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12 Anos Online
A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Angell
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Oblivion
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
XXXXX
Futuramente teremos.
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Skywalker
Nukenin B
Skywalker
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[Cena] — Heaven's Gate - Publicado 28/2/2022, 12:57




Heaven's Gate
| Estação: Primavera | Clima: 33º | Hora: 12h25 | Post: 1/5 |

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Enredo: O Que é uma maldição? Muitos podem dizer que é uma punição advinda da fúria dos deuses. Já outros culpam a bruxaria e magia, mas será que tais lendas poderiam se tornar realidade no mundo em que vivemos? Enfim - Era um mistério que o jovem Shirou teria que descobrir. No ponto mais alto que o céu poderia alcançar, ao meio dia, com um calor insuportável até mesmo para os acostumados moradores de Sunagakure, o Chuunin recebera uma misteriosa carta. Oculta sob os lençóis de sua cama, não havia nenhuma informação quanto ao remetente, e o papel parecia ser feito de um material não pertencente ao País dos Ventos. De qualquer forma, a mensagem havia sido breve, porém bastante clara:

"Se você deseja salvar aqueles que ama, venha até Ishigakure no Sato ao cair da noite. Lá, teremos a prova definitiva de tua honra - Ou falta dela."

Eram as únicas palavras inscritas na mensagem. Em um tom que poderia ser até mesmo considerado ameaçador, ele parecia provocar o jovem a comparecer ao local. Porém, por que ele? Qual era o motivo de tal convocação misteriosa? Seria uma mensagem com significado oculto por parte da vila, ou alguém estava tentando afetar o seu psicológico? Dependendo das ações do jovem, seu futuro mudaria por completo. Restava a ele a decisão de aceitar a oferta misteriosa e ir até o encontro, ou ignorá-lo.

Considerações:
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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 2/3/2022, 00:12

Arco I, capítulo XI — Heaven's Gate

Uma batida na porta me despertou de repente. O ruído seco soou até meus ouvidos como um grito, um brado grave que, por um instante, me fez questionar a minha segurança dentro de casa. Estariam invadindo? Estavam arrombando a porta? Felizmente, depois de alguns segundos em um silêncio agoniante, o barulho se provou não ser nenhum desses casos. Expelindo o ar que se acumulava em meus pulmões, levantei-me da cama e joguei os lençóis para o lado. Meus pés descalços tocaram no piso gelado e senti um leve comichar pelo choque térmico. Ainda levemente sonolento, esfreguei as costas das mãos nos olhos para limpar a remela e, em seguida, verifiquei o que tinha acontecido com a porta. Foi quando me deparei com algo no chão, um pouco depois da soleira. Sem demora, flexionei os joelhos e apanhei o objeto, tomando-o em mãos para identificar o que era aquilo. Era uma folha, ou melhor, uma carta. Tinha um palmo de comprimento e parecia ser feito com algum tipo de material estranho, uma textura áspera que eu nunca tinha visto, nem mesmo nos livros antigos da biblioteca. Engoli seco e abri o papel, revelando o seu conteúdo em letras miúdas e bem redigidas.

Uma enxurrada de pensamentos veio até mim, as imagens de meus amigos e companheiros que conheci durante toda a minha jornada como shinobi, e até mesmo as vozes das pessoas que eu tive a oportunidade de compartilhar parte de minha própria história. Senti uma pontada no peito e me vi desolado enquanto encarava, atônito, a carta em minhas mãos. Eu tremia por inteiro; os meus dedos estremeciam e as minhas pernas bambeavam com força. O que eu deveria fazer? Aquilo que a carta dizia era realmente uma verdade, uma ameaça sincera? Ou era apenas uma mentira, uma farsa forjada apenas para me atrair? Não dava para saber. Atormentado, fechei meus olhos por um instante e respirei fundo. O que meu pai faria... Veio até mim a lembrança de meu falecido pai, seu sorriso sincero demarcado sob a luz da lua, a motivação para que eu me tornasse um herói da justiça. — Eu sou um tolo. — Falei, e a voz propagou-se no silencio de minha morada. Enquanto vivo, eu nunca poderia ter essa dúvida. Por mais que eu pudesse estar sendo levado para uma armadilha, eu deveria sempre considerar o pior dos cenários: que alguém de fato fora raptado pelo vilão. Sem perder mais tempo, deslizei pelo piso escorregadio e fui até o quarto, para então me aprontar com minhas habituais vestimentas e com as minhas armas. Peguei alguns trocados acima do criado-mudo e, depois, abri a porta de casa, saindo em seguida.

