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12 Anos Online
A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Angell
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Oblivion
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
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Futuramente teremos.
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Kakyoin
Genin
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{Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Qua 9 Mar - 19:35

▸Título da missão/quest

Na minha visão - Aquela seria só mais uma noite normal. Acompanhada de Zamasu, o belo cão negro liderava o caminho, enquanto retornávamos aos portões do vilarejo. Eu havia deixado os arredores a fim de caçar alguns animais para que pudesse colocar a comida de meus próximos dias na mesa. Era de meu costume fazê-lo uma ou duas vezes por semana, então não era nada demais. Porém, naquele dia em específico, algo me chamara a atenção. Assobios divertidos eram ouvidos além dos arbustos próximos, como se estivesse propositalmente chamando a minha atenção para alguma coisa. Eles continuaram por mais alguns segundos, ao ponto de realmente terem me interessado. Talvez houvesse alguma coisa que se escondia entre os arbustos, e minha curiosidade não poderia simplesmente permitir que aquilo passasse batido. Levantei parcialmente o braço esquerdo, apontando com o indicador para as folhagens enquanto dirigia minha fala ao cão.

— "Mnhm...Aisha achar estranho. Zamasu, pega!" — Ditei, apontando para o local em que o assobio havia vindo, mas não havia nada lá. — "Hm? Nada?" —

Na sequência, mais sons poderiam ser escutados logo atrás de mim, em outra parte da vegetação rasteira, porém próxima. Com um sorriso bobo no rosto, me divertia com aquela situação, me posicionando em quatro patas e me locomovendo como um verdadeiro animal, a fim de buscar por aquilo que ecoava tais sons. Após três minutos, uma pequena raposa de pelos amarelados saltava de um dos arbustos. Ela estava...Andando com dois pés, como uma humana. Ver aquilo me deixou um pouco confusa. Eu já vi muitas raposas ao longo de minha vida, porém...Uma raposa que sabia assobiar e se comportar como um ser humano? Era intrigante, e por conta disso, optei por seguir os seus passos.

— "Raposinha é diferente. Zamasu não andar em duas pernas." — Disse a mim mesma.

Passava dois dedos pelo meu queixo, seguindo o pequeno animal a fim de descobrir para onde o mesmo iria. Minha velocidade total era superior a da pequena, mas se eu parecesse hostil a mesma, com certeza a assustaria. Então, de modo gentil e escondida entre as árvores locais, segui o caminho que o animal traçou. Meu cão parecia suspeitar de alguma coisa - Ele farejava, e parecia não reconhecer o cheiro daquele animal como o de uma raposa comum. O que, de fato, estava acontecendo? Eu não tinha certeza, mas estava disposta a ir a fundo para descobrir. Eu sempre fui uma pessoa muito curiosa, e por mais que muitos tivessem aversão a tal característica, eu acreditava que isso poderia me levar a lugares interessantes, mesmo que estivesse colocando algo em risco. Eu nunca vi beleza ou graça em lutas, então deveria passar o tempo, ao menos explorando este vasto e desconhecido mundo.


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Última edição por Kakyoin em Qui 10 Mar - 11:44, editado 1 vez(es)

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"What a Horrible Night to Have a Curse..."

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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Qui 10 Mar - 11:42

▸Título da missão/quest

Talvez fosse apenas uma maneira de me distrair naqueles dias tão monótonos. Eu fazia as mesmas coisas todos os dias - Como um verdadeiro robô. Uma quebra nessa rotinha medíocre me fazia bastante alegre, mas eu ainda não havia percebido que aquilo era uma isca para o que se escondia por trás das sombras. Enquanto corria atrás daquele pequeno animal que raramente via na mata, notava que agora me encontrava em uma espécie de planície florida, com uma grande montanha ao fundo, com logo atrás, o próprio oceano. Eu nunca havia tido contato com o mar em meu passado, e vê-lo tão de perto colocava brilhos em meus grandes olhos, como se fosse uma criança prestes a receber um presente há muito tempo desejado.

— "Ooooh...Você vê aquilo, Zamasu?" — Ditei, apontando o dedo. — "Vamos!" — Finalizei.

