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Lua Minguante
Arco 01
Ano 25 DG
Outono
Pouco mais de cinco anos se passaram desde a queda de Kaguya e tudo mudou. Novos líderes foram coroados, novos conflitos nasceram e as chamas da revolução foram ouvidas pelos desertos — e a independência chegou para Sunagakure. Aliados a um novo Senhor Feudal, a nação voltou a se erguer, iniciando melhorias que chamaram atenção de muitas pessoas no mundo inteiro. No entanto, nem tudo é o que parece ser e um mal antigo parece estar à espreita…
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
gogunnn#6051
Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
Akeido#1291
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Havilliard
Havilliard#3423
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Zireael
Jōnin
[Cena] — Caleidoscópio UiSFSbY
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A grande cúpula aparecia para mim no horizonte; meus olhos ofuscados pelo brilho do sol poente que ruborizava as entranhas daquele cenário. O mar de areia contemplava o deserto longínquo em que me encontrava, enquanto, passo a passo, me dirigia até o local à qual eu havia sido permitido visitar. Sim, eu estava retornado àquela fatídica forja no deserto, uma construção ancestral, opulenta como uma montanha de rochas, salpicada por vãos enegrecidos que permitiam a passagem do sol e iluminavam seu interior. Eu ainda me lembrava de como era aquela oficina: um salão grande, ornamentado por tapeçarias e revestido de engrenagens de metal; o chão, por sua vez, totalmente entalhado de runas que respondiam à chakra, enquanto ferramentas grandiosas emergiam de suas fundações como estalagmites feitas de azeviche. Mesmo à distância, eu conseguia sentir o ardor estonteante do lugar, como um monumento antigo que merecia ser contemplado. Me aproximava, sentindo o vento estapear-me e lançar as dobras de minhas vestes para trás, fazendo-me parecer um fantasma solitário naquele ermo infindo. Chegaria, então, em um pequeno outeiro formado de areia – um patamar singelo que me permitiu vislumbrar a construção ainda mais de perto.

De longe, consegui assimilar a presença de alguns indivíduos – um pouco menos que duas dúzias. Eles eram, na verdade, ninjas da Areia, sentinelas que haviam sido colocadas ao redor da forja para que assim se assentassem. A estratégia, segundo aquilo que me foi relatado, era que fosse feito um entreposto militar naquela forja, aproveitando do recôndito que fazia ela se assemelhar à uma simples montanha. Sem perder tempo, saltei do monte e aterrizei com leveza na areia. Arrastando os pés habilmente no assoalho macio, continuei a galgar o caminho em direção ao meu destino; até que eu estivesse diante da construção e fosse interrompido por uma dupla de guardas.
— Alto lá! — Exclamou um deles, apontando-me a ponta da lança que portava. — Quem é você, e o que faz aqui? — O outro retrucou, com a mão repousada no cabo de sua espada. — Ei! Acalmem-se! — Respondi, levando as mãos ao alto. — Sou Emiya Shirou, e vim visitar a forja. — Nesse momento, as duas sentinelas abaixaram suas armas, e eu relaxei ante à presença da dupla. A expressão carrancuda de ambos não mudou – ambos eram altos, fortes; mas um era careca, enquanto o outro tinha cabelos crespos e curtos. O careca tomou a frente. — Fomos avisados de sua presença. Está liberado... — O outro continuou a fala do parceiro. — Nos disseram que vai passar alguns dias aqui, no nosso entreposto... o que está planejando? Está querendo algo? Não vá tumultuar... — A fala era ríspida, grosseira, mas eu entendia o motivo do questionamento. — Ainda não sei o que vim fazer aqui. Só sei que vim porque me ofereceram essa oportunidade. — Disse aquilo que carregava comigo, sem meias-verdades. Depois, a dupla mostrou alguma impaciência e me deu as costas. Livre, pude adentrar nos limites do entreposto – um pátio repleto de barracas onde os guardas se abrigavam à noite – e em seguida no interior da própria forjaria.

