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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] As sombras de Iwagakure - 7/8/2020, 21:34


 Queen/Nara: Unlimited Shadow Works
palavras: 1525
Meiko Nara acordou por volta das oito e meia da manhã. A título de curiosidade, esse era o horário que ela costumeiramente acordava quando não tinha nenhum outro compromisso. Lentamente, sentou-se à beira da cama e esticou os braços. O movimento ocorreu simultaneamente a um longo bocejo. Como de praxe, vestiu suas roupas estravagantes e pegou a bolsa de armas. Nesse momento, sentiu um aroma que não encontrava a muito tempo. Um aroma que era capaz de transformar a irritada e fria kunoichi em uma criancinha tola e alegre. Era o aroma da famosa torta de morango de sua mãe, Violet Nara.

Violet Nara era uma mulher simples, porém bela. Tinha a pele clara. Longos cabelos loiros, presos, quase sempre, por uma faixa vermelha e olhos azuis. Definitivamente encantadora, se não fosse pelo temperamento idêntico ao de sua filha. Bom, a garota tinha que puxar alguém, não é? A loira, geralmente ficava cuidando da casa e de seu pequeno jardim localizado aos fundos dela. Seu passatempo? Cozinhar – e como cozinhava bem. Vez ou outra fazia tortas e bolos para vender pela vila. Entretanto, seu sonho era abrir uma confeitaria. Enfim, naquela fatídica manhã de início de primavera ela tinha preparado sua maior arma. Torta de Morango.

Sentado sobre a mesa estava Akari Nara. Um homem de semblante calmo. Cabelos e olhos de coloração rosa. Vestia roupas sociais de tonalidades claras. Akari era um investigador e interrogador muito respeitado em Otogakure no Sato. Contudo, sua filha não sabia de tal fato. Meiko acreditava que seu pai era apenas um shinobi aposentado.

— Torta de morango, quanto tempo não te vejo! — Exclamava ao sair do quarto. Preocupando-se primeiro com a torta e depois com seus pais. — Bom dia, aliás!

— Bom dia, Meiko. — Disse o pai. — Lembra a conversa que você falou que queria ter? Bem, podemos começar agora... Eu e sua mãe decidimos que está na hora de te contar a nossa história.

— Pois conte. — Retirou um pedaço da torta – quase metade dela – e passou a prestar atenção em seu pai que começou a falar. Apesar de ter sido tão repentino, estava interessada na proposta.

[...]

Em meio as estruturas de pedra de Iwagakure no Sato, dois casais de jovens shinobis conversavam sobre o futuro. Eles haviam sobrevivido a Grande Guerra que acabara de ser finalizada. O assunto girava em torno de se mudar para um pequeno vilarejo que mais para frente iria se chamar Otogakure no Sato. Esses amigos eram exatamente os avôs maternos e paternos de Meiko.

Os Nara se orgulhavam de dizer que eram grandes shinobis. Yukiko Nara foi uma grande ninja médica responsável por grandes feitos durante a Guerra. Enquanto Yosuke Nara era um dos responsáveis pelo Departamento de Inteligência da vila. Cerca de dois anos após a mudança, eles tiveram um filho. Akari Nara.

O outro casal, de sobrenome desconhecido, eram shinobis mais humildes. Não tinham a necessidade de indagar seus grandes feitos, não que tivessem feito muita coisa. Afinal, eram apenas chuunins na época. Haviam se conhecido em campo de batalha e acabaram se unindo. União, esta, que os levaram a ter uma filha um ano depois que os Nara. Violet.

Os anos se passaram, Akari e Violet cresceram. Ele decidiu seguir os passos de seus pais e se tornou um grande shinobi. Enquanto ela, não muito interessada pelo ramo, decidiu que trabalharia com alguma outra coisa – até hoje, inclusive, não se decidiu. O fato é que, amigos de infância, acabaram se aproximando muito mais do que deveriam e se apaixonaram. Casaram-se e tiveram uma filhinha. Neste ponto, começa a história de Meiko Nara.

[...]

— Bem, creio que de momento é isso... Você deve estar se perguntando o motivo de eu te contar isso, não é?

— Tanto faz! — Fingia desinteresse. Mas, por dentro, sentia um alívio em saber, mesmo que pouco, sobre a história de seus pais.

