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A LUZ DAS TREVAS
Arco 02
Ano 25 DG
Primavera
Meses se passaram desde a missão de investigação ao Castelo da Lua, no País do Vento, que culminou na Batalha da Lua Minguante. Soramaru, o cientista responsável pelos experimentos, morreu em combate, assim como outros ninjas do lado da aliança. Após a missão ser bem-sucedida, mas carregando tantas mortes, Karma, o líder da missão, ficou responsável por relatar às nações o máximo de informações sobre a organização por trás dos crimes agora que estava com o selo enfraquecido e com isso ele revelou o verdadeiro nome dela: Bōryokudan. Ainda não tendo como fornecer mais detalhes, pois o selo se manteve, e precisando de mais pistas antes de investir novamente em uma missão, Karma saiu em missão em nome das Quatro Nações para encontrar o paradeiro dos demais membros da organização — e sua primeira desconfiança recaiu sobre Kumo.

O mundo, no entanto, mudou nestes últimos meses. Os Filhos das Nuvens concluíram a missão de extermínio aos antigos ninjas da vila e implementaram um novo sistema político em Kumo ao se proclamarem o Shōgun sobre as ordens não de um pai, mas do Tennō; e assim ela se manteve mais fechada do que nunca. Em Konoha a situação ficou complicada após a morte de Chokorabu ao que parece estar levando a vila ao estado de uma guerra civil envolvendo dois clãs como pivôs. Suna tem visto uma movimentação popular contra a atual liderança da vila após o fracasso em trazer a glória prometida ao país. Já em Kiri a troca de Mizukage e a morte de ninjas importantes desestabilizaram a política interna e externa da vila. E em Iwa cada dia mais a Resistência vai se tornando popular entre os civis que estão cansados demais da fraqueza do poderio militar ninja. Quem está se aproveitando destes pequenos caos parece ser as famílias do submundo, cada vez mais presentes e usando o exílio de inúmeros criminosos para Kayabuki como forma de recrutar um exército cada vez maior.

E distante dos olhares mundanos o líder da Bōryokudan, Gyangu-sama, se incomoda com os passos de Karma.
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
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Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
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Havilliard
Havilliard#3423
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Mako
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Relembrando a primeira mensagem :


Episódio Suna

Orquídea Vítrea: Parte 1



As portas da mansão da família Akagi eram muito mais leves do que ele imaginava. Assim que as empurrou para trás, abrindo-as, as longas mangas voltaram a esconder suas mãos, penduradas como corpos enforcados. A longa capa preta com o interior amarelo deslizou pelo chão, os olhos esverdeados varreram o ambiente guardado pelos membros da família que levaram as mãos às costas, nas espadas curtas que carregavam sempre, os chapéus na cabeça mesmo dentro de casa; fato este que fez o homem achar graça deles e até sorrir. Escorregou até um sofá próximo de três lugares, atirando-se nele com as pernas abertas e os braços sobre o encosto, suspirando de alívio como se tivesse caminhado por milhares de quilômetros até ali.

— Eu não vim conversar com crianças — disse numa voz debochada, segurava o riso entredentes. — Chamem o verdadeiro manda-chuva dessa porcaria — resmungou e gargalhou. Via nos olhos dos guardas a vontade que eles tinham de avançar sobre ele, mas todos ali sabiam muito bem quem ele era… ou deviam saber. Dentro do submundo ele não era desconhecido. Tinha chamado a atenção de todos dentro dos últimos meses. Parecia saber muita coisa, sobre muita gente e vilas, entretanto nunca se filiara a nenhuma família.

— Já estou aqui — respondeu uma mulher no topo da escadaria que levava ao segundo andar da mansão, os cabelos brancos eram curtos e uma trança descia na lateral do rosto.
— Pensava que encontraria um homem, não uma menininha! — disse o homem, colocando os cotovelos nos joelhos e se inclinando para frente. Umedeceu os lábios, seus olhos vistoriaram o corpo inteiro da mulher em instantes. — Qual seu nome, pirralha?
— Akagi Insane, o senhor seria…?
— Gōtō! —
respondeu alto, incomodado com ela não sabendo.
— E como posso ajudá-lo, Gōtō-san?

Ele tinha muitas ideias em sua mente. A boca que desdenhava dele podia ser usada de maneiras muito mais prazerosas. Ela parecia ter um corpo firme, além de claramente esbelto, podendo notar cada curvatura nele. Lambeu de novo os lábios, pensando nas maneiras que ela poderia ajudá-lo após uma longa viagem, em como devia pagar por fingir não conhecê-lo.

— Soube que estão com algo novo graças ao combate trágico que acabou com a vida do Soramaru-senpai. Vim apenas avisá-los de uma coisa: estamos de olho.
— Isso é uma ameaça? —
Insane apertou os olhos se fazendo de durona. Gōtō adorava quando elas faziam isso.
— Não.

Gōtō se levantou. A capa voltou a deslizar pelo chão, as mangas penduradas sacudiam no ar a cada passo em direção a porta aberta. Olhou sobre o ombro em direção ao objeto que chamavam de mulher e com um sorriso concluiu: — Isso é um aviso da Bōryokudan. — E atravessou a porta rindo alto, despreocupado com as demais reações e com um incomodo nas calças.

Insane ficou assistindo até ele estar afastado o suficiente e estalou a língua no céu da boca em seguida. — Certifiquem-se que ele deixará a cidade antes de fazerem qualquer movimentação — ordenou aos capangas que assentiram de imediato. Suspirando, incomodada, com o coração batendo rápido, a mulher deu as costas e desapareceu nos aposentos da mansão com a sensação de que uma tempestade se formava em seu horizonte.




Reunindo o Time


Era cedo da manhã quando os mensageiros chegaram às casas dos ninjas convocados. Cada um recebeu um pergaminho com as instruções básicas. Após uma série de denúncias sobre uma nova droga sendo testada e distribuída nas periferias do país, estes ninjas deveriam visitar Sāra para investigar mais sobre a chamada “Orquídea Vítrea”; uma substância gerada a partir dos vidros deixados no buraco do deserto, aberto durante o incidente da Batalha da Lua Minguante. A primeira etapa, porém, não era nada além de se reunirem nos portões para se conhecerem e iniciarem a missão. Eles tinham até as 10h para sair da aldeia e partir em direção ao objetivo.


