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Eclipse
Arco 05
Ano 18 DG
Verão
Quando a Hydra desfez o selo da Lua, que era guardado pelos olhos de Uchiha Sasuke, um fragmento dela não foi a única coisa que caiu na Terra: uma criatura que representava a vontade de Kaguya também retornou. Conhecido tempos atrás como Kuro Zetsu, mas esquecido pelas novas gerações, ele novamente se misturou com o chakra, tornando-se quase indetectável. Desde que escapou, ele veio cumprindo seu papel de vigiar e guiar o mundo ninja a seu retorno.

Após certo período analisando a líder da antiga organização Hydra, Azshara, ele soube que ela poderia ser útil e se manifestou diante dela, mostrando sua forma gosmenta. Em meio à explicação mais detalhada dele sobre Kaguya e seu povo, Azshara confirmou sua teoria: se ela consumisse o fruto da árvore divina, ganharia a chance que tanto queria de restaurar seu corpo a um estado antigo. Porém, parte do processo exigia trazer Kaguya de volta, e, para isso, seria necessário romper um último selo. E, com Uzumaki Naruto morto há décadas, só restava utilizar a portadora de cabelos vermelhos do selo do Sol, Grey Katsura, que havia retornado ao mundo conhecido em uma missão secreta em busca de alguém.

Enquanto isso, o mundo ninja se organizava. Dessa vez, sem um inimigo em comum para unirem forças, as nações voltaram a trabalhar com um só foco: fortalecerem a si próprias. Kiri se expandiu ainda mais, tornando-se a maior nação shinobi; logo atrás, em um ritmo acelerado, vinha Iwa, com sua nova gestão; em seguida, Kumo, também de nova gestão; por último, Konoha ainda juntava os cacos de duas grandes feridas provocadas pela perda de dois nomes fortes, a liderança da vila focava em uma nova gestão e uma forma de, assim, retomar sua potência entre os grandes vilarejos ninja. Por outro lado, Suna infelizmente encerrava seu recrutamento militar: a vila não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento do mundo shinobi e focou apenas em seu comércio de especiarias.
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SHION
SHION#7417
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Angell
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Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
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Candy é jogadora de RPG's desde 2015, encontrando o RPG em Fevereiro de 2022, enquanto navegava pela internet tirando dúvidas sobre Naruto. Apaixonou-se pelo modelo de RPG narrativo em seguida, e segue jogando desde então. Entrou para a equipe em novembro do mesmo ano, atuando como moderadora hoje se especializou ao atendimento ao publico. Fora das telinhas é estudante de Medicina e torcedora do Vasco da Gama, assim como possui uma afeição enorme em beber e frequentar festas (me convide).
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Mako
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Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Entre idas e vindas, contribuiu com a criação do sistema do RPG em atual vigor, participando ativamente durante os anos seguintes na manutenção dele. Após um breve período fora, está de volta trabalhando diretamente no sistema de regras, criando novas, reconstruindo velhas e readaptando-as a uma nova realidade. Fora daqui, é escritor com obras publicadas de forma independente e tradicionais.
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SraCandyCandy
Meishu Tsuchikage
[MINI-TRAMA] Torná-te aquilo que tu és! [+16] AnitaPereira681.128.790535

Narradora: @SraCandyCandy

Torná-te aquilo que tu és!

@Mako

O anoitecer de Iwagakure no Sato era sempre punitivo no inverno. Os ventos frios eram cruéis, e uma nevasca recente havia tornado as coisas piores, tomando as ruas por imensas quantidades de neve. Normalmente as temperaturas não eram tão terríveis, mas quando as nevascas chegavam, as temperaturas desciam para dígitos negativos, como típico do fenômeno meteorológico.

Uma carta havia sido entregue horas antes, assinada por um superior qualquer do Quartel-general a mando da Tsuchikage, convocando o Chūnin para uma missão de investigação. Alguns negócios ilícitos haviam sido denunciados, mas pouquíssimas informações haviam sido informadas. O delator, seja lá quem fosse, havia morrido antes de terminar o seu depoimento, envenenado na própria cela. A família dele, morreu num incêndio na manhã seguinte. Os peritos disseram ter sido algum acidente envolvendo a lareira, uma fatalidade.

O comando informava que o louro deveria comparecer aos portões do vilarejo, partindo rumo à península costeira de Iwagakure no Sato. Lá havia um famoso porto, e as pistas mais importantes apontavam para o intenso fluxo de embarcações. Chegando aos portões, encontraria uma dupla de shinobis ao seu aguardo e tais como ele, eram da patente Chūnin no vilarejo da Pedra. Assim que ele chegasse, estariam de partida.

Esse é o cara? Eu esperava alguém mais crescidinho — o garoto, de pele ébano, zombou, exibindo sua altura de 2,02m — Vamos, baixinho. Meu nome é Kayn, mas não é um prazer te conhecer. Você deixou eu e o Seis-sete-oito esperando a noite toda. Dormiu no meio do serviço? — ele estava mentindo, haviam chegado momentos atrás, como se não parecessem se importar com o comparecimento de uma terceira pessoa.

”Kayn Adelowo”:
”Seiscentos e setenta e oito”:
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Mako
Chūnin
[MINI-TRAMA] Torná-te aquilo que tu és! [+16] NqqUkhm


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Torna-te aquilo que tu és!


O pergaminho aberto na frente da mesa de escritório tinha várias palavras espalhadas no formato de uma carta. Tratou de fechá-lo, lacrando-o, e colocou dentro do guarda-roupas escondido entre as peças favoritas. Aquele não era um texto bonito, mas a despedida final do shinobi. Uma ferramenta preparada para se alguma coisa acontecesse a ele e sua mãe ficasse sozinha — ela saberia o quanto ela era valiosa lendo aquele pedaço de papiro. Olhou o relógio de cabeceira, preocupado. Estava chegando a hora de se reunir com os companheiros improvisados de time e partir naquela missão que, no fundo, ele sabia ser muito maior. Uma missão dada exclusivamente pela Tsuchikage, trabalhando com agentes duplos que, sem saber, caminhavam rumo a própria execução; e talvez ele mesmo também estivesse.

Já trajando seu uniforme habitual pôs um manto branco com listras vermelhas na parte inferior que o escondeu por inteiro. Saiu do quarto, deixando o pergaminho para trás, mas com todos os equipamentos necessários, e encontrou a mãe voltando para casa usando um casaco-sobretudo de lã cinzento. Sorriu, acenando, e ela logo notou que estava envolvido com as coisas do mundo ninja.

— Missão?
— Sim —
ele se aproximou dela. Embora fosse mais novo já era mais alto. Abriu os braços e a envolveu neles com um aperto de tirar o fôlego. — Volto em breve — anunciou antes de depositar um beijo na testa dela.
— Volte mesmo.
— Eu nunca a deixaria sozinha —
sorriu ao largá-la, os dentes brancos e retos lhe concediam um aspecto quase infantil. — Estou indo!
— Se cuide!


Batsuki deixou a casa para trás sentindo a neve acumular nos ombros após ficar segundos na frente da porta. Mudando a expressão do rosto, saindo do personagem filho e entrando no shinobi, ele avançou pelas ruas da vila fazendo o manto sacudir para trás e a neve acumular nos seus cabelos loiros. Ele não sabia o nível de dificuldade, porém, sabia muito bem como aquilo teria implicações terríveis se falhasse.

Não se tratava apenas dele. Toda a vila acabaria sofrendo, inclusive sua mãe, possivelmente Mana e Hanamaki também. Tinha até suas dúvidas sobre o futuro dos estudantes e recém-formados como Haruki. Ele não tinha o direito de falhar ou todos estariam condenados. Com isso em mente, seus passos ficaram mais pesados, mas continuou evitando gastar energia desnecessária. Seria uma longa missão, ele não podia se dar ao luxo de cansar-se depressa.

Após alguns minutos chegou no ponto de encontro. Havia duas pessoas esperando, aqueles citados pela Tsuchikage anteriormente. Agentes duplos que, definitivamente, jamais confiaria. Podiam estar ali trabalhando em prol da vila e também contra ela. Nenhum deles teria qualquer problema em trair a vila, logo também trairiam ele na primeira oportunidade. E com isso em mente, ele se aproximou calado, mantendo os olhos firmes e afiados.

Um deles iniciou uma conversa negativa, zombando da altura de Batsuki que perto daqueles dois era mesmo baixinho. O rapaz de pele escura era tão grande que ele precisava levantar o queixo ao máximo para enxergá-lo. Kayn era seu nome e o outro, calado e de pele clara com olhos azuis, se chama 678. Um número, desumanizando ele.

— Tenho certeza que estou na hora que devia chegar — falou, indiferente aos ânimos. Jamais abaixaria a cabeça para dois traidores como eles. Agentes duplos era só uma forma bonita de chamar espiões instáveis. — Podemos partir ou ainda tem mais reclamações? — Indagou sério, andando na frente deles como se fosse o líder do esquadrão, pronto para rumar ao destino informado na missão recebida. — Batsuki, aliás. Meu nome é Batsuki — disse olhando-os por cima de um dos ombros com um sorriso cínico.

Como um time assim funcionaria numa missão tão importante?

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Mako
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Meishu Tsuchikage
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Torná-te aquilo que tu és!

@Mako

Kayn pareceu se irritar com o cinismo e prepotência do rapaz, chegando ao ponto de se aproximar de maneira ameaçadora na direção do Chūnin. O azulado ao seu lado se limitou a puxar metade da espada, cessando imediatamente a hostilidade do moreno. Balançando a cabeça negativamente, e com um tom de voz extremamente frio, este disse:

Lembrem-se os dois do verdadeiro motivo para estarmos aqui — a postura permanecia ereta, os olhos desprovidos de qualquer emoção atravessava os dois como se fossem capazes de congelar carne e ossos, mais frio que quaisquer ventos do inverno — Não digam seus nomes ao vento, como se fossem apenas palavras. Se eu fosse um impostor, poderiam estar ambos mortos agora. Assim como suas famílias, amigos e pessoas que amam. Qualquer pessoa pode escolher seu próprio nome, e ter um de nascença não significa absolutamente nada para um soldado. Vamos, e espero que não se repita novamente.

Seiscentos e Setenta e Oito tomou a dianteira, sendo seguido por Kayn, que caminhou amuado estrada a fora. Nenhum fluxo de pessoas transitava pelas redondezas naquele horário, e a única companhia do trio era a neve aos pés e algumas aves sobrevoando a região. A viagem até a península seria longa, e provavelmente sequer teriam tempo para repousar. Os pés afundavam em neve, sendo desconfortável para Kayn, embora o seu companheiro tenha demonstrado não se importar. Mesmo quando os ventos frios passavam, o azulado não esboçava nenhuma reação, suportando tudo sem dificuldades.