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Jōnin
[Cena] — Caleidoscópio UiSFSbY
[Cena] — Caleidoscópio UiSFSbY
A noite pareceu cair no instante em que meus pés tocaram o solo rúnico da forja; seria isso, ou então foi a presença de uma grande nuvem acossada pelos ventos, que recobriu o sol e fez o mundo imergir em trevas. Mesmo sem a claridade do astro, as sombras não emergiram naquele lugar. Pelo contrário, ali dentro havia luz: focos incandescentes de tochas que se distribuíam por toda a lateral da construção em arranjo admirável – milimetricamente condicionadas, supostamente. Diante disso, as tapeçarias que antes se alastravam pela murada – revelando a história ancestral daquele lugar – agora não mais apareciam aos meus olhos. Para que fizessem aquele assentamento militar, os guardas removeram tudo aquilo que antes revelava as origens milenares da forjaria: as tapeçarias, os equipamentos moribundos, as bancadas antigas cobertas de poeira. Tudo parecia mudado – à exceção da grande bigorna negra e da fornalha metálica; ambas continuavam em seus lugares como monumentos, embora os homens ali dentro não estarem a os contemplar. Vendo aquele cenário de perto, senti que o salão se tornou monótono e cansativo; abafado pela presença dos homens e dominado pelos seus gritos, um fragor incansável de batalha. Estavam treinando, ao que parecia.

Aproximei-me lentamente no centro do salão, seguido pelos olhares curiosos – ou desdenhosos – dos soldados que estavam por perto. Movendo o pescoço de lá para cá, percebia que, diferentemente do lado externo da construção, não haviam muitos guardas. Era no máximo uma dúzia deles, e a metade se reunia em um grande círculo onde realizavam um treinamento de combate. Dirigindo-me até ele, parei perto dos ombros de um dos homens que fazia a rodinha e espiei para dentro do círculo, percebendo que dois indivíduos se enfrentavam em uma luta desarmada. Nenhum deles trajava armaduras ou camisas, quiçá; estavam com os peitos nus, e as mãos de ambos lascadas por feridas e manchadas pelo sangue de seus adversários. No assoalho, consegui ver alguns dentes quebrados, o que mostrava que aquele era um combate brutal.
— Já chega! Parece que temos visita! — Disse um velho que se sentava em uma cadeira, olhando para mim e me dirigindo um sorriso. Os dois lutadores se separaram, se cumprimentaram e saíram da roda. Ambos estavam ofegantes e feridos. — Você é o tal do Emiya, né? — Ele fez a pergunta, e eu assenti afirmativamente. Não disse nada, porque ainda estava consternado com aquele embate que havia assistido segundos antes.

— Nossos superiores disseram que você ia aparecer... chegou um pouco tarde, se tivesse chegado mais cedo poderia ter participado da nossa justa. Quem sabe amanhã! Nós já separamos sua tenda no pátio externo, e se tiver alguma dúvida, é só falar comigo. Eu me chamo Amonn. — Ao contrário do resto do pessoal do assentamento, esse guarda falava de maneira gentil, como um anfitrião que aceita a chegada da visita em sua casa. — Obrigado, Amonn-san. — Agradeci. Depois, me despedi do grupo e retornei para o pátio. Para a minha surpresa, uma grande nuvem cobria o sol e a noite ainda não havia caído. Por conta disso, tive tempo para dar um pequeno tour pelo pátio, cumprimentando alguns guardas e admirando a paisagem. Certa hora, aqueles dois guardas que me abordaram antes – o homem careca e o de cabelos crespos – se aproximaram de mim. — E aí, estranho? Encontrou o que procurava? — O careca perguntou com ironia. — Acho que ele não encontrou nada, Azar. Ele não sabe o que veio fazer aqui, não é mesmo? — O outro completou, se aproximando de mim e me tocando indicador em meu ombro. Nesse exato momento, a raiva me consumiu. Em um movimento rápido, eu segurei com força o braço do homem de cabelos crespos e, girando o corpo, fiz com que seu corpo recaísse sobre minhas costas e em seguida se estirasse sobre o chão. A areia levantou, e eu me afastei da dupla. — Vieram arrumar encrenca? Me deixem em paz, não tenho tempo a perder com vocês. — Avisei, a minha voz era comedida, pausada, mas bastante firme. Meus olhos pareceram ter mudado de cor com a minha alteração de humor, uma vez que conseguia ver as nuances daqueles dois. — Myrgot! — Gritou o careca. A dupla – cujos nomes eram Azar e Myrgot – se recompôs e em seguida se distanciou ainda mais. Estavam nervosos, mas não queriam criar uma confusão ali, afinal, alguns soldados já nos olhavam de longe. — Amanhã! Esteja lá na justa! Vamos acabar com você! — Disse Azar, levando seu companheiro. Novamente livre dos dois, segui finalmente para minha barraca, uma tenda simplória, apenas com um saco de dormir e alguns suprimentos alimentícios. Depois de cear, foi a vez de dormir e descansar para, então, acordar com o ardor do sol pela manhã bem cedinho.

