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12 Anos Online
A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
Angell
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Angell#3815
Oblivion
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
XXXXX
Futuramente teremos.
Discord#1234
XXXXX
XXXXX
Discord#1234

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Skywalker
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{Crônica} — Angels of Death. - Publicado 18/4/2022, 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700 / 2700 || ST: 00 / 07

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O que é um homem, se não um escravo de ideologias alheias e crendices? Após escapar da catedral decaída em adoração a Jashin liderada por Kayneth, percebo que talvez nós realmente fôssemos nada além de peões no tabuleiro do destino. Eu fui tolo - Não pude enxergar as entrelinhas do que o loiro disse em meus momentos de ódio. Por cada um que eu matei, até hoje, eu jamais hesitei em lutar. Porém, tudo isso fora obra para um propósito maior. Vaguei por estas terras sem rumo ou destino definidos, ou mesmo ambições. Me vi preso em uma jaula de sentimentos negativos, cercado por uma barreira de ódio que cegava-me do verdadeiro conhecimento deste mundo. Quando cobri o meu corpo queimado com estas faixas, o que pensei? Em vingança. Vingança por aqueles companheiros que caíram pelas mãos de vigaristas de Sunagakure. Quando minha mãe morreu, o que jurei? Vingança contra o meu próprio pai. A trama de minha medíocre vida se resume a um ciclo de ódio e violência sem fim. Eu estou fadado a carregar este cruel destino pelo resto de meus dias...Até o momento em que percebi que poderia mudá-lo.

Eu deveria lutar pela minha própria ambição, e desta vez, o faria. Sem mais influências, eu faria escolhas por conta própria. Quando Jashin comunicou-se pela primeira vez comigo, ignorei-o. Neguei a sua existência e julguei ser loucura ou uma armadilha de meu irmão bastardo. Porém, agora vejo que ele se trata de absolvição. Um médium entre os planos vivos e mortos, o único que pode reger a vida e a morte dos mortais desta terra. A cada segundo, sentia seus braços se envolvendo ao redor de meus ombros, como se me abraçasse em estilo paterno. Mesmo quando o rejeitei, mesmo quando o julguei e fugi de sua visão, ele ainda insistia em vir até mim. A voz da escuridão jamais abandonaria os filhos que por ela foram gerados. A noite caía, e eu logo me via próximo ao Quartel General da Yakuza. Mesmo que agora eu mesmo pudesse estar sendo regido pela presença fúnebre do deus sombrio do Jashinismo, sentia um confortável clima formar-se ao redor de mim. Eu teria tudo o que queria: Mulheres, dinheiro. Os pecados capitais em minhas mãos, desde que as exigências e preços fossem cumpridos.

— "Talvez eu tenha sido tolo, afinal. O que estive pensando nestes últimos tempos? Vingança? Ódio? Eu não preciso disso. Eu não posso mais continuar sendo escravo do passado de outras pessoas. Eu preciso encontrar algo para mim. Preciso encontrar um sonho que eu possa seguir por mim mesmo!" — Pensava, correndo em direção ao QG.

Eu jamais deixaria a escuridão, e isto é fato. Porém, não poderia continuar da forma em que estava. Após a queda do Vento Áureo, ergueria um império caótico. Jashin ao meu lado, servindo como meu próprio mentor e pai. Ele - E somente ele, que poderia me dar a chance de uma nova vida. Se não fosse pela sua intervenção, eu continuaria sendo o mesmo traste de sempre. Um ser sem esperanças, que nada poderia sentir além do sabor do medo. Mas agora seria diferente. Eu derrubaria esta maldita organização de uma vez por todas, e ser livre. Sem mestres. Sem influências, pois eu não sou um escravo do destino!

E, em meio ao passos leves, me encontrava de frente a um esquadrão composto de ao menos vinte homens do Vento Áureo, posicionados logo a frente do Prédio principal. Todos eles vestiam uniformes negros com um símbolo Manji nas costas e escrituras com desenhos clássicos da Yakuza, como dragões, padrões floridos e até mesmo marcas referentes aos lendários Onis. Aproximei-me lentamente, baixando o capuz para revelar os longos cabelos negros. Quanto tempo já se fazia desde que me olhei no espelho? Por que o evitava? Agora sabia a resposta - Por vergonha, não da aparência, mas sim de descobrir que eu nunca fui eu mesmo. Eu fui, por tantos anos, uma marionetes daqueles que neste mundo já não mais pertencem.

— "Onde está o Oyabun?" — Questionei-os. — "Respondam! Se quisermos ir à guerra, é preciso repassar as informações. Eles já definiu as estratégias? Não será fácil invadir a base dos Brahman, ainda mais de noite. Será uma viagem longa, e ainda que sejamos poderosos, não é sábio subestimar o oponente. É uma tremenda idiotice querer atacá-los em um lugar que eles detêm a vantagem..." — Continuei, coçando a bochecha direita.

Informações:

| N° de Palavras: 750|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 8/5/2022, 00:25

Angels of Death


HP: 1720 / 1750 || CH: 2700 / 2700 || ST: 01 / 07

...Mas como avançar? Eu ainda me aproveitava dos poucos momentos de furtividade que me restavam, analisando o terreno infértil ao redor. Em meio a chamas, cristais e corpos desfigurados - Um único elemento decidiria as probabilidades de meu sucesso: O Erro dos inimigos do líder da Yakuza. Por ter lutado ao lado da Yakuza durante um prolongado período de tempo, acabei aprendendo que o estilo de luta do mascarado se baseava em contragolpes poderosíssimos, ou seja, ele tomar a ofensiva seria algo bastante incomum. Se os anjos tentassem avançar, com certeza seriam pegos e eu teria a brecha necessária para me livrar do Oyabun.