Caminhariam por mais algumas horas, durante praticamente a noite inteira, até que os primeiros indícios da alvorada começassem a surgir no céu. Se o rapaz estivesse despreparo para a tarefa, rapidamente cairia no chão de exaustão, algo que sequer parecia estar próximo para os restantes. No meio do trajeto, perceberam uma movimentação estranha. Algumas mulheres eram conduzidas forçadamente para uma carroça, numa área na qual apenas haviam algumas montanhas ao redor e poucas casas dispostas. As chamas tomaram conta do que pareciam ser um pequeno povoado, e parecia ter sido efetuadas recentemente.

Kayn esboçou alguma reação adversa, como se fosse uma espécie de repulsa e indignação. Ele quis partir para interromper o que aparentava ser um sequestro, mas Seiscentos e Setenta e Oito interveio. Com o mesmo tom de outrora, ele emitiu um sonoro “Não”, segurando o ombro do moreno em seguida. Voltando-se para o jovem Batsuki, ele apenas diria uma sequência de palavras, frias e amargas:

Não faça nada. O sistema não tem mais espaço para gente como essa. No final das contas, a missão é mais importante do que isso — e então eles seguiriam, deixando o Chūnin definir o que faria em seguida.

Se estreitasse os olhos mais além, veria um povoado distante, mas parecia ser o objetivo dos supostos sequestradores, que conduziam três carroças enormes. No interior de duas destas, saíam gritos, súplicas e lamentos. A restante, aparentava ser vazia. Os responsáveis ignoraram o trio, e quando algum destes fez menção de olhar para a face deles, percebeu Seiscentos e Setenta e Oito no seu campo de visão. Ele abaixou a cabeça, retraído, como se reconhecesse de alguma forma o rapaz. E não era tão difícil não reconhecer, quando se lidava com uma das engrenagens do sistema.

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Chūnin
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Torna-te aquilo que tu és!


Batsuki não gostava da ideia de, novamente, trabalhar com traidores. Eram, de certa forma, criminosos. Não conseguia deixar de vê-los assim. Por mais que trabalhassem com a vila ainda eram espiões treinados para trair os outros. Um deles sequer tinha nome — e ainda fez um discurso sobre isso. Discurso que, de certo modo, ele não encontrava argumentos. Havia sido tolo ao falar o nome em voz alta daquele jeito, especialmente numa missão como aquela. A Tsuchikage havia dito a importância de não ser reconhecido e estava colocando tudo a perder tão cedo que se sentiu um completo inútil.

Emburrado, ele seguiu o caminho calado durante horas, apenas cuidando dos arredores sem ao menos ativar suas habilidades sensoriais, evitando cansar-se desnecessariamente. Precisava estar atento para não cair numa emboscada, mas também precisava ter energia para enfrentar os riscos. Tudo se resumia nele ter que ficar ainda mais forte; este era o único empecilho real naquela situação. Batsuki precisava ficar mais resistente, mais forte, mais astuto. Sempre precisava de mais alguma coisa. Nunca era o suficiente. Eternamente buscando um caminho de aprimoramento que, na maior parte do tempo, apenas trazia frustração.

Após a noite de jornada e o alvorecer surgir como um risco no horizonte branco, encontraram o primeiro sinal de problemas no meio do caminho. Mulheres sendo conduzidas para dentro de uma carroça contra a vontade, chamas envolvendo os arredores onde um povoado devia viver. Batsuki apertou os olhos, prestando muita atenção na cena. Não reconheceu nenhuma pessoa no meio delas. 678 interviu no movimento de Kayn, que estava mais incomodado com aquilo do aparentava e, em sequência, falou com Batsuki como se ele fosse uma criança.

Ergueu o rosto encontrando mais além um povoado. Devia ser o destino deles. Entretanto… aquilo não tinha nada a ver com ele. Mesmo se tivessem alguma forma de conexão com os alvos de sua missão, eles eram peixes-pequenos. Precisava só continuar em frente e não colocar tudo a perder por pessoas que não faziam a menor diferença em sua vida — exatamente como no passado. Ainda mais que, embora estivesse organizado com os pensamentos da Tsuchikage, ele ainda tinha uma missão sendo realizada e devia priorizá-la. Envolver-se em circunstâncias erradas poderia custar caro; podia custar sua vida.

Virou o corpo bruscamente, fazendo o manto sacudir e arrastar de leve na neve. Caminhou atrás dos outros dois, mantendo o ritmo em direção ao destino deles. As vozes desesperadas foram sendo deixadas para trás e ele não deu espaço em sua cabeça para elas se grudarem; já carregava pesadelos demais consigo.

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O trio seguiu viagem, deixando para trás inúmeras mulheres indefesas, e diversas outras seriam capturadas no processo. Enquanto seguiram o trajeto, mais povoados destruídos enchiam a paisagem de dor, tormento e desolação, alguns corpos mutilados poderiam ser vistos durante o caminho. Kayn iria desferir um olhar repulsivo para Batsuki caso as orbes oculares de ambos se encontrassem, como se ele estivesse esperando mais do rapaz. Seiscentos e Setenta e Oito, entretanto, após a atitude, pareceu simpatizar com o louro, ao seu modo.

Não necessariamente teria dito nenhuma palavra, mas eventualmente, caso fosse observado, poderia vê-lo assentiu em sua direção, como se quisesse dizer: “Bom trabalho, moleque”. As opiniões desenvolvidas pelo jovem Chūnin no momento estavam divididas, e a sua escolha poderia ser um fator determinante para acontecimentos futuros. Chegariam nas proximidades do porto apenas após horas de caminhada, momentos antes do pôr do sol. No entorno da península se estendia uma cidadela, extremamente movimentada. O fluxo intermitente de pessoas não se importavam com a transição de tempo, sendo indiferente se viriam por terra ou por mar.

Vamos repousar essa noite, estamos andando sem parar por tempo demais — reclamou Kayn, ainda frustrado. A chama intensa outrora acesa no rapaz havia sido extinta, sendo irreconhecível.

Não temos tempo a perder. Não há ninguém aqui cansado, além de você — Seis-Sete-Oito retrucou, em seguida, Kayn indicou com a cabeça para Batsuki, como se quisesse ouvir sua resposta — Você precisa de uma pausa, garoto? Ou concorda comigo que não temos tempo pra isso?

O entorno da cidadela possuíam diversos pontos interessantes a serem observados. Um bordel informava, a partir de uma propaganda oral recitada aos berros pelo anunciante, sobre as novas meninas que estariam à disposição dos clientes por preços baixos e acessíveis. Uma taverna movimentada oferecia uma recompensa gorda para aquele que conseguisse virar um tonel de cerveja inteiro sem desmaiar. E uma estalagem decrépita, quase em ruínas, estava tão desesperada por clientes que a estadia custava tão pouco que parecia uma esmola.

Mais adiante, ignorando todos os locais do cenário, havia o tão almejado porto. Uma embarcação estava pronta, prestes a zarpar, e diversos funcionários carregavam dezenas de caixas e barris. Outras três estavam atracadas, esperando o comando de seu capitão. “Viúva Solitária”, “Dama da Noite e “Donzelarosa” seriam os nomes pintados nos navios, sendo respectivamente dos tamanhos pequeno, médio e grande, dando ênfase ao último, que era um galeão.

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Torna-te aquilo que tu és!


A decisão de seguir em frente era facilmente contestada e, em outro momento, ele mesmo ainda estaria refletindo sobre o assunto mesmo depois de escolher. Mas o menino não era mais o mesmo. Não depois de quase ser culpado por traição e deixar centenas de pessoas morrerem. Havia entendido mais sobre o que realmente importava, para ele e para o mundo. Kayn, no entanto, parecia descontente com a decisão do shinobi, traduzindo toda sua insatisfação numa expressão apática que Batsuki não dava a menor importância — receber olhares tortos era comum. 678, contudo, tinha certo apreço por sua decisão; e isso não mudava em nada o sentimento dele sobre o assunto.

Batsuki fazia o que achava certo fazer para concluir seus objetivos. Nada mais, nada menos. Interpretar mais do que isso sobre suas ações era mera casualidade humana, coisa banal, típico de pessoas que se achavam superiores a ele por seguirem um conjunto de normas e morais. Pelo menos foi assim sua vida inteira com seus professores e colegas.

Após horas, alcançaram as proximidades do porto. O sol ainda não tinha caído, mas pouco importava com toda a nevasca que continuava assolando o país. As pessoas passando no local não davam a mínima importância para os três; e eles não demonstravam nada com elas igualmente. O único problema no momento foram, novamente, opiniões divergentes; desta vez com cada um deixando bastante claro o que pensava sobre o assunto, ambos aguardando uma resposta de Batsuki que, inevitavelmente, tornou-se no desempate.

Parado, deixando a neve se acumular nos cabelos e derreter, ele deu uma olhada profunda nos arredores. Ouviu as vozes do povo, os sons da vida humana. Muitas coisas aconteciam naquele lugar e o objetivo real dos viajantes estava próximo. A decisão não era assim tão simples. A ideia de repousar era tentadora, mas não para descansar e sim para conhecer mais da cidade. Contudo, não era a missão. Seu verdadeiro objetivo era outro. Ainda assim, não sabia o quanto devia ouvir uma pessoa sem nome; sua mãe sempre falava sobre a importância disso. Batsuki, por exemplo, significava lua explosiva em alusão a linhagem herdada e a ligação da família dela com luas. Isso fazia diferença na vida dele o tanto quanto era possível. 678 achava essas coisas besteiras, mas por quê? Quem ele verdadeiramente era?

— Eu não estou cansado — anunciou, encarando-os. Querendo saber como cada um reagiria àquela resposta e então continuou: — Contudo, fazer uma pausa pode ser necessário. Acredito que possamos aprender coisas valiosas passando algumas horas…

Deu uma boa olhada no rosto de 678. Quando falava aquelas coisas não se referia a ensinamentos aleatórios, mas importantes para a missão. Esperava que ambos percebessem, especialmente ele. Pois não estava de acordo com Kayn e sua prepotência toda, mas não podia simplesmente ignorar o valor de onde estavam. Informações eram peças importantes daquela missão, da verdadeira missão. A possibilidade de saber mais sobre os negócios corruptos no país estava diante deles; em bordéis, tavernas e todo tipo de estabelecimento.

— Além disso, em nome da nossa discrição, talvez seja melhor pensarmos em trocarmos algumas roupas — falou mexendo na gola, escondendo mais o símbolo da vila, dando uma boa olhada nos dois “companheiros” de missão. Tudo dependeria de aceitarem a sugestão ou não para decidirem para onde cada um iria.

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@Mako

Kayn surpreendeu-se com a resposta do jovem Chūnin, sorrindo satisfeito. Havia sido decepcionado na ocasião anterior, quando simplesmente teve de acatar um ato desumano de negligência por parte dos aliados, mas naquele momento provaria ser minimamente decente aos seus olhos. Seis-sete-oito não esboçou nenhuma reação, sequer soube identificar se ele expressava de algum modo o seu desgosto. Ele parecia não ter nenhuma emoção além de sua tradicional frieza.