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Jōnin
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Através do pano fino da barraca, a luz do sol entrou e incidiu sobre os meus olhos. Deixei o aconchego e vi a claridade tornar-se intensa ao meu redor. Raios de sol flamejavam ao longo das colinas de areia e faziam o ar tremeluzir à distância. Agora, já eram quase sete horas, e clangores de trombetas ecoavam no passo, acordando os soldados para que começassem suas obrigações. Pelo aquilo que eu havia visto, muitos deles estavam terminando de construir os aparatos necessários para o entreposto militar: alocando barricadas, reservando armamentos, e até mesmo dando instruções de como deveriam se portar. A maioria das sentinelas se organizavam em grandes grupos, pelotões que trajavam vestimentas idênticas, a variar de um ou dois tons de cor. Murmúrios se levantavam ao meu redor, talvez incomodados pela minha curiosidade, talvez eles próprios curiosos com minha presença. Alguns deles haviam visto a minha pequena demonstração de força ontem, quando Azar e Myrgot vieram até mim – e agora poderiam assistir novamente esse mesmo espetáculo; pois havíamos marcados uma luta. Trajado, me apressei e adentrei no interior da forjaria, fugindo do sol escaldante para me deparar com Amonn. O velho já aglutinava seu pessoal em uma rodinha, um círculo grande – dessa vez com um número maior de homens, de soldados. Ninguém estava lutando, e todos olhavam para mim quando cheguei. Estavam me esperando.

— Ei, garoto brigão! — Amonn acenou, e continuei a andar até seu encontro. Ele levantou de sua cadeira e me cumprimentou. — Fiquei sabendo que se desentendeu com Azar e Myrgot ontem à tarde, e agora querem cumprir um desafio na justa. Estou certo disso? — As sobrancelhas grisalhas no velho soldado se ergueram. — Você está certo, Amonn-san. Mas não vejo os meus adversários. Onde estão? Será que fugiram? — Retruquei. Nesse momento, duas sombras saltaram até mim, ficando à poucos centímetros de me tocarem. Sombras altas, bem encorpadas e ligeiras. Uma tomou a forma de um homem careca; e a outra um homem de cabelos crespos. Eram Azar e Myrgot, que apenas me esperavam para ter sua revanche. Eles não disseram nada, mas pareciam enfurecidas, ensandecidos para acabarem comigo. Eu esbocei um sorriso irônico, e voltei-me para Amonn. — Certo, e quais são as regras? — O velho voltou a se sentar, e balançando o corpo na cadeira de madeira, proferiu. — Há apenas uma regra: nada de armas e técnicas ninja. É uma luta usando apenas os punhos, e nada mais. Podem se preparar! — A dupla de soldados adentrou na rodinha e se alocaram de um lado; eu fiz o mesmo, mas do lado oposto. A multidão continuava voltada para nós, com seus olhos vidrados, absortos na fúria que emanava de nossos corpos. — Comecem logo com isso. — Amonn falou, e depois largou uma risada, pronto para ver o circo pegar fogo.

Azar e Myrgot atacaram em conjunto. O careca veio pela esquerda, enquanto o outro veio pela direita. Eram rápidos como felinos e ambos pretendiam me acertar com um soco, mas havia um porém: os meus olhos. Quem estivesse por perto conseguiria ver a cor deles tornarem para um tom avermelhado, cobertos por duas vírgulas negras que se ativariam com minha vontade. Este era o Sharingan, o dōjutsu que fazia parte de minha linhagem. Estes olhos não somente permitiram que eu visse a aproximação de ambos, mas também facilitaram que eu visse as particularidades de seus movimentos como se estivessem atrasados. Eles vieram até mim lentamente, e graças a isso eu consegui me esquivar de ambos com um rápido movimento de meu tronco, jogando-o para trás. Nesse mesmo embalo, meus pés desvencilharam-se do chão e chutaram os dois, fazendo-os deslizarem para trás. Eu caí com as mãos no assoalho, e logo me levantei uma vez mais, olhando para meus adversários. Azar gritou, e veio até mim correndo mais uma vez. Ao chegar perto, tentou desferir uma série de socos, começando com um gancho e partindo para vários golpes diretos. Meus olhos continuavam a assimilar o ambiente, e eu apenas precisei me deslocar de lá para cá, movendo a cabeça ou o corpo por inteiro para que fugisse dos ataques. No fim, quando Azar mostrou certo cansaço, foi a vez de revidar: um único soco direcionado a seu queixo, que foi o bastante para que ele caísse no chão, levantando poeira.


