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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Ange
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Ícone : [Filler] O Quinto Retorno HKIv36V

[Filler] O Quinto Retorno - 19/7/2019, 00:49


Angell Hyuuga
[ HP: 975/975 | CH: 975/975 | ST: 00/05 ]
[ Byakugou no In: 500/500 ]


A azulada realmente pensava em passar pela Folha antes de voltar à igreja quando sua última missão pela vila teve fim. Porém, quanto menos ela demorasse a voltar à igreja, menos tempo faria Ryoma esperar, ainda mais sendo que tinha prometido encontrá-lo novamente o quanto antes, e não tinha a mínima intenção de quebrar essa promessa. O que quis dizer que, no meio do caminho que traçava a partir do País do Arroz, desde antes do raiar daquele mesmo dia, Angell mudou seu rumo; ao invés de correr para a Folha, ela passou a correr na direção da igreja. E, enquanto isso, recapitulava tudo que lhe havia acontecido na dita missão pela vila...

Angell tinha esperado dois dias se passarem, desde que deu novos olhos a Anatole e a Ryoma, e tinha voltado à Folha. Mas mal chegou e já foi convocada para uma missão... com Ryoma e um tal de Has. Tratava-se de uma suspeita da equipe de inteligência, que tinha recebido informações sobre um provável grupo de terroristas que planejava uma série de ataques a pontos chave tanto da vila e quanto do próprio País do Fogo em um ato de desaprovação ao mandato do hokage, Hatake Shinji – até porque a eleição dele já não tinha sido tão bem aceita por uma grande parte da população na época, e, com os atentados que a Folha andava sofrendo quase que livremente nos últimos tempos, a aceitação só vinha diminuindo. O último avistamento do tal grupo havia sido próximo do País do Arroz. A missão consistia em encontrá-lo, coletar quantas informações fosse possível e, por meio do julgamento de um último integrante do time improvisado para a missão – que era ninguém mais, ninguém menos que um ANBU – eliminar o grupo.

Apesar do tapa-olho de Ryoma e das caraminholas que ainda incomodavam a azulada, ela tentara não agir de forma suspeita. Porém, sempre havia algo para a elite da Folha fazer para tirá-la do sério. E, daquela vez, era o descaso do ANBU escalado para aquela missão para com Has, que tinha se ferido gravemente no primeiríssimo encontro dos konohenses com o grupo terrorista. Ora, ele realmente esperava que Ryoma e Angell – e ele já sabia que ela era uma exímia iryou-nin – abandonassem Has à própria sorte e o acompanhassem na caçada ao grupo, que escapou de suas mãos naquele primeiríssimo encontro. ...mas claro que ela se recusou. E claro que Ryoma a apoiou naquela decisão. Mas parecia que Has também tinha seus segredos quanto ao jeito de agir da Folha; era como se todo o descaso do ANBU – que, dizia ele, já estava ficando recorrente demais não apenas para com ele, mas para com mais tantos ninjas que ele conhecia – tivesse tido o poder de lhe tirar as últimas gotas da vontade de viver pela vila. E, com a morte dele, Angell tinha começado a se culpar. Não por não ter feito tudo que podia quanto ao tratamento dele – já que, sim, tinha feito –, mas por não ter tido a possibilidade de contar a ele sobre a igreja e as ambições de Anatole para um mundo ninja diferente. Na verdade, ela já estava se perguntando se o ANBU não só acompanhava Ryoma e ela naquela missão por alguma outra suspeita da equipe de inteligência da Folha...

No terceiro e último encontro dos konohenses com o grupo terrorista – e de novo pelo puro descaso do ANBU –, Angell quase perdeu Ryoma também. E teve de ver à força, já que tinha de socorrê-lo em pleno campo de batalha, o banho de sangue que o ANBU protagonizava contra os inimigos. Como sempre... não tinha sobrado nenhum opositor à elite da Folha. Dizemos, nenhum opositor declarado; os alunos de Anatole, que ainda conseguiam esconder ao menos um pouco suas opiniões e escolhas, continuavam vivos. ...mas eram só eles, também. E não era como se o ANBU se importasse com qualquer vida ou morte ao seu redor, já que nem esperou por Ryoma ou Angell para disparar de volta para Konohagakure nem se preocupou em carregar o corpo de Has consigo para dar ao konohense um funeral digno em sua própria vila. Era realmente... nojento. Mas ao menos Ryoma tinha essa consideração por seus companheiros, então se prontificou a levar o corpo de volta por Angell, que continuava abalada demais.

E, agora, ela estaria à espera dele ali na igreja.

...se não tivesse se deparado, na cozinha, primeiro “cômodo” que visitaria naquele dia, com uma cena no mínimo inesperada: um desconhecido verdadeiramente excêntrico tomando café-da-manhã junto de um dos tantos esqueletos que cuidavam da igreja na ausência de Anatole, como se fosse um velho amigo da casa ou algo assim. Mas se ela nunca sequer o tinha visto ali, em tanto tempo que também morava no lugar... como poderia? O que aquilo deveria significar?

– Quem é você? – ela não se conteve. – Por que está aqui?

– Anatole-sama me renomeou como Kagura Denki, – ele respondeu simplesmente – então, sou Denki! E eu... estou comendo. Você está com fome?, quer um pedaço? – e oferecia a ela seu sanduíche. – Eu estou aqui por causa de Anatole, mas ele não está. Ele foi para Kirigakure. E... agora que eu já te respondi, me permita a pergunta: o que uma ninja de Konoha está fazendo em um lugar tão distante de casa?

