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Alvorecer
Arco 04
Ano 17 DG
Verão
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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[Fillers] Fū Yuki by Ctrl Alt Delicious - Publicado Ter 13 Jul - 10:28


Objetivos:
— Desenvolver 100 pontos de status distribuíveis.

Domingo, dia de descanso e de estar com a família. Mas não tinha sido o caso de hoje. De manhã, tinha aproveitado para passear com os meus pais, dar uma volta pela vila e fazer algumas compras. Contudo, da parte da tarde, eles decidiram ficar por casa sem grande vontade de sair, aproveitando o dia frio de outono para se manterem no quente da casa em frente à lareira enquanto repousavam esticados no sofá.

Como criança, eu queria correr e brincar e o domingo era o único dia da semana onde eu podia realmente satisfazer esses desejos, pois nos outros não podia deixar de treinar, de manter o rigor e a disciplina que tinha desde pequeno na minha educação e treinamento e que, certamente, um dia me fariam ser um grande ninja e alcançar os meus objectivos que ainda eram apenas ser o melhor ninja de todos, como qualquer criança ninja, que ainda não tem maturidade suficiente para analisar a vida, deseja.

Vou brincar para a floresta, disse, no meio da sala, para os meus pais que estavam deitados no sofá. Tenha cuidado, Fū, respondeu o meu pai, sendo acompanhado por um pedido, mas mais para ordem, da minha mãe. E não volte tarde, completou a minha progenitora, relembrando-me de que a noite se punha cedo e uma criança não podia andar na rua até tão tarde, devido aos diversos perigos que existiam.

Feliz por não ter recebido uma resposta que não me permitisse saciar os meus desejos de brincadeira, saí a correr pelo recinto da minha casa, em direcção à floresta gélida por trás daquele grupo de habitações onde se encontrava a minha casa. Procurava animais para brincar, mais especificamente, lobos, os meus animais preferidos e com os quais conseguia estabelecer uma conexão inexplicável. Eles não fugiam de mim, nem eu fugia deles, como um cão com o homem.

Soltei uma correria floresta adentro, e, por vários minutos, simplesmente corri e pulei de alegria. A partir de um certo ponto, movimentei-me mais lenta e discretamente, evitando barulhos para não assustar os animais. Mas entre os sons onomatopaicos de alguns animais, o barulho do vento a abanar lentamente as árvores, ouvi, uns metros à frente, alguém e um choro animal.

Ouvir um animal a chorar era, para mim, angustiante e entristecedor, querendo ajudar todos sem exceção. Aproximei-me lentamente para tentar perceber o que se passava, escondendo de árvore em árvore. Ao fim de uns cinquenta metros, cheguei a uma pequeno monte, onde era possível ver uma pequena descida e, em baixo, um lobo filhote ferido e preso num saco de cordas por um homem que o tentava carregar.

O teu pêlo, dentes e garras valerão um belo dinheiro entre os caçadores, é desta que eu vou ganhar dinheiro suficiente para ter a mulher que eu quiser, eram as palavras que o homem dizia, num tom alto. Era um homem robusto, na casa dos quarenta anos. Barba longa e vestes suficientes para suportar o frio daquela gélida montanha. Após as suas palavras, consegui supor que era um caçador ou alguém que vendia para caçadores.

Aquele pobre animal, com pouco menos de um metro e de pelugem branca, chorava como pedido de ajuda para os restantes membros da sua alcateia, mas ninguém vinha em seu socorro. Eu tinha que ajudá-la, pois a sensação de agonia que estava a sentir era realmente muito grande. Decidi então avançar, mas acabei por colocar o pé em falso numa pedra que acabou por se mover e caí ravina abaixo rebolando, parando a cerca de dois metros do homem que se surpreendeu.

Hm? O que uma criança está fazendo aqui?, perguntou o homem, surpreendido, aproximando-se de mim. Rapidamente, levantei-me e pulei para trás. Empunhei uma kunai na mão e coloquei-me numa posição ponto a combater. Largue-o, você não vai levar esse lobinho, disse num tom que tentava que fosse autoritário e ameaçador. O homem riu-se e veio na minha direcção sem medo. Tentei golpeá-lo com a kunai, mas ele desviou-se e me agarrou, prendendo-me ambos os braços atrás das costas com as mãos dele.

Você acha que é um fedelho como você que me vai impedir? Lhe digo mais, vou levar o lobo e vou levar você, sabe quanto vale uma criança no mercado negro?, questionou num tom retórico, soltando um riso maléfico logo após. Soltou-me e socou-me de imediato na parte de trás da cabeça, com bastante força, a suficiente para que eu caísse quase desmaiado. Logo após, dois chutes no meu tronco que me mantiveram no chão.

O lobo arrastava-se pelo chão, tentando fugir dali enquanto o caçador estava ocupado comigo. Pegou numas cordas e me prendeu os pés. Colocou-me as mãos para trás das costas, juntas e as prendeu pelos pulsos. Pegou em mim e me pendurou numa árvore, num ramo, para eu não ser mesmo capaz de fugir. Socou-me na cara sucessivamente, acumulando um total de doze socos que me causaram algumas feridas e nódoas negras.

