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12 Anos Online
A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
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Bloodlad
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[CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 3/5/2022, 02:48


Narrador: BLOODLAD

TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI.

@Heavy




ㅤㅤO gabinete da Pedra estava movimentado naquele fim de tarde. Há pouco um investigador havia entregado ao Tokujo responsável pela distribuição de missões um relatório sobre três assassinatos a sangue frio na parte leste do vilarejo. Os suspeitos eram um casal, um homem de vinte e seis anos que os investigadores não conseguiram descobrir se era versado nas artes ninjas ou não e sua companheira de vinte e dois anos, essa com certeza tinha treinamento como kunoichi, sendo uma formanda da academia de Iwagakure e tendo um posto de genin. O investigador ainda acrescentou que o casal se conhecia há apenas seis meses, e que nos últimos dois o relacionamento tinha se intensificado. As três vítimas eram civis, camponeses lavradores da parte rural da vila. Os corpos ainda continuavam desaparecidos.

ㅤㅤ– Nós achamos que eles desovaram esses corpos ou então os esconderam. – Jakarta, o tokujo responsável ditava para os quatro genins que ali o escutavam. O investigador se mantinha à suas costas. – A primeira missão de vocês quatro é encontrar e recuperar o corpo das três vítimas. Eles são cidadãos da Pedra, e merecem pelo menos um velório e um enterro digno perante a essa barbárie. – Jakarta era um jovem patriota, fiel a Pedra e a seu kage, Darkon, o qual ele detinha grande admiração e respeito. – A segunda missão é capturar os dois bandidos. Não temos informação sobre o primeiro sujeito, mas sobre a garota sabemos que ela era uma aluna da nossa academia então a patente dela é a mesma que a de vocês. – Lançou para os quatro genins esperando que eles fossem suficientemente capazes de concluir a caçada pelos casal de criminosos.
ㅤㅤ– Só isso? Esperava que essa missão fosse mais difícil. – Hosk, um dos genins desdenhou da tarefa.
ㅤㅤ– Sim, Hosk, você é um genin. Não posso lhe passar missões de ranks mais elevados. Você ainda não está apto. Aproveite que Ryugan é um genin novato e mostre sua experiência para ele. – Jakarta havia sido totalmente sincero e objetivo naquela frase, sem nenhum intuito de troça ou escárnio, mas Hosk odiou ouvir aquilo. Fez uma feição tão odiosa que se avançasse em direção a jugular do tokujo não surpreenderia ninguém.
ㅤㅤ– Bom, isso é tudo. Vão em direção aos portões da cidade, já que suspeitamos que eles vão tentar passar por lá disfarçados. – Ordenou.


ㅤㅤNo relatório entregue a cada um era dito que provavelmente o casal tentaria passar pelos guardas disfarçads de mercadores que por isso todos ali deviam ficar atentos as características mais caricatas e suspeitas. Se usassem a velocidade máxima todos os quatro chegariam aos portões às dezoito e treze da noite, se não às dezoito e quarenta e um. A movimentação no vilarejo era mediana, com cidadãos e ninjas andando pelas regiões adjacentes ao grande portão principal e só.


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 3/5/2022, 13:24

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O dia completamente monótono abraçava meu corpo de forma genuína. Estava inerte, faziam alguns longos minutos olhando pela janela do pequeno apartamento todo o movimento na periferia da Pedra. Não aguentava mais treinar, não aguentava mais ouvir sermões de meu pai ou de lembrar daquela mulher que fez tanto a minha vida quanto do meu coroa mudar de uma hora pra outra. Mas, com toda certeza, estava farto de levar uma vida pacata.

A tarde monótona se quebrou graças a duas secas batidas na porta de madeira do apartamento. Talvez fosse meu pai voltado do trabalho mais cedo, o que seria um tanto quanto estranho pra ser sincero. — Já vou. — afirmei, andando vagarosamente não direção da porta, abrindo a maçaneta sem nenhuma pressa. Pude ver um ninja a poucos metros de distância de mim, portando a bandana da Pedra e carregando consigo uma espécie de pergaminho.

Ryugan? — me indagou, sendo respondido com um simples movimento de cabeça, consentindo. — Você está sendo convocado. Tem meia hora para aparecer no Gabinete do vilarejo, procure pelo senhor Jakarta. — e, da mesma forma repentina com que apareceu, sumiu, deixando uma densa fumaça para em encobrir o próprio rastro. Sorri de forma genuína, acreditando ser a oportunidade perfeita para quebrar o tédio que rondava minha mente.

Não tardei em juntar os armamentos mais básicos na bolsa ninja, alocando-a na cintura, em fácil acesso caso necessário. Busquei a bandana mas, ao contrário dos ninjas normais da aldeia, me contentei em deixá-la escondida embaixo do casaco de pele acinzentado. Com todos os preparativos selecionados, fui de encontro ao Gabinete apontado pelo ninja.

Ao chegar, vislumbrei por alguns meros segundos a grandiosidade da construção. Por mais que tentasse focar em encontrar o homem apontado pelo ninja, não pude deixar de notar a arquitetura do interior do local. Se a parte de fora já mostrava a imponência da construção, a parte de dentro mostrava a riqueza que metade, ou a grande maioria da população da Pedra sequer teve a oportunidade de ver, em toda sua existência.

Não demorei em me juntar ao grupo de Genin’s escolhidos a dedo para participar da missão que, aí que tudo indicava, seria mais uma espécie de investigação de um crime hediondo. Estranhei o fato de suspeitarem terem devorado os corpos, mas ignorei o detalhe e segui prestando atenção nas determinações do Jakarta.

Ser citado por ele como novato fazia com que os olhares se voltassem a mim e, apesar de não ser acostumado com situações assim, preferi ignorar e analisar o outro integrante rosnar feito um cachorrinho, suplicando por uma missão de nível mais alto. Meu semblante a todo estante mostrava determinação, afinal, sendo ou não uma missão de nível baixo, sendo ou não fácil, só o sucesso permeava os meus pensamentos.

