Naruto RPG Akatsuki
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O fim da guerra trouxe a paz, junto com a oportunidade das vilas prosperarem e crescerem. O Nascer do Sol se aproxima trazendo uma nova leva de Kages que querem expandir seu território. A primeira reunião dos Senhores Feudais está marcada, onde irão debater o futuro de Otogakure, atual colônia de Kumogakure e palco da última Grande Guerra.
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ShionFundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
AngellAngell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Angell#3815
Sr.LSr.L apelido recebido pelos players do fórum, devido ao seu sobrenome Sinhorelli, joga em fóruns narrativos desde 2010. Encontrou o Akatsuki no final de 2020, mas manteve-se ativo no início de 2021. Desde então se empenhou como player e se sentiu na obrigação de ajudar os demais e hoje auxilia o fórum como Narrador, Moderador e Administrador. Fora do forum, trabalha e possui formações acadêmicas, voltadas a área de gestão de pessoas.
Sinhorelli#1549
OblivionOblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
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SalvatoreSalvatore é parte da comunidade de RPG narrativo desde meados de 2013. Conheceu o Akatsuki nessa época, mas começou a fazer parte como jogador ativamente em 2021, sempre com muita dedicação e compromisso com o fórum. Hoje, atua no fórum como narrador e administrador, focado nas partes administrativas do ON. Fora do fórum se considera um amante de futebol, adora cozinhar pratos exóticos e é estudante de Engenharia Civil.
Salvatore#1234

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O silencio da madrugada era interrompido por passos silenciosos que se aproximavam do leito onde o jovem Lee repousava. Batendo palmas, o velho responsável por seu treinamento tentava lhe despertar rapidamente. ── Vamos, garoto. Levante-se. ── Se aproximou ainda mais, tocando-lhe os ombros para acorda-lo de vez. Através do som, ele conseguia distinguir o estado fisico da pessoa apenas pela respiração. ── Temos que ir, vista-se. ── Explicou, sem dar muitos detalhes. Ele ja estava pronto, então, apenas caminhou para o lado de fora da casa, esperando que o rapaz ficasse pronto para ir.


Considerações:
@Saevon

Narração livre. Interaja ai para que eu tenha uma ideia melhor da personalidade do seu mestre. Mas não de nenhuma informação sobre o que vao fazer, isso é comigo.
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[Capítulo] O Pecado da Ira GM22dSN

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Saevon
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Narração Livre:

Desenvolvimento de personagem.

[Capítulo] O Pecado da Ira Images?q=tbn%3AANd9GcRTDHLQRq4EjbgKhpT4xJoBxj-zx_polmEoy6mOn0klWMXsOKHp

       Lee Sai acordou assustado, seu mestre nunca havia o acordado a essa hora. Será que teria algo errado? Seria talvez algum tipo novo de treinamento? Se fosse ele ficaria ansioso. O problema é que seu mestre é meio anti-social, devem ter sido os anos de isolamento e aposentadoria. Não é que ele tratava mal as pessoas, ele só era silencioso como uma porta, na maioria do tempo. Só falava o necessário. Sim, ele era educado, cumprimentava, só nunca puxava assunto, a menos que julgasse algo essencial. Ou a menos que fosse para criticar uma burrada sua, isso ele fazia facilmente. Era comum ouvir a ironia em sua voz, como na vez em que criticou o falo dele ter cozinhado todos os peixes que tinha pescado, de uma só vez. Suas críticas irônicas eram pontuais, passavam com uma brisa. Não era algo constante, até por que Sai nunca repetia o erro. Seu mestre não era alguém que levantava a voz. Falava calmamente, criticava calmamente. Só levantava a voz quando se surpreendia, e não fazia questão de esconder sua surpresa, fosse ela positiva ou negativa.  

  Ele andava de olhos fechados, nunca o tinha visto abrir os olhos, e juntamente ao fato de ser muito silencioso, as vezes eu ficava na dúvida se ele estava realmente acordado. Lee Sai terminou de se arrumar às pressas e foi se juntar ao seu mestre, ele estava com seus braços cruzados, semblante neutro, como sempre. Essa postura privilegiava seu corpo forte, apesar de velho. Seus antebraços eram enormes, deviam ser as décadas de treino e prática com a espada. O garoto ficou algum tempo parado até que não agüentou mais:

  - Por que me chamou mestre?
  - Em breve saberá. – Resposta curta e seca, seu mestre não parecia no melhor dos humores, não deveria gostar de acordar essa hora, ou estava irritado com a impaciência de seu aprendiz.

  O garoto ficou mais um bom tempo esperando, mas a ansiedade o devorava:

 - É algum tipo de treinamento novo, um problema...

  Nem resposta ele conseguiu arrancar dessa vez, seu mestre o ignorou. A partir daquele momento ele resolveu ficar calado. Seu mestre era alguém que geralmente passava suas mensagens implicitamente, o que era um pouco difícil para as outras pessoas lidarem, talvez por que, pela falta de visão, percebesse as coisas de um modo diferente também.

  Takeda respondeu uma vez seu aluno, mas na segunda, era demais. Se suas ordens eram para esperar, ele deveria esperar, por mais impaciente que fosse o garoto. Impaciência custava vidas no mundo Shinobi, desobedecer a ordens também. O garoto deveria ter, como diriam em um pais distante, Kung Fu. Deveria ter a atenção aos pequenos detalhes. Isso era importante pois na batalha nem sempre é possível dar ordens diretamente. É algo mínimo, para que o inimigo não perceba. Se ele disse para seu discípulo que em breve ele saberia, nenhuma mais pergunta deveria ser feita. E por mais gentil e afetuoso que fosse, ele era um cara pragmático. Tem certas coisas na vida que têm de ser aprendidas, cedo ou tarde, da maneira fácil ou difícil. Ele aprendeu quase tudo da maneira difícil e aprendeu que falar era quase sempre inútil. Deveria guiar pelo exemplo e seus alunos aprenderiam, deveria informar o mínimo para que a criança absorvesse, observasse, ficasse atenta. Ele era alguém que vivera muitas batalhas, lutar tinha sido sua vida, perdera muitos amigos. E não perderia um aluno. Não outro. Para isso decidiu que todos os momentos perto de seu aluno seriam momentos de aprendizado, de cultivo. Por isso, se atinha ao essencial. Com outras pessoas ele poderia ser mais sociável. Com amigos, parentes, até outros Shinobis em situações relaxadas. Mas enquanto estivesse com o garoto seria para ensiná-lo, pelo menos enquanto ele não estivesse minimamente preparado. Talvez o dia que ele se tornasse um Jounin poderia beber e relaxar com ele, mas até lá nada disso. Por isso, em batalha ou fora de batalha ele utilizaria qualquer chance para ensiná-lo, e esse diálogo era uma delas. Ensinar disciplina. Mas ainda seria gentil e cuidadoso, a vida Shinobi é dura, é necessário tratar os outros com gentileza e cuidado. Já vivemos tanta violência em nosso ramo, não precisaríamos vivê-las em casa também. Era alguém atencioso, sua cegueira o forçou a isso. E pelo sono do garoto, embora desejasse acordá-lo rápido, apenas fez um pouco de barulho e o tocou. Poderia tacar um balde d’água pra ser mais rápido. Mas acordar de madrugada dessa forma um garoto só o prejudicaria, além de não ser algum do feitio de Takeda.

