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A LUZ DAS TREVAS
Arco 02
Ano 26 DG
Verão
Meses se passaram desde a missão de investigação ao Castelo da Lua, no País do Vento, que culminou na Batalha da Lua Minguante. Soramaru, o cientista responsável pelos experimentos, morreu em combate, assim como outros ninjas do lado da aliança. Após a missão ser bem-sucedida, mas carregando tantas mortes, Karma, o líder da missão, ficou responsável por relatar às nações o máximo de informações sobre a organização por trás dos crimes agora que estava com o selo enfraquecido e com isso ele revelou o verdadeiro nome dela: Bōryokudan. Ainda não tendo como fornecer mais detalhes, pois o selo se manteve, e precisando de mais pistas antes de investir novamente em uma missão, Karma saiu em missão em nome das Quatro Nações para encontrar o paradeiro dos demais membros da organização — e sua primeira desconfiança recaiu sobre Kumo.

O mundo, no entanto, mudou nestes últimos meses. Os Filhos das Nuvens concluíram a missão de extermínio aos antigos ninjas da vila e implementaram um novo sistema político em Kumo ao se proclamarem o Shōgun sobre as ordens não de um pai, mas do Tennō; e assim ela se manteve mais fechada do que nunca. Em Konoha a situação ficou complicada após a morte de Chokorabu ao que parece estar levando a vila ao estado de uma guerra civil envolvendo dois clãs como pivôs. Suna tem visto uma movimentação popular contra a atual liderança da vila após o fracasso em trazer a glória prometida ao país. Já em Kiri a troca de Mizukage e a morte de ninjas importantes desestabilizaram a política interna e externa da vila. E em Iwa cada dia mais a Resistência vai se tornando popular entre os civis que estão cansados demais da fraqueza do poderio militar ninja. Quem está se aproveitando destes pequenos caos parece ser as famílias do submundo, cada vez mais presentes e usando o exílio de inúmeros criminosos para Kayabuki como forma de recrutar um exército cada vez maior.

E distante dos olhares mundanos o líder da Bōryokudan, Gyangu-sama, se incomoda com os passos de Karma.
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
gogunnn#6051
Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
Akeido#1291
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Havilliard
Havilliard#3423
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★ Inverno ★
★ ST: 01/07 ★
★ Tarde ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

A felina conduziu sua tutora pelas ruas de Kirigakure durante o crepúsculo, aproveitando-se do movimento escasso e vigilância escassa para transitar sob o véu sutil do sigilo. O temperamento excêntrico da elfa, e a ausência de pudor da mesma, eram incompatíveis com a titulação designada à mesma, ironizando a todo instante, mentalmente, a circunstância em que se encontravam por mais um de seus puros caprichos. Rauros estava mais silenciosa, contrastando com a sua conduta habitual. Sua intuição não favorecia o “encontro” requisitado, ciente da má índole do sujeito e da condição presente na Grey. Allannia era uma mulher ambiciosa, se escondendo sob uma reputação louvável, por mais covarde e indisposta que fosse diante dos seus afazeres sociais na Névoa. Ela bebia constantemente, e no presente momento, estava bêbada e sussurrando palavras ininteligíveis com certa constância. “Isso será problemático, eventualmente. Sorte a dela me ter como uma guia”, ponderou, relevando a conduta dela dada as suas intenções.

Ela queria se tornar mais útil para a sociedade.

Os poucos populares presentes não questionavam a existência da Leoa, e raramente designavam olhares em direção à Grey, ciente de que naquele horário era comum vê-la bêbada ou fora de si pelas redondezas. Por mais indefesa e fraca que parecesse ser, ela ainda era uma das figuras mais populares e potencialmente fortes de Kirigakure, embora ofuscada por nomes mais ilustres que o seu. “Num mundo distorcido, não seria estranho imaginar ela entre uma das mais fortes. Felizmente, esse não é o caso”, abriu-se um sorriso ao mentalizar as consequências um cenário teórico na qual tal situação fosse uma ocorrência.

O vislumbre de uma felina fêmea com uma juba exuberante era mais comum do que a existência de uma elfa praticamente inútil — pensou alto demais, e a Grey, somente se limitou a rir das alegações. Era como se a própria incapacidade a deixasse anestesiada — Não é difícil de imaginar o porquê.

Allannia não se banhava há algum tempo, mas havia pouco suor em seu corpo, considerando o clima invernal da localidade e o comportamento ocioso desta. A sua espécime não era fétida, considerando sua essência mística e quase incompreensível para quaisquer indivíduos externos. Ela transpirava pouco mesmo em dias quentes ou após longas horas de treinamento, mas quando o fazia, o odor não era tão marcante quanto poderia. Apesar da circunstância, era comum associar a prateada à sujeira, pois ela não dava tanta atenção para a estética quanto poderia. Cabia exceções, contudo, quando precisava se apresentar com certa elegância em algum estabelecimento. Como característico de sua posição, e relativo aos costumes locais, passou-se maior parte de sua vida trajando vestimentas militares antes de se tornar uma tecelã, sendo tal profissão relativamente recente em sua cronologia. Se haveriam mudanças na forma como ela reagiria ao mundo, a mascote não saberia explicitar, mas era provável que ocorressem mais cedo ou mais tarde.

Atravessaram algumas vielas antes de chegarem em seu destino, sendo uma Mansão afastada do subúrbio, localizada no coração do vilarejo. Reid Garwin vinha de uma família cujo prestígio era notório, fazendo-se valer de suas posses físicas, capacidade estratégica e governamental para adquirir relevância, compensando a ausência de talento ou técnicas inatas. Sequer suas tradições eram conhecidas, sendo somente um sangue comum entre tantos outros. O último, contudo, estava longe de se enquadrar nos padrões. Reconhecido como um prodígio, ascendeu rapidamente na hierarquia militar em tenra idade, superando a própria Allannia sem qualquer dificuldade. Era tudo o que Rauros sabia, mas de certo, considerando os rumores e a forma como ela torcia a boca ao falar do homem, nem tudo era somente baseado em glórias. Havia algo de perverso no galanteador, e ciente da natureza dos homens, não esperava absolutamente nada dele. Parou na fronte da morada, olhando de soslaio com seus grandes olhos ambarados para a prateada, esperando os próximos comandos.


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Capítulo 4.5
★ A gata dos canais! ★
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Allannia bocejou, erguendo os braços numa espreguiçadeira sonora. O álcool elevou a sua mente às nuvens, mas mesmo entorpecida, ela era capaz de reconhecer a fachada de Reid Garwin. Sentiu um embrulho característico em seu estômago, mas não soube dizer se era realmente por conta da típica lembrança do indivíduo, ou se realmente estava prestes a despejar toda a bebida no tapete felpudo dele. A textura deste fazia-lhe cócegas nos pés, contendo o riso com um dedo nervoso, ignorando completamente a forma como se apresentaria ao tocar na campainha. Sequer precisou bater na porta, ou anunciar sua presença, ouvindo as trancas se abrirem momentos antes da passagem ser liberada. A funcionária do anfitrião trajava roupas características de sua profissão, embora aparentassem ser exageradas e sugestivas em demasiado para o que estava acostumada. “Deve ser algum fetiche dele”, concluiu, concedendo um sorriso amarelo para as demais. Era bastante hipócrita em dizer isso.

Allannia-sama, é uma honra conhecê-la — uma empregada jovem abaixou a cabeça numa reverência espalhafatosa, deixando cair para frente os seus cabelos lisos e púrpuras, cujo brilho ofuscava os seus — É bem mais bonita pessoalmente do que a vi nos jornais.

Então quer dizer que eu parecia ser feia? — fez uma careta, e a face da mais nova corou, preparando uma justificativa da qual não se interessava — Eu estou zombando, não se preocupe. Agradeço ao elogio, embora não possa retribuir sem antes saber a sua idade — piscou na direção da mesma, e rapidamente o vermelho tomou conta de todo o seu semblante.

Ignore o temperamento dela, mais uma vez deixou o álcool subir a cabeça, e toda a decência que ela finge possuir acabou desaparecendo — Rauros interrompeu o diálogo num tom severo, tomando a dianteira — Viemos ter uma conferência com Reid Garwin, para tratar de assuntos importantes.

Oh, sim, eu já imaginava. Peço perdão pela minha letargia. Ele está fora no momento, mas tenho certeza de que retornará no período da tarde. Irei preparar um quarto de hóspedes para as duas, digno de sua grandeza como uma heroína. Solicitarei para as minhas colegas um banho, também, e devo imaginar que precisará de roupas...