Meu cão negro acompanhava todo o percurso, até que acabamos por parar a cerca de sete metros da raposa, que mantinha-se sentada logo a frente da montanha. Ela emitia alguns sons - Como se estivesse rindo. Ao perceber aquilo, franzi o cenho e decidi me manter onde estava, pois já não mais confiava naquele animal. Eu sabia muito bem que haviam animais inteligentes e já cheguei a até mesmo conhecer alguns cães capazes de conversar como humanos. E se eu estivesse correta naquela situação, com toda certeza poderia estar sendo levada para uma armadilha. Eu nunca fui uma pessoa burra ou desatenta, e provava isso ao assumir uma postura de combate, como se já esperasse por algo.

Mas ao contrário do que eu mesma aguardava, a pequena raposa rapidamente deslocou-se até uma entrada circular na base da montanha, que se assemelhava a uma caverna. Virei-me para Zamasu e acenei a cabeça, o que fez o cão também se colocar em posição de combate. Farejei o solo e percebi que o cheiro da raposa estava se afastando cada vez mais, mas em determinado ponto, simplesmente desapareceu, mesmo estando a apenas cem metros de mim. Então, sem hesitação, decidimos segui-la através da caverna, mesmo sem saber do que encontraríamos do outro lado. Era um complexo subterrâneo completamente escuro, e por mais que forçássemos a nossa visão, éramos completamente incapazes de enxergar mesmo um único palmo a nossa frente. Com expressão que simbolizava raiva, via, ao fundo, luz. Sem hesitação, fomos até a mesma com velocidade, cruzando a barreira para descobrir o que havia além daquela maldita montanha.

Eu esperava somente uma paisagem que levasse até o outro lado ou alguma coisa que se encontrasse no centro da montanha, porém, não. De repente, todo o mundo havia mudado. Estávamos em uma floresta de céu cinzento com uma lua de sangue ao alto. Parecia que havíamos sido transportados para o fim dos tempos, e no horizonte...Nada...Nada além de escuridão. A calamidade se aproximava.


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Qui 10 Mar - 15:39

▸Stone Ocean

 E exatamente como previsto, eu havia sido enganada. No momento em que digeri tal informação, permaneci completamente imóvel. Talvez as profecias ditas pelos anciãos da vila estivessem corretas. Como uma filha bastarda de um homem que nascera amaldiçoado após tantas gerações de nossa aldeia, me apontaram como a herdeira do demônio. Estas crendices e ritos antigos fizeram com que minha fosse levada à execução pela fogueira, e meu abandono, no fim, foi para meu próprio bem. Exilada da sociedade selvagem a qual cresci, acompanhada somente de Zamasu, havia descoberto muitas coisas.

Minha mãe havia deixado uma carta - Ela explicou a situação, que em suas próprias palavras, poderiam ou não ser mudadas pelas minhas ações. Meu pai havia orelhas longas assim como as minhas e jurou a vila, antes de ser banido, que sua descendência levaria o caos para todos e que aquele seria o fim da linhagem dos Inuzuka. Porém, eu me recusava a acreditar. Eu não era um demônio. Por que eles me apontaram como isso? Eu era só uma criança comum, que brincava com cães e gatos no meio do mato. Fui condenada a carregar esse fardo pelo simples achismo daqueles velhos, e agora, eu parecia ter encontrando o fim da linha. Risadas eram ecoadas por todos os lugares, até que uma voz ditara:

— "Venha, pequena. Se aproxime." —

Era notoriamente uma voz feminina, e por mais que eu estivesse receosa do que pudesse vir pela frente, sabia que não havia como escapar daquele destino trágico. Zamasu baixou suas orelhas e olhou ao redor, tão confuso quanto eu. Porém, desprovida de opções, nada pude fazer além de acatar ao comando e deslocar-me até onde fui instruída a ir, me aproximando o suficiente para que a forma da criatura se revelasse. Era uma outra raposa, bem menor do que o próprio cão negro que me seguia tão lealmente. Porém, ela possuía três olhos, três caudas e emanava uma aura sinistra. O Ambiente ao redor parecia mudar um pouco, como se fosse apenas uma maquete forjada por aquele ser desconhecido que tomava a forma de um animal tão amável.

— "Humanos, sempre tão inconvenientes. Já não me recordo da última vez em que vi um de vocês, mas já sinto meu estômago embrulhar." — Ela ditou, em desprezo. — "Porém ,você parece diferente...É mesmo humana? Estas orelhas, dentes e forma de se mover...O que está pensando, hein?" — Ela questionou.