Se vocês dois pensam desta maneira, não irei insistir — ele virou-se, para observar o entorno e analisar as opções plausíveis para a ideia do mais jovem em obter informações antes de prosseguirem com a missão — Refere-se a missão de fachada? Se tiver algum interesse nela, pode tentar. Não irei intervir, e não é do meu interesse. Sobre as roupas, não me importo, também. Disfarces pioram mais as coisas do que ajudam.

Eu concordo com o moleque, melhor que tenhamos alguma opção, por pior que seja. Se perceberem o nosso verdadeiro propósito, fracassaremos — Kayn pensou por alguns instantes, para o mesmo era complicado raciocinar, na maioria das vezes — A estalagem não deve ter muito conteúdo, ninguém costuma se hospedar nessa porra. O bordel e a taverna parecem as melhores opções. Nele, conseguiremos as roupas. Na taverna, as informações — deduziria o moreno, criando uma linha de raciocínio com bastante esforço.

Ressinto dizer, mas encontrar roupas num bordel parece duvidoso — ele apontou para a construção envelhecida rejeitada por Kayn, recitando com um tom de voz entediado — Deve haver alguma coisa do tipo por lá, além de ser o melhor lugar para se esconder. Se não queremos ser descobertos, evitar lugares movimentados é a melhor opção — comentou, aguardando o aval do louro, sendo mais uma vez decisivo em seus próximos passos.



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Embora sua ideia tenha sido aceita por ambos os “companheiros”, ele não alcançou o verdadeiro objetivo com aquilo; pouco havia entendido do funcionamento de 678. O rosto do homem era completamente inexpressivo. Não era apenas o nome que ostentava uma falta de humanização, sua face também refletia isso. Sua resposta, colocada na roda sem muita entonação, um tanto indiferente aos detalhes que Batsuki pontuava. Isso fez com que ele duvidasse um pouco da real capacidade dele, pois, naquele momento não achava que estava apenas blefando; havia verdade na sua preocupação. Kayn tomou a frente da conversa em seguida, demonstrando sua incapacidade de raciocinar agilmente, mas concordando com Batsuki.

Mais uma vez o homem-sem-nome interviu nas ideias do outro homem. Batsuki continuou assistindo ao espetáculo. Queria entender melhor cada um deles antes de continuarem a jornada; e assim constatou que 678 tinha a cabeça no lugar. Lugar movimentados eram mesmo perigosos para eles. Ainda mais para o ninja loiro com o símbolo da vila no pescoço. A estalagem levantaria menos suspeitas, apenas três viajantes marcando seus quartos. Logo estariam com roupas roubadas se fosse necessário, assim como roubara um manto na missão que lhe deu o título de chunin. Eram ninjas, precisavam aproveitar todas as oportunidades, mas com inteligência e cuidado para não jogarem tudo no lixo.

— Vamos à estalagem — disse mantendo o queixo firme. — 678 está certo, movimentação demais será um problema, mas uma vez que cheguemos nela e encontremos quartos adequados, proponho que nos separemos por uma hora e busquemos mais informações nesse lugar antes de partirmos, de acordo? — ele explicou tudo com tanta calma que nem parecia o mesmo Batsuki de alguns meses atrás. A verdade é que, naquelas palavras, corria uma armadilha para descobrir se poderia mesmo confiar neles. Se concordassem, iria com eles a estalagem e aceitaria um quarto, mas estaria de olho nas movimentações deles e tentaria descobrir para onde iriam antes de se separarem.

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@Mako

Kayn pareceu insatisfeito em ceder indo para estalagem, ficando emburrado novamente. Repetidamente, mesmo com um raro consenso envolvendo o jovem Batsuki, ele era suprimido pelos aliados consideravelmente individualistas e insensíveis, na sua concepção. Seiscentos e Setenta e Oito, apático como sempre, apenas confirmou com a cabeça antes de adentrarem a estalagem.

Foram recebidos pela animosidade dos anfitriões, felizes por receberem viajantes após um tempo considerável sem clientes. Assim que entraram, um cheiro de mofo se instalou, e os proprietários, um casal idoso, exibiram imediatamente os dentes podres e quebradiços aos Shinobi. O odor terrível invadiu a narina de Batsuki, vindo do homem. Kayn e 678, mais altos que o mais novo, não teriam sido afetados. Vendo que o rapaz parecia ser inexperiente em demasiado, ele começou com a conversa:

Garotinho, garotinho. Você gosta de brinquedos? Eu tenho vários brinquedos que seriam do seu gosto. Eram do meu filho quando ele tinha a sua idade — tentava convencer o mesmo a ceder, sugerindo que fosse até seu quarto — Há doces também, e muita comida gostosa. Você iria adorar! — ele sorria sem parar, de maneira autêntica.

Os veteranos teriam cuidado dos acertos da estadia, oferecendo uma gorda gorjeta em troca da descrição da anciã. Ela compreendeu rapidamente, com um risinho. Os quartos ficariam no quinto e último andar do prédio de pequeno porte. Cada um tinha o seu próprio, e o de Batsuki estava entre o deles, por algum motivo. Entrando nele, veria um pequeno armário, algumas cômodas e um colchão velho largado no chão. Uma barata estava percorrendo a região, e de dentro dele ocasionalmente subiam algumas criaturas para fora.

Havia um odor forte vindo do banheiro, como se algo estivesse morto por lá há décadas. Se pedissem quartos melhores, não conseguiriam, pois a tendência era apenas piorar. Apenas um quarto era minimamente decente, o dos anfitriões, mas apenas Batsuki teria acesso a essa informação caso decidisse seguir o homem até o local.


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Torna-te aquilo que tu és!


Os dois “companheiros” não se entendiam e isso abria margem para Batsuki determinar o rumo da missão. Isso era uma dádiva, mas também uma maldição. A pouca experiência como shinobi havia lhe ensinado isso muito bem. Decisões, até as que parecem ser mais simples, são muito complexas em essência — o menor dos movimentos pode causar uma avalanche. Em silêncio, ele tentou encontrar mais dos trejeitos de cada um daqueles “aliados”, esperando não se surpreender negativamente com nenhum deles como havia sido com Ito.

Entraram na estalagem com neve caindo dos ombros. Batsuki fez questão de bater a mão direita sobre os cabelos e retirou o excesso. Foram imediatamente recebidos pelos donos do lugar e seus sorrisos asquerosos. O menino ficou apático, ainda mais com o fedor de mofo presente no ambiente. Fechou os olhos em reflexo por um instante e quando os abriu de novo encontrou a cara do anfitrião próxima a dele, chamando-o de criança indiretamente e oferecendo brinquedos. A raiva borbulhou dentro dele e quis muito xingá-lo de todas as formas possíveis, mas controlou-se; felizmente havia aprendido a lidar com seus acessos de raiva.

— Eles são muito altos, mas não sou nenhuma criança — disse a contragosto, desviando o rosto para não deixar transparecer todo ódio. — Gostaria apenas de me deitar um pouco e nada mais — concluiu forçando um sorriso amarelo e desconfortável fazendo a conversa continuar mesmo que estivesse a ponto de explodir. Nestes instantes os outros dois já haviam resolvido a questão dos quartos e logo bastou seguirem ao destino dado pelos velhos.

Batsuki ficou com um quarto entre os dois “companheiros”. Achou ótimo, pois conseguiria manter-se atento ao movimento de ambos. Assim que entrou, porém, percebeu como a ideia de irem à estalagem podia ser terrivelmente errada. Não havia nem mesmo uma cama e uma barata caminhava pelo chão sujo. O cheiro que saía do banheiro era mais assustador do que qualquer missão realizada na vida dele.

Levantou mais a gola do manto e escondeu o rosto, incomodado. Depois, fez o selo do tigre, concentrando-se e ativando sua habilidade sensorial para conhecer a assinatura de chakra dos “companheiros”. Feito isso, ainda manteria ativa durante vários minutos, espiando-os discretamente. Queria descobrir seus planos antes de seguirem ao verdadeiro destino.

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O jutsu do Chūnin teria sido uma grata surpresa. Além de identificar as assinaturas de chakra dos aliados, percebendo um tom mais suave e gentil vindo de Kayn e uma imensa quantidade de chakra vindo de Seis-sete-oito, através de elevadas reservas capazes de causar calafrios em sensores inexperientes, como o louro. Teria de superar um “sakki” vindo deste para evitar permanecer aterrorizado, sentindo uma aura sombria deste até desmaiar. A partir daquele ponto, perceberia que o azulado era muito mais poderoso do que aparentava ser, indo além até mesmo das noções de sua graduação. Nenhum Chūnin jamais almejaria ter um corpo com tanto chakra, como se fosse alguma espécie de receptáculo.

Superando os efeitos adversos mencionados, sentiria um chakra bem mais fraco, quase sendo extinto, emanando de dentro do banheiro. Em seguida, notaria uma quantidade enorme de chakras menores, no andar inferior, vindo do suposto quarto oferecido pelo anfitrião. Caso o rapaz escolhesse adentrar o banheiro, invés de se arriscar vendo o que aguardava no local oferecido, iria encontrar uma pilha de cadáveres amontoados.

O odor seria intenso, quase brutal, nocauteando narizes mais sensíveis. Escondida entre as pilhas, chorando baixinho, havia uma garota. Ela estava despida, ensanguentada, quase morta. Olharia para o louro com as lágrimas rolando por sua face, suplicando por sua vida.

A opção remanescente, seria um mistério. Teria de descer até o andar mais baixo, atravessando alguma adversidade que pudesse interpôr no meio do seu caminho. As variáveis se estendiam mais, pois sentiria o chakra dos aliados se afastando, como se quisessem abandonar o Chūnin por algum motivo.

E como se não fosse o suficiente, a cidadela estava em chamas, e os berros vinham do lado de fora, desesperados, audíveis por todos na estalagem.


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Batsuki não teve muito tempo para utilizar a técnica sensorial antes daquela missão. Inexperiente na arte, ele não imaginava que um ato tão simples como ativá-la podia desencadear um terrível medo. Nas poucas vezes usando, só havia detectado os shinobis próximos em suas rondas, sua mãe com um chakra frágil típico de uma inábil em ninjutsu e o próprio, que não era grandes coisas. Ao tocar na aura de Kayn o entendeu melhor; era suave e gentil, diferente da aparência que ele tentava colocar frente ao mundo. Quase como se vestisse uma máscara diferente. No entanto, o problema estava em 678 e seu chakra monstruoso.

