:: Mundo Ninja :: Mapa Mundi :: Sunagakure no Sato :: Centro da Vila
12 Anos Online
Alvorecer
Arco 04
Ano 16 DG
Inverno
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
... clique aqui para saber mais informações
Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
Angell
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Angell#3815
Indra
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
Biskath
BisKath é jogador do NRPGA desde julho de 2020, tendo encontrado o RPG por meio de pesquisas e começado a jogar nele, sem pausas desde então. É jogador de RPG desde 2013, mas o Akatsuki foi o primeiro de Naruto em que se aventurou. Apenas começou como moderador em abril de 2022, se dedicando as funções da moderação até se tornar administrador em julho do mesmo ano, auxiliando também na avaliação da área de criações. Fora do fórum cursa desenho, pois tem interesse em artes de forma geral..
BisKath#0666
XXXXX
XXXXX
Discord#1234

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Indra
Administrador
Indra
Vilarejo Atual
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 23/6/2022, 20:56


Narrador: Indra

SIDE EVENTO: O ÚLTIMO GOLPE

@Zireael

Um jovem Gennin de Sunagakure vinha correndo pelo deserto como podia, ignorando o céu avermelhado que se formava, chegando e invadindo o quartel general da vila, imediatamente alertando os Jounins responsáveis por designar missões aos ninjas da vila e também por escalar aqueles que ficariam responsáveis por protegerem a vila naquele turno.

- SENHOR, SENHOR! ACONTECEU UMA COISA TERRÍVEL! Meu time foi atacado por um grupo de mercenários enquanto estávamos voltando de uma missão. Somente eu sobrevivi... - disse ele, com lágrima nos olhos. - Eles estão vindo para Suna, e pretendem invadir a nossa vila. Enquanto eu me fingi de morto, deu para ouvir eles dizerem que irão tomar todo o dinheiro da vila. Por favor, precisamos fazer alguma coisa! - seguindo o exemplo das vilas que seriam invadidas, um grande alerta soaria, sendo decretado um toque de recolher na vila e a convocação de todos os shinobis que estavam em Suna para uma missão.

Rapidamente, todos os ninjas receberiam alguém em sua porta, avisando que eles deveriam ficar de prontidão em algum ponto estratégico da vila, de preferência perto do banco, caso alguma coisa desse errado. A partir daquele instante, Shirou teria que enfrentar a missão mais importante da sua vida, afinal o futuro de sua vila estava em jogo: se o cofre de Suna fosse roubado, Suna não teria mais recursos financeiros para suportar o que estava por vir. O Banco ficava no centro da vila, numa rua comercial onde haviam muitos prédios e comércios, mas pelo horário, estaria menos movimentado.

Spoiler:
Post 01/05

_______________________

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Scre1755
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) D6OFLEcOlá, Convidado, eu sou o Oblivion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
Vilarejo Atual
fire blacksmith

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 24/6/2022, 23:37

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) J0kvuwp
-
Batidas que não paravam mais, o som do metal contra metal, aço contra aço. À minha frente, uma grande bigorna negra; na mão esquerda, uma pinça segurando um lingote; e na direita, um martelo desgastado, firme em minha palma. A cada impacto desferido, um intenso choque acometia a minha cabeça, uma dor lacerante, uma angústia que, naqueles breves instantes, parecia infinda. Irrompiam lembranças de um tempo distante, quando eu, imerso nas chamas daquele fatídico inferno, caminhava sem rumo pelas ruas incendiadas do vilarejo, resignado com o momento de minha morte. Enquanto as faíscas caíam pelos flancos da bigorna, as lembranças do fogo infernal se amontoavam em um círculo incandescente; e em seguida, num grandioso leque vermelho e branco, um símbolo que constantemente invadia meus pensamentos desde o dia que descobri as raízes de minha linhagem. Seria aquele o brasão de minha família? Um emblema que carregava morte e destruição? O que aquelas memórias queriam me mostrar? Essas perguntas, ou melhor, essas perturbações, eram constantes, tal qual os golpes que eu aplicava, pouco a pouco, no lingote diante de meus olhos. Os lampejos ardentes crepitavam ainda mais, ao passo que as memórias se fortaleciam no meu íntimo. Até que, de súbito, uma forte batida me despertou daquele momento de abstração e pôs fim àquela minha passageira sessão de tortura.