Zamasu, mediante o poder daquela estranha raposa, posicionou-se como se estivesse prestes a entrar em combate. Mesmo aquele cão experiente e poderoso temia a força daquilo que se punha a sua frente. Eu sabia que estava entre a cruz e a espada, e deveria tomar muito cuidado com o que foss fazer a partir dali. Suor escorreu pela minha face...Uma fala errada, e eu já não mais veria o amanhã.


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Qui 10 Mar - 23:54

▸Stone Ocean

Aquela besta completamente macabra aparentava ser um verdadeiro demônio, mas por mais que meus instintos anormais indicassem para que eu fugisse daquele lugar o quanto antes, sabia que deveria ir contra o destino que me foi dado no passado, e encarar a realidade. Sem mais deuses ou mestres. Eu tomaria uma decisão por mim mesma, me afastando, de vez, de tudo o que me foi ensinado. Não havia sentido em me prender a deuses quando a morte estava em minha frente. Nenhum deles viria para me salvar...Eu sabia disso.

— "Mim ser Aisha! Mim ser Inuzuka, e lutar com cachorros. Você brigar comigo?!" — Exclamei.

— "Hã..? Você mal consegue falar direito. Que dó, mas vejo que é corajosa. Eu sinto sua mente em conflito, você está completamente abalada por algo de seu passado, não é? Quer fugir, mas está fazendo de tudo para manter-se aí. E seu companheiro canino lhe acompanhará até o último dia de sua vida. Uma união...Peculiar." — Ela deu uma risada. — "Eu sou a princesa. Aquela abaixo apenas dos céus, e que julgará o seu destino, garotinha. Se deseja tanto assim se desligar de seu passado, terá que fazer uma promessa a si mesma. Uma que jamais poderá ser quebrada. Além disso, precisará passar por um teste." — A raposa continuou.

Na sequência, apenas movendo sua mão direita, a princesa dos Kitsunes criou um grande, porém fino pilar de terra. Ao topo, sustentada apenas pela ponta extremamente fina do pilar, uma balança pesada com dois rochedos e um espaço vazio no centro. O que aquilo significava? Eu deveria ir até lá e equilibrar aquela coisa? Não parecia ser tão difícil, mas tinha certeza de que a história não parava por aí. Me mantive em silêncio enquanto aguardavas as próximas instruções. Zamasu parecia sentir a aura da raposa se tornar cada vez menos amedrontadora. Ao invés de se mostrar hostil, ela estava se tornando ligeiramente amigável, ao menos o suficiente para que meu fiel cão não mais tivesse que se preocupar com truques baratos um um ataque covarde.

— "Você irá aprender a concentrar a energia que apenas é concedida aqueles que possuem um forte desejo. Vá até aquele pilar e sente-se. Você deverá controlá-lo e manter o balanço equilibrado durante uma hora. Você só tem uma chance, se uma das pedras cair...Estará fora do jogo. Vamos, divirta-me. Quero ver se sua mente é tão forte quanto o corpo. Livre-se de sua aflição...Se for capaz, é claro." — Ela orientou, gargalhando.

Arregalei os olhos. Era sério? - Eu estava completamente em apuros. Eu não fazia ideia de como concentrar essa tal energia ou mesmo do significado da promessa inquebrável que ela antes citou. Porém, se fosse para me livrar destes tormentos antigos, eu o faria sem hesitação. Suspirando, ordenei que Zamasu se mantivesse em seu lugar, quieto e observando. Assim o fez, e o enorme cão negro sentou-se, olhando para o alto. Era a hora da verdade - Agarrar-me aos desejos futuros, ou sucumbir aos meus próprios pesadelos.