A energia espiritual foi suficiente para fazê-lo estremecer por completo. No meio do quarto decrépito, ele sentiu as mãos tremerem e suou frio. Viu dentro da mente as imagens da própria morte, devorado por um monstro feito de chakra e sangue, tudo através da sensação passada através daquele chakra. A única certeza imediata que teve foi de que aquilo não era humano — o dono daquela energia era algo diferente, completamente sobrenatural. Um demônio, um monstro, não saberia dizer. Definitivamente não humana, com certeza.

Olhou a parede que dava ao quarto onde a criatura estava. Sentiu as lágrimas prenderem nos olhos ameaçando cair. Parecia que estava cercado pelo mal, prestes a ser abatido. Teve a clareza de que deixaria a mãe sozinha e que todas as suas tentativas de ficar mais forte foram inúteis, pois não era possível vencê-lo. Baixou a cabeça sorrindo, pois não aceitava aquilo; não depois de todo sofrimento passado com os treinamentos do pai e as tentativas de assassinato dele. Batsuki ergueu o queixo, suando frio com aquele sorriso determinado. Havia matado o próprio pai, não era o chakra acima do comum de um homem que o derrubaria. Quebrou aquele clima desistente ao redor dele ao firmar os ombros e voltou a sentir o chakra ao redor, utilizando-se de sua habilidade sensorial e se endireitando.

A primeira coisa que lhe chamou a atenção assim que conseguiu sair do domínio do medo foi um chakra fraco vindo do banheiro de odor podre. Nunca havia sentido um chakra naquela intensidade antes. Mesmo para uma civil era estranho, mais parecia prestes a se extinguir. Também sentiu múltiplos chakras menores vindos do quarto oferecido pelo anfitrião da estalagem — e eles tinham uma intensidade diferente.

Decidiu começar sua busca no banheiro que estava mais próximo. Entrou no espaço fedido, forçando-o a colocar o antebraço na frente do nariz para barrar um pouco o cheiro e arregalou os olhos na sequência ao compreender o motivo do odor; corpos se empilhavam no espaço, com sangue borrifando as paredes, carne apodrecida, moscas varejeiras e pedaços específicos rasgados por entre os cadáveres. Batsuki cerrou os olhos, concentrando-se para não vomitar e acabou ouvindo um ruído choroso no meio da morte.

Agindo em reflexo mais do que conscientemente, ele enfiou as mãos no meio dos cadáveres, retirando-os de cima e sujando o próprio manto de líquido viscoso e escurecido. Encontrou uma garota nua coberta de sangue, com o chakra tão perto de sumir que teve certeza que ela não duraria muito tempo. Para piorar a situação, percebeu ambos os “companheiros” se afastando ao mesmo tempo — fato que lhe concedeu uma abertura aos problemas quando virou a cabeça para os lados sem demonstrar receio da garota. Gritos ecoaram através da estalagem, anunciando problemas que ele não sabia ainda os motivos.

— Ei, você, o que aquelas pessoas fizeram com você? — indagou, pensando nos anfitriões. — Droga. Que lugar de merda é esse? Tem mais alguém como você aqui? — resmungou, notando que seus “companheiros” estavam abandonando o lugar. Enquanto estivessem dentro de seu alcance sensorial estaria tudo bem.

Tentaria pegar a garota no colo e levá-la ao colchão. Tentaria coletar mais informações de acordo com o que ela falasse. Se visse que ela não tinha energia o suficiente, desistiria e a mandaria ficar calada. Caso notasse algum chakra diferente se aproximando ficaria pronto para combate — como já estava. Se os “companheiros” saíssem do seu alcance é que seria o problema; mas ele estava preocupado com aqueles fatos diante dele primeiro e não conseguia assimilar tantas coisas simultaneamente.

Batsuki estava no centro de todo o caos e não sabia como sairia dele.

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Batsuki superou o “sakki” do aliado com determinação, batalhando contra os sentimentos derrotistas de maneira corajosa. Teria sido o suficiente. Adentrando aquele banheiro asqueroso, teria conseguido com sucesso resgatar a jovem moribunda. Deitada no colchão repleto de insetos, algumas baratas subiram em seu corpo assim que ela esteve em seus domínios, percorrendo o corpo desta sem obter nenhuma reação da mesma como resposta. Estava estática, virando-se com dificuldades para encarar o Chūnin quando este indagou a mesma acerca dos fatos:

Meu nome é Ichika. Kamizuru Ichika. A Tsuchikage me mandou em uma missão. Ela me mandou procurar você, Mangetsu...Mangetsu Batsuki — reconheceu o mais jovem, provando algum fundo de verdade no que ela dizia — Éramos um time. Eu, minha sensei e as minhas amigas. Paramos aqui, para descansar de noite. E então, eles... eles... — ela chorou, relembrando a cena, horrorizada — Os homens morrem, mas as meninas eles levam. E eu, era pra morrer também. Eu resisti. Não gostam quando resistem — ela comentou, e a menção parecia similar à uma das cenas vistas por Batsuki no começo de sua jornada — Não sei. Não sei o que querem. Descobri que foram ordens. Ordens da Tsuchikage, Allannia Grey. Ela se vendeu aos poderosos. Quer você morto. É uma armadilha. Você, e os dois que vieram com você. Estão correndo perigo. Impedir. Impedir a máquina — falar era difícil para ela, mas com muita dificuldade e força de vontade, queria Impedir um desfecho trágico — Eu não sabia, que era isso. Desculpa. Eu também. Também não queria isso. Eu nunca quis. Minha família. Mamãe... — ela chorava, e chorava de novo.

Os chakras do andar inferior teriam sido imediatamente extintos, e um grito estridente antecedeu o desfecho trágico. A garota pareceu reconhecer após isso, pois suas lágrimas rolaram incessantes após isso. Sons de passos surgiram, e um chute intenso na porta quebrou ela em diversos pedaços. Pelo chakra, Batsuki conseguiria reconhecer e identificar de quem se tratava: Kayn Adelowo.

Garoto, está tudo indo pro caralho, o que você ainda está fazendo aqui? — ele estreitou os olhos, observando a cena da garota nua ao lado do galã — Se você realmente queria uma pausa pra isso, era melhor ter me acompanhado no bordel — ele fez o comentário trocista, até perceber o estado decrépito da garota — Puta merda, até ela? O velho filho da puta e a coroa vagabunda são traíras, mas estão todos mortos agora. Eles, e os capangas. Tentaram fugir depois que perceberam que não conseguiriam, mas não escaparam. Seis-sete-oito está tentando fazer algo pela cidade, que está fodida. Mas não queriam a gente. Eles estavam atrás... de você. Antes de morrer, um deles falou. Ordens, são ordens da Tsuchikage. Entreguem o garoto. Foi o que disseram.


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A menina se virou com dificuldade para falar com ele. Batsuki franziu as sobrancelhas, atento às respostas. Ainda sentia o chakra nos arredores. Tentava a todo custo encontrar também dos anfitriões se fosse possível. Assim como estava atento às armadilhas possíveis diante dele. Ela finalmente se apresentou como Ichika, com um sobrenome do qual nunca havia ouvido falar. Segundo ela, havia sido enviado numa missão para encontrá-lo e isso o fez arregalar os olhos, surpreso. Ela tinha dado inclusive o nome dele completo, um fato que não devia ser assim tão fácil de obter.

Ouvindo o que ela falava sobre o resto do time dela, a cabeça do garoto começou a rodar em volta daquelas informações, tentando assimilar cada detalhe e encontrar respostas mais objetivas, pois nada daquilo parecia fazer sentido. Ainda mais quando continuou contando sobre o envolvimento da Tsuchikage naquilo tudo. Batsuki cambaleou para trás, em choque, com muitas informações de uma só vez desenhando um mosaico confuso na sua mente. Todos os chakras fracos nos andares inferiores desapareceram de uma só vez, fazendo-o ficar ainda mais em alerta. No instante seguinte, contrariando sua capacidade de sentir a aproximação, ele viu Kayn retornando.

— Isso não faz sentido — foi o que ele disse ao “companheiro”. Naquele momento, duvidou da própria sanidade, mas também da realidade.

Por mais que não confiasse plenamente nem mesmo na Tsuchikage toda a ordem de acontecimentos estava parecendo confusa demais. Ichika esteve ali antes dele, como poderia estar o procurando? Como foi que Kayn chegou se ele havia se afastado anteriormente e a técnica sensorial não o percebeu chegar? Estava atento, tinha certeza, manteve a habilidade exatamente para evitar surpresas como aquela. A morte dos anfitriões também era confusa, assim como todos os demais eventos ao redor deles. Ele simplesmente não conseguia entender o que estava acontecendo, mas não conseguiu acreditar em absolutamente ninguém. Mordeu o próprio lábio até cair um pouco de sangue e se levantou, dando alguns passos para trás, ao canto do cômodo, olhando ambos com atenção.

— Ichika-chan, você pode me provar alguma dessas coisas? — indagou, o timbre soturno sem tirar os olhos de ambos. Eram muitas coincidências vindas dela; tocou naquela ferida chamada desconfiança, no medo da traição e na sensibilidade com a família que ele mesmo tinha. Não sabia explicar, mas não conseguia acreditar completamente naquilo tudo. Ainda tinha o detalhe cronológico que não fazia o menor sentido. Olhou então para Kayn com mais dureza: — Como você voltou sem que eu notasse? — A dúvida era confusa, mas era o objetivo. Pois não entendia como um shinobi atravessava seu campo sensorial sem ser notado em nenhum momento do alcance máximo da técnica.

Falou tudo aquilo com uma das mãos dentro da bolsa de armas, pronto para usar o arsenal disponível se fosse necessário.

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A situação confusa e contraditório era o plano de fundo da situação contraditória. O Chūnin, baqueado após dissipar com dificuldades o “sakki” de Seis-sete-oito, não percebeu a aproximação de Kayn. Desprovido de qualquer característica marcante, o moreno detinha consigo apenas seu sorriso irônico de praxe, tal como a espada ensanguentada em suas mãos. Ichika, assustada, retraiu-se, sentindo a pressão de estar sendo interrogada despida na frente de dois homens, um deles claramente com características marcantes para um assassino, e o outro, seu alvo de outrora.

Era pra ser uma emboscada. O plano envolvia ficarmos aqui esperando que chegassem, mas logo na primeira noite eles vieram... — ela conteve o choro, relembrando cada detalhe com o semblante aterrorizado — Eles trazem as vítimas de diversos sequestros pra cá. Quando viemos, estava chegando algumas. Algumas disseram que viram ninjas da Pedra na estrada, mas nenhum deles quis ajudar — ela tentou se levantar, com dificuldades — Eu tinha um documento, assinado pela Tsuchikage. Não sei mais onde ele está, e acho que minha equipe está morta. Não encontrará nenhuma resposta comigo. Mas eu dou a minha palavra, e pela minha honra como mulher, eu juro estar falando a verdade. Allannia Grey é uma traidora. Precisamos impedir os planos dela, não devemos seguir nenhuma das ordens — assim que ela se pôs de pé, caiu, tombando com os joelhos no chão. Mesmo moribunda, quase falecendo, ela batalhava para continuar viva. Dialogar com o louro havia custado bastante de sua força física, levando a mesma ao seu limite.