— Ei, ferreiro. Você mesmo. — Uma sombra grande projetou-se através da entrada da forjaria junto a uma voz forte num tom preocupante. Arregalei meus olhos na direção do som e pude contemplar o sujeito em sua totalidade: um homem forte, corpulento, trajado em vestes de cores beges, típicas dos shinobi da areia, e protegido por um turbante esbranquiçado que velava, inclusive, seu pescoço. Tinha um semblante carrancudo, pouco receptivo, eu diria. — O que você quer? — Interpelei o indivíduo como se exigisse uma rápida explicação do motivo daquela interrupção. O homem, por sua vez, arqueou as sobrancelhas e se aproximou de mim, projetando sua silhueta intimidante. — Seu merdinha, não tá vendo a correria lá fora? Tem um grupo de mercenários se preparando pra atacar a vila. Pelo que foi falado, eles querem roubar o banco central, e o quartel convocou todo mundo por causa disso. — Rapidamente, ele me olha de cima para baixo. — Mas parece que você não vai ser grandes coisas. Se quiser pode continuar com esse seu trabalho medíocre, não vai fazer falta lá fora. — Em seguida, o sujeito se afasta, atravessando o átrio e fechando a porta com um puxão. Entretanto, sua voz grossa ainda podia ser ouvida através das janelas em um tom abafado. — Se quiser ser útil ao vilarejo, fique próximo ao banco. Alguns dos nossos já se posicionaram nas linhas de frente e nos entornos da aldeia. Precisamos de mais gente para atuar como nossa última defesa. Isso é tudo.

Após ouvir a repreensão histérica – e desnecessária – daquele homem, simplesmente resolvi largar o que eu estava fazendo. Estaria mentindo se eu não tivesse sido incentivado pela arrogância daquele sujeito. Ainda assim, havia uma verdade que eu deveria me preocupar: o vilarejo estava em vias de ser invadido e, por mais que eu atuasse como um ferreiro, eu também era um shinobi graduado. Outrora eu havia sido deixado de lado na convocação para a incursão contra as forças jashinistas; contudo, desta vez, eu havia sido chamado, ou seja, eles contavam comigo. A vila precisava de mim, e eu faria tudo para defendê-la do mal que estava chegando. Depressa, deixei de lado o martelo, a pinça, o lingote e a bigorna, e rapidamente parti da forja. Do lado de fora, haviam muitos shinobi e poucos civis – o que indicava ter ocorrido um possível toque de recolher assim que sobreveio a notícia da invasão. Pelo sentimento de urgência, os ninjas saltitavam de cá para lá, subindo nos prédios empunhando suas espadas e facas kunai. Alguns outros carregavam estrelas ninjas gigantes, e outros mais avançavam de mãos vazias, prontos para realizarem selos e conjurarem suas técnicas poderosas. Quanto a mim, comecei a correr em direção ao banco localizado na área central do vilarejo, bastante próximo de minha forja. Eu chegaria no meu destino em pouco tempo e, agora, restava escolher onde eu poderia assumir a minha posição.

Parado de frente para o banco, com os olhos cravados nos arredores e no céu iluminado pela lua vermelha, um edifício chamaria a minha atenção. Dentre todas as construções naquele quarteirão, haveria uma, à exceção do próprio banco, que se ergueria soberana. Ali, certamente, me seria garantida uma visão privilegiada dos entornos – ou ao menos era o que eu esperava.
— Vou até lá. — Disse baixinho assim que escolhesse o maior dos edifícios, começando a correr – sem usufruir de minha velocidade máxima – na sua direção. Enquanto isso, concentraria o chakra na sola de meus pés, fazendo-os ultrapassar os calçados. A técnica ninja aprendida na academia de Sunagakure pretendia me fazer escalar a construção, o que me levaria rapidamente até o topo sem grandes dificuldades caso não houvesse nenhum impedimento. Alcançando-o, seria a hora de aferir as redondezas, dispondo da visão de todo o quarteirão. — Perfeito. — Diria, concluído o meu posicionamento em defesa ao ataque invasor. Em breve, os mercenários chegariam, e eu precisava ficar pronto para enfrenta-los. Acerca disso, algo veio em minha mente. Realizando os selos de mão necessários e em seguida levando o polegar direito até a boca e mordendo-o levemente, provoco um pequeno corte e lanço a palma da mão ao solo, confeccionando um punhado de marcações negras que fariam alçar uma tênue cortina de fumaça. Dela, uma pequena sombra apareceria e, assim que a fumaça se dispersasse, seria possível ver a imagem de uma raposinha de pelagem amarela e vermelha. — Ei, Inari-chan, como vai? — Disse, agachando na direção da pequenina.

— Já faz um tempo, Emiya-kun. Então, qual o problema? — A voz doce da raposa alcançou meus ouvidos como uma melodia suave, ainda que houvesse uma leve nuance de indelicadeza, como se ironizasse que eu sempre a chamava quando me encontrava com problemas. Ela também pareceu estranhar o honorífico pelo qual eu a havia chamado, mas deu de ombros. Enquanto isso, sua volumosa cauda balançava para os lados e por vezes esbarrava no meu rosto, me fazendo cócegas. — Tem um grupo de mercenários invadindo o vilarejo, e eles vão chegar até nós caso os outros não consigam detê-los. Preciso que você confira os arredores para antecipar seus movimentos. Consegue fazer isso? — A raposa, imediatamente, assentiu com um aceno de cabeça, e seus olhinhos pareceram brilhar em meio à penumbra. — Está bem, consigo. Deixe-me concentrar. Vou avisar caso encontrar algum grupo suspeito se aproximando daqui ou espreitando nos arredores. — Disse ela, parando o balançar de sua cauda e acionando suas habilidades sensoriais. — Obrigado, Inari-chan. Ficarei ao seu lado por enquanto para ouvir o que tem a dizer. Quando eu sair daqui, tente atrair alguns deles com aquele seu assovio, sabe? Depois disso, pode ir embora se for a sua vontade. — A raposa concordou novamente, mas dessa vez nada falou. Por fim, ergui a minha postura e lancei meu olhar para o horizonte, precisamente em direção ao portão do vilarejo onde se encontrava o grande desfiladeiro de falésias. A estranha lua carmesim estampada no céu e a imensidão de nuvens negras eram apenas um detalhe em meio àquele cenário apocalíptico que havia se formado no vilarejo. Agora, imerso no caos, restava aguardar o que Inari teria a dizer; ou então aguardar pelo pior.

