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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Shiro
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[Fillers] Shiro - Qua 28 Nov - 14:44

Projeto de Investigação Comportamental


Hoje era um dos meus primeiros dias de folga. Depois de realizar algumas missões dos mais variados objetivos, finalmente poderia desfrutar de um dia tranquilo, calmo e de bastante sol, típico do país do fogo - sem trocadilhos mesmo. Acordei sem pressa alguma, vestindo-me de roupas em tom de cinza, porém, casuais: Uma calça de tecido fino e uma camiseta comum com um casaco leve por cima. Dessa vez, em meu rosto repousava um óculos escuro e uma bandana simples, amarrada e um pouco solta em meu pescoço. Me sentia realmente muito bem, com uma sensação de dever cumprido e folga merecida, afinal, todos os objetivos propostos a mim foram finalizados da forma mais perfeita possível e os contratantes também parecem ter me elogiado e, para o início de minha carreira ninja, isso era ótimo.

Já pronto para aproveitar o dia de folga, me dirigi a cozinha. Minha mãe estava por lá preparando o café da manhã pra nós, não era um Inuzuka não, mas dava pra saber perfeitamente o que ela estava preparando pra gente: Bacon com ovos mexidos. As vezes me questionava se realmente uma mãe deveria fazer cafés da manhã tão calóricos, não é que eu não gostava né, muito pelo contrário, amo muito esse tipo de comida, gordurosa e gostosa. Mas já sabia como resolver essa questão! Vou comer uma maça depois, isso deve balancear a refeição... Eu acho. O importante é que agora estava bem alimentado. Levantei, lavei toda a louça na pia que, aliás, poderia existir um jutsu que lavasse tudo num piscar de olhos né não?! Olha que praticidade. Mas enfim, escovei os dentes, dei uma leve penteada - lê-se bagunçada - no cabelo e peguei alguns pacotes de doces variados e coloquei em uma pequena mochila que tinha. Despedi de minha mãe e fui rumando para o centro da vila.

"Eu quero vencer essa timidez... Tenho que vencer! Vou primeiro observar como se portam as pessoas e logo depois de muita observação tentarei me comunicar. Vai dar certo... Não é?!"

A ideia era simples e clara: Andaria pelo centro da vila para observar e aprender sobre as relações sociais dos seres humanos entre si. Aprender os gestos, as expressões, reações e a forma de se postar perante uma conversa seja com conhecidos ou desconhecidos, queria mesmo entender um pouco mais dessas situações específicas, pois estou realmente determinado em superar esse meu problema interno! O quanto antes começar a trabalhá-lo mais rápido conseguirei resolver. Assim esperava né.

Ao chegar no meio da multidão, começou a aparecer os sintomas da minha timidez, comecei a caminhar retraído, com as mãos nos bolsos e olhando meio que pra baixo. "Calma... Você veio aqui pra observar as pessoas, não precisa ficar assim..."

- Oi moço. - Falava uma criança de três anos que passeava com o seu pai. Me surpreendi que uma criança consiga falar assim com estranho sem nenhum problema. Não podia ficar pra trás, tinha que mostrar que o "badass" ali sou eu. Vou mostrar como é que se cumprimenta, garotinha. - É... O-oi... oi. - E a criança caminhava sorridente, não sem antes me olhar estranho pela reação que tive. "Mas que merda é essa Shiro?! Sério? Você realmente tem problema...". Devo me concentrar mais, d-e-v-o. Não posso permitir que...

- Bom dia meu jovem charmoso! - E falou uma velhinha bem vestida e simpática.

- Bom dihsuiahdha *pigarreio* Bom dia... Senhora. - Respiro fundo tentando acalmar o coração que acelerou de vez agora. Já se pode perceber que além de tudo, fico bem nervoso pra se reagir como corresponde, não é?! Mas que saco. Agora vou estar totalmente preparado e precavido pra essa situação. Vou procurar respirar devagar ficar calma e já esperar que alguém fale comigo pra, pelo menos, responder sem me travar. Agora vai ser só sucesso!

~ Uma hora depois ~

"Estou caminhando a MUITO TEMPO e NINGUÉM mais me deu um simples bom dia??? Como pode isso??? Vou desistir, não estou melhorando é nada com isso..."

- OLHA O PASTEL! OLHA O PASTEL! - Alguém aleatório gritava no meio do povo.

- BOM DIA! BOM DIA! BOM DIA!

- BOOM DIAA!! - Várias pessoas próximas me respondiam do nada. Como fiquei? Igual a um tomate bem maduro. Não tive a perceptividade necessária e agi por impulso ao ouvir a primeira pessoa que falasse de forma destacada. Isso me quebrou, quer dizer, eu mesmo me quebrei fazendo isso. Devo prestar atenção. Não posso dar esses moles desse jeito.

Então saí correndo, desviando da multidão e me afastando das pessoas que me responderam. Cruzei algumas ruas até me distanciar o tanto que achasse necessário e logo parei. Precisava abastecer o bucho, obviamente, com muitos doces. Peguei um pacote o abri e, meti guela abaixo, comendo tudo de uma vez sem nem mesmo respirar direito. E graças a má educação, acabei engolindo bastante ar no processo e meio que engasgando, soltando um belo de um arroto. - BRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!!!! - Levei as mãos à boca, surpreso com o acontecimento e muito, mas muito, muito nervoso mesmo. Não acredito que aconteceu isso. Se era lá em casa, "tudo bem", mas no meio da rua... Olhei ao redor e havia uma multidão considerável, eles se entreolharam e alguns começaram a rir, outros ficaram com cara de nojo, outros de cara fechada - provavelmente me xingando pela falta de educação - e outros ficavam sussurrando entre si e apontando na minha direção.

"Ah mano... Isso não dá pra mim não. Chegaaa! Vou pra casa é agora, carniça..."

E então o fiz. Voltei pra casa o mais rápido que pude e abandonaria - por hora - os planos para superar essa timidez extrema que me assolava cada instante desde o momento em que nasci. Tudo o que tinha planejado pra hoje foi por água a baixo e isso era realmente algo me deixava meio pra baixo sabe?! Mas é como um sábio disse uma vez: Pior que tá, não fica... E que assim seja. Uma hora meus esforços terão a sua recompensa.

