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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] Escrito por Konoha - Dom 27 Jan - 14:05


Nota: Esse Filler não concederá status, ele foi feito no discord de Konoha com uma brincadeira de "Complete a história com uma frase". Agradecimento a todos os Konohences; 1765 palavras.

Sonho Estranho

Amanhecia, então decidi que faria panquecas cobertas de chocolate, porém não tinha suficiente ovos para fazer as panquecas. Então decidi que deveria ir comprar uma galinha para poder fazer as panquecas, se quisesse, deveria comprá-la no centro de konoha, então bati minhas mãos em meu avental para que a farinha se dispersasse, e um pouco da farinha caía no chão como flocos de neve, mas me preocuparia em limpar depois, pois estava com fome demais pra me preocupar com isso.
Pensei em tirar o avental, mas no reflexo da janela sobre o lavatório sentia-me completo, então fui na direção da porta, mas um mosquito me perseguiu. Então, retirei sua vida com meu chakra raiton, eletrocutando-o até implorar por perdão. Tudo o que eu queria era comer panquecas e o zumbido do mosquito era realmente irritante, ele teve o que merecia. Com um pequeno e suave pedaço de papel que havia deixado sobre a mesa, retirei o mosquito jogando-o no cesto de lixo.
Passei a mão no cabelo, depois voltando para perto do fogão. Tinha-me esquecido do que queria fazer. Mesmo que eu tenha esquecido, o importante é que concluí um novo objetivo em minha vida:
Matar um mosquito com a minha mente (ou quase isso, ao menos).
-... ah é! Panquecas! -
Como eu amo panquecas... E odeio mosquitos, a vida é cheia de rivalidades. Passei as mãos de novo na farinha para ir começar as panquecas.
- oh não... os ovos... -
O desespero enchia os meus pensamentos após ouvir o ronco de minha própria barriga, foi aí que entendi o verdadeiro significado da frase "o que veio primeiro: O ovo ou a galinha?"
Então decidi ir ao mercado. Não só para comprar ovos, mas para propagar a resposta do questionamento supremo. Peguei minha carteira e coloquei-a no bolso do avental, dessa vez efetivamente saindo pela porta. Após baixar o pequeno degrau me perguntava - Hum... aonde ficava o mercado mesmo?
Estava bastante calor e olho para ver se alguma pessoa que passava na rua poderia me indicar, mas não havia ninguém, então segui para o leste, navegando por mares nunca dantes navegados. Não sei de onde tirei meu pequeno barco, mas estava lá me divertindo muito com minha própria imaginação durante o caminho que havia escolhido aleatoriamente, com sorte conseguiria achar alguma informação no caminho indicando aonde estaria o mercado.
"Hmmmm quantas mulheres bonitas estão por aqui!" - Ouço algum idiota dizer do outro lado da estrada, um homem de cabelos grisalhos e aparência de cachorro surrado pelas intempéries da vida. Olhou sério pra mim, e respondi - Seu idiota! é um genjutsu! As mulheres bonitas são monstros marinhos! -
- Então você é uma linda estrela do mar! – Contestou.
Tinha perdido demasiado tempo já com aquilo, tinha que ir em frente e deixar o velhote não era como se eu me importasse dele não ter me chamado de algum monstro marinho exótico.
Então segui em frente por vinte minutos, mas não encontrei o mercado. Em vez disso encontrei uma grande casa de pão de mel o cheiro de panificados recém feitos atiçava meus sentidos, minha boca começava a salivar e meus olhos ficaram vidrados na vitrine da loja vendo.
Entao mordi a parede, e ela parecia me morder de volta, essa é a terceira lei de newton, ou isso pensaria caso conseguisse me lembrar dela. Então, enquanto a deliciosa massa deslizava em meu esôfago indo de encontro ao meu estômago, senti um aroma desagradável vindo do sul. Olhei para onde vinha o cheiro guardando mais um pouco da parede no bolso para depois.
O céu estava escuro no Sul e as nuvens giravam se afunilando em direção ao solo. Tudo isso tinha a mesma fonte emissora, uma pequena caixinha no chão.
- Seria a caixa de Pandora? ou de Peidora? -
Não tinha certeza, mas aquela caixa definitivamente estava roubando as nuvens do céu! Avancei em velocidade máxima em direção à caixa e desferi um chute mirando meu dedão em seu vértice, porém a caixa não se moveu, meu ataque parecia ser inefetivo.
O homem de cabelos grisalhos reapareceu, e parecia saber algo à respeito, mas eu não conseguia ouvir porque o ar saindo da sua boca era puxado para a caixa também, foi então que o homem estendeu a mão pegando uma porção das nuvens que estavam sendo sugadas para a caixa e comeu. Olhei para ele como se fosse maluco não entendia bem porque ele havia feito aquilo, o fedor era insuportável, porém ainda assim o homem expressava satisfação como se estivesse comendo algo delicioso. Estava tentada a fazer o mesmo, mas não fiz, me sentei no chão em frente da caixa e tirei o bolo do bolso oferecendo para a caixa.
A caixa explodiu e o homem arregalou os olhos no momento em que viu a caixa sugando aquela porção de parede de pão de mel. Agora conseguia escutar o que ele dizia e parecia muito bravo - Não! Como pode? Olha o que você fez com o meu coletor de algodão doce!
-Comeu o meu pão…- Olho brava, -eu ia comer aquilo.-