— Eu e seu pai estamos pensando em nos mudar para Iwagakure. Seu pai está um pouco insatisfeito com o rumo que Oto está tomando. Enquanto eu... Bem... Eu queria abrir uma confeitaria e creio que em Iwa eu teria uma maior chance de sucesso com o negócio.

— Você já está grande. Sei que será uma kunoichi respeitada seja lá em qual vila você decidir ficar. Então a escolha é sua. Se quiser, pode vir conosco para Iwa ou ficar em Oto. Ficaríamos muito felizes em ter você conosco, apesar de nossa relação não ser tão boa assim. Caso decida ficar, iremos deixar a casa contigo.

Meiko parou por um momento. Precisava pensar um pouco sobre sua decisão. Afinal, não era algo tão simples. Iria deixar Oto, um lugar que já conhecia e que estava acostumada com todo mundo ou iria para uma vila a qual não saberia como seria recebida? “Complicado!” — Falava para si mesma, enquanto degustava um pedaço da torta. “Talvez, se eu for, eu possa evoluir ainda mais. Preciso descobrir novas coisas e não sei se Oto possui algo assim para me oferecer.” — Complementava o pensamento.

— Eu vou! — Afirmou, se levantando, e saindo de casa para dar uma volta. Finalmente, o clima estava mais agradável. A primavera já dava suas caras e enfeitava as árvores e jardins espalhados pela vila. Cada passo naquele local era nostálgico para a jovem kunoichi. Mas, ela não era capaz de revelar lágrimas e demonstrar sinais de fraqueza. Passou até pela casa de Kohara – kunoichi que havia a ensinado Shikigami no Mai – entretanto não teve coragem de a chamar. Apenas pegou um pedaço de papel de seu bolso e o dobrou em formato de um cisne, deixando-o logo na entrada. Essa foi a melhor maneira que encontrou para se despedir. Caminhou mais um pouco e se sentou sobre os bancos próximos ao centro da vila.

[...]

— Iwagakure no Sato é uma vila oculta localizada no País da Terra. Como todas as outras grandes nações, ela possui um kage que é conhecido como Tsuchikage. O país da Terra é circundado por cordilheiras rochosas e que fornecem uma espécie de proteção natural extra. A vila, em si, foi construída com base nesse fato, ou seja, a partir das rochas foram moldando as estruturas que a formam. Particularmente, acho que é uma infraestrutura incrível. Além de ser bem diferente do que estamos acostumados em Otogakure. — Explicava o Akari Nara, enquanto a família cruzava as fronteiras com Amegakure e se deparava com o portão leste da Vila Oculta da Pedra. — Soube, também, que ela foi a terceira das cinco grandes vilas a se estabelecer como parte dos Cinco Grandes Países Shinobi. Mas não posso confirmar isso, apenas ouvi falarem no escritório. — Complementou, tentando parecer mais sábio perto da filha.

— AAAAHH Estou tão animada! Não vejo a hora de inaugurar a confeitaria. — Violat interrompia a fala do pai, demonstrando um enorme entusiasmo. Seu rosto estava totalmente corado e esboçava um sorriso de orelha a orelha. — Você podia desistir dessa ideia do seu pai de se tornar uma kunoichi e trabalhar comigo, vou precisar de muita ajuda. — Tentava convencer a filha.

— Nem em sonho que fararia essas coisas de fracassados. — Respondia, não dando muita atenção à mulher.

— O QUEEE!? — Gritou a mãe.

Chegaram à Iwagakure por volta do meio-dia, exatamente quatro dias depois de deixarem Otogakure. A viagem demorou tanto pois Violet não estava acostumada a andar tais distâncias, afinal, apesar de vir de uma família de shinobis, era apenas uma civil. Então, constantemente precisavam dar grandes pausas. Logo de cara era notável a diferença entre as vilas. O trio caminhou pelas ruas tranquilamente, observando e reagindo a cada coisa nova. Por estar próximo à hora do almoço, os restaurantes já começavam a lotar e o cheiro de comida a seduzir os viajantes. Decidiram parar por um tempo para, enfim, se alimentarem corretamente. Um humilde restaurante de lámen foi o escolhido.

