>
Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
Sumário
Mapa
Staff
Discord
Facebook
Contos
Estação: Inverno
Últimos assuntos

Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

[Filler] As coisas tem seu rumo. - Seg 21 Out 2019 - 12:36


[Filler] As coisas tem seu rumo. Sv0To08

Vestimenta; Palavras: 1427; O.B.J.: +100 status + Calmaria (1) (Prodígio)

"Não sei se concordo plenamente com você." Virei a página. "Hm. O ser humano tem esse senso de superioridade que paira sobre ele, essa questão de poder, fome sobre tudo. Um trago no dunhill recém aceso. O indicador corria a página. "Mas quando você fala de pessoas com distúrbios. Elas não tem motivação meu parceiro, elas simplesmente fazem pelo gosto que aquilo vai ter ao cair em seu âmago." O sofá era marrom e as queimaduras de cigarro se alastravam como estrelas. Ajeitei o livro contra a luz propagada de um abajur que irradiava a sala. "O cheiro de sangue as vezes, em outras ocasiões o tédio. Tem alguns que evocam certas doutrinas para se justificarem." A fumaçava dançava junto a poeira contra a luz; mais uma página virada. "Pensando bem, a grande maioria busca alguma doutrina para justificar sua loucura. Acho que é mais uma pressão social que dita uma fórmula para a insanidade, dentro de parâmetros que não a controlam mas as deixam com o esboço repetitivo. Cocei o saco. Um gole no whisky. -Porra! Não exagera meu chapa." Escarrei no assoalho. "Falar que tudo é escolha consciente é atropelar recém nascido. E o instinto? O ser humano não deixa de ser animal. Ele estava demorando!

Faziam algumas semanas que vinha testando novos jeitos de escapar dos guardas que vigiavam a casa vinte e quatro horas. A manifestação de origamis e as múltiplas possibilidades que ela trazia era realmente uma facilidade a meu favor. Utilizava desta janela para por em prática com cidadãos comuns do vilarejo algumas técnicas de tortura e pânico controlado que tinha em mente. A vila estava abandonada e enfraquecida, e eu aproveitava disso. O alvo da vez era alguém que considerava um desafio: Alky. Um jonin integrante da divisão que lidava diretamente com a segurança nas ruas do vilarejo. A fase que Iwakagure vinha passando levantou precedentes para a marginalidade; assaltos, tráfico de ervas finas e tecidos, o vilarejo vinha sendo vítima de criminalidade e o pouco que estava sob controle era devido ao brutamontes de cabelos loiros. Sua rotina era comum: Passava a maior parte do tempo dentro de seu escritório recebendo através de informantes as noticiais que circulavam nas ruas e os acontecidos dos becos. De lá onde trabalhava traçava planos, riscando mapas do vilarejo, traçando pontos estratégico entre portões e feiras para encarar a guerra interna na qual estava envolvido. "Interessante." Folhei a página. Observei tudo das sombras, notando o modo como buscava trajetos diferentes toda vez que ia para casa, almejava um modo de vida mais isolado que o normal; não mantinha relações aparentes com seus subordinados, não tinha família lhe esperando em casa, muito menos animais domésticos que demonstrassem sua afetividade. Deveria ser um cara frio, o tipo perfeito pro cargo que ocupava. Quando atravessava a porta da residência seu costume era o mesmo; tirar os sapatos, buscar um tradicional saquê em sua geladeira e se esticar no sofá madrugada a dentro. "Chega dessas coisas." Fechei o livro. Apaguei mais um cigarro no sofá, queimando-o até que a bituca o atravessasse. "Como um sujeito consegue ler uma coisa dessas." -Tratado Pela Sanidade Humana.- Ela já está demorando demais.

Não notei nem sequer um ruído, apenas o puxão. A gola do moletom apertou minha jugular enquanto meu corpo se chocou contra a escada. Olhei para seus olhos; ele parecia se erguer como um gigante em minha frente, se impunha com a presença de um selvagem, alguém pronto para matar ali mesmo. O sadismo tomou conta de mim naquele momento, ele era alguém da elite, não me mataria sem a chance de extrair respostas sobre minha invasão em sua residência. Um golpe pesado. Desmaiei.

