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Lua Minguante
Arco 01
Ano 25 DG
Verão
Pouco mais de cinco anos se passaram desde a queda de Kaguya e tudo mudou. Novos líderes foram coroados, novos conflitos nasceram e as chamas da revolução foram ouvidas pelos desertos — e a independência chegou para Sunagakure. Aliados a um novo Senhor Feudal, a nação voltou a se erguer, iniciando melhorias que chamaram atenção de muitas pessoas no mundo inteiro. No entanto, nem tudo é o que parece ser e um mal antigo parece estar à espreita…
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
gogunnn#6051
Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
Akeido#1291
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Havilliard
Havilliard#3423
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Zireael
Jōnin
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Tomado do chão coberto de areia, o pedaço de papel pousou nas palmas de minhas mãos, ondulando ao vento que soprava e chiava com suavidade. Deleguei aos meus olhos o ofício de ler o conteúdo daquela carta, uma mensagem que havia sido secretamente deixada na soleira da porta. Minhas mãos tremiam enquanto eu absorvia aquele conhecimento; e eu sentia meus olhos se arregalarem inconscientemente, abismados. Quando terminei, o mundo girou aos meus pés, e senti que viria a tombar. Agarrei-me à sacada da janela entreaberta e, depois de suspirar profundamente o vento fresco do outono, praguejei. — Malditos... — Minha fala saiu enraivecida, carregada pelo ódio que há muito eu nutria em meu interior. A carta, de acordo com aquilo que eu havia lido, dizia que meus dois companheiros de forja – meus grandes amigos de longa data – haviam sido capturados, feitos de prisioneiros em um templo no deserto. Eu não sabia com exatidão quem havia planejado essa investida, mas algo me levava a crer que era parte de um plano dos seguidores de Kiara Sessyoin, a deusa maligna. Em um passado distante, um desses asseclas do mal já havia me atraído até os limites do país do Vento através de uma carta – e agora a mesma estratégia se repetira. Em instantes, rapidamente ajeitei no corpo as minhas vestes habituais, calcei as sandálias, tomei os meus armamentos e saí de minha morada apressadamente.

Seguiria diretamente para a forjaria de meus amigos ferreiros – queria me certificar que eles não estavam lá. De longe, conseguia ver os entornos da forja completamente desabitados, sem uma vivalma para me dar um parecer. Alonguei os meus passos e, em poucos minutos, situei-me à frente da porta de entrada para a forja. Para a minha infelicidade, a porta estava aberta, levemente escaramuçada como se tivesse sido atingida em um combate. A preocupação subiu aos meus pensamentos, e imediatamente entrei no ambiente mal iluminado, onde a única luz que emanava eram das brasas cálidas na fornalha ao fundo do salão. E não havia ninguém.
— Kaiba-san. Gin-sama. — Balbuciei o nome dos meus amigos, aceitando que, de fato, eles não estavam ali. Tudo levava a crer que haviam sido raptados por pessoas ruins; pelos seguidores da deusa Kiara. Saí, e depois, comecei a me mover até o portão da aldeia. Não me importaria com o sol escaldante que caía sob mim, me atingindo fortemente; tampouco com a ausência de suprimentos na minha jornada ao deserto. Eu deveria tomar coragem e chegar até o templo mencionado na carta; eu deveria me cobrir da esperança de que, talvez, eu poderia salvar meus amigos das garras daqueles cultistas perversos. A cada passo deixado na areia, cada vez mais me aproximava do portão e do grande desfiladeiro que o contornava. No fim de uma caminhada pacata, as sentinelas da Aldeia me pararam e questionaram minha saída. Eu prontamente apresentei a carta e disse que aceitaria qualquer tipo de punição posterior. — Por favor, eu só peço que me deixem ir... — Minha voz estava trêmula, descompassada. Os soldados assentiram, e eu segui pelo deserto. Em minhas mãos, a carta predizia esboços de um mapa, e eu tentaria acompanhá-lo para além daquele oceano infindável de dunas.