Li o relatório entregue por um dos assistentes de forma tranquila, buscando analisar toda e qualquer informação que talvez tivesse passado batido pelos outros. Mercadores? Pensei, imaginando que seria difícil distinguir os criminosos de simples mercadores. Decidi ir de encontro ao portão com minha velocidade máxima, buscando chegar o quanto antes, afim de ter uma vantagem, por mais pequena que fosse, em relação aos criminosos.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 5/5/2022, 17:45


Narrador: BLOODLAD

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@Heavy




ㅤㅤOs quatro ninjas não hesitaram em utilizar suas velocidades máximas para alcançarem o portão da Pedra em alguns minutos. Tal como esperado várias carroças, carrocinhas, carruagens e outros meio de transportes de alimentos e itens - em geral de consumo alimentício - passavam de dentro para fora e de fora para dentro da grande entrada de Iwa.

ㅤㅤEra difícil identificar dois suspeitos naquela multidão de pessoas, quase todas vestidas de maneiras semelhantes, com trajes comuns de civis. Ryugan perceberia um casal que caberia bem dentro das especificações dadas em seu relatório. Uma mulher por volta de uns cinquenta anos, meio corcunda e com um lenço enrolado em sua cabeça. Seu marido tinha um chapeu de palha que fazia sombra em sua cabeça, além de roupas simples. Ambos empurravam a carcaça de uma carroça - uma tábua de madeira de três metros com duas rodas posteriores - em direção ao portão do vilarejo, com um pano cinza escuro cobrindo os itens que eles carregavam ali.

ㅤㅤUm dos guardas pararia o casal e lhes indagaria sobre o conteúdo que transportavam. Se Ryugan, que fora o único a estranhar tais ninjas, quisesse intercepta-los para fazer perguntas ou investiga-los aquele seria o momento ideal. Eram apenas vinte e seis metros que separava o garoto do casal de camponeses, mas que estranhamente pareceria uma distância maior.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 11/5/2022, 22:47

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Chegar ao portão principal se deu de forma fácil, muito por causa da decisão em ir correndo do Gabinete da Pedra até lá por cima dos telhados das casas e afins espalhadas por todo o extenso vilarejo. Pude notar o grande movimento sem ao menos de fato estar na rua principal, mas ignorei todas aquelas pessoas, afinal, o foco inicial era chegar ao portão o quanto antes e assim fiz.

O colossal portão chamou minha atenção de imediato ao chegarmos lá, visualizando também as diversas carroças, como também os diversos transeuntes tanto saindo quanto entrando no vilarejo. Apesar de tentar diferenciar um casal de criminosos do restante, ver que a maioria, para não dizer todos utilizavam praticamente as mesmas vestes dificultava e muito minha intenção.

Mantive minha motivação, apesar da dificuldade, observando todos ao meu redor, inclusive os guardas inspecionando cada carroça que entrava e saia do vilarejo naquele momento. Foi então que um casal, semelhantes ao descrito por Jakarta, guardada as proporções, empurrando uma carroça aparentemente bastante desgastada pelo tempo, formada por uma única tábua de madeira como também duas rodas grandes, além de um pano acinzentado sobre o material que levavam.

Olhei para os outros ninjas que foram incumbidos de realizar a missão junto à mim. Aparentavam estar focados em outras pessoas e sequer desconfiaram do casal. Resolvi investigar, por mais que não conseguisse respostas nenhuma, precisava começar a agir. Minha distância pro casal não parecia tanta e, tendo em vista o guarda lhes parando, fui com velocidade moderada na direção deles.

Apesar de andar vagarosamente, notei com o passar do tempo a dificuldade em chegar neles, talvez a distância fosse ainda maior do que eu havia imaginado serem pouco mais de vinte ou trinta metros. — Mas que porra. — disse, levando a destra sobre a testa, enxugando o suor que começava a dançar sobre minha pele parda.

Continuei por mais alguns minutos, reparando na placa de um dos estabelecimentos ali próximos. Já havia visto aquele letreiro uma ou duas vezes anteriormente, conforme tentava chegar no casal. — Será que existem três lojas iguais na mesma rua? Seria burrice, não? — sussurrou, desconfiando da situação. Inicialmente, tentou andar mais alguns passos, olhando para trás, mais especificamente pro letreiro da loja.

Andei mais um pouco, suficiente para ver mais uma vez o mesmo letreiro. Parei, lembrando da época da academia e, apesar de não ter sequer aptidão com técnicas ilusórias, pude lembrar de um dos vários métodos de quebra que o sensei havia ensinado. Por meio de uma aposta, retirei a kunai da pequena bolsa ninja localizada na cintura, realizando um rápido corte na palma da mão canhota, em uma tentativa de quebrar a ilusão, caso realmente aquilo fosse uma.  

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 14/5/2022, 04:54


Narrador: BLOODLAD

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@Heavy



Ryugan acabou por perceber que havia sido vítima de um genjutsu, colocado estrategicamente pelos dois fugitivos, tal como sugerido no relatório lido por Jakarta.

Quando se livrou da ilusão o genin não conseguiu mais encontrar o casal, que aproveitou da distração para passarem pelo portão e pelo guarda da Pedra. Se corresse talvez o garoto pudesse contar a situação para um dos sentinelas, dar os detalhes dos dois fugitivos e então perguntar para onde foram. Se conseguisse ser eloquente e rápido o suficiente poderia quiçá alcançar os dois vigaristas ladrões de corpos, mas eram variáveis demais para se ter certeza.

