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Alvorecer
Arco 04
Ano 17 DG
Verão
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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[Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba De1YEyV

BisKath
Mizukage | Herói
BisKath
Vilarejo Atual
[Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba De1YEyV

[Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba - Publicado Ter 29 Jun - 22:11

Timeskip - 10 AnosNoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4125/4125 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 2.565

Era o ano de 11DG, Noboru estava sentado no telhado da residência de seus pais, com quem ainda morava, observando o céu nebuloso de Kirigakure, o vilarejo onde nasceu. Cubellios, sua serpente, estava enrolada ao redor do rapaz que lhe fazia constante carinho na cabeça. Estava um pouco reflexivo naquele dia, com uma nostalgia latente em cada pensamento seu, pois havia tirado o dia para refletir sobre todo tempo que havia se passado desde que se tornara um shinobi e principalmente no que viveu após a guerra; os acontecimentos nesse período acabaram mudando um pouco de sua personalidade no processo, algo natural devido à maturidade que vinha com a idade. Apesar de mais maduro, graças a sua imortalidade, a sua juventude não se alterava tanto e continuava com quase a mesma aparência de quando dominou o kinjutsu.

Noboru havia nascido e crescido em Kiri, um grande vilarejo no país da água, e era um rapaz simples que desde criança admirou os shinobis da aldeia e ficava encantado com as habilidades que via eles manifestarem; era esse fato que o fazia desejar se tornar um deles e ser leal a aldeia da névoa, diferente de sua irmã mais nova, que gostava de estar na loja com os pais e ajudá-los, sem cobiçar explorar a parte perigosa do mundo. Tal posicionamento era um alívio para sua mãe que ainda se preocupava com o Inaba, mesmo que ele já estivesse no auge dos vinte e nove anos e não fosse mais um adolescente. Fora durante sua jornada como shinobi que acabou tendo um envolvimento parcial com a última guerra, convocado pelo Mizukage para lutar, onde eventualmente conheceu o animal que agora estava enrolado ao redor de seu corpo; fora em um fatídico confronto, onde acabou por perder a mais forte de suas invocações, que ele acabou ganhando uma companheira de vida, que lhe fora de grande ajuda sempre e esteve do lado do Inaba diariamente nos últimos anos. Quando se conheceram, Cubellios nem mesmo era capaz de falar algo além do nome de seu antigo dono, este que foi inimigo do médico durante a guerra, mas com o tempo Noboru ensinou ela a se comunicar, afinal era um animal inteligente o bastante para isso. Tal feito na verdade fora muito bom, pois quando o rapaz passou por momentos difíceis, ela foi quem lhe fez companhia e lhe ajudou a passar por cada um deles; seus amigos também ajudaram, mas quem estava com ele o tempo todo era o animal.

Pensar nos auxílios que recebeu da serpente levou a mente nostálgica do rapaz a se lembrar do fatídico dia em que sua sensei havia falecido bem diante de seus olhos. Nos primeiros anos após a guerra ele se dedicou mais ao hospital da vila, cumprindo seu papel como médico e não realizando missões no processo, nem mesmo como Iryo-Han, por não ter tido necessidade de sua presença. Fora no ano 4DG, quando estava se preparando para sair de casa e seguir para o hospital em mais um dia comum de sua rotina, que ele recebeu a visita de um mensageiro com um pergaminho e uma nova tarefa de alto nível que era direcionada ao rapaz. Ele estranhou, mas logo abriu o pergaminho e analisou seu conteúdo; estava sendo encaminhado junto a outros três membros do Iryo-Han para dar suporte a um time de alta patente que havia saído do vilarejo para recuperar um fugitivo da prisão de Kiri. Era função do esquadrão médico socorrer e dar suporte aos ninjas feridos, função natural que ele tinha desde que ingressou naquele time especial. Seus companheiros iriam se encontrar no cais a oeste do vilarejo e prontamente o rapaz se dirigiu até lá, parando apenas para pegar seu armamento, seu misterioso e poderoso livro, além de Cubellios que, diferente do normal onde ela iria se ajeitar no corpo do rapaz, ela saiu da casa e abriu as asas para que Noboru montasse nela e pudesse voar em direção a entrada do vilarejo e dali para o cais. Não fora um trajeto longo e o rapaz conseguiu chegar rapidamente, notando a presença dos outros três médicos sem demora.

Os presentes se tratavam de um par de gêmeos de cabelos negros e longos, donos de olhos azuis, e uma jovem loira de olhos róseos. Eles não se surpreenderam com a serpente que acompanhava o médico por já conhecerem Noboru do hospital. Eles se cumprimentaram e em minutos estavam dentro de um barco que seguia para fora do país da água, onde durante o trajeto Noboru acabou descobrindo que um time de reforços já havia sido enviado atrás dos shinobis, dentre os membros deste time estava Mavis, a sensei do médico e dos gêmeos que estavam ali. Ele piscou algumas vezes, sentindo a preocupação crescer dentro de si, mas não podia fazer muito além de seguir de barco para onde o time havia ido, esperando que estivesse tudo bem com todos eles. Sua sensei raramente saía em missões, mas nas vezes em que ela ia, sempre tinha tudo muito bem executado, então a demora para o retorno e a falta de notícias era angustiante para o rapaz que já havia perdido uma sensei anteriormente. — Vai ficar... tudo bem. — Cubellios disse, ainda estava aprendendo a falar nessa época, mas tentou confortar o maior. No tempo em que ela esteve com ele, além de Taichi e Jyu, Mavis era uma das poucas pessoas fora da família com quem Noboru falava com frequência e tinha grande carinho.