FIM

1.009 Palavras

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Última edição por Shiro em Dom 30 Dez - 3:34, editado 1 vez(es)
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Re: [Fillers] Shiro - Sex 30 Nov - 7:22

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
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Re: [Fillers] Shiro - Sex 7 Dez - 0:07

Projeto de Investigação Comportamental - Parte II – Final

Sabe, sou um bom e excelente aprendiz. Aprendo muito fácil os meus erros, os assimilo, absorvo e tento dar mais um passo adiante, levando junto comigo todas as experiências obtidas em meus poucos anos de vida em Konohagakure no Sato. Não gosto da derrota, não aceito a derrota. E ela me frustra muito. As vezes quero dar um passo maior que a perna, e aí o que acontece? Acabo tomando bem no meio da minha fuça. Devemos dar sempre passos retilíneos e uniformes, sempre à frente, mesmo que as vezes os passos sejam vagarosos. Mas o importante é sempre evoluir e, isso, com certeza, não seria uma derrota! Seriam várias pequenas vitórias que juntas, poderiam materializar todo o progresso pessoal. E hoje, sem nenhuma sombra de dúvidas, estava mais do que preparado pra superar a minha timidez! Até levantei com o pé direito pra isso. Aliás, fiz tudo com o lado direito hoje, pra garantir que além de competência, tenha a sorte do meu lado pra superar esse tão incômodo maleficio. Mesmo com apenas 9 anos de idade, já estava de saco cheio de não poder me expressar da maneira que eu realmente gostaria, de poder expor os meus pensamentos, de poder levantar a voz quando necessário, de zoar e de até mesmo xingar!!! Queria ser livre pra poder falar o que quisesse, na hora que quisesse e quando bem entendesse. E esse dia chegou! De hoje não passa. Em nome do Deus dos insetos!

Estava em casa, sentado à mesa e tomando um café da manhã beeeem reforçado, acumulando bastante energia para o dia que eu estava planejando ter. Cereal, leite, banana, maçã, suco, pão, chocolate, bolacha e, claro, doces!!! Muitos docesss!! Realmente foi muita coisa. Saí dali com a barriga estufando, quase explodindo e também quase vomitando de tão empanturrado que eu fiquei. Isso tudo porque estava empenhado em cumprir o meu objetivo e não dar nenhuma pausa sequer no meio do dia. Tudo isso pra, hoje, voltar uma nova pessoa pra casa, surpreenderei até a minha mãe com isso, vocês vão ver.

Centro da Vila

Despedi de minha querida mãe e saí correndo rumo ao centro, estava verdadeiramente animado. Junto a mim, levava uma mochila que atenderia a todas as minhas necessidades: Água, doces, frutas, doces, marmita e doces. Puderam perceber que doces nunca poderiam faltar né?! Então, enquanto caminhava, já comecei a praticar. - B-bom dia senhor! - Um idoso elegante respondia cordialmente levantando o seu chapéu - Bom... dia, senhora! Faz calor hoje né?! - Dizia um pouco travado a uma mulher de respeito que passava ao lado. A mesma só sorriu educadamente. "E não é que isso pode mesmo funcionar?!". O início de tudo estava sendo bem legal. E gostaria de continuar fazendo, tentar um pouco mais pra perder este receio de falar com as pessoas. - Bom dia! – E um homem rabugento responde. - Bom dia é o caralho! - Eita, agora deu um frio na espinha... Continuemos. Nada me abalaria, ao menos não deixaria.

Continuei caminhando e acenando para as pessoas pelos quais passava, sem ter preconceito com nenhuma. Dava bom dia aos de minha idade, aos adolescentes, adultos, idosos, mal-encarados e até àqueles com cara de poucos amigos. O exercício era perder esse medo ao ter a iniciativa da conversa, do diálogo. Falar, sem ter medo da resposta ou da reação das pessoas. E continuaria firme nas minhas convicções, porque isso não era um experimento ou um teste qualquer, era a minha vida, e vou cuidar muito bem de mim. Esses eram os meus primeiros passos rumo ao sucesso futuro.

Algumas horas se passaram e o sol já tocava o ponto mais alto dos céus, era hora do almoço, minha barriga já roncava, afinal, mesmo tendo comido muito, andei por muito tempo e não parei em pé nem um único segundo, precisava descansar. Avistei uma barraca de Ramen e logo me aproximei, sentando-me em um dos bancos vagos, no meio de duas pessoas, e perguntei então ao que parecia ser o dono da barraca. - Boa tarde senhor, me desculpe incomodar, mas, minha mãe preparou um almoço pra mim... Será que o senhor me permitiria sentar aqui pra comer rapidinho? Prometo não demorar! - O dono-cozinheiro fora gentil e com um largo sorriso e um joinha nas mãos deu o sinal positivo. Logo, apoiei a mochila na mesa, de um jeito que não incomodasse as pessoas que estavam em ambos os lados e logo a abri, retirando a marmita de tamanho mediano.  Enquanto pegava meus Hachis um homem falara comigo.

- Tá economizando garoto? - Aparentava ter uns 35 anos, era gordo e tinha um círculo vermelho estranho em cada lado da bochecha. Ao observar bem para ele, de cima a baixo, tinha vestes ninjas, mais especificamente com a roupa características dos Jounins da vila da folha.

- Ah... Olá... Eh.... Minha mãe fez pra mim, então eu tenho que comer. Até tenho dinheiro, mas, a comida da minha mãe é... muito boa.  - Respondia tímido. Uma coisa era que eu tivesse a iniciativa de dar um bom dia a alguém, fazer algum simples comentário, sorrir, acenar... E outra era que uma pessoa viesse até mim puxando uma conversa, um diálogo inesperado. Com isso, realmente era um pouco difícil de lidar, mas tinha que manter a calma, respirar fundo e procurar as palavras certas pra dizer, sem nenhum alarde. E lá vou eu. – Você não... economiza?

- Ah... Sabe como é, são muitos gastos para nós. Acho que você pode ter percebido de qual clã eu sou né? - Enquanto esperava uma resposta já foi metendo uma grande quantidade do Ramen na boca.

- É... Akimichi mesmo, não é?! - Ele assentia com a cabeça, confirmando – Hummm, que legal... Então pelas minhas características você acha que eu sou...

- Abuuurraameee!! – E ele respondia de boca cheia com uma reação meio engraçada quase engasgando.

- HAHAHAHAHA!!! Acertou!!! -  Morria de rir enquanto comia um pouco da comida da marmita.

- O que a sua mãe fez?

- Ah... Sashimi de salmão e atum, alguns legumes misturados, onigiri e salada. - Respondia feliz.

- É isso aí! Peixe é muito bom! Coma sempre, haha. Mas me diz... O que faz aqui a essa hora da tarde? Já fez alguma missão?

- Hoje eu tirei o dia pra descansar e retomar o ritmo, conhecer um pouco mais a fundo a vila e interagir, haha. - Não, eu não iria falar o verdadeiro motivo, infelizmente não poderia falar, não queria armar um alarde ou correr o risco de falar sobre isso em voz alta, mesmo que o Jounin parece ser uma boa pessoa e daquelas que não caçoassem de alguém.

- Opaaaa... É sempre bom conhecer o lugar onde vive. Seja pra que você seja mais conhecido por aqui ou pra reconhecer o território em um eventual problema que possa surgir *cof cof* quer dizer, nas missões internas da vila como você já deve ter feito... - Terminava de falar e já comia mais um monte.