A pequena família se serviu bem, com enormes tigelas com macarrão, molho, legumes, carnes e tudo mais que tinham direito. O dono do restaurante olhava a cena em um misto de surpresa e satisfação. Próximo a mesa deles, havia dois garotos que se serviram igual. Esses garotos corriqueiramente encaravam os viajantes e cochichavam entre si. Meiko tentava atentamente ouvir a conversa deles, já demonstrando alguns sinais de irritação. Não se conteve, levantou-se e foi até eles, parando logo em frente à mesa. Levantou a perna esquerda, fazendo quase que 180° com a direita, e a desceu com tudo sobre a mesa que se partiu em dois. Seus pais arregalaram os olhos, incrédulos pelo que a filha acabou de fazer. O dono do estabelecimento teve a mesma reação.

— Olha aqui, vocês têm sorte que acabei de chegar e não quero causar problemas. Mas, se eu ver vocês me encarando e cochichando novamente vão desejar nunca terem nascido. — Inclinava-se um pouco para falar diretamente com a dupla. — Avisa para os fracassados dos seus amiguinhos que Meiko Nara chegou. — Deu uma piscadela e colocou a mão direita sobre a boca, mandando um beijo no ar em direção a eles. Logo em seguida, virou-se, como se nada tivesse acontecido, e sentou-se novamente com seus pais.

— Me desculpa por isso heheh — Akari colocava a mão na testa, em sinal de reprovação. — Não se preocupe... Eu pago pelos estragos.


HP 650/650 | CH 800/800 | ST 00/05

Informações:
objetivos:
+ Filler de Troca de Vilarejo (link)

considerações:

tecnicas:
Jutsus Ofensivos: 0/2
Jutsus Defensivos: 0/3
Jutsus Curinga: 0/1
Invocações: 0/1
Jutsus em Preparo: 0/1
Jutsus Passivos: 0/2
Jutsus Ativos: 0/∞

Jutsus Utilizados:

Bolsa de Armas:
+ Kunai (8)
+ Kibaku Fuuda (12 un)
+ Fios de Aço (10 m)
+ Kemuridama (5)

Databook:
[06*] Ninjutsu - São ninjas que alcançaram possuindo qualidades diferentes dos demais shinobis. Caso a qualidade seja inata, as forças produzidos através de ninjutsus do personagem ganha, 200 pontos a mais de força.
[01] Taijutsu - Personagens iniciados nos estudos de Taijutsu. Começam a compreender as manobras básicas shinobis como giros no ar, saltos em grandes distâncias, entre outros.
[00] Genjutsu - Personagens inpatos a usarem Genjutsus.
[04*] Iinteligência - Armadilhas Colocadas: 3 a cada três turnos | Armadilhas Percebidas: 3 a cada três turnos.
[01] Força - Precisão/Alcance & Velicidade Armas: 8m & 8m/s | Danos Adicionas Aplicados: +10HP | Redução de Dano Recebido: -00HP.
[02] Velocidade - 10m/s.
[03] Stamina - Limite de Cansaço: 5 Posts.
[02] Selos - 4s/s

Qualidades:
Inteligência Aguçada (0) (Inata) - Capacidade de criar ou descobrir uma armadilha a mais que o limite.
Grande Controle de Chakra (2) (Inata) - Redução de todos os consumos de Chakra em 25%; arredonda-se em números quebrados para o maior valor. Sempre que existir o requerimento dessa qualidade, não poderá ser usufruída as bonificações mencionadas acima.
Habilidade em Ninjutsu (2) (Inata) - Redução de dez pontos de chakra em qualquer ninjutsu que utilize chakra puro (exclui-se então elementais)
Mente Implacável (1) (Treinável) - Permite mais dez jutsus no limite de técnicas da ficha.
Conhecimentos Anatômicos (1) (Treinável) - Compreensão de anatomia humana.
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Lollipoppy
Chūnin
Lollipoppy
Vilarejo Atual
Ícone : [Filler] As sombras de Iwagakure URkFDZ9

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Re: [Filler] As sombras de Iwagakure - 7/8/2020, 22:09

@Fleurie REPROVADA, A KAGE QUER TU NÃO! Aprovado, tudo show no mod AG, e palavras mínimas ok!

Confesso que gostei da aquisição de Iwa, uma confeitaria sempre é bem-vinda! -q
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.