O casal de ladrões, agora a um quilômetro e meiodo portão, estavam se movendo na velocidade de quatorze metros por segundos. O lugar onde estavam era cercado por rochas e rochedos, topografia típica dos arredores de Iwagakure e um ótimo lugar para uma fuga, pois tinha bastante obstáculos naturais.

Se o garoto da Pedra conseguisse alcança-los encontraria um terreno irregular e cheio de pedras de tamanhos variados. Se se movesse na velocidade igual a dos criminosos jamais os alcançaria. Com um ponto acima em velocidade, conseguiria se aproximar mas levaria um pouco mais de tempo para cobrir a desvantagem inicial de um quilômetro e meio, podendo abrir espaço para uma eventual armadilha por parte dos inimigos. Com dois pontos acima em velocidade Ryugan chegaria em dois minuto e vinte segundos segundos no encalço do casal.

No caso de uma demora (um ponto acima em velocidade), o menino de cabelos escuros encontraria um desfiladeiro estreito e repleto de pedras redondas com cem metros de comprimento e que ligava um rochedo ao outro.

No caso de ser extremamente rápido (dois ou mais pontos acima), o menino encontraria depois do desfiladeiro os dois bandidos correndo com os corpos nas costas. Percebendo a chegada dele, o homem ficaria para para-lo enquanto a mulher seguiria com os dois corpos na velocidade de quatorze metros por segundo.

O homem sacaria um arco e flecha das costas e tentaria alvejar Ryugan, com uma saraivada de seis flechas, que seriam lançadas simultaneamente na velocidade de vinte e dois metros por segundo e em formação horizontal para aumentar sua área de ação. Em uma das flechas estava acoplado um selo explosivo que ocasionaria uma explosão de dez metros de raio e levantaria uma fumaça por oito segundos, atrapalhando a visão do genin.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 19/5/2022, 17:53

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A dor me fez perceber o inevitável. Ao olhar, após me auto-mutilar, na direção de onde o casal suspeito deveria estar, nada encontrei, a não ser pelo guarda que havia os parado. Não podia guardar forças, minha intuição dizia muito sobre aqueles dois, principalmente após ter que quebrar uma ilusão. Corri na direção do sentinela, sem exitar.

Ele se assustou ao me ver ofegante, por ter percorrido quase trinta metros em questão de dois segundos ou um pouco mais. — Aque… aquele casal, por que deixaram eles saírem sem ao menos vasculhar o conteúdo que o pano cinza escondia, ou ao menos fazer algumas perguntas pertinentes. — arfei um pouco conforme indaguei o sujeito que, sem entender bem, mostrou desdenho perante minha preocupação, mas ainda assim me respondeu. — Por simplesmente não serem suspeitos, ué. Desde quando preciso me justificar à um mero Genin? — a resposta ríspida me fez franzir o cenho de imediato. — Só aponte para qual lado eles foram. — usando da mesma falta de educação, ordenei e por mais relutante que ele parecesse, apontou na direção onde supostamente o casal havia escolhido partir.

Por mais que uma pequena parte do meu subconsciente duvidasse da informação dada pelo sentinela, ignorei a desconfiança ao ver minha forma, principalmente os braços, mudarem de imediato. Um tom acinzentado tomou conta de boa parte do meu corpo, mas não totalmente. A esclera do meu olho esquerdo transformou-se em um tom amarelado, conforme o que a circunda se transformou em um tom enegrecido. Os braços, na nova forma, rasgaram as mangas do casaco quase que na altura dos ombros. — Desculpe por usar isso tão cedo, pai. — sussurrei, lembrando brevemente de minha mãe e toda insanidade que acometia o corpo dela ao acessar tais habilidades.

Não obstante, sabendo que se não fosse rápido o suficiente para interceptar a fuga do casal, colocaria tudo a perder, acumulei uma ínfima quantia de energia elemental, vendo uma espécie de armadura cintilante tomar conta de todo meu corpo transformado. Com um sorriso no rosto, corri de imediato na direção apontada.

O caminho tortuoso se deu por incontáveis rochas e rochedos, até me deparar com um enorme e profundo desfiladeiro. Pulei pela enorme fenda, conseguindo acessar o outro lado de um jeito relativamente fácil. Correndo mais alguns segundos, pude ver, ao longe, o casal correndo com o que parecia ser dois corpos sobre as costas.

O homem parou na intenção de me interceptar, puxando uma espécie de arco, com algumas flechas já em mãos. Lançá-las na minha direção não demorou sequer um segundo, mas, por conta da grande velocidade proporcionada pela transformação e armadura, além da nossa distância, cogitei ter tempo para transformar meu braço direito em uma espécie de escudo circular, com cerca de um metro de circunferência. Sentir as flechas rebaterem contra o escudo tirou um breve riso de minha face, mas escutar a explosão decorrente de uma delas fez um fumo denso tomar conta do meu entorno, atrapalhando consideravelmente minha visão.

Por mais que a fumaça me impedisse de ver um metro a minha frente, levando em consideração a posição inicial do homem, me movi em máxima velocidade, transformando o escudo em uma longa lâmina afiada. Conforme corria, fitei ele ainda parado, a poucos metros de distância. Próximo o suficiente, tentei executar uma canelada visando acertar o membro inferior direito dele como também, me aproveitar da brecha que o primeiro ataque causaria para girar sobre meu próprio eixo, em trezentos e sessenta graus, visando cortar o abdômen do alvo por inteiro em um golpe horizontal.    

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 25/5/2022, 03:22


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@Heavy



As flechas inimigas foram todas interceptadas pela manipulação corporal de Ryugan, que logo assustou o fugitivo, não só pelo homem jamais ter visto algo daquela natureza como também por ser um processo grotesco.

