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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Aomine
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Ícone : [Filler] – O conto do espadachim RAZLVAB

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[Filler] – O conto do espadachim - 26/11/2018, 00:18

− Será que estou orgulhando você, Vovô Kagachi? – Era manhã, mas o sol nem havia raiado com sua luminescência quando Eiji se indagava com a mesma pergunta, todo o dia. Olhando para o teto como de costume até que algo lhe tirasse a sua atenção. – Não cheguei a conhece-lo, mas por suas histórias, de seus feitos e legados que me contam... O senhor parece ter sido um grande ninja. – Dizia o pequeno e em seguida fecharia seus olhos lembrando de histórias que seus pais contavam à ele, quando mais novo.
 
Cerca de dois anos e meio antes do garoto se formar na academia ninja de Kumogakure no Sato, estava o mesmo na sala junto aos seu pai, o menino lendo livros acadêmicos e seu progenitor o observava.
 – Kagachi? – Perguntava o homem de pele clara e cabelo de fios loiros e volumosos.
– Sim? Pai. – A atenção da criança saía dos livros para dar lugar ao pai que o chamava.
 – Seu nome, Kagachi, veio do seu avô falecido há muito tempo... – Sua fala foi interrompida pelos dizeres do menino.
 – Mamãe já havia me dito isso, papai, carrego o nome do vov... – Dizia voltando a atenção para seu livro que estava até agora pouco lendo.
– Cale a boca e me escute! – O pai do menino demonstrava irritabilidade, por ser interrompido daquela maneira. – Cadê o respeito que havia lhe dado? – Acrescentou o homem.
– Perdão, papai... – O menino fechava seu livro e se aproximava de seu mentor e sentava ao chão, olhando nos olhos, ele estava pronto para ouvir sua história.
Seu pai dava uma respirada profunda para passar um pouco de sua raiva. – Como você sabe, meu filho, seu nome é herdado de seu avô, uma escolha minha e de sua mãe poucos meses antes de que você pudesse nascer... Você não o conhece, pois infelizmente o mesmo veio a óbito durante um embate. – Parou para respirar e aproximou seu rosto para vislumbrar a face do jovem menino. – Pelos poucos momentos que eu o vi, o lembro de seu rosto perfeitamente ... E você, Aomine, tem as mesmas feições e seu olho verde, tem a mesma cor e intensidade de Kagachi. Isso me espanta as vezes. – O homem loiro voltava a sua posição inicial puxando uma grande quantidade de ar e soltando em seguida por sua narinas, fazendo um barulho intenso. O menino parecia mais interessado que antes, tanto que olhava seu pai com olhos de querer saber de tudo a respeito de seu avô. – Seu avô era um Samurai conhecido como “O demônio escarlate”, “ A besta de Katana” ou “Olhos esmeralda”, o primeiro devido suas vestes de batalha, eram vestes de metais resistentes, porém leve e de fácil locomoção e movimento nas áreas articuladas. Portava uma espécie de mascara ou capacete, não sei como classificá-lo ao certo, mas sua forma era intimidadora. Era vermelha, intenso como sangue e tinha chifres enormes de sua fronte, seu rosto era de dar pesadelo aos pouquíssimos que ele deixava viver, era um sorriso diabólico cheio de dentes com abertura para apenas o seu olho esquerdo. – Após os dizeres, fez uma pequena pausa e se levantou guiando-se até a cozinha para beber um gole de água. – Ele, além de fatiar seus inimigos com sua katana negra como o próprio breu de uma noite, possuía um dom que poucos tinham e era de fazer inveja, é uma coisa bastante peculiar e você não entenderia no momento, deixo isto para um outro conto. – Continuava a história elevando o volume de sua voz, para que assim, mesmo da cozinha, o menino pudesse escutar sem que precisasse de repetições. O homem guardava o copo sobre a geladeira e voltava caminhando lentamente e se sentava próximo ao seu filho, no chão. – Era inverno, quando ele saiu de Kumogakure no Sato trajando seu uniforme que o apelidava de “O demônio escarlate”, chovia muito no dia, mas isso não era nada que pudesse fazer sua missão adiar por alguns dias. Kagachi tinha uma missão especial fora das terras de Kumo, dada por um homem de não tão grande influência desta vila, tão pouca das outras. Porém, aceitar aquela missão faria com que sua vida o esvaísse de seu corpo e alma. –
– O que houve?! – O desfecho eu sabia, porém a ação até o feito não.
– Continuando... Próximo à fronteira de Kumo, um exército de cerca de quatrocentos ou quinhentos homens o cercaram em todas as direção. Todos armados de Katanas e munidos de jutsus de alto rank. O embate começava quando seu avô desembainhava um punhal sem katana e o segurava com ambas a mãos, os homens não perderam tempo e nem tinham a honra de espera-lo para se preparar, e com um único balançar de braços, uma “katana” branca saiu da base do punhal até cerca de 50 metros e dividia os corpos dos primeiros 80 homens, meio a meio, num corte horizontal, era um jutsu que apenas ela conhecia e mesmo que se quisesse passar à alguém, não poderia. –
– Mas se ele tinha essa habilidade única, como ele pode morrer assim? – Indagava o menino inquieto.
– Você é muito ansioso. Durante o embate, ele foi capaz de derrotar cerca de trezentos desses homens, porém tinha um habilidoso o bastante para se equiparar ao nível de seu avô, porém, mais jovem que ele. Seu avô morreu aos 56 anos, o menino tinha pouco menos da metade disso. O chakra e vigor estavam quase esgotados quando este homem cravou a espada na caixa torácica perfurando seu pulmão esquerdo, os homens restantes avançaram com gritos de guerra e katanas ao alto. “Não pense que isso foi um assassinato, isso é um suicídio”. Estas foram as ultimas palavras de seu avô de alto tom de voz, para que todos os homens escutassem. Kagachi fez um selo de mão e com as ultimas energias restantes, conjurou um cubo de proporções enormes, com o centro sobre ele. O cubo brilhava intensamente e logo desapareceu, levando parte do chão, aqueles homens e a si mesmo. Apenas dois escaparam, porém algumas partes do corpo ainda estavam dentro do limites do cubo e desapareceram junto a ele. Anos depois aqueles homens morreram junto ao mandante disto. – Seu pai se calou e fechou os olhos.
– Mas pai, quem foi o mandante de tudo? Como é essa habilidade especial que ele tinha e que jutsu é esse?! – O menino perguntava sem parar, porém seu pai permanecia imóvel e de joelhos. O menino levantava e ficava de joelhos ao lado de seu pai, fechava seus olhos e junto ao seu mentor, fazia uma oração à Kagachi.


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Re: [Filler] – O conto do espadachim - 26/11/2018, 14:51

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.