Informações Gerais:

760 palavras. Narração Livre. Como eu vejo Takeda como um senhor isolado, considero que fale pouco. Por isso achei difícil criar um diálogo, principalmente sobre algo não objetivo (no caso seria o que iriam fazer a seguir algo objetivo). Por isso tentei descrever o personagem mais. Leia, interprete e sinta-se livre para criar em cima disso. Ele não tem que ser algo que eu imaginei, podemos criá-lo juntos. É isso. E se quiser, tem mais um diálogo com ele em um filler que eu fiz, ta colorido no tópico em questão. E desculpe pela demora, não tinha conseguido achar o tópico, vou desafogar minhas notificações.

Link do Filler: https://www.narutorpgakatsuki.net/t71304-filler-lee-sai-nostalgia
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Jutsus Usados:

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Bolsa de Armas X2 (20/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 12 Kibaku Fuuda (3)
+ 4 Kunai (4)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo).
Ficha "Lee Sai"/Banco/Gestão de Ficha
Saevon
Saevon
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[Capítulo] O Pecado da Ira 5e97583888b19002750dc1671ad60d3d

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O silencio pela caminhada durou até chegarem ao centro de um bosque, onde a densidade da vegetação era grande, o breu era quase que completo e até mesmo a lua era totalmente ofuscada pela copa das arvores. ── Esse é meu mundo, garoto. ── A voz do homem era tranquila e por fim, parecia sumir na imensidão e ressoar como uma divindade dos céus. ── Mantenha a calma e preste atenção. ── Os sons se misturavam entre o balançar de arvores e passos tão leves que apareciam quando o garoto já podia sentir um golpe atingir suas pernas. O golpe lhe atingia e o fazia cair e, assim, alguns outros aconteceram. Não eram fortes o suficiente para machuca-lo, porém, irritavam-o facilmente dada a dificuldade de se defender ou mesmo esquivar. Após alguns golpes, a voz do velho novamente ressoou. ── A raiva pode ser sua inimiga ou sua aliada. Saiba escolher. ── Apesar das palavras um tanto quanto enigmáticas, o jovem Lee podia ter uma ideia do que tinha que fazer. Era necessário que ele desenvolvesse isso por si só, colocasse métodos em prática, usasse o cérebro.

Considerações:
@Saevon

Ainda livre. Ta tudo auto-explicativo. Qualquer coisa, pode me procurar via MP ou Discord.
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Saevon
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Depois da fala de meu mestre minha raiva só aumentou. Ele começava me surrar e ainda falava de forma enigmática? Usar a raiva ao meu favor? Como eu faria isso? Não existia tal coisa como heroísmo ou forma adquirida pela raiva. Ficava cada vez mais irritado e ia usando cada vez mais minha velocidade, mas nada adiantava. Comecei a ficar atento, aumentar meu ritmo. O problema era: toda vez que eu começava a me concentrar eu levava um soco, um chute, um tapão, o que quer que fosse. Não machucava muito meu corpo, mas destruía meu orgulho. Fiquei muito puto e gritei:

- Por que você não me enfrenta de frente!

A resposta: um soco na boca do estômago, não foi forte, mas me fez perder o ar.

- Só um idiota faria isso. – Disse meu tioagarrando meu pescoço me derrubando e imobilizando. – Um shinobi, um inteligente, nunca vai fazer isso. - E, após terminar essa frase, me soltou e desapareceu novamente.

E sabe o que mais me irritava? Sua voz calma. Isso me afetava profundamente. Ele me batia e humilhava de tal forma como se isso não fosse nada. Nunca antes um sensei fez isso, eles faziam coisas que eu podia suportar, e úteis. No que levar porrada me ajudaria? Eu usava tudo que tinha, mas com o tempo minha energia foi acabando, não a física, mas a mental. Não adiantava quão rápido fosse ainda era atingido, não importava o quanto prestasse atenção, era atingido. Depois de levar tantos golpes eu parei de resistir, continuei só me levantando toda vez que caia. Ainda estava irritado, mas minha exaustão mental não me permitia agir. Com isso, mesmo irritado, comecei a prestar realmente atenção. Percebi que no inicio eu não tinha realmente feito isso, cada golpe que eu levava me desestruturava completamente. Impedia-me de enxergar. Comecei a perceber que quase todos os golpes vinham de trás ao da lateral, nunca da frente. Ele queria explorar as brechas no meu campo de visão. Comecei a ficar mais atento a essas áreas “desprotegidas”, mas aí BUM. Fui derrubado pela frente. Outra lição, não poderia virar meu corpo para trás, senão ele ouviria minha movimentação (pelos pés e rotação do corpo que causava barulho).

Agora, um pouco mais calmo me lembrei das palavras de meu mestre: “A raiva pode ser sua inimiga ou sua aliada. Saiba escolher.”. Era isso, o que me atrapalhava tanto: era minha raiva. Era impossível não ficar puto em uma situação como essa, ou estou errado? Respirei fundo e comecei a me acalmar. Cada golpe que eu levava ainda me desconcentrava ou irritava novamente. Mas não como antes. Comecei prestar melhor atenção aos arredores. Utilizar meus sentidos, mesmo em lugar tão turvo. Sempre antes de me atacar os passos ou se aproximavam mais, tornando possível ouvi-los melhor e identificar a direção, ou paravam abruptamente. Isso deveria significar que sempre que parava ele estava saltando. Havia várias árvores perto, eu deveria prestar atenção nisso.

BUM. Outro golpe, e antes dele um farfalhar. Eu estava certo, ele estava saltando. Agora toda vez que ele se aproximava, geralmente por trás, eu ouvia e mudava a direção abruptamente. Já desviava de alguns golpes, mas levava outro logo em seguida. Quando ele saltava, eu sabia que seria: 1) Uma rasteira; 2) Um chute ou golpe vindo pelo alto. Isso me permitiu, mesmo na escuridão, começar a desviar da maioria dos golpes, eu só via uma sombra passando. Mas mesmo assim, ele se aproveitava do ambiente pra desferir um segundo logo em seguida. E sinceramente, levar tantos golpes e não conseguir me defender adequadamente pelo ambiente me irritava, mas aprendi que me acalmar um pouco é melhor que perder a cabeça. E seguiu assim: comigo irritado, agora conseguindo defender ou desviar do primeiro golpe, mas sempre levando o segundo. O que me irritava profundamente, mas não me deixava mais perder a cabeça completamente.

Informações Gerais:

637 palavras. Narração Livre.

