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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Fillers] O que é e o que nunca deveria ser. - 15/6/2016, 18:18

Catch the wind, see us spin
Sail away, leave today, way up high in the sky

Um homem alto guiava as crianças, barbudo e corpulento. Haviam duas filas ligeiramente compridas, os garotos pareciam ansiosos e alguns riam sem qualquer motivo. O local era um Dojo velho, tradicionalmente se tratava de um exercício acadêmico, um combate amigável entre os estudantes, supervisionado. A fila começa a andar, encostei-me numa das pilastras que sustentavam o segundo andar, cruzando os braços, não tinha pressa e ficaria por último. Algumas cabeças se esticavam para observar lá de cima, das janelas discretas, algumas interessadas e outras, só pareciam querer se distrair com qualquer coisa. O que faziam ali em cima? Não pareciam estar treinando e ninguém além de mim parecia se importar. Minha atenção volta ao térreo, dois rapazes rolavam como macacos pelo dojo, o chão ribombando. Era uma cena engraçada, mas os espectadores não riam, aplaudiam e incentivavam, esperando ansiosos por sua vez. Contudo, quando a fila voltara a andar, meu escárnio desapareceu. Começara a imaginar uma forma de desistir sem que fosse muito humilhante, era bem a minha cara. Os garotos foram saindo aos poucos, uns sangrando levemente ao nariz, outros com cortes no supercílio e ainda outros caiam estatelados e obrigavam o restante da turma a carregá-los até a enfermaria. O homem corpulento exibia um ar diligentemente casual, aquilo para ele deveria ser uma brincadeira no mínimo, entendiante. Bem, talvez nesse ponto, nós dois concordássemos.

O tempo como sempre foi-se passando de uma maneira extremamente hostil, quando percebi, já observava a luta do garoto esguio que permanecia a pouco à minha frente, foi nocauteado rapidamente. Uma cena que pude acompanhar de perto, não era muito estimulante, principalmente quando pus os olhos no meu provável inimigo, poucos metros ao lado na outra fila, um rapaz gordo de regata, chamavam ele de mini-Zangief. Eu não fazia ideia de quem caralhos era Zangief, mas não deveria ser uma pessoa muito diferente daquilo e tampouco agradável.


— Próximo, Icarus e mini-Zan... digo, Rúbeo. Comecem. — Entoou uma voz rouca, era o avaliador corpulento que agora se encontrava sentado a uma cadeira próximo de nós, as quatro pernas de madeira do objeto quase se rompendo para os lados, vacilante. Rúbeo foi rápido e se pôs no centro do Dojo, hesitei por um momento, o lugar parecia mais silencioso e talvez houvessem algumas cabeças espiando às janelas ali de cima. Ergui a mão, como se dissesse silenciosamente, "desisto". Mas o avaliador foi mais rápido. — Se desistir você reprova. Sem perguntas, agora vá. Seu pai e sua mãe não ficarão nada contentes com a notícia do filho reprovado, bem, tu conhece eles mais do que eu. Sabe que tipo de coisas eles fariam, haha. — Uma risada rasgada, e aquilo ficou ainda mais constrangedor. Então no fim, ele se divertia com aquelas pelejas insignificantes... fui calmamente até o centro do dojo sem dizer nada, sabia que discutir não seria nada sábio. Era apanhar aqui e agora, ou depois em casa. Bem, tanto faz.