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Jōnin
[Cena] — Deus da Tormenta UiSFSbY
[Cena] — Deus da Tormenta UiSFSbY
O mar de areia cresceu diante de meus olhos. As dunas, grandes, médias e pequenas, serpeavam no horizonte como ondas reticulares; algumas formando pequenos patamares e montes disformes, enquanto outras escondendo o sol forte que imperava no além, soberano sob tudo no céu anuviado. As minhas pegadas na areia eram constantemente apagadas pelo vento, que parecia ficar mais forte a cada passo que dava na direção de meu destino. Seria um aviso dos deuses? Um anúncio para que voltasse? As crendices vinham à tona nos pensamentos como a desculpa para que eu fugisse de minha obrigação, mas eu seguia adiante com insensatez, impulsivamente. Era como se eu estivesse sorvendo um gole do heroísmo doentio que outrora eu havia renunciado. À minha cabeça, a imensidão azul aos poucos se transformava: o céu deixava o seu tom ciano para se tingir de um laranja-avermelhado, enquanto as nuvens, que antes eram límpidas como camadas de algodão, aos poucos passaram a ser contornadas em adornos de ouro. Isso tudo significava que o tempo havia passado rapidamente; já havia caminhado horas e horas. O sol já se encontrava no poente, uma grande esfera coroada em vermelho no fundo do cenário que vertiginosamente seria sepultada nas entranhas das dunas acolá.

Com naturalidade, depois de algum tempo, as sombras surgiram. A noite caiu e, com ela, veio a lua e as estrelas – ambas igualmente brilhantes no céu escuro. O calor deu lugar ao frio, e o vento, que antes trazia o bafo quente das areias, passaram a refrescar o meu corpo suado. Quanto a mim, nada vinha em meus pensamentos – apenas uma absoluta preocupação banhada em um ódio nauseante. Segurava com firmeza o papel em minhas mãos, de tempos em tempos desviando os olhos para ler o conteúdo do mapa – um esboço de um caminho que me levaria até o suposto templo onde meus amigos estavam sendo mantidos como prisioneiros. Meu corpo estava cansado: minhas pernas vacilavam, as solas de meus pés ardiam, minhas costas doíam, minha cabeça parecia que ia fritar. Mas nada disso iria me impedir. O meu corpo era aço, e o meu sangue, era fogo. Essas palavras, que tinham sido proferidas a mim por um hierofante quando eu era criança, começavam a tomar algum sentido em minha vida. Eu deveria aguentar as adversidades, suportar esse sofrimento, esse calvário. Para que pudessem me atingir, os seguidores de Kiara raptaram Gin-sama e Kaiba-san. No fundo, a culpa era minha; e agora era o meu dever resgatá-los.

Como um predador astuto da noite, me esgueirei até o alto de um monte de areia, um platô de dunas que me conseguiu oferecer uma boa visão do cenário adiante.
— Lá está. — Minhas palavras saíram imediatamente após eu ver uma construção coberta pelas sombras noturnas. Era grande, tão grande que rivalizava com uma montanha ao seu lado. Parecia ter sido feita através de alvenaria moderna, apesar de possuir telhados ondulados nos padrões orientais. Suas paredes eram brancas, mas encardidas, e o telhado era escuro como o céu da noite. De longe, eu conseguia ver duas entradas: por cima da grande muralha, que estava sendo vigiada por uma torre; e um grande e infame portão. Algumas luzes estavam acesas e eu conseguia distingui-las na escuridão noturna; contudo, não era isso o que me assombrava, mas sim a aura maligna que parecia emanar daquele lugar. Um ar inquietante parecia cobrir aquele espaço, e a cada segundo que eu passava fitando-o, mais um nó parecia se formar em minha garganta. Depois de um tempo analisando a construção, resolvi encorajar-me. Engoli seco e, deslizando pelas areias num vento refrescante, saí do platô de encontro ao templo. Não sabia, ainda, por onde iria, mas eu estava decidido que iria entrar naquele lugar. O ódio subiu, e meus olhos mudaram para o habitual vermelho sangue. Estava na hora de encarar o meu destino.

