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A LUZ DAS TREVAS
Arco 02
Ano 25 DG
Primavera
Meses se passaram desde a missão de investigação ao Castelo da Lua, no País do Vento, que culminou na Batalha da Lua Minguante. Soramaru, o cientista responsável pelos experimentos, morreu em combate, assim como outros ninjas do lado da aliança. Após a missão ser bem-sucedida, mas carregando tantas mortes, Karma, o líder da missão, ficou responsável por relatar às nações o máximo de informações sobre a organização por trás dos crimes agora que estava com o selo enfraquecido e com isso ele revelou o verdadeiro nome dela: Bōryokudan. Ainda não tendo como fornecer mais detalhes, pois o selo se manteve, e precisando de mais pistas antes de investir novamente em uma missão, Karma saiu em missão em nome das Quatro Nações para encontrar o paradeiro dos demais membros da organização — e sua primeira desconfiança recaiu sobre Kumo.

O mundo, no entanto, mudou nestes últimos meses. Os Filhos das Nuvens concluíram a missão de extermínio aos antigos ninjas da vila e implementaram um novo sistema político em Kumo ao se proclamarem o Shōgun sobre as ordens não de um pai, mas do Tennō; e assim ela se manteve mais fechada do que nunca. Em Konoha a situação ficou complicada após a morte de Chokorabu ao que parece estar levando a vila ao estado de uma guerra civil envolvendo dois clãs como pivôs. Suna tem visto uma movimentação popular contra a atual liderança da vila após o fracasso em trazer a glória prometida ao país. Já em Kiri a troca de Mizukage e a morte de ninjas importantes desestabilizaram a política interna e externa da vila. E em Iwa cada dia mais a Resistência vai se tornando popular entre os civis que estão cansados demais da fraqueza do poderio militar ninja. Quem está se aproveitando destes pequenos caos parece ser as famílias do submundo, cada vez mais presentes e usando o exílio de inúmeros criminosos para Kayabuki como forma de recrutar um exército cada vez maior.

E distante dos olhares mundanos o líder da Bōryokudan, Gyangu-sama, se incomoda com os passos de Karma.
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SHION
SHION#7417
Shion é o fundador do RPG Akatsuki, tendo ingressado no projeto em 2010. Em 2015, ele se afastou da administração para focar em marketing e finanças, mas retornou em 2019 para reassumir a liderança da equipe, com foco na gestão de staff, criação de eventos e marketing. Em 2023, Shion encerrou sua participação nos arcos, mas continua trabalhando no desenvolvimento de sistemas e no marketing do RPG. Sua frase inspiradora é "Meu objetivo não é agradar os outros, mas fazer o meu trabalho bem feito", refletindo sua abordagem profissional e comprometimento em manter a qualidade do projeto.
Angell
ANGELL#3815
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Indra
INDRA#6662
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Wolf
Wolf#9564
Wolf é jogador do NRPGA desde fevereiro de 2020, tendo encontrado o fórum por meio de amigos, afastando-se em dezembro do mesmo ano, mas retornando em janeiro de 2022. É jogador de RPG desde 2012, embora seu primeiro fórum tenha sido o Akatsuki. Atua como moderador desde a passagem anterior, se dedicando as funções até se tornar administrador em outubro de 2022. Fora do RPG cursa a faculdade de Direito, quase em sua conclusão, bem como tem grande interesse por futebol, sendo um flamenguista doente.
Mako
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Mako é membro do Naruto RPG Akatsuki desde meados de 2012. Seu interesse por um ambiente de diversão e melhorias ao sistema o levou a ser membro da Staff pouco tempo depois. É o responsável pela criação do sistema em vigor desde 2016, tendo trabalhado na manutenção dele até 2021, quando precisou de uma breve pausa por questões pessoais. Dois anos depois, Mako volta ao Naruto RPG Akatsuki como Game Master, retornando a posição de Desenvolvedor de Sistema. E ainda mantém uma carreira como escritor de ficção e editor de livros fora do RPG, além de ser bacharel em psicologia. Seu maior objetivo como GM é criar um ambiente saudável e um jogo cada vez mais divertido para o público.
Akeido
Akeido#1291
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Havilliard
Havilliard#3423
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Convidado
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CHÁ DO SOBERANO
Estação: Primavera | Hora: 19:00 | Post: 5 |
Já era noite em Konoha, no gabinete no Hokage um imprevisto de ultima hora, o estoque de chá do grande soberano havia acabo e o mesmo não poderia exercer sua função sem o seu precioso chá. Pensando nisso, seu assistente foi diretamente até a casa de um genin recém formado para lhe entregar uma humilde tafera, ir até o país do chá e trazer o precioso carregamento do Hokage em segurança.
O assistente caminhava em meios as sombras criadas pelo brilho da lua, seus passos eram calmos, porém largos, ele precisava entregar a tal tarefa o quanto antes, mesmo em tempos de paz, as estradas eram perigosas, principalmente p/ um genin.
Ao chegar na casa do jovem, o assistente deixou um bilhete por debaixo da porta e em seguida retornou p/ seus afazeres, ele poderia muito bem entregar em mãos, mas as batidas poderiam acordar quem estivesse dormindo e ele odiava incomodar os outros, principalmente em suas residencias,