Não, não. Estou bem assim, pra falar a verdade — Allannia sorriu, erguendo as mãos como se quisesse apaziguar a frenesi dela — Está desgostosa com o que vê?

Bem... a s-senhora... — ela começou a se atrapalhar, e por um instante, pareceu que apagaria.

Sim, seria adequado qualquer trapo que fosse, por favor. Ficaríamos grata — Rauros corrigiu, e a Grey suspirou, fechando sua carranca numa frieza impávida.

Pare de me interromper, Rauros, não a dei essa permissão. Está me atrapalhando.

Não darei atenção para uma bêbada, cale-se, elfa vagabunda.

Deixarei as duas a sós e cuidarei dos preparativos — a funcionária, assustada, afastou-se em passos largos.

(...)

O banho estava morno e agradável, e o quarto preparado era esbelto e nobre, com uma enorme cama alabastro, contendo diversos travesseiros e almofadas com pena de ganso e cisne. As paredes eram vermelhas, tal como as cores de seu Clã, e o teto era de laje esculpida. O escudo da Casa Garwin era discreto no canto do recinto, e ela sabia bem o motivo. Reid odiava que o seu símbolo fosse um cisne. “É um animal pouco intimidador, e associado às mulheres. Como eu haveria de gostar disso?”, ele teria dito, num tom desdenhoso, para ela e Sarah uma vez. A mera lembrança do trio reunido a deixava ressentida, e as lágrimas ameaçavam brotar de seu rosto.

A tarde havia chegado rapidamente, e com ele, Reid Garwin surgiria em seu quarto, ciente de sua presença. Allannia ergueu-se, e com um olhar dele, recordou-se de sua natureza predatória e o temperamento abusivo dele. Ele ameaçou se aproximar, mas com um único gesto, Allannia vedou os seus passos, balançando a cabeça negativamente. Naquele ponto, a efeito do álcool estava fraco em sua psiquê, consumindo somente do chá e os frutos disponibilizados pela serviçal daquela família. A Grey manteve a postura ereta e com os seus olhos azulados, designou toda a sua dominância perante o homem de maneira silenciosa. Um sorriso singelo projetou-se de seus lábios, e por fim, disse-lhe:

É um desprazer vê-lo novamente, Garwin.

Não é algo bom de se dizer para quem a recebeu tão bem, partilhou de seu teto e dos cuidados. Além do mais, se veio até aqui, precisa de mim — Reid não se intimidou com a postura da kunoichi, sendo tão exibido e pomposo quanto as suas vestimentas nobres e coloridas — Soube que se tornou uma tecelã, então devo supor que queira trabalhar para mim. Eu de fato estava precisando repaginar os meus visuais, e pelo que contam, você é habilidosa o bastante para tal.

Podemos tratar de negócios eventualmente, e fico lisonjeada que tenha se interessado por alguma coisa de relevante da minha parte. Contudo, venho com outros assuntos em mente — e antes que um sorriso fosse aberto nos lábios do louro, ela complementou — Mas interessam somente a mim, e pouco a você. Recorda-se dos compromissos que acordamos?

Sim, dei a minha palavra de que a ajudaria caso precisasse, em memória de Sarah. Mas qual o seu ponto? — ele franziu o cenho, ironizando a situação.

Preciso que me ensine tudo que sabe e aprendeu sobre a natureza mais intima do Ninjutsu. Quero me tornar mais habilidosa, e compreender melhor os poderes que me foram designados quando estive em Eichenwalde.

Entendo, vejo que finalmente reconheceu o meu talento. A beleza em seus olhos não é meramente figurativa, elfa, ela também serve de algo — ele gargalhou, e o semblante antipático da Grey tornou-se mais evidente.

Poupe-me de suas piadas, Reid. Seja homem, e cumpra com sua palavra — o seu tom era severo, e repleto de ódio, quase manifestando a energia rubra característica do chakra intruso.

Não precisa ficar esquentadinha, orelhuda. Cumprirei minha parte do combinado, mas tenho uma única condição — ele ergueu o dedo indicador, num gesto puramente simbólico.

E qual seria? Implorar de joelhos? É bem do seu estirpe.

Vê-la de joelhos seria bastante excitante, mas não. Pensei em algo melhor — um sorriso malicioso brotou de seus lábios — Por mais que seja um deleite vislumbrar a sua silhueta do jeito que está, quero que traje o mesmo uniforme que as minhas funcionárias e me sirva enquanto estiver aqui. É o meu único termo. Palavras são vento, afinal, e não sou obrigado a cumprir nenhuma delas se não for do meu interesse. Mas dada a circunstância, acho que meus termos são bem razoáveis — ele finalizou, e a prateada permaneceu num longo silêncio antes de respondê-lo novamente. A sua face era indecifrável, mas era possível deduzir quão furiosa, humilhada e frustrada ela estava, principalmente por reconhecer a força dele e a incapacidade de submeter o seu domínio através da força bruta.

Você é um ser vil e desprezível, com uma mente torpe e depravada. Mas que seja. Farei como pede, mas não darei o direito de encostar um dedo sequer em mim.

Não lembro de colocar isso em meus termos, então pode ficar descansada. Temos um acordo? — o sorriso confiante dele a enfurecia cada vez mais.

Sim, temos, Reid-dono — disse-lhe a contragosto, torcendo a boca de uma forma horrenda.

Como é prazeroso ouvir isso de você. Pelo menos aperte a minha mão e firme o compromisso, afinal, agora estamos combinados — ele estendeu a mão, e Allannia correspondeu-lhe vagarosamente por um breve instante. Tentou afastar o contato assim que o ato estivesse consumado, mas ele tentou subjugar a sua força e puxa-la para perto de si. Contudo, com sua força titânica, a Grey simplesmente pressionou os seus dedos com tamanha pressão que ele emitiu um ruído de dor profunda como resposta — Isso doeu.

Tente fazer isso de novo, e não será a sua mão a única coisa que eu amassarei — ela retrucou, e saiu do alcance visual dele.



Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



[CENA] A gata dos canais. (+16) 648ca18acfedb54d289c07a7ceff4c7e66db1584

HIT POINTS
HP: 2475/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
Extras: None
HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 9525/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
Extra: 8450
CH Total: 9525


CÉLULAS
Nanabi: 2250/2250



Equipamentos
Armamentos


Limite da Regra de Força (04/170)
⭐1x Pingente do Uchiha (0)
⭐1x Saciador de Vício (0)







Considerações
★ Narração ★:
emme


Última edição por SraCandyCandy em Qui 21 Dez 2023 - 21:25, editado 1 vez(es)
Sangue em Einchenwald
Proteja Einchenwald do insano Kenpachi
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Estudioso
Compre/treine três jutsus.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Sangue Derramado
Vença seu primeiro PvP.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Meu Primeiro Evento Paralelo
Conclua seu primeiro evento paralelo.
Falando em Nintaijutsu...
Tenha um jutsu classificado como "nintaijutsu" de rank B ou superior.
Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Vencendo Adversidades
Supere um defeito adquirido.
Um Poder só Meu
Adquira sua primeira Habilidade Secundária.
Conhecendo Outros Reinos
Visite o Continente Perdido.
Domínio Elemental
Compre/treine um jutsu classificado como "elemental" de rank B ou superior.
Eu Sou Sensei!
Forme uma equipe ou seja designado para ser sensei de uma equipe.
Boletos e Mais Boletos...
Alcance o nível máximo em sua profissão.
Mestre Elemental
Torne-se um mestre elemental.
Conquistando o Mundo
Conclua seu primeiro evento mundial.
Mais que Amigos, Friends!
Forme uma aliança com outro vilarejo.
Guardião da Vida
Salve um aliado da morte durante um evento mundial.
O(a) Doutor(a) Chegou!
Seja o suporte (curandeiro, sensor, etc.) do grupo durante um evento mundial.
Heroísmo
Conclua três eventos principais e/ou paralelos.
Eu Sou Kage!
Torne-se Meishu Kage.
Assim Está Bom
Não resete totalmente o personagem por um ano real (ou seja, em OFFgame).
Mere
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
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★ Inverno ★
★ ST: 02/07 ★
★ Anfêmero ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

A albina acompanhou de perto Kaori Garwin, uma prima distante do infame proprietário daquela mansão. Era uma prima distante, órfã, e com pouquíssima instrução, não sabendo muito além de ler, escrever e interpretar textos simples. Rauros não costumava simpatizar com humanos de maneira geral, contudo, algo naquela pobre empregada a fez sentir compaixão. Era carinhosa, gentil e tímida, diligente em suas obrigações e humilde o bastante para reconhecer e respeitar a própria condição. Não se irritava em momento algum, mesmo após vê-lá sujar o piso com suas fezes e rasgar algumas cortinas com as garras, corrigindo todos os empecilhos sem dizer-lhe uma palavra sequer. Era mais provável ela mesma pedir desculpas por não ser capaz de solver os problemas daquela residência, do que exigir um tratamento adequado aos demais.