— É só isso? — Retruquei, um pouco ofegante. Meus olhos começavam a vacilar, talvez pelo ritmo da batalha, talvez por eu estar um pouco desacostumado a usá-los – ou talvez por ambos os motivos. Myrgot, que até então via seu amigo ser derrotado, se levantou da queda de outrora e se aproximou com um salto – um salto que se transformou em uma voadora. Meus olhos me avisaram do perigo, é claro, mas faltou-me reflexos para esquivar. O golpe me acertou no peito, e eu voei para longe, para então parar em uma pilastra. O pó subiu, e balançando a cabeça, senti um ferimento em minha testa. — Droga... — Levantei-me com um pouco de dor, mas Amonn aproximou-se. — Chega, já deu! Amanhã teremos mais da luta desses maníacos! Venham nos ver amanhã! — Amonn deu uma piscadinha para a plateia, que se dispersou com grande ânimo. Estavam insatisfeitos com o fim repentino do combate, mas certamente amanhã estariam de volta. — Por que fez isso? Por que não deixou a gente continuar? — Myrgot perguntou, enfurecido. Azar, nesse momento, acordou de seu breve desmaio. Eu continuei parado na pilastra, apoiando o meu peso na mesma. — Vocês precisam entender que nunca houve um entretenimento como esse nesse entreposto. Os soldados clamam por algo que os mantenham ativos! É como pão-e-circo, entendem, jovens? Estejam aqui amanhã, se quiserem resolver isso logo. — Amonn respondeu. Mau-humorados, Myrgot e Azar saíram do salão. Eu fiz o mesmo, mas segui para minha tenda. Em breve a noite cairia, e seria a hora de descansar. Por mim, amanhã teria mais uma rodada desse combate.

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Naquele fim de dia, passeei por entre o pátio repleto de guardas, vendo-os arrumarem e construírem as disposições do entreposto militar nos entornos da cúpula da forja. Alguns pararam para me ajudar, uma vez que havia um pequeno corte em minha testa por onde jorrava um filete de sangue quase imperceptível. Aceitando a ajuda, tive o ferimento desinfetado e uma bandagem colocada em minha cabeça. Agradeci-os de prontidão e segui para minha barraca. A noite caiu, e então, eu adormeci. Acordaria novamente com o raiar do sol, horas depois. Retirando a bandagem da cabeça, percebi que o ferimento havia sido estancado – um bom sinal. Deixei a tenda para trás e ingressei novamente nos limites da forjaria, adentrando o vasto salão como um gladiador que adentra em um coliseu. Amonn já estava me esperando; e o mesmo valia para Azar e Myrgot. A roda já estava formada, e cerrando os punhos, encurtei a distância que nos separava. Azar tomou a frente; em seu queixo havia um ponto roxo, um indicativo da contusão que eu havia direcionado no dia anterior. Myrgot parecia bem, mas parecia mais irritado que o seu amigo careca. — Anda logo, vamos acabar com isso de uma vez. — Disse o de cabelos crespos, demonstrando impaciência.

Amonn não disse nada dessa vez; seu rosto exibia um sorriso singelo, ciente de que teria mais pão para seu circo. Engolindo seco, me acheguei de todos e adentrei na roda. A multidão reverberou num grito – haviam ainda mais soldados nos entornos, mais ainda que nos dias anteriores; alguns ainda pareciam apostar moedas nos seus combatentes, outros apenas se embebedavam e proferiam gritos para incitar ainda mais a violência entre mim e a dupla de sentinelas.
— Já podem começar. — Amonn resolveu quebrar o seu silêncio, e Azar e Myrgot se moveram. Dessa vez, eles pareciam mais coordenados que antes. O careca se movia em minha direção com cautela, mantendo os punhos em riste enquanto protegia a própria dianteira; enquanto o de cabelos crespos se esgueirava pelas laterais, se movendo como um gato por entre as sombras que imergiam na cúpula. Em um piscar, meu olhar se tornava como antes: um vermelho profuso regado por preto, por trevas. Nada escapava do meu Sharingan. Ver a aproximação de ambos era como esperar lentamente por alguma iniciativa, se é que eles teriam alguma – afinal, ambos se moviam como lesmas, cautelosos até demais. Eles queriam que eu desse o primeiro passo – e assim seria feito.