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O jovem aprendiz da luta corporal havia avançado em reflexão e atenção. Usar da raiva um determinante para evoluir era a melhor tatica possivel. O seu velho mestre não poderia lhe dizer tão abertamente, senão, a lição não faria sentido algum. Agora, ainda restava-lhe seus sentidos, porém, de abrupto todos os sons se esvaíram-se e um golpe leve o suficiente para ser comparado à uma caricia, tocou-lhe a face; em seguida, a panturrilha, depois as costas e em seguida a nuca. ── Você vai ser a caça ou o caçador?  ── Os sons haviam sumido, entretanto, com ainda mais atenção, o rapaz sentiria pequenas mudanças sutis no ambiente, sempre segundos antes do toque do tio. Eram mudanças quase imperceptiveis, porém, relevantes. Variações do movimento do vento, sensações térmicas de calor próximo até a respiração do "inimigo" era sentida. Era como se ele conseguisse se ligar ao seus próprios sentidos. Se tornar um só com seu próprio corpo.


Considerações:
@Saevon

Segue o baile.

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     Eu havia alcançado outro platô. Agora os sons tinham se tornado imperceptíveis. Já não era mais capaz de ouvir seus passos ao se aproximar. Já não era capaz de ouvi-los à distância, ou seja: não seria capaz de ouvi-lo caso saltasse. O bom é que agora meu mestre tinha começado a dar golpes mais suaves, eles me desconcentravam menos. Sim, eram irritantes, mas nem chegavam perto às quedas que eu tinha tomado em seqüência. Agora eu podia prestar mais atenção. Ok, raiva não funcionava, não em excesso, mas era boa pra me deixar alerta. Afinal; cada golpe, por mais leve que fosse, era uma ferida do meu orgulho, era uma falha. Todo mundo que me conhece sabe como odeio falhas, tantas em seguida então...

     Caça ou caçador? O que ele queria dizer com isso? Tenho que pensar... O problema é que cada golpe me deixa mais ansioso; afinal, é como se, em uma batalha Shinobi, eu estivesse mais próximo a morte. Cada “tapinha” desses é uma vez que ele poderia ter me matado. Meu mestre já conhecia bem meu orgulho, já sabia que não era necessária muita coisa para me irritar, bastava me fazer falhar. Com o tempo minha irritação aumentou e comecei a parar de prestar atenção, e, ao perceber isso, meu tio me derruba. “Ok, entendi a mensagem.” - Pensei. Volto a me acalmar, eu estava ficando cada vez melhor naquilo, mesmo imerso em minhas falhas, mesmo em um ambiente estressante, a me acalmar. Acalmo-me mais uma vez e penso: “O que é uma caçada?”. Quando você caça um animal, não pode deixar ele te perceber ou ele foge. É necessário ocultar-se, esperar para o momento fatal. Geralmente caçamos animais que estão desatentos, comendo, bebendo água. Eles não perceberam nossa chegada ainda. Mas estou em meio ao campo de batalha, como não perceberia? Ele teria que se ocultar melhor e variar as formas de ataque, mas não dá pra ser 100% imprevisível. Nesse treino ele sempre atacava da mesma forma, era algo a menos pra me preocupar. Eu tinha a vantagem, eu sabia que ele estava ali, diferente de um animal a ser caçado. Quando caçamos esperamos que a presa não saiba que estamos ali, mas e caso ela saiba? Ela pode montar uma armadilha, se fingir desatenta e aproveitar para dar o bote. Eu era a caça, mas não era tão difícil inverter o papel. O que faz chegarmos com tanta cautela perto de animais a serem caçados? Seus instintos, sua atenção, sua conexão com a natureza. Uma vez percebido a caça se tornaria muito mais difícil, e pior: você poderia se tornar a caça.

X-X-X

 
     Naquele momento o pequeno Lee entendeu a mensagem de seu mestre. Deveria inverter os papéis, deveria utilizar de sua atenção, de seus instintos para superar essa dificuldade. Como um animal, deveria estar atento a tudo, a cada pequeno movimento ou alteração no ambiente. Deveria, primeiro, se fingir de presa, para em um momento crucial inverter os papéis e avançar com tudo sobre o “inimigo” que se acreditava preparado e superior: seu mestre. Começa a prestar atenção a todos os detalhes, agora que, nessa situação, se sente calmo, afinal: tinha entendido a mensagem, não havia mais o que temer, era uma questão de tempo para virar o jogo.

     Com atenção, o garoto sentia mudanças sutis no ambiente, sempre segundos antes do toque de Takeda. Eram mudanças quase imperceptíveis. Variações do movimento do vento, sensações térmicas de calor próximo até a sua respiração era sentida. Ele conseguia se ligar aos próprios sentidos. Se tornar um só com seu próprio corpo e, assim, segundos antes, percebia o objetivo de seu tio. Começou gradualmente a se acostumar com aquilo, mas não demonstrou. Permanecia imóvel como antes. No momento em que percebeu que conseguiu antecipar ainda mais o golpe de seu tio através do barulho do vento atrás de si e sua respiração ofegante: se agachou rapidamente, um pouco, e pegou seu mestre pelo braço e o lançou a frente. Takeda, que antecipou a movimentação (a percebeu nos primeiros milissegundos) pelos seus instintos treinados de sobrevivente e seus ouvidos aguçados, aproveitou o momentum da queda para agarrar o Lee pelo kimono e o derrubar em sua frente, aterrissando de pé e invertendo a posição que teria acontecido. Assim, a criança ficou debaixo olhando a sombra de seu tio que o havia derrubado pensando: “Quase, por muito pouco não inverto as coisas.”.


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A evolução do jovem aluno era admirável, tal que quase conseguiu tomar controle da situação. Ele havia evoluido, de fato, entretanto, o intuito daquele treino era algo maior. O velho queria leva-lo ao seu próprio limite e assim, ensina-lo a quebrar esse limite por si próprio. Dessa vez, o velho não sumiu, ele ergueu o rapaz do chão pela roupa e iniciou uma sequência de golpes, tão fortes como da primeira vez. Entretanto, agora ele nem mesmo parava de tocar o garoto, ainda sim, as mãos e pernas percorriam os membros do jovem, como se fossem água, então atingiam outro ponto. Era como se ele pudesse ler a movimentação do seu aprendiz ou até mesmo fazê-lo seguir ordens somente com o toque do corpo. O jovem Lee havia aprendido a seguir seus instintos e, agora, deveria por isso em prática. Um dos seus sentidos estava sendo estimulado ao máximo, o tato, entretanto, ele havia acabado de concluir que depender de uma única vantagem não era garantia de vitória. Deveria ele manter o foco, a calma e a paciência para então, pelo menos, chegar à defender alguns golpes. No momento em que sua defesa começasse à ser efetiva, pelo menos em grande parte, ele conseguiria sentir seu cérebro ferver, como se algo começasse a despertar nele, entretanto, se perdesse o foco, nada valeria. Deveria manter o ritmo e concentrar-se naquilo que estava fazendo e dessa vez, receberia um conselho direto, no momento em que se sentisse diferente.

── Concentre-se. Não perca o foco. ──


Considerações:
@Saevon

Siga até onde detalhei.

