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Alvorecer
Arco 04
Ano 17 DG
Verão
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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BisKath#0666
XXXXX
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[FILLER TIME-SKIP] SEIJUKU WH8n2pf

Jokerzinha
Tokubetsu Jonin
Jokerzinha
Vilarejo Atual
[FILLER TIME-SKIP] SEIJUKU WH8n2pf

[FILLER TIME-SKIP] SEIJUKU - Publicado Qua 20 Jul - 11:06

SEIJUKU

HP: 1450/1450 | CH: 1450/1900| ST: 00/06
“A primeira vez que ouvi falar do fim do mundo, ele ainda não fazia muito sentido para mim; de modo que meus pensamentos vagavam por minhas pequenas memórias e por meus conhecimentos reduzidos daquela época, tentando buscar algo com que eu pudesse comparar e usar como referência do que era o mundo e como seria o seu fim. Para muitos, o que vivemos atualmente significa que o fim do mundo se aproxima;

Estamos realmente vivendo vivendo um dos piores modos de vida, indiscutivelmente inaceitavel; pessoas que se deixam levar pela raiva e o ódio, desrespeitando os corpos daqueles que tiveram suas almas levadas por Jashin, ou até mesmo humilhando aqueles seguidores que ainda permaneciam em nosso meio, mesmo falando que querem a paz eles disseminam o ódio. Como alcançaremos a paz se o sentimento que prevalece nos humanos é a maldade? Esse modo de vida já está trazendo cruéis e irredutíveis consequências e deixando suas marcas na história do mundo shinobi.

Mesmo que eu concorde, em partes, que esse momento se parece muito com um possível final do mundo, as memórias de todos lutando lado a lado em busca de um bem maior invadem minha mente; naquele momento não importava se eram de vilas diferentes ou se algum dia já foram inimigos, todos trabalhavam em equipe para salvar aqueles que necessitavam de nossa ajuda. Se todos se unissem sempre assim, deixando suas diferenças e desavenças de lado, o mundo estaria em paz. Milhares de famílias ainda teriam seus familiares por perto e esse clima de luto, ódio e medo não estaria pairando por todo o mundo.

O dia em que cheguei em casa, depois da grande batalha onde a aliança shinobi, na minha opinião, teria sido derrotada, deixando que metade da população mundial morresse, Uzui e Shinobu me esperavam aflitos, ansiando por notícias. Ao me verem claramente estavam aliviados, tudo o que tinham ficado sabendo era sobre o desastre que tinha acontecido, das milhões de vidas que foram ceifadas, fazendo com que a preocupação comigo os deixassem ainda mais afoitos. Naquele dia, aquele céu com tom carmesim havia dado lugar ao sol que agora voltava a brilhar tentando aquecer o coração da humanidade. Aquele dia eles se mostraram felizes, deixando, por um curto espaço de tempo, que a felicidade e o alívio por eu estar bem se sobressaíssem em meio a todo aquele luto e medo que sentiam pelo mundo.

Os meses foram se passando lentamente até que viraram anos, nesse tempo eu continuei seguindo em frente, treinando e me esforçando como sempre. Se eu quisesse fazer a diferença tinha que me esforçar mil vezes mais do que já me esforçava, ainda mais quando as memórias daqueles dias voltavam em minha mente, elas serviam como combustível para que eu continuasse a buscar ainda mais forças, querendo ser mais útil em futuras ameaças que com certeza iriam aparecer.


A noite a pouco tinha acabado de cair, Nezuko fechava seu diário e o encarava por alguns segundos. A poucos dias tinha decidido começar a escrever suas memórias, sentia que aquilo seria de grande ajuda para sua saúde mental, assim poderia desabafar e expressar tudo aquilo que sentia. Logo pegou um pirulito na boca e o colocou na boca, mesmo depois de tanto tempo ainda nutria seu vício por aquele doce.