- Sim, claro! - Concordava, mesmo achando estranho uma parte do comentário. Simplesmente ignorei e seguia o rumo da conversa. Por incrível que pareça, tudo estava indo muito fluido, sem engasgues, naturalmente. Era notório pra eu ver toda essa evolução. Claro que não era tudo graças ao dia de hoje. Estava colhendo frutos de várias e várias outras interações que já tentei em outras oportunidades anteriores. - Mas me conte, qual foi a missão mais difícil que o senhor já fez??? - Voltava a comer minha marmita enquanto o ouvia atentamente.

- Já fiz muitas missões difíceis. Mas uma em especial foi escoltar uma criança Uchiha pra esta vila. Ele já tinha despertado o sharingan e muitas, muitas pessoas más visam muito estes olhos, pois são bem poderosos, sabe?! E então no meio do caminho houve várias tentativas de sequestrar o garoto, ou de tentar roubar os seus olhos. Mas, tudo ocorreu como o planejado e conseguimos trazê-lo sem nenhum arranhão!

- Nossa, que incrível! - Dizia já terminando de comer o último pedaço de sashimi da marmita – Você parece ser um cara bem forte então!

- Hehehe... É o que dizem... Bom garoto, você parece já ter terminado e eu também. - Havia uma pilha enorme de pratos vazios à sua frente - Devo ir para mais uma missão! Um prazer...

- Aburame Shiro!!!

- Shiro! Me chamo Akimichi Shoujo! Nos esbarramos por aí até mais – Desaparece num Shunhin.

- Até!

E assim termina o meu dia. Descansado, feliz e contente de cumprir a minha meta diária de interações e evoluído bastante no quesito.

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FIM


Filler + Superação de Defeito. (Timidez)
1.444 palavras

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Re: [Fillers] Shiro - Sex 7 Dez - 0:48

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Re: [Fillers] Shiro - Qui 13 Dez - 23:08

Bora praticar um pouquinho?!

A minha vida ninja estava em seu começo embrionário, tinha muito ainda pra aprender, pra apanhar, pra suar e, porque não pra ensinar aquilo que aprendi?! Com apenas 9 anos já tinha feito algumas missões, conhecido várias pessoas como os contratantes, ninjas parceiros, jounins e até mesmo aqueles que infelizmente não honram o seu país de nascimento: os nukenins. Cada um com sua personalidade, seu jeito de ser, seu modo de falar e esquisitices e... Aliás, quem sou eu pra falar de esquisitices? Meu clã por si só tem um jeito muito singular de ser e eu até pouco tempo era ainda mais esquisito, era tímido e “pseudo-gago”. Menos mal que havia superado isso definitivamente, porque olha, ninguém merece ser assim. Ainda mais alguém que tem sérias pretensões perante o seu clã! E meu objetivo poderia ser considerado audacioso e impensável para alguém de minha idade, mas, ainda sim, desejo isso fervorosamente. E você deve estar se perguntando o que é que tanto almejo, não é certo?! O meu maior objetivo, o meu maior desejo e vontade é ser o líder do clã Aburame, um dos clãs pilares de Konohagakure no Sato. Que desde os primórdios esteve presente, ajudando a vila a erguer-se e apoiando para que seja uma das maiores do mundo. Era irrefutável a importância que este magnifico clã trazia para a sua vila de origem. E, no que depender de mim, essa vontade perpetuará eternamente! A vontade do fogo está dentro de nós, impregnada e encrustada em nossos corações. É o nosso maior orgulho e continuará sendo. E é por isso que eu desejo tomar a frente do meu clã e lidera-los junto aos demais para que o nosso clã cresça em importância e em influência, tentando desfazer os rótulos comuns que sempre nos tacham: De introspectivos que só fazem o seu papel de busca e rastreio. Não quero mais isso. Porém, pra isso, preciso me tornar cada vez mais e mais forte. E esse é o objetivo - simples – porém necessário, de hoje. Treinar.

Há pouco tempo havia dominado algumas técnicas recém aprendidas - hijutsus, ninjutsus e genjutsus – e era necessário aperfeiçoar o seu uso. Como genin, poderia falhar em momentos derradeiros e isso não seria nada legal. Não queria perder pra ninguém, não queria demonstrar uma fraqueza sequer sobre a minha pessoa, muito menos do meu clã. Tenho que, a todo instante, mostrar ser uma pessoa em que os meus queridos companheiros - vulgo “nakamas” - poderiam sempre confiar. Ser aquele que sempre será chamado em momentos de necessidade e apreensão, que todos contém sempre comigo. Só que pra isso não poderia fraquejar.

Então, o que fazer nestes momentos?! Claro, ir para um ponto isolado e treinar. Só que dessa vez não iria pra nenhum centro de treinamento. Queria estar isolado, na minha, sem chance alguma de que intrometidos me encontram e queiram inventar qualquer coisa para me atrapalhar nos treinos. Isso não! Por isso mesmo, hoje me dirigia ao portão oeste, andando cerca de um quilômetro de floresta adentro. Parei até encontrar um pequeno lago, lugar ideal para treinar e não me machucar muito, pois, se caísse, o máximo que iria me acontecer era refrescar pelo calor que o sol emanava nesta linda tarde de sol.

E lá estava eu no centro do lago, concentrando chakra nos pés para manter-me acima do mesmo. Iria começar um aquecimento, correndo e saltando por todo o lago, treinando acrobacias enquanto tinha em ambas as mãos, kunais. Fazia isso com certa dificuldade, afinal, não tinha tanta destreza assim para que pudesse fazê-lo como exímios usuários de taijutsu. Após algum bom tempo, com a adrenalina já no alto, sangue quente e suando um pouco, substituo as kunais por uma única shuriken e, após um grande salto no ar, proferia: - Kage Shuriken no Jutsu! – E lancei-as rumo à árvore mais próxima, observando o trajeto de ambas até chegar em seu objetivo. E, foi quase perfeito! A shuriken oculta tremulou um pouco - foi possível ver graças a sombra da mesma gerada no lago - sendo facilmente percebida por ninjas experientes. Isso era perigoso. Tinha que melhorar esse ponto. Então, para efeitos de comparação, primeiramente fiquei estático no meio do lago e lancei a técnica novamente. Dessa vez, foi possível notar a perfeição da técnica. Agora qual era a diferença? Claro, antes eu estava em pleno movimento, sem ponto de apoio, no ar. E agora estava em pé, apoiando-me no lago e isso por si só faz uma grande diferença. O fato de estar em um ambiente incômodo prejudica a execução da técnica. “Certo! Em relação a essa técnica treinarei a estabilidade do lançamento em pleno ar”. E lá fui eu mais uma vez tentar o lançamento da técnica da melhor forma possível. Saltei no ar e quando estava começando a descer, realizei a técnica novamente. Não houve muita diferença da vez anterior. “Mas o que é que tá dando errado...”. Precisava ter mais calma, ter as mãos mais firmes e mais bem-postas ao corpo, tendo o apoio necessário pra jogá-la e então... Foi! Consegui. Havia saltado de já pensando na postura final do arremesso e, funcionou. Não é uma perfeição ainda mas até que deu certo viu.