Eu nunca confiei na Tsuchikage, pra falar a verdade. Para concordar em colaborar com ela, a fiz prometer cumprir minhas condições. Se ela tentar me enrolar, a farei se arrepender — Kayn virou-se para Batsuki, curioso — Eu não fiz absolutamente nada além de andar até aqui. Quando chegamos em nossos quartos, haviam assassinos esperando. Achei estranho o seu ser o único a não ter militares no aguardo, talvez por excesso de confiança. Você não parece ser muito forte e eu até concordo, se for dar uma boa olhada nessa sua cara de fracote vai parecer mais um filhinho de papai qualquer. Mas diga, por qual motivo acha importante saber a verdade? Não está bem claro pra você que a Kage é uma filha da puta?

Enquanto conversavam, embora não estivesse no seu campo de visão, a cidade estava em profunda desgraça. Saindo imediatamente do quarto, veriam uma trilha de corpos, que se estendiam até a recepção, onde o corpo dos anfitriões jaziam lado a lado no balcão. Passando pela porta, salpicada de sangue, vislumbrariam a cidadela em chamas.

Seiscentos e Setenta e Oito estaria no recinto, auxiliando os populares a lidar com o ataque, comandado pelas embarcações atracadas. Mulheres eram conduzidas até os navios, enquanto homens eram executados a sangue frio. Os gritos eram audíveis quando se aproximavam dos cascos, sendo nítido o desespero das sequestradas.

Não chegariam a tempo de participar de mais nada, e os navios se preparariam para partir, deixando para trás os mortos e inválidas, mulheres mutiladas a beira da morte ou feridas demais para serem úteis aos propósitos deles, seja lá qual fossem. Uma nevasca começaria após alguns minutos, auxiliando a apagar as chamas, cobrindo residências destruídas e construções diversas devastadas com densas camadas de neve. O mar estaria tempestuoso, comprometendo até mesmo o prosseguimento da viagem, que se tornaria uma incógnita.

Reforços estavam para chegar, e as habilidades sensoriais de “Batsuki-kun” poderiam identificar a aproximação ressaltada, embora não soubesse discernir se eram inimigos ou aliados. Seiscentos e Setenta e Oito não faria nenhum movimento, sendo o seu fluxo de chakra estático em apenas um único lugar por um longo período, após o desfecho dos combates.




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Batsuki notou como estava desfocado — e isso era culpa de sua nova habilidade. Precisava dela, isso tinha ficado claro, mas não podia usar daquela forma, pois começava a afetá-lo negativamente. Ter tantas percepções ao mesmo tempo atrapalhava seu julgamento. Desativou a técnica e aliviou os ombros tensos para escutar a garota tentar conquistar a confiança do adolescente. Ser uma emboscada fazia sentido — embora ainda fosse confuso. No entanto, o resto da história não percorreu os sentidos dele com muita facilidade. Não havia provas, apenas uma historinha sendo contada, assim como Orquídea e Ito fizeram com ele.

Contar esses absurdos era mesmo fácil. Diferente de Orquídea, porém, ele não tinha nenhuma motivação maior para dar um voto de confiança. Ao contrário; pensar em ir contra as ordens que afetavam diretamente a cúpula corrupta e rica do país era o que essas pessoas torciam que ocorresse. Kayn resolveu dar sua opinião sobre aquilo, confirmando que o menino esteve desatento. No entanto, ele havia usado a técnica sensorial e não sentiu nenhum assassino no quarto deles, então aquilo não era verdade… ou eles haviam visto algo que não existia.

— Não havia ninguém nos quartos — ele avisou, o rosto sério buscando mais explicações. — Não, isso é impossível. Sou um ninja sensor, teria notado — havia contado um detalhe importante sobre si sem ao menos notar. Disse isso indo até a porta, abrindo-a para encontrar uma trilha de corpos. Como aquilo havia chegado ali? Absolutamente nada estava fazendo o menor sentido. Tanto que havia ignorado até toda besteira dita por Kayn sobre ele. Seguiu os corpos até encontrar os anfitriões mortos e ainda mais caos do lado de fora da estalagem. Quando tudo aquilo havia ocorrido? Como?

— Nada disso faz o menor sentido — diria se tivessem seguido seus passos. Do contrário, deixaria isso guardado para si. Ainda tentaria achar alguma explicação e, novamente, buscar algum sinal se aquilo fazia mesmo parte da realidade. Não iria arriscar percorrer mais nenhum caminho antes de ter alguma resposta no meio da confusão.

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Mangetsu Batsuki estava confuso. Era difícil para o rapaz acreditar em alguma das situações vivenciadas, preso num profundo estado de negação. Kayn fitou-lhe os olhos, friamente. Tão orgulhoso quanto o jovem, o shinobi dificilmente aceitaria de maneira branda ser acusado. Apesar de inúmeros defeitos inerentes, não era um homem de mentiras, e tentaria provar tal qualidade através de sua praticidade:

Eles sabiam disso. Eu jamais iria adivinhar por conta própria de sua capacidade sensorial, mas alguém passou essa informação aos indivíduos. Já estavam todos aqui, ocultos, apenas esperando por nós — ajudou Ichika, apoiando a garota em seu ombro, sutilmente — Os inimigos de algum modo conseguem lidar com suas capacidades sensoriais, ou você não está sabendo usar — zombou o moreno, enquanto seguiam a trilha de corpos.

Meu plano era esperar, também. Não sei com detalhes, mas algo que vocês estariam procurando poderia estar em alguns navios. Não lembro com detalhes, mas um deles possuía um acordo com magnatas envolvidos num esquema horrendo de tráfico de pessoas.

Isso não lhe diz respeito, mas tínhamos uma missão. Eu não sei o rapaz, mas eu estou fora. Não participo de armadilhas, francamente. E meus aliados são todos estúpidos! — infantil, Kayn cuspiu na direção aos pés de Batsuki, demonstrando o seu desprezo. O rapaz teria ganho um terrível rival com o seu temperamento.

Em meio ao corpo dos anfitriões, haviam alguns papéis escondidos em seus bolsos. Um deles estaria visível, embora ensanguentado, na mão direita do idoso. Era uma espécie de carta, impossível de ser lida, mas a assinatura poderia ser decifrada sem maiores problemas: “Allannia Grey”, estava escrito.

Alguns soldados possuíam os mesmos documentos, todos seguindo a mesma premissa dos indivíduos. Caso escolhesse coletar mais pistas do crime, o quarto a qual havia sido convidado permanecia disponível a ser adentrando, e logo Ichika Kamizuru sugeriu a ida de ambos até o recinto:

Meu time estava naquele quarto, sequestradas por esses desgraçados — ela apontou em direção ao quarto, acessível após virarem um corredor — Não sei se ainda estão vivas, você deve saber melhor por ser um ninja sensor — referiu-se aos fluxos de chakra extintos, embora o cômodo guardasse consigo inúmeros mistérios.

O Chūnin poderia escolher as melhores opções para examinar a cena do crime, desde averiguar alguns dos cadáveres ou seguir ao quarto misterioso, solucionando alguns dos problemas intrínsecos de sua missão. Os direcionamentos da tarefa haviam modificado os rumos da missão, de tal modo que o sucesso do plano principal começava a ser comprometido.

Seiscentos e Setenta e Oito retornaria prontamente, algo que o rapaz conseguiria perceber. Este abusaria de passos rápidos, como se estivesse nitidamente apressado. Seu semblante inexpressivo permaneceu imaculado, ignorando a bagunça ao redor. Ele pisou em alguns dos cadáveres, sem nem ao menos demonstrar respeito aos mortos.

O que vocês estão fazendo aqui, ainda? Estamos perdendo tempo com a missão. Desde o começo, deveriam ter saído desse lugar. Quando mandei você vir buscar o rapaz, não falei que deveria ficar dando voltas, Kayn. E quem é essa garota? Dsscarte-a, não estamos aqui para uma missão de resgate. Ela sabe demais, também. O melhor seria silenciar seus lábios, para sempre. Estão atrás de nós, e informações fluem como água num riacho. De quem foi a ideia de pararmos, mesmo? – apesar de seu tom de voz não delatar imediatamente seus sentimentos, era evidente a insatisfação do azulado. Este veio para o povoado com um único propósito, enquanto os demais pareciam estar numa página diferente da dele — Os navios zarparam, perdemos nossa chance. Se quisermos completar a missão a tempo, vamos precisar de alguma solução. Já que escolherem da última vez, decidam o que faremos agora.

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Batsuki deu um longo suspiro para colocar os pensamentos em ordem. Kayn explicou uma coisa importante sobre aquilo tudo: eles conheciam suas habilidades. Baixou a cabeça o escutando sem querer ouvi-lo, pois, suas palavras começavam a aumentar todas as probabilidades que ele vinha tentando negar — a de que Allania era uma traidora disposta a matar seus ninjas em troca de títulos e dinheiro. Do contrário, não tinham como saber das habilidades dele, mas… como ela saberia também? Havia aprendido recentemente. A menos que viesse sendo espionado…, mas não podia. Rondava a vizinhança diariamente com medo de coisas assim desde sua missão envolvendo Ito e Orquídea. Mesmo assim, não era impossível. Nunca havia notado Ryujin antes…

— Espere! — Batsuki levantou a mão aberta, pedindo calma a Kayn, não queria simplesmente ficar sozinho naquilo tudo naquele momento. Precisava apenas voltar a analisar as coisas com mais calma. Ao abaixar a cabeça, viu algo saltar dos bolsos sanguinolentos dos anfitriões. Agachou-se para pegar uma carta que parecia escapar das vestes de um dos anfitriões e encontrou o nome da Tsuchikage manchada de sangue com um conteúdo indescritível. — Conveniente — comentou, amassando o documento e atirando na direção de Kayn. Ichika falou sobre suas companheiras, mas Batsuki balançou a cabeça em resposta, confirmando o que ela mais temia; estavam mortas. Havia sentido anteriormente o chakra delas desaparecendo. Nisso ela não mentira. Talvez sobre nada… — Você conversou pessoalmente com a Tsuchikage sobre essa missão? — indagou, procurando mais alguma coisa nos cadáveres e achando outras cartas como aquelas deixadas nos anfitriões. Uma mensagem indecifrável e o nome da Tsuchikage, tudo conveniente demais.

Se tivesse uma resposta positiva, aquilo declararia culpa da líder na cabeça dele, entretanto se não, se tivesse apenas recebido uma convocação, ele continuaria a desacreditar na história e argumentaria sobre isso¹. Indiferente aos fatos, o outro “companheiro” de missão entrou no recinto, os passos barulhentos fizeram Batsuki sobressaltar. Jamais esqueceria do chakra sentido vindo daquele… homem? Não possuía nenhuma certeza de sua humanidade, ainda mais vendo-o pisotear os cadáveres como se fossem de brinquedo.

