Naruto RPG Akatsuki
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O fim da guerra trouxe a paz, junto com a oportunidade das vilas prosperarem e crescerem. O Nascer do Sol se aproxima trazendo uma nova leva de Kages que querem expandir seu território. A primeira reunião dos Senhores Feudais está marcada, onde irão debater o futuro de Otogakure, atual colônia de Kumogakure e palco da última Grande Guerra.
12 DG
ShionFundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
AngellAngell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Angell#3815
Sr.LSr.L apelido recebido pelos players do fórum, devido ao seu sobrenome Sinhorelli, joga em fóruns narrativos desde 2010. Encontrou o Akatsuki no final de 2020, mas manteve-se ativo no início de 2021. Desde então se empenhou como player e se sentiu na obrigação de ajudar os demais e hoje auxilia o fórum como Narrador, Moderador e Administrador. Fora do forum, trabalha e possui formações acadêmicas, voltadas a área de gestão de pessoas.
Sinhorelli#1549
OblivionOblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
SalvatoreSalvatore é parte da comunidade de RPG narrativo desde meados de 2013. Conheceu o Akatsuki nessa época, mas começou a fazer parte como jogador ativamente em 2021, sempre com muita dedicação e compromisso com o fórum. Hoje, atua no fórum como narrador e administrador, focado nas partes administrativas do ON. Fora do fórum se considera um amante de futebol, adora cozinhar pratos exóticos e é estudante de Engenharia Civil.
Salvatore#1234

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A mulher em cabelos vermelhos cor de fogo esperava atentamente, havia escutado a respeito de outro membro de sua linhagem, seria ele capaz de perpetuar sua técnica? O orgulho daquela mulher só se importava em levar adiante suas correntes, a habilidade que somente ela havia manifestado. Havia somente uma pergunta a se responder: seria ele capaz?

Estamos bem perto de descobrir, a carta foi enviada e a moça agora aguarda, além dos limites de Kumo, do lado de fora dos portões, sentada sobre uma pedra e fitando o nada.
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A carta era algo totalmente inesperado; não por ser a primeira, mas sim porque eu não sabia ler. Era isso que gostaria de dizer, na verdade. Entretanto, surgiu uma inexplicável incógnita: alguém abertamente afirmara ser da mesma linhagem que eu; duvidei, pois conheço somente à mim. De meus familiares, só conheço os nomes: Lucão e Raphinha.

Parti sem hesitar. A única coisa que cobria meu corpo eram uma muda de roupas sujas e um manto desgastado. O desejo pelo desconhecido recobrara-me um dia inteiro de tédio, simplesmente à pairar pelas amplas florestas inexploráveis de minha cama. Saltei pela janela que iluminava o meu recinto; era a única saída aberta no momento. Evitei o cansaço, por isso não fui um bom ser humano e saí pela porta. Macacos me mordam, havia virado um deles. A desculpa era que eu era um ninja.

Um ninja viciado. O pirulito crocante era esmagado em minha boca. Com tanto nervosismo e impaciência, eu não iria chupá-lo, por mais que isso despertasse desejos ínfimos em meu ser. Com uma interpretação errônea, eu seria taxado como um Asura, mas não vinha ao caso. A embalagem levou-se pelo vento, assim como a carta que eu já havia lido. O destino estava bem próximo; olhei de relance as árvores tortas. O farfalhar das folhas chamou-me a atenção e então parei. Era ali? Desejei ter a carta em mãos novamente para confirmar, mas não era possível. Atentamente, aguardei.

Itens:
Awake: As correntes da espiral. R57hBMf
Sylph Cloak
Espécie: Lendário
Rank: S
Descrição: The Wind Cloak é um manto sagrado, trazido dos céus à terra, dito que por uma brisa suave após o cessar da chuva e de uma guerra obliterante. Fisicamente, não apresenta nenhuma grande função; é um bando de trapos velho e sujo, de uma coloração esverdeada desbotada. O item mágico é rodeado por brisas incessantes de ar, movidas pela própria habilidade da arma de controlar a natureza circundante, principal causadora do bônus de velocidade e agilidade.
Habilidades/Mecanismos: O manto claro é banhado com uma brisa sibilante, fornecendo ao seu portador grande agilidade e leveza (+ 2 de velocidade). Sua segunda e última habilidade consiste em um tecido divino, até então, desconhecido (não pôde ser estudado). Este mesmo, apesar de conceder uma leveza constante, protege o portador; armas, golpes e técnicaz são incapazes de atravessar, inexplicavelmente, o tecido presente em todo o manto (em termos de regragem, técnicas não poderão ser superiores à B e consome 30ch por postagem ativo).

+ Básicas.

Post número 1.