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Jōnin
[Cena] — Deus da Tormenta UiSFSbY
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O vale de sombras cresceu ante a minha presença e fez-me sentir pequeno em meio à imensidão do templo, uma fortaleza soturna, carregada de um alento cruel e desolador. O lugar era silencioso, apático como a lua no céu; mas os ventos que o cortavam eram trovejantes tal qual as lamúrias de almas penadas. Embora todas os meus sentidos me forçassem a recuar, minha determinação me dava forças para continuar na caminhada; passo a passo nas areias finas que lentamente davam espaço para um terreno pedroso – rígido e irregular. O medo do desconhecido era grande, mas o temor de perder os meus amigos era ainda maior. — Enfrente. Siga em frente. — Dizia baixinho, fechando os olhos num breve segundo depois de recitar essas breves palavras. Com o andar, encurtei ainda mais a distância da fortaleza negra, ao ponto de precisar olhar para cima para vislumbrar o seu píncaro no extremo céu. De perto, pude ver ainda melhor a construção – que exibia pequenas torres nas laterais, uma torre grande ao fundo, uma extensa murada de pedra fria telhada por espinhos e lâminas encrustadas, e um imponente portão negro coroado por algumas inscrições ilegíveis tingidas de vermelho, provavelmente por sangue. No meio do pandemônio, ouço um som estranho e repentino. Era o som do bater das asas de um grande pássaro no alto do céu – um condor. Aquele era o som da morte, e parecia estar a me rodear.

Cesso meus passos e me viro completamente para o templo. Suspiro e ergo a cabeça, vislumbrando de cima a baixo o grande portão. Estava fechado, e por isso, continuo a mirar os entornos da fortaleza, pensando em como ia adentrá-la. Eu poderia saltar pelo muro? Poderia superar os espinhos e as lâminas? Ou então eu poderia cavar um pequeno túnel e entrar por baixo? Quem sabe, eu poderia avisar os meus inimigos da minha presença, gritando aos ventos que eu havia chegado. As ideias vinham à tona rapidamente; mas logo um barulho cresce em meus ouvidos. O som, antes tímido, tornou-se forte, retumbante como um trovão. E então, como mágica, o grande portão abriu-se com pesar, revelando uma luz viva do interior do templo. Eram chamas que vinham de tochas e pequenas fogueiras – algumas eram altas e fortes, brilhavam intensa e vividamente; outras, entretanto, eram pequenas, vacilantes e trêmulas, e sua luz se escurecia e se extinguia. À minha frente, abriu-se um caminho: um corredor à céu-aberto largo e longo, que dava acesso ao templo em seu final. De longe, já conseguia ver uma claridade franzina e fraca, quase latente, titubeante, que resplandecia, ocasionalmente, com grande esforço, ou se apagava quase por completo. A luz moribunda revelava o meu destino. Era para lá que eu estava indo.

Aceitando o convite para entrar nos limites da fortaleza murada, dou o primeiro passo no corredor de pedras, me vendo banhado pelas luzes das tochas e fogueiras nas laterais e sendo aquecido pelo calor. O pássaro no céu pareceu reagir à minha presença, e se afastou abruptamente com o silvar das rêmiges de suas asas. O vento ululou e fez levantar uma saraivada de faíscas das tochas; e eu engoli seco, sentindo um nó apertar a garganta A tensão cresce, e o medo, guarnece. Num instante, o andar que antes era rítmico e lento, tornou-se desarmônico e rápido. Apesar do temor, eu queria ver o que estava na luz, no além daquele corredor. Eu queria ingressar naquele lugar e confrontar os meus inimigos. Como um herói que eu havia sido no passado, eu queria derrotar os meus algozes e salvar os meus companheiros. Gin-sama e Kaiba-san não mereciam sofrer. Ninguém merecia. Enquanto refletia, recaído em minhas obrigações, me vejo correndo na direção destinada. A luz ao final do corredor de pedras torna-se mais forte; e as chamas das tochas e fogueiras nos meus flancos se tornam mais fracas. Barulhos de vozes começam a romper os ares – gritos e risadas cacofônicas. Sem perder tempo, meus passos se tornam ainda mais rápidos, e então, eu supero o corredor como uma seta em direção ao sol. Enterro-me profundamente na claridade do templo, e então, algo me acerta.