— Comecem! — Gritou o avaliador, e antes que ele terminasse Rúbeo já estava se aproximando como um elefante, as mãos para cima como se pretendessem me agarrar. Movimentos tão descarados que só me restava recuar, ele era lento e isso não seria difícil. Contudo, permaneci parado e no momento em que ele se aproximou fui socado no rosto e caí, estatelado no chão com os braços abertos. — Parem! — O homem sentado na cadeira trovejou de novo, e Rúbeo se afastou de meu corpo aparentemente moribundo. — A luta ainda não começou, Icarus não está levando a sério. Enquanto você não deixar de ser um molenga não sairemos daqui, seu moleque insolente. Agora, levante-se e lute.
— Vou apanhar de qualquer jeito. — Murmurei, ainda deitado sobre o chão do Dojo com os braços abertos. Meu rosto doía e pensei que estivesse sentindo um leve inchaço próximo aos lábios, aquilo não bastava para ele?
— Mas é totalmente diferente quando você está de pé, moleque. Ah, tanto faz pra você não é mesmo? Tu acha que estamos aqui pra quê?
— Vocês querem criar maquinas de matar. — Falei, a esmo, os cabelos sobre parte do rosto, observando o teto. O homem respondeu então, numa fúria contida.
— Estamos criando pessoas que podem proteger aqueles que amam. Deixe de agir como um velho deprimido.
Bom, aquele era um motivo válido, proteger a quem amamos. Talvez ele tivesse razão, eramos jovens demais para entender a nobreza de um sentimento tal qual o amor. Mas, aquilo não justificava a crueldade que ainda existia no mundo. Contudo, indiferente ao pessimismo, suas palavras não soaram tão vazias quanto normalmente o fariam, pareceram despertar qualquer coisa dentro de mim, uma sensação. Não era uma inspiração ou semelhante, talvez só estivesse farto de discussões e portanto, pus-me de pé num pulo. — Tudo bem. — Proferi, ainda desconhecendo a natureza que se apossou de minha voz, expressava uma mentira ou algo inverossímil, mas ainda assim real? Não saberia dizer, mas me aproveitaria de tal momento para fazer o que pudesse.
— Então agora, comecem!
E nisso avançamos eu e Rúbeo, pude claramente ver a minha vantagem em velocidade e pude provar claramente a minha desvantagem em força física, portanto, não cabia a mim fazer muita coisa. O que eu faria era me aproximar para sua retaguarda e tentar envolvê-lo com fios, enroscá-lo até prendê-lo. Não era muito original, e tinha uma grande margem pra erros, mas foi a única coisa digna que brotou em minha mente.

Foi isso, puxei os fios da pochete que ficava ao inferior das costas, quando estávamos a centímetros de proximidade com um exímio controle de chakra realizei um Shunshin, alcançando minha velocidade máxima quase que por instantaneidade e objetivando mover-me até sua retaguarda. Durante o movimento passei os fios à frente do seu peito almejando chegar as costas e prendê-lo, mas ele conseguiu me acompanhar, me interceptou em plena movimentação. Seu braço gordo envolveu meu pescoço, e eu fiz o restante do trabalho; sem conseguir parar subitamente bati com o pescoço fortemente contra o membro e cai no chão, quase apagado e com um hematoma feio na região. Levantei-me num cambaleio, perguntando-me se o avaliador estaria satisfeito. Mas não havia tempo para escárnios novamente, o rapaz já vinha em ataque, não era tão lento quanto pensei. Os fios ainda estavam em minha mão, tentei laçar as pernas de Rúbeo, mas ele pareceu esperto e saltou de punhos fechados. Sou salvo por um Shunshin quase involuntário, um recuo rápido. Um ruído estrondoso ecoou quando Rúbeo tocou o chão com o punho fechado. Quanto maior o oponente, maior a queda. E aconteceu, vi, a vitória foi desenhada em minha mente, Rúbeo crispava os lábios naturalmente cheios. A frase ligeiramente infantil tinha me dado uma ideia, embora não fosse muito semelhante ao que pretendia fazer.

Havia uma plateia pouco interessada ali, as pessoas pareciam prontas para partir, era a última luta da tarde. Entretanto, algo me prendia ao combate, queria saber o próprio desfecho, estava absorto enquanto meu cérebro agia por instinto calculando possibilidades e rotas de ataque. Era hora de agir, estava preparado para ganhar, e também para perder, já tinha conquistado algo novo ali; um sentimento estranho que gostei de sentir, por uma fração de segundo, pensei que via tudo como um espectador, aquele era realmente eu?