A luz do sol me cegou por alguns instantes, mas isso não parou meu andar. Por volta do meio-dia, eu deveria ser rápido em minhas ações para que conseguisse chegar até o local indicado até o anoitecer, ou próximo disso. Antes de sair, conduzi meus passos até o centro do vilarejo, me levando diretamente para a feira de mercadores. A cacofonia de sons aos poucos alcançou os meus ouvidos, alguns vendedores anunciavam frutas, outros anunciavam roupas, comidas diversas, especiarias, e até mesmo armas e sucatas; e em torno disso havia uma grande multidão. Contudo, eu já tinha em mente o que eu queria. Fui até uma barraca afastada, por onde uma senhorinha se sentava às sombras, e me apresentei. — Bom dia. Você tem algum mapa do País do Vento? — A pergunta chegou até a idosa, que se assustou com minha chegada, mas ela rapidamente acenou com a cabeça e me vendeu um pequeno mapa. Era velho, mas tinha o que eu queria: a rota de Sunagakure até Ishigakure. — Muito obrigado! — Agradeci e deixei um punhado de moedas acima da bancada, desaparecendo em seguida entre os mercadores e transeuntes. Então, finalmente me dirigi até o portão do vilarejo. Atravessando o grande cânion, deixei os guardas à par de minha situação, entregando para eles a carta. Eles ficaram em posse dela, e eu saí em direção ao deserto, preparado para chegar o quanto antes em Ishigakure no Sato, a Vila Oculta nas Pedras.

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 3/3/2022, 20:55




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| Estação: Primavera | Clima: 15º | Hora: 19h00 | Post: 2/5 |

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Enredo: Sem hesitação, o jovem genin de Sunagakure no Sato deixou o seu confortável lar para se aventurar em meio ao desconhecido. Sob um sol ardente infernal em uma viagem longa através de desertos sem vida, em certos momentos ele até mesmo poderia se perguntar se realmente valia a pena continuar com todo aquele sofrimento. Com sede, demorou mais de seis horas para cruzar a extensão daquela imensidão imensurável de areia. Quando finalmente alcançara os arredores de Ishigakure, logo viera um alívio: Por conta do horário, o frio já caía sobre o mesmo. Em um pôr do sol cinemático e bastante agradável, ele se via de frente a um campo gramado. Ele fazia junção direta com o deserto, uma paisagem um tanto quanto incomum, porém solitária.

Nada ali se punha além do vazio e do silêncio. Uma paz peculiar, onde o vazio mais lhe incomodava do que auxiliava a relaxar. A sensação de se estar solitário neste mundo era aterrorizante. Quem poderia confortá-lo ali, a não ser ele próprio? Porém, quando o último raio alaranjado da luz solar esvaiu-se, pôde ouvir uma respiração pesada logo atrás de si. Caso optasse por se virar mediante a situação, perceberia a presença de um homem alto. De cabelos longos negros e uma aparência madura, ele vestia um kimono avermelhado, com um Hakama e sandálias de madeira. Em sua mão destra, pousava uma longa espada curvada com inscrições que significavam "Destino". Em seu rosto, um olhar caído e bastante desinteressado. Entre eles, o silêncio reinou durante alguns poucos segundos, até que o mais velho levantara sua voz.

— "Você é patético." — Ele ditou, acertando Shirou na testa com sua mão livre. — "O que você pensa que está fazendo? Está ofegante. Por acaso você acha que com apenas isso, poderá fazer algo a respeito de quem você se importa? Está fraco e cru. Está seguindo uma linha que o condenará ao oblívio. É por isso que lhe ofereço...Algo a mais. Algo que você poderá se apegar, mas com um preço a ser pago: A sua própria vontade. Agarrar-se a sua vida, ou deixar-se levar pela maldição que lhe consome a cada momento?" — Ele finalizou.

