor do meu vestido deveria ser o branco. Não é a cor das noivas? Talvez eu seja uma exceção. Meu casamento é ao mesmo tempo meu funeral. Hoje Allannia Grey morreu, ela não existe mais. Mas renascerá, das próprias cinzas. Como uma fênix”, é permitiu que fosse queimada. As chamas tocaram seus cabelos, seus seios, seu corpo e todo o resto. Cada centímetro de seu corpo estava em chamas. Mas ela não queimou. O fogo a rejeitou, até mesmo ele. E quando a chuva caiu, estava sozinha. Os deuses estavam mortos, e ela também. Mais uma vez, era uma nova mulher. Quantas vezes mais mudaria? Ela não sabia como, mas se perguntava quando.

Uma fênix troca suas penas infinitamente. Cada vez que morre, ela irá ressurgir. Essa é minha sina. E sempre será — observou o céu estrelado. Ele estava lindo. Até o céu estava em chamas, com tantos astros iluminando o denso véu negro acima de si — Eu sou a noiva do fogo, e não há deuses para testemunhar meu amor. As estrelas são minha testemunha. Cada uma de vocês. Eu estou tão feliz. Nunca estive tão feliz em minha vida.

A leoa observava tudo aquilo, de longe. Allannia dançava na chuva, gargalhando alto. A dor havia se transformado em alguma coisa indescritível, sequer conseguia mensurar com palavras o que estava sentindo naquele momento.

Allannia? — Rauros se aproximava, observando a cena horrorizada — Você... você enlouqueceu — a voz engasgada da felina mesclava tristeza e pavor, como se ela estivesse irreconhecível.

Louca? Não, não. Nunca estive tão sã em minha vida. Você será a minha madrinha. Qual acha que deve ser o nome dos meu filho? Eu pensei em... Katon! O que você acha? É um belo nome, não é?







Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
4
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:5900/6150
ST:01/07
CN:000/400
Palavras:593
A leoa não respondeu com palavras, tentando avançar em direção da Tsuchikage, em sua velocidade máxima. Allannia esquivou com certa facilidade, praticamente brincando com a mascote a cada nova tentativa, evadindo de seus movimentos como se fossem insignificantes. Não se importava. Mesmo fora de si, apenas enxergava a mentalização intrínseca de seus novos ideais. Após algum tempo, Rauros desistiu. Estava vendo a prateada se tornar mais forte, e essa busca incessante por mais poder era a grande responsável pelo começo de sua derrocada. Viu a felina dar meia volta, deixando-a sozinha no que outrora havia sido o Bosque Sagrado de sua família. Não havia restado nada, absolutamente nada. Se algum dia houve vida no local, não era possível discernir após tantos danos. Permaneceu na chuva por horas, até que acabasse, saboreando o líquido que escorria dos cabelos até seus lábios, misturando-se com o sangue que escorria após morder a parte inferior destes, com força. Gostava da chuva, e da dor. Recordava de Amegakure, e de quando tudo começou. Ou será que foi quando terminou? Desde aquele dia, nunca mais foi a mesma, e a cada dia estava mais diferente da criança inocente que descobriu da pior forma possível os horrores da guerra.

(...)

Assim que retornou ao seu Palácio, uma de suas serviçais ofereceu-lhe uma toalha, alertando que seu banho estava pronto. A partir daquele ponto, sua Satan Soul já estava desativada. Embora mal-cheirosa e exausta, não quis se banhar novamente, informando que estava limpa o suficiente em meias palavras, quase desgostosa com o contato humano. Passou dias em seus aposentos particulares, ignorando até mesmo suas funções como Kage. Leu diversos livros sobre o fogo, alimentando ainda mais o seu fascínio pelo elemento favorito.

Diariamente, saiu com o intuito de treinar, colocando em prática os conhecimentos obtidos. A marca da cruz invertida permanecia fixa em seu antebraço, e mesmo quando tentava expurgar esta de seu corpo, fracassava miseravelmente. Sempre que sentia emoções negativas, ou incitava os seus piores pensamentos, o chakra vil era manifestado. Denso e poderoso, simbolizava toda a maldade oculta no coração da Grey, cujas raízes se estendiam desde o início de sua descendência até os traços imperceptíveis de sua psiquê.

Aprendeu a manipular as formas básicas de fogo, evoluindo rapidamente a sua habilidade com o Elemento, demonstrando certa facilidade. Deduziu que a origem desta familiaridade vinha de sua Afinidade natural, concebida desde sua nascença através de sua predisposição genética ao Plasma. Perita em sua Kekkei Tōta, almejava adquirir o mesmo patamar com o Katon, expandindo o seu leque de capacidades analogamente.

Inseria o chakra vil no elemento, percebendo um aumento significativo quando ambos recursos eram mesclados. Soube analisar um potencial tremendo caso conseguisse obter o controle máximo de tais características, atingindo patamares louváveis como uma kunoichi após concluídos os seus esforços.

Allannia se alimentava cada vez menos, e quando comia, preferia alimentos fervendo, queimados ou picantes. Tudo que recordasse o fogo era de seu agrado, e qualquer coisa que não fosse perpendicular ao preceito mencionado, não lhe interessava. Sua piromania acentuada tomava proporções cada vez maiores, uma autêntica obsessão, e a tendência era piorar.