Era a única que trabalhava assiduamente, recebendo um salário aquém das expectativas, enquanto as outras funcionárias eram diaristas mais ariscas e pouco dispostas a se submeter a um tratamento desagradável, contendo em suas veias um sangue mais condizente com as tradições de Kirigakure. Haviam aquelas cuja similaridade à outra era notória, mas eram poucas exceções em comparação com as mais convictas. Reconhecer o próprio valor era fundamental para assegurar que a integridade física e mental prevalecessem num ambiente hostil, e caso houvessem fraquezas na capacidade de discernimento, abusos e outras condutas nocivas para as contratadas seriam mais recorrentes do que o imaginado. Na perspectiva da felina, como próprio de uma criatura inteligente, era situações óbvias o suficiente para evocar emoções. Contudo, estava longe de possuir o intelecto necessário e partir além disso, pois, desafiava a sua essência animalesca.

Você conhece a Allannia-sama há quanto tempo, Rauros-san? — Kaori aproximou-se com um balde preenchido até as bordas, espumando em uma quantidade exorbitante de sabão. Em sua destra, carrega consigo um esfregão, designando para as fezes despejadas no corredor um olhar carregado, mas em seus lábios, o mesmo sorriso de outrora — No começo, confesso que achei estranho ouvir uma leoa falar, e mais ainda, encontrar uma com juba. Mas considerando tudo que a Allannia-sama é, talvez as convenções não sirvam para vocês.

Não precisa ser tão formal conosco, humana. Eu dispenso esses hábitos estranhos adotados pela cultura fracassada de sua espécime, embora eu aprecie o seu respeito — afastou-se da possibilidade de ser ensopada pelo líquido despejado ao redor, momentos antes dela começar a limpeza — Allannia e eu somos companheiras há muito tempo, mas não quer dizer que sejamos inseparáveis desde então. Ela sempre foi mais reservada, e no passada ainda tentava ser uma kunoichi de verdade, buscando treinamentos e participando de suas aventuras. Uma busca intrigante por reafirmação e sucesso, coisas que ela conquistou com muito esforço, e se escondendo atrás de gente poderosa. Apesar de parecermos muito diferentes das multidões, somos tão parecidas com vocês do que pode imaginar. Eu, por exemplo, sinto tanto apreço por onde despejo os meus resíduos quanto vocês. As ruas sempre estão imundas e desagradáveis, portanto, faço o mesmo com todas residências que frequento — zombou, embora não tenha certeza de que a empregada a correspondeu em sua piada, pois sua risada soou forçada, aparentando ser mais como uma gentileza — Allannia, por outro lado, algumas vezes tenta ser um pouco humana para se adequar ao mundo. Ela passou mais tempo com eles do que gente da própria espécie, então é comum ela se enxergar como uma igual, mesmo sabendo da realidade. Vez ou outra, ela repensa a própria conduta e age como uma Grey, contudo, são nesses momentos que ela se sente verdadeiramente sozinha — complementou, num bocejo longo — Não importa a forma como alguém pareça ser fisicamente, ou como ele se porta em público, o que realmente faz diferença são as escolhas quando estão sozinhos.

Como você acha que ela me trataria se tentássemos ser amigas? — ela perguntou-lhe, timidamente, esboçando um sorriso singelo e doce, idêntico aos vislumbrados quando a elfa está na companhia de seu “ídolo”

Depende de quanto álcool ela teria consumido nesse dia, e em como você se portaria diante dela. Caso queira conquistar a confiança da Grey, deve agir de uma forma que ela possa enxergá-la como uma igual, ou, no melhor dos casos, uma superior. Caso contrário, sempre será tratada com desdém, isso se ela não decidir ser falsa e dissimulada para tirar algum proveito de qualquer coisa que tenha para oferecer em troca de sua atenção — Rauros mostrou-lhe os dentes, divertindo-se com os questionamentos — Há em você algum interesse em tentar algo do gênero?

Sim, eu tenho. Mas é algo pessoal, não me sinto confortável em contar — ela fechou os olhos, e após um suspiro, voltou a focalizar as atenções em seus afazeres. Foi naquele momento que a felina percebeu que seu olhar recordava o da Allannia quando era mais jovem, tanto em sua coloração, quanto intensidade. Era como uma safira, reluzindo num brilho pálido, discreto, mas mais autêntico do que qualquer outro. Um olhar de mais pura inocência.

Mesmo que não fosse, eu jamais sentiria qualquer interesse — encerrou o breve diálogo, e então, caiu no sono, após um dia inteiro sendo redundante.

(...)




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Capítulo 4.6
★ A gata dos canais! ★
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Tédio. Era o sentimento recorrente para a prateada, após firmar o acordo com o Garwin e designar as suas responsabilidades em troca do conhecimento necessário para o seu progresso como kunoichi. Não precisou assumir seus postos naquele dia em específico, focalizando os seus esforços em ler os inúmeros pergaminhos e livros despejados em sua cama pelo louro. Esteve trancada em seus aposentos desde então, sozinha, e sem quaisquer alimentos disponibilizados, tampouco água. Considerou o gesto uma retaliação em razão de sua recusa, mas ela suspeitava que havia algo de distinto naquela atitude. Os livros explicavam sobre uma série de metodologias plausíveis para o domínio do Ninjutsu, mencionando desde a existência da capacidade inata em utilizar as suas propriedades, quanto o resultado intrínseco obtido por aqueles capazes de desvendar os seus mistérios. Poucos eram capazes de cruzar a barreira e se tornarem algo superior a isso, requerendo atributos além do esforço e determinação. “Quanta bobagem, não sei como isso conseguiria me ajudar”, pensou consigo mesma, num prenúncio de fúria.

Allannia nasceu com um controle inato de seu chakra, gastando quantias menores em sua utilização e manuseando este com certa proeza, contudo, correlacionando todas as suas fraquezas com as possibilidades dispostas nos conteúdos lidos, era uma completa amadora. Ela poderia ser facilmente comparada com alguém que conhece a receita, mas não sabe absolutamente nada sobre como utilizar o forno. Ou, em termos da sua profissão, como uma tecelã que sabe desenhar, mas possui capacidade nula em manusear um tear. Analisando os textos, ela percebeu enfim o propósito por trás das ações de Reid Garwin. Antes de aprender na prática como deve utilizar o Ninjutsu, ela precisa, terminantemente, de fundamentos teóricos para somente se concentrar na execução em momentos posteriores.

Possuindo tais implicações em mente, ela usufruiu dos produtos com cuidado, evitando erros de interpretação e refletindo sobre cada trecho, pois mais que alguns fossem somente ladainha ou registros de combate fantasiosos. Após inúmeras horas, a fome começou a atingir seu estômago, tal como os lábios, outrora rosados, ressecaram após um extenso período sem ingerir água. Sequer teve permissão de utilizar o banheiro, e ela esteve desde então em seu estado mais primitivo. Pouco a pouco, a ansiedade e os sentimentos decorrentes dela começaram a surgir. Medo, raiva e dor, misturando-se numa amalgama de subprodutos, dando consistência e forma para os seus desejos e pensamentos. A energia rubra logo começou a se manifestar novamente em si, e ela começou a ser externalizada num surto de energia. Transitou rapidamente pela “Forma Pseudo-Jinchūriki Inicial”, adquirindo um aspecto animalesco, para uma versão mais intensa e selvagem de si mesma, alcançando um patamar além da sua própria condição intrínseca. Uma única cauda de chakra avermelhado foi manifestada, e o corpo começou a cintilar na mesma coloração, intensa e agressiva, como o sangue de um guerreiro.