Não houve tempo para reação. Simplesmente sinto uma forte pancada atingir a minha nuca, sobrevindo uma intensa dor e tontura. O templo, antes iluminado, ficou embaçado, e depois, escuro. Meus olhos se fecham involuntariamente, e meus joelhos se dobram. Eu caio. Me vi imerso em um mundo de sombras, um breu sem fim em que ecoavam vozes. Os gritos cresciam, embora eu não conseguisse distingui-los claramente. Pareciam injúrias, xingamentos destinados a mim; mas enquanto desfalecido, eu não tinha certeza. O tempo pareceu passar, e depois, lentamente fui recobrando a consciência que outrora havia me sido tomada.
— Parece que ele acordou! — Disse uma voz masculina ao fundo. — Olhem, ele está abrindo os olhinhos vermelhos! — Falou uma outra, rindo histericamente. — Acho que já podemos dar início ao ritual, o que acha, chefe? — Uma terceira falou, e depois, fez-se silêncio. Segundos se passaram, e eu finalmente consegui avistar os meus entornos. Eu estava no interior do templo, um salão grande, com inúmeras tochas de chamas alaranjadas distribuídas nas paredes tingidas de vermelho. O piso do lugar era amarelado e refletia o fogo; e o teto era totalmente negro como azeviche. Eu me encontrava no centro do lugar, com meus membros acorrentados em uma pilastra de madeira. O interior do templo era desnivelado e em forma de cúpula, e eu estava no chão, no nível mais abaixo. Acima de mim, haviam inúmeras pessoas – homens, mulheres e crianças – vestidas de túnicas negras, lembrando o povo jashinista que eu havia encontrado no passado.

Ao meu lado, estava Gin-sama. O mestre ferreiro se encontrava preso em uma pilastra semelhante à minha, mas ele estava verdadeiramente mais machucado que eu. Seu rosto estava coberto de ferimentos, como se tivessem o moído de fortes pancadas – tanto que não conseguia abrir seus olhos. Seus lábios estavam inchados e sangrando, e o mesmo para seus braços e pernas.
— G...garoto? Você está aqui? — Disse o ferreiro com grande dificuldade, em um tom quase inaudível. — Gin-sama! Não se preocupe, eu vou tirar você... — Não consegui completar a minha frase. No mesmo instante, uma voz possante cortou nossa pequena interação. Eu a conhecia: era a voz do meu algoz, o misterioso seguidor de Kiara Sessyoin, o homem que me entregou uma maldição para que eu pudesse alimentar o ódio do meu sangue. Era o homem que queria que aflorasse o poder de meu clã, para então conceber um ritual maléfico envolvendo a tal deidade. — Podem dar início ao ritual. — Proferiu ele, com firmeza. Virei-me na direção do homem, rangendo os dentes com raiva enquanto via-o de cima a baixo. Continuava a vestir aquele mesmo quimono vermelho-sangue, com cabelos longos e negros que se agitavam com a brisa fraca que incidia no templo. Seus olhos eram intensos, raivosos como de um predador. E ao seu lado, num vislumbre, eu vi outro alguém. Alguém que eu não esperava que estaria ali, achegado ao inimigo. — K...Kaiba-san? — A surpresa manifestou-se em minha voz, e arregalei os olhos, não crendo naquilo que estava vendo.