Com os fios ainda sobre posse, corri com velocidade até ele, o mesmo movimento mas com objetivos diferentes. Quando nossos corpos se aproximaram, movi-me novamente almejando sua retaguarda. Ele age e deixa que seus reflexos façam o trabalho mas, desta vez eu estava preparado. Quando seu braço moveu-se para interceptar o meu pescoço me abaixei, neste momento enrolando os fios ali e partindo para a direção oposta do soco premendo os fios, com isso foi possível desviar propositalmente o braço de Rúbeo até a sua face. Tinha dado certo mas desviar o soco diminuiu drasticamente sua potência, ele cambaleou, mas só. Não fora suficiente, num segundo, Rúbeo se vira abruptamente, sua mão fechada se aproxima e tudo se escurece.


— Parem!

Pensei ter apagado ao ver a escuridão mas não, o punho atingiu os olhos. Senti o corpo bater ríspido contra o chão, havia perdido. Todavia, levava comigo um ar diligente de satisfação. O por que não sabia, talvez, havia sido o simples fato de agir contra a própria vontade de desistir. Isso ou não, ficaria alguns dias com os olhos roxos.




Um pequeno flashback de tempos acadêmicos, pra variar de início.

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Re: [Fillers] O que é e o que nunca deveria ser. - 15/6/2016, 18:31

ORIGINALIDADE: 20 (Pontos pela coragem de fazer isso, e realmente é original).
GRAMÁTICA: 15 (Muito boa, peca apenas em algumas vírgulas que confundem a leitura).
FLUIDEZ: 15 (Desenvolveu bem, não tive dificuldades em ler).
INTERPRETAÇÃO: 15
TREINAMENTO: 5 (Não houve treinamento algum. Sim, pode fazer o que bem entender em um filler, mas é de se admitir uma lembrança não treina você em nada, e infelizmente essa parte da avaliação eu não posso retirar).

TOTAL: 70


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彼らはそれを魔法と呼ぶ
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Re: [Fillers] O que é e o que nunca deveria ser. - 20/6/2016, 13:09

A distant ship smoke on the horizon

Meu pai botou na cabeça a ideia de virar um Wanderer, até foi no gabinete encher o saco do Tsuchikage e o líder com um ar ligeiramente indiferente disse que pensaria no caso. No geral é uma ideia interessante, mas não tem qualquer chance de ele ser aceito como um. Precisam ser realmente habilidosos, algo que de cara contrasta com a imagem que passa a minha família. Inclusive eu, e portanto, naquele dia ele veio falar comigo. — Hey filho, hoje é o teu primeiro encontro em equipe, né? Tente passar uma imagem boa ao Jounin que irá ser o capitão, sabe, to pensando em mudar o jeito que nossa família é vista por aqui.

Bem, não era o tipo de coisa que eu faria normalmente, mas essa é uma das desvantagens do altruísmo. Ter de se importar com os outros. — Ok. — Respondi, mirando-o nos olhos; sonhadores. Ele abraçou-me e saiu casa a dentro anormalmente feliz. Era uma figura estranha o meu pai, embora eu tenha quase certeza que sejamos bem parecidos.

Fora tudo aquilo, havia mais um pequeno empecilho, eu havia perdido o dia da seleção de equipes e deveria pagar uma pequena taxa pelo vacilo, consoante a uma missão rank D - que iria realizar sozinho daqui alguns dias. Sobre a equipe, mandaram-me um bilhete dois dias atrás e informaram o local de encontro. Uma área de treinos próxima ao centro da vila, o Jounin deveria ter reservado-a, pois sabia-se que era um lugar extremamente movimentado. Então, àquela manhã após falar com meu pai me aprontei pouco disposto e quase entediado. Não tinha muita fé nos prováveis parceiros, com certeza estariam lá mini-Zangief e qualquer outra garota imbecil. Seja como for, seria obrigado a comparecer e isso era um peso nos ombros.


***

Saí de casa com alguns minutos de atraso, pensaria numa desculpa qualquer posteriormente. Ou talvez fosse sincero, diria que não tinha a menor vontade de comparecer à reunião. Não saberia até chegar lá, na verdade.