Considerações:
Descrições:

HP: 500/500 CH: 950/950 ST: 0/5
Inari HP: 500/500 CH: 400/400 ST: 0/0
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Indra
Administrador
Indra
Vilarejo Atual
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 25/6/2022, 20:26


Narrador: Indra

SIDE EVENTO: O ÚLTIMO GOLPE

@Zireael

O método de invasão usado pelos mercenários que se aproximavam de Sunagakure no Sato seria igual a que seria feita em outras vilas, mas havia uma grande diferença: uma tempestade de areia se aproximava de Suna, sendo produzida por shinobis com habilidades de ocultação. Isso fazia com que a visão dos shinobis da Areia que faziam a proteção das muralhas fosse prejudicada, sobrando para os que tinham habilidades sensoriais para localizar o grupo que se aproximava.

Os mercenários se aproveitavam disso para invadir Suna por cima, usando uma nuvem de areia para passar por cima dos muros, a 50 metros de distância do solo, que era guiada para dentro do vilarejo. A nuvem descia em cima do banco, que estava protegida por uma dúzia de shinobis, mas os mercenários estavam em vinte. Um combate começaria do lado de fora, enquanto um sexteto invadia o banco, fazendo os funcionários que estavam lá dentro como reféns. Dois deles saiam do salão principal e um dos caras utilizou do Rasengan para abrir o cofre.

Do lado de fora, a tempestade de areia continuaria, enquanto os mercenários, após derrotarem os mercenários, cercariam o banco e fariam os funcionários de reféns em frente a porta do banco, prontos para matá-los caso qualquer um de Suna se aproximasse.

Spoiler:
Post 02/05

_______________________

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Scre1755
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) D6OFLEcOlá, Convidado, eu sou o Oblivion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
Vilarejo Atual
fire blacksmith

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 26/6/2022, 23:47

— Isso não é bom, Emiya-kun. Uma grande massa de chakra está se aproximando... Me parece que têm humanos dentro dela... eu consigo senti-los. — Disse a raposa nitidamente concentrada em sua tarefa. — Está vindo dali, olhe! — A cauda felpuda arrepiou em direção ao céu, ao mesmo tempo que os pequenos globos oculares de Inari se voltaram para o céu rubro-negro. Eu acompanhei o olhar, e logo pude avistar uma estranha tempestade de areia, um acúmulo de poeira desértica que parecia trilhar um caminho no formato de uma grande nuvem. Embora a raposinha tivesse dito que haviam pessoas ali dentro, eu não conseguia ver nenhuma através daquela densa camada de areia que se agitava em meio ao ar. — Não consigo ver nada, ninguém. Tem certeza que têm pessoas dentro dessa nuvem? — Eu não conseguia acreditar nisso, mas Inari reforçou a sua fala. — Sim, tenho certeza. Há pelo menos vinte humanos escondidos ali. — No instante em que a raposa terminou suas palavras, o acúmulo de areia parou no ar. A nuvem estacionou exatamente no alto do edifício que eu deveria proteger: o banco do vilarejo; e não demorou para começar a descer em direção ao solo e, no percurso, cobrir toda a construção. No topo do prédio em que me encontrava, eu já conseguia sentir os pequenos grãos esbarrarem em minha face como um aviso singelo: aquela era, de fato, uma tempestade poderosa.

Eu não conseguia ver nada dentro da tempestade, contudo, Inari me informava acerca da situação.
— Uma batalha começou. Os doze humanos que antes protegiam aquele prédio agora estão lutando com os humanos que desceram da nuvem de areia. — A raposa tomou fôlego, e prosseguiu na narrativa. — Seis deles conseguiram entrar naquela construção e abordaram alguns outros humanos que estavam lá dentro. Estão conduzindo-os para fora agora... parece que eles foram capturados. — As orelhas da raposa remexiam junto a sua cauda, e sua fala demonstrava um pouco de preocupação. — Então eles fizeram reféns... certo, continue, Inari-chan. — A raposa prosseguiu. — Dois dos humanos que invadiram o prédio agora estão em outra sala, isolados. O chakra de um deles está oscilando... — A raposa fez mais uma breve pausa. — Ele deve estar tentando abrir o cofre. Só pode ser isso. — Lancei a hipótese, uma vez que o sujeito poderia estar tentando destruir as blindagens com alguma técnica. Num instante, a cauda da raposinha parou de se mexer, e a atmosfera mudou completamente. Não conseguia mais ouvir os sons de antes, apenas gritos de agonia. — A batalha acabou. Os doze humanos que defendiam o lugar foram derrotados... perdi a assinatura de alguns deles. Os humanos capturados foram todos colocados à frente do prédio, e agora os quatorze humanos invasores estão do lado de fora, parados em uma única direção. Isso é tudo. — A preocupação nas palavras de Inari havia aumentado. Até mesmo eu estava tenso com a situação que havia se desenrolado no interior da tempestade de areia.