Depois de tomar fôlego, fui à Myrgot, que a essa altura quase havia me circundado por completo, se situando próximo às minhas costas. Em um giro, meu pé direito avassalou contra o seu rosto, e tamanha velocidade foi o suficiente para pegá-lo desprevenido e, ainda, levá-lo ao nocaute. Ele caiu longe, bem longe, e o círculo de homens teve que separar um pouco para não serem atingidos pelo corpo abatido e lançado aos ares. Ainda que eu tenha tido êxito na ofensiva, Azar aproveitou essa brecha para atacar. O careca se adiantou com grande velocidade, e aproveitando sua força e a sua estatura elevada, me segurou por trás em meu pescoço num golpe de mata-leão. Seus braços fortes me cingiram, e tentando me libertar, me vi ficando cada vez mais sem ar. A visão ficou turva em instantes, e tudo o que me restou foi me agarrar a uma última tentativa de escapar. Com todas as minhas forças, pisei em seu pé de apoio com o meu próprio, um golpe baixo que o fez gemer em um grito estridente. Ele me largou, e depois se agachou para ver o estado de seu membro. Algum de seus dedos parecia quebrado; ao menos foi o que consegui notar.


— Desgraçado! — Azar gritou, se levantando com fúria. Nesse momento, Amonn interviu. Diferentemente de outrora, o velho levantou-se da cadeira e postou-se à minha frente, como se protegesse. Vendo suas costas, consegui notar a silhueta de um homem antigo, mas repleto de vigor, um soldado que ainda não havia sido ofuscado pelo tempo. — Continuemos amanhã. Cuide dos seus ferimentos, Azar, e leve Myrgot contigo. — Disse ele, e o careca bufou de insatisfação – mas acatou o pedido. Depois, Amonn voltou-se para sua plateia. — Amanhã será o último dia! A derradeira batalha! Estejam aqui no mesmo horário, homens! — Exclamou, e depois deu uma piscadela para mim dizendo “até amanhã”. Levantei-me com certa dificuldade de respirar, deixando que o vigor se evanescesse de meus olhos e sentindo um peso em minha garganta. De prontidão, segui para fora da forjaria sem falar com ninguém. Adentraria logo após em minha tenda e descansaria depois de me alimentar.

Considerações:
Descrições:

HP: 1000/1000 CH: 1600/1600 ST: 3/7

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Herói da Vila
Proteja sua vila de um ataque e conclua três mini-tramas de sua vila.
Assim Está Bom
Não resetar totalmente o personagem por um ano real (ou seja, em OFFgame).
Esse É o Meu Jeito Ninja!
Adquira sua primeira Habilidade Única.
Um Poder só Meu
Adquira sua primeira Habilidade Secundária.
Mestre Elemental
Torne-se um mestre elemental.
Perito
Adquira uma qualidade de perícia (elemental, armamentista, etc.).
Domínio Elemental
Compre/treine um jutsu classificado como "elemental" de rank A ou superior.
Sou Mais Técnico
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Formando
Tenha sua ficha de personagem aprovada.
Um Pequeno Arsenal
Compre/treine três jutsus.
Estudioso
Compre/treine três jutsus.
Primeiros Passos de um Ninja
Conclua sua primeira missão.
Meu Primeiro Ajudante
Obtenha sua primeira invocação.
Falando em Ninjutsu...
Tenha 10 jutsus & complete cinco missões de profissão.
Superando Minhas Fraquezas
Supere um defeito inato.
Conhecendo Minhas Aptidões
Adquira uma qualidade treinável.
Zireael
Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77022-wrought-iron-hero#607393
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77044-gf-zireael
Zireael
Jōnin
[Cena] — Caleidoscópio UiSFSbY
[Cena] — Caleidoscópio UiSFSbY
A lua em forma de foice emanou sua luz por toda a noite, para então descer até o vale de areia e sumir, deixando somente as estrelas para brilharem no alto do céu. A imensa escuridão azul durou bastante tempo, e naquele fim de dia, me peguei apreciando o cenário em silêncio. Mesmo tarde da noite, ainda conseguia ouvir o chiado dos trabalhadores que se empenhavam para organizar e aparelhar o entreposto; e isso fez-se como uma música em meus ouvidos. Foi então que adormeci, pensando que aquele seria a minha última estadia naquele lugar. Depois de minha última batalha, estaria na hora de retornar para o lar.
...
O ar fresco e suave transformou-se com o calor repentino. A barraca onde me encontrava se encheu da quentura, e rapidamente arrumei minhas coisas para sair, sendo ofuscado pelo brilho do astro. Os chiados dos soldados haviam mudado: agora eram mais altos, lépidos pelo calor que os cingia. Sem demora, atravessei todo o pátio e adentrei no salão, sendo uma vez mais preenchido pelas sombras e acolhido pela sobriedade de uma corrente de ar gélida. Emudecido, percorri com o olhar o local adiante: contemplei o grande salão, a cúpula infinda com o chão repleto de runas entalhadas em pedra. Nas entranhas do lugar, a bigorna e a fornalha, ferramentas de forja ancestrais que haviam sido deixadas de lado pelos soldados. E então, a poucos metros de distância, havia aquele mesmo círculo de pessoas; dessa vez ainda maior que no dia anterior, com mais soldados reunidos, com mais pessoas falando, sibilando e exclamando, buscando ver alguma manifestação de violência gratuita. Ademais, não parecia tão gratuita assim, uma vez que grande parte daqueles homens ajuntavam os punhos com moedas e preparavam-se para realizarem apostas gordas contra mim ou contra meus adversários. Por falar neles, eles já haviam chegado. Se encontravam ao lado de Amonn, que de pé, me esperava ansiosamente.