— "Veja só como você está agora, Kenny. Mesmo depois de tanto tempo - Você ainda não se esqueceu do ódio que sentia por mim, não é? Você se tornou um homem de espírito fraco, que se esconde por trás de uma máscara por ser incapaz de aceitar seus pecados. O que foi que realmente lhe fez decair tanto? A Morte de seu filho? A sua expulsão das forças de Sunagakure ou a guerra contra a Black Dragon?" — O Anjo sorriu — "Além disso, você tem um dos ex-membros daquela gangue patética ao seu lado. Me pergunto se ele ao meos tem a noção de com quem está andando. Você, o líder do que uma vez foi a Valhalla. Qual o objetivo da guerra? Nenhum. Você é horrível, Kenny. Voê mata por diversão, seus ideais quebrados não tem fundamento!" — Finalizou.

— "A Destruição da Black Dragon foi necessária. Não me importo se Youjomaru sabe ou não o que eu fiz, ele é só um outro peão que usarei a meu favor.  Naquela época, eu ainda fazia o papel de agente duplo para Sunagakure - A Ordem para a destruição deles partiu de mim, e assim como eles foram apagados, a Valhalla sofreu do mesmo destino. Me impressiono de vocês dois terem sobrevivido à execução. De qualquer forma, não há mais escapatória." — O Mascarado ditou, arrumando a gravata em seu terno.

E Então, a chuva caiu. Os pingos antes em forma de garoa rapidamente se transformaram em uma tempestade - Com direito a relâmpagos e trovões longínquos. Porém, naquele mesmo instante, meu chakra for aliberado de maneira tão descontrolada que todos ali presentes voltaram seus olhares para mim. A Completa insanidade parecia dominar a minha mente. Ouvir aquelas palavras me fez enlouquecer. Mesmo que eu pudesse reprimir as minhas emoções muito bem, havia uma em específico que eu jamais pude controlar: A Raiva. A Revelação por trás da morte de todos aqueles que conheci, por trás da única mulher que amei e a razão de todas as minhas desgraças se moldavam na forma de um único mascarado. Imperdoável. Imperdoável. Imperdoável. Eu já não mais sabia o que estava acontecendo, eu já não era eu mesmo. Os olhares antes surpresos se convertiam para lágrimas, a medida que o corpo lentamente assumia a forma do Senninka Completo.

— "Ishika..." — Murmurei, revivendo as lembranças traumáticas de tantos anos atrás.

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| N° de Palavras: 502|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 8/5/2022, 11:57

Angels of Death


HP: 1720 / 1750 || CH: 2800 / 3100 || ST: 01 / 07

Era a primeira vez em muito tempo que eu enfim assumia a verdadeira natureza de minha linhagem. O Chakra azul lentamente se desfigurava e alterava sua cor para uma espécie de roxo escuro, denotando a escuridão crescente que me consumia. Imediatamente, ativei o Earthen Body Technique, e exclamando o meu ódio através de um berro que ecoou em meio a expansão de meu chakra, disparei em total velocidade com o único objetivo de acabar de vez com a vida daquele que se considerava como o salvador de Suna - Nada além do que um maldito farsante, que agora pagaria por todos os seus pecados. Minha velocidade era superior a de todos ali, mas por conta da sua técnica de teletransporte, fora capaz de evitar o avanço inicial - Mas não por muito tempo.

— "Então ele estava por perto? Não importa, não será difícil dar cabo dele também. É uma pena que eu não tenha conseguido me aproveitar mais dele." — O mascarado ditou, enquanto surgia em uma outra localização marcada por uma kunai.

Mas antes mesmo que tivesse tempo para sequer olhar para trás, convoquei o Crimson Requiem em conjunto com o Rainbow Dragon, e ordenei que a carnificina se iniciasse. O Dragão avançou de maneira selvagem, destruindo tudo em terra, enquanto o Réquiem amassou a terra em seus palmos, disparando uma rajada de projéteis extremamente poderosos que viajaram contra a localização do Mascarado, que respondera ao criar galhos cristalinos que cobriram uma área equivalente a cinco metros quadrados. E apesar da maioria dos galhos terem sido completamente obliterados, ele não fora atingido pela técnica, mas isso não importava.

Saltando de onde estava, manipulei o meu próprio corpo a fim de criar um chicote a partir de meu braço direito, estendendo-o para me agarrar a uma das estruturas cristalizadas, e ao fazê-lo, saltei por cima das defesas do mascarado, construindo em conjunto com o Réquiem, uma grande esfera de terra com o intuito de envolver o líder da Vento Áureo e eliminá-lo. Ao impacto, a esfera detonou, agindo em uma área de oito metros de raio, criando enormes estacas de tamanhos irregulares por toda a área, mas apesar da marcação de teleporte do Oyabun ter sido destruída, ele havia conseguido evitar o ataque ao se distanciar com o deslocamento de espaço-tempo.

— "Vamos, é só isso que podes fazer, Senki? Não queria vingar seus antigos camaradas? É realmente uma pena." — Ele gargalhou, em deboche.

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| N° de Palavras: 410|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 9/5/2022, 15:04

Angels of Death


HP: 1720 / 1750 || CH: 2767 / 3100 || ST: 02 / 07

Os dois anjos que se encontravam em terra se aproveitaram daquele momento oportuno para escaparem do local, utilizando métodos de deslocamento rápido por meio de técnicas específicas, mas antes que eu tivesse a chance de interceptá-los, já se encontravam longe. E, a apenas vinte metros de distância de mim, o mascarado se encontrava com um olhar baixo, com um cigarro prestes a ser acendido na boca. Após um intervalo de apenas três segundos, levou o isqueiro até a ponta do fumo, acendendo-o para que então a fumaça pudesse ser inalada e expirada através das cavidades sombrias de sua máscara risonha.