Considerações:
 

Anonymous
Katsuro Kurama
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o chá do soberano
- parte 1 -


Deslizo minha mão por baixo da minha franja enquanto esfrego meu olho e bocejo. Entediado, olho pela janela e me espanto ao ver que o sol já começa a se pôr. Estive enfiado aqui na biblioteca de Konoha desde cedo e mal vi o tempo passar. Fecho todos os pergaminhos espalhados na mesa à minha frente e recolho tudo para devolver ao balcão.


- Já acabou por hoje, Katsuro? - Diz a bibliotecária em seu típico tom amável.
- Sim, obrigado. - Respondo de forma seca e caminho para fora dali.


Enquanto as luzes alaranjadas do crepúsculo se convertem em um céu escuro iluminado apenas pela lua, eu caminho lentamente pelas ruas de Konoha rumo à minha casa. Ao chegar, entro e vou direto para a cozinha apanhar algo para comer.


- Oh, querido! Você demorou hoje! Aconteceu algo? - Pergunta minha mãe, com sua usual preocupação.
- Não. Estava apenas estudando... Como sempre. - Respondo e apanho uma fruta em cima da mesa antes de dar as costas e sair sem dar ouvidos a algo que ela balbucia sobre o jantar.


Penso em ir ao quarto de meu avô para ver como ele está, mas quando passo novamente pela sala de estar eu noto algo estranho: um envole no assoalho da entrada que não estava lá quando cheguei. Apanho-o e tomo um susto quando leio o seu conteúdo.


- Uma carta de solicitação... de uma missão Rank C? - Sussurro comigo mesmo, quase incrédulo que depois de semanas que me tornei um Gennin eu finalmente recebi missão que não inclua limpar sujeira de cachorros ou aparar o gramado de alguém. - Finalmente! - Exclamo enquanto corro escadas acima.
- O quê disse, querido? - Diz minha mãe na cozinha.
- Nada! - Respondo e me apresso para agarrar minhas coisas com rapidez.


Sem perder tempo salto pela janela do meu quarto e começo a correr e saltar de telhado em telhado em direção à entrada da vila. Um breve pensamento me faz perceber que sequer me despedi de meus pais ou de meu avó, mas não dá tempo pra voltar agora. Hora ou outra eles vão ter que entender que agora eu sou um NINJA, e esta é a minha primeira grande missão. Não posso deixar que nada me impeça de cumpri-la com excelência!


As instruções são claras: eu devo me encaminhar imediatamente ao País do Chá. De fato é um lugar que eu poucas vezes ouvi falar, não fosse o mapa dos países e vilas que encontrei junto com a carta eu não teria muita noção de para onde ir. Quando chego aos portões da vila, um ninja adulto me intercepta e logo eu trato de apresentar-lhe a carta de solicitação. Minha primeira missão relevante está prestes a começar, e eu não poderia estar mais ansioso!

valeu @ carol!