Suas palavras eram enigmáticas e ao mesmo tempo ameaçadoras. O que ele estava fazendo? Shirou não tinha certeza - Mas ao menos poderia deduzir que o homem tentava lhe alertar sobre um futuro sombrio. Porém...O que ele sabia sobre o garoto? Eram muitas questões, que apenas o genin poderia buscar as respostas para. De frente com o desconhecido, cabia a ele levar aquela estranha conversação a frente.

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 7/3/2022, 12:11


A coroa de luz caiu sobre minha cabeça como uma benção, ou melhor, como uma maldição, em vista do calor insuportável que me afligia de maneira gradativa. O sol no pico aparecia estampado no sereno azul do céu, solitário, ausente da companhia das nuvens e até mesmo dos pássaros, que geralmente manchavam o ar como pequenos pontos negros. Os ventos das cordilheiras em pouco abrandavam a temperatura desértica, a ponto de tornar a caminhada difícil até mesmo para mim, que já havia me acostumado ao clima de Sunagakure. Para mais, não existiam as sombras das nuvens, tampouco haviam oásis para que eu pudesse me refrescar. Tudo o que me restava era a areia e a opressora esfera amarela no alto do céu. Enquanto meu andar se prolongava pelo solo arenoso, produzindo rastros como os de uma serpente, pensava se todo aquele sofrimento seria em vão. As dúvidas retornavam à minha mente em rompantes: estariam me enganando? Me atraindo? Ou alguém realmente se encontrava em perigo? Esses questionamentos existiam, mas não havia espaço para hesitação. A marcha era dura, mas tudo o que eu podia fazer era me apoiar em minha determinação, nos meus ideais e, ainda, no mapa que eu segurava em busca de meu destino.

As horas se passavam e o cenário se mudava aos poucos. Antes, havia a areia fina, o sol escaldante, um ermo difuso, absoluto e selvagem; depois, um terreno ameno, com um tapete verde que inacreditavelmente germinava sobre o solo infértil e com a temperatura se amenizando. O dia logo terminava e começava a noite. Não houve nenhuma transição no ínterim, uma vez que a faixa de tempo que separa o dia da noite foi curta, e o fenômeno do crepúsculo foi tão fugaz que não tive tempo para sequer admirar. Estava mais preocupado comigo mesmo: o suor me cobria por inteiro, escorrendo pelos flancos pouco a pouco; a minha boca salivava, certamente pela falta de água; meu corpo parecia quente, um provável estado de insolação; e até mesmo meus olhos começaram a falhar. Eu não havia me preparado bem para a viagem, de fato, mas eu faria de tudo para que minha condição não atrapalhasse meu dever como herói. De repente, depois que a escuridão e o frio tomaram o ambiente, algo surgiu ao meu encalço. Em meio ao silêncio torturante e ao espaço vazio ao qual me encontrava, senti algo em minhas costas, um som que sobrepôs até mesmo meus pensamentos e minhas abstrações. Arf. Eu ouvi, uma respiração talvez, um som tão alto quanto os meus batimentos à mil. E eu, então, me virei para encarar o perigo.

Poucos metros de mim, surgiu um homem, uma figura sombria ante o cenário em que me encontrava. Era alto, muito mais alto que eu, tinha longos cabelos pretos e trajava vestes tradicionais. Ele parecia ter por volta de trinta ou quarenta anos, ou talvez até mais, não sabia dizer ao certo. O que ainda me chamou atenção foi a espada na cintura, uma arma com lâmina curvada com algumas inscrições que não consegui identificar à primeira vista. Era um trabalho verdadeiramente caprichado. Depois de avaliar o sujeito por alguns segundos, o silêncio continuou a reinar, e nossos olhos finalmente se encontraram. Ele mostrava um semblante calmo, mas ainda soturno e apático. O vento logo balançou as gramíneas recheadas de areia, e os cabelos da figura acompanharam o trajeto da brisa. Junto a isso, ele ergueu sua voz, uma fala poderosa e sem qualquer balanço. Você é patético. Ele disse, e sua mão foi ao meu encontro. Minha visão foi abruptamente apagada pela palma do homem, um movimento tão sutil e dominante que eu não tive a chance de desviar nem se tentasse. No instante, tentei falar algo, mas nada saiu. Engasgado com minhas próprias emoções, restou-me ouvir o que a misteriosa figura tinha a dizer.

