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12 Anos Online
A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
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Bloodlad
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[CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Qua 06 Abr 2022, 01:33


Narrador: BLOODLAD

EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO

@Zireael




Tudo era perigoso naquela situação.

Emiya acabara de ser emboscado por um dezena de mercenários do deserto, conhecidos como Orokamonus (愚か者; Mentecaptos), grupo de arruaceiros que sempre atacavam em bando os viajantes, em especial ao cair da noite.

O chunin havia sido enviado para aquela missão exatamente para caçar o grupo de meliantes, mas infelizmente acabou sendo surpreendido por aqueles dez, que usaram de um jutsu traiçoeiro em que se escondiam debaixo da areia, tática já documentada e relatada por diversas vítimas do grupo, mas que mesmo assim continuavam a ser ardilosas.

Àquela dezena cercava o suna-nin em círculo, cada um com uma  kunai em mãos e ameaçando avançar para cima do garoto. Cinco deles embeberam suas facas com o elemento vento, deixando que o ar tornasse-as mais cortante, e então avançaram. Frontalmente os cinco com o chakra nagashi investiram numa ofensiva corpo a corpo, enquanto os outros arremessaram suas facas na direção de Emiya intentando perfurar seu corpo e após roubar seus pertences. Após o arremesso os outros cinco se uniriam no ataque conjunto ao menino, quem sabe agora não só para machuca-lo e rouba-lo mas também para mata-lo.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Sex 08 Abr 2022, 10:24

Arco I, capítulo XIII — Embriagando-se da Maldição


Eu estava cercado. Através das sombras da noite e dos potentes reflexos lunares, meus olhos conseguiram perceber dez indivíduos, embora pudessem haver mais deles escondidos debaixo da areia ou por detrás das inúmeras dunas serpenteantes do deserto. Os arredores de Sunagakure mostravam-se num silêncio gutural, e nem mesmo o som do vento podia ser ouvido no passo. A calmaria prescindia aquela tempestade, e eu me amaldiçoava por ter caído naquela emboscada. Em uma rápida retrospectiva, pela manhã eu havia sido convocado para caçar os Orokamonus, grupo de baderneiros que atacavam e roubavam viajantes noturnos. Meus superiores me avisaram que esses malfeitores tinham táticas de aproximação ardilosas, e que eu deveria ter a atenção redobrada enquanto os procurasse no curso das areias desérticas. Infelizmente, a minha confiança como um habitante nato de Sunagakure foi o motivo de meu estarrecimento. No fim, o grupo de dez homens surgiu do solo arenoso em um salto cadenciado, ensaiado eu diria, e todos eles aterrissaram no chão ao mesmo tempo e me cercaram em um círculo. Era nítido que eles já haviam feito aquilo dezenas, senão centenas de vezes. Agora, eu olhava para eles assustado, afinal, fui pego de surpresa pela abordagem. O silêncio continuava, até que, num instante, o som do vento surgiu de repente. Olhei para o lado e vi cinco dos sujeitos canalizando algum tipo de energia em suas facas, fazendo-as cintilarem na escuridão da noite.

Eu não perdi meu tempo e pensei numa forma de me defender da emboscada. A decisão principal é tomada no instante que percebo que estou cercado, sem nenhum dos meus flancos descobertos pela presença inimiga. Dessa maneira, com o máximo de minhas capacidades físicas, teço os selos de mão necessários e os termino ao bater as mãos uma contra a outra; e nesse exato instante, se inicia o ataque inimigo. De um lado, facas arremessadas ao meu encontro, rasgando o ar em um silvo mortal; de outro, os inimigos correndo até mim, com as armas em riste, prontos para me dilacerarem com suas lâminas embebidas por uma energia especial. Encurralado, eu não podia fazer nenhuma ação displicente. Se eu tivesse asas, podia voar para longe. Se eu fosse rápido o bastante, podia facilmente me esquivar dos golpes. Se eu fosse muito forte, eu podia ignorar tudo e todos e revidar as ofensivas. Porém, eu não era nada disso. Tudo o que me restava era usar da estratégia que eu havia previamente pensado. — Para cima ou para baixo? — A pergunta monológica que fiz foi respondida pelos atos que se sucederam. De início, a areia abaixo de meus calçados começa a estremecer ruidosamente, e depois de um mísero segundo, o solo se desloca para as profundezas da terra.

