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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 69DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Estação: Primavera

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Umas missões avulsas. - em 30/12/2016, 19:21

Floricultura da Vila (D):

Designado para uma missão qualquer, o jovem mudo segue seu destino. Caminhava calmamente com direção ao centro de floricultura de sua vila, onde fora solicitado. O trajeto não se prolongou por muito mais que alguns minutos, lá deparou-se com uma bela senhorita, apontada coma a responsável pela área. Graças a sua mudez, não pode se comunicar corretamente, mas fez o possível em gestos de mãos e cabeça.

Ela saiu, iria rapidamente fazer algumas compras na cidade, coisas das flores. A casa onde estava tinha uma varanda que dava para uma vista boa e ampla do jardim o qual estava temporariamente responsável, sentou-se numa cadeira de balanço com seu cigarro em mãos, tragando-o lentamente e esfumaçando aos poucos o lugar. Graças a Deus, o vento apontava para a direção contrária das flores, então não havia com o que se preocupar, já que a fumaça rapidamente se dissipava e não chegava até o jardim, que estava consideravelmente longe. Entre cochilos e olhadas, qualquer barulho alertava o pequeno Genin, que insistia em desconfiar até dos grilos. Pela tarde, regou as flores cuidadosamente, não entendia muito de flores, mas sabia que água demais afogaria as pequenas.

Quando estava perto de anoitecer, apagou o cigarro e esperou de prontidão perto do jardim, sentado num muro pequeno que cercava-o. Quando a senhorita retornou, seu trabalho estava cumprido, apenas a ajudou a carregar suas compras e foi embora sem despedir-se.

Reformas da Vila (D):

Outro dia de trabalho, apesar de ser relativamente fácil comparado à vida semi-militar que levava antes de realmente tornar-se um "militar", estressava profundamente o jovem rapaz. Que buscava no seu vício em cigarros uma maneira desesperada de relaxar e esquecer qualquer outro assunto. De qualquer forma, caminhava pelas ruas da ilha flutuante de Iwagakure, um cigarro entre os dentes e uma cara fechada diferenciava esse garoto entre os outros de sua idade.

Talvez por seu porte físico mais avantajado, escolheram-no para o trabalho de reformas. Tudo que tinha que fazer era empilhar entulhos, transportar materiais e de vez em quando pintar algumas paredes, nada muito complicado, mas que de certa forma exigia alguma força. Começou por transportar alguns materiais de uma ponta a outra da vila, usando um carrinho de mão que se sobrecarregava de peso, as barras chegavam a quase entortar, mas o rapaz parecia não ter um esforço muito grande para carregá-la, usando algumas manhas, claramente. Depois da pilha de materiais ter sido distribuída pelos arredores em construção, sua presença foi requisitada para remover alguns entulhos que estavam bloqueando a estrada. E lá se ia o garoto mudo, com seu carrinho de mão e uma pá presa nas costas. Acoplou o carrinho de mão no canteiro e colocou-se a colocar a terra e pedras dentro do carrinho, fazendo pelo menos umas três viagens um pouco longas dali até o lugar onde estava-se despejando o "lixo" da obra.

Depois de ter terminado as poucas viagens, com suas costas já doloridas. Acendeu outro cigarro, já que seu último havia acabado. Dirigiu-se a parte mais central da vila, onde as obras mais pesadas haviam se encerrado e restava-se agora pintar muros. Deixou seu carrinho e pá no lugar onde os buscou para outra pessoa utilizá-lo e trocou-os por um rolo de tinta e um balde, todo branco mesmo, nada particularmente bonito, queria apenas acabar logo tudo aquilo, afinal não possuía senso de estilo algum e muito menos ligava pra isso. A única ordem que recebeu, aos gritos inclusive, foi de "pinte em apenas um sentido", mas pelo amor de Deus, quem grita com um mudo? O rapaz já estava com os nervos a flor da pele com uma vontade enorme de explodir a parede que acabaram de construir, mas isso não seria nada bom para trabalhos futuros, então relevou. Terminou seu trabalho e caminhou de volta para casa, todo manchado de tinta e sujo de terra, mas quem liga pro mudo, né.

Status:
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CH 200
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Vilarejo Atual

Re: Umas missões avulsas. - em 30/12/2016, 19:42

Certo. (?)
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