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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Ícone : [Filler] O Terceiro Retorno (pt. 3) HKIv36V

[Filler] O Terceiro Retorno (pt. 3) - em 30/6/2019, 00:01


Angell Hyuuga
[ HP: 975/975 | CH: 975/975 | ST: 00/05 ]
[ Byakugou no In: 500/500 ]


Depois do dia intenso e realmente maldito que havia tido em Konohagakure, a azulada já não sabia mais se poderia continuar na vila para passar suas noites. Preferindo não se arriscar, ela atravessou a floresta que lhe levaria à igreja, seu segundo lar, sem tanta demora, apesar de todo o seu desgaste – tanto físico quanto mental. Muitas das coisas que ela ainda tinha em mente já não a atormentavam como antes, mesmo sendo tão inexplicáveis e estranhas. Ela queria tanto fazer algo por pessoas como Akuma...!, mas como poderia?, e o que seria? Ela queria fazer algo pela Folha, por todos os habitantes dela que morreram em vão um dia, por todos os habitantes dela que ainda iriam – mas não deveriam! – morrer em vão, mas os impasses eram idênticos – se não exatamente os mesmos – do caso do shinobi das múltiplas personalidades.

A azulada finalmente chegou à clareira que rodeia a igreja, mas só para ter ainda mais surpresas das mais absurdas possíveis: o cemitério estava devastado; a torre mais alta, onde, por dentro, Anatole tinha montado seu quarto, estava destruída. Mas por quê? Como? O que diabos tinha acontecido ali enquanto ela esteve na Folha? E Ryoma? E o próprio Anatole? Não, eles não deveriam estar -... não!, não poderiam! Impossível! Ela apertou o passo para atravessar o vazio do cemitério e irrompeu violentamente pelas portas da igreja, atravessou correndo o saguão, subiu a escadaria aos tropeços, cruzou os corredores, tudo para chegar logo ao quarto de seu professor. ...sem deixar de rezar mentalmente para que ele mesmo ou Ryoma estivessem ouvindo todo o estardalhaço que ela vinha fazendo e acabassem por encontrá-la no meio do caminho, sãos e salvos, como sempre deveriam ter estado.

O desespero de Angell era incalculável, e isso a tinha deixado completamente alheia a tudo que acontecia ao seu redor. Não notou os esqueletos todos vivos, menos ainda a agitação de cada um deles com sua entrada súbita na construção. Não notou que todo o restante do lugar continuava intacto. Não notou a aproximação rápida de Anatole... mas pode sentir a mão dele em seu ombro e o virar forçado de seu próprio corpo para trás, fazendo-a dar de cara com o Kaguya, que a repreendia:

– Da próxima vez, tente não fazer tanto barulho assim.

Por alguns instantes, Angell ainda permaneceu estática na mesmíssima posição em que havia acabado de ser colocada. Seus olhos perolados se arregalaram devagar, mas ao máximo, enquanto sua boca de entreabriu. De onde Anatole tinha saído? O que diabos estava acontecendo afinal?!

– Anatole... sensei...? – ela sussurrou em um tom quase inaudível até para si mesma.

Mas avançou contra o shinobi, primeiro afastando os braços de seu próprio corpo e os erguendo, para depois rodeá-los no tronco de Anatole. Seu rosto primeiro se abaixou, fazendo-a recostar a testa no centro do peito dele. Seus olhos e sua boca se fecham e foram pressionados fortemente por uns segundos, até ela acabar soluçando uma vez. E depois outra. E mais outra. Ela queria tanto segurar seu choro... mas como poderia?! Tinha acabado de tomar outro susto daqueles! O que faria sem ter a ele e a Ryoma por perto? O que faria se não tivesse mais esse motivo para voltar à igreja? Tinha acabado de constatar que não teria mais como continuar em paz em Konohagakure...

– Quem é vivo sempre aparece. – e, falando em Ryoma, Angell ouviu a voz dele sendo projetada por trás de Anatole.

Ainda sem se soltar do Kaguya, ela virou e levantou mais o rosto outra vez, afastando-o minimamente do corpo dele, para poder comprovar a presença de Ryoma. Por mais agressivas que as palavras deste pudessem ter parecido, seu tom não tinha como ferir a azulada. E mesmo se algo do tipo acontecesse, a expressão no rosto daquele shinobi que esteve ao lado dela desde o início de sua jornada como ninja teria poder suficiente para curá-la se necessário.