Considerações
Regras:
Considerações Gerais:
Missão:


Links úteis

Manual Ninja Narração
Manual Ninja Eventos PvE
Manual Ninja Tramas
Sistema de Recompensas Eventuais
[Arco 2 - Abertura] Sombras do Mundo: A Luz das Trevas
Mako

FeitanD
Genin
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Episodio Suna



Um Jutsu que Feitan nunca tinha visto, era esses dos insetos de Ayame, eles haviam comido toda a toxina do corpo de Feitan fazendo com que o mesmo pudesse se recuperar de seu estado ruim, o mesmo se levantou com tudo pronto para ajudar Haku e Ken na batalha contra Unohana que vou a mesma já não mais no terraço mais sim ali no chão aonde eles estavam, os ninjas haviam conseguido derrotada, sendo tudo em um piscar de olhos, mas o que mais abalava o Uchiha não era isso, mas sim o seu companheiro morto ali próximo a ele, a única vez que ele havia passado por uma tensão psicológica dessa forma foi quando ele despertou seu Sharingan. Ele se aproximaria do corpo de Eistenin enquanto Maeda subiria no teto e faria um breve discurso para os povo de Sara, e então Feitan  diria em tom triste e abatido olhando para o alto na direção de Maeda algo que que daria pra todos ali escutarem — Vencemos... Mas... Qual o sentido de vencer se perdemos o nosso companheiro.... — Era nítido que o Uchiha havia ficado bem abalado com a morte de seu companheiro, o sentimento de luto era escancarado em seu rosto, o jovem Feitan apesar de ser mais calado e sério, ele tinha algo dentro de si que era a lealdade aos seus companheiros, ele se sentia responsável pela morte do superior: "Se eu fosse mais forte, eu não seria o peso a ser protegido pelos meus companheiros, tudo está acontecendo como daquela vez quando eu perdi tudo... Eu preciso de poder, e poder a qualquer preço que for necessário" — Pensava ao ranger os dentes de uma certa raiva.

FeitanD
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t86960-ficha-feitan-uchiha#713747
Sevenbelo
Jōnin
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Orquídea





CM:150/500
Células:2000/2500
Depois do sucesso do ataque combinado de Ken e Kin, a médica Hoki havia caído, mas isso não deixava o Jounin tranquilo. O descobrimento de que alguém tão gabaritado dessa família não apenas estava por trás da droga que causava sofrimento em Saara, mas também tinha alguma relação nefasta com as criaturas vampíricas de Soramaru deixaram Ken em alerta máximo mesmo depois de testemunhar o último suspiro de Unohana.

Ken sabia que haviam boatos que o líder Hoki, Sagishi, tão aclamado pela população como a melhor opção como novo Kazekage, teria envolvimento com a família criminosa Akagi. A missão em Saara tinha deixado claro para o Jounin de cabelos negros que aquele homem não poderia assumir o Manto de Kazekage, ainda mais com a revelação de que, além de estar envolvido com o submundo do crime, tinha também relações com as criaturas vampíricas de Soramaru e, provavelmente, com a Bōryokudan.

O jovem Kaguya era pragmático e sabia que, no mundo ninja, se sujar fazia parte do dia-a-dia dos shinobis, mas até ele tinha um mínimo de escrúpulos. Alguém precisava colocar ordem naquela Vila e expor a toda a população que os boatos sobre as intenções nefastas da Família Hoki eram baseados em fatos concretos e que a situação era ainda pior do que se imaginava.

Mas esse era um problema para lidar quando estivesse de volta à sua Vila. No momento, Maeda estava falando com Ken e o fazedor de média precisava responder o colega:

- Eu estou ótimo! E você, Kin? - gritou ainda com o sangue quente da batalha - Hm hm - pigarreou enquanto o manto borbulhante regredia, assim como as linhas que tinha espalhado pelo corpo e os efeitos do Shichi Tenkoho se esvaiam - A missão não foi perfeita, evidentemente, mas serviu para desmascarar o Sagishi de uma vez por todas. - Maeda falaria sobre levar a droga para o laboratório da vila - É o mais indicado, eles são os mais gabaritados para esse tipo de tarefa.

Mais do que o extenso relatório citado por Maeda que teria que redigir, Ken temia as consequências de desmascarar o esquema dos Hokis. A família querer se defender era esperado, mas existia a possibilidade de pessoas de fora da família, admiradores mais fanáticos, continuarem apoiando Sagishi mesmo depois de tudo o que se passou.

- Ah, mas vai faltar tinta dessa vez. - acompanhou o tom descontraído do Senju.

Genins que provavelmente nunca tinham presenciado a morte de ninguém precisavam ser confortados, por mais que ninguém tivesse feito isso por ele quando precisou com o abandono de seu pai, nem quando falhou em salvar sua referência ninja. Ken foi até os ninjas de patente mais baixa e disse:

- Por mais que perder colegas seja parte do nosso trabalho, não naturalizem baixas. Treinem duro, aperfeiçoem-se. Quanto mais preparados estivermos, todos nós, menor a chance de algo assim se repetir.

Ken veria Maeda ir até o teto e iria (18 m/s) atrás dele tentar entender o que diabos ele estava querendo fazer. Chegando lá, presenciaria uma cena um tanto inusitada protagonizada pelo Senju. Não entendia exatamente de qual libertação o colega se referia, os adictos ainda sofreriam com abstinência e a Família Akagi ainda estava instalada na região. De qualquer maneira, Ken resolveu entrar na dança, recolocando sua bandana e discursando:

- Cuidado com falsos Messias - fez uma pequena pausa, como se estivesse num comício - Com quem se apresenta como a solução de seus problemas - outra pausa - Às vezes, é só um médico criando uma doença para vender a cura.

Depois de tecer essas palavras, Ken viraria para Maeda e falaria:

- Tá bom né? Vamos nos reagrupar.

Se reencontraria com o restante dos ninjas da Vila. Enquanto Maeda se preocuparia em levar o corpo de Estinien, Ken focaria em quem ainda estava vivo, de pé.

- A missão acabou, gente. Podemos voltar para a Vila.

Caso algum Genin enlutado ficasse paralisado com os sentimentos, como Feitan parecia estar, Ken seguraria quem precisasse pela cintura e carregaria como se fosse uma baguete sem externalizar julgamentos, mas acharia engraçado ter que carregar um aliado nos braços novamente:

- Se alguém achar pertinente fazer uma parada em algum lugar, avise. Mas acho melhor irmos logo reportar o que presenciamos hoje.

