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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] A Maldição Desperta - Troca de Clã - Qua 24 Out - 23:08

The Possession


Eram novos tempos. A vida shinobi, era como um processo de reciclagem. Os lixos surgiam, eram descartados, e reciclados. No dia seguinte, novos lixos aparecem e são reciclados, e esse ciclo é quase que eterno. A única chance de fazer isso parar, é não produzir mais nada. O mesmo se aplica aos shinobis. Quanto mais poderes, mais intenções egoístas irão surgir, e aqueles nobres, de coração puro e bondoso, irá surgir para eliminar a fruta podre. Eram tempos de mudanças. Izuku era aquele de coração nobre. Mas, aquilo não estava lhe ajudando em nada. Usar seu poder para quê? Naquele dia, decidiu sair. Ajeitou uma bolsa com roupas e comida, e partiu. — Onde você vai Izuku? O que está fazendo com essa espada? Sabe que isso é totalmente contra nossas regras. — O garoto segurava a maçaneta da porta, e quando estava prestes a fechar, parou. — E quem você é para impedir um ninja? — Continuava saindo e fechava a porta. Todos ali na mesa se assustavam, e Tensei, seu irmão mais velho, impediu seus pais de fazer algo. — Ele finalmente descobriu que pode ser livre. Deixe ele papai, mamãe. É melhor ele encontrar quem ele realmente é sozinho. — Então o garoto partia. A viagem era sem rumo, mas ele queria um ambiente diferente daquelas montanhas e ar rarefeito. Procurava um local com grama, árvores e animais, algo fora do acostumado por ele.

Andava por algumas horas, quando a noite começava cair, se encontrava finalmente com uma floresta. Estranhamente, encontrava uma garota. Essa garota não perdeu tempo em mencionar o garoto. — Ei, olá. Eu estou perdida, minhas habilidades estão fracas aqui. Eu estou com medo. — Claro que izuku estranhava, mas decidia ir até ela. — Quais suas habilidades? Eu posso ajudar como? — Ela se abaixava. — Eu possuo uma técnica de rastreamento, vinda do meu clã. Mas eu não consegui rastrear nenhuma assinatura de chakra além da sua, e por isso o achei. Mas tinha alguém, estranho. Parecia um monstro, ou sei lá o que. — Assim que terminava a frase, eles ouviam um barulho a alguns metros a oeste da direção deles, e ao olhar, notavam a figura estranha, em frente a um cadáver.

Provavelmente estava usando alguma técnica de ocultação, que impedia até mesmo o sensorialismo da menina de visualizar seu chakra. O homem pegava o saco do corpo morto, E tirava uma espécie de ampola. Abria a mesma, e ingeria todo o líquido que continha dentro da mesma. Logo, algumas reações estranhas tomam conta de seu corpo, causando nele diversas manchas negras, e uma dor insuportável, que era notável pelo tanto que o homem se contorcia, sendo levado ao chão.

Izuku se atentava no rapaz. Ele agia de forma estranha. Parecia que ele não era só um, e que algo estava o destruindo por dentro. Aos poucos, ele ia se acalmando, e isso soava estranho para Izuku. Aos poucos, ele ia se aproximando, e logo, o homem ao chão levantava seu rosto, olhando para o garoto. — Eliminar ! — Agia em um forte impulso, avançando em direção ao garoto. Ele rapidamente usa sua velocidade, para se esquivar do homem, que tinha seus olhos tomados por um tom preto. Podia observar bem que não era o homem anterior que tomava conta de si.

— Me diga criatura. O que é isso? — O homem apenas dizia uma palavra. - Eliminar, eliminar, eliminar, eliminar... - Novamente, binha em direção ao menino, e com um simples sacar de uma kunai da sua bolsa, deixava o ser se aproximar, e cortava sua cabeça, em um único movimento. Agonizado, o restante do corpo ia ao chão, e aqueles tomões que tinha pelo corpo se transformavam em um tom totalmente escuro, meio acinzentado, e logo, parava de se mover. Izuku achava aquilo tudo muito estranho, mas via certamente que aquela "maldição", que o homem estava tomado, era sinônimo de um enorme poder.

Tinha dois cadáveres na floresta, mas aquilo pouco importava. Seguia em velocidade considerável até o cadáver do homem que Izuku seguiu. O saco estranho, estava ao seu lado, com mais três ampolas. Uma delas continha um líquido escuro, em tons de vinho. As outra duas possuía um líquido branco, com alguns tons de verde. Era algo totalmente estranho. Mas, ao ver o homem tomar o líquido e ganhar um novo poder, a menina tentava o impedir. Sem muita demora, logo ingeria o líquido escuro, de uma só vez. - Eu não irei ceder... - Dizia o rapaz. Logo, três tomoes se criavam em seu ombro, juntos de uma constante dor. Seus olhos iam ficando negros, assim como sua pele. A dor era imensa, mas o rapaz apenas se ajoelhava, tentando resistir a dor que sentia. Em alguns segundos, seu corpo ficava totalmente acinzentado, assim como a criatura que te atacava anteriormente. Sentia o poder tomando conta de si, ao mesmo tempo que seu corpo queima em dor. Quando se dava conta, duas asas estavam postas em suas costas, na altura da coluna.