— "Eu já havia me esquecido, Senki. Para falar a verdade, a mera existência da Black Dragon não representava nada além de obstáculos a serem superados. Mas isso não mais importa, eles já estão todos mortos. Porém, você ainda é fraco. Sua mente não amadureceu, ainda se prende aos seus fracassos antigos. É por isso que você é fraco." — Ele ditou, andando em minha direção.

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Já quanto a minha resposta? Pura ferocidade - Avancei imediatamente seguido pelos golems por mim invocados, moldando outros dois para dar sequência no ataque: Rorsrach e Shrieker, convocados do além para me auxiliarem no campo de batalha. Enquanto um lançou uma nuvem de baratas mortíferas para roerem tudo em seu caminho, o outro, com seu enorme bico, propôs-se a realizar um ataque perfurante direto contra o crânio do Oyabun, ou melhor: Kenny. Porém, eu já esperava que a investida fosse barrada.

Sem dificuldades, ele cristalizou tudo ao seu redor, erguendo gigantescas paredes elementais enquanto prendia os invocados de terra em enormes cubos cristalinos. Seguindo a neutralização do Rainbow Dragon e Shrieker, lançou uma série de projéteis afiados em minha direção, com kibaku fudas acoplados em suas formas irregulares. A fim de retaliar o ataque de Kenny, o Emerald Splash fora utilizado como opção defensiva ideal, colidindo os projéteis do Réquiem contra os do próprio Oyabun. Em contato com os papéis explosivos, uma grande sequência de detonações fora ativada, cobrindo uma área equivalente a dez metros, fazendo o solo tremer em conjunto com o surgimento de uma grande nuvem de fumaça.

Então, o líder da Yakuza aproximou-se para um combate corpo-a-corpo, criando uma armadura cristalizada ao redor de seu torso, com extensões espinhosas em seus braços, reforçados pelo chakra elemental de sua Kekkei Genkai. Porém, com o surgimento do The Devil - A Lança cerimonial agiu por conta própria ao se colocar em minhas mãos, forçando meu corpo a realizar um movimento em vertical de baixo para cima, redirecionando a potência do ataque de Kenny. Então, saltei para trás, ficando a cerca de quinze metros no ar, mas sem dar tempo, o Oyabun seguiu.

Suspirando fundo, iniciei a barragem de ataques com auxílio do The Devil, enquanto criava uma grande esfera elemental na mão livre.  E já que o meu oponente se esquivou da investida selvagem do Demônio  pôde se aproximar por mais uma vez, levei esta esfera a frente, criando um escudo que explodiu ao contato, repelindo a investida de Kenny e ao se chocar contra ele, enviar-lhe a mais de vinte metros. E mesmo que a violência do ataque tivesse sido notável, era óbvio que ele não estava utilizando todo o seu poder. Ele ainda possuía diversas armas, e o trunfo do teleporte. Eu precisava tomar cuidado.

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| N° de Palavras: 576|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 9/5/2022, 22:29

Angels of Death


HP: 1300 / 1750 || CH: 2984 / 3100 || ST: 03 / 07

E Foi contando com os erros de Kenny que acabei encontrando o maior dos problemas: A Face demoníaca do Yakuza. Antes mesmo que eu pudesse iniciar uma nova sequência de ataques, fui surpreendido pelo Hiraishin do Oyabun. Logo ao meu lado, próximo ao pé direito, uma kunai estava cravada, e dela, seu corpo apareceu. Como um flash amarelo - O Evento subsequente não poderia ser mais catastrófico: Criou, no entorno de si, uma enorme cúpula de cristais pontiagudos que se estenderam para um total de vinte metros de raio, criando uma estrutura mortal ao redor da área. Porém, graças a resistência de minhas técnicas combinadas, fui capaz de evitar boa parte do impacto, ainda que levemente afetado pelo trauma físico ao mergulhar de costas no solo, onde presenciei a quase quebra da camada externa de meu Senninka. Apenas grunhindo de ódio, eu não estava mais concentrado ou pensando corretamente: Eu apenas almejava a vingança e a destruição. Nada além de saciar uma antiga sede de sangue que vinha nutrindo há tantos anos.

— "Te esqueceste do que lhe disse, Youjomaru? Jamais encolha este teu espírito, olhe para frente. O que vês? Um demônio? Não - Aquele homem é só um homem. Não te rendas jamais perante a dita justiça humana. Faças o que deve ser feito. O entregue em minhas mãos, por um sacrifício. Apenas pelo derramar de sangue, poderei conceder-lhe a minha verdadeira bênção." — A Voz surgia em minha cabeça.

— "Eu imploro a ti, senhor. Me dê forças! Permita-me lhe louvar enquanto em banho com o sangue daqueles que se opuserem a ti! Porém...Apenas esta vez, eu peço que me deixe ser eu mesmo. Uma última vez, para descarregar toda essa fúria. Eu lhe prometo que haverá sangue de sobra para saciar-te." — Respondi, na mente.

Porém, nada além de uma breve risada. E quando enfim retornei aos meus sensos - Notava que estava no chão, parado por cerca de um segundo quando tudo ocorreu. Mas em apenas uma fração de instante, levantei-me par afitar o algoz uma última vez. Eu não possuía nada a perder. Eu não tinha motivos para recuar ou simplesmente temer a fúria natural que habita em mim. Pela primeira vez, de coração, eu daria tudo o que há dentro de meu corpo e alma. Somente para que um dia, eu pudesse estar ao lado das fileiras divinas. Não era necessário ter medo de meu próprio poder. Afinal...Quando foi que eu me tornei tão covarde?