Ela se sentia descontrolada, e disposta a destruir tudo e todos. Cerrou os punhos, e virou a cabeça violentamente para o lado, olhando diretamente para a entrada do recinto que estava trancada. Contrariando as ordens e os protocolos adotados, ela avançou rapidamente na direção dela, em sua velocidade máxima acrescida das bonificações recebida pela transformação, com o intuito de abrir passagem a força e se libertar de sua prisão. Contudo, assim que esteve próxima de concluir a sua investida, a porta fora aberta mais uma vez, e ela pôde ouvir uma voz partindo dela.

Acho que você está cansada por hoje, continuamos outra hora — a voz masculina disse-lhe, momentos antes de, na forma de um vulto, atingir sua nuca e fazê-la ver somente a mais profunda escuridão ao seu redor.





Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



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HIT POINTS
HP: 2351/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
Extras: None
HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 9975/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
Extra: 8450
CH Total: 9525


CÉLULAS
Nanabi: 1800/2250



Equipamentos
Armamentos


Limite da Regra de Força (04/170)
⭐1x Pingente do Uchiha (0)
⭐1x Saciador de Vício (0)







Considerações
★ Narração ★:
emme
Sangue em Einchenwald
Proteja Einchenwald do insano Kenpachi
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Estudioso
Compre/treine três jutsus.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Sangue Derramado
Vença seu primeiro PvP.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Meu Primeiro Evento Paralelo
Conclua seu primeiro evento paralelo.
Falando em Nintaijutsu...
Tenha um jutsu classificado como "nintaijutsu" de rank B ou superior.
Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Vencendo Adversidades
Supere um defeito adquirido.
Um Poder só Meu
Adquira sua primeira Habilidade Secundária.
Conhecendo Outros Reinos
Visite o Continente Perdido.
Domínio Elemental
Compre/treine um jutsu classificado como "elemental" de rank B ou superior.
Eu Sou Sensei!
Forme uma equipe ou seja designado para ser sensei de uma equipe.
Boletos e Mais Boletos...
Alcance o nível máximo em sua profissão.
Mestre Elemental
Torne-se um mestre elemental.
Conquistando o Mundo
Conclua seu primeiro evento mundial.
Mais que Amigos, Friends!
Forme uma aliança com outro vilarejo.
Guardião da Vida
Salve um aliado da morte durante um evento mundial.
O(a) Doutor(a) Chegou!
Seja o suporte (curandeiro, sensor, etc.) do grupo durante um evento mundial.
Heroísmo
Conclua três eventos principais e/ou paralelos.
Eu Sou Kage!
Torne-se Meishu Kage.
Assim Está Bom
Não resete totalmente o personagem por um ano real (ou seja, em OFFgame).
Mere
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
Mere
Heroína
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★ Inverno ★
★ ST: 03/07 ★
★ Anfêmero ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

Desde a solicitação da própria Grey, limitando o contato entre ambas, Rauros não teve nenhuma atualização sobre o seu progresso, tampouco se preocupou em interferir em seus assuntos. Kaori Garwin esteve consigo durante todo o período transcorrido, sendo responsável pelo entretenimento da felina e sua alimentação, além de assegurar, pelo que a própria havia percebido, nenhuma interrupção nos afazeres de sua proprietária. Apesar de ter se afeiçoado aos hábitos da funcionária, e perceber algumas nuances na personalidade dela, a cada segundo transpassado naquele teatro das tesouras embrulhava o seu estômago animalesco. Não importavam quantas bolas ela buscava, ou os coelhos lançados para a caça no vasto jardim da família, seus instintos remetiam algo de distinto na personalidade dela. Como se ela quem estivesse sendo avaliada, e não o oposto, como era de praxe.

Quando você sorri, está sendo sincera consigo mesma ou espera que alguém acredite nessa sua cara deslavada? — Rauros questionou-lhe, dispensando a bola de lã despejada em sua direção — E, sinceramente, eu não sou um gato. Pare de me dar brinquedos, isso é estúpido.

Você parecia estar se divertindo caçando os coelhos e brincando com as pelúcias — ela coçou a sua cabeleira púrpura, dando-lhe um sorriso amarelo como resposta — Achei que fosse isso o tipo de coisa que leões gostavam, assim como os gatos.

Sobre as presas, realmente estou grata e farta, mas sobre o restante das casualidades, não. Eu tenho outros interesses, e muito mais civilizados do que esses — Rauros demonstrou os seus dentes pontiagudos, num sorriso grotesco e improvisado.

Não é muito fácil esperar isso de uma criatura nua, selvagem e rude, Rauros-sama. Mas tentarei me esforçar para atender as suas expectativas na próxima vez — Kaori abaixou a cabeça numa reverência pesarosa, fechando as suas orbes azuladas. Pela primeira vez, pôde reparar nos cílios bem-feitos, e nas unhas coloridas apoiadas em suas coxas, cobertas por uma meia-calça branca — Tenho o seu perdão?

Pode ficar com ele para você, e enfie em seu ânus, caso seja tão importante assim — ela cuspiu nos pés da empregada, e apesar do comportamento controverso, era um símbolo intrínseco de seu respeito pela conduta da jovem. “Se deixarmos as ovelhas parecerem que são iguais aos leões, vão sair pulando as cercas e fugindo do nosso alcance”, mentalizou uma voz em seu subconsciente, sugerindo o temperamento explosivo apresentado — Considerando a forma como a elfa se porta, posso considerar algum embasamento para o que diz.

Mas a Allannia-sama provavelmente teve uma infância difícil, e portanto, sofre de alguns problemas psicológicos. Acho que isso é bem comum — Kaori retrucou prontamente, num tom tênue entre uma abordagem arisca e a contrapartida equilibrada de outrora — Vocês duas sempre foram brigadas uma com a outra? Não me lembro de ouvir um elogio sequer seu em defesa dela. Ela merece mesmo tanta crueldade?

Não sei nem se ela merece a sua gentileza, humana, quanto mais uma hostilidade. A Allannia que eu conheço não é a mesma que você pensa conhecer, e embora ela tente esconder isso do público, tomo as devidas precauções para que isso seja evidente. Houve uma época em que a Allannia do “povo” e a do “lar” foram iguais, mas esse dia está tão distante na minha memória que sequer sei se aconteceu de fato. Eu admirava a coragem dela, e a sua vontade de mudar o mundo, mesmo creditando a isso uma enorme estupidez. Ela era gentil, pensava no próximo e buscava construir uma ponte entre os Greys e humanos, para que pudessem colaborar um com o outro sem estranheza. Algo mudou nela, não sei como ou quando, ou se sempre ela escondeu essa natureza perversa, mas não enxergo absolutamente nada do que ela fora outrora. Você me recorda o lado bom dela, e isso me deixa mais amarga — a voz da felina era carregada, e a situação delicada entre ambas deu proporções dramáticas para o seu desabafo, cujo qual jamais ocorreria se não fosse a circunstância periclitante em que se encontravam naquele momento.

Não sobrou nada daquela garota doce que você conheceu? Capaz de fazer tudo para ajudar até quem não possuía força alguma para continuar de pé? — a jovem Kaori ajoelhou-se, afagando a sua pelugem com uma delicadeza invejável. Suas mãos eram gentis e suaves, apesar de terem sido usadas inúmeras vezes para limpar salões e espanar poeira — Pessoas mudam, e podem se tornar mais infelizes com suas vidas. Mas devemos apoiar suas escolhas, e acreditar nelas, mesmo que o mundo duvide de nossa sanidade.

Eu jamais a trairia, não importa o que aconteça. Daria minha vida por ela, sem pestanejar. Eu a amo, mas não sinto que isso seja recíproco. Ela deixou de amar o mundo, e dedicou todo o seu coração para uma única coisa. Na verdade, um único alguém — Rauros rangeu os dentes, e as garras despontaram, como se estivesse disposta a matar. Após refletir por um instante, a sua face fora coberta pelo véu do terror, e as suas lembranças a fizeram recuar, instintivamente, das sombras que se projetavam nas paredes — Esqueça o que eu falei, não foi nada — Kaori franziu o cenho, incapaz de compreendê-la, mas aceitou os seus apelos. Pôs-se de pé, e com um suspiro, ela disse-lhe:

Espero que eu possa ser sua amiga um dia, Rauros-sama. Talvez você esteja somente precisando de ajuda. Por hora, tenho de ir, tenho muito o que fazer e não poderei continuar brincando. Seria pedir muito que se comporte?

Pensa que eu sou uma filhote, cretina? Faça o que tiver de fazer, e não me encha — ofendida, virou as costas, esboçando um sorriso estranho de sua boca atrevida.


(...)