Após um descanso...

Permaneci alguns minutos na beira do lago, observando a natureza. O vento criando leves ondas na água, insetos incríveis passando pra lá e pra cá e o chocar das folhas das árvores criando um som ambiente ótimo pra descanso. Bateu até aquela preguiça sabe?! Mas, tinha que continuar com o treino.

- Que técnica poderia testar melhor agora.... Mmmm... Já sei!!

Erguia as mãos pra cima, liberando pela manga do casaco diversos insetos que saíam e se posicionavam ao meu redor ao mesmo tempo em que começava a correr em volta do lago (Kikaichuu no Tate). Queria verificar a sincronização entre eu e os meus insetos, simulando defesas e ataques e, principalmente, o suporte deles para as mais variadas situações. Claro que conviver desde o nascimento com eles até o presente momento já era uma gigante vantagem para que tudo seja o mais sincronizado possível e, realmente, é assim pra qualquer tipo de movimentação das mais simples as mais complexas. Porém, para os jutsus é algo um pouco diferente já que não são movimentações corriqueiras do dia a dia e sim momentos mais pontuais nos quais os utilizo.

Comecei então simulando ofensivas em alguns galhos das árvores tendo ela como centro dos ataques. Corria em círculo ao seu redor e “lançava” os insetos de forma objetiva e rápida, direto no alvo. Era notória que não tinha nenhum problema. Em seguida, lançava-os em ziguezague como se tivesse obstáculos no meio do caminho. Novamente, foi tudo perfeito. Agora, os kikais atacaram de forma espiralada... E ia variando a forma com que atacavam. Em círculo... Se dividindo em grupos e unindo-se ao chegar bem próximo do “galho-alvo” ... De cima pra baixo, de baixo pra cima... As variações eram quase infinitas. O fato é que realmente foi possível ver o quanto que a cada repetição dessas maneiras de atacar, os insetos reagiam e respondiam melhor. Era incrível ver como os mesmos obedeciam impecavelmente aos meus comandos. E isso era realmente muito animador, sabe?! Afinal, tinha muitos e muitos planos para o futuro, para a minha longa carreira ninja. Tinha muitos sonhos a se realizar ainda e isso jamais deixaria se perder.

“Cada vez me acostumo mais com a vida ninja... E nunca mais quero sair dela!!!”

Estava mesmo muito animado. Mas tão animado que até esqueci de treinar as demais técnicas que havia aprendido nesses primeiros meses como um ninja da aldeia da folha. Estava realmente ansioso pra treinar principalmente o genjutsu aprendido recentemente: O último do meu arsenal ninja. Porém, para a infelicidade de todos, teria que deixar esse teste pra outro momento mais oportuno, afinal, já estava bem tarde e teria que procurar alguém ou algum animal maior para poder praticar a minha formidável técnica ilusória. Sem falar que havia prometido a minha mãe que a ajudaria hoje a organizar a casa, mas.... acho que ela já deve ter feito é tudo.

“Puts... Minha mãe vai me matar kukukuku... Isso que dar se animar tanto assim nesses treinos. Mas, amanhã farei o café da manhã pra ela, pra compensar!”

Então, recolhi as shurikens lançadas nas árvores no início do treinamento e sai correndo de volta pra casa, com a certeza de que nunca é demais revisar as técnicas já aprendidas para aperfeiçoá-las ou melhorá-las a qualquer custo. Isso pode surpreender qualquer adversário.  

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FIM

Filler + Superação de Defeito. (Vício - Doces)
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Re: [Fillers] Shiro - Sex 14 Dez - 6:45

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Re: [Fillers] Shiro - Dom 30 Dez - 3:34



HP: (525/525) | CH: (525/525) | ST: (00/03)

Correndo pelos arredores da vila da Folha

"Quando, num dia frio ou quente, você sente seus ossos fagulharem e seu sangue pulsar mais forte, seus músculos se contraírem e todas as células de seu corpo, num movimento harmonioso, dançam juntas num mesmo ritmo. No mesmo instante em que seus pés tocam o solo, sua mente viaja, como se você saísse de seu corpo. Você, neste exato momento, não é mais corpo (músculos, fibras, células), você é simplesmente sua mente, você simplesmente “é”. Simplesmente se sente fazendo parte do vento que toda a vida nos rodeia.

No mundo como é hoje, vive-se em constante movimento e as pessoas vivem em prol do melhor emprego, da melhor posição social, da melhor casa, das melhores roupas, da melhor aparência física, esquecendo-se muitas vezes delas mesmas. Valoriza-se mais o ter e o estar, do que propriamente o ser. Parece que a mente está o tempo todo em conflito com o físico, uma vez que se busca o tempo todo um projeto de vida ideal, mas nem sempre real. O resultado de tudo isso é muito estresse e cortisol sendo liberados constantemente na corrente sanguínea, e com isso adoece-se não apenas a mente, mas também o corpo físico.

Todavia, existe uma saída para todo esse caos emocional: equilibrar o corpo e a mente, fazendo com que ambos não andem na contramão, mas em harmonia com o cosmos. A resposta está em buscar satisfação e prazer em tudo que se faz; a resposta está no simples pulsar do coração, na simples explosão muscular através do movimento ritmado de pernas e braços, da liberação de endorfina no sangue e no simultâneo fluir de pensamentos positivos. A resposta é simples: BEM ESTAR e PRAZER EM VIVER. E graças aos esforços daqueles que me amavam, pude estar aqui. Pude viver mais e aproveitar cada segundo da minha vida. Então, passei a dar mais valor nas coisas simples da vida, e uma delas é correr. Simplesmente correr.

Quando se está correndo, seja tranquilo pela vila, na floresta, na terra, nas montanhas, na grama ou até mesmo pela água - porque não?! -, você deixa de ser aquele modelo idealizado por terceiros, onde ditam o que deve ser perfeito, o que deve ser seguido à risca, e passa a ser simplesmente você com seu corpo e sua mente sintonizados e sincronizados. A natureza não vai dizer para você o que deve fazer, se você está bem vestido, se tem status social ou se é bonito ou feio, a natureza apenas precisa ser desbravada, transcorrida, respeitada, enfim ela precisa ser superada em seus limites, assim como você.