A reflexão foi seguida por uma sequência de golpes advindos de Kenny. Ele jorrava cristais pontiagudos sobre mim - Formava estruturas e tentava até mesmo destroçar o solo para me enterrar em um caixão elemental, mas tudo era em vão. Quase como instintivamente, eu me movia para evitar que minha vida fosse colocada em risco. Mas em determinado momento, apenas deixei de me importar, e avancei. Sem nada em mente - Apenas fúria. Cristais perfuraram meu corpo, o sangue jorrava - mas eu não sentia dor. Tudo que eu sentia era o pesar daqueles que caíram por minha culpa. O pesar daqueles que não tive a chance de salvar. Saber que tive a chance de mudar tudo e a certeza de estar certo e falhar mesmo assim. Naquele momento, enquanto era perfurado pelas técnicas de Kenny, eu senti uma dor agudo em minha alma. Me senti carregando os pecados de meu espírito nas costas. Eu sentia a dor de todos aqueles que depositaram suas esperanças em mim. Eu havia regredido a que fui há tanto tempo? Eu não sei.

Eu não me lembro de já ter empunhado uma espada tão pesada.

Informações:

| N° de Palavras: 608|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 11/5/2022, 15:40

Angels of Death


HP: 1000 / 1750 || CH: 2984 / 3100 || ST: 04 / 07

A Violência e completo descontrole de meu ser assustara até mesmo alguém frio como o próprio Kenny. Ao ver que mesmo seus ataques pedrilhantes pouco faziam efeito contra mim, tentou se teleportar, porém, antes mesmo que pudesse fazê-lo, agarrei-o pelo braço direito e o puxei em minha direção, enquanto os golems invocados pela minha vontade avançavam de maneira completamente, a fim de esmagar o mascarado. Sem hesitação, o arremessei em direção aos mutantes da terra, que colidiram diretamente em seu corpo ao mesmo tempo em que se teletransportou para uma nova posição, causando, pela primeira vez, um ferimento real em Kenny.

— "Desgraçado...Como pôde? Eu ser atingido por um bárbaro acéfalo como você é uma desonra. Não poderia jamais permitir que seres de sua laia sequer partilhassem do mesmo ar que eu! Assim como teus companheiros, sucumbirá perante a traição!"  — Ele exclmava.

E naquele instante, eu já havia tido a certeza de que minha vitória enfim estava em mãos. A partir do momento em que a mente de seu oponente entra em conflito consigo mesma, não é necessário muito para fazê-lo se perder completamente. Se para Kenny, aquelas coisas eram seus deuses, então eu seria o seu demônio - Vazio, o próprio infortúnio. Com um sorriso de orelha a orelha na forma transformada que me deixava com um aspecto ainda menos humano, percebia que o primeiro passo havia sido dado. Jashin havia sido a resposta - Ele mais uma vez me dava forças para que eu pudesse seguir em frente. Não haviam mais dúvidas quanto a sua legitimidade. Se fosse por ele, eu poderia até mesmo entregar a minha alma.

— "Isso é por Ishika, por Ushio." — Ditei, me aproximando. — "Mas principalmente, é pela glória de Jashin!" — Exclamei.

A Voz alterada pelo Senninka causava ecos horrorizantes no campo de batalha agora silencioso. Todos os olhares se voltavam para mim por mais uma vez. Logo a frente do Oyabun que estava preparado para reagir a qualquer ataque iminente enquanto era acompanhado pelos golens desprovidos de quaisquer feições humanas ou sentimentos, eu me preparava para o golpe final. Aquela batalha não se encerraria com uma colisão para ser marcada para toda a história, e sim em silêncio, para que todos se recordassem do homem que ali surgia. Senki Youjomaru renasceu - Não das cinzas, mas do sangue e da bênção daquilo que estava além do compreensível pela mente humana. Guardado pela supervisão de Jashin, me entregaria por inteiro para me tornar um arauto de sua vontade superior.

Informações:

| N° de Palavras: 423|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 12/5/2022, 15:24

Angels of Death


HP: 100 / 1750 || CH: 100 / 3100 || ST: 07 / 07

A Sombra criada pela minha figura inumana obscurecia o campo de visão de Kenny, que ainda permanecia no chão. E então, após nos fixarmos nos olhos um do outro, o avanço final fora enfim contemplado no campo de batalha. Eu fui o primeiro a agir: Utilizando-me da Iwa no Yoroi em conjunto com a Doton: Domu e a criação de duas lâminas elementais suportadas pelos golens invocados, para um ataque combinado direcionado diretamente contra o peitoral do Yakuza, a fim de destroçá-lo de uma vez por todas. Mas, em retaliação e resposta a minha investida, o Oyabun cristalizou o seu próprio corpo, criando ao redor de si galhos colossais de cristal que se espalhavam descontroladamente para todas as direções.

Estes galhos juntavam-se em espirais que pareciam formar a imagem de uma enorme árvore refletora, enquanto o solo se destroçava por inteiro devido ao poder do impacto entre as técnicas. O Poderio defensivo de Kenny poderia ser considerado superior? Talvez - Mas eu não possuía o direito de recuar naquele momento. Dessa forma, apenas foquei-me no avanço, desferindo dezenas de golpes diretos para atravessar, de centímetro em centímetro, as defesas do teletransportador sem identidade. Desprovido de medo, sentia as ramificações cristalinas perfurando minha carne de pouco a pouco, enquanto se enrolavam por dentro de meu corpo, a fim de restringir-me ao mesmo tempo em que danos intensos eram causados, mas nem mesmo isso seria o suficiente para me fazer esquecer do que ali estava prestes a fazer.