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O vento soprou no interior do templo, e as piras das tochas vibraram em uma dança. As figuras do homem de quimono vermelho e de Kaiba se tornavam nítidas enquanto iluminadas pelo fogo, e vi o semblante de ambos cintilarem em meio às brasas quentes. O homem de quimono, o meu antigo inimigo, aquele que me concedeu a marca da maldição situada em meu pescoço, mantinha uma feição fechada. Ele era como um fragor incarnado, como um anjo exterminador pronto para castigar-me pelos meus pecados. Enquanto isso, Kaiba, ao seu lado, aparentava sustentar-se sob o véu da indiferença – seus olhos escuros pareciam vazios e ocos. — Desculpe, Emiya-san. — O ferreiro resolveu falar, me atravessando com seu olhar regado de apatia. — Mas isso tinha que acontecer. Já estava escrito antes de nos conhecermos. — Ele se aproximou. Seu físico franzino estava coberto por uma túnica negra semelhante aos demais cultistas que se encontravam naquele templo. Ele era apenas mais um daqueles religiosos fanáticos. — Você... você está de brincadeira, não está? — Minha voz saiu abafada, e eu me esforçava para olhar para o alto e fitar o rosto de Kaiba para ver sua reação. — Desde o início... o nosso encontro na forja... tudo isso foi planejado por vocês? — O silêncio permaneceu, e eu entendi que seria uma resposta afirmativa para a minha pergunta. — Droga... Kaiba... isso não pode ser verdade... — Fechei os olhos em tristeza, deixando que o peso de meu corpo me jogasse para baixo. Abaixei a cabeça num instante, e as sombras me engoliram. Como eu sairia dali? Como eu enfrentaria aqueles cultistas? Como eu salvaria Gin? As perguntas martelavam os meus pensamentos.

— Já acabou de falar? — Dessa vez, foi a voz trovejante do homem de quimono que se manifestou. Eu abri os olhos no mesmo segundo, e vi-o saltar até mim – saindo do alto do templo e vindo parar a poucos metros de mim. De perto, conseguia sentir a atmosfera mudar ainda mais, como se estivesse lidando com um verdadeiro demônio. A plateia continuou em silêncio, assistindo as ações do líder. Ele colocou a mão no cabo de sua espada, uma arma de lâmina curvada com um fio maligno, e começou a andar em minha direção. Com um movimento limpo, ele sacou a arma brilhante num assovio limpo, o que fez a plateia cair em admiração. De relance, conseguia ver Kaiba se afastar do lugar onde antes se encontrava, parecendo se esconder por detrás de uma pilastra. Era como se ele não quisesse assistir o que estava por vir. — O que você vai fazer? — Perguntei diretamente para o meu inimigo, fitando seus olhos flamejantes. Ele ignorou, e continuou seu ritual: aproximou-se de mim ainda mais, enquanto afagava a lâmina da espada com a palma da mão. Depois de alguns segundos, ele cerrou os olhos e falou, como numa oração. — Eu, o apóstolo Apólion, dedico este sacrifício à nossa Mãe, Kiara-sama. — A espada brilhou no contraste com as piras flamejantes que iluminavam o local. A voz era grave, como se ressoasse por todos os cantos do grande templo. — Que esta oferta seja apenas o início da cerimônia que a trará de volta... — Mais uma vez, fez-se silêncio. O homem – que agora eu sabia o nome: Apólion – abriu seus olhos furioso e me olhou. A lâmina da arma brilhou com mais força. E ele gritou. — Regozijem-se, fiéis! Hoje, nossa Mãe voltará a caminhar pelo mundo, e trará a todos o prazer que todos nós buscamos! Mas antes, precisamos aquecer o sangue sagrado deste garoto, fazê-lo ferver com o ódio que há muito ele vem cultivando! Só assim ele conseguirá despertar o verdadeiro poder que trará nossa Mãe de volta à vida!