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       Eu estava recebendo uma enxurrada de golpes. Não sei por que meu mestre resolveu fazer isso dessa vez. Todas as vezes ele desaparecia e começava com um treino novo. Achei que ele iria simplesmente sair e voltar com o mesmo exercício; afinal, eu ainda não tinha dominado completamente o uso de meus sentidos, não tinha conseguido ser o caçador. Os golpes eram fortes como na primeira vez, irritavam, causavam dor, mas nenhum dano. Eu não podia perder as lições aprendidas, tinha que manter a calma, tinha que usar meus sentidos. A distração dessa vez era diferente, eram tantos golpes, de tantas direções, tão rápidos. Eu não podia me concentrar só em um, senão levaria outro. E o maior desafio: a dor. Não era uma dor colossal e eu nem mais sentia raiva. Entendi que aquilo era um treino, um desafio passível de ser superado. A dor incomodava, me desconcentrava. Estava recuperando de uma pancada e vinha uma logo em seguida. Não machucava, mas doía.

  Em certo momento tentei parar de tentar me defender adequadamente e coloquei os dois braços à minha frente, de forma instintiva. Isso me fez levar mais golpes ainda. Entendi, naquele momento, que em uma batalha eu jamais poderia me deixar levar pela dor. Pela dor, pela fraqueza, pela raiva. Eu deveria reagir, não poderia me prostar diante daquilo. Veio uma energia de dentro, uma raiva, eu deveria reagir! Comecei a tentar me defender novamente, usava meu corpo, minha velocidade, minha força, minha vontade. O problema é que nessa explosão meu julgamento ficava ruim. Tentava bloquear golpes de forma impulsiva e levava mais outros. A raiva era uma forma de reagir à dor, à inação. Era melhor que nada, mas, como eu já havia aprendido, não levaria a lugar nenhum.

  Comecei a prestar atenção aos acertos de meu mestre, a evoluir com cada golpe. Ele me guiava para o que eu deveria fazer. Prestava atenção aos golpes, começava a defender alguns de forma adequada; então, levava outros. Conseguia sentir minha cabeça aquecer cada vez mais, parecia que meu cérebro começava a ferver.
“O que é isso?” – Pensei.

  - Concentre-se. Não perca o foco. – Disse meu mestre.

 Levei um golpe que não deveria e então tudo se desfez. Outra lição: eu não podia pensar, não nesse momento. A calma e o intelecto são úteis em batalha, mas nem sempre. Nesse momento meu intelecto não era. Deveria ser algo mais instintivo, eu deveria deixar meu corpo aprender e reagir por si só, deveria reunir, de forma intuitiva, tudo que tinha aprendido até aqui. Como meu mestre disse: eu deveria me concentrar. Finalmente um conselho direto. Dessa vez não me deixei distrair. Deixava meu corpo reagir, estava conectado com meu corpo. Novamente: a cabeça aqueceu e meu cérebro começou a ferver. “Era isso!”. Oops, distraí-me de novo. Dessa vez o retorno foi mais rápido. Familiarizei-me com aquilo. Sentia-me incrível, e cada vez conseguia defender mais golpes. Me sentia, agora, quase que como um só com meu corpo. Entendi em um nível um pouco mais profundo o que era usar os meus sentidos, meu corpo, o que era realmente foco.


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O ritmo do treinamento era constante, entretanto, a cada vez que o rapaz conseguia evoluir, o ritmo aumentava um pouco mais e assim seguiam. Os golpes mais rapidos, mais firmes e alguns até mais fortes. Em dado momento, a concentração do rapaz lhe ativou a parte esquerda do cerebro e, num momento inesperado, uma aura verde projetou-se de seu corpo, enquanto ele sentia os limites de sua mente sumirem. A dor, a raiva, o odio, medo, tudo aquilo era apenas obstaculos que ele conseguia superar com seu próprio instinto, como se não fossem nada. Seu corpo parecia revitalizado, não totalmente, entretanto, sentia que ele podia continuar aquilo um pouco mais, por mais tempo. Quando se deu conta, estava no mesmo nível de seu mestre e, por alguns momentos, chegou a pressiona-lo.


Considerações:
@Saevon

Siga até onde detalhei.

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[Capítulo] O Pecado da Ira GM22dSN

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Desenvolvimento de personagem. Postado: @Zeitgeist

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    Cada vez que eu me distraía eu era capaz de retornar mais facilmente e mais rapidamente àquele estado. Aconteceu, na última vez que eu me distraí, de retornar em menos do que o tempo de um piscar de olhos ao estado de foco. Cada soco que eu defendia me dava mais ânimo. Cada vez que eu me esquivava mais meu corpo entendia o que era realmente ser usado. A principio a evolução era meio lenta. Eu estava totalmente focado agora, mas tinha que me acostumar com o treino, com a forma constante em tempo, mas inconstante em forma de lutar. Meu mestre mantinha a cadência de golpes, se adequando ao meu ritmo, mas sempre variava a forma, a direção, a força dos golpes. Eu me acostumava e ele mudava, as vezes os golpes ficavam mais lentos e mais pesados, mais fortes, então eu tinha que fazer um esforço para não deixar passar nenhum, e nem bloquear os muito fortes e sim bloquear, para evitar maiores danos. Quando me acostumava a isso, eu diminuía a força dos golpes, mas aumentava em muito a velocidade e a variação.

Depois de me mostrar alguma variação básica em como golpear ele adotou um estilo sólido. Rápido, constante, que variava a cada golpe, se tornando quase imprevisível; não, definitivamente imprevisível. Depois disso, os golpes se tornaram mais firmes, mas eu já havia me acostumado a deixar de lado o intelecto, reagia por instinto. Cada vez que ele aumentava um pouco o ritmo, eu acompanhava. Cada vez que ele mudava, eu mudava junto e me adequava. Era como se fossemos opostos complementares, em sincronia, não pessoas lutando. Apesar dos golpes, a essa altura, já serem reais e poderem machucar se forem tratados com descaso.

Não trocávamos nenhuma palavra, não havia espaços para conselhos mais. Nem mesmo pelo toque. Agora cabia a mim me adaptar independendo do que ele fizesse. Não era mais brincadeira.

Em algum momento estava tão imerso no momento que senti um estalo. Era como uma porta se abrindo, era como acordar de um longo estado de sono completamente disposto a viver o dia, completamente recuperado. Senti algo se despejando do lado esquerdo da minha cabeça, algo me dando energias. No mesmo momento vi uma fina e quase invisível aura verde ao redor do meu corpo e sentia minhas limitações indo embora. A dor, a raiva, o ódio, medo, me livrava de tudo aquilo, era só eu e o presente, só eu e o meu corpo. Era uma sensação totalmente nova. Não sabia que era possível que nosso corpo fizesse isso. Não sabia que era possível recuperar energia mesmo tão tarde na “batalha”. Devia ser isso que Takeda queria me ensinar, provavelmente era algo impossível de explicar, deveria ser vivido. Por isso ele foi tão incisivo em manter o foco, por isso ele deve ter feitos esses treinamentos em seqüência. Aproveitando esse boost de energia, consegui continuar mais, aumentar a força de meus golpes e, assim, pressionar meu mestre. Agora talvez eu fosse capaz de me tornar o caçador ao invés da caça. Agora talvez eu derrotasse meu mestre.