— Chidōkaku! — Meu grito se junta aos outros barulhos que começam a surgir no campo de batalha, ao passo que eu desço cada vez mais para as entranhas do planeta. A plataforma pretendia me levar até quarenta metros abaixo do nível que antes eu me encontrava, e ela possuía uma distância de quarenta metros de raio, ou seja, uma plataforma circular de oitenta metros de diâmetro. Em plena descida, olhando para o alto eu conseguiria ver as kunais lançadas pelos ladrões avançarem contra seus próprios companheiros, afinal, eles estavam arranjados em um círculo. Como se não fosse o bastante, após o término de meu deslocamento, realizo mais alguns selos de mão e conjuro o meu chakra para criar um grande humanoide rochoso, um titã que se desprende das areias desérticas como se o próprio planeta o tivesse concebido. O golem desejava permanecer à minha frente como um escudo intransponível, enquanto eu, protegido, continuaria a olhar para cima com o máximo de minhas capacidades oculares, observando se os malfeitores me acompanhariam até a arena subterrânea que eu havia criado. Nesse primeiro momento, se eles fossem rápidos o bastante para me alcançarem – o que eu duvidava fortemente, o golem se responsabilizaria de defender-me dos ataques físicos dos mesmos. Se eles não atacassem, o golem continuaria parado, estático como uma parede de pedras.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Sab 09 Abr 2022, 23:14


Narrador: BLOODLAD

EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO

@Zireael





Os bandidos foram surpreendidos pelo sumiço repentino do chunin, que visualmente parecia ter sido engolido pela areia. As facas que iria na direção do garoto agora iam na direção dos outros que seguravam as facas unidas ao elemento vento. Na colisão as kunais comuns se partiriam em contato com as envoltas pelo Futon, e estas se manteriam ativas e empunhadas à procura do suna-nin.

Pra onde ele foi? – Indagaram quase em uníssono.
Esta debaixo de nós. Cuidado. – Um mais inteligente alertou. – Qualquer ataque que for feito virá debaixo.

Dito e feito, um pequeno tremor seguido da estrutura humanoide surgindo da areia colocou-os em posição ofensiva. Alguns tremeram e caíram na areia ao se depararem com o tamanho da criatura rochosa que Emiya havia conjurado.

Vamos ver se ele vai durar. – O bandido mais audacioso chamava-se Petn, e ele não parecia ter medo do golem gigantesco. Suas mão uniram-se em selos diversos, e logo após começou a expelir projéteis de ar comprimido tentando acertar os pés do golem para faze-lo cair. – Joguem as kunais com vento em direção dele! Vamos derruba-lo. – Bradou para os outros delinquentes.



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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Sex 15 Abr 2022, 22:44



No interior do covil que eu havia criado, vi a lua radiar ante a cabeça de meus inimigos, uma esfera tão branca e luminosa que parecia envolver todo e qualquer centímetro do deserto. Cerca de quarenta metros separavam a mim da superfície, e tudo o que me restava era me preparar com alguma estratégia para que eu pudesse vencer aquele grupo de bandidos. Eles ainda não haviam me encontrado, logo, seria proveitoso fazer alguma armadilha ou os atacar pelas sombras, escondido. No entanto, eu não podia mata-los, ou melhor, eu não queria fazê-lo. Minha tarefa não é ser o juiz daqueles homens, isso vai contra os princípios que eu cultivo desde a infância, desde a morte de meu pai. Ainda assim, serei eu quem impedirá aquele grupo de uma vez por todas, independente do que acontecer comigo. Detrás do titã de pedras, utilizando-o como um escudo corpóreo, a ecoante voz de meus oponentes surrupiou-me a atenção. A princípio, eles foram surpreendidos por minha esquiva, mas imediatamente descobriram a minha nova posição no campo de batalha. Ou seja, não havia mais espaço para a furtividade que eu tanto almejei. Os olhos dos dez criminosos brilharam no escuro noturno e foram lançados ao meu encontro. Alguns se assustaram com o humanoide de pedra, outros apenas se concentraram em mim. Por fim, depois de alguns segundos nos encarando, um dos bandidos disse algo.