E então, a espada que antes parecia estar sendo levada até a mim, foi abruptamente lançada ao meu lado. Meus olhos acompanharam o trajeto da arma, e num segundo depois, consegui vê-la cravada no peito do meu mestre. — Gin-sama! — Eu gritei em grande surpresa, como se eu mesmo tivesse sido apunhalado. O mestre ferreiro arregalou os olhos, e depois abaixou o olhar para fitar a ferida. A lâmina atravessou o seu peito e varou a pilastra em que ele estava situado – um golpe mortal, desumano. — Garo...to! — Ele gritou com dificuldade, cuspindo sangue enquanto a viscosidade escorria pelo peito em direção ao chão do templo. — Aguente! Aguente, Gin-sama! —Desesperadamente, eu tentava conjurar o meu chakra e invocar chamas ao meu redor – mas nada acontecia, pois algo parecia vedar os meus poderes. — Por favor, não morra! Ajudem-no, por favor! — Restou-me implorar aos meus próprios inimigos, que riram de minha cara. Apólion suspirou, e depois de andar alguns passos, retirou a espada do peito do mestre ferreiro, fazendo o sangue jorrar ainda mais. — Garoto... espero que você fique bem... — Gin diz, quase sem forças. Lágrimas brotam em meus olhos, lágrimas regadas por um sentimento de impotência. — Por favor, não! — Grito, tentando mantê-lo desperto. Era a única coisa que eu podia fazer. — Acho que não vamos... não vamos conseguir trabalhar naquela arma, não é, garoto? — O mestre ferreiro diz, e depois, um sorriso se molda em seu rosto. Depois, seus olhos se fecham lentamente.

— Ele está morto. — Apólion diz. — Já você, Emiya, não está com raiva? — Ele se vira para mim, limpando o sangue da espada na manga do quimono. O choro continua a regar as minhas bochechas, e um nó sufocante se forma em minha garganta. O público ao meu redor pareceu se contorcer de alegria, felizes com a morte do meu mestre. Alguns gritavam, me xingando; outros, agradeciam pelo suposto sacrifício feito à deusa Kiara. Por instantes, senti que a razão de eu existir tinha sido simplesmente destruída por aquelas pessoas, por aquele pandemônio. — Por que você fez isso? — Perguntei, levantando o rosto em direção ao cadáver de meu mestre. Memórias passadas vinham à tona; lembranças de quando estive com Gin, quando o conheci, quando recebi suas instruções, quando ele elogiou o meu trabalho. — Ele não merecia isso. Ele não merecia. Não merecia. Não... — Os pensamentos iam e vinham. Eu grito, e sinto o sangue ferver. O choro se mistura à voz rouca, e depois, se torna um grande grito. Meu chakra começa a aparecer, a superar os grilhões que me prendiam. Uma energia viva se dobra ao meu redor, como uma armadura ora alaranjada, ora vermelha. Aquele era a manifestação do meu ódio, assim como os meus olhos que, depois de breves segundos, pareciam enxergar o mundo de uma forma melhor. Eu rangia os dentes, e Apólion, erguendo sua espada, ficava feliz com o que estava acontecendo comigo. — Parece que funcionou. Aí estão, os olhos em forma de caleidoscópios, o lendário Mangekyō Sharingan. Está na hora de acabar com isso. — Ele diz, pronto para me acertar e arrancar a minha cabeça – esse era o objetivo do ritual, afinal. Mas eu pouco me importo. A possante energia nos meus entornos cresce ainda mais, tomando forma de algo monstruoso; ou divino.