Mesmo com estacas perfurando meu peito e incontáveis espinhos serem cravados em meus braços e pernas, minha força jamais me abandonaria. É por isso que, no momento em que uma pequena brecha fora aberta não hesitei em lançar a minha bolsa de armas por completo contra a fenda criada no cristal protetor de Kenny, ativando a sequência de explosões dos Kibaku Fudas ali dentro. Antes que pudesse se teletransportar, antes mesmo que eu pudesse sequer pensar em me defender, uma área de doze metros ao nosso redor fora completamente consumida por uma violenta explosão ígnea, que criara uma enorme nuvem de fumaça negra, em conjunto com a queda das estruturas cristalinas criadas pelo mascarado. As construções ao redor rapidamente se incendiavam, e os que ainda sobreviviam no campo de batalha não podiam fazer nada além de observar. Os Brahman e Yakuza simplesmente cessavam seus confrontos, partilhando de um sentimento em comum: Medo.

— "A Diferença entre mim e você, é que eu me recusei a distorcer meus ideais. Um verdadeiro homem não conhece a desgraça e não teme a derrota. Aqui estou eu, abandonado, sujo e ensanguentado - Lutando por algo que eu mesmo não tenho." — Dizia.

Agarrando o pescoço do corpo de Kenny, até que sua máscara enfim caiu, revelando pela primeira vez a face do homem sem identidade. Seus olhos ainda estavam abertos, porém já sem  vida. Era realmente nojento vê-lo pessoalmente. Então, atirei-o em direção às chamas enquanto arrancava um de seus braços com a força de meu próprio corpo, retornando para a área segura, fora do raio do incêndio, enquanto meu próprio corpo era afetado pelo fogo infernal. Ao sair da nuvem de fumaça com o braço do líder da Yakuza, senti todo o meu corpo colapsar.

A Transformação desfez-se enquanto perdi minhas forças, ajoelhando-me diante das cinzas do massacre. A respiração estava pesada, e era difícil até mesmo manter a consciência, naquele estado. No momento do término, então, meus olhos enfim se fecharam, para que eu pudesse descansar...Talvez, eternamente? Eu não tinha certeza. As memórias do passado vinham até mim uma última vez. Eu havia terminado esta jornada de uma vez por todas, para que os espíritos da Black Dragon pudessem descansar em paz.

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| N° de Palavras: 625|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 12/5/2022, 22:04

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700  / 2700 || ST: 00 / 07

O Que existia depois da morte? Um grande vazio - Ou o julgamento no purgatório divino? Me perguntei isto uma única vez enquanto uma ofuscante luz surgia nos confins de meus pensamentos conturbados. Eu me sentia leve, como s estivesse a flutuar no espaço. Porém, eu me recordei de algo: A Promessa de não ceder até a vida de meu progenitor houvesse sido ceifada. Eu estava aceitando o meu próprio fim? Absurdo. Eu me recusaria a cair. Mesmo que meus ferimentos fossem letais, mesmo que meus membros fossem arrancados, eu jamais poderia hesitarem seguir em frente. Somente os verdadeiros e leais terão direito à recompensa astral, e eu não me permitira estar abaixo das fileiras divinas, por qualquer motivo que fosse. Por Jashin, até mesmo minha integridade e sonhos poderiam ser abandonados.

Os olhos então se abriram. O ódio desperto pela batalha contra Kenny me fez dar inconscientemente um impulso imbuído de chakra, me propulsionando a cerca de três metros no ar, antes de cair em pé. Ao olhar ao redor, percebia que me encontrava em uma espécie de salão cerimonial, anteriormente deitado sobre uma espécie de altar, cercado por velas. Meu corpo estava quase totalmente sem faixas, com apenas alguns pedaços ainda presos à pele carbonizada. Com a jaqueta marrom ainda colocada, deixei aquela localidade, também percebendo que todos os meus ferimentos adquiridos ao longo da batalha haviam sido recuperados. Com passos pesados e olhar fixo, desci até o mais baixo entre os andares daquele misterioso lugar, chegando em um pequeno lago subterrâneo, com poucas passagens para luz natural. Havia água que alcançava a altura dos tornozelos, lápides e uma grande árvore de pétalas azuladas ao centro. Logo a sua frente, Aszarel se encontrava, com o corpo de Kenny sob a água cerimonial.

— "Omnis Caelestis, Et  Lo Spiritus Malum." — Recitou. — "Delenda Est, Il Filio de Satanas." — Finalizou, cravando uma cruz de ferro no coração do corpo de Kenny.

— "O Que está havendo aqui? Quanto tempo se passou desde que eu me mantive naquele estado patético?" — O Questionei.

— "Oh, então enfim levantaste de teu sono profundo. Youjomaru, já se fazem três dias. Teu corpo fora completamente colapsado pelas técnicas de Kenny, fora trabalhoso recuperá-lo por completo. Além disso, tu seguraste o braço decepado do Yakuza durante todo esse tempo. Só pôde largá-lo graças ao meu esforço. Para dizer a verdade, pensei que houvesse caído em um sono do qual não mais poderia despertar. De qualquer forma, prossiga. Preparei os ritos para que tu possas enfim provar-te digno de teu posto como necromante." — Ele deu uma leve risada, se afastando. — "O Edo Tensei. Faça-o. Do outro lado da árvore, há alguém para que tu utilizes da forma que bem entenderes. E quanto a Kayneth, capturei um de seus homens. Ele realmente estava de vigília por estas bandas, tome cuidado por onde anda." — Finalizou.

Edo Tensei? Ah - Sim. Como pude esquecer daquilo que eu mesmo dominava? Escolhido por Jashin para reger a vida e a morte, poderia enfim pôr a prova os esforços de minha devoção ao lorde de tudo o que é sombrio. Como um arauto e sendo a voz de teu resplendor astral, era meu dever saciá-lo. Dando passos a frente, fui até o homem inconsciente marrado à árvore, e o joguei ao lado do corpo de Kenny.

Jashin mandou avisar que o ritual está prestes a começar.