Ken queria contar em primeira mão à enfermeira que o ajudou no hospital pois temia como pintariam sua participação na morte da colega de trabalho para Hitomi, porém o dever o chamava. Se não houvesse objeções, seguiria em direção à Vila Oculta da Areia


Informações:

 

Sevenbelo
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t84775-ficha-hariken-hyuga
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t84823-gf-hariken-hyuga
Aburame Ayame
Genin
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[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 KI9aleH



ORQUIDEA VITREA
• HP: 350/350 • CH: 370/500
•  Stamina 1/2• Kikaichū: 80/100


Acabou... Aquelas palavras pareciam mágicas nos ouvidos da jovem, tudo o que aconteceu até o momento, e até mesmo a tragédia que aconteceu, enfim Ayame poderia deixar tudo aquilo para trás, as palavras de agradecimento de Maeda foram acolhidas com um simples acenar de cabeça por parte da garota e enquanto ele se afasta a jovem se encontra aliviada.

Finalmente a garota conseguia respirar, tudo o que restava era voltar para casa, mas tinha um gosto amargo em sua boca, nem mesmo a jovem conseguia entender bem seus sentimentos, havia algo que parecia preso em sua garganta, e a jovem não conseguia engolir. Talvez uma insatisfação com o rumo que a missão tomou, mas não parecia correto, era como uma peça faltando, algo que a garota não conseguia distinguir em seus próprios sentimentos.

Discursos motivadores eram em teoria uma forma de levantar a moral do time, servir como inspiração e até mesmo como uma fonte de força em momentos difíceis, entretanto as palavras de Maeda no topo do telhado não foram ouvidas por Ayame, que se levantava, com uma expressão séria e com uma farçada inexpressiva no rosto.

As palavras de Feitan, pouco depois pareciam finalmente encaixar todas as peças do que a garota sentia, em uma missão ela deveria estar preparada para perder seus companheiros, ela deveria estar preparada até mesmo para a possibilidade de não voltar. Mas Ayame finalmente percebeu que ela não estava, ela tinha medo, de perder as pessoas perto dela, e até mesmo de perder a própria vida; Ela encarou o fato de sua própria mortalidade, e mesmo sabendo em teoria de todos os riscos, mesmo a jovem até o momento se enganando de que estava pronta emocialmente para os riscos, agora ela finalmente encarou a morte nos olhos e percebeu, que ela era impotente.

A genin se viu revendo suas ações, ela suspeitava que investigar a Orquídea Vítrea no hospital atrairia o responsável, ela plantou um alvo claro em suas costas e deixou que mordessem a isca, ela brincou com o perigo se achando inteligente demais para ser derrotada, se subestimou sua habilidade e se jogou no perigo se achando invencível, tudo o que a garota teve, foi sorte. Se mesmo que por apenas um momento, Unohana decidesse que a garota era perigosa demais para manter viva, aquele seria seu fim, olhando para o corpo de Estinien, por um breve momento, Ayame viu a si mesma, deitada, com o corpo pálido e frio no chão, mas ao piscar seus olhos a visão logo desapareceu.

— Nós sobrevivemos... E vamos voltar para casa, esse é o sentido.

A garota fala para Feitan olhando em seus olhos, o sangue subia para o rosto da garota com um arrepio, seus olhos ficaram vermelhos e irritados, mas as lágrimas não caíam.

— Temos uma chance, de seguir e não deixar a morte dele ser em vão...

Se colocando de pé, a garota logo ouve um dos Jounin se direcionando ao grupo, anunciando o fim da missão e que eles poderiam voltar para a vila, com um acenar de cabeça, Ayame estava pronta para segui-los e sair daquele lugar, e com alguma sorte, nunca mais voltar.

Considerações:
 
✿ Elli
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Keel Lorenz
Jōnin
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 14tg4Ry
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Hakuryuu Kinsetsu
Em termos visuais, a cena não foi fácil de testemunhar. Haku sabia disso, mas tantas eram às vezes que havia testemunhado a violência no mundo ninja que estava um tanto dessensibilizado. Aliado à sua raiva, apenas sentiu alívio ao que a vida se esvaiu dos olhos da vilã. O avistamento de um fragmento da Orquídea Vítrea — possivelmente a versão mais recente em relação àquelas que eram comercializadas nas ruas — concedia à missão um razoável fechamento. Se pudessem levar a amostra para o Laboratório Científico de Sunagakure, algum benefício talvez ainda pudesse ser obtido de toda aquela tragédia. Desde antídotos até um melhor entendimento do vidro deixado por Soramaru no deserto.

Vendo que Maeda se aproximava para coletar a amostra valiosa, Haku decidiu tomar alguns instantes para respirar. Não só num sentido físico, mas a luta havia sido muito tensa mentalmente também. Foram muitos cenários para se simular para alcançar aquele resultado, ainda que com uma baixa.

— Um pouco cansado, mas tudo bem — sua resposta a Maeda emergiria com ligeiro atraso, após ser acordado de súbito pelo tom de Ken. — Tenho algumas conexões no laboratório científico da vila — batendo a poeira das vestes, Haku brevemente se concentraria para regredir as caudas e o manto de chakra sobre sua pele — Podemos levar lá quando voltarmos. Também acho ser o melhor a se fazer — ainda que abatido, também comentaria sobre a sugestão de Maeda, emitindo um leve sorriso de satisfação por tudo aquilo ter finalmente acabado.

Com os pensamentos ainda vez ou outra voltando-se para a situação com Estinien, acabou não prestando tanta atenção quanto aos comentários acerca dos relatórios à vila.

— Uhum — elevando um pouco o tom para não parecer tão distraído, assentiria em reação ao comentário de Ken-kun.

Entretanto, o avanço dos colegas para o teto do recinto certamente havia chamado sua atenção. Não fazia a mínima ideia do que estavam pensando em fazer, mas certamente estava muito curioso. Por isso, convocaria uma parte de sua velocidade (18 m/s) para saltar através do buraco aberto por Unohana e ir ao teto junto dos dois.

Por alguns instantes, Haku apenas observaria o caminhar de Maeda em direção à borda do telhado. Entretanto, ao que visse o Senju começar a discursar, aproximar-se-ia também daquele palco. Não gostava muito da ideia de aparecer, mas acreditava que, dada a situação da imagem da vila, aparecer com a bandana e dar nomes aos bois para reforçar a aparição de Maeda talvez fosse de importância. Por isso, colocando-se ereto ao lado de Maeda — no lado oposto ao que Ken-kun tivesse se colocado, deixando o Senju ao centro —, Kin faria questão de deixar a bandana de Sunagakure no Sato em sua cintura bastante visível.