Minha cabeça esquenta, e caio no chão. Minhas mãos tocam a relva arenosa, e meu olhar se prende fixo nos do homem. — Você está errado. — A voz que saía de mim era nervosa e dita em bom tom. — Ainda que eu esteja em cacos, ainda que eu esteja à beira da morte, eu não posso abandonar alguém que precisa de ajuda. Eu escolhi viver assim, e carregarei essa vontade até o final. — A imagem de Kiritsugu tornou aos meus pensamentos. Eu, Emiya Shirou, me tornaria um herói da justiça como Emiya Kiritsugu, então não havia tempo para hesitar. Isso mesmo. Eu me lembro perfeitamente. A figura do homem que me salvou, que foi deixado no fogo dez anos atrás. Ele segurava em seus braços uma criança inconsciente, prestes a morrer de queimaduras. Eu me lembro dele ficar tão feliz que lágrimas brotaram de seus olhos. Desde então, ele sempre foi objeto de minha admiração. — Diga-me, quem é você? Pelo que parece, você apenas me atraiu até aqui. Com qual objetivo? Apenas para zombar de meus ideais? — Levanto do chão e estufo o peito, encarando de perto o homem. Não havia medo em meus movimentos, tampouco me importava com as ameaças proferidas pela figura. O que ele sabia de mim? O que ele sabia sobre o meu futuro? Estaria ele me alertando, ou apenas desprezando toda a minha essência como shinobi?

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 10/3/2022, 18:12




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Enredo: O Homem apenas ergueu seus olhares para o alto enquanto deu uma leve risada. Ele realmente parecia zombar de Shirou. Dando as costas, ele pôs-se a coletar uma única flor, mais em específico uma bela margarida que por ali se encontrava. Mostrou-a para o genin, e após isso, retirou pétala por pétala, até que sobrasse uma única, pendurada no que um dia poderia ser chamado de caule.

— "A Diferença desta flor para você...Sabe me dizer qual é?" — Ele deu uma breve pausa. — "É que ela ainda tem chance de se recuperar deste estado." — Finalizou.

A todo momento, ele ressaltava o quão fraco e impotente o jovem genin era naquela situação. Com um único movimento ele havia sido derrubado pelo homem, e agora, o que viria a seguir? Ao invés de repetir o estapeamento anterior, ele retirou a longa cimitarra curva de sua bainha. De sua ponta, um líquido viscoso de coloração alaranjada respingava. E, antes mesmo que Shirou pudesse piscar, um corte em seu pescoço fora feito. Porém, de leve. Naquele mesmo momento, o líquido entrou em sua corrente sanguínea.

A Dor que ele sentiu naquele momento era indescritível. Seu corpo inteiro parecia arder, e agonizando no chão sem quaisquer condições de ao menos se levantar, a única coisa que ele poderia fazer era gritar ou manter-se em silêncio em meio ao sofrimento. Era seu fim? A morte chegou? Não. Ainda não. Passados dois minutos, um selo de três pontas formou-se onde se encontrava o ferimento, parando o sangramento e aliviando a dor, aos poucos. Porém, ele se sentia incapaz de controlar a energia que emanava daquele estranho selo. Ele parecia se espalhar...Mais e mais.

— "E agora, o você acha? Está cada vez pior. Você é deplorável. Vai morrer em breve. Se não controlar o selo, você se reencontrará com aqueles que perdeu há tanto tempo. Só eu sei de seu passado, bem como o futuro. Acha que pode escapar do destino? Olhe para seu pescoço novamente. O que você vê? Uma maldição, talvez?" — Ele continuou a dizer.

A cada segundo que se passava, mais a marca se espalhava. Shirou sentia sua força física aumentar, bem como outros atributos. A tensão muscular era imensa, todo o seu corpo parecia ter sido levado ao limite em que ele estava prestes a colapsar. Era a hora da verdade - Sucumbir ou resistir? Transforme essa loucura em força!