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| N° de Palavras: 577|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 13/5/2022, 14:46

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700  / 2700 || ST: 00 / 07

Na sequência, aguardei pelo leve sinal do despertar por parte do membro caído da Yakuza. Quando seus olhos começaram a lentamente se abrir, não hesitei em amarrar suas mãos e pés, colocando-o logo abaixo da árvore, ajoelhado, com o corpo de Kenny a sua frente. Ele ainda parecia estar confuso e extremamente debilitado, o que dificultaria que o mesmo tentasse escapar da situação. Com um pergaminho próximo, realizei os selos manuais em conjunto com a aproximação do braço decepado do líder do Vento Áureo, espalhando os restos do falecido mascarado por toda a área, que cercaram, especialmente, a árvore, criando um círculo negro abaixo do membro desconhecido da Yakuza.

O Pergaminho então foi aberto, e cuidadosamente posto sobre as águas do lago subterrâneo. Com olhar frio e ambiente gélido, aguardava pelo momento em que o chakra estivesse perfeitamente em harmonia, para que o ritual fosse finalizado. Um suspiro então fora feito - Apenas uma vez, com inspiração profunda. Neste mesmo momento, o desespero tomou conta da mente do homem restringido. Ele havia recuperado seus sentidos, e ao juntar as peças, percebera que havia sido pego em uma armadilha. Quase totalmente despido e amarrado, impotente, ele parecia tentar resistir à condenação inevitável.

— "Você...Seu traidor desgraçado, o que você fez?!" — Ele exclamava, olhando para baixo, então percebendo a presença do corpo de seu líder. — "O Oyabun...Por que? Por que nós? O que diabos nós fizemos para que você cometesse isso? Nós apenas queríamos nos libertar....Apenas queríamos viver pacificamente de novo. Você destruiu tudo...Seu monstro!" — Ele chorava.

— "Não, não - Você está errado, eu não sou um monstro." — O Respondi, seriamente. — "Eu sou o próprio demônio." — Finalizei, com um estalar de dedos.

Dos selos, uma quantidade massiva de cinzas combinadas aos restos de Kenny cobriam tanto seu corpo sem vida quanto o do homem, que não tinha maneira de escapar. As cinzas perfuravam sua pele e carne profundamente e de maneira lenta, o que lhe proporcionaria uma dolorosa morte. Ele gritava de maneira completamente perturbadora, babando em meio ao seu próprio sangue, até que sua voz o abandonou. As forças lentamente se esvaíam, enquanto o rosto caía sobre o cadáver de Kenny. Ele ainda chorava, e parecia tentar se libertar, porém em vão. Os seus últimos suspiros misturaram-se ao horror da morte de seu líder, e então, haviam se tornado um só. Seu corpo foi completamente coberto pelas cinzas, e as massas fundiram-se de maneira a torná-los irreconhecíveis de seres humanos: Apenas um monte de cinzas, que foram absorvidas pelo selo negro no chão, que lentamente evaporava, deixando um rastro de terror para trás. Após trinta segundos, então, senti meu coração pulsar de maneira extremamente forte por um único instante, me forçando a pousar uma das mãos sobre o peito.

Havia sido feito. O Ritual estava finalizado - O Reino da morte, enfim, dominado pelas minhas mãos.

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| N° de Palavras: 485|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 13/5/2022, 23:40

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700  / 2700 || ST: 00 / 07

O Silêncio então imperou através das águas turvas do subterrâneo oculto. Enquanto as marcas negras se esvaíam para o oblívio, permaneci completamente em silêncio - Até que enfim o rito fora interrompido pelo bater de palmas de Kinsei, que se aproximava. Desta vez, ele estava mascarado com o que parecia ser uma máscara em formato de Oni cinzento, com chifres curvados para trás. Ele buscou permanecer a uma distância agradável, enquanto presenciava o nascimento de uma técnica proibida capaz de desafiar as leis de Deus.

— "Você entende, Youjomaru? Isto que você acabara de fazer, pensa que é somente mais uma técnica especial desta mundo? Não, não...Deixe-me explicar:" — Ele deu uma breve pausa. — "Pense que nós humanos somos peixes em um lago sobre o brilho de uma lua cheia - O Destino. Mesmo que nos esforcemos ao máximo, jamais poderemos alcançar a lua, somente o seu reflexo na água. Porém, existem peixes que são capazes de saltar além da água, e criar ondulações que modificam diretamente a maneira em que a lua é refletida no lago. Essas pessoas que desafiam o destino não como estes peixes. Você é um deles, Senki. Muitos homens pensam em serem imortais, já outros buscam rejuvenescer por outros métodos. Porém...Nenhum deles buscou conquistar a morte como fizeste. O que você fez foi um ato blasfemo contra a ordem divina. Você está indo contra tudo o que fora imposto na natureza. Pense, Senki: Você não é um humano comum. O seu pecado jamais deverá ser tocado pelo homem novamente." — Finalizou, antes de desaparecer.

— "Sempre falando em enigmas..." — Balancei a cabeça em sinal de negação. — "Porém, o que disseste é verdade: O Pecado da Blasfêmia me consome por inteiro, posso sentir o meu próprio espírito tornando-se um agouro a cada momento que se passa, mas eu não me importo com isso. Que homens me sigam ou não, pouco está ligado ao que realmente desejo alcançar. Desde que minha voz esteja em sintonia com a mensagem que Jashin deseja passar, estarei de acordo com os dados do destino." — O Respondi, mesmo que não mais estivesse lá.

Então, suspirei. De fato, existiam coisas que jamais poderiam ser esquecidas. O ato que cometi ali pode ter sido ignorado por todos, completamente oculto da visão e alcance humano. Mas...Será que realmente estaria tão escondido assim? Karma é uma deusa vingativa, ela sempre sabe a hora de cobrar os pecados daqueles que tentam contra as leis da natureza. Eu havia sido marcado para a caçada, mas faria questão de resistir e ir contra tudo o que é resplandecente ao divino. Mesmo que eu tivesse que odiar a todos incluindo a mim mesmo para isso, minha missão era tornar o sonho dos jashinistas em realidade. Para que tudo possa se alinhar - É preciso uma correção na sociedade. Uma correção sangrenta.