Mesmo de longe, eles resolveram atacar. Não se preocuparam em vir até mim como era esperado, mas lançariam do alto as suas ofensivas, provavelmente preocupados com o golem que os aguardava aqui em baixo. O titã, por sua vez, bateu os punhos um contra o outro e aguardou a investida inimiga: ele não tinha nada a temer, de fato. Então, depois de uma série de selos de mãos, um dos inimigos conjurou sua técnica: de sua boca saíram dois projéteis de ar consecutivos, ou era o que parecia dado o intenso assovio que ecoou por todo o covil. Imediatamente, dei dois saltos para trás para me distanciar cinco metros do humanoide rochoso na esperança que ele absorvesse o impacto com sua estrutura volumosa. No mesmo tempo, os bandidos que antes carregavam as kunais embebidas em chakra lançaram as mesmas ao meu encontro, pretendendo acertar a mim ou o golem, talvez. Em um piscar de olhos e no máximo de minha velocidade, junto as mãos na formação de dois selos e a minha imaginação se manifesta através de minha habilidade singular. Cinco escudos de aço surgem acima de minha cabeça, flutuando.
— Projeção. Armiger. — Digo as palavras em bom tom, enquanto as cinco peças circulares de metal negro voam em direção às facas lançadas, na clara intenção de intercepta-las. No instante em que realizo a minha ação defensiva, sinto o meu pescoço formigar fortemente, justamente na região da marca que eu outrora havia adquirido. Estaria algo ruim acontecendo comigo? Ou era apenas o cansaço me afetando?

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 18 Abr 2022, 04:15


Narrador: BLOODLAD

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@Zireael





Os mentecaptos haviam falhado em fazer ruir o golem de Emiya, que teve abertura para interceptar os disparos de vento e as kunais, e assim o fez. Petn viu aquilo com tanto ódio que xingou, primeiro a si mesmo e depois a seus comparsas. Era um homem violento e extremamente egocêntrico, e ser sobrepujado daquela maneira o deixou irado. A ação defensiva do chunin da Areia, mesmo eficiente em salva-lo, não teve continuidade, e seus algozes continuaram a avançar sobre ele.

Petn fez mais alguns selos de mãos e então dois vendavais de tamanho médio de formaram ao redor do golem.

Agora eu te derrubo moleque desgraçado. – As duas rajadas de ar pareciam poderosas, bem mais poderosas do que os projéteis anteriores. – Andem bando de idiotas, usem as kunais com chakra para matarem logo esse desgraçado. – Petn tinha em mente em oferecer o corpo do suna-nin ao seu mais novo deus; Jashin. Era adepto da religião e daquela filosofia a apenas três meses mas já tinha feito atrocidades em nomes de Jashin, e Emiya Shirou era sua próxima vítima. "Viva o grande Jashin." Pensava devoto.

Seus iguais o acompanharam novamente, lançando suas kunais energizadas tal como ordenado, os que não conseguiam arremessavam-nas puras mas os mais habilidosos misturavam-nas com o elemento futon.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Qua 20 Abr 2022, 21:01






[CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO Q7uzjAd

A voz do mesmo homem de antes retumbou no covil em um grito estridente, xingamentos que denunciavam o seu temperamento explosivo e violento. Me peguei analisando os movimentos daquele cara mais uma vez, que provavelmente estava se preparando para mais um ataque à distância. Por causa disso, concentrei-me em pensar em uma defesa, para, em seguida, finalmente contra-atacar. Contudo, num instante, algo mudou. A minha visão ficou turva de súbito, e logo em seguida fui abduzido para um mundo escuro e disforme. O que está acontecendo? As palavras instintivas se fizeram em meu pensamento no instante que senti o formigamento em meu pescoço converter-se numa dor sem igual, acompanhado por um sentimento ruim que crescia pouco a pouco. — Argh! — Murmurei, e o gemido abafado foi seguido pela retomada de meus sentidos. Com meu braço direito rente ao corpo, pude ver as marcas negras da maldição se movendo através de minha pele, me consumindo, corroendo minha carne. O rastro que se assemelhava a chamas se alongou por toda a lateral de meu corpo, até que, certo momento, interrompeu o seu rápido desenvolvimento. A dor cessou no mesmo segundo, embora eu sentisse que o estranho sentimento se fortalecesse vagarosamente em meu âmago, e este sentimento era, de fato, o ódio.