Katsuro Kurama
Ficha de Personagem : http://narutorpgakatsuki.net
Convidado
Convidado



CHÁ DO SOBERANO
Estação: Primavera | Hora: 19:00 | Post: 5 |
Os deuses agraciavam o jovem genin, as nuvens não ofuscavam o brilho das estrelas essa noite, a luz do luar iluminava todo o caminho como se ela olhasse pelo pequeno garoto. Após ter autorização para sair da vila, Katsuro finalmente poderia iniciar de verdade a sua missão, o caminho até o país do chá era teoricamente tranquilo, o problema maior eram os poucos assaltantes que rondavam a região, nada que um shinobi de Konoha não pudesse resolver.
Após se afastar cerca de 1,5 km da vila, Katsuro se depararia com dois caminhos, ambos o levariam até o país do chá, a questão era que o caminho da direita, o mais curto, era uma travessia em meio a uma pequena floresta fechada, a luz do luar pouco atravessava o topo das árvores, o problema desse caminho era que havia rumores que a floresta tinha vida própria e inúmeras armadilhas, apenas os mais capazes ousavam usa-la como atalho. O caminho da esquerda era totalmente diferente, da posição atual daria p/ ele enxergar quilômetros a sua frente, tendo como beneficio toda a luz da lua iluminando o caminho, mas como de praxe, nem tudo é um mar de flores.... Esse caminho existia vários pontos onde assaltantes ficavam espreitando esperando que qualquer pessoa aparecesse, tirando que o caminho era o triplo se comparado com o caminho da direita...


Qual caminho seguir...??


Considerações: Narre o caminho até se deparar com as duas opções e decida qual tomar... Cenário atual: Árvores, céu estrelado e grama p/ todo lado.
 

Anonymous
Katsuro Kurama
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o chá do soberano
- parte 2 -


Confesso ser o tipo de pessoa que prefere esconder os seus sentimentos justamente para não ter que lidar com eles, o que me leva a também não ter que lidar com os dos outros. É tão mais fácil passar despercebido, fazer o que tenho fazer, chegar aonde tenho que chegar, sem ninguém por perto para me atrapalhar. Por isso eu sempre enterro minhas emoções em um lugar onde só eu consigo enxergar... Na maior parte do tempo, pelo menos.


- É a sua primeira missão fora da vila, não é? - Diz o Jounin enquanto me entrega de volta a carta de solicitação, esboçando um sorriso de canto que não me agrada.
- Sim. Como sabe? - Pergunto tentando passar um tom desinteressado enquanto estendo minha mão para apanhar a carta.
- O brilho nos seus olhos, é o de quem está prestes a se aventurar na sua primeira "grande missão". - Ele responde e eu engasgo. - Só não se deixe levar pela euforia, garoto. Vocês crianças adoram a ideia de perigo e adrenalina, mas precisão e foco são sempre necessários, não importa o... - Neste instante eu agarro o envelope de suas mãos e interrompo a sua tagarelice enquanto dou-lhe as costas e cruzo os portões entreabertos da vila.


Segundos após eu sair, os portões se fecham atrás de mim. Guardo o envelope com a carta e o mapa dentro da minha bolsa e começo a correr pela estrada cercada por árvores e iluminada pela lua. No caminho, me pego preso em meus pensamentos.


"Quem ele pensa que é? Pra falar de brilho no olhar e me chamar de criança daquela forma... Bem... Eu de fato ainda não sou adulto... E admito que a minha explosão de euforia talvez tenha feito minhas tão bem guardadas emoções transbordarem pelas minhas feições... E afinal de contas, ele é um JOUNIN! Um ninja de elite, e eu sou apenas um Gennin em sua... Primeira missão... Droga! Ele está certo!"


Chacoalho minha cabeça em tentativa de afastar todos estes pensamentos bobos e desnecessários e me prendo ao último dito pelo Jounin: precisão e foco são necessários, não importa... O que ele disse mesmo ao final? Talvez eu deva parar de dar as costas para as pessoas quando elas dizem algo que fira meu ego.


Limpo minha mente outra vez e mantenho meu foco na estrada. As instruções da missão me mandam ir ao País do Chá, um lugar que eu nunca visitei e do qual pouco ouvi falar. Aparentemente é o maior fornecedor de chá para as demais nações e o produtor do chá preferido pelo Soberano do País do Fogo. E é justamente disso que esta missão se trata: assegurar que o precioso chá do soberano chegue em segurança. Parando para pensar é algo bastante fútil, afinal, é só chá! Mas não me tornei um Gennin para questionar ordens, e além disso, esta é uma missão que me permitirá conhecer algo FORA de Konoha! Fútil ou não, ainda é uma missão que exigirá o melhor de mim.