Poucos minutos depois a Chunin havia descido e logo conseguiu ouvir a coletiva de imprensa. Primeiro um homem começou a falar, se apresentando como King Bradley e apresentando as pessoas que estavam junto a ele. Infelizmente, por ser uma transmissão via rádio, a menina não conseguia ver os rostos dos que estavam ali presentes. Enquanto preparava seu lanche, escutava com atenção o que o homem falava sobre a Hydra, absorvendo o máximo de informação que pudesse. Pelos boatos que ouvia pelas ruas, sabia que dois integrantes desse mesmo grupo tinham feito a maior bagunça antes da noite mais escura chegar, e pelo que podia entender, o homem que agora falava na rádio tentava se desculpar pelo ocorrido.

Assim que a transmissão acabou, pôde ouvir batidas em sua porta e não tardou a ir ver quem era, largando seu lanche pronto em cima da mesa. Ao abrir a porta se deparou com um mensageiro que logo lhe entregou um pergaminho e ao abrir poderia ver que estava sendo convocada para uma missão em que teria que achar um nukenin responsável pelo assassinato do Senhor Feudal de um país menor, mata-lo e trazer o corpo do mesmo para Kumo para que posteriormente seja entregue aos conselheiros do país vizinho. Ainda de acordo com a carta, o nukenin era um ninja de elite da vila e não deveria ser subestimado.

A Hyuga rapidamente foi se arrumar e em menos de uma hora já estava partindo para o país onde o crime tinha acontecido. A chunin tinha que começar sua busca por algum lugar e lá seria o início. Foram poucos dias de caminhada e quando o sol estava se pondo novamente chegou ao seu destino e logo um dos conselheiros veio lhe receber.

-Boa noite, me chamo Nezuko Hyuga e fui enviada para tratar sobre o nukenin que cometeu esse crime brutal - a menina falava respeitosamente enquanto olhava para o homem de meia idade.

-Me chamo Fuyuki Watanabe. Peço que me acompanhe, os demais conselheiros nos aguardam - o homem falou e logo voltou a andar enquanto a menina o seguia.

Em poucos minutos ambos entraram por uma grande porta e logo a menina podia ver uma grande mesa retangular com sete lugares, com dois desocupados; três cadeiras estavam na direita da mesa, ocupadas por uma mulher e dois homens. As outras três cadeiras estavam do lado esquerdo, duas delas ocupadas por um homem e uma mulher e a outra vazia. A última estava no menor lado da mesa, oposto a porta, e era a cadeira mais detalhada e bonita da mesa, provavelmente antes era ocupada pelo Senhor Feudal que agora não estava mais presente entre eles. Assim que entraram, o conselheiro que a seguia logo ocupou o lugar vago na esquerda, deixando-a de pé na ponta livre da mesa.

-Como deve estar ciente, um Nukenin de Kumo veio nos causar problemas a poucos dias, devido a isso nossa Senhor Feudal está morto - a mulher da direita começava a falar - daremos alguns dias para que você o ache, queremos a cabeça dele ou então seremos obrigados a proclamar guerra contra Kumo e acho que vocês não querem um problema como esse agora, não é mesmo?

-Realmente não queremos guerra com ninguém, afinal, não só Kumo, mas o mundo tem passado por problemas tão grandes ultimamente, a última coisa que precisamos é uma guerra nesse momento. Eu trarei a cabeça desse Nukenin, você tem minha palavra - a Hyuga falava com convicção - preciso que me levem até o local onde tudo aconteceu, começarei a rastreá-lo desde já.

Não demorou muito para que a mulher a levasse até o quarto onde o Senhor Feudal tinha sido assassinado. O local ainda estava intocado, tirando pelo corpo que não se encontrava mais ali. Logo a menina começou a procurar pelo local à procura de algum rastro que o Nukenin pudesse ter deixado. Passou longos minutos analisando tudo por ali e caso conseguisse notar, veria que o mesmo teria deixado o local pela janela. Notando isso, a menina partiria dali pelo mesmo local enquanto ativava seu Byakugan. Antes de deixar a vila, questionou alguns guardas e cidadãos sobre o ocorrido, tentando formar um retrato falado do Nukenin e quando conseguisse uma descrição e soubesse quem era, partiria em busca do mesmo.