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| N° de Palavras: 479|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 14/5/2022, 11:57

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700  / 2700 || ST: 00 / 07

Virei-me de costas e segui diretamente em direção à escadaria que levaria até o primeiro andar. Porém, antes mesmo que percebesse - Todas as faixas de meu corpo haviam se desprendido de uma vez por todas, deixando exposta por completa a minha pele agourenta, amaldiçoada pelas chamas do passado. A Jaqueta marrom se rasgou e afundou na água, me deixando completamente livre daquilo que busquei por tanto tempo. O Motivo pelo qual amarrei as faixas em meu corpo foi para representar a minha vontade de carregar os desejos da Black Dragon e os espíritos de meus companheiros caídos junto a mim, e no momento em que o passado foi apagado com a morte de Kenny, as faixas não mais precisariam de minha companhia. Eles estavam livres para descansar no mundo puro, e assim como eu, não mais ligados a este passado maldito. Suspirando, cheguei até uma espécie de sala cercada por paredes de pedras e velas, com um altar prateado ao fundo. Sobre ele, um manto negro com uma máscara.

Havia também um pequeno pedaço de papel rasgado no chão, o qual continha uma breve mensagem: "Fizeste por merecer. Abrace tua verdadeira natureza". Após ler o que ali estava escrito, me direcionei até a frente do altar, tomando para mim aquele manto sombrio. Para cobrir o meu corpo completamente em uma capa negra, para que eu nunca mais pudesse ter contato com a resplandecente luz do dia. Aquilo significava a completa entrega de minha alma a tudo o que há de mais sombrio nesta terra. Com uma máscara branca para ocultar o meu rosto, havia finalizado o rito para deixar de ser o antigo Senki. Eu era um arauto - Alguém moldado pela casualidade do destino para servir a vontade maior do escuro. Eu ainda não havia decidido qual seria o meu novo nome, talvez eu ainda precisasse de mais uma provação para reafirmar quem eu verdadeiramente era.

— "Agora, um homem sem nome. Sem rosto - Somente escuridão. Talvez seja melhor desta forma." — Ditei, enquanto deixava o lugar. — "É Hora de unir os nossos irmãos, ó senhor. Que tua bênção caia sobre nós. Tu que és companheiro, o maior entre todos nas fileiras divinas ~ Em breve saberás, de todo o nosso coração, que teu esforço não terá sido em vão." — Ditei.

{Crônica} — Angels of Death. - Página 2 Darth-nihilus

Não haviam mais motivos para eu ali permanecer, então - Após enfim me completar como um verdadeiro necromante, não me restava opção se não retornar para Sunagakure e dar sequência ao que há tanto tempo  vinha planejando. Era a hora de nos revelarmos ao mundo, para que todo o caos se perpetuasse onde Jashin não fosse bem  vindo. Eu era um arauto sem identidade, com a capa negra para me lembrar sempre do pecado que cometi. Da blasfêmia que me impediria de seguir uma vida como homens comuns.

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 14/5/2022, 21:38

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2500  / 2700 || ST: 01 / 07

As cavernas subterrâneas deveriam ser abandonadas - O Oculto de Nokron, ou o que sobrara de suas ruínas putrefatas. Solitário em meio a uma maré de reflexões, eu me via. Me misturei com as sombras locais, enquanto pisava na água que levemente inundava a cidade, chegando a altura de meu calcanhar. No topo, uma única saída apertada, que permitia a passagem de luz solar. Não hesitei em escalar a parede para alcançá-la, e após me ver na superfície por mais uma vez, percebia que estava no meio de lugar nenhum. O que diabos era aquele lugar? Eu não tinha certeza - Era uma espécie de pequena ilha secreta ao extremo norte de Sunagakure, tão longe que beirava alcançar os mares do norte.

Não haviam nada em meus arredores se não vegetações rasas e animais de pequeno porte, e voltar andando até os entornos da grande nação arenosa não estava dentro de meus planos. Ao invés disso, percebia que era a hora de reconhecer que haviam aliados advindos de outros mundos que poderiam vir em meu auxílio. Porém, antes de fazê-lo, decidi contemplar a vista para o mar. Vê-lo em paz após tantos anos me lembrava de meu passado. Minha mãe nasceu nas encostas de uma praia deste local. Abandonada na margem para morrer, ela foi encontrada por aldeões que a consideraram como uma dádiva dos oceanos. E foi assim que ela cresceu e conheceu meu pai - Um homem que diziam ser encantador. Ele era parte da população dos aldeões locais, e a seduziu para que pudesse se aproveitar de sua inocência e riquezas. Quando ele a enganou a ir até Sunagakure, já era tarde demais para voltar atrás. Ele não via as pessoas como nada além de objetos que pudessem satisfazer as suas vontades. Desapareceu tão cedo quanto surgiu, para nunca mais ser visto. O mar havia sido banhado no sangue de muitos, mas eu não me sentia mais culpado ou mal por isso. Eu decidi enterrar o meu passado, e não possuía o direito de abdicar de minhas promessas. Entre tantos camarada se inimigos, fiz questão de esquecê-los, um por um. Eu não poderia me deixar levar por sentimentos, e mesmo a Black Dragon já não representava mais nada após a morte de Kenny. Eu precisava rejeitar tudo o que conheci, para que então pudesse evoluir. Então, enquantorealizava selos manuais, ditei, olhando para o horizonte:

— "Já ouvi muitos dizerem que estou concentrando poder demais e que isso trará minha ruína." — Segui, com uma breve pausa. — "Já outros, dizem que eu não sou digno de confiança. Heh ~ Creio que eles estejam certos. Mas, o único poder que eu verdadeiramente tenho...É a força...Para renunciar." — Finalizei.