Informações Gerais:

515 palavras. Obs. Obviamente o intuito não é derrotar o mestre haha, e mais mostrar o personagem superestimando o primeiro portão e a si mesmo. O mais legal seria se o portão "acabasse" na hora que ele sentisse essa confiança, e se ferrasse por causa disso (baixando a guarda, algo do tipo).

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O jovem demonstrava aptidão para a superação que seu mestre o disponibilizava com aquele treinamento. Dado momento, a pressão de seus golpes se tornaram maiores e o próprio mestre teve de alterar a estratégia, se afastou por um breve instante, aproveitando a confiança do rapaz para traze-lo à uma armadilha. Não deixou que seu pé de apoio tocasse o chão e, com um arrastar de pés,  retirou seu pé de apoio da direção ao solo, fazendo o rapaz cair no chão. Em seguida, um golpe em seu ombro, um golpe leve com a ponta dos dedos, fez a aura sumir e o circuito de chakra se fechar.

Depois disso, foi possível ouvir sua voz, enquanto seus passos indicavam que ele se afastava lentamente.
── Muito Bem! Vamos, tenho outra coisa a te passar, te explico tudo no caminho!  ── Estavam deixando a floresta densa e, consequentemente, a escuridão. Enquanto caminhavam, o velho mestre explicava.

── O nome daquela técnica é Hachimon Tonkou. Uma técnica de taijutsu capaz de aumentar drasticamente o poder de seus usuários. Algo que a família Lee vem desenvolvendo por anos. Entretanto, não superestime seu desenvolvimento. Aquele foi apenas o Portão da Abertura, Kaimon. Localizado na parte esquerda do seu cérebro, ele aumenta pouca coisa de seu poder, se comparado com os outros. Existem Oito Portões no total e só podem ser abertos com muito treino e dedicação. Eu só consigo abrir 2 deles. Acredito que no futuro, você consiga abrir os Oito. Porém, a partir do Sexto, teu corpo começará a cobrar o esforço físico e ao abrir o Oitavo, a morte será inevitável.  ── Explicou longamente, com palavras calmas e pausas longas entre cada frase, assim o rapaz assimilaria melhor.

Após alguns passos e fim da conversa, finalmente passou ao garoto um pergaminho em mãos.

── Agora, testaremos sua evolução. Leia isso.  ──

Se o jovem abrisse o pergaminho, veria algo escrito à mão:

"500m ao leste da casa, dois criminosos estão se escondendo das autoridades. Fui avisado que eles participaram de uma batalha recentemente, por isso, estão mais fracos. Deve encontra-los e prende-los."

O pergaminho parecia ter sido escrito pelo próprio velho.

── Eu transcrevi a mensagem, reavaliando a localização e deixando mais explicita a mensagem. Agora vá.  ──

Ordenou, enquanto caminhava de volta à sua casa.


Considerações:
@Saevon

Perdão pela demora. Se quiser, pode alongar o dialogo sobre o Hachimon, caso ache que o personagem precise de mais informações ou queira uma interação maior sobre esse assunto.

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       Estava dando tudo certo até que, sem eu perceber, meu mestre alterou rapidamente a direção em que ia pisar com o pé de apoio ao recuar. Eu o golpeei, mas por essa mudança súbita acabei errando, crente de que ia acertar, e perdi o equilíbrio. Com isso levei um leve golpe no ombro e acabei saindo daquele estado.

  Depois disso meu mestre se afastou lentamente, aquele treino havia se encerrado, será que viria outro?

 - Muito bem! Vamos, tenho outra coisa a te passar, te explico tudo no caminho! - Disse meu mestre começando a caminhar em direção à saída da floresta. “Ainda bem que estamos deixando essa escuridão para trás.” – pensei. Enquanto caminhávamos, meu velho mestre explicava:

 - O nome daquela técnica é Hachimon Tonkou. Uma técnica de Taijutsu capaz de aumentar drasticamente o poder de seus usuários. Algo que a família Lee vem desenvolvendo por anos. Entretanto, não superestime seu desenvolvimento. Aquele foi apenas o Portão da Abertura, Kaimon. Localizado na parte esquerda do seu cérebro, ele aumenta pouca coisa de seu poder, se comparado com os outros. Existem Oito Portões no total e só podem ser abertos com muito treino e dedicação, eles são: (além do primeiro que já falei) Portão da Cura (休門, Kyuumon), ele re-energiza o corpo, pode te salvar em qualquer situação que estiver sem energia para lutar, é um dos portões mais importantes; O Portão da Vida (生門, Seimon); O Portão da Dor (傷門, Shoumon); O Portão do Limite (杜門, Tomon); O Portão da Visão (景門, Keimon); O Portão da Maravilha (驚門, Kyoumon); O Portão da Morte (死門, Shimon). Eu só consigo abrir 2 deles. Acredito que no futuro, você consiga abrir os Oito. Porém, a partir do Sexto, teu corpo começará a cobrar o esforço físico e ao abrir o Oitavo, a morte será inevitável. - Explicou longamente, com palavras calmas e pausas longas entre cada frase, me permitindo compreender perfeitamente o que falava.

  Após o fim da explicação e mais alguns passos meu mestre me passou um pergaminho. Será que seria uma explicação de como abrir os próximos portões? Será que seriam técnicas secretas do Iaido? Só abrindo para saber, mas obviamente esperei meu mestre dar o comando.

  - Agora, testaremos sua evolução. Leia isso. – ele disse.

  Abri o pergaminho e vi algo escrito à mão; pela caligrafia acho que deve ser de Takeda, ele já tinha me mostrado algumas caligrafias na casa dele, eram artísticas é claro, mas dava para notar alguma semelhança (posso estar enganado é claro).

"500m ao leste da casa, dois criminosos estão se escondendo das autoridades. Fui avisado que eles participaram de uma batalha recentemente, por isso, estão mais fracos. Deve encontrá-los e prende-los."

 - Eu transcrevi a mensagem, reavaliando a localização e deixando mais explicita a mensagem. Agora vá. – ordenou enquanto voltava para casa.

  Antes de ir meditei um pouco, me acalmei, me alonguei. Seria minha primeira missão de verdade, aquelas coisas que eu fiz antes para vila nem poderiam ser consideradas missões. Além disso: foi algo requisitado pelo meu mestre, eu jamais poderia falhar: isso me traria enorme vergonha. Com isso, após o descanso, fui para o local destinado 500m ao leste da casa. Fui a um bom passo, mas nada que me cansaria, e sempre atento aos arredores e tentando fazer o mínimo de barulho possível. Podem estar feridos, mas ainda são inimigos, e podem já saber que foram descobertos. Como aprendi com meu mestre: jamais subestime o potencial de uma situação, ainda mais sem conhecer apropriadamente as circunstâncias.
Informações Gerais:

2.901  palavras. Obs. Me aproximo do local prestando atenção e observando. Vai ser uma abordagem sorrateira para: primeiro conhecer a situação e depois agir. No máximo que meu personagem é capaz é claro, sem conseguir reparar armadilhas (1 de inteligência) etc.

HP:475/475
CH:475/475
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+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.