Irritado, ele sugeriu matar Ichika por ela saber demais — mas o quê? A menina tinha uma versão dos fatos que ele não obteve. Não sabia de nada sobre ela… ou sabia? Batsuki parou de ouvi-lo de verdade após isso, a voz dele se tornou uma mensagem distante. Ouviu-o apenas mandá-los decidir os próximos passos. Batsuki o encarou, ainda com um pouco de medo pela sensação anterior. Numa luta, eles nunca teriam chance contra aquela criatura… teriam?

Tinha treinado tanto, aprendido tantas coisas, inclusive como invocar dragões. Aquilo precisava servir de alguma forma. Além disso, ainda tinha a técnica sensorial ao seu lado. Seriam dois contra um — e nisso não duvidava uma vez que Kayn e o outro não tinham ideias semelhantes. Deu uma espiada no rosto machucado de Ichika, depois encarou a face marrom de Kayn e só então voltou a encarar o homem-sem-nome. Endireitou os ombros e firmou a expressão. Qualquer um notaria a ar de seriedade colocada naquele momento.

— Qual missão? — indagou-o, mais jogando verde do que sabendo o que estava fazendo. Se ele achava que Ichika sabia demais tinha alguma coisa a ver com a missão dele. Ainda não havia esquecido que eram agentes duplos; qual era o verdadeiro motivo dele estar ali? — Ao que exatamente você foi convocado… ou se vendeu? — sua pergunta vinha cheia de espinhos, os dedos se uniram debaixo do manto e uma aura vermelha cobriu o corpo dele. — Você disse que a Ichika-san sabe demais, mas não esteve aqui a escutando. Ela sabe demais o quê? Pra quem você realmente está trabalhando?

Esperava receber o apoio de Kayn — pois uma luta contra os dois, provavelmente, acabaria em sua morte. Honestamente, duvidava que teria alguma chance contra o homem-sem-nome, mas estava cansado daquela baboseira toda de traições. Se precisavam enfrentá-lo cedo ou tarde… que fosse cedo.

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Ichika balançou a cabeça negativamente, em resposta ao questionamento do louro. Ela não diria nada, permanecendo em silêncio enquanto as lágrimas caíam, constantemente. O trauma severo havia atingido a jovem, apenas mais uma kunoichi afetada pelos horrores vivenciados no vilarejo. Desordem, um estado quase anárquico, onde ricos e poderosos faziam o que queriam, da forma como queriam e nada podiam impedir seus atos de serem conjecturados. Eram todos os pensamentos desta, enclausurados em uma memória repleta de mistérios. Informações valiosas caso ela permanecesse viva, mas por quanto tempo sobreviveria, enquanto estivesse próxima do terrível homem de cabelos azuis. Homem?

Pega leve com ela, Seis-sete-oito. O garoto está certo, você nem estava aqui para saber o que rolou. Que porra é essa, mano? Eu achei que estávamos juntos nessa — Kayn parecia frustrado, embora não nutrisse nenhuma simpatia por Mangetsu Batsuki. O moreno possuía um coração bondoso, ao que aparentava, sempre se importando com atos altruístas, embora seja um agente duplo, disposto a trair se fosse preciso. Mas por qual motivo teria traído? Era um questionamento a ser feito, caso o mais jovem refletisse melhor — Pisamos na bola ao não ouvir você, de boa, mas explica esse rolo aí que não tô manjando direito — ele estava visivelmente nervoso, como se temesse falar algo ofensivo para o azulado, em detrimento de algo em particular que apenas ele sabia.

Não estou compreendendo absolutamente nada do que você está dizendo, Kayn — ele disse, simplista. Após ignorar completamente o colega, voltou suas atenções para Batsuki — É um questionamento interessante, não por ser inteligente, mas por demonstrar a sua ingenuidade. Olhe ao seu redor, Batsuki. Há mortos por todas as partes. Nossas armas estão maculadas pelo sangue de nossos inimigos. Seu rosto, seu nome, e se eu deduzir, talvez até mesmo parte de suas habilidades ela sabe. Estamos em uma missão de infiltração e investigação. O correto é coletar todos os dados possíveis, mesmo mediante tortura, e em seguida silenciar os lábios. É assim que um ninja opera, ninguém ensinou isso a você? — o tom sereno e natural em seu tom de voz era como um artifício, e cada palavra atingia profundamente Ichika, que observava o semblante frio do homem, num misto de desespero e melancolia — Batsuki, os ninjas se esforçam para erguer um paraíso, e mais cedo ou mais tarde ele se transforma em seus maiores horrores. Morte, traição, desgraças e esse velho discurso sobre lealdades. No final, somos todos fantoches. Não importam os lados, muito menos as cabeças, apenas as ideias. É tarde demais para escolher suas cordas, sempre foi e sempre será tarde demais. Quando se perguntar novamente para quem empresto minha espada, pense em mim como alguém que percebeu estar cometendo um erro, e viu numa pessoa uma maneira de limpar meus pecados. Nenhuma pessoa é totalmente boa, mas há a mais pura maldade no coração de alguns poucos. É contra isso que eu luto. E ao mesmo tempo, para quem eu luto.

Em outras palavras, você é um filho da puta? — Kayn indagou, coçando a cabeça. Aparentemente, ele não havia compreendido nada.

Do que importa minha herança genética? Grandes famílias orgulham-se de suas origens, e defendem seus legados obsoletos como se fossem motivações simbólicas. Todos querem razões para viver, sejam elas banais, fúteis ou até mesmo duvidosas. No final das contas, a sociedade foi criada para aglomerar todos esses interesses em um único propósito minimamente correto. Uma falsa moral, diluída em uma falsa moral. Por qual motivo humanos jamais poderão estar em paz uns com os outros? Pelo mesmo motivo pelo qual estão sempre em guerra—as palavras compassadas e lentas antecederam o ímpeto violento, que o levou até Ichika numa velocidade de 26m/s — Muito sangue haverá de ser derramado, e ela não será a primeira, muito menos a última — e num rápido movimento, tentaria decapitar a garota, brandindo a espada com a mesma velocidade que a teve empunhada.



Ichika Kamizuru:
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Não podia ser uma ordem da Tsuchikage. Definiu isso com a resposta da menina. Diferente dela, ele havia conversado pessoalmente com a líder. Alguém estava procurando maneiras de fazê-la ser incriminada — e isso somado aos medos que Allania apresentara a ele só deixava a situação mais clara. Isto, porém, não deixava nada mais fácil; era o oposto. Aquilo significava apenas que um complô de níveis extraordinários estava ocorrendo dentro do vilarejo. Da última vez, um ninja de classe alta estava envolvido. Batsuki percebeu, pouco antes do homem-sem-nome puxar o discurso, como, no fundo, ele não havia feito nada de útil à vila incriminando somente Ito. Devia ter usado a descoberta para encontrar mais envolvidos. Havia sido muito infantil em pensar que resolveria as coisas prendendo ele.

Odiando-se, ouviu os dois “companheiros” conversarem. Kayn tinha tomado consciência assim como o adolescente explosivo. Batsuki não esperava que ele fosse ficar do seu lado, mas havia algum cérebro naquela cabeça afinal de contas. No entanto, aquele homem sem nome era tão misterioso quanto obstinado. Ele tinha razão sobre as descobertas feitas no cenário, mas não conseguia juntar isso à necessidade de assassinar a mulher que, como havia notado, estava sendo, muito possivelmente, usada aos interesses de outros — sem que percebesse. 678 insistiu a explicar o que era um ninja ao menino que havia sido treinado desde a infância para esse fim. Batsuki se conteve para não soltar um riso de escárnio — foi Kayn quem se pronunciou imediatamente com farpas afiadas.

Após isso tudo colapsou. 678 atacou numa velocidade que o menino sequer acompanhou. Surgiu próximo a Ichika num piscar de olhos. Batsuki viu a mão dele realizar um movimento de princípio de ataque. Ficou sem reação alguma vendo a lâmina, tão afiada quanto brilhante, rasgar o ar e arrancar a cabeça da moça. O vermelho borrifou no ar. A cabeça caiu no chão num baque grave. Ele não teve oportunidade de evitar a morte… nem teria de vingá-la. Aquele homem estava num patamar diferente; em velocidade, em força, em chakra. A aura vermelha se desfez e o menino abaixou a cabeça.

— Ela não havia entrado em contato direto com a Tsuchikage-sama — comentou, mantendo a voz firme, mas sem conseguir desviar os olhos do rosto assustado da menina morta. — Temos que trabalhar com a possibilidade de ela ter sido enganada assim como outras pessoas dentro da vila e do país.

Ergueu o rosto com olhos inexpressivos. Engolindo toda a raiva, todos os sentimentos negativos como havia aprendido a controlar. Porque dali em diante ele deveria ser unicamente uma ferramenta; um shinobi completo. Deixou de lado quaisquer sentimentos, analisando o momento o mais friamente possível. Allania estava sendo incriminada, mas isso não explicava como poderiam saber das habilidades. Só ele e o professor deviam saber… a menos que estivesse sendo espionado. Sabendo que possuíam habilidades para anular técnicas sensoriais isso não era improvável. Colocando a possibilidade junto da inocência de Allania isso fazia com que os envolvidos fossem pessoas com algum interesse nele.

— 678 ainda há chance de alcançarmos o navio com nossas habilidades? — questionou ignorando o fato de estar se sentindo perto do limite. Evitaria usar o máximo de suas capacidades desde que tivessem chance de descobrir mais do que estava realmente acontecendo.

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O golpe letal decretou o fim de Ichika Kamizuru, morta de maneira impiedosa pelo homem-sem-nome. Seu semblante inexpressivo manteve-se incólume, repousando novamente a espada na bainha. Quando confrontou Batsuki com um único olhar, percebeu os olhos inexpressivos em sua faceta. Orgulhou-se, mas nada fez além de abaixar as orbes azuladas. Não era tão fácil quanto parecia fazer o que fez, ainda havia um pouco de humanidade naquele ser, mesmo que pouca. Kayn nada disse além de uma ofensa, murmurada entre olhares incrédulos. A mão trêmula estava apoiada no cabo da espada, ameaçando reagir diante do que havia sido feito. Emitiu um breve ruído de desaprovação, afastando-se dos aliados. Seiscentos e Setenta e Oito questionou, ele sempre questionava.

Por que está desta forma? Ela não significava nada para nenhuma de nós.

Era só uma novinha qualquer. Olha pra ela, era até pobre. E fácil. Uma loirinha dessas na minha cama seria uma maravilha. Você tirou isso de mim! Agora o que posso fazer com um cadáver?