– É mais fácil eu considerar este lugar como minha casa do que Konohagakure. Estou esperando por um amigo, e também precisava conversar com Anatole. Mas se ele não está aqui e eu estou realmente sem condição nenhuma de fazer outra viagem agora... acho que vou precisar esperar que ele retorne.

– Ah, entendi. Mais uma folha que caiu longe da árvore. Mas... com o hokage sendo um traidor, já se esperava. – e ele terminava de comer e se levantava da mesa. – Bom, tenho que ir agora, tá? Correr atrás de Anatole... Ah!, se for algo muito importante, por que não me diz? Posso mandar o seu recado pra ele. Qual é o seu nome? E eu... estou surpreso. Não esperava que ele conhecesse... gente. Sabe?, de carne e osso. – ele olhou brevemente para os esqueletos. – Ah, desculpa. Sem ofensas, galera, o café me deixou ligado no 220. Mas e aí?, você vai me dar algo para entregar, vai me dizer ou eu posso ir?

– Prefiro escrever. As informações são muitas... talvez você não tenha tempo de falar tudo, talvez ele não tenha tempo de ouvir tudo... mas, se tiver uma carta em mãos, ele pode escolher quanto e quando ler.


“Anatole,
Uma missão de investigação (e eliminação) de um grupo terrorista de Konohagakure foi realizada muito recentemente. Teme-se que os segredos da sua opinião como um todo estejam em risco. Na batalha pela eliminação dos três terroristas, um shinobi da Folha foi deixado para morrer. Os demais, no entanto, retornaram intactos.
Pode-se acreditar que a falta de informações nesta carta vá te causar incômodo, mas o remetente, detentor de quaisquer respostas que você deva querer, se encontra em um lugar suficientemente óbvio para você, e já está à sua espera.”


– Angell. – ela tornou. – Ou só diga a Anatole que... a mensagem veio da aluna dele.

– Aluna dele? – Denki tornou. – Como é ser aluna dele? Ah!, depois você me diz!, eu estou com pressa!

E ele se foi assim correndo, finalmente deixando Angell em paz. Ou quase isso... já que a pergunta que ele lhe lançou no instante anterior trazia de volta as caraminholas para sua cabeça. Andando até a mesa da cozinha, ela elevou suas mãos e encarou as palmas com seus olhos perolados. Sentou-se à mesa, à frente do esqueleto que acompanhava Denki em seu café-da-manhã, e tornou a abaixar as mãos, repousando-as em seu colo. Em paralelo, projetou mais a metade de cima de seu corpo para frente, até conseguir apoiar o queixo no tampo da mesa. Então, fechou seus olhos devagarzinho e suspirou pesadamente. Como era ser aluna de Anatole?

– Algo errado, Angell...-chan? – a voz do esqueleto cortou o silêncio de repente, depois de alguns longos instantes.

A azulada voltou a abrir seus olhos, mas com uma demora quase exagerada, elevando-os desanimadamente até o “rosto” dele. Ela não moveu nem a cabeça nem o restante de seu corpo, mas acabou pressionando um pouco seus lábios um contra o outro, como se precisasse pensar no que responder. Até porque... será que ele realmente não sabia de nada? Os esqueletos sempre souberam tanto...

– ...Anatole confia em mim? – ela perguntou.

O esqueleto apenas a encarou em resposta, talvez por não saber responder. Afinal, em quem alguém como o Kaguya poderia confiar? Em seus subordinados, que o seguiam por sabe-se lá qual motivo? Em seus alunos, que não o abandonaram também sabe-se lá por quê? Em outros membros da Hi no Ryuu, que ele talvez nem conhecesse? Confiar devia ser uma palavra forte demais para alguém com tanto peso nas costas. E talvez o esqueleto soubesse disso; soubesse tão bem quanto Angell própria. Era tão complicado que chegava a parecer impossível. Como era ser aluna de Anatole? Ela se lembrava de palavras suas de outro dia: “mesmo com todas as imperfeições que nós carregamos, a igreja nos aceitou... coisa que nossa casa não tem feito. Eu não mataria por qualquer um dos lados; não trairia nenhum”; e se lembrava da resposta do Kaguya: “Angell-chan, suas mãos são mãos que curam, diferentemente das minhas, que causam desolação, desgraça e caos. [...] Eu vou precisar das suas mãos curandeiras se as minhas acabarem causando desordem demais”. Como era ser aluna de Anatole? Será que... algum dia ela conseguiria fazê-lo se orgulhar de seu crescimento? Será que algum dia ela realmente cresceria, mesmo que não no mesmo caminho que seu sensei escolheu trilhar? Como era ser aluna de Anatole? O que era ser aluna de Anatole?!

A kunoichi tornou a se levantar, abaixando sua cabeça por completo. Sentiu seus olhos marejarem e os fechou outra vez, querendo não deixar as lágrimas escaparem. Quando Anatole voltasse, ela agiria, sim, como uma aluna. Já tinha passado demais da hora.

– Ei, Angell...-chan. – o esqueleto tornou. – Você não veio comer alguma coisa?

– Desculpe... – ela respondeu aos murmúrios, enquanto foi saindo da cozinha a passos ralentados. – Eu perdi a fome.


“But it’s the only thing that I have.”


Informações:

Considerações:
Filler (em 1.690 palavras) para aquisição de 100 de status (dobrados pelo mês do up).
Segundo filler da semana (o item Filler Extra foi ativado aqui).
Habilidades usadas:
Bolsa:
Equipamentos e itens:

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Re: [Filler] O Quinto Retorno - 19/7/2019, 08:01

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