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Capítulo 4.7
★ A gata dos canais! ★
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Allannia abriu os olhos, mas quando o fez, sentiu-se como se eles ainda estivessem fechados. A cabeça ainda doía, e a boca ressecada não era capaz de fazer soar uma palavra sequer. Os braços estavam estendidos sobre uma parede áspera, úmida e suja, e seus pulsos eram imóveis, trancafiados por alguma ferramenta anelar e gélida. Estava assentada sob uma plataforma cuja textura recordava a madeira, impossibilitando que ela quedasse para frente, e forçando o corpo para trás, facilitando a débil respiração. Seu abdômen estava dolorido, e não se recordava de ter consumido alguma coisa num período recente, esquecendo-se até mesmo da sensação de estar saciada. Os pés estavam imobilizados por um objeto desconhecido e metálico, igualmente frio, mas consideravelmente esparso.

Seu corpo estava completamente exposto, e o frio acometia no recinto solitário, escuro e silencioso, aprisionada no mais absoluto estado de desespero. Desejou ser capaz de derramar lágrimas para suprimir toda a avalanche de sentimentos acometendo a sua psiquê, mas estava debilitada em demasiado para tal. Sentia o prenúncio da exaustão que vagarosamente deduzia a sua resistência, e o corpo, respondendo aos impulsos fisiológicos, aliviava a tensão através de métodos sórdidos. Mesmo as suas tentativas de se debater e fazer valer do poderio físico possuído, eram vãs. Allannia estava impotente, encarcerada a mercê de um destino vil e desagradável, cujo qual não parecia pertencer mais a ela.

Ameaçada pela condição adversa, sentia o chakra rubro borbulhar dentro de si, novamente sendo externalizado na forma de uma única cauda de energia materializada, pura e maligna, sugerindo a natureza bestial de sua transformação. Ela estava furiosa, e com medo, mas mesmo recebendo melhorias significativas em sua constituição física, era incapaz de se libertar das ferramentas que a enclausurava. Recordou-se até mesmo dos fundamentos contidos nos materiais didáticos fornecidos por Reid Garwin, mas as memórias pareciam mais vagas perante a transformação, completamente imersa numa frenesi sanguinária. Era um estágio de difícil maleabilidade, remetendo ao poder fornecido em Eichenwalde, contendo natureza tal além da sua compreensão.

Quando obteve o controle da Forma Inicial, ela precisou derrotar os efeitos mais sutis de sua transformação, utilizando os benefícios recebidos para derrotar um adversário acima da sua alçada. Mesmo com os resultados agradáveis, e rápidos, considerando a circunstância, ela estava convicta das partes faltosas no seu repertório, ciente da possibilidade de haver questões pertinentes caso quisesse dominar o seu privilégio indesejado. “É o poder dos amigos do Shion, um homem honrado e de palavra. Um guerreiro de verdade”, eram os únicos pensamentos inteligíveis em sua mente torpe, pendente para as trevas absolutas quanto mais tentava batalhar contra as sensações responsáveis por sua estagnação.

Ela queria conseguir concluir a sua tarefa, libertar-se e enfim se ver distante daquele tormento  mas era incapaz. Estava nervosa, ansiosa e numa condição humilhante, prejudicando o seu raciocínio e ativando os gatilhos mentais outrora suprimidos no decorrer de sua jornada kunoichi. Sentia-se mais insegura quanto o próprio futuro, e a melancolia, quase tão intensa quanto uma depressão, ameaçava derrubar os resquícios de sua autoestima e mergulhar a convicção característica aos Greys na mais absoluta desgraça. Apesar de não ter força alguma em sua garganta para fazer ela mesma, Allannia rugia, como se alguém pudesse fazer por ela, obtendo forças de uma fonte inimaginável. Embora esteja a beira da desistência absoluta, essa parcela de si queria uma vingança dolorosa ao responsável por aquilo, e não se contentaria com nenhum resultado que não fosse tal.

Sangue. Sangue. Matar. Matar. Reid. Garwin. Pagar.


(...)




Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



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HIT POINTS
HP: 2103/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
Extras: None
HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 10020/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
Extra: 8450
CH Total: 9525


CÉLULAS
Nanabi: 1350/2250



Equipamentos
Armamentos


Limite da Regra de Força (04/170)
⭐1x Pingente do Uchiha (0)
⭐1x Saciador de Vício (0)







Considerações
★ Narração ★:
emme
Sangue em Einchenwald
Proteja Einchenwald do insano Kenpachi
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Estudioso
Compre/treine três jutsus.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Sangue Derramado
Vença seu primeiro PvP.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Meu Primeiro Evento Paralelo
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Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Vencendo Adversidades
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Um Poder só Meu
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Conhecendo Outros Reinos
Visite o Continente Perdido.
Domínio Elemental
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Eu Sou Sensei!
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Boletos e Mais Boletos...
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Mestre Elemental
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Conquistando o Mundo
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Guardião da Vida
Salve um aliado da morte durante um evento mundial.
O(a) Doutor(a) Chegou!
Seja o suporte (curandeiro, sensor, etc.) do grupo durante um evento mundial.
Heroísmo
Conclua três eventos principais e/ou paralelos.
Eu Sou Kage!
Torne-se Meishu Kage.
Assim Está Bom
Não resete totalmente o personagem por um ano real (ou seja, em OFFgame).
Mere
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79206-fp-allannia-grey#631999
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t79210-gf-allannia-grey
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★ Inverno ★
★ ST: 04/07 ★
★ Anfêmero ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

Reid Garwin era um homem excêntrico, e quanto mais Rauros convivia sob o mesmo teto que ele, isso se mostrava cada vez mais evidente. Amante da arte, música clássica e extravagâncias, o louro milionário possuía hábitos típicos de um aristocrata. Realizava pouquíssimas, por vezes nenhuma, atividade doméstica, desde a remoção das próprias roupas até o preparo de seu banho. Quando não era Kaori a responsável por tais tarefas, suas demais serviçais, quando presentes, supria tais demandas. Os olhos dele eram sempre inexpressivos, e quando designados em sua direção, pareciam modular num misto de ódio e desprezo. Não era bem-vinda naquele recinto, e isso era tão óbvio que sequer se importava com as consequências decorrentes. Dedicava a sua estadia em ações capazes de corroborar com estes sentimentos, incitando ainda mais a rivalidade entre ambos.

Sentia-se frustrada com a ausência de Allannia, e embora compreendesse os motivos, não era uma sensação agradável para a felina. Rauros era orgulhosa e arrogante, mas no tocante à sua proprietária, restringia bastante de sua natureza animalesca. Apesar das ofensas dirigidas a ela, ocasionalmente, e o comportamento grosseiro, respeitava e amava sua elfa. Era uma companhia para toda vida, e tal vínculo seria inabalável enquanto ambas vivessem. Debruçou-se em seus aposentos particulares, contemplando uma das manifestações artísticas do anfitrião. “Por que ele compraria um testículo com três bolas e penduraria na parede?”, questionou-se, analisando a obra peculiar com os olhos ambarados. Era o mais distinto dos cinco quartos frequentados desde então, excetuando aqueles não envolvidos no remanejamento ocasionado em razão dos danos provocados por suas garras à mobília, ou devido ao odor insuportável de suas fezes, permeando no ambiente por diversos dias.

Rauros adormecia durante maior parte da tarde, despertando somente para se alimentar ou entreter a jovem Kaori, cujo qual havia desenvolvido certa familiaridade. Quando o anoitecer caía, ambas partilhavam da mesma cama, lado a lado, resultado com certa constância na imundície da humana. Seus hábitos desagradáveis e pouco tento social prejudicava até mesmo a qualidade do seu sono, algo tipificado nas opções recorrentes da própria Allannia em evitar a companhia da leoa no tardar da noite. Naquela, em específico, a agraciada pelos fios púrpura chamou a sua atenção, repousando sobre a sua pelugem albina timidamente:

Estou preocupada com a Allannia-sama. Ressinto pela segurança dela — confessou-lhe, direcionando um olhar pesaroso na direção da mascoteReid-dono é um homem rígido, e isso vem da nossa família. Tenho certeza de que os treinos estão sendo severos demais, e isso possa pôr em risco a segurança dela.

Espero que assim seja, então. Allannia jamais aprenderia algo se fosse somente uma colônia de férias. Ela nunca levou a sério viver como uma kunoichi, e sempre perdeu confrontos decisivos, ou teve extrema dificuldade. Um evento traumático seria excelente para o amadurecimento dela — Rauros bocejou, desinteressada com as preocupações descabidas de Kaori. Ela conhecia a ela, e estava ciente de quão dura na queda ela era.