Mate-os. Você deve mata-los. A ordem chegou em meus pensamentos como um mantra tão forte que parecia impossível de se resistir. Ao mesmo tempo, um calor intenso crescia em meu peito e me fazia ficar mais vibrante, fortalecido pelas trevas do meu ser. Tudo parecia estar ao meu favor. Eu estava sintonizado com o mal daquela marca, e para fazer valer o seu poder eu só deveria obedecer ao seu simples pedido: matar todos aqueles homens.
— Sim. Eu. Vou. — As palavras descompassadas vieram junto aos movimentos do infeliz no alto do covil, que mais uma vez unia suas mãos na realização de selos. — Venha! — Ensandecido, me esforço para realizar uma série de oito selos de mãos, todos executados em uma velocidade que um dia eu duvidei poder alcançar. Mesmo assim, no final, após erguer o braço direito à frente de meu corpo, o chakra amaldiçoado roxo-escuro se manifestaria na forma de uma belíssima flor cintilante, que abriria sua pétala na defesa de tudo aquilo que era lançado até mim.
Yet, those hands will never hold anything...

— Rho Aias! — O grito corta a imensidão enegrecida da noite, ao passo que a flor púrpura desabrocha na forma de minha melhor defesa. A única camada conjurada cobria meu corpo de cima a baixo, inclusive as minhas laterais, e eu acreditava fielmente que ela fosse o suficiente para se opor às enxurradas de ventos e às kunais lançadas em minha direção. Como eu já disse, tudo estava ao meu favor, e eu não tinha nada a temer. No fim, com a conclusão da defesa e findadas as ofensivas, desconjuro a flor que saía de minha palma e desvio meu olhar brevemente para o humanoide de pedra que outrora eu havia criado. Com destreza e no máximo de minha velocidade, corro em sua direção e salto às suas costas pedrosas. Feito isso, tomo um poderoso impulso com a força de meus músculos e calcanhares – tonificados pela marca da maldição – para, então, alçar-me aos céus em mais um salto – dessa vez, ainda mais poderoso que o anterior. Como um anjo da morte, levo meu corpo até às alturas para ficar ainda mais próximo da lua, saindo do covil em que eu me encontrava enquanto movimento as mãos em mais uma dança que se provariam em selos. — Minha vez! — A exclamação veio acompanhada por um ódio aterrorizante, ao passo que o chakra roxo-escuro ao meu entorno me cobria em um véu de pura maldade.

No instante que seguiu, eu me encontrei no alto do céu,  e oito espadas de aço negro de um metro e meio seriam conjuradas acima de minha cabeça, todas apontadas para o peito dos bandidos, incluindo do sujeito que havia me lançado as técnicas de vento. Acerte-os! Já! A voz perfura a minha cabeça como a batida de um aríete, e eu sinto a dor da marca retornar ao meu corpo. Então, rangendo os dentes, eu fecho os olhos por um mísero segundo. A voz de meu pai, Kiritsugu, surge em meus pensamentos em um sussurro.


— “Ser um herói é uma coisa limitada pelo tempo, e é difícil ser um quando você cresce. Eu gostaria de ter descoberto isso antes.” — A voz dizia.
— “Entendo, então acho que não tem jeito.” — Escuto a minha própria voz, e a lembrança daquele fatídico dia vêm à tona. — “Então eu vou ficar no seu lugar. É impossível, já que você é um adulto, mas deve dar tudo certo se for eu. Deixe o seu sonho comigo... Eu irei realiza-lo.”

Sim, aquele dia. Eu e meu pai à luz do luar, a sua voz débil manifestando seu sonho, e eu, uma mera criança, assumindo aquela vontade. Desde aquela ocasião, eu estava disposto a me tornar um herói da justiça, e essa chama ainda não havia se apagado. Abro meus olhos depois daquela rápida reflexão e o mundo novamente está aberto. No alto do céu, miro as espadas projetadas não no peito dos meus adversários, mas sim em suas pernas. Eu não iria mata-los. Eu nunca poderia fazê-lo. Não enquanto eu carregasse o sonho de meu pai. As armas então voam na direção dos bandidos, ao passo que eu finalmente caio no chão, emortecido pela areia do deserto. De pé, a energia amaldiçoada continuava a me resguardar, mas a aura maligna havia sumido depois de relembrar daquele momento com Kiritsugu. Por fim, cerrando meu punho direito, canalizo a energia do aço por toda a mão e depois lanço meu corpo em grande velocidade na direção dos inimigos remanescentes – aqueles que não foram atingidos pelas espadas ou aqueles que conseguiram se defender –, tentando acertá-los, um por um, com séries de socos, enquanto tento afastar-me com esquivas simples de suas ofensivas corpóreas. A minha intenção, portanto, era desacordá-los, e não mata-los, empregando a força necessária para isso.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Qui 21 Abr 2022, 00:33