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 15/3/2022, 21:06






[Cena] — Heaven's Gate IhRWEVf

O rosto do homem virou-se para a lua, que o iluminou por inteiro como uma graça divina. Seus lábios esboçaram um leve sorriso, que passou a compor o seu semblante carregado de ironia e desprezo. Era como um vilão prestes a pôr em prática o seu ato final. De pé, eu apenas o encarava atentamente, os olhos arregalados, o corpo rígido, acariciado pelos ventos, pela areia, e por alguns poucos filetes da desnivelada relva rasteira. Ainda que eu estivesse pronto para a batalha, no fundo eu sabia que não seria páreo para ele. A maneira como aquele sujeito se movia era estranhamente fluida, tal qual dançasse sob a luz do luar. Suas vestes ornadas balançavam ao favor das ventanias, e os seus cabelos longos tremulavam como uma flâmula negra e impiedosa. Ainda que fosse rápido, aquele homem não desperdiçava nenhum de seus movimentos; mesmo quando curvou seu corpo para pegar uma flor em meio ao mar de gramíneas. No instante em que isso se sucedeu, ele virou a pequena margarida para mim e retirou suas pétalas uma a uma. — O que quer dizer com isso? — Eu perguntei, e no átimo, ele me respondeu com firmeza, e sua voz retumbou por todo o passo.

Mais e mais dúvidas rechearam os meus pensamentos. As palavras do homem só conseguiram me deixar ainda mais confuso, um enigma que eu não consegui decifrar. O caminho que eu estava levando me traria à ruína? Eu não conseguiria me recuperar? Recuperar a mim, ou os meus valores e ideais? Eu não sabia dizer, e as questões apenas aumentavam. Inerte, absorto em meus questionamentos e hesitante nas ações, fui despertado por um brilho. Da lâmina curva da espada do homem, um líquido alaranjado surgiu à minha visão tal qual um brilho ofuscante. Antes que eu pudesse ao menos reagir ao puxão da arma, o misterioso indivíduo se aproximou em um ínfimo segundo, encurtando a distância e desferindo seu golpe em um balanço longo, rápido e, ao mesmo tempo, gracioso. Eu experimentei o toque frio da lâmina resvalar no meu pescoço e senti a enzima laranja correr através da ferida, se unindo ao sangue que se expôs aos poucos em uma pequena hemorragia. E então, veio a dor. Meu corpo todo pareceu ter sido jogado no inferno, ardendo como se minha pele estivesse sendo incinerada. Eu me prostei ao chão, de joelhos, e depois caí na relva, me debatendo como uma criança. A visão ficou turva, e as estrelas que antes abrilhantavam o céu se escureceram. Tudo ficou tão negro quanto uma noite sem luar.

Eu gritei, esperneei, gemi e chorei. Era um misto de sensações ruins tão ruins quanto a morte. Para dizer a verdade, eu preferiria morrer do que vivenciar aquele sofrimento. O que aquele homem fizera comigo? Seria este o meu fim derradeiro? O fim de Emiya Shirou, o menino que não se tornou herói? Que não alcançou sua própria utopia? A cada segundo que passava, cada vez mais eu me conformava com a derrota. Antes de finalmente morrer, tentei movimentar meus lábios, projetar um sorriso, mas a angústia era tão forte que não consegui. Então, eu fechei os olhos e aceitei o escuro. As trevas me consumiram, e eu vi algo. Eu vi chamas, um mundo vermelho e cruel. O fogo era forte e impiedoso, como naquele dia fatídico, anos atrás. De pé, solitário em uma colina de corpos, havia uma pessoa carregando uma espada. Ela era igual a mim: rosto, corpo, olhos. Tudo era igual, exceto pelos cabelos de fios inteiramente brancos. E a pessoa me encarava, como se quisesse me dizer algo. Era um presságio do futuro? Caso eu continuasse a buscar pelos meus ideais, eu poderia me transformar naquilo, naquela coisa? Eu esperava que não. Eu esperava que aquele não fosse o meu fim.