Jutsus Usados:

Nenhum.
Armamentos:

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Atravessando a floresta que se erguia ao redor da casa, deu de encontro à uma floresta quase tão densa quanto à de anteriormente. Ao longo dos passos, ouviu sussurros que lhe guiavam um pouco mais a frente do imaginado. Ali, pôde ouvir a voz de dois homens que, apesar de tentarem conter a altura de suas falas, demonstravam nitidamente picos de raiva e irritação. Estavam dentro de uma caverna, onde o escuro era clareado por uma fogueira que revelava a silhueta dos mesmo através das sombras projetadas. As palavras que proferiam eram inaudíveis de forma nítida, provavelmente, por causa da distancia. A posição em que eles estavam, não lhe proporcionava visão direta de seus corpos reais, por isso, era necessária a averiguação inicial dos fatos. Aproximação; investigação; deslocamento; ataque; furtividade; seja lá o que o jovem escolhesse, deveria pensar rapidamente.


Considerações:
@Saevon

Narração Livre.

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        Atravessando a floresta que se erguia ao redor da casa acabei me deparando com uma floresta quase tão densa quanto à anterior. Ao longo da minha cuidadosa aproximação ouvi sussurros que deveriam ser dos criminosos em questão. Aproximei-me cada vez mais, me guiado pelo som. Chegando mais perto percebi, ao longe, a localização deles. Eles estavam dentro de uma caverna, com uma fogueira acesa no meio. “Que burros.” - pensei – “Acender uma fogueira e falar nessa altura tão perto da vila do redemoinho? Eles não pensaram que ninguém viria atrás deles?”.

Percebi que eles estavam do lado esquerdo da caverna (pelo ângulo que eu me aproximava não dava para ver eles, então considerei que foi uma abordagem mais lateral que frontal, e que eles estariam do mesmo lado, afinal: não dava pra ver um do lado oposto) mas não conseguia precisar a localização deles. Eles falavam com revolta, deveriam realmente ser os inimigos.

Aproximei-me o mais silenciosamente possível esperando que eles não me notassem. Depois de chegar à entrada da caverna não esperaria nem mais um segundo. Entraria em velocidade submáxima para não me cansar (18m/s) e assim que localizasse o mais perto, se pego desprevenido, iria chegar às suas costas, já com Kunai e Kibaku Fuuda (papel explosivo) em mãos e a colocaria (Kunai) em seu pescoço (com a mão esquerda) e o papel explosivo em suas costas.

- Não se mova senão ele morre! – avisaria ao companheiro dele, já colocando a mão direita na espada (para caso alguém fizesse algum selo e eu precisasse agir rápido) - Vocês estão presos pela autoridade a mim concedida, como Ninja, pela vila de Uzushio!

Se eu percebesse, ao entrar, que já tinham me notado e que seria impossível neutralizar seus movimentos eu pararia imediatamente, enrolaria a Kibaku Fuuda na Kunai avisando:

- Vocês estão presos, se rendam! Não quero ter de feri-los ainda mais! – diria com a mão esquerda na Kunai (com Kibaku Fuuda enrolada ) e a mão direita na espada, para caso do inimigo fazer qualquer selo.
Informações Gerais:

338  palavras. Obs. Todas as ações foram meras tentativas, em nenhuma das possibilidades crio armadilhas. (Colocar a Kibaku Fuuda nas costas não tem o nível de complexidade de uma armadilha né? Além disso, não falo "vou explodir se", deixo a critério seu se meu personagem explodiria, se o inimigo vai perceber o papel explosivo, ou se vai ficar lá pra eu usar em um próximo post). E em nenhuma das possibilidades utilizo força ao velocidade em seu máximo.

HP:475/475
CH:475/475
ST:0/6
Vel: 18m/s - 4/5 -
For: - 0/3 - (Não uso pra nada).
+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.

Jutsus Usados:

Nenhum.
Armamentos:

Armas em mãos (1.25/??)
+ 1 Kibaku Fuuda (0.25)
+ 1 Kunai (1)

Bolsa de Armas X2 (18.75/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 11 Kibaku Fuuda (2.75)
+ 3 Kunai (3)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo).
Ficha "Lee Sai"/Banco/Gestão de Ficha
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Furtivo, o rapaz rendeu um dos homens utilizando de sua arma básica, entretanto, o efeito de sua ameaça foi totalmente nulo quando o toque de suas mãos ocorreu, revelando um tronco no lugar do inimigo. O homem livre sorriu e aproveitou a brecha para bater as mãos, criando uma parede que o separava do lado de fora da caverna, provavelmente, tentando defender-se de uma possível empreitada. Seu amigo aproveitou-se da fuga feita através do Kawarimi, para tentar fugir pela floresta. O jovem Lee deveria tomar uma decisão.

Considerações:
@Saevon

Narração Livre. Deixei à sua escolha o fato de explodir o selo ou não, já que você estava dentro da caverna e agarrando o homem, explodi-la não seria uma boa ideia nesse momento.

L'Leo#1611
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  O garoto foi surpreendido, mesmo sob aquelas condições o homem conseguiu se safar ninjutsu realmente é capaz de fazer coisas extraordinárias. Só estava feliz que ele provavelmente não tinha percebido a Kibaku Fuuda em suas costas, estava pronto para detoná-la e sair dali, para se proteger. O problema foi nada saiu de acordo com o planejado. No momento de surpresa do garoto o outro bandido foi embora, e esse estava preso com ele dentro da caverna, impedindo-o de utilizar a explosão sem ser pego.

Lee Sai sabia que devia agir rápido, não havia tempo para pensar muito. Se seguisse o outro homem poderia acabar perdendo esse, se a luta se alongasse na caverna perderia o outro. Além disso, seria muito perigoso lutar na caverna, ele não sabia se o inimigo era capaz de manipular as rochas além de criá-las, visto que seus conhecimentos em ninjutsu são muito básicos, quase nulos.

Sem pensar muito o garoto Lee se resolveu, não era hora de brincar, teria que ferir aquele homem, sua vida poderia estar em risco naquele momento. Só tomara que o inimigo não morresse pelo corte. Ele estava decidido, cortaria um braço do inimigo para incapacita-lo e forçá-lo a colaborar, essa era a única via possível no momento.

Utilizando toda sua velocidade no máximo (22m/s) e tentando acessar aquela técnica que seu professor o ensinou, o Portão da Abertura, sem saber se conseguira: concentrou-se absolutamente, o máximo que podia se lembrou de todas as vezes que tinha feito Katas de Iaidô, todos os 43; todos eles feitos sem parar, em sequência meditativa. Segurou sua lâmina e em um movimento fluído, único, e extremamente veloz, sacou sua lâmina e prosseguiu, seu único propósito era incapacitar o oponente, não pensava em nada, além disso. Não pensava no que viria depois, ou o que faria. Só permitiu o seu corpo agir, guardou rapidamente sua kunai, que estava em sua mão esquerda, na bolsa de armas, e partiu para ação.

Informações Gerais:

325  palavras. Obs. Todas as ações foram meras tentativas. Utilizo força e velocidade em seu máximo.

HP: 475/475
CH: 475/475
ST: 1/6
Vel: 22m/s - 5/5 -
For: - 3/3 -
+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.