Mas ninguém deveria precisar experenciar a dor para se tornar mais forte. Qual sentido haveria em progredir se fosse para ser assim? — Kaori ergueu o pescoço, confrontando a felina com toda a sua convicção.

Algumas lições apenas podem ser ensinadas pelo medo, pois ele corta mais profundamente do que qualquer espada. Mas diferentemente de qualquer lâmina, pode-se superar o terror com o amor. Se Allannia amar realmente o que faz, não sucumbirá para qualquer comportamento duvidoso de seu chefe — mostrou-lhe os dentes pontiagudos, num de seus sorrisos trocistas — Ela é uma Grey de Silvermoon, Nascida na Tormenta. Se fosse para ser morta aqui, não teria chegado aonde chegou. Eu não tenho medo do que pode acontecer com ela durante o treino, mas sim dos resultados dele. Quanto mais poderosa ela se tornar, mais próxima de sua verdadeira natureza estará. Há com ela o sangue de seres monstruosos, mas existem aberrações piores do que ela nesse vilarejos.

Não consigo compreendê-la, Rauros-sama, mas confiarei em sua sabedoria. Não quero que nenhum mal seja feito para a Allannia-sama, seria demais para mim. Eu não suportaria — Lágrimas começavam a rolar por seu rosto delicado, umedecendo o semblante gentil da empregada.

“Há coisas em você que deve compreender ainda menos, humana”





(...)


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Capítulo 4.8
★ A gata dos canais! ★
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Allannia estava sentindo o corpo pesar, e os batimentos cardíacos acelerados. Cada centímetro de si parecia estar em chamas quando a sua forma bestial manifestou a segunda cauda, em algum determinado momento decorrente de seu lapso de fúria. Havia esquecido a fome, o medo e toda a dor, enxergando somente o breu absoluto além do horizonte, se estendendo mais do que seus olhos poderiam alcançar. Ela havia sido abandonada a mercê da própria sorte, e ninguém viria ao seu encontro, mesmo sendo de seu desconhecimento tal circunstância. A solidão normalmente deveria mexer consigo, considerando quão receosa ela se sentia quando imaginava um final similar à aquele, mas algo nela induzia o contrário. Rancor, raiva e rispidez, mesclados numa amálgama de emoções negativas, solidificadas em sua manifestação maligna. Uma síntese do caos.

”Caos. Caos. Caos.”

A voz ressoou em sua cabeça diversas vezes, e por fim, mesmo que tardiamente, ela percebeu. Se ela permanecesse focada em sua transformação induzida, jamais seria libertada, pois num estado de frenesi absoluta era impraticável se recuperar. Contudo, caso pudesse utilizar suas próprias habilidades, as suas chances de fuga seriam maiores. As ferramentas utilizadas para aprisionar suas mãos eram efetivas não por estarem fixas em uma superfície, mas devido ao momento, havia percebido somente quando tencionou puxar os pulsos em direção ao próprio corpo, e não para fora, como se estivesse tentando se libertar. As correntes a acompanharam, e com os selos em mente, realizados em alguns segundos, ela impôs a mão sobre o seio:

Shinku Mōdo — murmurou, numa voz irreconhecível, gerando uma aura escarlate ao seu redor e modificando a própria realidade e minimizando os efeitos do chakra intruso em seu organismo — Eu passei tempo demais tentando resolver a minha vida sem ser o que sou — Allannia confessou para si mesma, despedaçando as ferramentas metálicas com um único movimento.

As pernas se libertaram logo em seguida, e quando ela pensou que fosse cair no chão devido à altura em que estava, planou através de sua técnica até o solo, como se fosse uma pluma em queda livre. Os efeitos das manifestações excêntricas ainda estavam latentes, provocando confusão mental e ameaçando sua própria vida. Seu corpo estava debilitado, quase completamente esgotado, e ausência de nutrientes tornaria a pesar na sua sustentação. Suas pernas fraquejavam, e os passos, vagarosos, não pareciam ir a lugar nenhum. Pôs ambas mãos na cabeça, quedou os joelhos, urrando com todo o fôlego contido no âmago. Vagarosamente, o chakra rubro tal como o próprio sangue, escorrendo da virilha, cessou. Ela foi capaz, conscientemente, de cessar a transformação. As lágrimas desciam por todo o seu semblante, encostando a cabeça no chão fétido e áspero. Estar num local ermo, escuro e estranho mexia bastante com a sua psiquê debilitada, acostumada a enxergar nada além da luz, e se afastando dos cenários propícios para as trevas. “Eu apenas queria ser feliz. Mas errei tantas vezes, e com tanta gente”, a própria mente a torturava, incapaz de tolerar a consequência de suas escolhas. A fissura começou a afetar sua mente, sentindo falta do sabor doce de vinho em seus lábios. Ativou o seu “Ball of Light Technique”, iluminando o cenário que parecia mais com um balcão abandonado. Ironicamente, estava próxima de uma mesa, cujo qual, havia o seu odre de vinho favorito. Havia restado somente algumas gotículas dele, mas desfrutou delas com voracidade, lambendo os beiços quando cessaram. Ela lambeu até mesmo o líquido que havia escorrido pela mobília, usufruindo do máximo possível antes de questionar a si mesma sobre o que estava fazendo.

Sentia-se sozinha, porque sempre esteve assim.


(...)




Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



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HIT POINTS
HP: 370/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
Extras: None
HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 9195/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
Extra: 8450
CH Total: 9525


CÉLULAS
Nanabi: 450/2250



Equipamentos
Armamentos


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★ Inverno ★
★ ST: 05/07 ★
★ Anfêmero ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

Rauros estava ficando impaciente, considerando o atraso da elfa no mínimo duvidoso. Embora ela soubesse das dificuldades intrínsecas na conduta da Grey, não a considerava fraca o suficiente para tornar plausível uma letargia. Começava a questionar as intenções do Garwin, e fantasiar com cenários catastróficos. Kaori compartilhava das mesmas inseguranças, passando a credibilidade mais as suspeitas de outrora. “A garota pode ter estado certa esse tempo todo”, admitiu, trocando olhares demorados para com esta momentos antes de saltar das almofadas. Estresse em demasiado fazia-lhe desejar defecar. Atravessou os corredores longínquos da mansão, selecionando cuidadosamente o local na qual depositaria as suas fezes. Como de praxe, ocultou o seu ato com alguns tapetes próximos, remanescendo somente o odor característico como evidência de seus hábitos.

A sua intuição felina dividia a psiquê perturbada, sentindo segurança em imaginar um retorno da prateada, mas ao mesmo tempo, a razão buscava defeitos na carga emotiva. Desejou estar diante dela mais uma vez, reparando parte de suas falhas e estabelecendo-se como uma parceira da mulher. Os momentos de introspecção tornaram a Leoa mais compreensível, e propensa aos deleites da proprietária, embora ainda exibisse certo remorso pelo temperamento dela. Anteriormente partilhava da cama com a mulher de cabelos púrpura, contudo, ela teria solicitado certa privacidade nos dias subsequentes.

Aproveitou-se da pouca fiscalização para desbravar os cômodos da moradia, conhecendo áreas vedadas em momentos anteriores, como as três cozinhas locais e o quarto principal de Garwin, cujo qual certificou-se de deixar uma “surpresa” para quando este passasse a frequentar o cômodo novamente. Alimentou-se de algumas carnes dos frigoríficos, bebeu água da esbelta fonte particular e danificou as adegas de vinho, ciente da possibilidade otimista da Grey consumir todos sozinha, pondo em risco a própria integridade física. Apesar de agir como uma besta ao depredar a residência cujo qual foi recebida e bem tratada como hóspede, suas ações foram pautadas sob uma justificativa válida: encontrar Allannia Grey, seja lá onde ela estivesse.

A mansão era grandiosa, e caso quisesse, poderia passar um dia inteiro desfrutando dos locais e sequer seria suficiente para conhecer cada cômodo. Mas, mesmo com todas as suas limitações, e agindo de forma adequada à sua premissa, ela deduziu corretamente a possibilidade do louro possuir uma zona subterrânea. Era comum em inúmeras moradias aristocráticas, pois crimes poderiam ser facilmente ocultados e segredos efetivamente preservados. Algumas, a depender de sua cultura, eram conhecidas por sepultar seus mortos em catacumbas. Não tardou muito para que encontrasse uma escadaria suspeita, cujos lances se estendiam mais do que era esperado. Caso realmente fosse encontrar a Grey, aquele seria o seu melhor palpite. E caso fracassasse, considerando a possibilidade do pior, uma falha poderia significar chegar tarde demais. Mantendo isso em mente, ela desceu, e desceu, até a sua pelugem albina desaparecer na mais absoluta escuridão.



