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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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Chūnin
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[ Fillers ] Uma faca quebrada... - 3/2/2019, 23:58

Essa é uma história de anos atrás, quando tinha somente 13 anos de idade, fazia pouco tempo que havia ingressado no time 45, a equipe que comecei como uma kunoichi de Kumogakure. Naquela época ainda não tinha coragem de mostrar minha linhagem avançada que herdava de minha mãe, por isso tudo que tinha ao meu dispor era uma faca de combate, e minha força.
O relato é sobre a missão que me marcou muito como pessoa e como ninja, era um trabalho de busca e perseguição contra um criminoso que se camuflava nas montanhas, tinha roubado diversas lojas dentro da vila e então fugiu. Meu time foi selecionado para prendê-lo, mas nem tudo foi como planejado.

Uma faca quebrava é mais do que suficiente para tipos como você…

56DG

A garota enfim despertou, em seu quarto abrira seus olhos de forma calma. A pequena menina chamava-se Kaguya Natsumi, uma genin de Kumo. Perita na luta corpo-a-corpo, entrou para um time que se intitulava time 45, formado por: Sami Kaito, o jōnin da equipe e líder; Yoni Misaki, uma kunoichi médica e perita em ninjutsu & Kisato Li, um garoto forte e um pouco maluco, também um lutador corpo-a-corpo, como Natsumi, porém mais descontrolado

Nos últimos dias, diversas denúncias de furtos e roubos foram feitas para a vila. Lojas de joias, de roupas e restaurantes eram vítimas de alguém que se camuflava nas paredes e pegava as coisas das pessoas sem ninguém ver. A última denúncia levou a vila a chamar o time de Natsumi para resolver o caso. Kaito não exitou em aceitar o trabalho e convocou todo o time para uma reunião antes de partirem em busca do criminoso.

A garota dos ossos estava preparada para a tarefa, acordou logo cedo para aquecer seu corpo com chutes e socos no ar, sabia que tinha que lutar. O seu café foi rápido, sua mãe a acompanhou enquanto lhe dizia algumas palavras. — Nats… Você não vai usar os ossos, não é? – perguntou sua mãe. A garota a olhou com desconfiança, parecia que sua mãe não a conhecia, era praticamente uma questão óbvia. — Claro que não, mãe. Será uma missão simples. – respondia enquanto comia. Não… não seria uma missão simples, e ela sabia disso. Respondia aquilo somente para deixá-la tranquila. — Preciso ir, mãe, hoje mesmo eu volto. Não se preocupe. – disse a sua progenitora. Chinatsu sorriu para sua filha, estava a vendo crescer. — Tudo bem, confio em você. – a mulher passou a mão nos cabelos da filha.

O sol já estava nascendo quando a genin saiu de casa, a reunião da equipe seria numa ponte perto do portão. A primeira a chegar, Natsumi esperou alguns minutos até o jōnin aparecer no local de encontro. — Cedo como sempre, Natsumi. – Kaito aproximava-se dela enquanto soltava suas palavras. — Ou atrasado como sempre, sensei. – a menina brincava, soltando um sorriso. — Sabe que hoje não será fácil, né? – perguntou a ela. Ficou séria na mesma hora. — Sim… O criminoso é forte e difícil de encontrar… Farei o meu melhor! – exclamou em confiança. Enquanto conversavam, os dois membros da equipe chegavam. — Só sei que vou arrebentar a cara desse fudido! – Li era um tanto quanto explosivo. — Kisato! Se segura um pouco! – Misaki brigava com ele, que emburrava a cara com a reclamação. O líder da equipe tomava as rédeas dos membros naquela pequena ponte. — Gente… Vamos com calma. Temos uma missão para fazer. – proferiu o sensei. — Não podemos perder tempo, o ladrão está por aí e temos que capturá-lo. – informou. — Natsumi e eu iremos pela frente. Yoni fica no meio e Li fica na retaguarda. Entendido? – dava a formação de busca, todos assentiram positivamente. — Vamos! – como um vulto sumiu, e os três genins o seguiram.

Saíram da aldeia ligeiramente e seguiram para uma região montanhosa. Na formação de Kaito, procuravam pela pista que foi passada a eles pela cúpula superior de Kumogakure. Um homem de uma pequena vila havia visto uma presença adentrando em uma caverna no pé de uma das maiores montanhas do País, a primeira parada era em tal aldeia. — Natsumi, enquanto nós conversamos com o informante, você fica de guarda, tá bom? – o líder pedia. — Tudo bem. – a genin foi seca em sua resposta.