Estava bastante mal, quase inconsciente, mas aqueles socos, de certa forma, me despertaram e me fizeram recuperar noção do que se passava no meu meio envolvente. Acabei por ganhar a percepção de tudo. O lobo estava a cerca de três metros do homem, sendo a distância que ele conseguiu atingir com todas as patas presas por cordas. Consegui ver que ele também tinha tentado roer as cordas nas patas da frente, mas não o suficiente para se soltar.

Então, vendo o criminoso de costas, arrumando as suas coisas de novo na mochila, aproveitei aquele momento para o atacar. Fiz alguns selos de mão, visto que estavam juntos atrás das minhas costas e, aproveitando o vapor de água e a humidade existente naquela floresta gélida, criei um conjunto enorme de agulhas de água que tinham único foco: atingir o sujeito o tanto quanto pudessem; nas costas, nos ombros, na cabeça, nos braços, nas pernas. Iriam atingir apenas a área onde ele estava, focando em diversos pontos.

Distraído nas suas arrumações, centenas de agulhas atingiram o homem, fazendo-lhe inúmeras feridas ao longo da parte traseira do seu corpo. Queixoso e ferido, permaneceu no chão. Aproveitei para me balançar na árvore, na tentativa de partir o ramo e cair. Consegui ver que o lobo também estava a aproveitar para roer o resto da corda nas suas patas da frente. Vamos lobinho, você consegue, vamos revidar, falei, endereçando a minha voz para o canino.

O ramo acabou por partir com o meu peso e balanço. Consegui cair de lado, com o ombro esquerdo de lado de forma a atenuar a queda e não me magoar mais ainda. O canino tinha já conseguido soltar as patas dianteiras, embora uma delas ainda estivesse envolvida pela corda. Veio na minha direcção o mais rápido que conseguiu, roendo inicialmente a corda que prendia os meus pulsos com as instruções gestuais que lhe dei.

O ser de intenções malvadas levantava-se raivoso, com sangue visível a escorrer pelo seu pescoço e face. Morrerão ambos aqui, disse, vindo na minha direcção com uma longa faca, suficiente para me decapitar e esventrar o animal. Incapaz de terminar de roer as cordas que me prendiam os pulsos por falta de tempo, afastou-se um pouco com medo do que aquele homem lhe podia fazer, pois a cada passo que ele dava, ficava cada vez mais próximo.

A cerca de meio metro de mim, movimentou o braço com a faca para trás, preparando-se para desferir um golpe que me rasgaria todo o pescoço. Eu consegui pôr-me em pé, embora com ambos os pés e mãos presas, sem muito que pudesse fazer. Então, aproveitei o momento de preparação do caçador para o apanhar desprevenido. Dei um salto com a máxima intensidade que consegui, procurando-o atingir com a parte superior da minha cabeça no queixo.

Aquilo foi o suficiente para derrubar o homem que caiu para trás, queixoso da boca e do maxilar inferior. Ele acabou por deixar cair a faca que foi para cerca de trinta centímetros longe dele. Eu tinha caído por cima dele e podia aproveitar para golpeá-lo uma vez mais. Os meus joelhos estavam livres e perto da cintura dele, então juntei os dois e golpeei-o na zona genital, tendo em consciência de que aquilo provocaria dor suficiente para ele se manter no chão mais um tempo.

O lobo aproximou-se novamente, já que o homem agora estava estendido no chão, embora consciente. Rebolei de cima do homem, para cerca de um metro à direita dele e coloquei-me de lado para que o canino pudesse continuar a roer as amarras que me prendiam as mãos. Acabou por me soltar ao fim de uns segundos e eu já tinha mobilidade suficiente para poder desamarrar os meus pés e ainda ajudar o filhote. Retirei uma kunai da minha bolsa ninja e cortei as cordas das patas traseiras do canino. Fuja, ordenei.

Ele simplesmente afastou-se e correu. Fez um pouco som onomatopaico como se estivesse a agradecer e desapareceu dali. Agora era a minha vez de sair dali. Livrei-me das cordas que me prendiam os pés e estava agora apto a movimentar-me, embora bastante ferido. Levantei-me cambaleante, o homem continuava no chão, bastante sangrento da zona da boca e incapaz de falar alguma coisa perceptível.

Tentou-me agarrar umas das pernas, mas não foi suficiente para me parar. Peguei na faca que ele tinha deixado para trás e atirei-a para o mais longe que consegui. Guardei a kunai que tinha empunhado inicialmente e simplesmente corri para o mais longe que eu pudesse, o mais rápido que eu pudesse, tendo em conta a minha condição. O objectivo era voltar para casa e cuidar destes graves ferimentos. Tinha a certeza que, depois disto, os meus pais nunca mais me deixariam voltar a brincar na floresta.

[HP: 60 | 200] . [CH: 150 | 200] . [ST: 0 | 2]

Qualidades & Defeitos:

Databook:

Bolsa de armas:

Técnicas utilizadas:
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Vilarejo Atual

Re: [Fillers] Fū Yuki by Ctrl Alt Delicious - Publicado Ter 13 Jul - 15:29

Situação: Aprovado
Considerações: -x-
Recompensas: +100 status