— Obrigado pela ajuda, Inari-chan. Parece que estamos em uma enrascada. — De fato, nos encontrávamos em maus lençóis. Contudo, uma estratégia estava se encaixando em minha mente como as peças de um quebra-cabeças, ainda que pressionado por um dever agir, uma pressão inigualável que estimulava meus instintos heroicos. Os reforços chegariam em breve, mas eu não podia esperar por muito mais tempo. Imediatamente, uno as mãos em um selo e separo as origens de meu chakra em duas. Através de uma suave fumaça esbranquiçada, surge uma réplica minha, um clone das sombras idêntico que já tinha em mente o que deveria ser feito. Por sua vez, a cópia tece outro selo; e agora, a energia empregada lhe cobre da cabeça aos pés, velando-o numa camada de chakra que conseguia esconder não somente o seu corpo, como também o seu cheiro. Prontamente, os pés do clone envolveram-se por uma delicada camada de chakra, e logo se ataram às paredes do prédio em que nos encontrávamos. Ele desceu até o solo lentamente, pisando com cuidado até alcançar o chão e alcançando, por fim, as proximidades do campo de batalha. — Ei, Inari-chan. Seria de grande ajuda se você conseguisse atrair os invasores com aquele seu assovio. Mas espere meu clone se aproximar dos reféns, certo? Leve os mercenários para um lugar um pouco distante. — Disse, esboçando um leve sorriso. — Com todo prazer. Será fácil enganá-los, mas fique pronto caso alguns deles venham até nós. — A raposa soltou uma leve risada, certamente confiante de suas próprias habilidades.

O clone pretendia se mover silenciosamente através da tempestade, passos calmos, cadenciados. Seus olhos estavam parcialmente fechados, tendo em vista o amontoado de poeira e grãos de areia que voavam até seu rosto; embora ainda conseguisse ter uma boa visão do que se encontrava a sua frente. Mesmo que ocultado pela técnica de invisibilidade, a réplica julgava ser difícil que algum dos quatorze mercenários conseguisse notar a sua presença – ou qualquer coisa minimamente camuflada – em meio àquele caos provindo da tempestade desértica. Além disso, os mercenários precisavam estar muito atentos à um lugar específico, por onde todos olhariam indiscriminadamente à espera de novos oponentes. Sendo assim, acreditando nessa hipótese, o clone optou por chegar por uma das laterais daquela área, penetrando na técnica inimiga em direção aos reféns. Assim que os encontrasse, permaneceria parado, aguardando pacientemente os assovios de Inari. E eles vieram. Um assovio, dois três... E muitos mais. Os sons tinham a intenção de ecoar por todo o quarteirão, por toda a vizinhança, tentando atrair a atenção de cada um dos quatorze mercenários. Caso algum deles se aproximasse o bastante do prédio que eu e Inari nos encontrávamos – cerca de quinze metros de nós –, eu teceria um selo de mão e conjuraria esferas flamejantes na quantidade certa para acertar quem estivesse chegando, mediando a força explosiva da técnica para não provocar um tumulto exagerado. Enquanto isso, assim que a área dos reféns ficasse limpa – ou que os mercenários se dispersassem e se distraíssem dos prisioneiros –, o clone anularia a sua invisibilidade e abordaria os reféns, gesticulando para que eles o acompanhassem até uma área longe dali, em um lugar visivelmente seguro dos mercenários. A minha forja, provavelmente, seria um bom lugar para isso.
— Tem alguém vindo! — Diria Inari caso alguém se aproximasse, avaliando o campo de batalha com as suas habilidades sensoriais.

Considerações:
Descrições:

HP: 500/500 CH: 350/950 ST: 1/5
Clone HP: 000/000 CH: 350/450 ST: 0/0
Inari HP: 500/500 CH: 375/400 ST: 0/0
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Indra
Administrador
Indra
Vilarejo Atual
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 27/6/2022, 19:18


Narrador: Indra

SIDE EVENTO: O ÚLTIMO GOLPE

@Zireael

Usando de uma estratégia extremamente inteligente, o jovem Emiya conseguiu invadir o banco e, de uma certa maneira, levar os reféns para longe dos bandidos. A melhor saída seria pelos fundos, onde eles poderiam sair sem serem vistos. O gerente do banco conhecia bem o caminho, então tratava de guiar os outros para longe dali. A saída dos reféns do banco faria com que os shinobis sensoriais de Suna ficassem alertas, pois poderiam partir para o banco sem riscos de ferirem inocentes.