– Me desculpem... – ela tornou, ainda aos sussurros e entre soluços. – Me desculpem. – “Por ter mesmo achado que vocês poderiam estar mortos.” – Me desculpem. – “Pelo estardalhaço que eu fiz aqui em casa.” – Me desculpem. – “Por ter sumido por tanto tempo e só ter voltado depois de deixar algo tão horrível acontecer.” – Me desculpem. – “Por ser ainda tão dependente de vocês.” – Me desculpem! – “Por ser tão fraca e... e chorona!”

Agora ela mordeu seu próprio lábio inferior para tentar engolir o choro, mas até nisso falhou e, então, acabou apertando um pouco o abdômen de Anatole pelas laterais ao encolher mais seu próprio corpo. Com o alívio que sentiu com todas as suas suposições anteriores estilhaçadas pela sanidade e pela segurança dos dois shinobis, veio também o constrangimento por todo aquele alarde que tinha feito. Só que ela estava realmente cansada de tantas coisas dando errado...

– Eu... – ela murmurou ainda outra vez. – d-digo, vocês... v-vocês me assustaram...

– Acalme-se, Angell, nada de mais aconteceu. – Anatole disse enfim. – Eu só estava testando uma técnica nova e as coisas saíram um pouco do controle. Você não tem que se desculpar por algo que não é sua culpa. Mas acredito que nós todos temos novidades para contar... agora que estamos aqui reunidos de novo. Consigo sentir que vocês evoluíram; andaram treinando?

– Agora está tudo bem. – Ryoma comentou, encarando Angell. Depois, voltou-se para Anatole: – Bem-vindo de volta, sensei. Eu... bom, acho que cheguei onde queria. Pelo menos por enquanto...

– E eu... acho que ando mais tendo derrotas do que vitórias. – a azulada murmurou. – Mas não foi minha intenção. Ryoma deve se lembrar que eu... meio que ajudei alguém com intenções duvidosas, não? Bem... descobri que eu realmente não deveria ter feito aquilo. Eu... eu devia ter matado aquele homem. E eu tive a chance, mais de uma vez ainda!, e... e eu não fiz nada. – ela jogou seu olhar para o chão entre os pés de Ryoma e Anatole. – Eu não posso matar... eu não consigo matar!, mesmo precisando! Aquele homem é uma ameaça a qualquer um que cruze seu caminho... sabem... ele inclusive me atacou duas vezes, e eu consegui me defender nas duas, mas, mesmo assim... Fora que, na segunda vez, um aluno dele acabou se envolvendo e resolveu reportar tudo a um ANBU, logo o líder... enquanto eu precisava curar uma das mãos dele, estilhaçada inteira... e não podia fugir por isso mesmo. Mas eu... acabei me assustando com tudo aquilo e... acho que eles suspeitaram de mim... e agora devem querer ficar de olho em mim. – ela precisou fazer uma pausa para retomar o fôlego. – E-eu juro que não fiz de propósito! E também... juro que tomei muito mais cuidado para voltar para cá hoje... depois... d-depois de ter sido sequestrada por aquele maluco e acabar curando-o outra vez, ao invés de... ARGH! E-eu não pude... não posso... n-não posso matar ninguém!

– Nem sempre matar, Angell, é uma vitória. – Anatole tornou. – Às vezes, vencemos nossos oponentes sem sequer encostar neles. Mas você fala muito desse homem... ele tem nome? Talvez eu possa ajudar... indiretamente. – Ele olhou rapidamente para Ryoma. – Talvez você possa ajudá-la. Já que o próprio aluno dele já avisou a ANBU, eu não posso me intrometer sem correr riscos. – E voltou a falar com a azulada: – Não se preocupe. Enquanto você for minha aluna, eu te protegerei.

– Sim, sensei. – e Ryoma respondeu de prontidão, também ainda olhando para Angell. – Nós daremos um jeito nisso.


“But it’s the only thing that I have.”


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Considerações:
Filler (em 1.224 palavras) para aquisição de 100 de status (dobrados pelo mês do up).
Habilidades usadas:
Bolsa:
Equipamentos e itens:

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Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

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Re: [Filler] O Terceiro Retorno (pt. 3) - em 30/6/2019, 04:06

Filler aprovada.

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