— A criadora da Orquídea Vítrea, Hōki Unohana, foi derrotada! — com um semblante bastante sério dirigido à população que os observavam, Haku buscaria completar a fala de Maeda para deixar as coisas um pouco mais explícitas ao povo.

Porém, não diria mais do que o necessário diante daquela situação. Não era bem o seu forte se pronunciar em público assim. No restante do tempo, permaneceria com ar bastante sério diante de todos. Afinal, era com uma imagem de seriedade e competência que imaginava ser mais eficaz combater a má reputação que os ninjas de suna tinham.

— Sim, parece ser o suficiente — também voltando o rosto para Maeda, concordaria com as palavras que Ken havia dirigido a ele.

Ao que se reagrupassem, enquanto Maeda lidava com o corpo de Estinien, Haku buscaria distrair um pouco a mente. Conforme ela mesmo havia dito, talvez Ayame tivesse extraído todo o chakra invasor de Unohana dos colegas de time, mas não deveria ter como lidar com feridas ainda.

— Todos bem para seguir viagem? Se tiverem algum ferimento atrapalhando, é só me falar — apesar do maior foco nos genins, também dirigiria o olhar momentaneamente para os dois colegas para saberem que a oferta também se estendia a eles.

Achava pouco provável que os dois precisassem, visto a cena montada no telhado há poucos minutos. Mas, nunca se sabe o quão bom alguém pode ser em esconder ferimentos, então era melhor perguntar. Para o caso de alguém comunicar um ferimento do tipo, Haku deixaria um Shōsen Jutsu pronto para ajudar (Coringa Rank A | 2 selos c/ 8 s/s → 0,25 p/ preparo | 240 CH → 420 HP c/ Cura 10). Tocando a palma com luz verde no colega em questão, aplicaria o jutsu de cura até que estivesse em condições de voltar para a vila.

Não tendo nenhuma parada a sugerir para o time, apenas se manteria concentrado em terminar o serviço curativo para que pudessem seguir viagem. Talvez não fosse muito do seu feitio, mas por ora se manteria focado em garantir o bem-estar de todos durante a caminhada de volta. Queria manter a mente distante dos assuntos que envolvessem o luto que agora se escondia em seu âmago. Faria um certo esforço para se manter longe disso, pelo menos, até que retornasse para casa. Pelo menos por enquanto, a satisfação do cumprimento da missão e do retorno para casa talvez pudessem ajudar a manter sua mente distante daquilo.

Ao que o time estivesse pronto, Haku se prepararia para seguí-los em direção às sugestões apontadas por eles. Entretanto, se ninguém tivesse mais ideias quanto a aonde irem antes de partir, junto deles, Kinsetsu partiria em viagem pelo deserto. Não via a hora de finalmente poder voltar para casa.

Palavras: 876



Pseudo-Kyūbi: 2200 | 2750 CH
Reservatório: 640 | 3000 un. — Ambiente: 200 | 500 un.

Legenda:
Falas: — Texto — descrições. | Pensamentos: "Texto" — descrições.




Resumo:
Observações [7]:
Jutsus:
Equipamentos:
Aparência e Ficha:



_______________________

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Keel Lorenz
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Lorenzo Casal
Genin
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29mar.



Episódio: Orquídea Vítrea
Conclusão
 Enfim.. tudo aquilo parecias ter acabado, marcas foram deixadas em mim, em meu psicológico, não aceitava o fato de um dos companheiros terem morrido, mas por mais frustrante e desesperador que podia ser, enfim eu tomei a noção do que é de fato ser um ninja, é muito mais complexo do que eu imaginava, apesar do luto e da tristeza de perder meu companheiro de equipe, as feridas internas eram muito maiores do que as externas.

Me dirigia ao corpo de Estinien e o carregaria(se nenhum dos meus companheiros o tiver feito. Se tiverem carregado, apenas o seguiria.), era justo que ele teria um enterro digno, digno de um shinobi de suna, digno de um ninja de sua patente, um Jonin de elite; seria um insulto a sua memória deixa-lo o corpo dele ao relento como se fosse um simples pedaço de carne para apodrecer, então me juntaria aos demais e diria a todos eles. -Sei que devemos passar o relatório, e a conclusão da missão, mas mais importante que isso, vamos levar o corpo de Estinien para que seja devidamente sepultado na vila como um verdadeiro shinobi de Suna. Não tive a oportunidade de conhece-lo direito mas é o mínimo que podemos fazer. - Dizia aos demais enquanto, nesse momento ficava em luto e em silêncio, e assim os seguia.

Observava a garota e dessa vez não corava talvez pela primeira vez eu a veria como uma rival para ser superada. -Eu vou te superar Ayame! ficarei mais forte para proteger meus companheiros! Tô certo.- E assim concluía meus pensamentos.  


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Mako
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Episódio Suna

Orquídea Vítrea: Parte 15



A missão chega ao fim.



Pavilhão Abandonado
A batalha havia terminado. Os ninjas saíram vitoriosos. Mas é mesmo uma vitória quando a morte circunda o perímetro? O corpo do aliado continuava sem vida. As feridas mentais em cada ninja permaneceriam por algum tempo. Ter sucesso em uma tarefa era mesmo o mesmo de ter uma vitória? Vencer uma luta era se tornar vitorioso? Aquelas eram perguntas que o time teria que se fazer um dia, mas naquele momento, eles só precisavam continuar em frente.

Maeda recolheu a orquídea vítrea, analisando-a com cuidado. Em seguida, utilizando a agilidade esperada de um ninja, ele subiu no mesmo telhado que a ninja usara anteriormente para tentar fugir. O brilho da rua acertou seu rosto e aqueceu sutilmente suas bochechas. Várias pessoas estavam cercando o pavilhão, civis e samurais, incluindo membros do esquadrão que havia direcionado os ninjas anteriormente. Como seguranças foram chamados pelos sons de conflito e ali observaram quando o ninja ergueu tanto o exemplar da droga como da bandana, iniciando um discurso que tirou um sorriso de Mitsuhide. Ken e Haku, os pivôs naquela “vitória” também entraram no discurso, mostrando aos moradores da cidade de que, às vezes, os verdadeiros heróis não são quem eles acreditam.

— Glória a Suna! — alguém gritou no meio da multidão. Algumas pessoas começaram a se entreolhar. Mitsuhide ecoou a mesma expressão e seus samurais acompanharam. Caso Maeda, Haku e/ou Ken prestassem atenção naquela multidão agitada perceberia alguém indo embora com uma garrafa na mão, muito semelhante ao homem que esteve na entrada da cidade. Isto, porém, seria um lampejo no meio das vozes e braços se erguendo. Ele sumiria tão rápido quanto apareceria na visão deles.