Considerações:
Descrições:

HP: 950/1000 CH: 1500/1600 ST: 1/7

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Herói da Vila
Proteja sua vila de um ataque e conclua três mini-tramas de sua vila.
Assim Está Bom
Não resetar totalmente o personagem por um ano real (ou seja, em OFFgame).
Esse É o Meu Jeito Ninja!
Adquira sua primeira Habilidade Única.
Um Poder só Meu
Adquira sua primeira Habilidade Secundária.
Mestre Elemental
Torne-se um mestre elemental.
Perito
Adquira uma qualidade de perícia (elemental, armamentista, etc.).
Domínio Elemental
Compre/treine um jutsu classificado como "elemental" de rank A ou superior.
Sou Mais Técnico
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Estudioso
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Conhecendo Minhas Aptidões
Adquira uma qualidade treinável.
Zireael
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77022-wrought-iron-hero#607393
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77044-gf-zireael
Zireael
Jōnin
[Cena] — Deus da Tormenta UiSFSbY
[Cena] — Deus da Tormenta UiSFSbY

[Cena] — Deus da Tormenta DllfcyV
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Como um raio certeiro que corta os céus, a espada luminosa do apóstolo Apólion começa a descer sobre mim. O ar se agita e a balbúrdia no templo cresce, junto a um som estridente que soa nos meus ouvidos como um apito. Apesar da eminência da lâmina em guilhotinar-me, meus pensamentos se encontram dispersos. Meus lábios continuam a falar as palavras de antes. Ele não merecia; não merecia. Enquanto meus olhos, catatônicos, miram a caótica plateia em busca de qualquer sinal de Kaiba. Ele fora o verdadeiro culpado da morte de Gin; fora ele que o sequestrara e o trouxera até o templo, somente para atrair a mim e dar início àquele macabro ritual. Num instante, vejo o semblante raquítico do traidor no amontoado da plateia. Estava de capuz, mas consigo ter um vislumbre do brilho apático estampado em seus olhos, brilhando nas sombras como dois tições. Não parecia feliz, tampouco triste com a situação. Continuava indiferente. Rilho meus dentes numa forte mordida, a passo que sinto a raiva aumentar. Apesar do corpo dolorido e da morte eminente, não me importo. Tudo que vêm a mim é a forte vontade de vingar o meu mestre, Gin-sama. — Argh! — Grito, e a manifestação do meu ódio é acompanhada por uma energia poderosa.

Tudo isso aconteceu em poucos segundos. A espada que antes descia em direção ao meu pescoço é prontamente bloqueada por um chakra maligno, uma energia alaranjada que toma forma ao redor de meu corpo. Apólion, o portador da arma, exibe em seu rosto uma expressão de surpresa, e em seguida lança-se para trás em um imenso salto, ficando à dez metros de mim. A energia viva que me cobria como uma armadura logo continua a crescer e crescer, movida pela força de raiva, maldade e violência que eu aglutinava em minha mente. Todos que estavam no templo pareceram se assustar com aquela manifestação de ódio, atingidos por ondas que se infiltravam em seus cérebros e em suas entranhas. Estariam com medo? Ou não estavam prontos para receberem o castigo que eles tanto mereciam? Alguns estavam apavorados a ponto de sentirem dores e soltarem finos grunhidos, dando meia-volta e saindo correndo, desorientados em meio ao caos que eu havia instaurado com aquele chakra grandioso. Foi a vez, então, de Apólion deixar de lado o seu momentâneo silencio.
— É assombrosa a capacidade que você tem de superar as adversidades. É a prova real de que em suas veias corre o sangue capaz de trazer a deusa de volta ao nosso mundo. Apesar de ter despertado o Mangekyō a poucos minutos, já conseguiu manifestar uma das técnicas secretas deste poderoso dōjutsu – o deus das tempestades, Susano’o.