O centro de Iwa era cheio e movimentado, ao passo que as pessoas pareciam vazias, movidas por interesses econômicos e pseudo-políticos. Sim, política não é mais o que deveria ser. Mas me estenderei demais se começar a questionar a defasagem de termos que deveriam ser de conhecimento público, mas que são conhecidos por poucos. Ou talvez por muitos que finjam não o conhecê-lo. Tanto faz, pragmaticamente as coisas permanecessem iguais.

Passei pela orla da pracinha que dava à rua do local de encontro, quase escondido nas sombras das casas altas dos aristocratas. Rapidamente já estava me encaminhado ao campo de treinos, ao horizonte recém alvorecido.

Por lá caminhei vagarosamente, observando ao longe duas sombras ao lado de uma pedra enorme, quase do tamanho de uma árvore anciã. Semicerrei os olhos e percebi que lá em cima da pedra havia outra sombra, sentada e fumante. Deveria ser o tal do Jounin com os dois parceiros de equipe. O que pude concluir de longe foi que, definitivamente nenhuma daquelas sombras seria a de mini-Zangief, pois eram ligeiramente esbeltas. Isso já era certamente um alívio.


— Lá está o maldito! — Gritou uma voz asmática, rouca de certa forma. Vinha da sombra de cima da pedra, quando me viu, desceu rapidamente num salto gracioso ficando ao lado das duas outras sombras, estas ligeiramente pequenas em comparação a sua.

Fui me aproximando já evitando criar expectativas de uma recepção calorosa. Não poderia reclamar muito, estava estuprando a hospitalidade de meus superiores, já havia faltado o dia da convocação e agora, chegava audaciosamente atrasado sem qualquer motivo ao dia do encontro.

E por fim pude ver, quando me aproximei suficientemente. Os meus parceiros de equipe eram Sirius e Luna. Sirius era o rapaz tido como gênio de sua geração. Ligeiramente magro de cabelos compridos e sensualmente desgrenhados, os olhos eram verdes e o nariz fino e bem desenhado; havia uma leve contração em seus lábios, parecia um pouco aborrecido com o atraso. Já Luna era uma promissora medical-nin, tinha cabelos louros e ondulados que escorriam até os ombros, um equilíbrio pouco contrastante com a pele clara e macia. Parecia indiferente a tudo e todos e era provavelmente o tipo de pessoa que só se preocupava em fazer o seu trabalho. Era igual aos caras lá da pracinha.


— Tu deve ser o tal do Icarus — O fumante se adiantou contudo, o cigarro despontando entre o médio e o anelar. — Sou Régulo, serei o líder.

Régulo era uma figura excêntrica, parecia ligeiramente velho e jovem ao mesmo tempo, cabelos sedosos e alvos, no rosto sulcado haviam cicatrizes fundas, embora os olhos fossem vivos e jovens, marrom intenso.

— O prazer é todo meu. — Respondi, enquanto o rosto do líder esboçava um sorriso desmedidamente largo. Havia um bocado de arrogância ali. Ele se colocou entre nós três que formávamos um triângulo, no centro.

— Vocês três já devem se conhecer, então vamos pular o papo furado. — Entoou, e Sirius desfez a cara de chateação, provavelmente ruminava o que "pular o papo furado" significava. — Quero saber as habilidades de vocês, será um treino. Trabalhem em equipe. — E sem mais nem menos ele saltou, no ar suas pernas moveram-se velozmente e ele girou acertando nós três ao mesmo tempo. Nem tive tempo de reação, estava anteriormente com as mãos nos bolsos, lá no fundo da calça; fora uma surpresa. Fui jogado pra longe, mas tive tempo de ver Sirius segurar uma perna do homem e tentar revidar, levantei-me titubeando. — Masoq? — Um filete de sangue escorreu do canto dos lábios, um golpe só e meu rosto já estava num estado deplorável - bem, ele sempre o era de qualquer jeito.