Partida
Assim que os ninjas terminaram de ouvir a glória dada a eles, Maeda pegou o corpo de Estinien para levar para o vilarejo. Estranhamente, porém, Chouzo tentou fazer a mesma coisa, como se ainda estivesse tonto depois de tudo. Saíram no meio da multidão que abriu alas aos ninjas “vitoriosos”. Estranho usar uma palavra como essa enquanto Maeda, tornando-se o líder da procissão, carregava um corpo em seus braços. Mas a vida shinobi era daquele jeito e ninguém parou de comemorar após o alvoroço ser instalado, ainda que tivesse uma baixa óbvia.

Os ninjas sairiam da cidade sem nenhum problema. A viagem de volta a Suna seria ainda menos problemática, embora pesarosa com o lembrete constante da baixa sofrida. O relatório não seria apenas sobre a derrota da inimiga, mas também sobre como um deles voltou sem vida. Ainda assim… eles chegariam na vila. Seriam recebidos, como de costume, por um dos ninjas na guarnição que logo tomaria o cadáver e levaria ao local correto onde ele passaria por uma preparação fúnebre. Nenhum dos ninjas precisava lidar com aquilo. Bastavam relatar no quartel e depois seguirem suas vidas como se nada tivesse acontecido.

A missão havia sido um sucesso absoluto, mas o relatório deixaria algo claro: a vila precisava eleger um novo Kazekage antes que fosse tarde demais.

Dias depois…
As portas da mansão se abriram com força. Insane estava toda trajada de preto, da cabeça aos pés, e um véu escondia seu rosto. A primeira coisa que viu, porém, foi aquele homem estranho com uma garrafa de licor em mãos.

— Gōtō… — Insane falou entredentes.
— Não finja que me odeia — ele falou se afastando da árvore ao qual se encostava. — Não estou vendo os guardas daquela família — ele disse com a atenção sendo dada ao resto do ambiente.
— Vocês não precisam se preocupar com os Akagi. Eles só distribuíam, não conheciam nada sobre a droga — disse Insane, seguindo para fora da mansão. Gōtō notou como o interior dela estava vazio e com vários móveis cobertos por lençóis. A família havia batido em retirada.
— Está indo ao velório? — indagou o homem quando ela passou por ele.
— A Bōryokudan não deixa? — Insane retrucou olhando por cima do ombro.

Uma linha preta atravessou o olho direito dela no mesmo instante. O sangue escorreu, mas o cérebro dela sequer percebeu. Ficou atônita enquanto as funções iam se desorganizando. — Ordens são ordens, docinho — Gōtō falou e mais sangue deslizou para fora do corpo da mulher, desta vez pelos ouvidos, narinas e boca. A expressão ficou vazia e o corpo ruiu, caiu de joelhos e ele puxou o fio negro de volta, deixando o cadáver cair sem vida no chão. A mesma linha entrou por dentro da manga daquele homem estranho que se aproximou do corpo no chão e fez a terra se desfazer tornando-se lama e engolindo os dois.

Considerações
Regras:
Considerações Gerais:
Orientações Individuais:


Links úteis

Manual Ninja Narração
Manual Ninja Eventos PvE
Manual Ninja Tramas
Sistema de Recompensas Eventuais
[Arco 2 - Abertura] Sombras do Mundo: A Luz das Trevas
Mako
Summer
Jōnin
something in the way...
something in the way...
 

The Impaler

Oh, Death… Become my blade once more!



O contraste era palpável: enquanto o eco de aplausos e aclamações vibrava pelo ar, preenchendo Sāra com uma euforia quase palpável, uma figura sombria se destacava, movendo-se silenciosamente para longe do centro da comemoração. Maeda, com a acuidade de um shinobi devidamente treinado, apertaria os olhos a fim captar detalhes da silhueta que se afastava, talvez notando a garrafa de bebida casualmente segurada. Sua mente traçaria rapidamente a ligação com o indivíduo que haviam encontrado mais cedo no portão da vila – um homem embriagado, cujas palavras, embora turvas pela intoxicação, haviam inadvertidamente guiado o início de sua jornada naquele dia. Era peculiar ver a mesma figura desviando-se do clamor coletivo, escolhendo a solidão em vez da comunhão comunitária. A discrepância entre a comemoração vibrante e o isolamento do homem bebendo não escalaria à observação do Senju, despertando uma pontada de curiosidade em sua mente. Contudo, ele saberia que as prioridades demandavam sua atenção em outro lugar. Com um suspiro quase imperceptível, ele se desviaria da contemplação do estranho e se reuniria novamente aos outros dois jōnin, preparando-se para deixar aquela vila. A decisão de não se deter mais do que o necessário sobre o indivíduo bebido refletia a sua natureza pragmática.

— Ansioso? — indagaria a raposa.

— Preocupado — responderia sucinto.

O percurso de retorno através de Sāra se desenrolou sem maiores intercorrências, marcado pelo contraste pungente entre a celebração dos civis e o peso do corpo carregado por Maeda. Atravessando a cidade sob aplausos, a figura do Senju partia a multidão ao meio, o corpo inerte de Estinien repousando sobre seu ombro. Esse cenário de aclamação popular parecia não tocar o profundo da sua consciência, imersa que estava em reflexões mais sombrias. Conforme adentrassem o deserto, a viagem seria tomada por um silêncio solene, que o jōnin manteria enquanto sua mente se enredava em pensamentos sobre as potenciais repercussões do conflito recém-concluído. O envolvimento de uma Hōki, a associação de uma chefe médica com uma substância tão nociva, e a ausência de investigações adequadas sobre os Akagi pairariam como nuvens tempestuosas sobre suas considerações. O deserto, vasto e implacável, espelharia suas preocupações internas, com suas areias escaldantes e dunas que ondulavam como prenúncios de desafios futuros.

Finalmente, o reconfortante contorno dos portões de Sunagakure no Sato emergiria à distância, erguendo-se como faróis de retorno ao lar. A visão dos portões reafirmaria sua presença no presente, trazendo-o de volta das profundezas de suas cogitações para a realidade palpável e iminente do retorno ao lar. Enquanto caminhava, ponderava sobre como esse evento, embora parecesse beneficiar a imagem dos shinobi, poderia, de fato, gerar complicações futuras, dadas as múltiplas camadas de intriga e traição que haviam sido desvendadas. Ao passo que o guarda assumisse a responsabilidade de transportar o corpo, o Senju, com uma expressão contemplativa, virar-se-ia para os seus colegas jōnin. A formalidade do momento transpareceria em seu semblante, marcado por uma solenidade que lhe era característica após missões tão árduas.