Kuroro; HP: 400, CK: 770.
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Se havia nele alguma duvida a respeito do lugar essa seria respondida no exato momento, momento esse em que a mulher ruiva manifestou as correntes a partir de suas costas e as fez destruir por completo a árvore que impedia Kuroro de vê-la, seguindo então em direção ao rapaz.

— Nada pessoal, criança. Apenas desejo saber se você é realmente capaz! — Fitou-o, enquanto sua técnica, ainda no ar, viaja em direção ao outro Uzumaki. Parecia algo simples de se defender, talvez uma barreira ou apenas uma defesa utilizando de suas capacidades físicas, o que faria ele?
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O estrondo inesperado quebrou o silêncio, e de praxe roubou-me todos os sentidos. Com cuidado para não demonstrar nenhuma expressão facial, virei-me e fitei um bando de árvores caídas ali próximo. Seus troncos não haviam sido cortados e sim destruídos por algo bruto, forte e rápido - presumi. O golpe único arrancou lascas das árvores e espalhou pelo solo as folhas de outono, que logo foram arrastadas pelo vendaval sibilante que surgiu repentinamente naquele bosque. Ainda havia uma enxurrada de árvores encobrindo boa parte do que quer que fosse aquele lugar. Por detrás de uma das árvores caída, surgira uma figura inexpressiva mas incondicionalmente chamativa; os cabelos escarlates como vinho, supostamente naturais - já que presumi ser de minha linhagem. A donzela surpreendia-me ao demonstrar dominância para com um punhado de correntes flutuantes, que vinham de sabe-se lá da onde. As armas eram banhadas por chakra - a única solução plausível para que os objetos permanecessem flutuantes, orbitando ao redor da moça, que sem delongas, mostrava-se impaciente, e também, atenciosa.

"Nada pessoal, criança. Apenas desejo saber se você é realmente capaz!" disse a mulher. Seus cabelos retrocederam com o vento assim que as correntes, novamente, avançaram. Depois das árvores caídas, o novo alvo era eu mesmo. A velocidade com que cortavam o vento e permaneciam na trajetória até mim era insana; uma óbvia demonstração de experiência em combate. Não era hora para conversar, por tanto, engoli as palavras que aportaram em minha língua e deixei meu corpo seguir a brisa. Ficar parado não era uma opção. Movi-me com segurança. O solo era límpido, apesar de ser apenas uma terra escassa com poucas folhas sobrepondo-o, assim como uma trilha posterior donde vim e quase nenhuma rocha ao meu redor. Árvores existiam como uma multidão, afinal, estávamos em um bosque. Foram passos largos, astutos e sempre acompanhados de uma boa observação para com onde eu estaria pisando, e também, donde os objetos viriam - e se continuariam a vir. Algo que presumi de imediato foi uma distância fixa de viagem das correntes. Quanto mais rápidas e longe elas viessem, maior seria o salto de recuo que eu daria. Porém, após a primeira investida, nenhuma outra ocorreu, então parei. O manto do vento estremecia-se junto à brisa que nos cercava. Uma brisa fria, calma e que carregava poucas folhas e não levantava nenhuma poeira. Se saísse para procurar, de certo encontraria algum pequeno tufão formando-se em meio ao florestal, entretanto, meu objetivo ali era outro. Donde estava, fitei a mulher. A pedra onde ela estava sentada não se moveria, então eu saberia facilmente para onde olhar e procurá-la.

—— Bastante sutil. Então, podemos ir direto ao assunto? —— havia de verificar se a dama poderia me ouvir. Por via das dúvidas, falei alto, quase gritando. Andei bastante donde estava, já que os olhos fundos da mulher se tornavam apenas borrões em minha visão, mas os cabelos ruivos como a chama, ainda eram-me visíveis. Levantei o braço e pus minha mão para fora do manto, precisamente posicionada para que meu interior não fosse visível, e somente minha mão. O gesto atrairia algum animal da natureza, mas não era a intenção. O momento de calmaria e concentração teria outros propósitos, caso a loucura da mulher se estendesse. O bater de asas fora ouvido bem próximo, e cessou quando a pequena ave posou acima de meu punho, semifechado, que aguardara o animal. O assobio seguinte foi abafado pela já familiar brisa que empurrava novamente as folhas e chacoalhava minhas vestes e manto, mas o animal estava seguro, inerte, intrépido.

Spoiler:
Apesar de não achar necessário, a defesa foi pura narração. A velocidade somada com a destreza é o suficiente para evitar um golpe direto. Para fins matemáticos, minha velocidade é 5 + 2 (item), então....