Sigo correndo em velocidade estável rumo ao sudoeste de Konoha e então paro quando chego em uma bifurcação. Retiro o mapa da minha bolsa e graças ao luar brilhante consigo enxergá-lo perfeitamente. Segundo o mapa, ambos os caminhos à minha frente levam ao País do Chá. Um, porém, é extremamente mais longo que o outro. Ergo a vista e observo ambos os cenários: um dos caminhos, o mais curto, penetra uma densa floresta adentro enquanto o outro, o mais longo, segue em rota aberta e bem iluminada. Começo a cogitar. 


"O caminho mais curto não me parece muito confiável. Não é nem uma estrada de verdade, é apenas uma trilha no meio da floresta. Só Deus sabe o que há escondido por lá a esta hora da noite. Cobras? Tigres? Ou até mesmo... ARANHAS? Não mesmo! Até porque, caso eu me perca, estarei por conta própria... Ainda assim... O caminho mais longo é REALMENTE mais longo... Seria prudente deixar o soberano esperando pelo seu tão precioso chá? Precioso o suficiente para me mandarem no meio da noite buscá-lo... Arrrrgh! O que eu escolho?! Ser rápido e não deixar o soberano esperando ao preço de me arriscar nesta densa floresta, ou demorar para cumprir a missão, mas garantir que ela seja cumprida? Bem... Se algo acontecer comigo nessa floresta, sem chá pro soberano e sem Katsuro pra contar a história. Então a resposta é simples!"


Guardo o mapa na minha bolsa e prendo meus cabelos em um baixo rabo de cavalo antes de iniciar minha corrida pela aberta e iluminada estrada da esquerda. Se sou eu aquele que vai garantir que o soberano terá seu precioso chá em mãos, eu tenho que garantir que eu esteja vivo para tanto! Sigo em frente, desejando ter tomado a melhor decisão.

valeu @ carol!

Status: Vivo
CH: 225
HP: 200
STA: 1
Ficha
Bolsa:
Katsuro Kurama
Ficha de Personagem : http://narutorpgakatsuki.net
Convidado
Convidado



CHÁ DO SOBERANO
Estação: Primavera | Hora: 19:00 | Post: 5 |
A noite passava enquanto a lua parecia observar o jovem genin, ao escolher o caminho mais longo o mesmo precisaria se apressar o máximo possível, cada segundo na estrada significava um risco a mais de ser abordado por algum mal intencionado.
O caminho a ser seguido era limpo, algumas poucas árvores e muita grama por todo o terreno, não haviam muitos obstáculos e a única coisa que poderia tirar a atenção do jovem era uma estranho coruja que começou a segui-lo  no exato momento em que escolheu o caminho. Ela observava e fazia o barulho comum das corujas, o garoto seguiria o caminho tranquilamente e sem susto até o final da trilha, campos de chá começariam a serem avistados, uma plantação gigantesca, digna do país do chá, esse avistamento significava que a viagem logo acabaria.
Caso estivesse atento, perceberia um rastro de sangue no chão que levaria diretamente para uma casa velha e abandonada localizada a 90 metros, gritos ecoavam daquela direção e por algum motivo a coruja parava de segui-lo e em vez disso, apenas sobrevoava o telhado da tal casa.
Caberia a Kurama decidir investigar ou apenas ignorar e seguir seu caminho. Caso resolvesse seguir em frente, o jovem encontraria uma enorme mansão com um gigantesco jardim, inúmeros seguranças fazendo ronda e no portão de entrada uma palavra escrita "04:20 Hora do CHÀ".


Considerações:
 

Anonymous
Katsuro Kurama
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o chá do soberano
- parte 3 -


O já mapa indicava que o caminho "seguro" que optei por seguir era bem mais longo que a trilha pela floresta, e mesmo tendo optado pela segurança eu começo a considerar ter feito uma má escolha quando me dou conta de que estou levando tempo demais percorrer esta estrada. Em todo caso, estou longe demais para voltar e não demora até eu perceber que meu destino se aproxima quando avisto a paisagem antes composta apenas por gramados quase isentos de vegetações altas se transformar em uma série de extensos campos de plantio de chá.