Pensando bem agora, ele devia ser alguma espécie de sensor e por lidar com tanto criminoso de merda durante o tempo inteiro, ia pra casa checando cada canto em sua volta -inclusive sua própria casa antes de entrar-. Não havia ponderado aquela hipótese, foi um ato onde meu conhecimento se demonstrou limitado e me empurrou para uma situação que demandaria controle próprio e sobre a situação. As fitas em meus pulsos eram propositalmente apertadas; assim como as que estavam em meus pés. Preso e somente de cueca dentro de uma banheira com algo que fedia a álcool molhando todo o meu corpo, notava que o jogo havia virado. -Bom dia Cinderela. Alky despejava mais gasolina sobre meu corpo, segurando um galão sobre mim. Eu estava prestes a conhecer a real tortura oculta na mente humana, não que eu já não fosse mestre em exerce-la mas naquela bifurcação do destino, veríamos como que a vila preparava seus shinobis.

Escutava um gotejar. Havia desacordado novamente. Engraçado, ele parecia ter um requinte de crueldade que era o que vinha me mantendo vivo até então; o egocentrismo de querer a vítima viva para assistir o holocausto de sua alma era notável. Um murro. Meu supercílio abriu e o combustível que me encharcava ardeu a ferida. -Quem te mandou? Ele riscava um isqueiro enquanto segurava um papel qualquer na mão opositora. -O destino. Sorri livre da mordaça que pendia em meu pescoço. Aquilo não parecia uma tortura mas sim uma pressão psicológica. Ele havia montado o cenário de forma rápida, quase como se tivesse simulado a situação inúmeras vezes em sua mente: A banheira de porcelanato, os azulejos sujos com fungos mesclando-se ao verde mal escovado, o suporte sem cortina com os aros que balançavam e faziam sons agudos sob qualquer brisa que entrava pela janela enferrujada. Sua presença sentada na cadeira de plástico em frente ao meu corpo refém da situação era imponente. -Não existe destino, só morte. Mais um soco. Traçou a mesma angulação e fez com que o ferimento se aprofundasse ainda mais. -Quem te mandou aqui? Sorri. O filete de sangue tinha sabor de gasolina "Não é tão ruim assim." -Você é um cara cuidadoso Alky. Toma suas precauções, deveria imaginar que não seria tão fácil assim arrancar sua cabeça e coloca-la no pênis de algum desses mendigos que seus guardas espancam todos os dias. Com algum esforço me sentei sobre a superfície escorregadia da banheira. -Não que eu me importe com a porra dos mendigo. Cara, eles fedem. Meu riso escapou de forma diabólica mas contida. -Mas tem o Clark, sabe. Ele já tinha aceitado transar com a tua cabeça decepada por um prato de comida. Ele parecia finalmente ter percebido do que se tratava. Era um sujeito treinado para interpretar de forma rápida o comportamento humano e naquele xeque deduziu com maestria a índole de quem havia amarrado no cubículo de sua casa. Levou o isqueiro aceso até o papel. O fogo ardeu e passou e encurtar o caminho até por fim explodir no líquido inflamável da banheira.

No entanto, eu estava ciente desde o começo da possibilidade de fuga e da peça na qual eu aceitei me colocar. Antes que meu corpo se inflamasse me decompus em uma nuvem sólida de papéis que avançou de forma conclusiva contra o homem gigantesco em minha frente. Deixei para trás as fitas, a mordaça e a aparente inferioridade; empurrei e avancei com ele através da porta até o quarto. -Parece que Clark ainda vai ter a janta e a sobremesa. Minha voz era um sussurro em meio ao amontoado de origamis que sufocava Alky enquanto outros milhares de papéis o mumificavam sobre a cama impedindo seu movimento. Em meio toda aquela confusão era complicado distinguir o que acontecia, porém, após me materializar novamente ao lado do móvel observei o corpo por completo: Seus mechas loiras colavam-se como substâncias pastosas a face irrigada por sangue e com pontos de crânio esfacelado. Seu pescoço havia sofrido uma pressão de puxo, e separou-se de forma tão violenta do corpo que nervos e tendões encontravam-se amostra mergulhando o lençol num rastro de morte.