[Cena] — Heaven's Gate YLLwKO8

O fôlego voltou aos meus pulmões, e abri os olhos em um ímpeto. A luz das estrelas voltou sobre mim e senti o sopro da vida me acalentar. A dor havia cessado, e até mesmo o sangue não mais corria pelo meu pescoço. Algo havia parado a hemorragia, mas eu não sabia o que era. Olhei para a ferida e vi, alguns centímetros acima da clavícula, uma marca negra que pareciam três vírgulas. Da marca, um chakra estranho despontava ao meu corpo, uma energia roxa e preta, sombria e misteriosa que demorei a notar. E ela se espalhava mais e mais, ao ponto de, em poucos segundos, cobrir-me até a minha cabeça e começar a alçar aos céus. A voz do homem voltou a ressoar, e me virei para ele, nervoso. — O que você fez comigo? — Falo baixo, mas a raiva nítida nas palavras. — Pare de falar! Você não sabe nada sobre mim! — Aumento o tom, e depois cerro meus punhos. As veias saltam através da pele e ranjo os dentes, meu maxilar estralando. Algo havia mudado em mim, uma força descomunal parecia me rodear. Era o efeito daquela marca, provavelmente. Então, respiro fundo, controlo o meu âmago, e tenho uma ideia. O chakra maligno volve o meu punho, e a energia latente faz formar uma espada de aço após um brilho púrpuro. E depois eu deixo a raiva transbordar. Com a arma em riste, corro em direção ao homem misterioso no máximo que meus músculos aguentavam, e salto até ele para tentar atingir o seu peito em um corte transversal com a espada. — Sou eu quem escrevo o meu próprio destino! — A fala sai em uníssono com o silvo da lâmina.

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 20/3/2022, 16:14




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Enredo: Recusou-se a cair. Mesmo estando à beira de sua própria morte, o genin não se deu por vencido diante aquela situação. Consumido pela sua própria fúria, o longo salto seguido do ataque rendeu um leve sorriso no rosto do homem. Porém, mesmo com um movimento tão habilidoso quanto aquele, de nada adiantou. Com um movimento simples, o seu algoz havia parado a lâmina da espada entre seu dedo indicador e médio da mão destra, que haviam sido recobertos por chakra, indicando que houve algum esforço para conseguir parar o ímpeto de Shirou.

Metade de seu corpo havia se tornado tão sombria quanto a noite. O olho de tal lado perdera a cor, e agora estava vazio. Em sua mente, nada além de fúria. Fora de si, o shinobi de Sunagakure fez com que, ao impacto do golpe, a onda de impacto destruísse a vegetação ao redor em um pequeno raio de três metros. As pétalas voaram, e cada uma havia sido consumida pela maldição - Definhando, elas tocavam o solo já sem cores ou vidas. Enquanto isso, o homem misterioso repeliu a presença de Shirou com um chute lateral contra seu estômago, enviando o rapaz para cerca de três metros. Porém, ele não sentiu dor. O que diabos estava acontecendo? Aquele golpe mataria um humano comum. A força do Ronin era tremenda.

— "Você renasceu." — Ele ditou. — "Você renasceu a partir da morte. És o mais próximo dela, e portanto - Deves resistir. Resista! Lute! Enfrente! Essas são as únicas armas daqueles que lutam contra o destino! Não se esqueça jamais, pois quando estiveres à beira do desespero, ela despertará." — O homem completou.

E, na sequência, uma névoa surgiu. Durante alguns segundos, permaneceu. Porém, ao se desfazer, Shirou percebera que o homem não mais ali se encontrava. Ele havia desaparecido deixando uma mensagem e poder enigmático. O que ele havia profetizado, afinal? Repassou o seu próprio fardo ao jovem, ou o abençoou através das trevas? Eram perguntas que somente Emiya poderia responder, ao longo do tempo. Porém, ele sabia que aquela última frase do homem...Ecoaria pelas suas memórias. Agora, solitário e ainda com mais questionamentos do que respostas, ele deveria retornar até Sunagakure. O silêncio reinou por ali mais uma vez, e nada poderia ser feito além de contemplar a bela noite. O sol já havia se posto, e a sua consciência retornava aos poucos, ao mesmo tempo em que a marca reduzia sua influência no corpo do rapaz.