A fumaça causada pelo explosivo acoplado a flecha foi suficiente apenas levantar uma pequena cortina de fumaça, mas não de impedir ou proteger o oponente que se viu alvo da manipulação de Ryugan. Porém, graças a fumaça o homem conseguiu suas duas espadas na cintura e se movimentar alguns metros de sua posição anterior, o que faria Ryugan errar a primeira investida, mas agora que o garoto tinha visão do inimigo era natural que tentasse novamente o golpe.

A lâmina advinda da manipulação de Ryugan e as duas espadas do oponente se chocariam, e com a força levemente superior do genin uma das katanas trincaria, mas manteria-se inteira. Ambas então seriam redirecionadas para o abdômen do garoto, em um corte transversal duplo bem no momento em que o menino encaixaria sua canelada na coxa do oponente, que iria cambalear para o chão de dor, e então usaria sua força para rolar para longe de Ryugan, sempre com a espada em posição defensiva, de forma que seria plenamente capaz (se pudesse acompanhar) de interceptar e se defender de outros golpes físicos de seu oponente.

Enquanto arrastava-se no chão e rolava dois papeis bombas caíram de sua bolsa ninja, algo perigosíssimo, mas que ele enxergou como uma oportunidade ativando os dois (10 metros de raio de explosão) a queima-roupa, e arriscando queimaduras de primeiro grau em sua própria pele mas ao custo de erguer uma enorme nuvem de fumaça de 20 metros de raio, negra e completamente intransponível que se somaria a já tênue nuvem de fumaça anterior, tornando o âmbito com visão praticamente nula.

Os sons dos explosivos ecoariam pela floresta e a fumaça daria a ele mais algum tempo, e talvez alguma sorte...

Com sua espada ainda posicionada tentou se levantar, apontando-a para frente aguardando seu inimigo.


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 28/5/2022, 15:07

 

O barulho cintilante das duas espadas se chocando contra minha manipulação foi suficiente para retirar um breve riso de minha face ao sentir uma das lâminas trincar ao contato com minha manipulação corporal. Consegui, muito por conta da velocidade semelhante, perceber a tentativa irrisória do criminoso em antecipar minha canelada, utilizando ambas as espadas que serviram de defesa. Mimiquei o movimento do homem, colocando meu braço em forma de lâmina na intenção de interceptar o golpe dele. Novamente, as espadas se chocaram contra a manipulação mas, desta vez, minha força não aplicou qualquer efeito nas armas, sendo suficiente apenas para me defender enquanto que a canelada acertava em cheio a coxa dele, vendo em sua própria face a dor agonizante do impacto do golpe.

Ao ver ele cair no chão gritando de dor, hesitei por alguns meros segundos, sendo suficiente para que o criminoso conseguisse rolar evitando que eu chegasse perto, utilizando sua força e velocidade para isso. A cena causou certa estranheza, apesar de compreender e entender que o homem estava improvisando na intenção de se manter vivo contra um monstro, literalmente. Segui-lo seria semelhante a um felino caçar sua presa, entretanto, sequer vi vantagem nisso. Com a limitação na velocidade e nos movimentos dele imposta pela canelada, prendê-lo seria uma questão de tempo, não fosse um novo fator determinante para o desenrolar da luta.

A explosão veio de forma devastadora. Tive tempo, graças à grande velocidade provinda do Senninka, de moldar em ambos os braços, agora juntos sobre a minha face, um escudo maior que a minha própria estatura. A explosão foi contida de forma fácil, até, mas o que veio após ela tirou completamente a minha vantagem. O fumo denso tomou conta do meu entorno completamente, ocultando a fuga do criminoso. ‘’Merda.’’ Minha vontade era explodir tudo, caso eu pudesse eu tivesse habilidades que me permitissem isso.

Pensei de forma rápida em como lidar com todo o fumo, na tentativa de encontrar o homem que se escondia feito um rato. Fiz mais um molde em meu corpo, desta vez, criando diversos buracos sobre toda a extensão dos dois braços. A canalização de chakra nesses buracos se deu de forma rápida, criando pequenas explosões ao passo que eu girava, algumas vezes, sobre meu próprio eixo, na intenção de criar uma pequena força contrária ao vento ao meu redor e consequentemente na fumaça, tentando dissipá-la por conta da força das explosões.

Ao passo em que a fumaça se dissipava de forma gradativa, vi no término do último giro o homem à minha frente, portando apenas uma espada, a cerca de dez metros ou um pouco mais. Sua postura era interessante. Por mais que ele tivesse com uma das pernas inutilizada, mostrava não querer se render em momento algum. Sorri, utilizando de uma técnica semelhante ao molde de outrora, criando pequenos buracos sobre minhas costas. Antes de ativá-los, ativei uma outra espécie de armadura cintilante, tomando conta de todo meu corpo. Por fim, os buracos criaram novas explosões, potencializando em muito a velocidade de meu movimento.

Corri na direção do homem, transpassando os poucos metros de distância entre nós em questão de milésimos de segundos, se é que fosse possível contar. Próximo o suficiente, dois socos focados na lateral do sujeito seriam executados, visando acertar o braço esquerdo dele, talvez inutilizando-o por conta da paralisia provinda do elemento caso conseguisse acertar. Além dos dois socos, mais um movimento, independente do sucesso do anterior, visando acertar o pescoço dele com a faca da mão destra, dessa vez, na tentativa de desmaiá-lo, além de aplicar paralisia por conta do elemento, caso conseguisse acertar.

HP: 470/475 | CH: 325/575 | ST: 02/04 | CH (Senninka): 300/300


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 30/5/2022, 18:35


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@Heavy



O movimento giratório de Ryugan começou a catalisar em espiral a fumaça erguida pelas explosões do jashinista, que naquele momento encontrava-se ao chão, com queimaduras severas na própria pele, mas ainda em posição defensiva. Quando Ryugan moveu-se em sua direção tudo o que pôde fazer foi erguer sua katana a frente do corpo, movendo-a levemente na direção que o ataque do genin viria, uma ação simples mas extremamente fundamental para sua sobrevivência. O golpe de Ryugan então o acertou em cheio, partindo sua espada em dois e atingindo suas laterais, por estar sob o efeito do Raiton todo o corpo do ladrão tornou-se imóvel.