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Sex 11 Mar - 14:50

▸Stone Ocean

Antes de escalar aquele pilar, estalei os ossos de meu pescoço, braços e dedos. Deveria me preparar - Pois seria cansativo pra caramba. Subi pela estrutura erguida sem dificuldades, cuidadosamente me colocando entre os dois grandes rochedos. Cruzando as pernas e olhando ao redor, suspirei, pensando no que poderia fazer naquela situação. Mesmo que fosse apenas um enigma, não havia maneiras de eu descobrir como diabos eu conseguiria absorver um tipo de energia a qual não conhecia. Controlar o chakra era algo bastante simples de ser feito e eu tinha os conhecimentos necessários para utilizar alguns ninjutsus, mas nada extremamente avançado. De qualquer forma, minha falta de treinamento na área poderia justificar uma dificuldade em perceber, analisar ou até mesmo concentrar corretamente a energia necessária para me usufruir das capacidades totais deste treino.

— "Você está visando o controle e absorção da energia natural. Tente notá-la no ambiente ao seu redor e a funda com o seu sistema de chakra principal. Se for digna o suficiente para passar por tal treinamento, receberá uma recompensa. Mas é claro, a partir do momento que a primeira fagulha de energia adentrar em seu corpo, os rochedos se moverão. Boa sorte em não acabar caindo daí, mocinha." — A Raposa ditou.

Finalizou com uma risada irônica, como já tivesse certeza de que eu não seria capaz de passar pelo seu árduo teste de resistência e controle. Porém, com aquelas informações dadas, havia ficado muito mais fácil e claro identificar os meus verdadeiros objetivos. Após afiar os olhares e suspirar ainda mais profundamente desta vez, notava que, por todo o ambiente, havia algo que anteriormente eu havia sido incapaz de identificar: O ar parecia mais pesado. Não porque era sinistro, e sim porque havia algo a mais nele. E quando entrou em contato com o meu corpo, imediatamente senti um choque. Era o conflito entre a energia natural com o chakra comum, que eu deveria mesclar sem deixar os rochedos caírem. Senti uma leve movimentação pelos lados. A plataforma estava pendendo para o lado esquerdo, pois a energia estava desequilibrada. Como eu poderia passar por aquele teste? Eu não fazia ideia - Mas de qualquer forma, era meu dever superar tais adversidades, ou eu nunca seria capaz de me olhar em um espelho novamente. Eu não poderia me entregar. Era inaceitável, e imperdoável cogitar uma derrota. Eu cresci em meio a uma família de caçadores, e não éramos quaisquerzinhos que davam para trás por qualquer motivo.

Então, para honrar o legado que minha mãe deixou e também para cumprir as minhas ambições e alcançar o que sempre desejei no passado, não poderia dar para trás. Concentrei a energia por quanto tempo pude, com o único objetivo de balancear as forças dos rochedos novamente. Ou seria agora...Ou já estaria acabado mesmo antes de começar.


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Sex 11 Mar - 22:20

▸Stone Ocean

Felizmente, minha capacidade de processar informações com certa facilidade e rapidez me concedeu a capacidade de controlar a energia que adentrava em meu corpo de maneira quase instintiva. Os rochedos se balanceavam novamente, apesar de eu estar usando de toda a minha extensão mental e poder de concentração para realizar aquele pequeno esforço. Uma ação daquele nível normalmente para uma pessoa com um excelente controle de chakra seria completamente imperceptível e nada alteraria em seu corpo, mas em meu caso, me fazia até mesmo suar frio. Meus dentes rangiam a medida em que a concentração se tornava cada vez mais agonizante. Era como se todo o meu corpo estivesse ardendo. O contato entre ambas as energias me trazia uma sensação infernal, mas já era tarde demais para recuar.

Se eu falhasse, estaria provando para eles que as crenças antigas estava corretas. Fiquei sabendo que eu havia sido amaldiçoada com azar e feitiçaria sombria por parte dos anciãos da vila, que temiam o meu retorno como a próxima causadora do extermínio de meu clã. Eu não poderia ceder a estas palavras tão sombrias. Baixar a cabeça diante o problema apenas pioraria toda a situação. Eu não tinha culpa de nada - O único que poderia ser culpado era o pai que eu nunca cheguei a conhecer. Foi ele quem profetizou a morte de todos. Eu sabia que ele voltaria hora ou outra, e eu não queria ser vista como um inseto por ele. Eu queria abraçá-lo e perguntar o motivo de tudo isso. Eu não sentia ódio de ninguém, apenas me deixava triste saber que todo o fardo de problemas antigos caíram sobre meus ombros.