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 21/3/2022, 16:51

Seguro firme o cabo da espada e o aço que antes era frio torna-se cada vez mais quente pelo calor de meu corpo. A energia ao meu entorno se eleva, uma torrente sombria que me consumia não só a mim, mas como todo o ambiente ao meu redor. O vento aumentara de súbito, mas seria uma intervenção da natureza ou seria o meu próprio ímpeto fluindo para além de mim? Eu não sabia dizer ao certo. Então, logo o meu salto culminou em minha aproximação rápida, bem como o ligeiro balançar de meu braço que seguiu em direção ao peito do meu inimigo. De cima para baixo; violento como um furacão, sem retesar nenhuma de minhas ações. Eu apenas estava sendo guiado pelo ódio, por uma fúria que eu nunca havia experimentado em toda a minha existência. — Argh! — Exclamo o grito seco depois de minhas outras singelas palavras e, então, eu o acerto. Pelo menos foi isso o que eu achei em um primeiro momento. De relance, vejo os dedos do homem segurarem na minha arma, uma defesa tão despretensiosa que beirava o completo absurdo. Involuntariamente, ergui as minhas sobrancelhas – em surpresa – e senti o tempo ao meu redor parar. Em pleno ar, olhando fixo para o semblante daquele cara, esperei pelo seu contra-ataque sem qualquer reação.

As flores da relva saltaram com o impacto de meu golpe, o que criou uma breve chuva de pétalas brancas com grãos amarelos. Como uma cortina, elas mudaram seu curso ao impacto do outro golpe: o chute do meu adversário, um movimento limpo que atingiu minha barriga com força. Senti a pancada remexer as minhas vísceras, e os músculos de meu abdômen tiveram dificuldade em absorver parte do choque. Apesar disso, não senti dor alguma. Após o choque, fui lançado para trás, e aproveitei de minha boa condição para realizar uma acrobacia no ar, girando meu corpo para que eu caísse de joelhos na grama. Com sucesso, apenas voltei meu olhar para cima e observei aquele homem estampado sob a lua, o que o garantia um aspecto ainda mais misterioso. — Você ainda não me disse quem é você! Diga! E o que fez comigo? — Tornei a exclamar, me levantando mais uma vez. Contudo, o sujeito deu de ombros, e seus lábios apenas se prontificaram a soar um punhado de palavras proféticas, uma dose de vocábulos fúteis que pouco fomentavam a minha curiosidade. — Lutar contra o destino? — Eu tomo a palavra, ao mesmo tempo que uma nuvem se forma sobre nós. — O destino não é um decreto imutável, tampouco está contido em um tomo mágico. O destino nada tem a ver com o fatalismo. Nada está determinado. — Olho para sua silhueta turva no escuro. — O destino é a esperança, acreditando que aquilo que há de acontecer, vai acontecer. Eu vou me tornar um herói da justiça, e nada mais importa. — Cesso minha voz, e a névoa se esvai com um sopro.

O silêncio tomou conta de todo o passo, e a vegetação da estepe voltou a oscilar com o movimento das lufadas de vento. Bufei largamente e relaxei os ombros, largando a espada que antes eu havia criado. Com o brilho do esfarelamento de minha projeção, olhei para o campo aberto, contemplando a destruição das gramíneas e das flores. Não fora um combate acirrado, afinal, aquele cara parecia estar no controle da situação; entretanto, eu ainda mostrei parte de meu poder. De súbito, percebi que não havia mais ninguém ali, novamente era apenas eu e o mundo. Levemente cansado, começo a andar em direção à Sunagakure, uma marcha lenta e um tanto apática. Sinto o meu corpo pesado, talvez pela influência da marca em meu pescoço. Nesse sentido, aos poucos eu sinto o meu ódio diminuir, ao mesmo tempo que a dor em minha barriga começa a pulsar aos poucos. Ranjo os dentes e continuo na caminhada, e logo lembro das palavras do espadachim misterioso. — Ela despertará... — Repito em um monólogo rápido, absorto em meus próprios pensamentos.

Considerações:
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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 23/3/2022, 20:56




Heaven's Gate
| Estação: Primavera | Clima: 15º | Hora: -x- | Post: 5/5 |

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Enredo: O Retorno para Sunagakure fora tão longo quanto a sua ida a este isolado campo nos arredores de Ishigakure. Na volta, o rapaz poderia refletir sobre o seu futuro e o misterioso poder que acabara de ganhar. Se levasse sua mão até a marca presente em seu pescoço, sentiria uma estranha ardência. Aquela coisa estava calma - Ao menos por enquanto, mas ele sabia que ela poderia sair de controle caso fosse mal utilizada. O homem misterioso deixou a cena sem deixar rastros, e sozinho em meio ao horizonte desértico e sem vida, Shirou voltava para sua residência, em meio a areia.