Jutsus Usados:

Nenhum.
Armamentos:

Bolsa de Armas X2 (18.75/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 11 Kibaku Fuuda (2.75)
+ 4 Kunai (4)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo. Utilizada, nesse turno, para atacar o inimigo).
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Diante a necessidade de uma escolha, Sai tomou partido rapidamente e, num saque rápido da espada, foi capaz de fraturar o ombro do inimigo numa investida rápida. Ele havia conseguido dominar o Primeiro Portão de Chakra e, agora, incapacitado a fuga de seu inimigo que gritava de dor. Restava a ele encontrar o ultimo e dar um fim naquela missão. O homem não podia ter ido longe, estava machucado e a ilha limitava sua movimentação. A ultima vez que havia visto, ele havia seguido rumo ao norte. A caverna se abriu para sua saída, graças a falta de concentração do homem ferido, dando-lhe a ultima chance para finalizar completamente a missão.


Considerações:
@Saevon

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    Em um golpe rápido consegui incapacitar o inimigo, não tive que cortar seu braço, felizmente. Consegui bater com a espada ao contrário e quebrar seu ombro, ele estava inutilizado agora. E com essa distração pela dor, a parede que separava a caverna do lado de fora se desfez. Felizmente consegui abrir o portão de Chakra e o manteria assim o máximo que conseguisse; aquilo era muito útil. Aumentava minhas forças e energias.

Uma vez que o home já estava ferio e não conseguiria fazer selos, eu aproveitaria e tentaria o desmaiar com um golpe na tempora. Se ele resistisse muito ameaçaria explodir o selo nas costas dele e se resistisse mais, explodiria enquanto saia correndo da caverna (simultaneamente). Se ele colaborasse eu ou o desmaiaria ou colocaria outro papel explosivo em seu peito e avisaria:

- Faça qualquer gracinha e eu te explodo.

Sairia correndo em direção ao norte, com ele nas costas, pois foi a direção em que vi o inimigo ir. Ele estava ferido, além de ser provavelmente mais lento que eu. Continuei a todo o passo atrás dele, correndo a toda velocidade. Tinha que alcança-lo.

No início da minha corrida eu não ouvia nada nem percebia, a floresta parecia extremamente quieta. Não o achei em lugar nenhum ali dentro. Cheguei à praia, havia um bote quebrado, então ele não deve ter tentado fugir por ali. Caminhei um pouco sobre as águas para ver se via algo, pelo visto ele não fugiu pelo mar também, talvez não soubesse fazer isso, ou talvez estivesse cansado demais para isso. Depois de andar um pouco, e prestar bastante atenção, vi pegadas na areia, indo para direita. Agora eu o pegaria, só tinha que tomar cuidado com armadilhas. Mas com na situação atual, se eu permanecesse atento, era quase impossível perder para esse cara. As trilhas acabaram em um rochedo, andei sobre ele, infundindo chakra nos meus pés, e continuei, ele não deveria estar longe. Consegui ouvir um arfar ao longe, agora eu consegui o localizar.

Continuei correndo a toda, atrás dele, até o ver ao longe. Gritei:

- Pare de fugir! Não há chance de escapar, posso ter que explodir seu amigo se você não se render! – blefei. Eu não faria isso a menos que o amigo dele me atacasse. Mas precisava tentar minimizar os danos na situação, nem que fosse ameaçando o inimigo. As vezes um diálogo poderia evitar um conflito maior.



Informações Gerais:

402  palavras. Obs. Todas as ações foram meras tentativas.  Utilizo força e velocidade em seu máximo, junto ao 1 Portão.

HP: 475/475 (+150) (to na duvida, a ST extra da vida extra? ou só turnos?)
CH: 475/475 (+150)
ST: 2/7
Vel: 22m/s - 5/5 -
For: - 4/4 -
+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.
Primeiro Portão: 02/05

Jutsus Usados:

Primeiro Portão
Requerimentos: 2 Taijutsu.
Bonificações: +1 Força; +1 Stamina & +40 de dano em Taijutsu.
Duração Máxima: 5 Turnos.
Danos: Nenhum.
Armamentos:

2 Kibaku Fuudas no cara com o ombro quebrado.

Bolsa de Armas X2 (18.50/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 10 Kibaku Fuuda (2.50)
+ 4 Kunai (4)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo. Utilizada, nesse turno, para atacar o inimigo).
Ficha "Lee Sai"/Banco/Gestão de Ficha
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Lee Sai foi preciso na hora de imobilizar e tirar a consciencia do primeiro homem. Não houve dificuldades para tal. Diante sua busca, acabou achando pistas que o levou na direção correta. Com suas palavras, tentou ameaçar o homem, entretanto, não foi necessário. Alguns metros à frente, estava ele, sentado e com sangue no corpo. Ele levantou as maos, enquanto ofegante e pediu. ── Me leve pra um hospital, eu me rendo. ── Parecia muito ferido para conseguir reagir ou fugir efetivamente.


Considerações:
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Calmaria [05/05]
Numero de Posts [10/11]


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[Capítulo] O Pecado da Ira GM22dSN

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Saevon
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Narração Livre:

Missão Rank C + Treinamento de Atributos: +1For e +1Int. Postado: @Zeitgeist

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    Fiquei extremamente surpreso, minha ameaça não era necessária. O homem, que eu achei estar fugindo, tinha desistido. Ele estava ferido e sentado ali, pedindo para ser levado ao hospital. Estava todo molhado de sangue, deve ter desistido por causa disso, mas não tinha como eu garantir a honestidade dele. Botei cuidadosamente o homem desmaiado em minhas costas no chão.

- O quão ferido você está? Consegue se segurar em minhas costas? - perguntei.

Aproximei-me com cuidado, hesitante, com medo de que ele pudesse fazer qualquer coisa.

- Espero que você entenda, em suas condições terei que tomar algumas providências. – continuei. Peguei uma Kunai com minha mão direita e uma Kibaku Fuuda com minha mão esquerda. Manteria a Kunai em minhas costas para caso de qualquer gracinha tentada por ele. – Não resista, senão terei que te ferir mais. – disse tentando dar a volta e colocar a Kibaku Fuuda em suas costas.

Se tudo tivesse dado certo, eu pediria para que o homem se segurasse em minhas costas, para que eu pudesse levar, o mais rapidamente possível, ambos os feridos para um hospital. Pegaria, com ele nas costas, o outro homem que deixei no chão do rochedo e me encaminharia para a cabana do meu mestre. Eu tinha antes ido para o Leste, depois para o norte. Então deveria caminhar para o sudoeste se buscasse encontrar a cabana do meu mestre, e eu deveria ser rápido.

Em vez de voltar pelo mesmo caminho que vim, iria dar a volta no rochedo pelo lado oposto, pois a descida era mais suave, não precisaria saltar ou caminhar sobre paredes (o que pioraria, em muito, a condição dos feridos). Depois de descer, olharia onde estava o sol, o que me indicaria o leste (afinal, o sol já nasceu a muito tempo) e me faria ir na direção oposta, o oeste, ao mesmo tempo indo na direção oposta à praia em que estava (pois ela era o estremo norte da vila). Assim, me orientando pelo sol, iria para a cabana do meu mestre, o mais rápido e suavemente possível, para não piorar nenhuma ferida.