Horas depois o time 45 aproximava da vila em questão, um senhor estava no portão a espera. — Somos de Kumogakure, já fizemos contato com o homem que havia visto o nosso alvo, sabe quem é, senhor? – o jōnin fazia o primeiro contato. — Sou eu, jovem ninja. Me chamo Tatsumi, sou o ancião da aldeia e fui o que vi quem vocês querem achar. – apresentou-se de maneira rápida. O time seguiu para dentro da vila enquanto a Kaguya ficava do lado de fora, vigiando. As manhãs de Kumogakure sempre foram frias, mesmo com o sol batendo forte, os ventos eram gelados e isso refletia no corpo da jovem Kaguya, que se incomodava um pouco com isso, pedindo mentalmente por uma blusa, mesmo que sua mãe não recomendasse antes. — Como dá para viver com esses ventos aqui? – questionava em sua mente. De longe podia ver a montanha que fora relatada por Kaito. — Será que ele está lá mesmo? – perguntou-se, querendo imaginar como o inimigo era e quão forte poderia ser.
Os pensamentos da garota a deixaram num devaneio relaxante, imaginava lutas, momentos em que se destacava, e coisas do tipo. O tempo passava enquanto ela estava em outra realidade. — Natsumi! Tá viajando aí, menina? – o grito de Kisato fizera a meninas dos cabelos brancos acordar de vez. — Vamos, sabemos onde ele está, temos que capturá-lo logo! – falou Kaito. — Ele ainda está no pé da montanha, dentro da caverna, temos que ter cuidado. – avisou. — Entendi… Vamos logo! – dessa vez era Natsumi que acelerava. Partiram da vila de forma rápida, deixando o senhor Tatsumi para trás, mas o nobre homem recebia uma boa recompensa pelas informações.

Mais alguns minutos e o quarteto já estava no pé da montanha mais alta do país, todos olhavam para a entrada e depois para cima, admirando a imensidão da estrutura. — Time 45, foco! – ordenou Kaito. E todos davam passos para dentro da escura caverna.




Considerações:
Filler para status, Mês do UP quase acabando. Parte 1 de 2.
1015/1000 palavras.
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Shiro
Tokubetsu Jonin
Shiro
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Re: [ Fillers ] Uma faca quebrada... - 4/2/2019, 20:32

gogo parte 2 quero saber como termina

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Chūnin
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Re: [ Fillers ] Uma faca quebrada... - 2/3/2019, 22:52

“Nós estávamos prestes a entrar naquela caverna, onde nosso alvo estava escondido. A sua habilidade de se camuflar nas paredes era o seu maior trunfo contra nós, o time 45. Sinceramente, naquele momento, mesmo imaginando formas de como derrotá-lo, não sabia o que enfrentaria ali, muitos menos imaginaria o custo para a conclusão daquela missão, seria essa mais um dos motivos do despertar de um sentimento de justiça e ordem dentro de mim. Ali dentro seria minha transformação, de uma garota que pouco pensava sobre o mundo, para uma nova kunoichi, mais ambiciosa e determinada em busca de algo que ela chamaria mais tarde de Ordem…”

Uma faca quebrava é mais do que suficiente para tipos como você…

56DG

Time 45, foco! — ordenou Kaito. E todos davam passos para dentro da escura caverna.

Adentraram a caverna de modo veloz e logo se depararam com um breu, pouco podia se ver ali dentro. — Precisamos de tochas. — o jōnin da equipe virava-se para a kunoichi especialista em ninjutsu, Yoni Misaki. — Pra já, Kaito-sensei. — falou a garota que, num passe de mágica, gerou luz com sua Liberação de Fogo. Com luminosidade, agora o time poderia andar mais tranquilo pela caverna, em busca do criminoso. O líder do time andava na frente ao lado de Natsumi e Yoni, e Li ficava na retaguarda observando os arredores e as costas da equipe, para ele era a parte chata, queria mesmo era espancar o homem que roubava as coisas de Kumo.