M-maldito... — Pigarreava ensanguentado. — Olha só pra você, sua aberração. Jashin irá te atormentar eternamente no inferno, desgraçado! — Amaldiçoava o garoto.

A despeito dos protestos e da algazarra do ladrão de cadáveres, à Ryugan restava completar sua tarefa, prendendo o ninja e o levando a justiça da Pedra e do Tsuchikage Darkon. Completamente paralisado o homem era um alvo fácil.

Ele tentaria se debater, através de espasmos contidos, mas seu sistema nervoso estava completamente paralisado e não o obedecia deforma satisfatória.

AAAAAAAAAAAAAA. — Gritava. — AAAAAAAAAAAAAAAAA DESGRAÇADO! — Seus gritos eram ouvidos por toda a floresta. — SÓ UM! FUI DERROTADO POR UM ÚNICO NINJA!? — Falava tão alto que suas cordas vocais poderiam explodir a qualquer momento.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 31/5/2022, 00:07

 

Novamente, a mesma sensação de outrora, com meu corpo se chocando contra a lâmina do criminoso trouxe um êxtase momentâneo ao meu corpo. Não somente pela espada dele ter sido finalmente sobrepujada por minha força, como também pelo meu golpe com a faca da mão aberta acertar o corpo do alvo, de forma lateral, entretanto, suficiente para exercer o poder do relâmpago sobre ele. O que veio após tirou um riso fácil de meu rosto, afinal, o rato finalmente havia sido pego pela ratoeira.

Por mais que ele tentasse se mover, sequer conseguia. — É, talvez eu realmente seja um monstro. — respondi de forma breve e calma os gritos do criminoso que me chamava de monstro muito por conta de minha linhagem, de forma parcial, ativada. — Pelo menos não estou matando inocentes por aí, como se a vida não valesse de nada. — sussurrei, retirando uma simples kunai de minha hip-pouch conforme escutava mais palavras sem sentido vindas dele.

Ele continuava gritando, me chamando de monstro e parecendo que iria me matar até mesmo pelo olhar. Dessa vez, pareceu mais uma praga sendo rogada contra minha pessoa do que qualquer outra coisa. ‘’Jashin?’’ O nome me causou estranheza. Tentei buscar em meu conhecimento básico, para não dizer chulo, sobre entidades presentes no nosso mundo, mas falhei miseravelmente. — Se ele não ficar com medo da minha natureza familiar, tudo bem. — o tom sarcástico tomou conta da minha fala, seguido de uma breve e sincera gargalhada.

Tendo boa parte da missão concluída, ao conseguir capturar o sujeito que continuava esperneando e tentando se mover, com alguns leves espasmos no corpo, porém, de forma irrisória, pensei em duas opções. ‘’Posso levar ele ao vilarejo, entretanto, não conseguirei achar os corpos e sequer a dupla dele. Ou então, talvez questioná-lo sobre a localização dos corpos. Na pior das hipóteses, irei interrogá-lo usando ameaças.’’ O plano traçado foi suficiente para que eu fizesse meu chakra elemental ressoar sobre a lâmina metálica da kunai, tomando em seguida todo o corpo da arma.

Aproximei a ponta da kunai de forma lenta na bochecha esquerda do homem que tentou, mais algumas vezes, se debater. — Respire, amigo. — segurei a face dele com força pelo queixo com a mão nua. — Preciso saber onde estão os corpos e a sua parceira de crime. — busquei ser contundente, mantendo a arma em contato com a pele dele como forma de intimidação. Ele riu da minha intenção e aparentemente sabia que eu não teria coragem de rasgar a pele dele por meras informações.

Fiquei alguns segundos encarando os olhos dele, com a mesma postura e a kunai ainda sobre a pele dele. Minha outra opção seria buscar informação por outros métodos. Olhei ao meu redor rapidamente, analisando a pequena floresta próxima de nós. Percebi algumas águias voando acima das copas das árvores, me lembrando do quão próximo eu era dos animais e como eles poderiam me ajudar na busca por informações. — Que seja. — recitei, utilizando o cabo da kunai com intenção de chocá-lo contra a testa do criminoso e, graças ao choque do golpe, fazê-lo desmaiar.

Independente do sucesso, ainda me aproveitando da falta de mobilidade dele por conta da eletricidade em todo o corpo, busquei levantar o braço esquerdo para o alto, esperando que um dos animais pousasse nele. Caso conseguisse, pediria para que ele me concedesse informações sobre a mulher que conseguiu fugir com um corpo nas costas e, caso não fosse o suficiente, pediria para que juntasse mais algumas águias para localizá-la.

HP: 470/475 | CH: 325/575 | ST: 01/04 | CH (Senninka): ???/???


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 3/6/2022, 02:06


Narrador: BLOODLAD

TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI.

@Heavy



Os gritos ecoantes do homem seguiram sem rumo pela floresta, com os pássaros fugindo do local. Estava acabado, derrubado e sem forças para reagir, restava-lhe gritar, e assim fez. Muitos gritos, resistentes e relutantes em aceitar a derrota para um jovem como aquele, um moleque, e nem os músculos de Ryugan podiam mudar sua feição de imberbe.

Não vou dizer nada! Pode me matar! — Parecia desesperado, mas acima de tudo, furioso.

A paciência do menino infelizmente chegou ao fim quando percebeu que nada conseguiria saber sobre os corpos através daquele homem. Bateu com o cabo da kunai tão forte na cabeça do homem que o desmaio dele foi instantâneo.