Porém, a ilusão terminava imediatamente, e os mercenários logo perceberam que se trava de um só cara. - Fim da linha para você, seu merdinha! - disse um dos mercenários. Seis três deles cercavam o rapaz no salão principal, quando de repente outros cinco chegavam. Antes que eles o atacassem, um quarteto de shinobis de Suna chegava, sendo um deles usuário de Jiton. Da sua cabaça, uma grande quantidade de areia saia, enquanto um dos mercenários também liberava a sua areia de ferro, começando assim uma luta frenética.

- Não pense que vai escapar da gente, fedelho! - bradou um dos mercenários, a quinze metros de distância dele, realizando selos manuais rapidamente e lançando uma quantidade massiva de água na direção do garoto, o suficiente para tirá-lo de onde ele estava e o jogá-lo contra uma parede do lado oposto da sala, o que poderia gerar muitas dores de coluna, além de ossos quebrados.

Spoiler:
Post 03/05

_______________________

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Scre1755
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) D6OFLEcOlá, Convidado, eu sou o Oblivion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
Vilarejo Atual
fire blacksmith

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 27/6/2022, 23:07

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) 2uGnide
-
Meu clone foi rápido e eficaz em sua tarefa. Após a distração criada por Inari, a réplica se esgueirou para o interior do banco e encontrou os reféns sem muitas dificuldades. Ela desfez sua ocultação e se apresentou brevemente para os prisioneiros, e em seguida recebeu a inteligente recomendação de um deles para que seguissem aos fundos do recinto, onde supostamente haveria uma saída segura e discreta. E assim foi feito. Todos acompanharam os passos do clone e do gerente sem nenhuma reclamação, e em poucos segundos todos saíram do prédio e deixaram o campo de batalha tempestuoso. No fim, ele levou todos para a forja, alguns minutos de distância do banco, mas logo o clone retornaria em direção ao banco com sua máxima velocidade. Felizmente, eu e Inari – que nos encontrávamos acima do prédio de outrora – não fomos abordados por nenhum dos mercenários aturdidos pelos assovios, o que fez com que eu tomasse uma iniciativa nesse meio-tempo. — Agora é a minha chance, Inari-chan. Se quiser, já pode ir embora. — Avisei, dando a chance para que a raposa partisse. Ela balançou a cabeça em reprovação e sua voz meiga acertou meus ouvidos. — Nada disso, Emiya-kun! Eu também irei, afinal, o que seria de você sem mim? — A raposa então salta até meus ombros e me faz sentir uma breve sensação nostálgica, um curioso arrepio que eriçou os meus cabelos. — Tem razão... será como naquele dia. — Disse, preenchendo a sola de meus pés com chakra e descendo do prédio rumo à tempestade de areia. Inari aparentava estar agarrada em meu pescoço como um cachecol de veludo.

No fim das contas, aquela tempestade era realmente poderosa. A cada passo que eu dava na direção do amontoado de pó e areia, eu precisava cada vez mais semicerrar os meus olhos para ver o caminho adiante. Mesmo assim, depois de alguns segundos de caminhada, meu corpo finalmente se encontrou coberto por aquele mar de grãos desérticos. Então, guiando meus passos até o banco, ultrapassei a porta principal e adentrei a construção sem cerimônias. De repente, Inari se sacode nos meus ombros, tomando nota daquilo que conseguia ler com suas habilidades sensoriais.
— Essa não... alguns dos humanos conseguiram se libertar da ilusão! — A raposa me avisou, e eu, que já me encontrava no salão principal, virei em direção à porta e aguardei a chegada dos inimigos. E eles chegaram. Eram inicialmente seis mercenários, todos eles com os semblantes inconformados por terem sido enganados; depois, outros cinco apareceram, e todos reviravam seus olhos à procura dos prisioneiros. Por sorte, todos os reféns já haviam sido libertados e levados para longe. Imediatamente, um dos mercenários tomou a frente e clamou injúrias em meu nome, ensandecido. Eu permaneci calado, com punhos em riste, aguardando a inciativa de algum deles. Agora, era apenas eu e Inari contra todos aqueles bandidos... ou não. Subitamente, mais alguns indivíduos surgiram no campo de batalha: quatro ninjas de Sunagakure. Um deles carregava uma grande cabaça em suas costas e conseguia manipular a areia nela contida. — Ataquem! — O shinobi da cabaça gritou, e seus companheiros se lançaram contra os mercenários.

Os bandidos se dispersaram para entrar em um confronto contra meus aliados; entretanto, um deles permaneceu à minha frente, me fitando de cima a baixo como se estivesse pronto para me matar. A distância que nos separava era de aproximadamente quinze metros, por isso, eu teria que ser rápido em minha atitude. O que eu deveria fazer? Sem dar tempo para que eu pensasse muito, o inimigo rapidamente teceu selos de mãos. Na expectativa que ele conjurasse um ninjutsu àquela distância, eu imediatamente comecei a concentrar o chakra em minhas mãos, um possante acúmulo de energia que rotacionava veloz em sentidos randômicos. A energia tomaria uma cor azulada em pouco tempo, e em seguida cresceria em grandes proporções, superando inclusive o tamanho da palma de minha mão. Sem hesitação, um intenso jato d’água seria lançado, cruzando o ar até mim como uma flecha mortal. Com a máximo de minha velocidade, eu ergueria o braço na direção do jato, tentando acometer toda aquela água com o poder da grande esfera azul que brilhava através de minha palma. Eu esperava que o poder do meu Ōdama Rasengan pudesse superar em muito o da ofensiva inimiga. Ainda que isso fosse o bastante para me defender, eu simultaneamente correria – em velocidade máxima – até o mercenário, na intenção de fazer a esfera espiral se chocar contra ele e causar-lhe grandes danos.