Ao me aproximar da cabana do meu mestre gritaria, ao longe (devido à sua audição melhorada):

- Tio! Os dois estão feridos! Preciso de sua ajuda para levá-los ao hospital da vila! Um está desacordado e com o ombro ferido, e o outro está todo molhado de sangue! – gritei urgentemente.

E assim, com a ajuda de meu tio, esperaria levá-los ao hospital da vila de canoa, ou até mesmo caminhando sobre as águas, o que fosse mais rápido, pediria a orientação dele quanto a isso. Se fossemos de barco, eu tiraria os papéis explosivos deles para guardá-los, afinal, armas ninjas são caras.


Informações Gerais:

449  palavras. Obs. Todas as ações foram meras tentativas.  Utilizo força e velocidade em seu máximo, junto ao 1 Portão. Missão Rank C e Treinamento de Atributos: +1For e +1Int.

HP: 475/475 (+150)
CH: 475/475 (+150)
ST: 3/7
Vel: 22m/s - 5/5 -
For: - 4/4 -
+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.
Primeiro Portão: 03/05

Jutsus Usados:

Primeiro Portão
Requerimentos: 2 Taijutsu.
Bonificações: +1 Força; +1 Stamina & +40 de dano em Taijutsu.
Duração Máxima: 5 Turnos.
Danos: Nenhum.
Armamentos:

2 Kibaku Fuudas no cara com o ombro quebrado.
1 Kibaku Fuuda no cara que se rendeu.

Bolsa de Armas X2 (18.25/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 9 Kibaku Fuuda (2.25)
+ 4 Kunai (4)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo. Utilizada, nesse turno, para atacar o inimigo).
Ficha "Lee Sai"/Banco/Gestão de Ficha
Saevon
Saevon
Chūnin
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Apesar dos contratempos, a missão foi concluída e, por fim, só restava a leva dos feridos para o hospital da vila. Com a ajuda de seu tio, tomariam um barco na travessia e de lá, levariam os feridos até os portões. Numa breve conversa com os guardas, tudo poderia ser resolvido rapidamente.

Considerações:
@Saevon

Narração Livre. Finalize.

L'Leo#1611
Hachimou Tonkou: Primeiro Portão [05/05]
2 Missões Rank C [03/06]
Calmaria [05/05]
Numero de Posts [11/11]


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Missão Rank C + Treinamento de Atributos: +1For e +1Int. Finalizado: @Zeitgeist

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    Meu mestre claramente ouviu e saiu da cabana calmamente.

- Por aqui, sobrinho! – ele disse já me esperando em um pequeno bote, no mesmo cais por aonde eu vim primeiramente à ilha. Sua expressão calma mostrava que não era necessária tanta pressa assim.

Desci a mesma escadaria que tinha subido pela primeira vez, que me levou à cabana nessa ilha. Perguntava-me, apesar da pressa, se a veria novamente: a irresoluta cabana em ambiente tão solitário. Era quase como um templo, tinha até um Tori (portal xintoísta ) na entrada. Subi no bote e falei para o capturado:

- Desça.

Imediatamente após sua descida coloquei calmamente o homem desacordado no bote. Retirei dele as Kibaku Fuuda, e também do homem que se rendeu. Eu precisaria delas futuramente, com certeza.

- Mestre, por que usar o bote? Por que não ir correndo?

- Correr sobre as águas é mais instável que o bote, pior para as feridas dos homens. Além disso, com minha força e a abertura do segundo portão conseguirei acelerar ainda mais a ida. Agora chega de perguntas, reme. – disse ele já arregaçando as mangas e começando a remar.

Mesmo em tal situação sua calma era invejável. Eu não ficava tão desesperado em um combate, não mais. Mas a vida de outras pessoas está em risco, claro que ficaria meio eufórico. Mantive o primeiro portão aberto e comecei a remar com toda minha força. Meu Mestre mostrava força e energia além do comum para idade, mas isso também deveria ter influência do segundo portão, que ele tinha claramente aberto. Além da aura verde, eu nunca tinha visto alguém ter tanta energia. Remou o bote sem parar um segundo, sem mostrar necessidade de descansar. Ele estava tão focado na tarefa que eu não ousaria falar mais nada.

Chegamos ao caís da vila, onde tinham guardas esperado.

- Dois criminosos feridos, precisamos levá-los ao hospital da vila. – Disse meu Mestre aos guardas. Não sei se eles conheciam o Tio Takeda, mas claramente ficaram intimidados com sua presença. Acho que foi a única ocasião que vi meu tio com sua bandana, amarrada no braço esquerdo.

Os guardas não perguntaram mais nada. Um deles pegou o homem inconsciente e o outro foi na frente avisar os Ninjas Médicos. Meu mestre pegou o homem que ainda estava consciente e disse:

- Pode deixar que cuidamos do resto a partir de agora. Vá até seus superiores relatar o sucesso da missão. Entregue isso para eles. Além disso: vá ver seus pais depois, eles devem estar com saudades. – disse meu tio já partindo. Queria acompanhá-los, mas ele estava certo. Eu estava morto por tudo isso. Entregaria o pergaminho aos meus superiores (que deve constar o sucesso da missão) e depois vou para casa.

Fiz isso e tudo foi como esperado. Ao chegar a casa meus pais me receberam com um grande abraço.

- Você aprendeu o primeiro portão filho! – disse meu pai reparando na energia verde ao redor do meu corpo. Lembrei-me de desfazê-la, de “fechar a chave”. Depois disso veio um cansaço extremo ao meu corpo. Minha mãe mandou que eu fosse tomar banho, estava todo sujo de sangue. Obedeci-a e fui tomar um banho quente.

Nada como um banho quente depois de tantos acontecimentos.
Informações Gerais:

539  palavras. Obs. Utilizo força e velocidade em seu máximo, junto ao 1 Portão. Missão Rank C e Treinamento de Atributos: +1For e +1Int. Além disso, considerei como se tivessem passado mais de um turno, pelo caminho entre a vila e a ilha ser meio grande. Por isso o personagem quase esgotou sua estamina (que agora voltou ao normal depois do fim do portão) e por isso relatou o cansaço ao chegar em casa.

HP: 475/475 (+150)
CH: 475/475 (+150)
ST: 5/6
Vel: 22m/s - 5/5 -
For: - 4/4 -
+1 Limite de Cansaço Grande Durabilidade (1), Inata.
Primeiro Portão: 05/05

Jutsus Usados:

Primeiro Portão
Requerimentos: 2 Taijutsu.
Bonificações: +1 Força; +1 Stamina & +40 de dano em Taijutsu.
Duração Máxima: 5 Turnos.
Danos: Nenhum.
Armamentos:

Bolsa de Armas X2 (20/40)
+ 15 Makibishi (3)
+ 12 Kibaku Fuuda (3)
+ 4 Kunai (4)
+ 10 Shuriken (10)

Outras Armas (5)
+ 1 Token (5 espaços; Presa na cintura, do lado esquerdo.).
Ficha "Lee Sai"/Banco/Gestão de Ficha
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