Os pássaros haviam visto o par do ladrão, carregando os corpos, mas as informações que eles podiam dar eram limitadas, pois seus intelectos eram inferiores. Precisaria tornar ao ambiente para pensar no que fazer.

À sua volta agora, árvores, uma floresta densa e de baixa luminosidade, dúvidas e três corpos para recuperar. O tempo que levara interrogando o ladrão de cadáveres só servira para estressa-lo, então sentiu seu corpo dormente, mas em especial sua perna. Ela estava tão dormente que mal conseguiu sustenta-lo de pé, fazendo-o cair ao chão.

Deitado sobre as folhas percebeu o inacreditável; três agulhas senbons, tão finas como fios de cabelo. As três furaram sua perna em locais específicos e milimetricamente calculados, em nervos e artérias que fizeram o membro não só dormente mas inutilizável. Se tentasse retirar alguma delas, sentiria uma dor lancinante, pois as armas atingiram seus músculos, veias e artérias.

Acima de uma das árvores uma figura o observava, uma mulher, a vinte metros acima dele. Tinha a metade inferior do rosto coberta por uma máscara de ferro e onixe, cabelos escuros e curtos, trajes justos e negros com detalhes púrpuras, e uma katana embainhada na cintura. Ele sabia quem ela era pois havia lido o relatório da missão, além de que o canto de seus pássaros já haviam lhe dito.

Viu o corpo da mulher se desfazer em milhares de pétalas de flores, rosas e suaves e essas foram em sua direção, para envolve-lo e sufoca-lo. Estaria acabado se isso acontecesse, sufocado até a morte numa profunda escuridão silenciosa.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 5/6/2022, 16:10

 

Infelizmente pra mim, os pássaros não tinham nenhuma informação relevante de onde poderiam estar os corpos ou a mulher, parceira de crime do que estava em minha posse, desmaiado pela forte pancada aplicada com o cabo metálico de uma das minhas kunais. Confesso que não ter que escutar os gritos descontrolados que me desmereciam a todo instante vindos do homem me fazia conseguir pensar melhor em tudo o que havia acontecido e para onde eu deveria ir, na tentativa de completar a missão.

Se eu levar somente ele, sem os corpos ou a mulher, talvez eu ganhe algo e até mesmo o senhor Jakarta considere como um sucesso, entretanto, estarei longe de me sentir bem voltando de mãos vazias, ou quase isso. — Fitando o corpo do homem desmaiado, próximo a mim, tentei pensar nas possibilidades e em uma saída diferente, caso necessário. Somente franzir o cenho não era suficiente e, por mais que alguns mosquitos estivessem me incomodando, continuei, ainda que fazendo movimentos desconexos com os braços para espantar os sangue-sugas que cismavam em picar minha perna.

Com as preocupações e o tempo contra mim, não tive tempo de me atentar ao que havia picado minha perna e poucos segundos após sentir, já não conseguia mais controlar o membro, sendo forçado a sentar sobre o solo arenoso e algumas folhas verdes, próximo do homem desmaiado. Virei rapidamente a face para tentar ver o que tinha acontecido com minha perna, visualizando, por mais que o breu da floresta não permitisse muito, três agulhas próximas da dobra do joelho.

Que porra é essa… — E, antes que eu pudesse entender, procurei olhar a minha volta, principalmente pra cima, para tentar descobrir quem havia feito aquilo. Pude, então, ver o corpo da mulher que eu tanto procurava, mascarada, com uma espada ainda embainhada e trajes justos, enegrecidos, capaz de se camuflar no breu.

Tentei forçar minha perna para que conseguisse levantar, entretanto, não consegui. A dor agonizante veio quando eu reparei no corpo da mulher se desfazer em pétalas e vir ao meu encontro. Retirei uma das agulhas no processo, antes de ser atingido pelas pétalas, sentindo minha perna arder, como também algumas fisgadas, mas suficiente para que o que vinha ao meu encontro sumisse.

Por mais que a dor fosse quase insuportável, retirei as outras duas agulhas, sentindo ainda mais o membro queimar.  Não consegui me levantar, ainda assim e, buscando analisar a mulher, a mesma continuou parada, sobre a copa da árvore mais próxima, a quase vinte metros de altura.

Só me restava utilizar as manipulações corporais para tentar levantar e pôr um fim na situação. Ativei o Senninka uma vez mais, mas desta vez, mais potente, entrando na forma Completa, vendo minha pele mudar para uma cor amarronzada, uma marca enegrecida sobre meu nariz e diversas protuberâncias sobre todo meu corpo, inclusive no rosto, semelhante a pequenos chifres se fechando da testa até as bochechas, como uma espécie de proteção.

O sorriso sádico tomou seu lugar a força em minha face, dando as caras pela primeira vez durante toda a missão. As vestes rasgadas, de forma forçada, mostraram uma espécie de molde corporal sobre a perna que foi atingida pelas agulhas, reforçando os músculos. Não conseguia dobrar, ainda sentia a extrema dor agonizante, mas consegui me pôr de pé, sem muitas dificuldades, percebendo também que conseguiria correr, por mais limitado que fosse.

O ódio exalado sobre minha face mirou instintivamente na direção da mulher. Acumulei chakra elemental suficiente para que uma armadura cintilante, a mesma utilizado em outrora, quando corri atrás dos criminosos, fosse criada, revestindo todo o meu corpo e potencializando tanto meus ataques em mãos nuas quanto minha velocidade, já potencializada pela transformação completa do Senninka.

Corri na direção da presa, percorrendo nossa distância, escalando a árvore acumulando uma ínfima parcela de chakra nas solas dos pés, sem perder tempo e de forma quase que automática. Próximo a ela, podia ser notado duas outras manipulações corporais, desta vez, nos braços, em forma de lâminas, cobrindo os punhos por completo, passando a alguns centímetros, inclusive.