Sua busca durou alguns dias, o nukenin era realmente bom em não deixar rastros, o que dificultava um pouco o trabalho da menina, mas a menina continuava a procurá-lo incansavelmente, parando para descansar poucas vezes. Depois de muito esforço o teria achado em uma pequena vila. Era noite e a lua brilhava no céu, o mesmo estava sentado em um banco em um bar já vazio, restando apenas ele como cliente. A menina parou, de pé, ao lado direito do mesmo, sem encará-lo, a mais ou menos 30cm de distância.

-Quero um copo de água por favor - pediria para o garçom que logo tratou de se retirar para pegar o pedido da menina.

-Até que não demorou para me achar - repentinamente o Nukenin quebrou o silêncio que havia ficado, fazendo com que a menina sorrisse com o canto da boca.

-Podia me poupar esforço e se entregar logo. De qualquer forma você não vai sair com vida daqui - a menina responderia enquanto finalmente o olhava, seus olhos já tinham o Byakugan ativo, ela estava preparada e atenta para qualquer ataque que pudesse vir em direção a ela.

- Claro, claro - o homem falava depois de gargalhar, achando graça da fala da Chunin - vai ter que tentar me pegar então - e logo após terminar de falar, desferiu um soco com a mão esquerda em direção a cintura da mesma. Rapidamente a menina leva a mão esquerda em direção ao braço do rapaz, de baixo para cima, tentando alcançar o mesmo antes que sua mão encontrasse sua cintura, tentando empurrar, com toda sua força, o braço do mesmo para cima e impedi-lo de acertar o golpe.

Caso conseguisse se defender, viraria o corpo de frente para o inimigo ao mesmo tempo que desferia um golpe com a mão direita em direção a barriga do mesmo, com toda sua velocidade, e quando alcançasse o ponto desejado emitiria uma poderosa onda de chakra pela palma de sua mão, fazendo com que o mesmo voasse para trás (Hakke Hasangeki), batendo contra a parede do bar e fazendo com que a mesma rachasse. Rapidamente a menina formou uma bola giratória de chakra na palma da mão direita (Rasengan) e utilizando do Shunshin no Jutsu para aumentar ainda mais sua velocidade máxima, correu em direção ao inimigo estendendo a mão em direção ao mesmo e pouco antes de acerta-lo o Nukenin cruzou o braço na frente de seu corpo, criando um tipo de escudo de Doton que conteve a maior parte da força do jutsu da menina, mas não impedindo que o impacto fizesse com que ele abrisse um buraco na parede e fosse jogado para o lado de fora.

-Ei! Minha parede! - o garçom gritaria atrás do balcão.

-Não se preocupe, eu pago o prejuízo no final dessa batalha - a menina falaria enquanto saía pelo buraco em busca de seu oponente - e guarde esse copo de água, estarei com sede quando isso terminar.

Assim que seu corpo todo tivesse passado pelo buraco, seus olhos seriam capaz de ver o Nukenin desferindo um chute por cima, mas antes que a menina pudesse se defender o calcanhar do mesmo o acertaria nas costas, alguns centímetros abaixo do pescoço, fazendo com que seu corpo fosse jogado para o chão. Pouco depois de cair a menino se apoiou com as mãos no chão, levantando as pernas para cima, mantendo-as um pouco abertas e logo começou a girar, manipulando o ar a sua volta para criar lâminas de vento que eram disparadas em direção ao oponente, fazendo com que o mesmo se afastasse e quando o mesmo estivesse em uma distância segura ficaria de pé normalmente.