Ao chegar, então perceberia que o clima era de total desânimo por parte da vila. Poucas pessoas na rua, e nenhuma delas parecia feliz. Os olhos baixos e clareza em suas inexpressões faciais demonstravam a falta de esperança de um futuro melhor. O Aspirante a herói se sentiria incomodado. A mesmice de sempre na vida daqueles cidadãos lhe faziam como máquinas: A mesma rotina, com os mesmos deveres, sem mudança alguma. Aquele ciclo vicioso de infelicidades continuaria até que alguém fizesse algo a respeito. Talvez fosse ele o destinado a salvar sua nação? Ou com este tal poder...Condená-la?

Considerações:
Quest: Selo Amaldiçoado ( Tengu/Céu ) para o jogador @Zireael
5 Posts de 200 palavras.
Narre o que fez.

Teu último post como player aqui no tpc. Espero q tenha gostado.
Perdão pela demora entre posts, estava enrolado com a escola.

Qualquer coisa chama Disc ( Skywalker#5694 ) ou MP.



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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 23/3/2022, 22:21

As estepes que cercavam Ishigakure aos poucos deram espaço, novamente, para a areia fina do deserto. Dunas e colinas passaram a ziguezaguear numa trilha infinda, e meus olhos se acostumaram a contemplar o ambiente coberto por um belíssimo mar de sombras. A lua no pico do céu era o bastante para que eu pudesse me guiar por entre o longo e perigoso deserto, entretanto, não dispensei o contato com o mapa que havia previamente adquirido no início de minha aventura. Andei, andei e andei. Respiração ofegante e vista atenta nas redondezas, o que me precaveria de um possível avanço de bandidos ou de animais selvagens. Por vezes, me situava no topo de um monte de areia para consultar o diagrama em minhas mãos, e em seguida retificar o rumo de minha marcha caso fosse necessário. Assim, meus pés serpenteavam na areia e as pegadas que se formavam eram rapidamente desfeitas pelas inclinações geográficas do espaço. Pingos de suor escorriam pelas laterais de minha cabeça, apesar de não estar calor, e nem mesmo frio, o que era incrível pela alta amplitude térmica da região desértica.

O meu esforço me levou para onde queria. No centro do cenário, dois cânions gigantescos escondiam as fundações de um grande vilarejo. Sunagakure, imponente no meio do deserto como um reino perdido e misterioso. Guiei-me até a entrada, e as sombras do desfiladeiro caíram sob mim como se eu tivesse tornado ao abismo. Atravessando-o, dois guardas me abordaram na entrada, mas rapidamente informei-os acerca de minha missão. Eles assentiram em movimentos com a cabeça e liberaram a passagem, e logo coloquei os pés nas ruas cobertas de poeira, terra e, é claro, areia. De peito erguido, caminhado pelas ladrilhas que pareciam não ter fim, dei-me conta de algo. Os transeuntes pareciam desanimados, abatidos com algo ou por alguma força que eu não conseguia decifrar. Cabisbaixos e depressivos, me perguntei o motivo daquele sentimento ruim que corria através do vilarejo. Seria uma praga? Uma injúria que os afetou? Ou foi somente a rotina, o hábito de continuar a viver como uma máquina – um rito religioso que os permitia existir com migalhas?

Em meus pensamentos, o último dos questionamentos parecia se encaixar melhor na circunstância que se apresentava. Ainda assim, como um herói, um sentia o dever em ajuda-los, apesar daquele revés transcender os meus próprios princípios. Eles não estavam à beira da morte, tampouco estavam buscando ajuda. Eles estavam apenas vivendo, ou melhor, existindo. Enquanto me guiava até a minha residência, me perguntava – por alto – se aquela estranha marca negra que eu havia adquirido do misterioso homem poderia me ajudar no futuro; se eu conseguiria transpor essa barreira invisível de inércia e me permitiria salvar toda aquela nação, ou quiçá todo o mundo. — Quem sabe... — Disse, e a minha voz rouca e cansada ecoou junto à batida da porta da casa, fazendo eu desaparecer ao entrar.

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Re: [Cena] — Heaven's Gate - Publicado 23/3/2022, 23:01

@Aprovado.

Sua narração é excelente, por sinal. Parabéns.

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