O ataque, por sua vez, se deu em um giro sobre o próprio eixo, em trezentos e sessenta graus, buscando acertar a parte do tronco dela, com ambas as lâminas moldadas nos braços, aproveitando também do Raiton sobre todo meu corpo, principalmente nas armas, para potencializar o ataque e, caso atingindo, paralisar o alvo a minha frente por completo.

HP: 470/475 | CH: 325/575 | ST: 02/04 | CH (Senninka): 325/400


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 7/6/2022, 23:00


Narrador: BLOODLAD

TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI.

@Heavy



A jovem ninja criminosa teve um descuido em seu combo de ataques, atacando com suas agulhas muito profundamente e depois com suas ilusões, criando uma brecha para que o inimigo escapasse facilmente, através da dor causadas pelas senbons.

Não se assustou a ver a fera insana que seu inimigo se transformou, havia escutado os gritos de seu namorado, já imaginava um ninja poderoso. O que a assustou na verdade foi a velocidade absurda de deslocamento que o jugo adquiriu após a transformação. Quase não foi capaz de desviar a tempo, na verdade por muito pouco não estava morta. Abaixou-se com ambos os joelhos e as costas inclinas para o tronco, fugindo por muito pouco do corte duplo do inimigo. Aproveitou-se para imediatamente saltar para o solo, com ambas as mãos unidas, o símbolo do Fūton: Reppūshō, enviando um vendaval poderoso de 15 metros de raio na direção do jugo, antes mesmo de tocar os pés no chão.

Tendo atrasado um pouco o menino com o jutsu, desacoplou ambas as mãos logo em seguida, e ergueu a destra na direção dele enviando mais uma rajada de vento de 20 metros de raio, dessa vez mais poderosa do que a anterior, que logo entraria em rotação, transformando-se em um tornado, que seria suficiente para, dependendo da resistência do genin, derruba-lo ou, na pior das hipóteses, prende-lo por um tempo.

Desesperada, correu na direção do namorado, o apanhando e batendo em retirada. Na velocidade de 22 metros por segundo, na direção onde havia deixado os corpos e objetivando sair da vista de Tyugan.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 8/6/2022, 17:48

 

Como um verdadeiro monstro psicótico, ao ver a mulher tão perto de mim, sorri descaradamente executando o golpe, entretanto, ver a rápida movimentação dela, esquivando de meu ataque fez uma gargalhada genuína ecoar por boa parte da floresta, fazendo algumas outras aves voarem assustadas.

A psicopatia momentânea fez com que deixasse a mulher se afastar em um movimento rápido, se jogando contra o solo, porém, mostrando perícia suficiente para ajustar o corpo e ficar de pé, no ar. Próxima ao solo, cerca de cinco ou seis metros. Pude ver o acúmulo de selos feitos por ela, estranhando a cena, mas me preparando para o pior.

Uma intensa concentração de vento se formou próxima as mãos dela, que logo tomou forma e veio de encontro a mim, buscando me acertar. A armadura cintilante continuava ativada, assim como o Senninka Completo, permitindo, graças à velocidade imposta pelos dois, conseguir ter tempo de reação suficiente para executar um pulo, flexionando os joelhos e alcançando cerca de dez metros de altura, buscando cair sobre a copa de outra árvore próxima.

Sem perder o foco na mulher, por mais que tivesse de desviar da técnica elemental, vi ela realizar mais uma técnica, dessa vez, em forma de um único selo, acumulando novamente vento ao seu redor, criando a partir dela um tornado de grandes proporções. O tornado veio ao meu encontro, similar a outra técnica, dessa vez com mais potência, varrendo alguns galhos e pequenas árvores no caminho.

Semelhante à primeira esquiva, busquei pular também, visando a copa da árvore que estivesse na minha esquerda, um pouco mais baixa que as últimas duas, entretanto, suficiente para sair pela distância entre as duas de sete metros, sair do alcance do tornado.

MALDITAAAA! VOCÊS DOIS VÃO MORRER! — Gritei, mantendo o foco na mulher, reparando ela tentar pegar o corpo de seu parceiro que permanecia desmaiado. Como um vulto, corri na direção deles, com os moldes das lâminas ainda sobre os braços, revestido pela armadura elétrica, visando, próximo o suficiente, fincar ambas as lâminas na cabeça deles com um movimento simultâneo de estocada, utilizando os dois braços, adicionando duas modificações corporais no processo, como pistões, para potencializar o dano dos golpes e, quem sabe, conseguir perfurar ainda mais.

HP: 470/475 | CH: 325/575 | ST: 03/04 | CH (Senninka): 250/400


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 9/6/2022, 22:01


Narrador: BLOODLAD

TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI.

@Heavy




A primeira esquiva de Ryugan do vendaval enviado pela mulher teve êxito, assim como o segundo vendaval, esse giratório. Erroneamente, ou talvez porque não pudera, a mulher não se precaveu a um possível contra-ataque do jugo, que o fez imediatamente ao desviar do combo de vento da foragida. Com o namorado nos ombros, ela foi capaz de acompanha a célere e violenta aproximação do genin, soltando o corpo de sua dupla e tecendo os selos para um Fūton: Reppūshō, novamente. No momento em que uniu as mãos e o vendaval foi lançado na direção da besta ensandecida à sua frente, a lâmina deste passou pela sua garganta como uma guilhotina, mas não sem antes que sua técnica fosse ativada e o acertasse.

A cabeça rolou como uma pedra descendo de uma montanha, com sangue espirrando por todos os lados e em Ryugan, que via-se encharcado agora. Cena chocante e sanguinolenta. O corpo do outro foragido caíra um pouco mais adianta, ainda desacordado. Os corpos roubados estão a 150 metros na direção em que a mulher iria seguir, precisando serem encontrados.