Mantenho o passo firme até que um um barulho me chama a atenção. Um grito? Não posso dizer ao certo, mas de fato foi um barulho estranho. É então que do nada sinto o vento ser rasgado pouco acima de minha cabeça. Freio meus passos apressados e instantaneamente enfio a mão na minha bolsa, tratando de puxar e empunhar uma kunai. Olho em volta e não demoro a suspirar aliviado ao perceber que aquilo foi apenas uma coruja que voou bem perto de mim. Descartando a hipótese de um ataque, já que ave noturna apenas seguiu seu voo rumo à uma casa velha ao longe do acostamento da estrada, respiro aliviado e sinto meu coração desacelerar depois do susto. Guardo minha kunai e retomo minha corrida, unicamente para parar alguns passos à frente quando o estranho barulho semelhante a um grito se faz ouvir de novo.


Olho em volta mais uma vez, porém não enxergo ninguém. O único movimento notável é o da estranha coruja que faz seu típico barulho de coruja enquanto sobrevoa em círculos a casa abandonada ao longe. Percebo então que eu já vinha ouvindo aquele barulho de corujas há algum tempo desde que deixei a vila. Será que aquela ave estava me seguindo? Será que a ave está fazendo o barulho de grito? Que sim, ou que não, não é hora de eu parar para me preocupar com isso. O soberano espera pelo seu chá e eu já perdi muito tempo nessa viagem. Reinicio minha corrida e quando o barulho de grito se faz ouvir novamente, eu apenas o ignoro. É tudo coisa da minha cabeça, só pode!


Sigo correndo por cerca de mais dez minutos, até que chego aos portões de uma gigantesca mansão. À medida que me aproximo, noto a comoção de um grande grupo de homens na entrada que aparentemente são seguranças. Retiro a carta de solicitação da minha bolsa e me aproximo devagar enquanto falo. - Sou um Gennin da Vila da Folha. Venho em missão.

valeu @ carol!

Status: Vivo
CH: 225
HP: 200
STA: 1
Ficha
Bolsa:
Katsuro Kurama
Ficha de Personagem : http://narutorpgakatsuki.net
Convidado
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CHÁ DO SOBERANO
Estação: Primavera | Hora: 19:00 | Post: 5 |
Sabiamente o jovem ignorava os tais gritos e seguia diretamente para o seu destino, o mesmo ao se deparar com o enorme portão se aproximou e apresentou a carta que outrora havia recebido, ele então dizia que estava em uma missão, um dos seguranças se aproximou do rapaz e pegou a tal carta, ele colocava a mão sob sua boca e falava alguma coisa bem baixo p/ alguém e em seguida o portão se abria. "-Me acompanha por favor" dizia o segurança p/ o garoto enquanto caminhava p/ o interior da casa, os demais seguranças apenas observavam a ação enquanto o portão voltava a se fechar.
já dentro da enorme casa, o segurança apontava p/ uma porta no final de um longo corredor espelhado e dizia. "-Ele já esta a sua espera", depois que atravessasse a porta, Kurama se depararia com o grande senhor do país do chá, seu nome era "Toru", um homem extremamente grande e alto, o mesmo o receberia com um grande sorriso no rosto e uma xícara do seu melhor chá. "-SEJA BEM VINDO JOVEM DE KONOHA, ME ACOMPANHEM NUMA XÍCARA DE CHÁ E NÃO SE PREOCUPE, A ENCOMENDA JÁ ESTA PRONTA!!!".
Após tomarem um bom chá, o grande Toru iria em seu cofre e pegaria a encomenda especial do Hokage e entregaria na mão do jovem Kurama, mas não antes de perguntar quem era o pequeno garoto.