O homem então abaixou sua cabeça, e respondeu - Você não conhece a máquina coletora de doces? A profecia realmente estava certa... - Apesar estar furiosa por ter perdido o pão de mel o que o homem dizia me intrigou me levando a perguntar - Que profecia? -
-Que maquina de doces?- acrescento
-Você realmente não sabe de nada... Venha comigo. - Enquanto ia, eu começava a recobrar minha consciência.... as nuvens de tal caixa começavam a cheirar enxofre... E minha mãe tinha dito para não ir com estranhos principalmente se tivessem oferecido doces. Mas mesmo assim fui, porque minha mãe não era tão boa com conselhos.
O homem sentia o fedor de enxofre e enquanto mostrava o caminho perguntou - O que foi que você jogou na máquina? Ela não deveria ter sido corrompida tão facilmente...-
-Pão de mel- Encolhi os ombros andando e depois fiquei com fome de novo e procurei a casa para ver se podia pegar mais.
- Onde você pensa que vai? Estamos indo em um lugar importante - disse o homem, interrompendo.
Estávamos em uma subida e pela altura podia avistar de longe a casa de pão de mel, apontei para ela enquanto respondia a pergunta do homem - Estou com fome, quero comer mais daquele pão de mel delicioso!-
- E eu queria comer algodão doce, mas você interrompeu. Agora cala-se e me siga -
Abro os olhos como se ele fosse louco, mas obedeço andando para a minha morte.
E por fim, chegamos. - Você não tem noção do que fez... Aquela casa de pão de mel não é o que parece. Nas paredes desta caverna está escrita a profecia, quando você ler vai entender tudo. - Dizia o homem
-Profecia escrita em delicioso pão de mel? - olho confusa
O homem suspirava desapontado - Não, não há pão de mel nessa caverna. Essa profecia é muito mais antiga que isso, minha família vem zelando por ela há gerações. Vamos, venha comigo. - O homem adentrava na caverna e não demoraria muito em perdê-lo de vista.
Algo na minha barriga dizia que provavelmente eu não devia entrar naquela caverna, porém eu, um ninja destemido não ousei recuar. Segui o homem misterioso pela caverna, caminhamos por um caminho que parecia ser bastante reto para uma simples caverna era praticamente um túnel e após alguns minutos podia notar bem distante uma tênue iluminação azul no que parecia ser o final do caminho, mas a luz azul dançava pelas paredes, como se saltasse à sua volta elas ficavam cada vez mais próximas e começavam a formar palavras nas paredes enquanto caminhávamos, olhei para o velho em busca de explicações. Ele não parecia nada surpreso com o que acontecia sequer olhava para as palavras à frente, foi então que ao notar que o estava encarando ele começou a explicar - Estas luzes que você vê as manifestações de uma profecia antiga. Sempre que alguém adentra a caverna as mesmas palavras aparecem. Ao observar as palavras que se formavam nas paredes da caverna elas começavam a fazer sentido e formar frases
"Asgore em um momento de insanidade decidiu escrever a história de como tinha chegado ali nas paredes da caverna onde tinha ficado emprisionado nos últimos anos da sua vida..."
"sim, eu decidi eternizar nas paredes desta caverna esta história para que jamais caíssem no olvido. Os humanos declaram guerra contra nós e nos exilaram nesta caverna, um poderoso usuário de fuuinjutsu criou uma barreira na entrada da caverna impedindo que nós saíssemos deste lugar. Talvez você se pergunte o motivo, é bem simples, foi porque há muitos anos atrás uma mulher que muitos acreditavam ter a boca dos deuses disse que viríamos para destronar os humanos como donos deste lugar, a sua profecia dizia que três se ergueriam contra vós e pelo fio da espada separariam os humanos levando-os à eterna destruição." O ar pesava sobre aquelas palavras. "Então os humanos decidiram que, enquanto estávamos fracos, nos fechariam numa caverna onde não veríamos o sol nem sentiríamos o vento até que a última profecia de salvação se cumprisse"
— Na minha época não tinha isto!!! — esbravejou alguém, em algum lugar.
Olhando em volta, vi que atrás de nós veio um cachorro que falava.
"Porém nós, ou como os humanos passaram a nos chamar, 'monstros', tínhamos que proteger a chama..." As palavras continuavam a aparecer, mas por momentos me distrai com o cachorrinho fofinho me baixando levei a mão ao aventar procurando se tinha sobrado algum pão de mel para oferecer ao bicho, mas achei o pão de mel e dei ao animalzinho e fui embora.
- hmmm que vontade de beber um sakê – pensei, e quando ia distraidamente em direção à saída o velhote chama de volta, tinha-me esquecido de novo o que estava a fazer.
Lembrei que estava, antes, bebendo saquê e por isso aquela vontade, antes na noite anterior depois de um longo treino, porque hoje a minha missão era cozinhar panquecas, para isso precisava de ovos e por isso tinha decidido comprar uma galinha.
Então fui em um galinheiro fazer um pacto de sangue com as aves galináceas. Logo, invoquei um galo que voava. Suas asas tinham quatro vezes o tamanho das asas de um galo normal, parecia um anjo redondo. Então o executei, e utilizei de sua carne para fazer minha panqueca. O cheiro enchia o espaço à minha volta, o meu estomago rosnava e a minha boca salivava, e com aquele cheiro delicioso de café da manhã acordei do meu estranho sonho.
-


Edição de Aniversario por Shion e Senko.