-Olha, para uma criança até que você é forte - o homem falava em um tom irônico enquanto tecia alguns selos para em seguida bater as palmas da mão no chão fazendo com que várias pedras fossem jogadas em direção a menina que rapidamente libera uma grande quantidade de chakra por todos os tenketsus e logo começou a girar, criando um escudo rotativo em volta dela, defendendo-se do ataqu (Hakkeshō Kaiten)

Os minutos iam se passando e a batalha continuava com ataques sucessivos, um atrás do outro, ao mesmo tempo que se defendia a menina atacava, assim como o Nukenin. Nezuko não podia negar que o homem era realmente forte, não que ela esperava que fosse diferente, afinal o homem era um ninja de elite antes de se tornar criminoso, era mais do que esperado toda aquela habilidade. Ambos pareciam estar se cansando, mas a menina se recusava a perder aquela luta, se não fosse capaz de derrotá-lo, não seria capaz de defender aqueles que eram importantes para ela no futuro.

- Vamos garotinha, você não tem capacidade de me derrotar, desista agora e eu deixo que saia com vida - o homem voltava a provocá-la com um sorriso irônico no rosto, parecia estar muito confiante de que sairia dali com vida. Antes que pudesse perceber a menina teria se aproximado a toda velocidade do mesmo e logo teria desferido um golpe, com ambas as mãos, em direção a ele, enviando uma poderosa onda de chakra simultaneamente com muita força para o oponente (Hakke Kūhekishō), fazendo com que o mesmo fosse jogado para trás e batesse com força em uma das árvores presentes ali.

-Se eu fosse você, falaria menos e lutaria mais, é a sua vida que está em jogo - a menina falaria logo após acertá-lo com o golpe. Sua expressão era séria, mostrando o quão estava levando aquela luta a sério.

-Certo, então vamos parar de brincar - o nukenin falaria enquanto se levantava e começava a correr em direção a menina.

Mais ou menos duas horas se passaram, Nezuko sentia seu corpo cansado, mas o homem parecia ainda mais cansado, sua velocidade e força já não eram mais as mesmas e em um descuido deixou que a menina se aproximasse novamente e com seu doujutsu visualizou um círculo de oito trigramas no chão, com o inimigo dentro do mesmo, e logo começou a atingi-lo com uma série de golpes, focando em atingir os tenketsus do mesmo para que pudesse fechá-los e impedi-lo de se mexer (Hakke Rokujūyon Shō)

-Eu falei pra levar a sério. Menos um criminoso no mundo - falava ofegante enquanto o olhava e pegava a Chakura Tō na bolsa de armas, concentrando chakra na mesma e em seguida desferindo um golpe na garganta do mesmo, fazendo com que o sangue começasse a escorrer e manchar o chão perto do bar. A Hyuga então voltou a guardar a arma em sua bolsa de armas e voltou para o bar, entrando pelo buraco que havia feito na parede.

- Muito obrigada por aguardar - falava pouco antes de pegar o copo de água e beber tudo de uma vez, matando a sede que sentia - bom, toma aqui como prometido; pelo estrago e pelo copo de água - enquanto falava, puxava uma bolsinha cheio de ryos e logo em seguida a colocava em cima da mesa e deixava o local, voltando para o corpo sem vida jogado no chão.

A menina então alugou uma carroça para poder carregar o corpo de volta para Kumo, demorando poucos dias para chegar na vila. Ao chegar foi diretamente para a sala do Raikage, deixando o corpo sem vida caído no chão bem em frente a mesa do mesmo, mostrando que sua missão estava cumprida. Ao se dispensada saiu do gabinete e voltou para casa, precisava de um longo banho para relaxar o corpo depois de tanta luta.

informações:

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Bloodlad
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Vilarejo Atual
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Re: [FILLER TIME-SKIP] SEIJUKU - Publicado Qui 21 Jul - 3:17


Situação: Aprovado
Considerações:
Recompensa: 1 Ponto em Ninshu, 1 Ponto em Combate, 100 Pontos de Status & 1 Missão Rank-B (solo) e suas recompensas comuns.