E então, de um caixão levantado logo atrás de mim, Kenny ergueu-se do solo, e após pousar sua mão sobre meu ombro direito, utilizou-se de seu Hiraishin no Jutsu para nos teleportar até as proximidades de Sunagakure, não deixando nada para trás do que um flash amarelo que perpetuou-se no ar, e memórias obscuras de alguém que eu mesmo não conhecia. Talvez eu realmente houvesse mudado, afinal.

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| N° de Palavras: 524|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 15/5/2022, 19:36

Angels of Death


HP: 1750 / 1750 || CH: 2700  / 2700 || ST: 00 / 07

{Crônica} — Angels of Death. - Página 2 Maxresdefault

[EPÍLOGO]

Cerca de três horas após a deixa de Youjomaru das instalações da Brahman, um relatório chegava até as mãos de um homem loiro - Este que relaxava em seu escritório luxuoso. Observando-o e lendo o que no papiro estava inscrito, mostrava-se extremamente nervoso de uma hora para outra. Este homem era Kayneth, o meio-irmão mais velho de Senki, que estava espionando tanto a Yakuza como a Brahman com infiltrados. Seu objetivo era simples: Ter certeza de que seus espiões pudessem dar cabo do renegado de Sunagakure.

— "FILHOS DA PUTA!" — Ele exclamou, socando a mesa com tanta força que a destroçou. — "COMO VOCÊS PUDERAM FALHAR DE MANEIRA TÃO HUMILHANTE? EU PERDI DOIS DE MEUS MELHORES ESPIÕES E AGORA ESTÁ DIZENDO QUE PERDEMOS CONTATO TOTAL COM YOUJOMARU? PORRA, VOCÊS SÓ TINHA UMA MISSÃO!!!" — Finalizou, alterado.

— "Senhor...Ele obteve o poder do Edo Tensei, aparentemente foi auxiliado por Aszarel e Kinsei. De qualquer forma, eles não devem ser priorizados, pois é Senki quem está monopolizando o poder. Ele deve ter retornando para os arredores de Sunagakure, ele não possui motivos para deixar aquele lugar. Raphael, por sinal, ainda está vivo. Ele deixou uma mensagem oculta nas paredes da caverna destruída, que diziam a respeito de seu paradeiro. Dessa forma, apenas perdemos Uriel. Mas não descarto a possibilidade de que Kinsei já soubesse que eram espiões." — O Relator ditou.

— "Não importa, nós precisamos caçar Senki. Meu pai já havia me alertado do perigo que era deixar aquele bastardo ingrato vivo, ele possui um dom inimaginável com Ninjutsus, e sua inteligência é aguçada. Acabo de perceber que estávamos o subestimando, ele lidou com aquelas situações sozinho, e ainda saiu com a vitória..." — Suspirou. — "Preparem o esquadrão de extermínio, vamos atacá-lo onde quer que esteja. Agora, tragam a mulher." — Ele finalizou, apontando para a porta.

Na sequência, Aysha - A garota de cabelos negros que há tanto tempo vinha acompanhando Youjomaru em suas missões era arrastada até o escritório do loiro imortal, com mãos atadas e bastante ferida. Ela havia sido capturada para servir de isca como último recurso dos planos de Kayneth. O líder então sorriu, andando lentamente em direção a jovem enquanto colocava dois de seus dedos em seu queixo. Completamente incapacitada e sem condições para sequer ditar uma palavra, sua vida estava nas mãos de Kayneth.

— "Sirva-me bem, cordeirinha. Eu duvido que ele vá ignorá-la. Pelo que vim percebendo, Senki possui algum tipo de apego a você - Será interessante testar tanto os seus limites quanto os dele. Só espero que faça um bom serviço, se quiser continuar com sua cabeça no lugar." — Ele disse com voz calma, dando um tapa poderoso na bochecha esquerda da mulher logo na sequência, ordenando que a retirassem.

Então, os preparativos deveriam ser organizados. De um lado - O Irmão do renegado planejava emboscá-lo em um ataque brutal quando ele menos esperava. Por outro lado, ele havia destituído a Yakuza completamente do poder para que os planos de Kinsei pudessem ser concretizados, porém, no final, ele continuou sozinho. O seu sonho de assumir o posto de líder da Yakuza não mais existiam. Ele se recusaria a tomar o posto de alguém que causou muitas das desgraças de sua vida. Trilhando um caminho solitário, Senki se via cercado por nada além de inimigos e fantasmas do passado que retornavam para lhe atormentar, de novo e de novo, até o fim de seus dias.

Informações:

| N° de Palavras: 487|

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Re: {Crônica} — Angels of Death. - Publicado 15/5/2022, 23:28


Situação: Aprovado
Considerações: Foi uma boa crônica, por mais que em alguns momentos ela pareceu ser um pouco rushada, entende-se que esses momentos eram necessários para um desenvolvimento mais aprofundado da personalidade do Senki, que mudou bastante do começo do Angels of Death até esse final, sendo bem menos animalesco e descontrolado e mais analítico e ambicioso. O envolvimento dele com o Jashinismo foi uma sacada excelente, que envolve-se com a trama atual do mundo, e explorar a percepção megalomaníaca dele em se considerar como um escolhido, um arauto de Jashin, também foi uma boa. Há um caminho promissor (só para o Senki, pro resto do mundo não) a frente dele agora, e estou ansioso para ver como isso se encaixará com o arco mundial no mês que vem. No mais, parabéns.
Recompensa: 4 Missões Rank-S, 300 Status, 4 Pontos de Databook, 8 Pontos de Fama Negativa, 3.000.000 de RY (Já contabilizados os bônus do mes do UP) & Corpo Especial Edo Tensei de Rank Jonin.
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