Enquanto isso, o meu clone retornaria até o banco, superando mais uma vez a tempestade. Adentraria o lugar pela entrada dos fundos, um acesso que descobriu graças ao gerente que havia salvado no outro momento. A réplica não perderia tempo: teceria um só selo de mão e começaria a correr através do banco, aumentando a sua velocidade em muito ao passo que tentava descobrir o paradeiro dos outros dois mercenários daquele grupo – que provavelmente estavam tentando superar a blindagem do cofre para roubar o montante de ryōs. De volta ao campo de batalha, caso o meu inimigo se encontrasse derrotado, seria a vez de ajudar os meus aliados de Sunagakure. Mais uma vez, juntaria as mãos em uma dança de selos e conjuraria dez esferas flamejantes com aspectos fantasmagóricos. As flâmulas, em sua máxima velocidade, seriam direcionadas até os dez inimigos restantes, mirando, sobretudo, o peito de cada um deles. Apesar de estar inserido em uma situação crítica, o poder contido nas esferas seria acautelado; tendo em vista que elas poderiam atingir um dos ninjas da Areia caso o inimigo conseguisse se esquivar ou, ainda, poderia atingir as fundações da construção do banco e leva-lo à ruína. No fim, Inari continuava em meu pescoço, tensa em meio àquele caos momentâneo.
— Preciso procurar pelos dois humanos restantes... — Ela disse em um tom baixinho, mas audível por estar próxima de meus ouvidos.

Considerações:
Descrições:

HP: 500/500 CH: 345/950 ST: 2/5
Clone HP: 000/000 CH: 345/450 ST: 0/0
Inari HP: 500/500 CH: 375/400 ST: 0/0
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Indra
Administrador
Indra
Vilarejo Atual
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 28/6/2022, 21:30


Narrador: Indra

SIDE EVENTO: O ÚLTIMO GOLPE

@Zireael

O movimento do protagonista tinha sido extremamente furtivo e bem executado, desde a retirada dos reféns do local como também o ataque contra um dos mercenários, que tentava lhe atacar com uma técnica Suiton. Porém, os outros mercenários conseguiam escapar do seu ataque, rapidamente colocando-os em suas vistas. Um deles, a 30 metros do garoto, criou cinco estacas de areia de 30 centímetros, que partiam em direção a ele a 15m/s, visando atingir os seus órgãos vitais.

Seria quando o clone do rapaz encontraria os dois mercenários, mas logo seria destruído por um ataque furtivo de um deles, que apareceu atrás dele em alta velocidade, cravando a espada em seu peito. Ao verem que se tratava de um clone, eles não perderam tempo e encheram as malas de dinheiro, fugindo e chegando a passar pela sala principal, enquanto os merceários abriam caminho para que eles pudessem fugir. Se eles conseguissem sair do banco, seria quase impossível capturá-los.

Spoiler:
Post 04/05

_______________________

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Scre1755
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) D6OFLEcOlá, Convidado, eu sou o Oblivion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
Vilarejo Atual
fire blacksmith

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 29/6/2022, 12:05

A primeira de minhas ofensivas havia se concluído com êxito. A esfera espiral gigante facilmente sobrepujou o avanço do jato d’água que vinha em minha direção, defendendo-me e, em seguida, se direcionando ao inimigo através de minha rápida aproximação. Eu o acertei em cheio, guiando o Ōdama Rasengan ao peito do adversário e lançando-o aos ares. Arremessado, ele atravessou todo o salão para então colidir com uma parede e, por fim, vir a desfalecer. — Um a menos. — Eu disse, cerrando o punho enquanto sentia um leve formigamento na palma da mão que outrora conduzia a bola azulada. O meu outro ataque, por outro lado, não foi tão eficaz. Após realizar os rápidos selos manuais, as lamparinas fantasmagóricas surgiram ao meu redor num instante. No outro, após mais um selo, elas direcionaram-se cada uma para um dos mercenários que continuavam de pé no campo de batalha, com a intenção de acertá-los em cheio e ajudar os meus aliados. Contudo, todos os bandidos conseguiram prever a aproximação das chamas, se esquivando e criando defesas com grande perícia. — Droga. — Resmunguei enquanto virava o rosto para outro mercenário. Ele estava furioso, e parecia querer me atacar. Estacas de areia se formavam à sua volta, com suas extremidades reviradas em minha direção. ”Ele vai me atacar”. Pensei, conformado com a situação.