Considerações: Bora tomar um chá. Ao final, pegue e encomenda e de inicio a sua viagem de volta e.e. #CUIDADO
Aparência

 

Anonymous
Katsuro Kurama
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o chá do soberano
- parte 4 -


Após tomar a carta das minhas mãos, um dos seguranças toma um instante para ler o seu conteúdo e logo cochicha algo com um de seus camaradas. Aguardo em silêncio por alguns segundos e estou prestes a abrir a boca para falar, quando o segurança então me pede para acompanhá-lo. Os portões se abrem e o homem adentra, olhando por cima do ombro em um convite para que eu faça o mesmo. Olho de relance para os demais homens que me encaram com verdadeiras carrancas e trato de vestir minha "máscara" de indiferença, deslizando despreocupadamente os dedos pela minha franja na esperança de não demonstrar intimidação enquanto adentro pelos portões.


Sigo o homem à minha frente por um extenso e, diga-se de passagem magnífico, jardim. O lugar todo é belíssimo na verdade. A mansão logo à frente é gigantesca, facilmente maior que a do Hokage da minha vila e de uma estrutura luxuosa e elaborada. O segurança abre a porta da entrada e me manda seguir até o final do grande corredor principal, afirmando que a pessoa de meu interesse já estava em meu aguardo. Olho em volta, admirado pelo requinte de todo o lugar. A mobília, os tapetes, até o teto, tudo aqui dentro era simplesmente de uma beleza extraordinária. Caminho pelo longo corredor repleto de espelhos e ao final deste, bato nas grandes portas duplas de madeira vermelha que se abrem com o leve tocar de minha mão.


- Com licença? - Digo, pondo a cabeça para dentro da sala e me surpreendendo ao dar de cara um homem absolutamente gigantesco que lança-me um sorriso ao me ver.
- Seja bem-vindo, jovem de Konoha! - Diz alegremente o grande homem.


Em resposta ao seu aceno de mão, adentro a sala certo de que fui incapaz de conter minha feição de espanto e me aproximo enquanto o grandalhão me fita com uma feição bastante amistosa. Dispensando apresentações, percebo que ele é o tal Toru referido nas instruções da minha missão como o Grande Senhor do País do Chá. Confesso não ter esperado que a parte do "grande" seria tão literal. De cara, Toru me convida a acompanhá-lo em um xícara de chá que por sinal já estava posta sobre a mesinha de centro à sua frente.


- Ah... Não, senhor. Obrigado. Eu vim aqui para... - Digo, porém sou interrompido.
- Não se preocupe! A encomenda já está pronta. - Toru responde, já me estendendo uma xícara com sua mão enorme.


Um breve pensamento corre pela minha mente e percebo que não gostaria de ver um homem desse tamanho bravo, logo opto por não recusar sua oferta novamente. Seguro a bela peça de porcelana fina e me sento na almofada de frente para o Senhor do Chá. Enquanto o homem derrama a bebida quente dentro da minha xícara, eu observo o interior da sala que chega a ser ainda mais luxuoso que o lado de fora. Toru tagarela algumas trivialidades sobre o chá produzido em seu país e tudo em que consigo pensar é no tempo. A viagem até aqui foi bastante demorada e eu devo retornar logo com o chá do soberano. Ainda assim, à medida que vou engolindo a bebida quente eu acabo deixando-me levar pelo sabor realmente agradável e pela ideia de que após uma viagem longa, não foi uma má ideia descansar e beber um pouco. Terminado o chá, Toru finalmente se levanta e eu então consigo ver o quão grande ele realmente é. O titã caminha lentamente até uma prateleira e me surpreende ao me pedir que eu fale um pouco sobre mim.


- Erhh... Bem... Eu sou apenas um Gennin da Folha. Me chamo Katsuro Kurama, e... Bem... Na verdade, não há nada de muito especial a ser dito, senhor. - Balbucio sentindo-me um tanto desconfortável em ter que falar sobre mim mesmo. Não é algo que eu faça com frequência ou mesmo que eu goste de fazer.


Neste momento Toru se vira com um pacote em mãos. Graças ao seu grande tamanho, eu sequer vi no que ele mexia na prateleira enquanto eu falava. O homem se aproxima e me entrega o embrulho. Coloco a porcelana de volta na mesinha e me ergo, agarrando o pacote em seguida. Retiro-me do local após cumprimentar uma última vez o Senhor do Chá e retomo minha viagem de volta para Konoha.

valeu @ carol!