Correr em seu maior sentido, é um estado de espírito, é liberdade de ser, é um estilo de vida. As corridas de terra, de montanha, até nas árvores, entre as missões, a cada dia, é um sentimento tremendamente gratificante, principalmente para nós ninjas que temos essas habilidades tão especiais que qualquer cidadão comum daria tudo para tê-las. E quando nos aproveitamos bem desse dom que nos foi dado, surge aquele sentimento de dever cumprido, de quem está fazendo jus ao que conquistou até aqui.

A melhor forma de se estar em dia com o condicionamento físico e equilibrado emocionalmente é procurar manter uma rotina diária de exercícios físicos que deem prazer. A escolha por uma missão mais complexa, a longa distância e que ultrapasse muitas barreiras territoriais dos mais diferentes tipos de solo e temperatura. É magnífico. Impecavelmente maravilhoso.

Para aderir a este estilo de vida, a única condição é que se esteja disposto a ser feliz e realizado consigo mesmo, na medida em que se esteja preparado para superar condições climáticas adversas, solos lisos, arenosos, molhados ou secos, possíveis dores musculares e calor ou frio intensos. Adoro correr no frio, é recompensador, principalmente quando tenhamos que passar pelo país da névoa. Você acaba não sentindo aquele calor interno intenso e forte pelas altas temperaturas.

Os benefícios da corrida são tantos que muitos praticantes são negligentes e acreditam que já nasceram sabendo correr. Não é assim. Além da técnica, há riscos sérios e graves à saúde e uma avaliação no hospital de Konoha é fundamental para minimizar lesões e problemas mais graves. Então, pra você que não é um shinobi tão assíduo a corrida ou se é um simples ser humano sem muitas habilidades, deverá sempre se consultar com profissionais, há diversos ninjas médicos de plantão, não deixem de ir.

Enfim, correr é muito mais que exercitar-se. Correr é se permitir ser o que se é, é aceitar-se mesmo com limitações. Correr é superar-se. Correr é a busca do melhor em si e para si mesmo.”

Kiara Lee, colunista esportiva do jornal de Konoha

- Mano... MAS QUE PORRA É ESSA?! Porque perdi tempo lenda essa merda?! Me diz... O que essa mulher tem na cabeça? Ficou usando um monte de eufemismos nesse textinho do caralho. Porque ela não falou que “correr é foda”, “correr é só pra quem aguenta” ou “vocês fracos desistam de correr”??? Tem que mostrar é a realidade de como as coisas são. Simples assim.

Fiquei bem nervoso ao ler o texto, não queria mais saber também desse jornal de Konoha e muito menos dessa colunista sem graça. Tinha que espairecer, andar por aí sem rumo pra esquecer o que tinha lido. Isso não poderia afetar o meu dia, não podia deixar.

Fui pra casa descansar um pouco e dormir, afinal, já era de noite. Queria acordar novo em folha no outro dia e esquecer esse textinho bobo motivacional. Não preciso de mais motivação do que os meus próprios motivos pra crescer, pra melhor, pra evoluir e querer ser alguém muito melhor amanhã do que sou hoje... E assim pra sempre. Meus objetivos eram grandes e não podia dar mole, pra alcança-los teria que suar muito, estava ciente disso. Existem muitos outros ninjas excepcionais e outros muito bons, porém, vou alcança-los. Não estou subestimando ou me fazendo superior, isso jamais. Estou apenas com esse objetivo fixo em minha mente, determinado. Iria chegar ao topo com todas as minhas forças.

... No dia seguinte

Após tomar um recheado café da manhã, ter limpado a casa – afinal, moro sozinho e tenho alguns afazeres básicos – fui em direção ao centro de missões da vila. Estava animado pra fazer alguma coisa hoje e saí correndo com tudo pra lá.

“Nossa, mas que ar gostoso, hoje o dia está bem fresquinho, gostoso pra correr, acho que vou é fazer isso hoje e... Não, peraí!!! O que é que você está pensando Akira? Tu tá doido é seu pau no cú?! Esse negócio de curtir a brisa do vento, aproveitar e sentir cada partícula do vento não é coisa pra mim não, só pra aquela colunistazinha barata...”

Eu simplesmente não queria, mas meu corpo parecia estar me obrigando a correr por aí, a sentir a brisa no ar, o fogo da vila percorrendo em meu peito e a adrenalina ao máximo ardendo por toda a extensão de meus músculos. Meu corpo foi se movendo sozinho para a saída mais próxima do ambiente, a saída norte. Fui correndo até lá cumprimentando alguns conhecidos no meio do caminho, até chegar na floresta. Em seguida, saltei pra cima das árvores, e comecei a saltar e correr entre elas. O balançar das folhas, o cantar dos pássaros, o som que o vento fazia ao ser cortado pelo meu corpo. Tudo isso estava fluindo maravilhosamente bem, era uma sensação muito boa de liberdade, de ser livre e poder sentir na pele todas essas sensações num misto de emoções: Alegria, gratidão e ansiedade para correr ainda mais rápido do que eu já corria. Queria superar meus limites. E assim iria fazer! Gradativamente, aumentaria os meus esforças, a minha velocidade e a força nas pernas. A coordenação dos braços teriam de ser sincronizadas com os movimentos do resto do corpo, de forma que eu possa cortar o vento sem receber muito forte o impacto do mesmo.

E eu estava sentindo toda essa energia boa emanando da natureza ao meu corpo e do meu corpo a natureza. Observando cada paisagem e animais pelos quais passava rapidamente. Era uma sensação única, realmente. Não podia negar que aquela maldita da Kiara Lee, colunista do jornal de Konoha, estava completamente certo com o que descrevia. Mas que bela merda hein.

"Mesmo assim... Nunca mais lerei as colunas que ela escreve, não mesmo. Ela não entendi de nada mesmo.... Droga... Mulher sem graça... Acho que amanhã farei o mesmo, bem cedo... Maldita Kiara..."

FIM

Filler + Superação de Defeito. (Fobia - Criofobia)
1.414 palavras


Coisas:
Considerações:
Bolsa de Armas:
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Re: [Fillers] Shiro - Dom 30 Dez - 9:31

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Re: [Fillers] Shiro - Sab 5 Jan - 2:26



Yamamoto Akira
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Um Dia Comum de Reflexão


Era um dia como outro qualquer em konohagakure no sato. Levaintei-me, tomei o meu café da manhã bem reforçado com o maior valor nutricional possível, afinal, gostava de me manter bem alimentado e com todos os nutrientes necessários para levar uma vida saudável adiante, assim, eliminando uma possível morte por falta de algum elemento nutricional em meu corpo. Logo depois, depois uma baita arrumada em meu pequeno apartamento. Tirei todos os móveis de lugar e limpei o chão até deixá-lo tinindo e brilhante de tanto limpá-lo. Lavei todos os tapetes, lavei todas as roupas sujas devido aos mais diversos treinos e missões que realizava por toda a extensão da vila. Limpei cômodo por cômodo... A sala, a cozinha, o quarto, o banheiro... Ah o banheiro, como odiava limpar o banheiro, não falo isso por questões de higiene não, até porque eu nem o sujava muito. Mas por se tratar de um ambiente em que os germes e bactérias poderiam se proliferar rapidamente, deveria manter uma constância digna na limpeza. Para a minha infelicidade, tinha que limpar tudo isso.