Itens:
Awake: As correntes da espiral. R57hBMf
Sylph Cloak
Espécie: Lendário
Rank: S
Descrição: The Wind Cloak é um manto sagrado, trazido dos céus à terra, dito que por uma brisa suave após o cessar da chuva e de uma guerra obliterante. Fisicamente, não apresenta nenhuma grande função; é um bando de trapos velho e sujo, de uma coloração esverdeada desbotada. O item mágico é rodeado por brisas incessantes de ar, movidas pela própria habilidade da arma de controlar a natureza circundante, principal causadora do bônus de velocidade e agilidade.
Habilidades/Mecanismos: O manto claro é banhado com uma brisa sibilante, fornecendo ao seu portador grande agilidade e leveza (+ 2 de velocidade). Sua segunda e última habilidade consiste em um tecido divino, até então, desconhecido (não pôde ser estudado). Este mesmo, apesar de conceder uma leveza constante, protege o portador; armas, golpes e técnicaz são incapazes de atravessar, inexplicavelmente, o tecido presente em todo o manto (em termos de regragem, técnicas não poderão ser superiores à B e consome 30ch por postagem ativo).

+ Básicas.

Post número 2.

Chrollo; HP: 400, CK: 770.
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Sua reação, seu raciocínio, seus reflexos, tudo no mais alto nível - coisa que a fez desconfiar se ele realmente era genin. Que fantástico. Maravilhoso. Fora uma simples movimentação, nada sofisticado, porém suas capacidades físicas haviam o ajudado. Ainda sim, a mulher estava vendo além daquilo, sua interpretação da ação ia para dentro da mente daquela criança, a análise da ameaça, o momento exato para defender-se, possíveis contra-ataques, tudo, tudo deveria se estruturar dentro daquela pequena cabeça.

— Ir direto ao assunto? Caso não tenha percebido já começamos aqui. — A real questão não era ensinar a técnica e sim prova-lo, para que ele aprendesse e manifestasse a técnica bastaria que o selo presente em uma das mãos da mulher ruiva tocasse-o.

Elevou-se com suas correntes, cravando-as no chão, e então as utilizou como impulso para um salto longo, aterrissando bem a frente de Kuroro.

— Diga-me, criança, porque realmente você está aqui? O que você espera de mim?
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Uma enxurrada de palavras sem sentido, ditas por uma mulher cujo objetivos ainda permaneciam ocultos. Seus longos cabelos escarlates eram a única coisa que ainda me mantinha ali, intrigado. Talvez o sangue que corresse nas veias da fêmea fosse o mesmo que eu carregava comigo. Uma Incógnita.

—— Não entendo.  —— ao que tudo indicava, estávamos presos em um loop eterno, onde nem um nem outro iria tomar a iniciativa. Algo que eu não permitiria. Se tenho dúvidas, terei respostas. Era simples. Pus um doce na boca e o engoli rapidamente.

—— Você foi bem convincente ao me chamar aqui. E agora perguntas o que espero de ti? Diga-me, donde vens, todos possuem cabelos escarlates assim? Ou é só tu? —— a mulher mantinha uma certa guarda. Talvez só falasse se eu começasse a falar. De qualquer forma, nenhum combate nos levaria às respostas que só podem ser arrancadas da mente.

—— Sou um Uzumaki, mas meus cabelos são negros. Genética, você sabe. —— hesitei, brevemente. —— A sua carta fora pouco explícita, mas se ousou enviá-la à alguém como eu, deves ter um propósito. Meu clã, talvez? —— meu tom era bem sutil, ergui as duas mãos, dando de ombros.

—— Dei-lhe o meu propósito para estar aqui. Agora é a sua vez.

Post número 3.

Chrollo; HP: 400, CK: 770.
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O intrépido garoto questionava-a, demonstrando certa personalidade. Embora não gostasse ela seguia ouvindo, atenta. Os questionamentos mostravam que ele já tinha conhecimento, ou ao menos especulava, sobre as origens daquela mulher, o cabelo vermelho também não ajudava-a muito a esconder sua identidade, era como se ela gritasse sua descendência.

— O lugar de onde venho, meu caro, sequer existe mais, porém lembro-me claramente do nome: Uzushiogakure, a terra dos redemoinhos. E sim, todos lá costumavam ter cabelos ruivos como o meu, porém nossa linhagem se espalhou através do globo e se misturou com outras, para garantir nossa sobrevivência em gerações futuras, o que não deu muito certo. — Ela falava com fluidez e postura invejáveis, como se já estive acostumadas com discursos.

— Você deve se perguntar o motivo de estarmos aqui, mas acredito que já deve imaginar o porquê. Nós dois provavelmente somos os últimos de nossa linhagem, os Uzumaki, se houverem outros estão inacessíveis para mim, enquanto você não. Passando minhas correntes adiante posso levar para frente não só o nome do clã como também uma de suas técnicas. Mais ainda estou receosa, não conheço-lhe bem. Sua história, seus ideias, suas motivações. Tire-me do escuro, para que eu decida se você é ou não digno de minhas correntes.
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——  Presumo que não há mais nada no meu passado que possa lhe intrigar de alguma forma. —— um mistério sereno e audacioso, reiterado pelo sacudir de meus cabelos.