Status: Vivo
CH: 225
HP: 200
STA: 1
Ficha
Bolsa:
Katsuro Kurama
Ficha de Personagem : http://narutorpgakatsuki.net
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CHÁ DO SOBERANO
Estação: Primavera | Hora: 23:00 | Post: 5 |
A noite estava completa, uma brisa atravessava os jardins e invadiam a enorme mansão levando p/ dentro o perfume das flores. Após pegar a encomenda, Kurama levantava e se dirigia para fora dali, sua missão estava parcialmente completa, bastava apenas regressar para sua vila e entregar a valiosa remessa de chá para o seu Hokage.
Depois de dar inicio a sua nova "viagem", ele passaria novamente próximo a casa abandonada, o jovem iria se deparar com enormes labaredas e em meio a elas uma criatura em chamas, caso não fosse rápido o suficiente, o garoto seria avistado e certamente perseguido por essa criatura, o mesmo não podia mai se dar ao luxo de perder mais tempo naquela missão.


Considerações:

Aparência - Criatura de Fogo - Recipiente com Chá

 

Anonymous
Katsuro Kurama
[MISSÂO C] Kurama Katsuro 100x100
[MISSÂO C] Kurama Katsuro 100x100



o chá do soberano
- Final -


Após agradecer e cumprimentar o Grande Senhor do Chá uma última vez, viro de costas e caminho em direção à saída de seu escritório. Estico a mão direita para alcançar as maçanetas das vistosas portas de madeira vermelha e então, ao olhar para o belo recipiente de porcelana decorada que contém o chá do soberano, percebo que preciso de mais alguma coisa. Viro-me de volta Toru, que ainda mantinha o seu amistoso semblante, e arrisco um pedido tímido.


- Senhor Toru... Espero não estar abusando da sua hospitalidade e gentileza, mas... Antes de eu partir, há a possibilidade de o Senhor me providenciar uma bolsa ou sacola para facilitar o transporte dessa carga? Digo... As instruções da missão indicam que esta é uma carga de muita importância para o Soberano do País do Fogo, portanto, considero que eu deva assegurar que este pacote seja transportado da melhor forma possível... - Digo em tom taciturno e hesitante, garrando-me à esperança de que Toru se mantenha gentil e compreensivo como esteve desde o momento em que entrei nesta sala.
- Peço perdão pela petulância de pedir isso logo agora, mas há algo que não mencionei quando o Senhor me pediu para falar de mim. Eu sou um Gennin novato, e esta é minha primeira missão fora da vila. Confesso que assim que li a solicitação, tratei de pegar a estrada o mais rápido possível. Mesmo tendo entendido que se tratava de uma missão de transporte de carga, não me atentei ao fato de que eu precisaria de uma bolsa própria para tanto. Peço perdão pelo incômodo. - Justifico, apenas esperando pelo melhor, uma vez que fui tão bem recebido pelo gigantesco homem. Este que dá uma pequena gargalhada que me deixa confuso.
- Achei que você ia levar isso nas mãos, jovem Katsuro. Afinal de contas, você apenas pegou o embrulho e já começou a se despedir. - Diz ele com um largo sorriso que me deixa um pouco constrangido. - Tome, aqui está. - Fala Toru ao me entregar a sacola semelhante a uma mochila que ele apanhara na sua estante instante antes.


Ponho o recipiente em segurança no fundo da sacola e prendo as alças firmes em torno dos meus ombros. Agradeço e despeço-me propriamente pela última vez e logo me retiro do local. Do lado de fora da mansão, noto como a lua ainda brilha invicta no céu sem nuvens, iluminando o magnífico jardim que exala um aroma agradável através da brisa fresca que toca minha pele. Deixo para trás o belo lugar que tive a oportunidade de conhecer e retomo minha corrida de volta para casa.


Correndo a passos largos e em ritmo constante, sigo satisfeito por ter cumprido com excelência minha primeira Missão Rank C. Bem, satisfeito por ter cumprido a maior parte dela, pois ainda preciso chegar em casa e entregar a carga para o Hokage. Fecho os olhos por um instante enquanto inalo o aroma agridoce das inúmeras fileiras de plantio de chá que cercam a estrada pelos dois lados. É então que um aroma familiar e não muito agradável penetra minhas narinas sorrateiramente. Abro os olhos e vasculho minha mente por um segundo em busca da resposta: esse cheiro é de queimado! Desacelero meus passos e, sem cessar minha corrida, começo a olhar em volta procurando pelo que quer que tenha originado aquele cheiro.