Depois de finalizar tudo ao que tange na parte da limpeza, seria o momento de organização. Todo o material que tinha jogado pela casa, seja da época da academia ninja, em que fazia anotações sobre o funcionamento de todos os jutsus básicos e outras questões que nos eram passadas, havia também outros livros de estudo próprio, no qual tentava criar alguns conceitos de técnicas interessantes para criar, aprender e executar da melhor forma. Técnicas essas de minha própria assinatura, com a minha própria marca pessoal. Essas últimas anotações citadas, as guardaria feito ouro, afinal, tinha planos pra elas em um futuro próximo. Com certeza gostaria de começar a parte prática da teoria ali escrita. Isso sim me motivava diariamente e me fascinava a ponto de ficar horas e horas escrevendo e teorizando sobre o uso diferenciado do chakra eu meu corpo. Estava realmente ansioso e esperando que isso seja feito logo.

Por fim, organizava objetos comuns da casa: Quadros em seus devidos lugares bem postos nas paredes, móveis já bem limpos e também postos em seus devidos lugares, utensílios de cozinha também estavam bem limpos e guardados - longe de poeira -, roupas em geral agora estavam limpas, secas e bem dobradas, sendo bem guardadas no meu guarda-roupa novinho em folha, comprado há poucas semanas depois dos meus primeiros passos como ninja da folha e cama arrumada. Era bom ver tudo em seu devido lugar, dava uma sensação de paz e de alivio interiormente que, só quem tem que arrumar a própria casa sozinho, entende. Sentei-me em meu kotatsu na sala e comecei a observar toda a casa... Com um cheirinho de limpeza maravilhoso, com os móveis brilhando, um chão que mesmo andando descalço seus pés continuariam extremamente limpos e um ambiente organizado e agradavelmente todo bem arrumado por mim. Fazia essa limpeza pesada uma vez a cada duas semanas pra não deixar acumular tanta sujeira e que ainda seja fácil de limpar, sem maiores problemas.

Algo que eu gostava de ter a casa limpa também é deitar no chão com os braços e pernas bem esticados, olhando pro teto e, vez ou outra, passando os meus olhos por todos os cômodos da casa. Dava uma sensação de "mundo" grande pra mim. De que que tudo aquilo era meu, de que eu havia construído e conquistado tudo aquilo com o meu suor, meu e somente meu mérito. E isso me enchia de orgulho, me enchia de vontade também de ter ainda mais que aquilo. Mas não só mais bens materiais, se não, bens morais, principalmente. O maior bem que poderia ter era ser reconhecido pela vila que me acolheu - Konohagakure no Sato - como um ninja e uma pessoa de grande valor, um respeitável cidadão e renomado ninja da folha. Isso é o que me motiva a levantar-me todos os dias para realizar esse momento único na minha vida. Como sempre costumo dizer, quero retribuir tudo o que essa vila me fez, me acolhendo e dando todo o suporte necessário para que eu pudesse crescer bem - mesmo na ausência dos meus pais - e ter uma infância normal, conhecendo várias outras crianças com sonhos parecidos ou muito diferentes, para poder brincar, interagir e crescer juntos. Todos aqueles que aqui nessa vila contribuíram para o meu crescimento pessoal, eu seria e sou muito e eternamente grato, de verdade, por tudo o que fizeram por mim, sem nenhum medo e muito menos preconceito. Só tenho a agradecer por tudo o que fizeram desde pequeno por mim. Muito obrigado mesmo, Konoha. Podem ter certeza que a vontade da folha se impregnou e se enraizou em mim de um jeito que nunca mais vai sair, mesmo se fizerem uma lavagem cerebral em minha cabeça, essa religião proliferada por todo o país todo fogo, não desapareceria de jeito nenhum. Não tinha nenhuma dúvida sobre isso.

Muitas coisas se passavam por minha cabeça nesse momento, realmente ficar ali deitado no chão e olhando pro nada, era uma terapia natural e sem precedentes. Tentava relembrar o passado, não a parte ruim... Pelo menos não por enquanto. Relembraria de todos os momentos que tive com meus pais, que sempre zelaram por minha pessoa, me ensinando um pouco de tudo sobre o mundo, tanto das coisas boas quanto das coisas ruins. É claro que utilizavam de uma linguagem que eu, - na época com cinco anos de idade - pudesse entender e assimilar melhor sem ter interpretações errôneas das coisas. E isso fez com que a minha pessoa tivesse uma boa índole, um pensamento do bem e virtudes positivas para com as outras pessoas. Meus pais me deram os valores que hoje eu entendo desse mundo. Seus preceitos e conceitos, os bons modos - que pelo menos na época eu os tinha mais aflorados comparado aos dias de hoje - e toda sabedoria do mundo, tudo foi passado pra mim da melhor forma como eles podiam. E eu agradeço aos seus espíritos que devem morar lá no céu, todos os dias de minha vida. Pois, sem eles, não seria a pessoa que sou hoje.

Refletindo sobre todas essas coisas pensadas da vida, me veio uma certa vontade na cabeça... Não sei porque mas simplesmente veio. Lembrando de todas as coisas boas do passado, fico pensando o porque de ser assim tão agressivo. E não via lógica em ser dessa forma, sendo que fui criado com todo o amor e carinho necessários advindos dos pais. Algumas perguntas retóricas me surgiam como "Porque reagir assim se sempre fui bem acolhido aqui na vila?!" ou "Qual o sentido de ser agressivo ou falar más palavras para as pessoas ao meu redor?!" e realmente eram reflexivas o bastante para poder ao menos concluir que o que eu fazia não tinha o mínimo sentido. Por mais que eu tenha ressentimentos com os ninjas de Kirigakure no Sato, não seria um motivo plausível para tratar assim os meu companheiros de vila. Talvez essa agressividade venha da raiva que sentia quando pensava nas pessoas que mataram os meus pais... Talvez a rais de todos os problemas estivesse aí. E tentaria fazer essa limpeza na minha mente... Não pensar nesses assassinos mais, ignorá-los e não deixar que eles e esses pensamentos ruins dominassem a minha vida. Não podia deixar de jeito nenhum. E, a partir de agora prometo a mim mesmo que nunca mais seria influenciado por tais pensamentos retrógrados. Que olharia única e exclusivamente pra frente, para o futuro que me aguardava de braços abertos.