Usar como um aprendizado — atravessou o caminho do moreno, rapidamente, posicionando o corpo atrás deste — Pode ser o destino de qualquer um de nós. E seria o seu, agora, se eu fosse um inimigo. Não abaixe sua guarda — desferiu um toque suave no ombro do colega, atitude recusada prontamente pelo rapaz, empurrando o assassino frio. Ignorando a reprimenda, focalizou suas atenções ao mais jovem do recinto, cujo questionamento intrigou bastante o suposto líder da operação — Até um tempo atrás, parecia mais interessado em fazer perguntas tolas do que o prosseguimento da missão, você mudou da água para o vinho, Batsuki. Pois bem, agora estamos enfim nos mesmos termos. Alcançar os barcos atualmente é impossível, mas eu pude capturar um marinheiro. Ele havia parado para saquear alguns suprimentos, e escapou de ter o mesmo destino de sua amiga ao concordar em colaborar. Está amarrado próximo de uma das casas, levarei ambos até lá.

O trio caminharia pela cidadela arruinada, parando apenas quando estiveram diante do homem, um maltrapilho idoso, dotado de uma longa barba grisalha. Os braços eram fortes, típicos de um marinheiro que se preze, mas possuía uma deficiência cruel: era corcunda. Seu captor removeu as amarras que impossibilitaram seu movimento até então, deixando os fios de aço nas mãos de Kayn após o processo. Talvez fosse necessário.

Agora, precisamos que conduza-nos até o mesmo destino das embarcações, e logo. Caso cumpra com sua palavra, cumprirei com a minha — o azulado proferiu, e silenciosamente, o criminoso gesticulou, indicando com as mãos o caminho.

Escondido no cais, havia um pequeno navio, oculto outrora entre o trio de embarcações de maiores. Adentrando o veículo, era possível notar que todos os compartimentos eram especificamente utilizados para armazenar suprimentos ou algumas peças de valor. O marinheiro adentrou a cabine, responsável pela condução dos tripulantes até o ponto requisitado.

Puderam adormecer e recuperar todas as energias enquanto a viagem ocorria tranquilamente. Seis-sete-oito permaneceu desperto, fiscalizando o marinheiro que ocasionalmente conferia como os indivíduos estavam. Ele demonstrava não possuir problemas com cansaço, sendo sempre extremamente durável e resistente. Mais que o normal.

O veterano certificaria de alertar os demais de sua chegada, quando efetivamente estivessem na costa novamente. Um grande complexo industrial se estendia ao longo de sua visão, e inúmeras embarcações eram dispostas nos arredores, todas vazias naquele determinado ponto. Saíram do navio, prontamente, vislumbrando o idoso ainda em seu interior.

Foi bom fazer negócio com você. Agradeço por me poupar, meu jovem. Serei eternamente grato.

Seis-sete-oito nada disse. Limitou-se a murmurar alguma coisa para Kayn, e deu as costas, começando a rumar o destino do grupo. Após uma sequência de Selos de Mão, o moreno liberaria de sua boca uma torrente flamejante, incendiando o marinho e sua embarcação. Ele não conseguia compreender os motivos, mas parecia óbvio aos demais.

Kayn e Batsuki poderiam seguir o desconhecido até a suposta entrada da zona desordenada, nitidamente improvisada. Nenhum indivíduo seria visível inicialmente, e o silêncio permeava o local. Kayn estava inseguro quanto ao prosseguimento da missão sem maiores informações, enquanto Seis-sete-oito tentava mentalmente mensurar os números. A missão era mais difícil do que aparentava, mas dentro das capacidades coletivas dos indivíduos, não era impossível.

Precisamos de um plano de ação. Independente de quantos forem, afinal não temos essa informação no momento. O objetivo é identificar os responsáveis e dar cabo deles, esqueçam potenciais reféns. Melhor algumas vidas perdidas do que milhares. Só temos uma chance, e ela não deve ser desperdiçada.

Temos de resgatar as mulheres, também. Não podemos deixar elas morrerem, porra. Já deixamos gente demais morrer. Não era justamente contra isso que estávamos lutando? Pelo fim das mortes desnecessárias. Até quando inocentes continuarão morrendo? Até quando? — retrucou Kayn, abalado com as repetidas negligências do aliado.

Até o fim dos tempos — finalizou, num tom triste. Era a primeira vez que ele demonstrava alguma emoção palpável para os demais. Talvez a última.

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Quanto tempo levaria até que ele não se reconhecesse mais? Porque mesmo sendo consumido pela raiva e o medo, ele ainda estava cometendo os mesmos erros. Permitindo as mesmas tragédias. Tentava assumir a postura de quem não se importa, mas ele sabia, no fundo, como aquilo era mentira. Como a morte de Ichika ainda ressonaria dentro dele eventualmente, assim como as centenas de vidas perdidas na explosão da montanha ainda o assombravam. 678 notou a mudança de ideias do adolescente e assinalou isso — um lembrete ao garoto de que o mundo não ficaria calado diante de sua própria hipocrisia.

Calado, acompanhou o homem-sem-nome até o refém. O idoso, machucado e decadente, tinha uma aparência grotesca, embora não fosse fisicamente fraco, muito digno de um marinheiro. Através de um acordo feito com 678, ele os levou até sua embarcação e os levou em segurança até o objetivo; e com isso ele pode descansar finalmente. Ao menos, tentou. No começo foi mais difícil. Fechar os olhos trazia imediatamente a cabeça da vítima arrancada com uma lâmina. Depois, porém, ele engoliu todo o sentimento negativo e permitiu-se o descanso mais do que necessário.

Chegaram após certo tempo num grande complexo industrial que visto do navio parecia com um mundo completamente diferente do habitual. Vivendo num país rochoso, encontrar a arquitetura daquele lugar era como uma descoberta valiosa que ele não esqueceria enquanto fosse vivo. Após descerem o navio foi incendiado conforme Batsuki imaginava que ocorreria; o número 678 estava temeroso sobre quaisquer chances de serem descobertos. Já havia entendido que nada seria ignorado pela astúcia dele.

Seguiram mais um pouco, mas não sem reclamações e um diálogo entre os outros “companheiros” de Batsuki — que não estava dando muito interesse àquelas coisas. Pensava em como faria para retornar ao lar em segurança e se ainda seria o mesmo quando retornasse… e isso parecia cada vez mais impossível. Havia sangue em suas mãos. Muito mais sangue. Cada vez que avançava naquele mundo ninja parecia que ficava mais coberto do vermelho-vivo das pessoas ao seu redor. Batsuki se abaixou tocando o chão com o indicador após fazer um selo de mão e ativou sua técnica sensorial até o limite de seu alcance; contaria o número de pessoas nos arredores imediatamente a sua percepção e deixaria para os dois decidirem a melhor opção.

Batsuki só queria voltar para casa antes que se perdesse por completo.

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Quando Batsuki utilizou seu sensor, revelou uma imensidão de chakras circundando o local. A maior parcela estava localizada nas profundezas do complexo, centenas de corpos aglomerados em um único de espaço. Transitavam dezenas de outros indivíduos por entre corredores e espaçamentos, embora não estivessem uniformes. Haviam lacunas e muito espaçamento, como se a guarda não estivesse esperando uma invasão naquele momento.

Um grito fora audível, ecoando por todo recinto. Pertencia à uma voz feminina, e entre palavras distorcidas os demais poderiam assimilar um pedido de socorro. Sua voz não repetiu o ímpeto novamente.

Tantos assim? Huh. Se estão tão separados assim, podemos fazer o mesmo que eles. Eu tentarei interceptar uma parcela da guarda por conta própria, enquanto você e Kayn seguem juntos até o epicentro. Descubra o que são. Caso sejam reféns, ignorem e procurem os responsáveis. A nossa missão é de assassinato, o resgate não é nossa obrigação — e então ele partiria, em velocidade, seguindo pela esquerda.

Batsuki e Kayn seguiriam pelo caminho principal, a rota da frente. Ironicamente, era o menos desguarnecido e a rara vigilância prontamente foi silenciada por Kayn quando avistados. Silenciosamente, os alvos sucumbiram em golpes precisos em suas gargantas. Seguiram, guiados principalmente pelas capacidades sensoriais do chūnin, até a área estipulada. Não havia muito a ser visto além de inúmeras tubulações e estranhas fumaças que partiam de pequenas escotilhas. O local exalava um odor fétido, recordando estrume. Muito raramente, óleo e outras substâncias do porte, geralmente envolvidas na fabricação de recursos mecanizados, poderiam ser associadas.

Depararam-se com uma porta maciça de aço. Dela, ruídos frequentes eram audíveis, embora contidos. Todas as vozes femininas. Imensos focos de chakra relatados anteriormente indicavam as suspeitas mencionadas por Seis-sete-oito de serem as reféns em cativeiro. Não teriam muito tempo para pensar. A porta abriu-se num estrondo, e dela saiu um homem por volta dos trinta anos de idade. Possuía uma péssima aparência e sua barba estava feita. Em seus lábios um sorriso sarcástico, e ambas mãos arrumavam a calça desabotoada.

Kayn cerrou os punhos, e olhou para Batsuki em seguida. Em dois segundos, o homem gritaria. Após quinze segundos, mais apareceriam. O tempo era um inimigo da dupla. Talvez o mais difícil adversário a ser enfrentado na missão.

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Batsuki estava cansado.

Após vasculhar o ambiente com sua técnica sensorial e anunciar aos seus “companheiros”, ele se viu esgotado emocionalmente. Manteve a técnica sensorial ativa com medo de ser pego de surpresa. A vontade de ir embora ficou ainda maior em seu coração, pois, a partir dali, do instante em que explanou a informação mais importante para os dois homens que o acompanhavam, ele soube como não tinha mais volta; uma tragédia aconteceria ele querendo ou não. Não era somente uma ninja arriscando a missão — eram dezenas de vidas. O homem-sem-nome não deixaria ficarem vivos se tivesse a oportunidade e isso faria mais sangue acabar sujando suas mãos, direta ou indiretamente. Tudo isso veio a ser corroborado quando ouviram um pedido de socorro.

Batsuki só queria ir embora.

Após uma ordem digna do capitão de um time shinobi, 678 tomou outra rota em alta velocidade. Batsuki assistiu-o se afastando com uma expressão nublada, os pensamentos conflituosos se perguntando se estava certo em recuar contra ele ou se deveria ter achado uma forma de derrotá-lo — mesmo sabendo que a diferença entre ambos era assustadora. No fim, após alguns segundos, continuou no caminho com Kayn e não esboçou reação alguma ao vê-lo acabando com vidas indiscriminadamente…, pois aquilo era o trabalho deles no fim das contas. Mudou o objeto de foco para as tubulações e outras construções ao redor para não ver diretamente certos golpes, mas sentia tudo com a bênção (ou seria maldição?) de ser um ninja sensor; chamas que se extinguiam repentinamente.

