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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Filler Cramunhão - Qui 28 Mar 2019, 17:00





Um tênue cheiro de poeira invadia meu quarto, motivado por uma brisa que forçava a sua entrada através de uma janela ligeiramente aberta. Um aroma que qualquer habitante do país do fogo sentiria falta noutra nação. Despertei de um pensamento que o fez fitar a parede durante longos minutos, aproximei-me da janela, deixando o vento dançar entre os meus fios de cabelo. Abrindo o resto da janela, ainda de olhos fechados, inspirei fundo, mantendo o ar em meus pulmões o máximo de tempo possível. Abri minha visão e firmei as arvores no horizonte, expulsei tudo o que tinha num agradável suspiro. – Acho que esqueci o numero de missões que ja fiz. – Disse num tom confiante. Num rápido movimento, saltei para o parapeito da janela e, verificando que levava tudo comigo, saltei para o telhado da casa mais próxima. Esta era a forma que usava para sair de casa, todos os vizinhos Uchihas tinham boas relações e, mesmo que algum ladrão entrasse em casa, nada teria para roubar.

De fato, ainda era muito cedo e o cérebro ainda não conseguia processar todos os acontecimentos corretamente. Passado pouco tempo, cheguei finalmente ao meu destino. O centro da vila não ficava assim tão longe de de casa. No início da ponte, um grupo de adultos encontrava-se sentado numas pedras redondas, em volta de uma cortada de forma cilíndrica, fazendo de mesa. Bebiam café de uma caneca gigante e comiam carne estufada de uma travessa metálica. Parecia um pequeno-almoço demasiado pesado mas, de fato, o trabalho não iria ser muito fácil.

Da ponte, apenas restavam as duas cordas principais, que serviam de corrimão e estrutura. Faltavam todas as tábuas de madeira que compunham o chão do viaduto e reforçar grande parte do mesmo. – Hey, hey, hey, rapaz. – Disse uma voz grossa e rouca, vinda de uma silhueta que aparecia agora por trás de uma rocha grande, na periferia daquele penhasco. – O meu nome é Mario e sou o engenheiro responsável por essa obra. – Agora mais perto, era possível decifrar os traços do homem. De óculos redondos, um chapéu de palha, uma roupa larga, castanha escura e umas botas pretas, fazia sinal com a mão para mim e outros três colegas de igual graduação que agora encontravam-se ao seu lado. – Já sei que um colega de vocês não pode vir convosco, mas não se preocupem. Vocês devem bastar… O trabalho não é muito complicado. Só preciso que arranjem blocos de madeira da floresta mais perto. Os meus homens e eu ficamos para reforçar a estrutura para depois aplicar o chão. Depois disso, logo se vê. Se ainda não forem horas de acabar o serviço, pode ser que ainda nos ajudem a colocar essas mesmas madeiras. – Abanou o braço violentamente em direção a zona da floresta e acabou ali a apresentação da missão.

Dava a entender que aquilo tudo era para ser feito o mais rápido possível e os jovens compreenderam rápido a mensagem. Fui o primeiro a correr em direção ao destino, seguido mecanicamente por outro colega. Seu mais novo parceiro aproveitava aquele momento para dizer piadas sobre o engenheiro, relaxando bastante o ambiente de toda a tarefa. Mas eu permanecia irredutível. Chegando em um trecho, a dupla iniciou os trabalhos agarrando nos machados que tinham sido encarregados e começaram a atacar todas as árvores que apareceram na frente. Cada tacada era mais violenta que a anterior, e mais cansativa. Custava-se atirar a ferramenta em direção à árvore, aguentar o choque era ainda mais desgastante.

Um ângulo perfeito era necessário para a lâmina não ficar presa na madeira, para ser mais fácil continuar e repetir o movimento anterior. meu corpo brilhava, suor escorria-lhe pela face inteira. As veias estavam mais salientes devido ao esforço e pulsavam como se estivessem prestes a explodir. Dezenas de árvores deitavam-se no chão. Enquanto um tratava de separá-las da raiz, o outro cortava os troncos em pequenos blocos de madeira, com todas as medidas especificadas por Mario. Quando o trabalho começava a ficar cansativo, trocavam de posições, refrescando um pouco a mente com uma atividade diferente. Sem nunca pararem, a luz solar passou de um tom vivo e amarelado, para um calmo e alaranjado. Estiveram horas naquilo, horas de puro trabalho árduo. – Já chega! Já chega! – Gritoei, desarmando seu parceiro de começar uma série de machadadas numa nova árvore. – Já temos tudo o que precisamos. Vamos juntar metade destes blocos todos com esta corda e vamos ao encontro dos outros.


Finalmente! Já podiam sorrir. A felicidade apoderou-se deles como se nunca tivessem sido felizes antes. Já a caminho, transportar toda aquela madeira não era uma tarefa, de todo, fácil. Mas a dificuldade reduzida conferia uma satisfação tão grande, que era quase como se algo leve levassem consigo. – Sejam bem-vindos. Ia agora mesmo mandar alguém para ajudar vocês. – Disse o responsável, olhando-os de cima a baixo com ar de admiração. – Tenho que confessar que se comportaram melhor do que eu esperava. Até um adulto teria dificuldade em fazer esse trabalho. Os meus sinceros parabéns. – Antes que pudesse festejar, o engenheiro continuou logo a sua fala o mais rápido que conseguiu, atrapalhando-se um pouco nas palavras. – Ma- ma- mas ainda não acabou aqui. Só preciso que ajudem a colocar os blocos no local certo. Assim acabamos tudo hoje.


Só o fato de estarem livres de cortar as árvores já davam-lhe uma nova força para todo o resto, já que todo o resto parecia fácil em comparação. Assim, com toda esta energia, a colocação do novo chão não demorou muito tempo para ser concluída. Acumulei chakra em meus pés, meu colega caminhava em lados opostos da ponte, por cima de uma corda, sem perder o equilíbrio. Agarrando cada um uma ponta da madeira, caminhavam aos passos largos, largando os blocos no local ordenado. O peso, o equilíbrio necessário e o trabalho de equipe requeriam bastante concentração por parte de ambos. Os adultos faziam o mesmo trabalho em metade do tempo, mas nada que eu e meu companheiro devessemos se envergonhar. Estavam superando a expectativa de todos os presentes. – Hehehe. – Ria-se o velho, orgulhoso. – Não imaginam a emoção que eu tenho quando acabo um trabalho como esse e ainda por cima tão importante para a nossa vila. Estamos todos de parabéns, de coração. A união pode respirar fundo e com calma, o palácio do Kage encontra-se novamente acessível para toda a gente. Só tenho a desejar uma boa noite e depois tratamos de pagamentos. Descansem bem por que precisam, que eu também não movo mais um palito hoje. – Fitando a lua, os colegas de missão nem precisaram dizer nada um ao outro.

Acenando em tom de despedida, saltaram para caminhos diferentes, seguindo cada um para sua casa. Aquele dia serviria para relembrar de que o percurso que eles estavam prestes a seguir iria ser ainda mais difícil. Mas um caminho que honraria o seu País e todos os seus antepassados que lutaram pelo mesmo.



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Satoru
Genin
Satoru
Vilarejo Atual
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Re: Filler Cramunhão - Qui 28 Mar 2019, 20:27

NEGADO!

Seu post está sem os Status (HP, CH e ST)
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.