Nesse meio tempo, o meu clone foi destruído subitamente. As experiências que ele havia vivenciado chegaram até mim no mesmo instante, e por isso, eu sabia que os dois mercenários já estavam às vésperas de roubarem todo o dinheiro do banco.
— O seu clone se foi, Emiya-kun. Os outros dois humanos estão voltando para cá, para este salão! — Inari reforçou a ameaça que havia se formado graças às suas aptidões sensoriais; entretanto, eu tinha uma ameaça maior para lidar no momento: as cinco estacas de areia. Antes que elas fossem lançadas, quando ainda terminavam de se formar no ar, foi a minha vez de pôr à prova o meu poder. Com os punhos fechados e com os olhos vidrados no meu oponente, liberei o poder que acometera meu corpo no passado, um poder corrosivo que manchava a minha carne na forma de difusas ondas negras. Antagonicamente, ainda que eu tivesse sido afligido por um leve dor que se propagava por todos os meus membros, eu sentia meus músculos mais potentes, rígidos, o que me garantia mais força e velocidade; para além de minha própria reserva de energia ter aumentado de súbito. Esta era a verídica manifestação da minha marca amaldiçoada. Cerca de trinta metros separavam a mim do meu inimigo. Em um movimento brusco, ele lançou as estacas conjuradas ao meu encontro, fazendo-as cortar o ar com grande rapidez como as flechas de um arqueiro.

Os silvos ecoaram através do salão principal do banco, um alerta de que precisava fazer alguma coisa agora ou então seria fatalmente acertado. Assim, usufruindo do máximo de minhas capacidades acrescidas pela maldição, comecei a correr pelo recinto, saltando e executando acrobacias para que eu pudesse desviar de todos os ataques desferidos a mim. A intenção principal era me esquivar de todas as cinco ofensivas, correndo para a minha direita e tentando não entrar no caminho de meus aliados – uma vez que as estacas poderiam os acertar acidentalmente.
— Eles estão vindo! Os dois humanos restantes! São aqueles ali! — Caso a esquiva se mostrasse acertada, Inari – que se mostrava concentrada com seu Kanchi, me avisaria da chegada da dupla – e sua cauda que antes se enroscava em meu pescoço apontaria na direção dos dois indivíduos que haviam surgido no salão. Os demais mercenários pareciam abrir caminho para a dupla enquanto eles corriam para o lado de fora, para a tempestade, e eles carregavam grandes malas supostamente abarrotadas de dinheiro. Tecendo mais um selo manual, aumentei ainda mais a minha velocidade máxima graças ao Shunshin no Jutsu e parti em direção aos dois, ignorando os demais mercenários. Se eu conseguisse os alcançar, tentaria segurar no ombro de um deles, para, em seguida, saltar sobre o mesmo e lançar seu corpo – com o ápice de minha força – contra o outro mercenário, na intenção clara de tentar derrubar os dois de uma só vez e cessar aquela fuga. Se a ofensiva fosse eficaz, me posicionaria para proteger as malas que caíram, com os punhos em riste e pronto para continuar a batalha.

Considerações:
Descrições:

HP: 475/500 CH: 1040/950 ST: 3/5
Inari HP: 500/500 CH: 375/400 ST: 0/0
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Indra
Administrador
Indra
Vilarejo Atual
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Original

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 29/6/2022, 18:53


Narrador: Indra

SIDE EVENTO: O ÚLTIMO GOLPE

@Zireael

Naquele banco que guardava quase todo o dinheiro de Suna, uma grande batalha se formou. Aquele jovem Chuunin talvez não imaginasse qual era o grande plano por trás daquilo, mas poderia deduzir que era algo tão grandioso, para mover todos os ninjas da sua vila para proteger um único local. Felizmente, ele conseguia, de certa forma, frustrar os planos dos mercenários ao derrubá-los no chão, os afastando das bolsas cheias de dinheiro. Antes que os mesmos pudessem fazer algo, um grupo de Jounins de elite entrou no local, cercando todo o local.

- Acabou a palhaçada, senhores. Entreguem-se imediatamente, ou então sofrerão com o poder da Areia. - avisou um dos líderes do bando, que tinha uma imponência tão grande que imediatamente os mercenários abaixaram as suas armas. Um dos shinobis de Suna que viu toda a cena anterior se aproximou do protagonista, dando dois tapinhas de leve em seu ombro.

- Bom trabalho em derrotá-los, rapaz. - agradeceu, quando os mercenários se ajoelhavam no chão, entregando as suas armas e sendo presos imediatamente. Todos os shinobis de Suna ali seriam ouvidos e depois convocados para o Quartel General da vila. Eles poderiam notar que a tempestade de areia logo cessou, e eles poderiam andar pela vila livremente.

[...] - Os mercenários presos nos deram informações muito interessantes sobre tudo o que houve. - disse o jounin interrogador no meio do pátio central do QG de Suna para todos os shinobis que estavam ali reunidos. - Descobrimos que eles planejavam roubar todo o dinheiro da vila para nos causar uma grande falência, e que eles tentarão fazer as mesmas coisas nas outras grandes nações. Eles foram enviados para cá por um dos arautos do Pastor, chamado de Kobayashi Ren. A todos vocês, espero que saibam que fizeram um ótimo trabalho. Obrigado, senhores! - agradeceu, liberando todos para irem para as suas casas.