— Vou agora mesmo até o quartel-general para reportar a conclusão da missão — declararia, fazendo uma breve pausa enquanto cuidadosamente limparia a ombreira de sua armadura das marcas de sangue deixadas por Estinien. Sua voz carregaria um peso, reflexo do cansaço e da responsabilidade que sentia — Podemos ir juntos se não se importarem — iria propor, num tom que deixaria espaço para que Ken e Haku decidissem por si próprios.

Independente da companhia de seus pares, seguiria para o quartel-general. Os corredores que conduziam ao local de entrega dos relatórios provavelmente marcados por um silêncio que reverberaria os ecos de suas próprias reflexões. Ao chegar, tomaria os formulários necessários e se dirigiria a uma sala isolada, dominada pela presença de uma única mesa metálica sob o foco de uma lâmpada solitária, cuja luz frugal mal alcançaria as bordas da superfície. Sentando-se, começaria a documentar meticulosamente os eventos da missão. Sua caneta deslizaria sobre o papel, registrando cada detalhe com precisão. Descreveria o envolvimento de Unohana com a droga Orquídea Vítrea, o confronto dramático e as baixas sofridas, sem omitir a bravura e os sacrifícios feitos. Também mencionaria o resgate da flor azul, potencial chave para um antídoto, ressaltando a importância deste achado para futuras pesquisas médicas em Sunagakure no Sato.

Concluído o seu relatório, o entregaria à autoridade competente no quartel, junto do exemplar da Orquídea Vítrea que trazia consigo, cumprindo seu dever com a eficiência esperada de um ninja de seu calibre.

— Bom, espero vê-los o quanto antes e em condições melhores — diria ao se despedir dos colegas, se estivessem presentes. Suas palavras seriam sinceras, desejando genuinamente que o próximo encontro fosse sob circunstâncias menos sombrias. Com um aceno final, deixaria o quartel, sua figura se perdendo na penumbra dos corredores.

As ruas de Sunagakure no Sato, normalmente um refúgio do escaldante sol do deserto, ofereceriam um caminho sombrio de volta para casa, marcado por um breve respiro após os recentes eventos tumultuados. Contudo, a quietude seria abruptamente interrompida. A presença sutil de figuras nas sombras pulsaria com uma intenção velada, capturando a atenção do jōnin.

— Precisamos conversar — a voz feminina, suave e familiar, cortaria o silêncio da viela com uma urgência que o Senju não podia ignorar.

— Não se reportou mais a nós. Vai declarar independência? — a acusação viria de uma voz masculina, carregada de autoridade e descontentamento palpável, enquanto figuras começariam a se materializar das sombras, cercando-o.

— Não falem assim com nosso garoto. Lembre-se que ele é nossa aposta, afinal — interviria outra voz masculina, tentando suavizar o tom de confronto, mas com um peso de expectativa.

— É verdade, e ainda mais agora que Sunagakure no Sato anseia por um líder — concluiria uma quarta voz, insinuando um futuro carregado de expectativas sobre Maeda.

As silhuetas pertenciam aos quatro membros do grupo secreto dentro do clã Senju, aqueles que tempos atrás haviam decidido selar a Kyūbi dentro dele, visando fortalecer o clã. O reencontro, embora esperado, carregaria consigo uma tensão que Maeda preferia não enfrentar naquele momento.

— Já faz um tempo que não nos encontramos, é verdade — reconheceria, mantendo a calma e a cordialidade formal que a situação exigia, apesar da falta de entusiasmo — Essa não é a hora ou lugar pra isso — diria, marcando sua intenção de encerrar o encontro prematuramente, começando a se afastar.

— Não, não é mesmo — concordaria a voz feminina, recuando enquanto as figuras se dissipariam nas sombras novamente — Nos veremos mais tarde.

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Status
HP: 2200/2200 • CH: 15900/16750 • ST: 06/11 • KYŪBI: 5500/5500

Considerações
Spoiler:

Usados
Spoiler:

Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Falando em Nintaijutsu...
Tenha um jutsu classificado como "nintaijutsu" de rank B ou superior.
Um Poder só Meu
Adquira sua primeira Habilidade Secundária.
Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Perito
Adquira uma qualidade de perícia (elemental, armamentista, etc.).
Domínio Elemental
Compre/treine um jutsu classificado como "elemental" de rank B ou superior.
Mestre Elemental
Torne-se um mestre elemental.
Summer
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t86402-maeda
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Sevenbelo
Jōnin
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 Avatar
     
Orquídea





CM:150/500
Células:2000/2500
Após as palavras do trio de Jounins da Vila Oculta da Areia dirigidas para a multidão que havia se amontoado ao redor do pavilhão, Ken notaria uma figura conhecida, o bêbado que encontrara na entrada de Saara ia na direção contraria a multidão que se amontoava. O jovem Kaguya achou estranha a situação, afinal o homem tinha ido na direção contrária a Saara quando os 7 ninjas de Suna chegaram. No entanto, o homem sumiu da mesma maneira que apareceu.

Os seis ninjas de Suna caminharam pela multidão com Maeda carregando o corpo do sétimo membro da missão, com Ken indo imediatamente atrás. O objetivo havia sido cumprido conforme estipulado pela missão, no entanto o meio utilizado para alcançá-lo foi por um caminho longe do ideal, com o um ninja ainda mais precoce que Ken morto em combate. O Kaguya não sabia se Estinien iria ultrapassar suas capacidades ninjas, em velocidade o jovem tokujou claramente tinha a vantagem de não precisar percorrer distâncias, podendo simplesmente aparecer em lugares previamente marcados como a mão de Ken. No entanto, esse tipo de conjectura era inútil. Estinien estava morto. Cabia aos ninjas manterem suas cabeças erguidas, apresentando seus hitai-ates ao mundo e só abaixarem suas cabeças para trabalharem duro. Aquele grupo de ninjas ainda não estava pronto para desafios ainda maiores, Ken incluso.

O caminho de volta pelas dunas do País do Vento foi tranquila. Vendo o abatimento na expressão dos genins, o Jounin de Cabelos pretos preferiu dar espaço aos genin, deixar que os ninjas iniciantes processassem os sentimentos provavelmente inéditos que estavam tendo que lidar. Desta maneira, o adolescente falador seguiu calado em direção a sua vila de origem. Se limitou a remoer e repassar a situação da família Hoki em Sunagakure. Sagishi não poderia assumir a vila depois de tudo que passou. Ou será que podia?