Narrador: BLOODLAD

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@Zireael





ㅤㅤPetn não pôde ignorar o medo que o acometeu após sentir o chakra de Emiya tornar-se frio e vil. Aquela sensação não era normal, era um intenção assassina verdadeira. Se não fosse idiotamente orgulhoso ele teria batido em retirada, mas preferia morrer degolado do que aceitar sua própria derrota. As marcas que avançaram contra o corpo do chunin da Areia eram inexplicáveis para aqueles homens e mais ainda foi a habilidade que o jovem usou para se defender, brilhando purpura e irradiando àquela noite escura.

ㅤㅤA velocidade e todos os atributos do suna-nin haviam sido drasticamente aumentados, de forma que os mentecaptos e o próprio Petn eram incapazes de  acompanha-lo com os olhos. "Ele vai nos matar"

ㅤㅤ– CORRAM! – Bradou ao ver o salto do jovem usando do dorso do golem de pedra como apoio. Oito lâminas de morte foram postas em riste e rota de colisão com os bandidos. – ATAQUEM DE VOLTA! – O jovem as arremessou e os meliantes, num ato desesperado, tentaram atirar suas kunais na direção do jutsu de Emiya, para que rebatessem.

ㅤㅤDas oito armas projetadas e lançadas pela poderosa técnica do Shirou, sete atingiram seus alvos e uma conseguiu ser interceptada. Apenas Petn se manteve de pé. Tremia mas mantinha sua faca com Futon apontada para o chunin. – ABERRAÇÃO! – Xingou-o, olhando fixa e violentamente. Seu corpo era ódio puro. – LEVANTEM-SE BANDO DE INÚTEIS. – Se dirigiu aos comparsas. – JASHIN VAI TORTURAR VOCÊS NO INFERNO SE VOCÊS NÃO SE LEVANTAREM! EU FAREI ISS! – Ameaçou-os.

ㅤㅤCom a kunai bonificada em mãos cortou na direção do garoto, e com a outra mão ergueu mais uma kunai igualmente bonificada. Eram vinte metros que os separavam e ele avançou a 12m/s, tentaria efetuar um corte duplo na altura do peitoral do garoto de suna e após mais dois cortes, e após mais um corte em seu braço direito, para decepa-lo. – MORRA!


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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Dom 24 Abr 2022, 00:36



O caos se propagou no campo de batalha. Aquele ímpeto maligno se provou valioso, uma vez que as espadas brilharam como flechas na escuridão iluminada pela lua e acertaram seus alvos um por um. Minha força e minha velocidade também estavam inigualáveis, ninguém ali parecia capaz de me sobrepujar. A vitória era minha, e só me bastava olhar para meus algozes. Pude vê-los desabarem na areia do deserto como animais sendo abatidos, sangue jorrando pelas suas coxas e urros de dor ecoando como uivos de coiotes. O mesmo homem que xingava aos gritos, por sua vez, se defendeu de minha investida e continuou a fazer aquilo que ele sabia de melhor: gritar. O sujeito tentou inflamar as emoções de seus amigos através de berros desesperados, e até mesmo chamou o nome daquilo que devia ser uma divindade para eles. Jashin? Nunca havia escutado esse nome, mas pelo visto parecia estar envolvido com aquele grupo. De súbito, os gritos do homem cessaram num instante, e os sussurros de dor dos demais voltaram a rechear os meus ouvidos como uma canção melancólica. Eles não iriam morrer, de fato, mas eles tiveram o que mereciam. Em breve, os reforços do vilarejo iriam chegar, e todos seriam capturados e presos.

