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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Akemi Yuki
Chūnin
Akemi Yuki
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[Filler] Incapaz de Chorar - Ter 29 Ago - 10:37


O passado que não deve ser conhecido


ılı.lıllılı.ıllı..ılı.lıllılı.ıllı
Incapaz de Chorar

Não existia uma só vez que ela não se entristecia ao lembrar de seu passado, era enfadonho saber que nunca teria como desenvolver laços com seus pais, que nunca sentiria o calor de um abraço materno ou a proteção de um pai. Era com esse constante vazio que a garota convivia, dia após dias até quase não se dar conta que seu coração já não possuía mais nenhuma sensação além do frio. Caminhava a passos lentos seguindo um caminho incerto que seus pés sempre tendiam a guiá-la inconscientemente, as ruas estreitas logo deixaram espaço a um gramado completamente verde e bonito. Ela se encontrava em uma área repleta de lápides com nomes de antigos ninjas da vila da névoa. Ela havia chegado no cemitério. — Eu voltei. — Disse baixo. Ambas as mãos juntas com os dedos entrelaçados estavam junto ao corpo a altura do seio. Vislumbrava um imenso objeto semelhante a um obelisco, repleto de nomes e datas. Era um grande memorial, ali encontravam-se os nomes dos ninjas mortos em Kirigakure, aquele cujo os corpos nunca foram encontrados. — E mais uma vez eu não pude trazer flores. — Lamentou-se. Durante dos anos, Akemi repetia aquele ritual de caminhar de sua casa até o cemitério, onde tinha a intenção de orar pelos mortos, consequentemente ela achava que talvez um dia suas preces teriam como alvo seus pais. Ela não conhecia o nome de ambos, apenas sabia que teria sido deixada em um orfanato por um casal de ninjas pouco antes de morrerem, talvez eles a deixaram lá, com a intenção de poupá-la de um massacre. Ou pelo menos era o que ela imaginava que seria. A verdade porém, dificilmente ela saberia.
 
Flashback:
12 Anos atrás.
Em uma noite chuvosa em Kirigakure e um casal havia concebido ao mundo uma criança, uma menina muito bonita que recebia o nome de Akemi, seu nome significa "Brilho e Beleza", incomum para um nome, talvez. Porém ao contrário do que todos achavam, a verdade sobre a história de seu nascimento não havia sido tão simples quanto se pensava. O amor de pais que Akemi 12 anos depois da morte de ambos sempre imaginou perder com sua morte, na verdade nunca existiu. Ela era uma criança indesejada. — Nós não podemos ficar com ela, Mari. — Disse o homem a esposa. A mulher que acabara de dar a luz parecia emocionada com tudo aquilo, mas a verdade é que ela assim como o marido tinham traçado um destino para essa filha. — Eu sei, Nara... Ela é linda, pena que não podemos ficar com ela. É fraca e não serve ao nosso propósito. — Disse a Kunoichi colocando-a de lado na cama. [...] Embora pequena, Akemi não sabia o por quê de ser abandonada, mas a história estava longe de acabar por ali. O casal havia concebido a garota a fim de restaurar o Clã Yuki, reaver o poder e força de sua família, ter novamente uma prole que pudesse tomar a vila da névoa através de lutas. Mas olhando para ela, vendo em seus pequenos olhos a sua falta de habilidade - presente desde pequeno nas crianças do clã - era descartada. Não queriam alguém com um olhar tão fraco, um olhar que não pudesse servir ao objetivo. A fim de poupar a criança a menina havia sido dada uma mulher com idade de 30 anos, esta não poderia ter filhos. — Eu posso ficar com ela... Eu não posso ter filhos, cuidadei dela, obrigada. — Esta mulher era Yora, a mulher que mais tarde seria a dona do orfanato e mulher que cuidou de Akemi. — Faça o que quiser com ela, ela não apresenta qualidade do nosso clã, é fraca, se te serve como filha que assim seja, não fazemos questão de saber o que acontecerá. — Disse o pai da garota. [...] Seus pais se desfizeram dela com nojo e desprezo, a garota que não apresentava atitude, a fraca que ninguém ligaria se fosse morta, a garota cujo nome refletia o Brilho e a Beleza na verdade estava ancorada ao fato de ser apenas um lixo para o clã. Pouco tempo depois Kiri era atacada por Konoha, seus pais haviam sido mortos e Akemi só não havia sido eliminada porque havia sido rejeitada pelos planos da família Yuki.

 
Ela havia feito aquilo durante os últimos anos, logo depois que soube que seus pais haviam morrido em uma contra um tirano Hokage no passado. Como não conheceu os pais, apenas ficava ali, lendo inúmeros nomes todas as vezes, orando e desejando que algum um daqueles pudesse ser seu familiar. Akemi enfim relaxou seu corpo, os olhos estavam voltados para baixo um pouco abertos como se estivesse segurando as lágrimas. Embora sofresse muito em todos os anos de vida ela nunca chorou, se fazia de forte, uma garota durona. Fachada. — Max Claufield. — Sibilou enquanto sua mão destra acariciava aquele nome. A data era recente e coincidia com o dado dia em que o novo Mizukage havia sido eleito. Pra ela não havia sentido relacionar as datas, apenas uma coincidência talvez? Não saberia. Todos os dias que ela tinha de folga de missões ia ao cemitério e escolhia um nome para orar. Talvez fosse o fato de não saber mais do passado, talvez fosse por achar que os mortos não deveriam ser esquecidos ou ainda porque gostaria que um dia alguém se lembrasse dela. O nome dito por ela antes seria o escolhido para fazer suas preces neste dia. Em silêncio as fez. No fim, uniu ambas as mãos após uma sequência de selos. Com as palmas entre abertas uma pequena rosa de gelo se formava. Era delicadamente colocada aos pés do memorial em sinal de respeito. — Mais uma vez eu esqueci as flores. — Repetiu. Era uma mentira, ela não as levava de propósito. O motivo para nunca levar flores era que com o tempo elas murchariam e perderiam a vida, perderiam seu significado e também porque sempre precisava de um "motivo" especial para fazer aquele ritual com a flor de gelo. O objeto congelado, com o tempo derreteria, tornando-se água pura, pura como as dela lágrimas para alguém, lágrimas que Akemi não poderia derramar com os olhos e usava o Jutsu para expressar seu sentimento. — Descanse em paz. — Saiu do cemitério, mas uma vez em Kiri o frio começava a chegar, uma chuva caia em seu corpo frágil enquanto ela começava a se afastar indo para casa. Enfim sumiu.

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Re: [Filler] Incapaz de Chorar - Ter 29 Ago - 10:40

E pouco a pouco o passado vai ser revelado.

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Re: [Filler] Incapaz de Chorar - Ter 29 Ago - 10:43

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Re: [Filler] Incapaz de Chorar -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.