— Venha, criança! O público está o aguardando... e seus oponentes também! — Disse Amonn, com a voz grave e entonada com a de um verdadeiro anfitrião. Meus passos continuaram, dessa vez, firmes e possantes como a de um guerreiro que se prepara para guerra. Eu não tinha nada a temer. Aqueles dois nunca poderiam me derrotar – não enquanto meus olhos estivessem ao meu dispor. O círculo de gente abriu espaço para mim, e adentrei sem cerimônia. Azar e Myrgot estavam quietos, mas algo em seus semblantes demonstrava inquietude, provavelmente irritadiços com a humilhação que outrora haviam se sujeitado. — Tsc. Vamos logo com isso. — Azar disse, escarrando um cuspe no chão empoeirado. — É isso! Hoje vamos acabar contigo, moleque! — Myrgot estalou os dedos, franzindo o cenho e rangendo os dentes. Amonn se afastou. O velho sentiu o clima dos combatentes – provavelmente a luta estava prestes a estourar. — Então venham. — Respondi, chamando-os como um gesto da mão direita. Meus olhos instantaneamente penderam para o carmesim, a cor do sangue manchada por negras. O Sharingan contemplou o mundo à minha frente, lendo o ambiente ao meu redor. Dez metros separavam-nos. Azar e Myrgot vinham ao mesmo tempo, em linha reta. Seus punhos estavam fechados como se preparassem para me socar, mas parecia que não tinham uma estratégia como da última vez. O que eles queriam? Aos meus olhos, aquele avanço era burro, completamente sem sentido; e por isso, deixei que viessem.

Eles chegaram até mim ao mesmo tempo, mas Myrgot tomou a primeira iniciativa. Diferentemente do que eu esperava, seu punho não foi de encontro a mim – pelo contrário, foi até o bolso de sua calça. Vendo com clareza os seus movimentos, vi-o quebrar os regulamentos da justa e tomar posse de uma esfera, um dispositivo que em seguida foi lançado ao chão e fez surgir uma grande cortina de fumaças. Assustado, fui obrigado à fechar meus olhos com o impacto explosivo, e em seguida senti um choque forte na lateral de meu corpo. Minhas pernas não suportaram o baque, e fui lançado para o lado, deslizando no chão e levantando ainda mais poeira. Mesmo imerso na fumaça, meu Sharingan ainda conseguia ver o que se encontrava à minha frente; e por isso, de relance, vi a veloz aproximação de Azar, que me socou com força em meu braço. Nos punhos havia uma espécie de metal que cobria a base de seus dedos – uma soqueira, pelo que deu para perceber.
— Há! O que foi? Foi demais para você? — Azar riu, zombando. — É um fracote mesmo. Você só teve sorte nas outras vezes, mas hoje vamos acabar contigo! — Myrgot também caçoou, ficando ao lado de seu amigo. Ainda de pé – mas com dificuldade –, segurei o braço atingido, sustentando-o com grande dor. Contudo, algo ainda maior que dor perfazia meus pensamentos. Raiva. Uma intensa raiva daqueles dois.