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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 11/6/2022, 23:24

 

Sentir a lâmina corporal cortar a cabeça da mulher, por mais que ela conseguisse ainda assim realizar um contra ataque como última tentativa de se manter viva, fez um sorriso sádico brotar de minha face, enquanto sentia o sangue dela escorrer sobre todo o meu corpo, praticamente. A técnica elemental de vento foi suportada por somente meu estado do Senninka Completo, não causando sequer um dano considerável ao meu corpo, muito por conta da resistência provinda do sangue fervoroso dos Jūgo.

É a sua vez. — Continuei esboçando o sorriso, olhando fixamente no corpo do homem, parceiro de crime da mulher. Me aproximei o suficiente para conseguir, com os moldes de lâminas ainda ativos, segurar a face dele com a mão destra, tomando cuidado para não perfurá-lo antes da hora. Ergui o corpo dele, ainda em frenesi, ficando a lâmina disposta sobre o outro braço na garganta dele, vendo ele engasgar com o próprio sangue, julgando aquela cena ser a ‘’Perfeição’’.

Mais alguns golpes no corpo do homem, quanto no corpo da mulher, com as lâminas para saciar minha insanidade foram suficientes para que eu voltasse a mim, sem mais nenhum oponente aparente. Desfiz a transformação, recobrando minha sanidade e vendo de fato o que havia acontecido. De forma instintiva, olhei primeiro para minhas mãos, encharcadas de sangue. Franzi o cenho, não entendendo bem o motivo daquilo. Olhei ao meu redor, vendo os dois corpos das vítimas que tiveram o desprazer se lidar com minha maldição.

Por que… — Me ajoelhei instintivamente, colocando ambas as mãos no rosto tentando acordar de um possível pesadelo. — Eu nunca faria isso… mãe, foi você? — Exclamava ao céu, conforme algumas lágrimas escorriam sobre meu rosto.

Fiquei alguns longos minutos naquela posição, tentando imaginar o que havia acontecido e se eu realmente matei os dois. Foi então que recobrei, de certa forma, a sanidade e lembrei do real motivo de eu estar ali. Talvez os dois criminosos realmente não merecessem, mas não significava que eles eram boas pessoas, afinal, tinham matado outros três sem motivo aparente.

Ergui ambos os braços na direção do céu, pedindo para que alguma das aves que estavam voando de forma descontrolada pousassem e assim fizeram, graças a minha empatia animalesca.

Preciso que vocês encontrem os corpos que esses dois largaram. Acredito que eles estejam por aqui, a mulher estava correndo nessa direção. — Apontei, lembrando para onde ela estava correndo carregando seu comparsa.

As aves foram na direção que eu apontei, voltando cerca de um ou dois minutos depois, mostrando se forma incisiva para onde eu deveria ir e consequentemente encontrar os corpos. Assim fiz, não correndo, caminhando vagarosamente, buscando poupar o pouco de energia que me restava.

Chegando no local, no que parecia ser uma vala, vi os três corpos depositados sobre a lama. — Malditos. — Ver a cena me chocou mais do que a outra, mostrando que eu não deveria ter chorado por pessoas tão cruéis como aquelas.

Agora só me restava saber como levar os três corpos e relatar o que havia acontecido aos superiores, talvez omitir alguns detalhes mais cruéis.

HP: 470/475 | CH: 325/575 | ST: 03/04 | CH (Senninka): ???/???


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Re: [CENA] TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI - Publicado 12/6/2022, 21:51


Narrador: BLOODLAD

TRÊS CORPOS ME PEDISTE, TRÊS TE DAREI.

@Heavy




Não só a mulher foi brutalmente assassinada, mas também seu marido, destroçado pela fera bestial que Ryugan havia se tornado. O sangue manchou todo o chão da floresta, além das roupas do genin.

Quando voltou a si, restou o arrependimento e a incredulidade.

Os corpos roubados continuavam desaparecidos, não por muito tempo contudo, e o menino os encontraria usando mais uma vez de seus pássaros, uma habilidade interessante e muito útil, diga-se de passagem.

Deparou-se com os três cadáveres numa foça de lama, deixados lá às pressas pela ninja inimiga, que correu para tentar salvar o amado. Após o sentimento de repulsa, o menino tiraria os três corpos da cova mas não teria como carregar os três para Iwagakure de novo, restando apenas aguardar.

Quase quarenta minutos depois, dois de seus companheiros de time - do que havia sido formado para lidarem com aquela missão - aportaram próximo ao local. Hosk era um deles, e mesmo ranzinza e de língua ríspida não negou a prestar ajuda ao jovem Ryugan, o outro ninja, Jiqui, também prestou ajuda ao jugo, que tinha cortes por todo o corpo.

Ajuda ele, Jiqui, vou fazer uma ronda pelo perímetro para ver se não tem mais ninguém. — Ditou.

Hosk daria uma volta pelo ambiente lúgubre daquela floresta e só pausaria quando avistasse os dois corpos dos criminosos, completamente desfigurados, sendo um deles decapitado e o outro perfurado como um pedaço de carne. "Meu deus..." pensou abismado, "quem poderia cometer tamanha barbárie? Não me diga que..." Olhou para Ryugan sendo carregado por Jiqui.

Teriam muitas coisas para relatarem quando voltassem a aldeia.

J-Jiqui, vamos. — Mostrou-se receoso em se aproximar demais do jugo.



Situação: Aprovado
Considerações: Mesmo comigo pegando um pouquinho mais pesado você se saiu bem. Como os outros dois ninjas chegaram ao local, eles irão relatar tudo o que viram, então suas ações brutais serão lembradas. Você deve dar entrada no hospital e permanecer lá por 4 horas, depois pode sair.
Recompensa: 1 Missão Rank-B & 1 Missão Rank-C, 450.000 RY, 75 Pontos de Status, 2FN & Qualidade: Perícia Elemental - Raiton.


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