Mesmo que eu estivesse mais forte, havia um preço para isso. Cada vez mais, o formigamento que antes se fazia no meu pescoço, próximo à marca, tomava uma extensão por todo o meu corpo, me afligindo com uma dor agoniante como se algo estivesse espetando toda a minha pele. Ao mesmo tempo, sentia que minha respiração estava desregulada, bem como os meus batimentos cardíacos.
— Arf. Arf. — Suspirava e inspirava. Mesmo parado, conseguia sentir as batidas do meu coração soarem como um tambor no meu interior, e até mesmo as veias nos meus braços pareciam acompanhar o ritmo frenético e atípico para meu próprio corpo. Algo certamente estava errado, mas eu precisava continuar a usar aquele poder. Pelo menos, até acabar com aqueles caras. Assim, no instante em que refletia acerca de minhas condições físicas, o oponente tagarela resolveu iniciar a sua ofensiva. Com os seus olhos violentos fixos em minha pessoa, ele corria em minha direção à milhão. Cada uma das mãos carregava facas kunais recheadas pela mesma energia vibrante de outrora, e ele parecia disposto a me acertar com elas à queima-roupa, em um embate corpo-a-corpo. Apostando nisso, cerrei o punho direito e me concentrei.

Um brilho azul gracioso rapidamente toma forma de um escudo, que se prende ao meu pulso e antebraço direito. O broquel, a nomenclatura correta deste tipo de arma defensiva, era feito completamente de um aço negro polido, e estava preparado para receber qualquer ataque que viesse. Então, aguardando a aproximação do inimigo, deixo o escudo em frente ao corpo e armo minha postura de forma a receber o impacto da investida. Vamos lá! O meu entusiasmo era tanto que, nesse momento, a dor em meu corpo pouco me incomodava. Quando o tagarela chegou, ele atacou. Ele era rápido, mas não tanto quanto eu – apesar de fadigado pelo uso da marca da maldição. Seu primeiro movimento foi um corte duplo direcionado à altura de meu peito. Dessa maneira, com o máximo de minhas capacidades, jogo meu corpo levemente para trás e ergo meu escudo na altura do coração na tentativa de defender ambos os golpes. Na mesma sequência, dois outros ataques seriam direcionados ao meu peito, e eu aproveitaria a posição de meu braço para defendê-los também, absorvendo a força dos choques metálicos. Por fim, o seu grand-finale seria um corte rápido e traiçoeiro em direção ao meu braço direito, ou seja, na intenção de decepá-lo e ainda de tirar o escudo de minha posse. Nesse momento, rapidamente agacho na areia enquanto, ao mesmo tempo, tento erguer o escudo acima de minha cabeça, tentando arruinar a “linha do golpe” adversário e, ao mesmo tempo, defender-me.

Agora era a minha vez. Eu estava cansado, mas a minha força estava no ápice. Aproveitando disto, de minha velocidade e de minha competência com o Taijutsu, tento saltar na direção do oponente com um único impulso, realizando uma acrobacia acima de sua cabeça enquanto seguro firme com a mão esquerda na gola de sua camisa. Sustentando o peso do sujeito apenas com força bruta, aproveito do solavanco gerado para lança-lo ao além, mas especificamente em direção ao buraco que eu havia criado anteriormente. Se tudo corresse da forma como eu havia pensado, ele cairia no covil sem nenhuma chance de resistência, enquanto, lá em baixo, ele estaria de caras com um velho conhecido. Após armar um único selo de mão, a minha ordem para o golem de pedras estaria feita.
— Segure-o! — As mãos do grande humanoide tentariam enlaçar o corpo do bandido da cabeça aos pés, sem  dar uma chance fácil para escapar por entre seus dedos pedrosos. Ao fim de tudo, o cansaço tomaria conta de meu corpo. As marcas começariam a se desmantelar, sumindo pouco a pouco e voltando ao meu pescoço, embora a dor e a fadiga continuassem em mim como um parasita. Os olhos começavam a querer se fecharem sozinhos, embora eu precisasse continuar firme no campo de batalha; eu precisava aguardar a chegada dos reforços para prenderem todos os integrantes da Orokamonus.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 25 Abr 2022, 16:24


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ㅤㅤAquele desfecho já estava dado. Petn avançou inconsequente e como quem não tem nada a perder em direção a Emiya, que defendeu-se com seu broquel de aço enegrecido, característica visual incomum e pouco habitual a aqueles bandidos. O escudo rebateu os cortes feitos com o futon e o golpe físicos do Shirou lançou o homem até o abismo, onde o golem de pedra esperava para imobiliza-lo. Petn se sentia humilhado, mas mais ainda sentia-se colérico e furioso.