Chegando aos portões da Vila, o Maeda entregaria o defunto para o guarda e convidaria Ken e Kin para ir com ele até o Quartel-General da Vila. O Kaguya não veria problema em ir até lá com os demais colegas.

- Claro, vamos juntos sim. - viraria para os genins - Feitan, Chouzo e Ayame, cuidem-se, ok?

Chegando no Quartel-General, Ken iria redigir seu relatório, deixando claro a relação dos Hoki com todos os problemas que envolviam a missão. Após finalizar seu relatório, se despediria dos demais colegas e iria para casa.

Informações:

 

Sevenbelo
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Aburame Ayame
Genin
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ORQUIDEA VITREA
• HP: 350/350 • CH: 370/500
•  Stamina 1/2• Kikaichū: 80/100


A partida de seu time foi mais animada do que Ayame esperava, em meio aos aplausos e aclamação da multidão que se despedia dos Shinobi, a jovem genin continuava com um rosto fixo e inflexível, era apático, sem qualquer vislumbre negativo ou positivo, era o semblante de alguém que estava com foco em algum objetivo, e nesse momento, o único objetivo da garota estava muito além dos muros de Sāra.

Durante o caminho de volta, conversas não pareciam acontecer com frequência, Ayame se manteve em silêncio, independente do que falavam para ela, seus pensamentos pareciam perdidos e vagando naquele momento; Mesmo antes da jovem conseguir pensar no que faria ao chegar em casa, o ar familiar passa pelo seus pulmões, um cheiro seco e distinto, e logo no horizonte estavam os portões de Sunagakure no Sato, Ayame finalmente estava em casa.

Pouco depois de conseguir permissão para entar, Maeda anuncia para o grupo que estava indo imediatamente fazer seu relatório, algo que a garota concordava, o quando antes essa missão estivesse concluída, ela poderia seguir em frente e ter um tão merecido descanso.

Estava na hora de se despedir, os Jounin que até o momento cuidaram deles três estavam prontos para seguir com suas tarefas, nesse momento a garota sentia que estaria sozinha novamente, mas solidão era uma velha companheira, no momento que Maeda se despede, que a jovem se curva levemente em um gesto de respeito para os três que partiam e logo depois fala suas primeiras palavras em algum tempo.

— Bom trabalho, espero vê-los de novo.

Agora, longe dos ouvidos atentos de seus superiores a garota se vira para seus companheiros genin com um olhar determinado, mas frio e direto, ela estava determinada em deixar para trás a garota fraca e arrogante que era quando começou essa missão.

— Eu não quero mais me sentir assim, eu quero ser forte, por Suna, por todas as pessoas que contam conosco, pelos nossos companheiros, os que se foram e os que ainda estão ao nosso lado, vai ser um longo caminho, longo demais para ir sozinha...

Ela estenderia sua mão para seus dois colegas esperando a resposta deles.

Depois de sua breve interação a garota voltaria para casa, em passos vagos e lentos ela se aproxima da porta de sua casa, batendo duas vezes antes de entrar, ela sabia que não tinha ninguém, mesmo asim depois de tirar seus calçados cansados e cheio de areia ela fala em um tom leve e triste.

— Estou em casa...¹

Ela não esperava uma resposta, nunca houve uma resposta.

Considerações:
 
✿ Elli
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FeitanD
Genin
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 F29a85b01260d7a4f477b8e4646e94b4
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Episodio Suna



Foi uma luta árdua, tivemos perdas, mas no fim conseguimos realizar a missão, foi algo bem abalado para o Uchiha que saiu da li com um luto extremo em seu coração, seus superiores pareciam não se importar tanto com a perda, mas a verdade é que eles já eram expedientes, experientes em combate a ponto de não se deixaram abalar por isso, pois infelizmente no mundo ninja é algo que acontece. Feitan sem querer render muito assunto devido ao seu luto pelo seu companheiro seguiu com os demais ninjas de volta para a vila, Haku viraram para os genins de Suna e falariam para os mesmos se cuidaram, Feitan respondeu apenas um ok... E Ayame também demonstrou extrema gratidão por terem concluído a missão juntos. E então o Uchiha se dirigiu juntamente com seus companheiros para a vila, chegando lá ele iria entregar seu relatório caso fosse preciso e voltaria pra sua casa, aonde tiraria uma boa soneca de um dia inteiro. Ficaria pensando nos acontecimentos da missão enquanto tentasse pegar no sono quando ele chegasse, não conseguiria tirar da cabeça o acontecimento da perda de seu aliado, algo que ele já presenciou com seus fimiliares. Ele apenas diria pra si que precisava de poder para poder ser alguém que pudesse ajudar em combate de fato.

FeitanD
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Lorenzo Casal
Genin
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 100x100
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 100x100
17Maio.



Episódio: Orquídea Vítrea
Chegada a Vila
O luto era notório para mim, depois de certo tempo enfim, chegávamos a vila, as lacunas deixadas dentro de nossos corações era talvez para mim permanente, ao menos até então, retirava de meus bolsos mais dangos para comer para manter meu vício pelo doce, terminado de saboreá-lo, respirava profundamente e apenas queria ir pra casa tomar um banho e tentar esquecer tudo o que aconteceu, como se a realidade atual fosse apenas um sonho, não estava com cabeça para mais nada, só queria descansar e queria que esse dia passasse logo.

Mas, as responsabilidades como um ninja eram tão chatas naquele momento do que poderia ser em outro, por mais que eu fosse genin eu teria que reportar o relatório para os superiores da vila, e como já tinha excedido naturalmente minha interação social no dia de hoje, então, eu apenas procuraria algum papel em bom estado ou um pergaminho em uma das lojas de suna para escrever o relatório e enviar para os superiores, chega de interações, então, me retirava da presença de todos, e ia apenas para casa ficar um pouco na minha e quieto, para dormir e recobrar enfim minhas energias; o amanhã era outro dia e precisava viver e conviver com meu luto até enfim ele ir embora em seu devido tempo.    


Informações:








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Keel Lorenz
Jōnin
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 14tg4Ry
[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 14tg4Ry
Hakuryuu Kinsetsu
A batalha havia terminado. E as coisas não eram tão simples quanto a maioria gostava de imaginá-las. Entretanto, esse tipo de distorção geralmente se fazia necessária para que conseguissem lidar com a realidade. Para Haku, pelo menos, diante das escolhas que haviam lhe levado para o caminho de um shinobi, sobreviver era uma vitória.