— Vocês... — Comecei a falar, me aproximando lentamente com passos cambaleantes. — Vocês quebraram o juramento da luta... sem técnicas, sem armas... — Larguei o braço machucado e me acomodei na dor. — Farei com que paguem por isso. Devolverei na mesma moeda. — O meu olhar era penetrante, mirando o semblante de ambos como um predador que caça sua presa. Vi-os engolir seco, provavelmente com medo, e senti algo mudar em mim. A minha visão parecia ter se tornado mais límpida, e os movimentos de ambos se tornaram tão devagar quanto antes. A minha proficiência com o Sharingan havia aumentado com a raiva, com o sofrimento? Era o que parecia. Eu estava cerca de quinze metros da dupla, e foi então que meu chakra se expandiu para além, como uma rede de pescas que é lançada sobre as águas de um rio. Todos ao redor, não somente os meus adversários, ficaram paralisados com a energia possante, uma técnica realizada sem auxílio de selo algum, mas tão poderosa que os faziam temer a minha real capacidade. Este era o Kanashibari no Jutsu. — Lá vou eu. — Tomei um grande fôlego e saltei na direção dos dois. Fogo se acumulava em meus pulmões, um calor tão forte que os queimariam por completo. Eu os engoliria com minhas chamas, e então eles pagariam pelo que fizeram comigo.

Seria isso, se não fosse por Amonn. O velho soldado foi o único que não foi afetado pela minha técnica, ou então foi o único que conseguiu se desvencilhar da mesma. Ele interceptou o meu salto e me atingiu no pescoço, um golpe limpo executado com a parte lateral de sua mão, que incidiu como um choque elétrico sobre o meu corpo. No ar, eu me vi caindo, e então, perdendo a visão. As trevas me abraçaram, e somente sussurros tamborilavam meus ouvidos.

...
— Está acordado, garoto? — Ouvi uma voz, e abri os olhos com dificuldade para ver quem era. Sob uma forte luz em meus olhos, vi a sombra de um homem ao meu lado; uma sombra que aos poucos foi clareando e revelando quem era. Era Amonn. Me despertei num pulo e vi que estava deitado em uma cama, situado em uma sala de azulejos brancos e com várias macas vazias ao redor. Era um hospital – um lugar que eu conhecia bem desde a infância. — Amonn-san? O que aconteceu? — Algo parecia embaralhar meus pensamentos, mas me lembrava de ter sido acertado pelo próprio velho. — Não houve nada demais, meu jovem. Só precisei te dar um remedinho, se é que me entende. Você ficou nervoso com Azar e Myrgot e parecia que você ia matá-los, então tive que agir. Há! Que bom que isso não aconteceu, se não eu estaria ferrado! Bom, estou indo agora. Te deixei aqui no vilarejo para tomarem os cuidados adequados, agora voltarei para o entreposto. Até! — Ele parecia com pressa, e despediu-se num segundo e sumiu no outro. Eu respirei profundamente, me lembrando do ocorrido. Meu braço parecia bem, mas sentia uma leve ardência em meus olhos. Eu os teria usado demais? Olhando para um pequeno espelho ao meu lado, resolvi ativar o Sharingan para contemplá-lo, e vi que algo estava diferente: dessa vez, haviam três vírgulas, três tomoe. — Mudou... — Balbuciei, no instante que chegou um médico para me atender. Eu seria liberado horas depois, para então poder retornar para minha casa e continuar a viver pacatamente a minha vida no vilarejo.

Considerações:
Descrições:

HP: 1000/1000 CH: 1570/1600 ST: 4/7

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Perito
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Formando
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Luna
Yōnin
[Cena] — Caleidoscópio 3026d08ad16326db2dc9f1fc16d558d6
[Cena] — Caleidoscópio 3026d08ad16326db2dc9f1fc16d558d6
Situação: Aprovado
Recompensa: 3ª Tomoe do Sharingan

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Herói da Vila
Proteja sua vila de um ataque e conclua três mini-tramas de sua vila.
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Ficha de Personagem : https://www.narutorpgakatsuki.net/t77699-fp-mei-ogosho#613975
Gestão de Fichas : https://www.narutorpgakatsuki.net/t75448-gf-luna#589545
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