ㅤㅤ– JASHIN, Ó GRANDE JASHIN. SE TU CONSIDERAS ESTE SERVO QUE TE CLAMAS, MATE ESTE GAROTO AGORA OU ME DÊ FORÇA PARA FAZÊ-LO. – Evocou seu deus numa tentativa desesperada de vitória. Não foi respondido como esperava, mas a frase dele chegaria até os ouvidos de Emiya de forma estranha, como se um temor religioso tivesse sido enviado até o chunin. A cena de Petn ensaguentado e gritando enquanto preso pelo golem era digno de um pesadelo, e sua invocação a entidade Jashin piorara tudo. Os outros mentecaptos não tinham forças para se moverem, continuando com seus corpos de cara para a areia. Petn protestava e implorava para que Jashin lhe concedesse sua graça, para que lhe desse poder. Não teve resposta.

ㅤㅤNum encerramento final e suicida ele então apelou para a morte súbita, à sua própria morte. Mordeu a língua e o sangue escorreu por seus lábios. Recitou palavras estranhas e ininteligíveis, de forma que o suna-nin não conseguia entender nem o ato nem o que era dito. Os olhos brilharam vermelho e o corpo também e ele num todo implodiu para depois explodir.

ㅤㅤ– Ó Jashin, leve-nos! – Proferiu antes do fim.

ㅤㅤUma energia escarlate irradiou o deserto e se estendeu por 35 metros de raio, destruindo não só o golem de pedra mas todos os corpos dos Orokamanus ali caídos, reduzindo-os à cinzas. A área de ação da explosão chegaria em Emiya, que não tinha como desviar do ataque devastador de Petn, apenas se defender.

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 25 Abr 2022, 19:03



O fim havia chegado para aquele maldito tagarela. Graças ao meu movimento acrobático, consegui habilmente lança-lo às profundezas da terra e assistir o seu despencar naquele mundo de sombras, caindo como um demônio levado ao abismo. Nas areias subterrâneas, ele não teve tempo para se recompor, pois algo o esperava de prontidão: o meu golem de pedras. Este, por sua vez, se adiantou e pegou o facínora com um único agarrão, e suas poderosas mãos cingiram seus movimentos ao apertá-lo com força. Acima do covil, mesmo de longe e atordoado de fraqueza, eu pude assistir a tudo isso. A marca negra da maldição não mais cobria o meu corpo, e a insistente dor em meu peito continuava a me afligir. A minha derrocada se deu pelo conjunto de dois fatores primordiais: em primeiro lugar, a dor e o cansaço causados pela marca amaldiçoada; e em seguida, a fadiga resultante do uso excessivo de meu chakra e do meu próprio corpo. Era como se eu estivesse imerso em um vazio imensurável, ainda que em sofrimento constante. — Arf. Argh! — Tentava respirar com calma, e gemia de dor em consequência. Mesmo que eu quisesse relaxar, a dor e a adrenalina não passavam. Um ciclo vicioso que não parecia terminar.

De repente, o sujeito começou a gritar mais uma vez. Entretanto, dessa vez a sua fúria parecia algo diferente, como uma súplica, uma oração para uma divindade. Mais uma vez, aquele nome diferente alcançou os meus ouvidos e me chamou atenção. Quem é Jashin? Se eu pudesse deduzir, diria que seria uma entidade antiga, um espírito do mal ou, ainda, o deus da morte. Mesmo assim, tudo isso não passava de suposições, ainda que o conteúdo daquelas palavras fosse verdadeiramente arrepiante. Me colocando de alerta, respiro fundo e forço meu olhar na direção do bandido. Sangue escorreu por entre seus lábios, e o queixo rapidamente foi coberto pelo vermelho vivo. Algo saiu de sua boca, palavras singelas que não consegui decifrar, ao mesmo tempo que seus globos oculares se tingiam em vermelho, brilhantes na escuridão do covil. Nem mesmo a luz da lua era capaz com aquele tom carmesim; na realidade, era exatamente como uma kibaku fuda se preparando para a detonação.
— Droga! — Exclamei ao perceber a similaridade e relaciona-la ao teor da fala do facínora. Rapidamente me concentrei, ignorando um pouco a dor e o cansaço que me afetavam. Os músculos de minha perna tremeram quando me agachei na areia mais uma vez, e meus braços foram ao chão, sustentando meu corpo enquanto me preparava para me defender.