Exatamente por ser a parte chata do processo de procura que fez o garoto prestar mais atenção nas paredes da caverna, encontrando pinturas e palavras escritas em línguas que não entendia, curioso como era, tentava proferir algumas dessas palavras, e, no som da primeira palavra, algo invadia sua mente, o hipnotizando por completo. Ninguém percebia o que acontecera com ele, nem ele mesmo, parecia voltar ao normal, e assim seguia junto da equipe. — Olha, achei coisas estranhas por ali atrás. — informou aos outros três. Natsumi virou para ele com uma cara de estranheza, como se não acreditasse nele, era comum do garoto ser um pouco louco e imaginar coisas que não existissem. — Foco, Li. Não fica brincando com coisa séria. — advertiu a Kaguya, parecia ser uma segunda líder da equipe. Kisato emburrava a cara, não aceitando que estava errado, e realmente não estava. Yoni, por outro lado, olhava para ele como se acreditasse, e passava a prestar mais atenção nele.

O time 45 havia caminhado por mais de centenas de metros. Kaito, impaciente, queria logo terminar com a missão, era um pedido urgente, ficar enrolando não era o ideal. — Precisamos encontrar esse cara logo. — falou para o seu time. — Temos que nos separar. — sugeriria, mas, ainda assim, era uma ordem. Natsumi assentia positivamente com a cabeça, para ela era a decisão correta. Os outros dois não opinaram sobre, nem com a cabeça. Por algo poder místico, a caverna tomava outro rumo. Uma bifurcação de três caminhos aparecia diante deles. — Era isso que eu estava esperando. — falou Kaito. Natsumi tomava a dianteira e ia pelo caminho a direita. — Irei por aqui. — informava. — Dê-me um pouco do seu fogo, Misaki. — pedia a iryōnin do time. — Tudo bem. — respondia a garota que se aproximava da Kaguya e lhe dava um pouco do seu fogo, o suficiente para iluminar o seu caminho. — Natsumi irá a direita, eu irei pelo meio e vocês dois vão pela esquerda, tudo bem para todos? — o jōnin falava com sua equipe. Todos ali concordaram. — Vamos achar o maldito. — Li proferiu e todos partiram por seus caminhos.

Natsumi era a mais rápida e mais forte dentre os genins de sua equipe, não demorava muito para já ter percorrido muitos metros do caminho que escolhera. Caminho este que parecia o mesmo por muito tempo, a fazendo ficar irritada. — Como uma montanha é tão longa assim? — perguntava a si mesma. Num piscar de olhos, literalmente, um ponto de luz aparecia, e naquele ponto ela focou em chegar rapidamente. No fim, deparou-se com um novo local. Mais corredores, dessa vez com piso e caminhos diversos, e portas, muitas portas. A genin suspirava, retomando o fôlego, dessa vez andava mais devagar. Verificando algumas das portas, mas todas pareciam iguais. O fogo de Yoni se esvaiu, não era mais útil, o novo lugar já era devidamente iluminado. A garota continuava a olhar todas as inúmeras portas até que, depois de alguns metros, ouvia um som, parecia ser um choro de uma garota. — Misaki? — pensou, querendo saber quem era que estava chorando. Com isso, começou a ver todas as portas mais depressa, para encontrar o que ela concluiria ser sua companheira de equipe.

Kaito seguia seu caminho também com uma labareda de fogo dado pela sua aluna, porém para ele as coisas aconteceriam mais depressa. O seu caminho era tomado por corpos em degradação, o cheiro era horrível. Diminuía sua velocidade, alguns dos corpos continham roupas e, principalmente, bandanas de várias vilas ali. Seu maior medo era encontrar um dos seus alunos ali. Torcia para não ver alguém conhecido, ao mesmo tempo que olhava um por um para verificar. Depois de dezenas de metros olhando, conseguia ver ao fundo uma luz avermelhada, sem pensar duas vezes corria naquela direção. Conforme se aproximava da luz, podia ver som de fogo queimando e, além disso, som de correntes. Tinha algo de errado.