Spoiler:
Post 05/05

_______________________

[Side Evento] O Último Golpe (Suna) Scre1755
[Side Evento] O Último Golpe (Suna) D6OFLEcOlá, Convidado, eu sou o Oblivion.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
Vilarejo Atual
fire blacksmith

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado 29/6/2022, 20:20

A dupla de mercenários foi habilmente derrubada; eles foram lançados ao chão sem oferecerem nenhuma resistência, tudo isso graças à força desumana provinda da maldição do céu. As malas de dinheiro também caíram, mas logo eu tomei uma posição para defendê-las dos demais mercenários que se encontravam ao redor. — Venham! — Exclamei, ao passo que Inari grunhiu como um animal selvagem. Estávamos prontos para tudo. Entretanto, antes que os demais mercenários pudessem fazer algo, dezenas de indivíduos invadiram o espaço de repente. Todos eles trajavam as vestimentas características dos shinobi de Sunagakure, um conjunto bege com calças negras. Um deles eu já conhecia: era o homem de antes, que me abordou na forja e me incentivou – com palavras rudes – a defender o banco dos invasores. Ele olhou para mim de relance, mas me ignorou completamente. Um dos líderes daquela tropa tomou a frente e vociferou em direção aos mercenários, ordenando que eles se rendessem. E assim foi feito. Obedientes, todos os bandidos se ajoelharam e entregaram as armas que utilizavam, bem como foram presos um a um pelas algemas trazidas pelos Jōnin da Areia. Nesse ínterim, deixei que o meu poder amaldiçoado se esvaísse de meu corpo, e as ondas negras em minha pele logo foram sugadas pela marca que havia em minha nuca.

Um dos shinobi que antes havia lutado ao meu lado se aproximou e tocou no meu ombro, me congratulando pela minha atuação.
— Eu apenas fiz o que tinha que ser feito. — Respondi, levemente afetado por uma dor de cabeça. Me distanciei do rapaz e segui para o lado externo do banco, percebendo que a tempestade de outrora havia sumido. Os demais ninjas que haviam sido derrotados pelos mercenários se encontravam estirados no chão – a maioria deles com ferimentos graves, outros com ferimentos mais leves. Todos precisavam de cuidados médicos, e por isso, eu os ajudei um a um a se direcionarem ao centro hospitalar de Sunagakure. — Agora que acabou, irei partir, Emiya-kun. — Inari, em meu ombro, voltou a se manifestar. Sua cauda felpuda balançou e me fez leves cócegas em meu pescoço. — Certo, certo... muito obrigado pela sua ajuda, Inari-chan. Pode ter certeza que vou chamar mais vezes para que me ajude. — Brinquei, esboçando um leve e sincero sorriso. A raposa não pareceu curtir a ideia. — Nada disso! Existem outras kitsunes, sabia? Da próxima vez, trate de chamar outra raposa! — Ela exclamou, rapidamente juntando as patinhas e se desfazendo em fumaça, sumindo. — Obrigado, Inari. — Agradeci, ainda que a raposa já tivesse partido. O sucesso da minha empreitada havia dependido inteiramente dela, e eu sabia bem disso.

Horas depois eu estava no quartel general de Sunagakure. O lugar abafado e pouco iluminado moldava uma atmosfera soturna, incrementada ainda mais pelas palavras retumbantes do ninja interrogador no centro do espaço. Segundo o próprio, aqueles mercenários vieram à Areia para roubar o banco do vilarejo e causar um grande prejuízo econômico, uma ação ousada, mas que traria grandes frutos para os jashinistas, para quem eles trabalhavam. Também foi dito que os bandidos fizeram as mesmas invasões nas demais vilas ninja, tudo isso à mando de um dos arautos do Pastor, chamado de Kobayashi Ren.
— Arauto do Pastor... Kobayashi Ren... — A alcunha e o nome do sujeito martelaram a minha mente no instante que a reunião havia terminado. Eu saí do quartel general, retornando à forja em passos lentos enquanto pensava na situação do mundo. Algo estava acontecendo, à começar pela lua sangrenta que brilhava no céu. Finalmente, ao chegar na ferraria, os reféns que meu clone havia salvado se encontravam escondidos no interior do recinto, e quase fui acertado por um martelo que um deles apanhou na estante. — Ei, ei! Sou eu! Acalme-se! A invasão já acabou, podem sair. — Disse, e fui recebido por uma chuva de agradecimentos. Logo após a saída de todos, sentei-me na bancada principal e senti a dor de cabeça aumentar. — O que será essa dor? — Me perguntaria, deitando a cabeça na mesa enquanto tentava descansar um pouco.

Considerações:
Descrições:

HP: 475/500 CH: 950/950 ST: 2/5
Conteúdo patrocinado
Vilarejo Atual

Re: [Side Evento] O Último Golpe (Suna) - Publicado