Os resquícios de meu corpo e de minha vontade estavam destinados àquela defesa. Pelo estado em que eu me encontrava, não tinha como usar o Aias, e nem mesmo de projetar algo muito complexo. Restava-me recorrer ao simples e básico. Invocando as propriedades elementais de meu chakra, uma linha de metal se projetou na areia e, à dois metros de meu corpo, transformou-se em uma parede de aço negro. Logo em sequência, outra linha metálica que saía das minhas palmas se estendeu até um metro de meu corpo, e em seguida cresceu na mesma proporção da anterior: em uma outra parede. Seria uma defesa dupla, de duas camadas. Ambas possuíam quatro metros de altura e quatro metros de largura, e as suas bordas eram curvadas para que, caso se provasse ser uma explosão, o fogo se dispersaria para o além e não entraria nos limites em que eu me encontrava. Em segundos, a voz daquele homem alcançou o silêncio da noite em um clamor ao tal Jashin, e logo veio um estouro. Se as barreiras se provassem úteis, eu conseguiria ver, em seguida, a energia vermelha iluminar os céus e os resíduos de calor aquecerem as minhas costas como um afago gentil. Se elas se provassem úteis, eu conseguiria sobreviver àquele ultimato. Ainda agachado na areia, a culpa recaía sob meus pensamentos, uma vez que eu não havia conseguido poupar aquela vida. Infelizmente, algumas pessoas são facilmente seduzidas pelo abraço da morte e caem nessa tentanção.


Considerações:
Descrições:

HP: 400/500 CH: 180/950 ST: 5/5
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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 25 Abr 2022, 21:16


Narrador: BLOODLAD

EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO

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ㅤㅤO clarão vermelho acendeu a noite naquele deserto como uma supernova explodindo. Tudo em sua área de alcance foi varrido para longe. Após a poeira abaixar uma parede de ferro foi vista incandescida e chamuscada mas de pé, atrás o jovem Emiya de pé, cansado mas ileso. Todos os bandidos haviam desaparecido dali, mas aparentemente aquele mal, conhecido pelos quatro cantos do deserto do Vento como Mentecaptos, estava acabado.



Situação: Aprovado
Considerações: Parabéns, bom treino. Os conhecimentos acerca de Jashin conseguidos nesta RP poderão ser levado para a ficha de seu personagem.
Recompensa: Juinjutsu Nv1 treinado.


Jutsus/Técnicas utilizadas:
Considerações:
Objetivos:
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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 25 Abr 2022, 22:01

Finalmente, havia terminado. O clarão vermelho se expandiu ao alto do céus e em seguida foi consumido novamente pelo azul-escuro da noite lunar. Quando meus olhos se acostumaram novamente ao ambiente, pude ver que não havia restado nenhum dos Mentecaptos, todos haviam sido consumidos pelas chamas da explosão. Então, eu havia falhado. A minha fraqueza trouxe a morte para eles, e a justiça não pode ser alcançada. — Eu... eu preciso ficar mais forte... — Minhas palavras débeis soaram como um prece por entre as chamas. O calor subiu, e eu tentei erguer meu corpo. Com grande dificuldade, apoiei-me no que restava da parede de metal em minha frente e equilibrei minhas pernas e meu tronco. Em seguida, comecei a andar em direção ao vilarejo de Sunagakure, passo por passo, sem acelerar. Em breve, eu estaria nos limites da aldeia e logo poderia descansar o quanto quisesse para recuperar as minhas forças. No andar, lembrava-me das palavras daquele sujeito e o nome de Jashin vinha à tona.

Considerações:
Descrições:

HP: 400/500 CH: 180/950 ST: 4/5
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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado Seg 25 Abr 2022, 22:19

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Re: [CENA] EMBRIAGANDO-SE DA MALDIÇÃO - Publicado