À medida que me aproximo de uma curva fechada na estrada, noto que o cheiro se torna bem mais forte e uma quase imperceptível camada de fumaça paira no ar. Desacelero ainda mais meus passos enquanto me aproximo de alguns arbustos que são a única coisam que atrapalham a visão do que há adiante após a curva. Olho com cuidado e então vejo o inferno: imensas labaredas que ameaçam queimar o céu e, no meio delas, algo se movendo em padrão diferente do fogo, algo VIVO caminhando entre as chamas. O rugido da gigante criatura de aparência demoníaca agora é audível, bem como o calor emanado pelas distantes chamas agora já paira no ar. Perco um breve instante perplexo com a cena, mas logo recobro meus sentidos para fugir dali o mais rápido possível. Me ponho a pensar.


"Tudo bem, Katsuro, mantenha a calma e pense! Não há como voltar, nem há outra rota a seguir. Mas mesmo que as labaredas ainda estejam um pouco distantes da margem da estrada, NÃO HÁ como simplesmente seguir em frente sem que aquela coisa me note e muito provavelmente me mate! O único jeito é... sair de seu campo de vista sem que aquilo me veja... É isso!"


Volto minha atenção para o trecho de estrada adiante e calculo uma média de cem metros de campo aberto entre o ponto em que estou escondido até o próximo trecho com vegetação alta que me possa servir de camuflagem. É um salto longo, mas é a minha melhor e mesmo única opção. Paro por um instante, fecho os olhos e equilibro a maior quantidade de chakra dentro de mim antes de realizar o selo de Tigre.


- Shunshin no Jutsu!
Técnica de Deslocamento Instantâneo:

Libero grande parte do meu Chakra a fim de executar com o máximo de precisão possível a maior locomoção com Shunshin no Jutsu que já tentei fazer até hoje e de um segundo para o outro sinto meu meu corpo se estabilizando à pressão normal do ar após eu me materializar no ponto almejado. Exatamente ao lado de um grande árvore, não tardo a procurar esconderijo atrás de seu grande troco enquanto recupero o fôlego gasto ao executar a técnica de movimentação. O cheiro de queimado ainda é presente, e o barulho da fera de fogo ainda é audível. Olho cuidadosamente para trás e entendo que consegui cruzar o campo aberto sem ser notado pela besta infernal, já que a criatura ainda se mantém ao longe ocupada com o que quer que esteja fazendo. Recuperado, checo o embrulho nas minhas costas e suspiro aliviado ao ver que o mesmo está intacto. Ergo-me e sigo minha viagem.


Durante minha corrida de volta para a Aldeia da Folha, a cena anterior fica se repetindo na minha cabeça. O que diabos era aquilo? Por que estava ali e o quê estava fazendo? Eu infelizmente não tinha a resposta para nenhuma daquelas perguntas, mas de fato seria algo a ser reportado para o Hokage assim que eu chegasse.


Algum tempo depois, chego aos portões de Konoha exausto pela viagem. Não demora até que um par de Jounins me recebam e permitam minha entrada. Decido não mencionar nada do ocorrido diretamente a nenhum deles e, ainda que insistam que eu vá pra casa descansar, me disponho a ir pessoalmente entregar a carga de chá ao Hokage.


No gabinete de Karma, apresento-lhe a carta de solicitação de missão, o recipiente com o Chá do Soberano e tento ser o mais claro possível ao relatar o incidente com a criatura de fogo. O Hokage me ouve com atenção, porém não me diz muito além de que as informações serão analisadas e que eu descanse após a cansativa viagem. Retiro-me do local e sigo para casa, na esperança de que Karma não pense que eu inventei aquela história e mais do que satisfeito por ter realizado minha missão com sucesso.

valeu @ carol!

Status: Vivo
CH: 20
HP: 200
STA: 1
Ficha
Bolsa:
Katsuro Kurama
Ficha de Personagem : http://narutorpgakatsuki.net
Convidado
Convidado
@ Aprovado 100,000 RY

Considerações:
Anonymous
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