De fato, conseguia compreender o descontrole do homem que o atacava anteriormente. Todo o poder que ele sentia ter recebido, era descontado em uma imensa dor. Mas, Izuku era orgulhoso o suficiente para não demonstrar a dor que sentia. Então, ele seguia andando, procurando por sua presa. A alguns metros dali, encontrava dois homens. Simples civis, nada mais que isso. Ambos eram mortos por um único movimento de mão do jovem Lee, que perfurava o peito dos dois. A sede de sangue era drasticamente aumentada pelo auxílio da maldição que acabara de ganhar. E parecia que quando mais saciava, mais a dor sumia.

A garota voltava a aparecer novamente, ou pelo menos Izuku se dava conta de que ela estava ali. — Você está bem? O que aconteceu ali? Você ficou igualzinho aquele cara que você... Matou... — Izuku erguia sua cabeça, e segurava a menina pelo pescoço. — E QUEM DISSE QUE ISSO É UM PROBLEMA SEU? — Começava a enforcar a menina aos poucos, e ela começava a perder seu ar. A um passo de tirar sua vida, ele a solta. Parecia que o tempo parava em sua mente. Duas vozes conversando, juntamente de Izuku. — Finalmente encontramos você filho. Aqueles caretas, onde eu estive com a cabeça. Esse momento, em que você busca liberdade, era o momento em que você encontraria a resposta. Deixamos você com a família Lee, para que você ficasse oculto, e não morresse. Guardamos todo o ódio, e matamos aqueles que nos perseguiam. Isso que você tem agora, é uma amostra, da sua verdadeira linhagem, e é por isso que quase matou aquela menina. Siga ela, ela vai te trazer até nós. — A menina recuperava o ar, e Izuku pedia desculpas, e a levava em suas costas. Ela o direcionava até o Vilarejo, agora que seus poderes tinham sido recuperados. Provavelmente aquele estranho de antes bloqueava jutsus sensoriais de funcionar. A menina não dizia uma palavra. Logo, chegavam ao local. Sem hesitar, ela o levava até aquelas vozes na sua cabeça. Era uma cabana, feita de aço puro, como todas as outras da Vila. — Rikuo, você chegou até nós. — Ao entrar, sentia uma dor absurda em seu ombro, e se ajoelhava. O homem que recebeu Izuku vai até ele, e toca onde sentia a dor. — Conseguimos te encontrar a tempo. Você foi criado aqui, e seu nome real, é Izuku. Mandamos você para Kumo, pois sofremos um ataque, e quase fomos extintos. Não queríamos que nosso único filho fosse morto. Seu pai desenvolveu um fuinjutsu, para bloquear sua habilidade de despertar, pois você não conseguiria se controlar, e claramente ia acabar morrendo. Nosso clã consegue despertar um poder, que nos concede um aumento físico, além de permitir que mudemos a forma de nossos corpos, criando armas ou o que quisermos. — Ao terminar a frase, a família de Izuku, Lee, surgia. — Eu tinha certeza que ele estaria aqui. — Dizia o pai adotivo de Izuku. Ele começava atacar verbalmente os Jugo, desferindo uma sequência de ofensas preconceituosas, por conta das habilidades de transformação deles. Izuku, sentia um ódio que era quase descomunal. Notava que Tensei estava chorando. — Midoriya, eles vão matar você, nossos pais, corra. — Ao ouvir aquilo, todo seu corpo ficava escuro, em um tom marrom, e ele avançava sem dó, mirando um soco na sua mãe. Acertava, e fazia com que ela voasse em um impulso, metros a frente. Aproveitando do movimento, pulava, e socava a cabeça de seu pai, na direção do chão. Tensei estava tremendo, e mal conseguia raciocinar. — Foi injusto com você, eu sei. Eu nunca concordei, mas eles não deixavam eu falar, e não nós íamos morrer, e eu jamais iria querer isso pra você Midoriya. Não somos irmãos de sangue, mas você sempre será meu caçula. — Midoriya não estava mais controlando seu corpo. Então, um machado é formado em seu braço direito, e ele parte seu irmão ao meio, que foi incapaz de se mexer, pois a culpa era maior que seu poder. Izuku voltava ao normal, e estava em estado de choque. Seus pais o levaram para uma capsula, onde ele iria se recuperar em alguns dias.


Considerações:
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Re: [Filler] A Maldição Desperta - Troca de Clã - Qua 24 Out - 23:48

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.