Yoni e Kisato seguiam pelo caminho escolhido. Os dois corriam lado a lado, e aquela era uma boa hora de conversar sobre o que tinha acontecido. — Kisato, tá tudo bem com você? — perguntou a garota, preocupada. — Claro que estou, tem algo de errado comigo? — respondia com outra pergunta. — Você parece meio… estranho, desde que falou que viu alguma coisa na parede. — comentou a menina. — Ah, estou com raiva da Natsumi, ela acha que manda na equipe. — reclamou. — De vez em quando ela é assim mesmo, mas ela só quer fazer a missão, não precisa ficar bravo com ela. — Yoni defendia sua amiga. — Não gosto de gente mandona. — Li emburrou a cara. A conversa seria interrompida por perceberem uma luz alaranjada no fim do caminho e então seguiam até lá o mais rápido possível. Quando chegaram se depararam com um precipício, e no fundo dele, lava. — Como isso é possível? — perguntou a kunoichi para Li. Ambos observaram todos os cantos, até que acharam um caminho pelas beiradas. — Temos que seguir por esse caminho. — dessa vez Li dava as ordens, Misaki o observava com estranheza, vide a conversa que acabaram de ter, mas, mesmo assim, ela o obedeceu e seguiu pelo beiral.

Natsumi corria olhando todas as portas, cada vez mais o choro aumentava. Virava um dos corredores a esquerda e, em uma das portas ao fundo, podia notar sangue escorrendo por baixo. — Não… Não! — exclamou a Kaguya enquanto corria para a porta, o choro vinha de lá. Ela abriu a porta numa força tremenda e se deparou com a pior situação possível: Kaito-sensei todo perfurado, Li sem um braço e uma perna, mortos. Misaki estava ao lado deles, ajoelhada, chorando muito. — Não consegui salvá-los, me desculpe, Natsumi-san. — proferiu enquanto soluçava. De repente ela sacava uma kunai de seu bolso. — Adeus. — se despedia enquanto cravava a faca ninja no peito, morrendo na hora e se juntando aos outros dois. Natsumi tremia ao ver todo aquele cenário. — NÃAAAAAO! — lágrimas escorriam ao gritar.

Kaito correu a toda velocidade para a luz vermelha, os sons aumentavam cada vez mais. O medo tomava conta do seu corpo ao imaginar o que poderia ser aquilo, e, bem, o seu maior pavor ali se tornara realidade. Ao ver o lugar que encontrou, quase desmaiou. — Kaito-sensei… nos salve. — a genin do clã Kaguya falava, totalmente acorrentada e prestes a despencar num mar de fogo, prestes a perder a consciência. Ao lado dela estavam Kisato e Yoni, na mesma situação. — Meu deus… — somente isso ele poderia falar.

O beiral daquele lugar era quente, principalmente por causa da lava que estava abaixo da dupla Yoni e Kisato. — Por que fomos por esse caminho? Vamos morrer aqui! — exclamava a menina, totalmente amedrontada. — Calma menina, mais para frente tem um lugar que podemos ficar. — avisou o moço. — Como você sabe disso? — perguntou confusa. — Em vez de você ficar olhando mais baixo, olha pra frente que você vai ver. — falou Li. Ambos esforçadamente chegam em ponto seguro, era uma plataforma, mas ela dava para outro corredor. O casal entrava no corredor, mas assim que entraram, ouviram gritos em tom masculino. A urgência caíra sobre eles, fazendo-os correr em direção ao grito. Não demoraram muito ao perceber todo o cenário: uma arena rodeada de fogo, o corpo de Natsumi, sem vida no centro, um homem a cinco metros do corpo dela, desconhecido, Kaito estava mais próximo da dupla que tinham acabado de chegar, mas seu corpo perdia vida aos poucos, enquanto tentava chegar mais perto do corpo da garota morta. — Você vai pagar… você matou minha melhor aluna. — proferiu para aquele desconhecido a sua frente, chegando ao corpo da Kaguya. — Cale a boca. — o homem então crava a espada no coração de Kaito, o matando na hora. Tanto Yoni quanto Li ficaram paralisados ao verem tudo aquilo, sem saberem o que fazer, somente se esconderam atrás da parede, o homem então se esvaia dali. — Somos só nós dois agora, Kisato. — proferiu Misaki, tremendo de medo. — Sim… — respondia o menino, e então os dois se abraçavam e fecharam os olhos, começando a chorar.



Considerações:
Filler para status. Parte 2 de 3, decidi ter mais uma parte.
1566/1000 palavras.
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Tokubetsu Jonin
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Re: [ Fillers ] Uma faca quebrada... - 2/3/2019, 23:31

[ Fillers ] Uma faca quebrada... Jbc8Apt

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Re: [ Fillers ] Uma faca quebrada... -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.