Sirius estava de pé, Luna contudo também fora pega de surpresa e rolou alguns metros até conseguir se recompor - mas sem nenhum arranhão. O Jounin encarava periodicamente os três, o cigarro numa das mãos. Num movimento abrupto com as pernas ele se dirige em minha direção, mas percebi que ele suprimia a própria velocidade, provavelmente esperava uma reação. — Você é o mais fraco dos três, nem sequer reagiu. Será o primeiro a cair exaus... — Sirius se moveu e o alcançou, uma movimentação invejável para um Genin. Houve um choque no ar e os dois recuaram, o garoto agora de pé na minha frente. Trabalhar em equipe provavelmente vai mascarar os nossos defeitos. Certo. — Obrigado. — Falei baixo, mas o rapaz parecia absorto e não respondeu.

Luna aproveitou a situação pra tentar um ataque pelas costas de Régulo, mirou uma kunai com selo explosivo no homem. Ele esquivou-se e miseravelmente a kunai veio em nossa direção, por uma fração de segundo me desesperei, mas rapidamente Sirius rebateu a lâmina e uma explosão ocorreu no ar. Uma cortina densa de fumo se formou e agora não se via nada, permaneci perto do recém-companheiro, seria conveniente. Semicerrei os olhos mas nada vi, de repente, um vulto cruza nossa retaguarda, sem pensar muito virei-me numa fúria incompreensível e gritei — Katon — e nisso, selos habilidosos e rápidos. — Goukakyu! — Eu sabia que ele estaria ali em algum lugar, a bola de fogo se propagou pelo ar e num ínfimo momento a fumaça começou a se dissipar. Quando o fez, uma cena bizarra abobou-me, Luna estava nos braços do homem com parte da roupa queimada. Quem passara às minhas costas tinha sido ela e não o Jounin, por sorte ele a salvara. Num combate as coisas acontecem tão repentinamente que mal consigo pensar direito. Porra.

— Foi mal. — Falei a esmo.

— Hey, hey. Calma aí garotão, você quase feriu uma comp... — Um ruído de pavio aceso o interrompeu, ele olhou atentamente para o corpo de Luna, havia um papel bomba acoplado nela. Houveram duas explosões, a primeira revelou o jutsu de substituição feito pela garota, e a segunda foi provocada pela Kibaku fuda.

— Estou bem, obrigada. Sabia que ele ia fazer isso, me salvar, sabe. — Luna irrompeu do chão, às nossas costas, Sirius não pareceu surpreso.
— Por fim você se revelou, pensei que ia ficar escondida embaixo da terra o tempo todo.
— Bem, eu precisava esperar o tempo certo, correto? — Disse ela, parecendo feliz em corrigi-lo. Mirei os dois, eles provavelmente foram os primeiros a chegar e planejaram tudo aquilo, já tinham algo em mente desde o momento em que ele nos atacou. Um brilhante e involuntário trabalho em equipe, posso dizer. Afinal, de todo jeito eu tinha participado, se não fosse o Katon ela não teria conseguido uma brecha.

— Vocês não são muito inovadores. — E desta vez, quem irrompeu do chão fora Régulo, sua mão segurou a perna de Luna e Sirius e eles soterraram, contudo, consegui escapar saltando para trás. A garota se agarrou num de meus braços mas não conseguira premê-lo forte o suficiente. Fora inútil.




- Continuarei na próxima semana. Meu personagem está ganhando experiência com o treino, e preferi não fazê-lo muito genial ainda, o que levam em consideração aqui é a evolução, não? Muito bem então. Não postarei status tampouco descrições, não fará muita diferença. Caso haja qualquer problema, peço que avisem. Só isso mesmo.

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Re: [Fillers] O que é e o que nunca deveria ser. - 21/6/2016, 14:46

ORIGINALIDADE: 10
GRAMÁTICA: 10
FLUIDEZ: 10
INTERPRETAÇÃO: 10
TREINAMENTO: 10

TOTAL: 50

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"A Vontade do Fogo deve servir para Proteger e não para Queimar."

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Re: [Fillers] O que é e o que nunca deveria ser. -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.