Agora só me restava levantar do chão e depois de todo o trabalho que tive durante o dia, em casa, tomar um banho relaxante e preparar-me para um novo amanhã, onde começaria o meu verdadeiro ponta-pé inicial rumo a superação e ao reconhecimento de todos aqueles presentes na vila da folha e que estão em minha vida. Deixando de lado todas essas coisas ruins, ou melhor, palavras feias que dizia para todos sem nenhum filtro em minha boca. Muitos iriam dizer que já passou da hora de eu ter amadurecido e passado dessa fase muito antes, porém, como dizem por aí.... Cada um ao seu tempo... Depois de tudo isso, deveria pensar em algo ainda mais complexo, que requer um tempo considerável de estudo e de muito conhecimento aprofundado nessa arte milenar que nos rodeia a cada instante, a cada segundo: O que devo cozinhar para o jantar?!

Considerações:
- Filler com superação de defeito: Agressivos (1)
- 1406 palavras
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Re: [Fillers] Shiro - Sab 5 Jan - 2:36

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Re: [Fillers] Shiro - Dom 27 Jan - 18:22



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A noite mais escura

Era uma noite calma em konoha quando eu decidi passear. O clima estava bastante agradável, com o céu totalmente limpo, bem escuro e cheio de muitas e muitas estrelas espalhadas em sua totalidade. Adorava demais quando o céu ficava assim, afinal, dentra da vila - Em Konohagakure no Sato - a movimentação de pessoas era grande. O comércio sempre muito movimentado, espalhado por toda a aldeia, gerava um barulho realmente muito, mas muito incômodo mesmo. As pessoas gritando pra lá, pra cá, pra cima, pra baixo... Ninguém, em sã consciência, aguenta isso não. Os ouvidos ficam até "coçando" de tantos decibéis que escutam, sem descanso. Então, aproveito todos os dias a noite para poder espairecer um pouco, relaxar e recarregar um pouco as baterias do corpo e, principalmente, dos meus queridos ouvidos.

Claro que também "recarregava as baterias" com uma boa comida. E com certeza não poderia aproveitar a noite e tudo o que ela proporciona de barriga vazia. Fiz uma boa janta em casa, cozinhando várias verduras misturadas, com um arroz cheio de temperos, em especial o alho, amo alho. E assei um grande pedaço de carne que sobraria até pra comer no dia anterior. A carne tinha bastante sal grosso, apenas isso. Pra mim uma boa carne não precisaria necessariamente de vários condimentos ou de deixá-la descansando de um dia para o outro, como muitas das pessoas fazem. A envolvi em um papel aluminado próprio para o forno e deixei lá por quase uma hora, em fogo médio. Por último, havia feito um molho bastante especial que possuía como base o shoyu; era o conhecido popularmente como molho madeira. Um molho que continha, além do shoyu, creme de leite e um pouco de vinho tinto - que havia conseguido com o vizinho. Esse molho feito da maneira correta, jogado por cima da carne que havia feito, juntamente com as verduras e também alguns legumes que havia separado de última hora, ficaram perfeito juntos. Era uma combinação dos Deuses. Maravilhosa e impecável. Não quero me gabar mas eu era uma pessoa que cozinhava excepcionalmente bem. Como tive que aprender a fazer as coisas sozinho desde os cinco anos de idade, acabei absorvendo estes conhecimentos e práticas básicas muito rapidamente, o que me favorecera para com os dias do cotidiano. Agora sim estava pronto para encarar a melhor das noites.

A noite é horário onde menos há movimentação na vila. É o mesmo horário que a grande e esmagadora maioria das pessoas se resguardam, vão descansar em suas respectivas casas para, no dia seguinte, fazerem mais barulho ainda... Mas continuando a linha de raciocínio aqui, a noite é onde os lobos solitários refletem sobre si mesmos, sobre a vida que os rodeia, sobre cada molécula que respira no planeta terra. No silencio exclusivo da noite é onde surgem também, as melhores ideias - Na minha humilde opinião, é claro. É onde a mente viaja milhões, não... Bilhões, trilhões, quadrilhões e muito mais para chegar a conclusões que muitas das vezes em um dia claro demais não conseguimos. A noite acalma, tranquiliza e nos adormece. Como não amar a noite?! Como não adorá-la, idolatrá-la e clamar por ela com o tanto de benefícios que ela nos traz?! É impossível. E é por isso que eu sou o fã número um da noite, um admirador nada secreto que gosta de apreciar cada minuto em sua presença. Muito obrigado por existir.

E falando da noite, algo que está intrínseco a ela é a escuridão, que está diretamente relacionado a ela, quer queiram ou não. Adorava a escuridão de um jeito que jamais imaginaria. Ainda mais eu, que vivi uma parte da infância em Kirigakure no Sato, a vila mais branca do planeta terra. mas, devido aos meus traumas naquele lugar, acabei adquirindo aversão a essa cor, preferindo sempre a cor contrária: a cor preta. A branca era a mistura de todas as cores e a preta, a ausência delas. Na escuridão, você consegue perceber sutilezas que na claridade não tem como. Você consegue, por exemplo, saber se o seu coração é puro ou não, porque a ausência das cores - preto/escuridão - acaba trazendo o pior das pessoas, para aquelas que o tem, claro. E é aí que fica a diferença: Não gosto da escuridão porque ela me mostra a maldade - porque tem muita gente que relaciona a isso - mas sim porque me mostra o quanto estou são desde a minha perspectiva. O quanto estou tranquilo para poder organizar a minha mente, para poder seguir com a minha vida sem loucuras.

Um dos hábitos que sempre tinha a noite era caminhar nos arredores da vila, na floresta. A escuridão natural que jazia neste ambiente era demasiadamente incrível. A combinação da escuridão com o silêncio e com o cheiro agradável das árvores e flores ali presentes, eram únicas. Caminhava observando a silhueta de todos os seres vivos ali presentes - animais e plantas, oras - Observando como o vento leve batia em suas folhas, movendo-as e criando um som baixo e singular, parecido a um ruído branco. Isso não me incomodava porque era um som advindo da natureza. Era um som terapêutico que escutava e era agraciado por isso. Então, na floresta o silencio intercalava-se com o bater das folhos. E as minhas ideias voavam longe, bem ao longe. Pensando no presente e também no futuro que me aguardava. Todas as noites pensava o mesmo. O que será que vai acontecer amanhã? O que será que vai acontecer daqui a um mês? Um ano? Dez anos? Ficava divagando nas possibilidades que me eram dadas. Não era um sonhador, não mesmo. Mas queria muito viver o bastante pra poder aproveitar ainda mais desse silêncio... Dessa escuridão. Da vida que meus pais tanto lutaram e lutaram para que eu possa vivê-la da melhor forma possível, desde lá em Kirigakure até quando eu me instalei aqui em Konoha. É... É por isso que odeio o branco. A vila da névoa que tirou a vida dos meus pais... Aquele lugar infestado de branco. É... Na verdade acho que é por isso que amo tanto o preto, a escuridão... Porque é o oposto da cor daquele gélido país, logo, é o oposto da tristeza pra mim.