Com as palavras de Apólion, olho para cima num relance, e vejo que a forma de chakra, antes amorfa, agora tinha constituído um grande hominídeo, um espectro demoníaco que parecia me cobrir como uma verdadeira armadura. O crânio do demônio era grande e estava velado por algo que se assemelhava a um elmo com um chifre na ponta. Além disso, haviam pequenos olhinhos na cavidade do elmo, brilhantes por trás das sombras. A caixa torácica era grande o bastante para me abrigar com sobras, e os braços eram poderosos como se estivessem revestidos de músculos e por uma couraça. Na realidade, tudo parecia estar coberto por uma poderosa couraça espectral que me dava a impressão de ser intransponível. Logo, depois de avistar a minha nova técnica, volto meu olhar para Apólion, que ainda se encontrava a minha frente. Relutante, ele aponta a sua espada curvada para mim, disposto a me enfrentar. O restante dos cultistas parecia igualmente relutante, mas alguns se aprontavam com selos de mão e com armas. — Eu... — A minha voz continua rouca, mas carregada de raiva. — Eu vou acabar com vocês. Com todos vocês! — Digo, enquanto aperto firme os meus punhos. Uma vez que o Susano’o era uma extensão do meu próprio chakra, faço-o construir uma arma em suas mãos: uma lâmina alaranjada, semelhante à sua própria coloração. O construto é feito rapidamente, e todos se assustam. O espectro demoníaco que me cobria tinha cerca de cinco metros de altura; e a lâmina construída tinha o mesmo tamanho, tal qual uma katana nodachi.

Apólion salta ao meu encontro, trazendo em suas mãos a sua espada brilhante.
— Desista, Emiya Shirou! Aceite o seu destino como parte do ritual da deusa, da Mãe Kiara Sessyoin! — Ele grita, trazendo fé aos seus companheiros. Contudo, ele não faz frente ao meu novo poder. O ódio me tornou seguro de mim: junto a minha nova técnica, tudo estava ao meu alcance. Com a velocidade de um relâmpago, os braços do Susano’o que seguravam a gigantesca lâmina espectral se movem lateralmente, cortando as fundações do templo e avassalando contra tudo e contra todos. O primeiro a ser acertado é o próprio apóstolo da deusa Kiara, que é separado em dois com o impacto mortal. Sangue jorra em profusão para todos os lados, e gritos de angústia ressoam no ar. — Eu nunca aceitarei essa sina! — Eu grito, expressando a minha indignação – afinal, o destino não existe; nada e ninguém está determinado a algo. No mesmo balanço da espada, mais uma dúzia de cultistas é acertada; e nenhum deles teve a mínima chance de sobreviver à investida. Ao mesmo tempo, uma grande cortina de poeira é lançada aos ares, ao passo que as pilastras que sustentavam a construção simplesmente são dilaceradas. Em apenas um segundo, a tormenta alcançou aquele lugar. O telhado desabou, e os escombros caíram em direção ao solo. Todos os cultistas restantes foram prontamente soterrados e mortos pelo choque; enquanto a mim, não houve sequer um único arranhão: aquele chakra me protegeu do início ao fim da ruína.

— Acabou. Ele está morto. — Depois de alguns minutos parado, esperando a poeira abaixar, digo, no silêncio, relaxando os meus olhos depois de ver o cadáver esmagado de Apólion. Por detrás das montanhas, o sol começa a surgir e esquentar as areias do deserto. A noite havia terminado, e junto a ela, todo aquele inferno. Mancando pelo uso exagerado do meu novo poder, começo a superar as ruínas daquele templo para sair daquele lugar, retornando até o vilarejo. Contudo, antes que eu pudesse sair, percebo uma mão segurar o meu calcanhar. — M...me d...desculpe, Emi...ya-san. — Diz a voz, ficando cada vez mais fraca até se silenciar. Olho para o chão e vejo o rosto de Kaiba, completamente coberto de sangue, com apenas um dos olhos me fitando. Depois de alguns segundos, o olhar perder o brilho, indicando que ele havia morrido. Eu engulo seco e dou de ombros, virando de costas para subir uma longa colina de areia. Kaiba não mais existia para mim. Enquanto ando em direção à Sunagakure, as memórias que tive com Gin retornam até mim. Cresce um aperto no meu peito, um aperto que se torna cada vez mais forte. — Droga... droga... — Lamento, não me privando de derramar lágrimas em nome dessa duradoura amizade que, agora, havia encontrado seu fim.

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