Aquela não era uma luta que tivesse qualquer relação com seus interesses pessoais. Não era morador de Saara e muito menos tinha algum parente sofrendo devido à Orquídea Vítrea. Contudo, esses fatores realmente tornavam aquela luta em algo com que ele não deveria ter se envolvido? Ainda mais considerando o alto preço cobrado: a vida de Estinien? Seria o mundo um melhor lugar se armas e batalhas como aquela não existissem? A princípio, era bastante tentador dizer que sim. Contudo, se usasse aquelas palavras para descrever o seu pedido a, digamos, uma entidade realizadora de desejos — como um gênio, por exemplo —, Haku com certeza acabaria se encaixando em mais uma das muitas tragédias abordadas em tais histórias. Um mundo sem armas e sem batalhas não necessariamente era um mundo sem conflitos e injustiças. E, com isso, o resultado de seu desejo — um mundo sem armas e sem batalhas, mas ainda com conflitos e injustiças — provavelmente seria um mundo ainda pior do que aquele em que Hakuryuu vivia.

O princípio a ser ensinado era o mesmo: cuidado com as letras miúdas. Ou então: o diabo está nos detalhes. E Kinsetsu não iria se deixar enganar pelos próprios impulsos. O ingênuo desejo do fim das armas e das batalhas, era, na realidade, o desejo pelo fim das razões de suas existências. O fim dos conflitos e das injustiças, sim, é que traria o mundo ao qual havia intencionado — mas não adequadamente verbalizado — ao gênio hipotético.

Àquela altura, no entanto, pegava-se pensando se mesmo este seria um desejo tão virtuoso assim. Afinal, se aquele ainda era um mundo no qual cada um dos indivíduos ainda não havia aprendido a superar o conflito e as injustiças, como poderia a entidade hipotética realizar seus desejos sem violar algo como o livre-arbítrio de todos? Com um pedido destes não acabaria apenas aplicando algo análogo a um genjutsu, que obrigaria a todos praticarem uma espécie de harmonia forçada? Estivessem todos conscientes deste fato ou não, não parecia ser o certo a se fazer. Da mesma forma que antes, novamente acabaria se encaixando numa das histórias trágicas que serviam de lição.

Foi então que Hakuryuu lembrou-se das histórias contadas por uma das religiões difundidas naquele mundo. Aquele mundo era apenas um caminho de seis possíveis. Conflito e injustiça eram parte da sua constituição. Batalhas e armas, como o ninjutsu, infelizmente eram necessários. E se ninjas não lutassem, outra classe teria que fazer aquele tipo de trabalho em seus lugares. Fosse o caso, Haku faria provavelmente a escolha para se tornar essa outra classe do mesmo jeito. Talvez fosse inevitável. Sendo assim, sua primeira intuição — de que a sobrevivência já era uma vitória —, no fundo, talvez fosse muito acertada.

No teto, a maior surpresa de Haku seria a reação da multidão. A ajuda de Mitsuhide não era imprevisível, mas ainda assim uma surpresa bastante agradável. O alvoroço desencadeado talvez fosse, em maior parte, devido à resolução do problema quanto à Orquídea Vítrea. No entanto, ainda assim, aquilo certamente deveria significar que o início de uma mudança na opinião pública acerca dos ninjas de suna havia sido emplacada. De certa forma, aquilo também poderia ser encarado como uma vitória. Por mais de uma razão, a morte do colega não seria em vão.

A retirada da figura semelhante ao bêbado da entrada soou, no mínimo, como um sinal misterioso. Nada que Hakuryuu encarasse como um mistério real, mas sim uma coincidência de cunho mais espiritual. Talvez um sinal de encerramento? De qualquer forma, não foi uma impressão que durou tanto assim em seus pensamentos, dada a rapidez com que aconteceu e os diversos outros estímulos vindos do ambiente.

Seguindo com os afazeres externos, perdido em pensamentos quanto a significados de certos eventos passados, quando Haku se deu conta já estavam partindo de Saara.

A viagem pelo deserto decorreu sem quaisquer problemas. A visão de Maeda carregando Estinien não era fácil, mas dada suas tendências, Haku procurava não encarar muito o problema e, por vezes, suprimir as próprias emoções. O ciclo repetitivo entre lembrar-se da dura realidade e distrair-se com pensamentos e teorias distantes acabou encurtando sua percepção de tempo e, quando novamente se deu conta, já estavam adiante dos portões de sunagakure. A tomada do cadáver de Estinien fora, ao mesmo tempo, uma fonte de alívio e remorso. Como ainda não sabia ao certo como tratar aqueles sentimentos, deixou que o assunto ficasse para depois.

— Ótimo, pode ser — comentaria, lembrando-se do relatório que ainda teria que redigir. — Até mais, garotada — pouco antes de partirem, voltar-se-ia para os três genins, que de fato eram jovens perto de Hakuryuu, e diria de forma descontraída.

Longe das memórias acerca do colega que partiu, era mais fácil tratar o resto com normalidade.

No quarte-general, Kinsetsu começaria prontamente a redigir o seu relatório. Sendo um investigador, como um extra colocaria suas observações acerca de tudo que havia investigado no lugar. Assim como da outra vez, com a criatura vampírica, suas impressões dos acontecimentos, tendo como base seus conhecimentos científicos e anatômicos, talvez pudessem ser de alguma valia aos cientistas do Laboratório de Suna que fossem estudar a amostra de Orquídea Vítrea. Sendo assim, tomaria bastante cuidado para redigir seus insights da forma mais precisa e objetiva possível. Informações além da amostra em si talvez pudessem se mostrar muito úteis no futuro, afinal.

— Não esqueça de entregar a amostra da Orquídea, Maeda-kun — antes que ele pudesse partir, responderia sua despedida. — Igualmente. Até mais, Maeda-kun e Ken-kun — acenando a mão enquanto se retirava na direção da sua casa, prosseguiria respondendo ao Senju e se despedindo de ambos os colegas.

Finalmente em casa, começaria com o primordial: um bom banho. Depois, descansaria o equivalente por todo aquele stress experimentado.

Palavras: 1004



Pseudo-Kyūbi: 2200 | 2750 CH
Reservatório: 640 | 3000 un. — Ambiente: 200 | 500 un.

Legenda:
Falas: — Texto — descrições. | Pensamentos: "Texto" — descrições.




Resumo:
Observações [7]:
Jutsus:
Equipamentos:
Aparência e Ficha:



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[Episódio Suna] Orquídea Vítrea - Página 5 Q13rwps


Keel Lorenz
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