Eu recebi uma nova chance para viver com a morte de minha mãe, e havia sido muito cedo para eu perceber que ainda haviam resquícios de seu espírito em mim. Juntei ambas as mãos em um movimento arriscado, em uma posição que lembrava a de uma reza. Porém, ao tocá-las, pude juntar toda a energia natural em um único ponto. Ao invés de se manterem em balanço, os rochedos foram atraídos para minha direção. A Raposa soltou uma leve risada, como se estivesse esperando por aquele resultado. Agora, ao invés de se manter de quatro, ela levantou-se como uma humana, se erguendo para mais de dois metros de altura. Zamasu permaneceu observando a mim. Tentei abrir os olhos lentamente...Era um peso que eu não conseguiria aguentar por muito mais tempo. Quanto tempo já havia se passado desde o início? Eu não sabia...Mas não poderia me dar ao luxo de baixar minha guarda. Se eu ousasse baixar meus olhares ou mesmo me dar como satisfeita, seria punida por conta de meus erros e ansiedade. Eu estava tentando me redimir de erros que nunca cometi. Eu estav alavando as mãos por coisas que não fiz. Era o fardo que eu carregava...E que jamais poderia ser apagado.


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado Seg 14 Mar - 20:31

▸Stone Ocean

A Raposa parecia ter ficado ligeiramente impressionada com meu desempenho naquele treinamento. Com um leve sorriso, ela, ao estalar dos dedos, fez com que o peso dos rochedos fossem duplicados. A situação se tornava cada vez mais difícil - E ainda restavam trinta minutos para o fim do seu teste árduo. Absorver a energia natural e controlá-la em tal estado era como estar no próprio inferno. Meus ossos pareciam estar rachando de tanta pressão imposta sobre os mesmos. Com o suor escorrendo por todo o meu corpo, sentia que já não mais aguentaria segurar por mais tempo, eu estava em meu limite. Grunhidos poderiam ser ouvidos, combinando agonia com dor e o esforço máximo para manter aqueles malditos objetos no lugar.

— "Oh, você não é ruim ~ Acho que acabei por escolher a pessoa certa. Desse jeito, você vai acabar morrendo. É muita pressão para um corpo humano ainda pouco desenvolvido suportar. De qualquer forma, vamos fingir que já fora o suficiente, sim?" — Ela ditou.

Na sequência, com o mesmo estalar de dedos, desfez o pilar, bem como os rochedos. Imediatamente, caí em direção ao solo, tendo o impacto aparado por conta de Zamasu ter saltado para me pegar em meio ao ar. Com os membros ainda fracos e ofegante, lentamente erguia meus olhares para a criatura que se punha em minha frente. O olho no centro de sua testa parecia brilhar cada vez mais forte, e sem ao menos mover-se, invocou um grande pergaminho em suas mãos, abrindo-o e o jogando a minha frente. Zamasu dera um salto para trás, temendo o que aquilo poderia significar. Porém, quando li as inscrições ali impostas, percebi que se tratava de uma espécie de tratado, que deveria ser assinado pelo meu próprio sangue. Eu já havia ouvido falar destes ensinamentos proibidos em meu clã. Os anciãos condenavam aqueles que firmavam pactos de sangue, pois os consideravam como heresia e obras do demônio.

Porém, eu já havia rejeitado estas crendices. Por que ainda temia aquele pergaminho? Eu não sabia, mas hesitava. Eu realmente estava disposta a aceitar o auxílio futuro daquelas raposas lendárias, mesmo sabendo que poderia estar sendo condenada a um destino fadado a morte e destruição por parte das maldições antigas de minha linhagem. De qualquer forma, balancei a cabeça em sinal de negação e mordi o meu dedão direito, escrevendo o meu próprio nome em um dos espaços em branco ali apontados pelo pergaminho. Eu não havia forças para nada além daquilo, e pouco após fazê-lo, apaguei. Eu não tinha mais condições de continuar, havia atingido o limite de meu próprio corpo. O tempo se passou, e eu acabei me perdendo em um mundo macabro de sonhos. Muitos apontavam para mim - Dedos malignos, e ao fim, uma imagem sorridente de uma silhueta não-familiar. Quem era ele? Por que estava tão contente? Será que...No final, eu realmente estava destinada a destruir tudo aquilo que um dia amei?


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Re: {Capítulo} — Stone Ocean - Publicado