FIM

Filler = 200 de status (Mês do UP)
1.036 palavras


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Re: [Fillers] Shiro - Dom 27 Jan - 18:34

[Fillers] Shiro Eu_apr11
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Re: [Fillers] Shiro - Qui 28 Fev - 20:28


[Fillers] Shiro AMcwVXF

Yamamoto Akira
やまもと あきら


Era uma noite tranquila apesar de bastante fria. Não chegava a nevar em Konohagakure no Sato, mas a leve garoa que caía era o suficiente para resfriar todos aqueles que estejam despreparados e mal agasalhados. Eu, ainda em casa, preparei uma comida completa. Um arroz integral bem saudável, ao forno. Um feijão feito na hora bem fresquinho, com um tempero bem apimentado. Uma panela fervida cheia de verduras, legumes dos mais variados tipos que se pode imaginar. E uma carne vermelha espetacular, preparada a gosto por mim em forma de bifes suculentos com no mínimo de cinco centímetros de largura cada um. A ideia - além de me manter bem nutrido - era comer uma comida bem quentinha para que não sinta tanto frio assim. Afinal, mesmo que tenha vivido em Kirigakure por cinco longos anos e tenha pegado. de leve, um pouco de resistência de lá, ainda era importante manter-me quente o máximo possível... Para complementar, um suco espremido, feito na hora, bem natural, de beterraba, cenoura e laranja. Após uma breve pesquisa na biblioteca a respeito da melhor combinação de suca que me poderiam oferecer os melhores nutrientes para o meu corpo, pude chegar a essa conclusão. Pode parecer estranho num primeiro momento, mas essa combinação de fruta e legumes traz um sabor muito único e exótico, surpreendendo aqueles que pensam coisas ruins a seu respeito.

Após comer, lavar a louça e ajeitar cada canto da minha casa, rumava para uma caminhada tranquila nos arredores da vila, na floresta localizada na saída noroeste da mesma. Muito bem agasalhado e com as mãos nos bolsos, caminhava entre as árvores, observando a linda escuridão que jazia nos céus nessa noite, ficava vidrado com tamanha beleza. As estrelas complementavam ainda mais a paisagem, dando um toque incrivelmente charmoso no ambiente. Mas essa noite escura do jeito que se apresentava... Ah... Que maravilha.  

A noite é horário onde menos há movimentação na vila. É o mesmo horário que a grande e esmagadora maioria das pessoas se resguardam, vão descansar em suas respectivas casas para, no dia seguinte, fazerem mais barulho ainda... Mas continuando a linha de raciocínio aqui, a noite é onde os lobos solitários refletem sobre si mesmos, sobre a vida que os rodeia, sobre cada molécula que respira no planeta terra. No silencio exclusivo da noite é onde surgem também, as melhores ideias - Na minha nada humilde opinião, é claro. É onde a mente viaja milhões, não... Bilhões, trilhões, quadrilhões, quindecilhões e muito mais para chegar a conclusões que muitas das vezes em um dia claro demais não conseguimos - principalmente com a força que o sol sempre empunhava. A noite acalma, tranquiliza e nos adormece. Como não amar a noite?! Como não adorá-la, idolatrá-la e clamar por ela com o tanto de benefícios que ela nos traz assim?! É impossível. E é por isso que eu sou o fã número um da noite, um admirador nada secreto que gosta de apreciar cada minuto em sua presença. Agradeço muito a àquele que fez tamanha perfeição no mundo, desde os seus primórdios, obrigado.

Caminhava sem nenhuma preocupação pela floresta, recordando sobre todas coisas que me aconteceram ultimamente. Tudo foi melhorando depois que realizei o Chunin Shiken - Evento realizado unicamente por Konoha e sua Nanadaime - no qual enfrentei ninjas aspirantes a chunin que se mostravam cada vez mais fortes. E foi lá que conhecia um dos membros do nosso futuro/atual time: Kai. Era ainda uma criança mas já com cabelos brancos de um velho. Era um garoto bem tranquilo e na sua, que falava somente o necessário, mas que também até tinha certo humor, podendo fazer algumas piadas engraçadas. Após muitas atividades em conjunto com o time, nos havíamos aproximado cada vez mais, gerando esse sentimento mútuo de amizade. Sua família possuía um restaurante bem simples no complexo central da vila, certo dia fui parar em tal lugar sem querer, encontrando-me com o companheiro e comendo um saboroso rámen - macarrão - japonês feito por sua mãe - a dona do negócio. Na última vez que nos vimos ele foi convocado para uma missão próxima de Konoha, a ser iniciada no dia seguinte, quando me havia prometido um almoço em seu restaurante, quando voltasse da missão. Se demorasse muito, com certeza iria buscar o moleque.

O outro integrante, não menos importante - na verdade o mais importante - era o nosso sensei, Ging Mokarzel. Ele era um cara de aparência física que julgava esquisita, seu corpo também não era comum como o de um ser humano normal. Ele era uma espécie de marionete ambulante, um ser praticamente imortal, eu diria. Era um cara de personalidade bem neutra, de inteligência invejável e de uma tremenda perspicácia. Tinha como forma de luta o seu incrível estilo do fuuton, controlando massas de ar de uma forma impressionante, habilidade invejável também. Além disso, podia se acoplar em mais marionetas, o que acha incrível já que defensivamente falando, estaria muito bem protegido por elas. Realmente o meu time era muito incrível. Nós estamos criando uma identidade incrível juntos e isso se refletirá maravilhosamente bem para Konohagakure no Sato, que será bem maior que mais se beneficiará com tamanha combinação de poderes, que nos aguardem.

O caminhar estava muito bom, afinal, descansava a mente enquanto relembrava coisas interessantes e que só me faziam ter cada vez mais orgulho da trajetória que começava, das pessoas que começava a conhecer - e ter confiança nas mesmas - e dessa vila que irei servir até a hora de minha morte, honrando o país que me acolheu sem nenhum preconceito, de braços bem abertos. A vontade do fogo já reinava em minha alma.

Após aproveitar um pouco mais do luar, voltaria caminhando pra vila, cruzando ruas e vielas, observando o silêncio que começava a consumi-la até que eu chegue em meus aposentos, trocando de roupa colocando uma espécie de pijama - roupas velhas na verdade - e logo fazendo um delicioso chá preto, tomando-o e logo indo dormir, descansando para iniciar mais um dia de minha carreira shinobi.

HP: ❲1325 ✘ 1325 ❳ CH: ❲1575 ✘ 1575❳ ST: ❲00 ✘ 05❳

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Re: [Fillers] Shiro - Qui 28 Fev - 22:26

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Vou dedurar pro esquisitão que tu acha ele esquisito -q
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Re: [Fillers] Shiro -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.