(...)


[CENA] A gata dos canais. (+16) LXTWoxd
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Capítulo 4.9
★ A gata dos canais! ★
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O sabor marcante da água lamacenta era desagradável, sendo espesso para os lábios e difícil de engolir. A barriga doía bastante, mas não havia nenhum rastro de alimentos disponíveis, embora desejasse comer qualquer coisa que fosse, disposta a aceitar até mesmo ratos em seu estômago. Próxima de sentir o peso da exaustão, manteve-se em pleno ar através de seu “Shinku Mōdo”, com a esfera luminosa da “Ball of Light Technique” em sua destra. Era uma espécie de labirinto, empossado de câmaras peculiares para presos, vislumbrando alguns esqueletos antigos e resquícios de cadáveres, abandonados até a morte, esquecidos pelo tempo. Um calafrio percorreu sua espinha, imaginando um destino do cunho para si.

Era desafiador manter as suas técnicas ativas, mesmo não possuindo uma grande complexidade, apurando a sua compreensão de Ninjutsu próxima da morte iminente. Estar abandonada forçou sua mente a correlacionar o chakra com uma manifestação da própria alma, embora não sejam os termos mais aceitáveis para uma descrição da natureza. Bastava manter a mente alinhada ao corpo, e um pouco de criatividade, e ela seria capaz de estabelecer um contato íntimo com a Arte Ninja. A solidão foi um fator determinante para a sua evolução rápida, afastando-se de qualquer base e mantendo margem apenas para as próprias seguranças. Batalhar contra os demônios adormecidos em seu âmago despertou nuances nunca antes sentidas por ela, conhecendo traços determinantes para o seu futuro como uma kunoichi.

Allannia conteve os ânimos e buscou decifrar os padrões de sua prisão, marcando os locais repetitivos e buscando alternativas viáveis para suas rotas. Contudo, mesmo sendo inteligente e apta em tais tarefas, dada a sua relativa experiência como ninja e os seus fundamentos teóricos, ela era incapaz de sair das masmorras sozinha. A insegurança tornou a assolar seu âmago, incitando as batidas cardíacas repetitivas e intensas, e provocando náuseas. Quase começou a choramingar mais uma vez, percebendo quão afetada emocionalmente ela estava. Se ela não encontrasse uma alternativa, estaria morta. Caso demorasse mais algumas horas para encontrar um caminho, era provável que enlouquecesse antes disso. Ela não possuía nenhuma alternativa, exceto uma esperança:

Socorro! Socorro, alguém me ajude! — ela exclamou com todo o seu fôlego, caindo de joelhos, aos prantos. Era mais do que ela era capaz de suportar.

O silêncio perdurou por pelo menos trinta segundos enquanto sua voz fazia eco, soando diversas vezes antes de se dissipar, como uma folha sendo soprada pelo vento. As fagulhas de sua esperança vagarosamente foram desaparecendo, e ela passou a se conformar com a realidade, mesmo a contragosto. Era o fim. Allannia Grey morreria como uma inábil num local ermo e sujo, completamente desprovida de honra. Caso um dia fosse encontrada, ela acreditou, seria lembrada como uma mácula para o legado de sua espécie. “Não pude realizar o seu sonho, Allegra-san”, fechou os olhos e respirou fundo, desistindo dos sonhos. Mas os passos ressoaram, por fim, tão vagarosos quanto sonoros. A aproximação deles aquecia o seu coração, alimentando os resquícios remanescentes de sua fé. Os olhos marejados fitaram o breu absoluto, aguardando seja lá quem fosse o seu salvador, ou o algoz capaz de pôr fim ao tormento que perdurava. Não importavam mais, para Allannia. Ela apenas queria que tudo acabasse, o quanto antes. E se não fosse capaz naquele instante, não seria jamais.

A silhueta projetou-se em seu campo de visão portando uma esfera luminosa em sua canhota, utilizando da mesma técnica apresentada pela Grey para tornar o ambiente visível. As formas ainda eram um tanto enigmáticas e sombrias, prostrada diante do sujeito em um estado de mais absoluta humilhação. Envergonhada, ela cobriu as suas formas, encolhendo o corpo timidamente. Normalmente, estaria confiante e dominante, mas havia perdido as suas características diante da morte iminente. Era capaz de sentir a respiração carregada dele, e observar, mesmo que brevemente, a face parcialmente visível. Os seus lábios projetavam um sorriso predatório, e o olhar, era oculto pelo negrume, concedendo-lhe um aspecto aterrorizante.

Quer que eu a salve, Allannia? — questionou-lhe, associando vagarosamente o timbre ao Reid Garwin, o sujeito perverso cujo qual havia dirigido todo o seu ódio — Eu confesso que não esperava muito de você, mas estava crente de que seria capaz de ao menos compreender como escapar das suas amarras. Quer que eu te elogie? Realmente é um deslumbre vê-la assim — zombou, incitando a fúria no coração da Grey.

Por que você fez isso comigo? Eu apenas pedi uma instrução durante meu treinamento, e recebi de você uma tortura! — Allannia estava enfraquecida em demasiado, e para manter o ritmo, algumas das frases soaram mais baixo ou intercaladas por breves pausas — Eu confiei em você, Garwin.

Essas masmorras são tão antigas quanto a minha família, e embora a posse principal tenha mudado muito no decorrer das gerações, esse espaço permaneceu imaculado por muito tempo. Um recanto para os desafortunados que acabam se afundando em dívidas, ou para escravos teimosos que tentavam se rebelar contra os seus senhores. Um local adequado para vermes, e mais ainda para quem busca algo além da própria dignidade — Reid Garwin encurtou a distância entre ambos, encostando a canhota em seu ombro — Meu pai ensinou-me que a dor instrui, purifica e fortalece, criando guerreiros e guerreiras capazes de suportar o destino cruel de quem porta uma Hitai-ate, pois apenas os mais fortes sobrevivem nesse mundo cruel.

Não fale asneiras. Você está criando artifícios para justificar a forma doentia como vem me tratando desde que cheguei aqui — Allannia rangeu os dentes e cerrou os punhos, desferindo um olhar desafiador na direção dele.

Pode ser que você esteja parcialmente correta, mas eu realmente a quero poderosa. Você é uma Grey, e há coisas que eu quero que faça por mim — a mão apoiada dele ameaçou deslizar por sua pele, mas prontamente Allannia afastou seu toque com violência — Não seja tão rude comigo, pensei que fôssemos amigos. Lembra? Eu, você e Sarah fazíamos um ótimo trio nos nossos melhores dias.

Não fale como se eu guardasse boas recordações suas, Garwin — Allannia se reergueu vagarosamente, sentindo dores fortes em seus joelho e em pontos diversos de seu corpo — Agora me tire daqui, e me poupe de seus espetáculos.

Farei como deseja, claramente. Mas antes, eu quero uma demonstração do que pode fazer — os olhos atrevidos dela a olharam de cima para baixo, mas o que ele buscava contemplar era a forma característica de sua técnica, modificando o corpo num ponto que a tornava uma criatura distinta — Eu quero vislumbrar a essência da besta, acho surpreendente que tenha adquirido os fragmentos dela sem manifestar nenhuma sequela como consequência.

Do que está falando? Eu não atenderei mais nenhum dos seus caprichos. O que pensa que eu sou? — Allannia contestou, mas antes que pudesse continuar resistindo ao mesmo, num piscar de olhos, sentiu os braços dele segurando os seus e um impulso rápido e intenso submetendo ela ao chão.

Reid Garwin suprimia o movimento dos seus braços, enquanto o peso de seu corpo inibia qualquer tentativa de resistência. Ela possuía uma força considerável, mas na circunstância presente, era incapaz de resistir ao homem. Allannia emitia grunhidos repetitivos, e buscava em seu interior o vigor necessário para suprimir a ameaça de imediato. Pouco a pouco, a sua esperança foi minada, e ela permitiu que a esfera luminosa em sua palma desaparecesse. Seu corpo ainda emitia a luminosidade escarlate advinda de sua transformação Grey, contudo, era uma fonte luminosa débil diante da escuridão absoluta da masmorra. O louro poderia fazer o que quisesse com ela, e não poderia fazer nada além de respirar fundo e esperar que tudo acabasse

Percebe? Uma kunoichi fraca e caída não passa de uma mulher qualquer — Ouviria dele a provocação hedionda, e antes de qualquer ação posterior, permitiria que a fúria interior dominasse o seu corpo.