—— Como disse, sou um Uzumaki. Cabelos vermelhos deixados no passado; agora os tinjo de preto. Sem família, sem passado. —— um clichê mas que se encaixava no momento.

—— Também não tenho ambições; pelo menos, não que possam lhe trazer interesse ou torná-la obcecada em meus objetivos. Sou uma pessoa simples, e ouso dizer que eres a primeira pessoa com quem tanto falei.  —— disse, atentamente. O tom de voz talvez causasse certa dúvida, não que fosse verdade, mas, também não era totalmente mentira.

Havia algo que me intrigava na mulher, e não era só seus longos e escovados cabelos escarlate. A aura e o olhar da jovem roubavam-me um encanto jamais visto; era amor? Não, sua idade transpassava os limites do que a lei permitiria. A onda de conversa que nos atingia certamente se desenvolveria por mais um pouco de tempo; minha timidez era temporariamente superada, mas ainda assim, um pouco de hesitação e medo re-acobertaram-me.

—— Enfim. Se desejas assim passar-me a sua técnica, que comecemos com o "ritual". Devemos lutar?   ——  indaguei.

Post número 4.

Chrollo; HP: 400, CK: 770.
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Sim. Porém, tu necessitas do selo para despertar a técnica de nosso clã. Falou a mulher, se aproximando do garoto. Suas mãos, já calejadas, visaram o peito do homem. O toque despertaria-lhe as correntes, e a luta se iniciaria.
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O nível de experiência era notável. A mulher tinha anos à minha frente. Seus passos, daqueles de quem sabia o que estava fazendo e o que iria fazer submeteram-me à um estado de espera involuntário; mesmo que eu quisesse me mover na hora, eu não conseguiria, pois meus olhos fixaram-se somente em seu rosto, absorvendo a essência de seus olhos esmeralda, anteriormente camuflados pela beleza natural dos cabelos escarlates. O movimento seguinte levou sua mão ao meu peito, algo que de início, me assustou, mas não me causou nenhuma dor e essa sensação se perdeu. A espécie de ritual era simplesmente pregar-me um selo, capaz de desbloquear as minhas capacidades e permitir o uso das correntes. A fusão do selo ao meu corpo ocorreu brevemente, envolvendo-me como uma rosa em um punhado de escrituras inusitadas. Respirei fundo.


—— Está feito? —— o silêncio fez-se mais alto por um momento, até que desisti de esperar uma confirmação da mulher, pois já estava a sentir os efeitos de suas façanhas. Meu corpo reagira ao seu e por tanto, algo deveria de fato acontecer. Correntes emergiram de minhas costas e espinha, esgueirando-se por debaixo de meu manto e mantendo-se soberanas, pairando no ar. Eram as mesmas correntes da moça, talvez só distintas pelo tamanho. A primeira vez não me trouxe desapontamentos; suspirei.

Suscitei uma quebra no silêncio. A mulher sugerira um tipo de confronto, uma luta, mas eu estava com uma opinião diferente. "Ensine-me mais, mostre-me como domar as lâminas." Quis indagá-la, mas talvez a mulher já estivesse com uma premissa obstante.  —— Agradeço-a pela chance de repassar sua técnica. Não a decepcionarei. —— foram as únicas palavras que encontrei para o momento. —— Aperfeiçoarei a técnica sozinho. —— concluí, deixando o local.

Post número 5.
Redução de tempo de quest (link)

Spoiler:
Kongō Fūsa
Rank: A
Descrição: Conhecida por membros do clã Uzumaki, esta técnica molda o chakra do usuário em correntes que, depois de se materializar, podem ser usados para diversos fins, tais como metas de contenção física, combater diretamente com elas ou ser usadas como um meio de transporte.

Ao usar isso em conjunto com seu chakra especial, Kushina foi capaz de conter Kurama na mente de Naruto Uzumaki. Estas correntes também fizeram o seu selamento, prendendo completamente a raposa com várias estacas em sua mente. Mesmo perto da morte, Kushina foi capaz de usar essas correntes no reino físico para conter Kurama, permitindo Minato usar o Selo Consumidor do Demônio Morto. Isto envolveu cinco correntes emergentes das costas e tocando no chão, após o que elas prenderiam-se na superfície e cruzando várias vezes sobre o alvo, mantendo-o no chão.

Chrollo; HP: 400, CK: 670.
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Yamero
https://www.narutorpgakatsuki.net/t66747-shiroyasha
Off.: Redução de Tempo de Quest descontado do ninja card.

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Awake: As correntes da espiral. The_la10
If you have time to think of a beautiful end, then live beautifully until the end.
Yamero
Yamero
Jōnin
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White Demon

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