Encontraram uma porta maciça de aço de onde ruídos femininos foram ouvidos, ainda a alguns passos dela. Conseguiu notar os chakras no interior do espaço, precavendo-se sobre seus movimentos e colocando a mão dentro da bolsa de armas antes mesmo de alguma coisa acontecer. A porta foi aberta trazendo das sombras um homem de aparência nojenta arrumando a calça. Batsuki assimilou a vinda dele como um risco claro e no primeiro instante sacou e atirou uma kunai na direção do pescoço dele, carregando-a com eletricidade para que mesmo se não o matasse fosse capaz de amplificar o dano.

Se o golpe de arma branca não fosse suficiente e ele gritasse, ativaria sua aura vermelha e ficaria atento com a técnica de sensor para enfrentar mais inimigos — e avisaria a Kayn se eles chegassem mais perto. Caso fosse suficiente, ignoraria as ordens de 678 e mandaria investigarem o interior e salvar quantas vidas fossem capazes.

Batsuki não queria voltar com mais sangue inocente nas mãos, pois se continuasse naquele caminho talvez nunca mais fosse capaz de abraçar a mãe novamente.

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O golpe certeiro de Batsuki atravessou a garganta do indivíduo, amplificado pela corrente elétrica na qual a Kunai havia sido imbuída. Ele agonizou por alguns segundos, expelindo sangue de sua boca lentamente, antes de desfalecer. Kayn parabenizou o gesto num murmúrio quase inaudível, antes de adentrar o local. Caso o Chūnin seguisse o moreno, iria se deparar com uma cena grotesca. Kayn iria virar a face no primeiro vislumbre, antes de exclamar:

Puta merda!

Dezenas de mulheres eram enfileiradas em prateleiras, formuladas nas paredes de maneira similar a longos corredores, enclausuradas por vitrais esverdeados, embora resistentes, suportando os socos e golpes desesperados das cativas. Aglomeradas na área haviam pequenos cubículos, compostos quase que inteiramente pela mesma estrutura observada no “depósito”, permitindo o vislumbre parcial de cenas de mais pura lascívia. Silhuetas eram visíveis, embora borradas, mas o mais evidente eram os gritos de socorro e desespero. Gargalhadas, ordens e atos impetuosos sinalizavam a desumanização vigente. Como se fossem apenas divertimentos.

Havia uma porta no fundo, outrora trancada, após seguirem em linha reta até onde eram visíveis os cômodos tenebrosos onde tais crimes eram cometidos. Não chegariam a tempo, mesmo se corressem o máximo que pudessem. Dela sairiam meia-dúzia de guardas, conduzindo o triplo desse número em mulheres desnudas, acorrentadas dos pés a cabeça. Estavam ensanguentadas, e algumas estavam desmembradas. Não tardaria para que da mesma entrada pelo qual passaram, dois homens chegassem. Os guardas perceberiam a aproximação de invasores tão rapidamente quanto, e o combate seria inevitável.

Eles abandonaram as mulheres, avançando numa velocidade de 20m/s, após uma distância inicial de 200 metros para a dupla. Possuíam equipamentos estranhos em seus olhos, e metade deles exibiam braços mecanizados. Quando estivessem próximos, praticamente corpo-a-corpo, tentariam envolver o louro em seus braços numa força de 5 pontos. A dupla atrás de ambos chegou mais rápido, partindo de uma velocidade de 22m/s, mas rapidamente aparados por Kayn. O aliado ultrapassou a velocidade dos indivíduos no momento exato em que desferiu uma sequência de socos explosivos, despedaçando os corpos como se fossem bonecos de modelar.

O som provocado chamaria os reforços, mas não estariam presos em um local apertado como estariam do lado de fora. Havia muito espaço a ser utilizado em suas estratégias, embora o tempo, novamente, estivesse contra ambos.

Seguinte, eu cuido das costas, você acaba com esses babacas que estão na frente. O Seis-Sete-Oito disse que resolveria essa porra, cadê esse merda? — indagaria, antes de avançar na direção de quatro homens, sozinho.


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Torna-te aquilo que tu és!


Ter matado uma pessoa não era problema. Já havia feito isso antes, em circunstâncias diferentes, e também tinha sido treinado para fazê-lo quando fosse necessário. Treinamentos longos desde uma idade tenra demais para ter a compreensão do que estava fazendo. Ainda assim, quando a lâmina emitindo faíscas azuladas penetrou a carne do alvo com brutalidade, fazendo-o agonizar com o líquido escarlate escorrendo da boca, algo estalou no interior do rapaz. Insuficiente, ele continuou se arriscando, forçando um pouco mais, só um pouco mais. Outro estalo dentro dele ecoou fazendo o coração apertar. A cena grotesca diante dele fez os olhos saltarem para fora das órbitas e tudo ao seu redor ficou paralisado, em outro momento…, em outra dimensão.

Dentro dele, uma luz finalmente se apagou; uma luz que era importante demais que não extinguisse ainda. Mas nada dura tempo demais no mundo árduo dos ninjas — especialmente a última dose de inocência de um menino. Todas aquelas mulheres… cada uma delas… ele cerrou os punhos, ainda incomodado, mas ainda mais devastado. Imaginou, por um instante, que sua mãe poderia ter sido levada àquele lugar por algum azar do destino. Ela não era uma kunoichi, não teria condições de se defender — e mesmo as ninjas haviam provado como era difícil enfrentar aqueles inimigos. Cada uma daquelas gargalhadas e vozes ordenando coisas tenebrosas poderiam estar se direcionando a sua mãe. Aquelas mulheres, inclusive, podiam ser mães de outras pessoas; e com certeza eram filhas. Interrompeu a própria perplexidade, retomando a postura austera. Estava prestes a continuar invadindo mais com o companheiro quando notou chakras, embora distantes.

— Cerca de duzentos metros naquela direção — ele avisou, apontando na direção e fazendo um movimento com as mãos antes de aflorar sua aura vermelha.

Percebeu como a energia deles se inquietou e logo dispararam em alta velocidade. Eram velozes demais, mas dava para enfrentá-los. Depois, mexeu as mãos, realizando selos manuais necessários noutro segundo para ativar uma de suas técnicas aprendidas nos treinamentos do diário deixado pelo pai¹. Notou a aproximação vinda por trás, mas deixou para o companheiro, mantendo o foco nos que viam diretamente contra eles. Batsuki teve de colocar toda sua inteligência para funcionar, notando como a aproximação mirava nele de um lado e como, noutra velocidade, os inimigos tentavam uma estratégia mais sorrateira.

Sua aura vermelha avançou alguns centímetros para frente. Faltando menos de um segundo para chegarem nele, Kayn interceptou os outros dois atrás. Assim que aqueles vindo pela frente se movessem trinta centímetros próximo dele sua técnica seria ativada — e a aura serviria como uma proteção que explodiria ao contato. Caso a defesa funcionasse, trataria dar algum suporte ao aliado conforme visse abertura. Do contrário, aprisionado, utilizaria através da mão uma técnica explosiva básica² para afastar aquele que o segurasse e assim tivesse a chance de continuar o combate.

Considerações:
Particularidades Shinobi:
Bolsa de Armas (59/60):
Jutsus Usados:


HP: 795/800

CH: 705/800

ST: 003/006





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Mako
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SraCandyCandy
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Narradora: @SraCandyCandy

Torná-te aquilo que tu és!

@Mako

Quando próximos de Batsuki, os corpos adversários foram alvejados por sua potente técnica explosiva, recebendo danos consideráveis que incapacitaram prontamente o prosseguimento de suas investidas. Os apetrechos tecnológicos utilizados foram destruídos, e logo desfaleceram em detrimento de mau-funcionamento de seus organismos modificados. Emitindo ruídos peculiares e expondo uma carcaça moderna, era possível deslumbrar o grau de desumanidade dos indivíduos. Eram parcialmente homens, e em seus atos era fácil de destacar que pouco havia restado. Ferramentas de um sistema maligno, apenas máquinas de guerra.

Kayn não teve dificuldade de vencer seus oponentes, conseguindo levar o quarteto ao nocaute. Um golpe de Kunai riscou sua face, mas os danos causados foram mínimos. A dupla estava cercada por corpos mutilados no chão, e poderiam ter algum tempo para fazer alguma coisa no terreno. Sem seus agressores, as mulheres estavam sozinhas, embora de uma distância considerável dos mocinhos. Alguns homens permaneciam em seus atos hediondos, enquanto a guarnição se preparava para organizar outra investida. Nos arredores, poderiam ver as diversas mulheres encarceradas nas peculiares vitrines, como se fossem objetos.

No final, eles precisariam fazer qualquer coisa. Seja um diálogo, ou agir diante das circunstâncias. A porta no final do corredor traria resposta, e mais questionamentos. O ambiente era sombrio e maligno, mas havia uma luz no fim do túnel. Um futuro. Por vezes, os fins justificavam os meios. Será mesmo? Mangetsu Batsuki precisaria descobrir, pois mesmo com boas intenções alguns atos eram doentios demais para serem compreendidos.


Complexo Industrial:
”Kayn Adelowo”:
”Seiscentos e setenta e oito”:
Considerações:
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SraCandyCandy
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minitrama

Torna-te aquilo que tu és!


Venceram com facilidade, mas isso apenas revelou a maldade por trás daquela situação. Sequer enfrentaram seres humanos plenos, mas sim maquinários de guerra, seres criados com o propósito de causar caos e destruição. Batsuki ficou um pouco assustado, mas não demorou a entender que aquilo não era nada diferente dos shinobis; eles apenas tinham corpos mais frágeis. Baixou a cabeça, respirando fundo e aliviando os ombros com a aura vermelha fluindo ao redor de si. Kayn havia ficado com um risco vermelho na testa por causa do combate dele — e ele não deu muita atenção àquilo a primeiro momento, confiando nas capacidades do companheiro. Gostaria de saber como o homem-sem-nome teria enfrentado aqueles perigos com toda a monstruosidade do seu chakra.

— Não importa o que aquele cara fale — Batsuki anunciou tomando a frente na direção do cárcere das mulheres. — Temos que ajudá-las. Somos ninjas da vila, mas não podemos deixar de sermos humanos. Quando isso acontecer todos estaremos condenados. É nossa humanidade que nos permite continuar em frente sem cair em ruínas. Está comigo? — questionou olhando por cima do ombro no meio do caminho, mantendo a técnica sensorial ativa e a aura vermelha, servindo como um líder da missão, indiferente ao cargo dado a ele. Só pensava na mãe e nas pessoas que eram inocentes na vila e em como tinha o dever de acabar com aquela exploração antes de mais vítimas serem feitas.

A missão talvez não fosse aquela, mas não podia ignorar o que achava certo.

Considerações:
Particularidades Shinobi:
Bolsa de Armas (59/60):
Jutsus Usados:


HP: 795/800

CH: 692/800

ST: 004/006





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Mako
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