“Acho que finalmente posso fazer isso por conta própria”

Allannia manifestou abruptamente duas caudas de chakra, e coberta por uma aura rubra intensa, ela inverteu a posição de ambos, assumindo um posto de dominância. Não era capaz de vislumbrar o semblante de seu agressor, e mesmo carregando consigo os danos em sua vitalidade após tanto tempo fora de si, ela persistia sobre ele. O punho se fechou, e num violento movimento, ela desferiu um único soco contra seu rival. Os braços dele subiram rápido o bastante para aparar o ataque, mas a cratera se formou ao redor independentemente do resultado, estremecendo as bases da masmorra e ameaçando pôr tudo para baixo.

Incrível. Allannia, você conseguiu. Isso é genuíno — o deslumbre dele soou sincero, num tom que mesclava empolgação com receio e alívio — Mas é uma pena que o resultado seja somente esse. Eu esperava um pouco mais — finalizou num lamento breve, e um brilho intenso fora emanado de sua silhueta — Vamos acabar logo com isso, você está fedendo — escutou, uma última vez, antes de apagar repentinamente.




(...)




Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



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HP: 246/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
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HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 9415/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
Extra: 8450
CH Total: 9525


CÉLULAS
Nanabi: 000/2250



Equipamentos
Armamentos


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★ Inverno ★
★ ST: 00/07 ★
★ Anfêmero ★





★ La Campanella ★
Allannia Grey

Rauros se ateve aos seus sentidos animalescos para conseguir se situar no breu do que parecia ser uma espécie de masmorra abandonada, úmida e com um cheiro forte de mofo. Sua visão de leoa permitia enxergar com dificuldade o entorno, mas não era como se fosse perceber mais do que formas e indícios de obstruções. A tensão permeava o recinto a cada novo passo, e as garras, expostas na condicional de perigo iminente, indicavam a hostilidade intrínseca da besta albina diante da possibilidade de um confronto vindouro. Estava acostumada em resolver algumas das lutas da Grey, aproveitando-se sempre quando estava numa posição furtiva, roubando o golpe final e assegurando o sucesso dos combates. Allannia era péssima em finalizar suas lutas, e a forma como os adversários sobreviviam nos momentos finais dizia muito sobre a sua postura covarde.

Quase se pegou imersa em seus devaneios, quando por instinto, virou-se para o horizonte. O odor característico da Grey impregnou suas narinas, e uma fonte luminosa parecia se aproximar vagarosamente em sua direção. Permaneceu a postos, aguardando. Conhecia a prateada por tempo demais para ter se confundido, e se não fosse ela, estava consciente da possibilidade de ser o responsável por tornar a mesma uma cativa. Rauros focou a visão na silhueta, percebendo, conforme as suas formas se tornavam mais evidentes, uma altura avantajada em comparação a mesma. Prestes a dar um bote derradeiro, a voz anunciou-se num tom despreocupado:

Yo, Rauros. O que faz sozinha aqui? Achei que sua espécie não se contentava em caçar ratos. Gatos são todos iguais, no final das contas — ele deu os ombros, passando por ela como se a mesma fosse somente mais um obstáculo. Carregava consigo a Grey, desacordada e em péssimo estado.

O que fez com ela, Garwin? — questionou-lhe, avançando num ímpeto contra o sujeito, fracassando numa evasão veloz deste — Solte ela!

Tenha cuidado com o que faz ou pede, ou ela pode acabar se machucando de verdade — Reid suspirou, virando o rosto para vislumbrar sua face, de soslaio — Se eu quisesse mesmo qualquer uma de vocês morta, já o teria feito. Apenas estou fazendo o que a cretina pediu e a treinei.

Isso não foi treinamento. Você a torturou. A humilhou. A fez sofrer.

O que não a mata, a torna mais forte. Você deveria saber isso mais do que qualquer um de nós, afinal, em habitat natural nenhum leão fraco sobrevive mais do que algumas semanas. Se a elfa quiser mesmo se tornar uma kunoichi, precisará fazer mais do que ler pergaminhos e receber carícias. Estão pensando que esse trabalho é o mesmo que ser uma bibliotecária, ou uma prostituta? O sucesso não vem fácil — Ele torceu a boca, em desprezo — Agora se me dá licença, estou de saída. Pode ficar aqui se quiser, não fará falta alguma — e então, ele partiu, abandonando a Leoa impotente enquanto seguia de forma ininterrupta até o começo do labirinto.


(...)


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Capítulo 4.10
★ A gata dos canais! ★
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Allannia despertou na cama coberta por plumas, sentindo o odor apetitoso de uma sopa nas proximidades. Sua visão ainda estava consideravelmente turva, e os lábios ressecados sentiam falta de alguma gota de álcool. Sentiu o toque suave de alguém embalar o seu corpo, e o perfume emanado pela silhueta encheu suas narinas de doçura. Erguendo a face um pouco acima dos ombros, vislumbrou a jovem de cabelos arroxeados, sorrindo de forma agradável em sua direção. Normalmente, sentiria vontade de vomitar ao simular empatia por empregados, pobres ou indivíduos desinteressantes, mas aquela, em específico, despertava nela um misto de compaixão e conforto. “Talvez eu esteja em minha fase carente, e a minha crise de meia idade tenha chegado”, Allannia pensou consigo mesma, abraçando a funcionária com as mãos firmes. Surpresa e corada, ela correspondeu ao seu toque, embora tenha preferido que ela não tivesse feito nada.

Fico feliz que tenha despertado, Allannia-sama. Trouxe comida e vinho, mas não diga nada ao Reid-dono. Ele me disse que era melhor você deixar de ser uma bêbada imunda — ela concedeu-lhe um sorriso cansado, oferecendo um cálice pata a Grey.

Obrigada, Kaori-san. Você é sempre muito gentil — aceitou timidamente a bebida, saciando o seu vício vigorosa, como de praxe — Quanto tempo estive desacordada?

Apenas uma noite. Coma, Allannia-sama. Você ainda está bastante fraca, e não precisa se preocupar com os treinamentos por enquanto — ela trouxe para o próprio colo a tigela de sopa, e ofereceu-lhe uma colherada, como se estivesse alimentando uma criança de colo, ou uma idosa — Abra bem a boquinha, está chegando o aviãozinho.

Eu prefiro me alimentar por minha conta, Kaori-san, agradeço pela comida — Sorrindo-lhe forçadamente, tomou da mulher o recipiente e desceu tudo goela abaixo, tomando através dela mesma.

Achei que fosse uma mulher mais recatada e elegante, Allannia-sama — envergonhada, ela virou a face, vislumbrando os quadros elegantes do anfitrião.

“E eu pensei que você não fosse tão estúpida", guardou para si mesma o comentário, desfrutando de sua refeição. Sentia-se como se nunca tivesse comido algo tão saboroso, mas a fome denunciava a sua ilusão. Permaneceu naquele ímpeto até esvaziar tanto a garrafa alcoólica quanto três tigelas de sopa, repondo uma conforme a outra era prontamente esvaziada. Quando se deu por satisfeita, ela deitou na cama e olhou diretamente para o teto, refletindo sobre os aprendizados obtidos naquela estadia.

No que está pensando? Alguma coisa está errada? — Kaori, provavelmente designada para vigiar seus próximos momentos movimentos, insistia em tomar as atenções para si.

Nada, não precisa se preocupar comigo. Aliás, provavelmente precisarei da sua ajuda, não agora, mas eventualmente. Por ora, quero descansar — confessou-lhe, e embora entristecida, a mais jovem abandonou o quarto, deixando a Grey sozinha.

E então, ela pôde chorar.



(...)




Rauros, a Leoa
HP: 1000/1000
CH: 1000/1000
ST: 00/05



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HIT POINTS
HP: 2475/2475


HP Base: 1425
Stamina: 625 (5 pontos)
Extras: None
HP Total: 2475


CHAKRA
CH: 9525/9525


CH Base: 200
Stamina: 625
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CÉLULAS
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Angell
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Bom jogo!

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[CENA] A gata dos canais. (+16) LsGQvv3Olá, Convidado, eu sou a Angell.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
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