E como explicar para a Grey acerca de seu equívoco? Cada vez que ela utilizava as chamas novamente, tornava-se mais poderosa do que antes. Proporcionava um prazer indescritível observar as labaredas vermelho-alaranjadas devastando qualquer coisa que fosse. Até mesmo dormir em sua cama perdeu o valor; preferia bem mais deitar no lado de fora de sua casa, ou subir em seu telhado, adormecendo com o céu estrelado acima de si.






Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 01/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca AnitaPereira681.128.790535
5
Allannia Grey

HP:2425/2425
CH:6050/6150
ST:01/07
CN:000/400
Palavras:596
Despertou com frio, praticamente coberta por neve. Resgatada por Rauros e suas funcionárias, não percebeu o risco que corria ao ser exposta diretamente ao inverno de Iwagakure no Sato. Teve uma experiência como moradora de rua em sua bagagem, situação vivenciada ao lado de sua mascote, sendo o motivo por trás de certo costume aos climas extremos. Mas estar habituada não proporcionava imunidade aos efeitos nocivos em seu corpo, sendo salva antes de consequências drásticas serem impostas ao seu organismo. Ignorou o sermão, assim como inúmeros alertas. Decidiu focalizar seus esforços em estudar os mistérios por trás do Katon, após praticar e utilizar com propriedade a essência elemental no decorrer de seus treinamentos.

Praticante do Estilo Fogo como um de seus principais recursos dispostos no arsenal de Jutsu, assim como uma adepta férrea em seu uso, pôde enfim denominar a si própria como uma Perita quando efetivamente realizou manipulações dos mais diversos níveis, elaborando em complexidades superiores ao nível observado em meros usuários da Afinidade. Sua aptidão fora tamanha que impressionou Rauros, destacando, através de suas próprias palavras, que seu controle do elemento primário aparentava se equiparar ao seu uso de Plasma. Não se importou, comparações eram desinteressantes em sua concepção. Apenas resultados eram minimamente interessantes, e não possuía nenhuma evidência empírica do que havia sido associado.

Focalizou suas atenções remanescentes ao uso do Hiretsuna no Chakra, supostamente o recurso de maior complexidade que possuía. A energia vil oscilava, e desejava misturar a mesma aos seus Jutsu sem efetivamente precisar manifestar emoções como força motriz. Seu treinamento envolveu pura concentração, concentrando o respectivo chakra ao redor de seu corpo, com o intuito de conseguir afetar de alguma forma um trio de plantas, dispostas em sua frente.

Inicialmente, não teve muito sucesso. Cada vez que tencionava atingir as respectivas criaturas, fracassava miseravelmente. Foi quando percebeu. O chakra não fazia nada por conta própria, e caso quisesse resultados adequados, precisaria unificar o seu poder em detrimento de algo. Ciente de tal conceito, reuniu a energia em seus punhos, desferindo um único soco no vaso central. O impacto, amplificado, havia sido tamanho que os circundantes se partiram em inúmeros pedaços. Sua cruz invertida cintilava num brilho verde-esmeralda, tão belo quanto aterrorizante. Preferia não possuir marcas em seu corpo, por mais triviais que fossem. Sentia-se consternada quando incapaz de solucionar um desagrado, reflexo de seu egoísmo exacerbado.

Estava adquirindo mais ferramentas ninja para combater com maior aptidão em outras oportunidades, mas o preço pago ainda atormentava sua mente. A memória dos mortos a perseguia, e era quase como se estivesse sendo capaz de ouvir o chamado deles, clamando por si. Era quase como uma esquizofrenia, um transtorno cruel dominando seu intelecto e dissociando seu raciocínio. Sorriu, num misto de sarcasmo e terror, ao contemplar a ideia de estar prestes a ficar fora de si caso as coisas continuassem no ritmo atual.

Vestiu o típico vestido negro, cujo qual fazem parte de seu guarda-roupa há bastante tempo. Era a mesma peça, encomendada múltiplas vezes. Caso quisesse reorganizar a mente, precisaria entrar em contato com forças superiores. Distante dos Cinco Grande Países Shinobi, atravessando as fronteiras tradicionais, respostas para suas aflições estavam lhe esperando, clamando por sua presença. Os lábios estavam selados em silêncio constante, e o esforço em falar era tortuoso. Apenas desejava chamas, destruição e vingança, alimentando os seus anseios e dominando a sua essência outrora bondosa. Acreditava piamente ainda seguir o caminho da luz, mas onde ela estaria? Após tanto tempo na escuridão, o apagar das luzes e o nascer do sol pareciam a mesma coisa.



Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05


Emme



”Aparência”:
”Trajes:
”Allannia e Rauros”:
”Clã e Kekkei Genkai”:
”Equipamentos”:
”Qualidades e Defeitos”:
”Jutsus Utilizados/Ativos”:
”Databook”:
”considerações”:
”Links Comprobatórios”:
SraCandyCandy
https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999 https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Ao
Moderador
[MORADIA PREMIUM] Palácio de Cinzamarca OxxAo3l
Status: Aprovado
Recompensa: Perícia Elemental: Katon e Chakra Especial Premium: Hiretsuna no Chakra.

Meu deus, Allannia surtou o.o Virou o próprio capiroto nas chamas do inferno kkkkkkkkkkkkkk. Quero muito ver essa evolução da personagem nas suas futuras RPs.
Ao
http://narutorpgakatsuki.net
Conteúdo patrocinado
Layout desenvolvido por Akeido e Dorian Havilliard