Minhas mãos sujas de sangue enquanto seguravam a cabeça pelos longos cabelos loiros; o crânio se chocava de forma violenta aos degraus da escada. 'Hmm. Uma quina." Um movimento giratório até que ao fim da parábola o som claro de ossos se quebrando. Um pedaço da mesa de vidro caiu ao chão. Já estava vestido, havia tomado uma banho naquele cômodo imundo mas aconchegante que havia sido usado como sala de tortura. Agora, aquela figura abstrata construída de ossos e fragmentos de cérebro dentro de uma mochila, joguei-a às costas e saí pela porta da frente. Um dunhill aceso entre meus lábios, a fumaça e a perdição sempre se mesclavam no ar. -Clark ficará contente. Ou nem tanto. Acariciava o cabo da kusanagi em minha cintura.


CH: 975/1025; HP: 725/725; ST: 1/5


Considerações:
Alky: click

Itens e afins:
Kunai: 20x


[Filler] As coisas tem seu rumo. 7438c89d0997535f0e32c0f391a3b160
Kusanagi no Tsurugi (Uchiha Sasuke) [coldre]
Rank: S
Descrição: O chokutō Sasuke Uchiha referido como uma espada de Kusanagi foi sua arma pessoal em toda a parte da Parte II. Tinha uma bainha preta e um punho combinado, e era um tamanho maior do que um chokutō normal. Não tinha nenhuma das especialidades naturais como o que Orochimaru exerce, como a extensão da lâmina e a capacidade de cortar quase qualquer coisa, os quais são atributos naturais do Kusanagi, mas foi repetidamente demonstrado ser muito durável e capaz Para cortar vários materiais. Sasuke poderia expandir o poder da sua espada, canalizando seu chakra relâmpago para a lâmina com fluxo de chakra, o que aumentaria sua nitidez muito através de vibrações de alta freqüência, além de aumentar sua faixa de corte. Isso permitiria a Sasuke cortar quase qualquer coisa, além de adormecer o alvo que foi perfurado por esta lâmina relâmpago.

Técnicas:

[Filler] As coisas tem seu rumo. HuemqeU
Shikigami no Mai
Rank: B
Requerimentos: Habilidade em Ninjutsu ou Grande/Bom Controle de Chakra, 4 Ninjutsu, 3 Inteligência, Genin & Quest: Chuva de Origamis.
Descrição: Usando o seu origami e altas habilidades em ninjutsu, Konan pode transformar seu corpo e roupas em muitas folhas de papel. Ela pode controlar e remodelar até mesmo partes de seu corpo com folhas à vontade, fazendo formas tais como armas de ataque, borboletas para espiar, aviões, papel para o transporte rápido, ou simplesmente cobrindo seu inimigo em folhas de papel, restringir e asfixiar-o. Ela também é capaz de pairar enquanto em sua forma de papel. Este artigo é aparentemente descartável, incluindo partes de seu corpo convertidas em papel, o quanto de papel que ela pode gastar ou criar, varia com a sua reserva de chakra. Ela também pode ocultar selos explosivos entre os seus papéis para adicionar uma surpresa mortal para seus ataques. Nesta forma, no entanto, ela é fraca para técnicas de óleo, o que provoca com que o papel fure. Ela não é, fraca contra água, na mesma medida, como pode ser visto quando o Pein lavou o óleo dela com o Suiton: Hōmatsu Rappa, seu uso de papel em sua aldeia de Amegakure onde sempre chove, e mais tarde em sua batalha contra Tobi onde ela dividiu um lago com seu papel. Isso é mostrado mais tarde no anime, como Konan usa a água para sua vantagem, absorvendo seu corpo de papel na água assim fazendo que as chamas e o calor não a queimem.
-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [Filler] As coisas tem seu rumo. - Seg 21 Out 2019 - 14:05

Ok
-


Edição de Aniversario por Shion e Senko.