Em cerca de uma hora, o barco atracou em um vilarejo vizinho a Kirigakure e o pequeno esquadrão partiu dali, ansioso para encontrar os membros do time que fora atrás do inimigo e principalmente a sensei. Os gêmeos tomaram a frente sob ordem do médico, visto que eles possuíam habilidades sensoriais, algo que Noboru nunca havia desenvolvido, e com isso começaram a varrer o lugar atrás dos shinobis que foram enviados para pegar o fugitivo. Mesmo sem os sensoriais, a realidade é que não teria sido tão difícil de encontrar o lugar do confronto devido ao rastro de destruição que acabaram achando no bosque localizado nos arredores daquele pequeno vilarejo; a cada passo, Noboru sentia o coração apertar, como se a sua intuição estivesse ali, no seu ouvido, sussurrando que aquilo não era em uma boa situação… e de fato não era. Ao chegarem no local onde o confronto principal ocorreu, veriam os dois times que haviam sido enviados em um estado preocupante; estavam no chão e havia muito sangue espalhado por ali, o que alarmou os médicos que trataram de se mover para socorrer os mesmos. Mavis estava entre eles, era a que estava com um aspecto mais cansado; pelo que Noboru conhecia da médica, não precisava de nenhum relato para saber que ela tinha se esforçado para curar os outros até se esgotar, por isso eles estavam em um bom estado, mesmo com todo aquele sangue que provavelmente seria sinal de morte em outras circunstâncias.

Ao se abaixar perto de sua professora, o rapaz ficou pálido, mas respirou fundo e foi tentar curar as diversas feridas que ela tinha no abdômen através do Shousen Jutsu. Provavelmente ela tentou curar a si mesma, mas por ter priorizado a cura dos outros, ela não teve chakra o bastante para se tratar e havia perdido sangue demais. Mavis ainda estava consciente e, dada a expressividade que o rapaz ainda tinha naquela época, ela notou que ele estava triste demais. Era exatamente como ele imaginava, Mavis estava esgotada, tanto de sangue como de chakra, mas em compensação, todos os outros ninjas conseguiram ser salvos pelo esquadrão que fora enviado para lhes dar suporte.

Foi uma experiência frustrante para ele, ver a vida da sua sensei se esvaindo, por mais esforço que ele fizesse, e isso o lembrou de quando se conheceram; o hospital de Kiri havia tido problemas na estrutura, levando seu teto a desabar e, ainda Genin, Noboru fora mandado para ajudar a salvar aqueles que haviam sido vítimas do soterramento. Lá, ele viu Mavis chorar por não ter sido capaz de salvar um de seus pacientes e ele entendia perfeitamente o que ela havia sentido naquele dia, era difícil, frustrante, ele não estava pronto para lidar ainda. — Está tudo bem, eu cumpri meu papel. Cumpra o seu e salve os outros… estou orgulhosa de você, meu melhor aluno. — Infelizmente, por mais esforço que ele tivesse posto naquilo, seu desgaste fora em vão e aquelas foram as últimas fracas palavras dela para o rapaz que ficou estático ao lado do corpo, se movendo apenas para fechar os olhos dela antes de respirar fundo.

Respirar fundo era tudo que ele podia fazer naquele momento. Por mais que quisesse chorar e quebrar alguma coisa, ele só se levantou e foi tratar um dos outros ninjas que estavam ali, afinal o esforço de Mavis não havia sido em vão. Cubellios não sabia o que fazer ou tentar dizer para confortar o parceiro, por isso se mantinha em silêncio, respeitando o luto que o dono sentia; os outros ali estavam na mesma situação, principalmente quem também tinha ela como sensei. Quando estavam acabando, Noboru começou a organizar eles para retornarem ao vilarejo, afinal ele ainda era o líder do time e precisava agir como tal, mas um dos enfermos murmurou algo sobre o inimigo não estar longe e que ainda precisavam completar a missão. Isso fez um click na mente do rapaz que lidava com o luto, assumindo uma postura mais séria e indicando aos gêmeos que tentassem localizar o mesmo através do kanchi. Eles queriam contrariar, mas não o fizeram e encontraram o alvo, para em seguida ouvir Noboru lhes ordenar a seguirem para o cais e aguardarem lá por alguns minutos, caso ele não aparecesse, Cubellios deveria acompanhá-los para a vila.

O animal também não gostou muito da ordem que recebeu, mas não iria contrariar, ao invés disso ela soltou do dono e acompanhou os membros do esquadrão enquanto Noboru seguia na direção que os gêmeos haviam lhe orientado e, a certo ponto, ele viu um homem de cabelos azuis caminhando. Não parecia estar ferido fisicamente, mas seus movimentos lentos indicavam fadiga. Sem pensar duas vezes, Noboru pôs a mão sobre o livro, que agora carregava sob a camisa, usando seu chakra através dele para aumentar a própria velocidade. Em seguida ele saltou na direção do inimigo e energizou o punho com chakra, aumentando drasticamente a sua força, por meio do Kongouken, e tentando acertar o inimigo que não desviou. Ao invés disso, ele deixou o golpe lhe atingir e Noboru viu o corpo dele se liquefazer, o que surpreendeu o Inaba por um breve momento, mas logo ele entendeu; seu raciocínio fora rápido e ele se lembrou de ter lido sobre aquilo na biblioteca de Kirigakure, informações básicas a respeito de um clã chamado Hozuki. Os membros deste clã eram capazes de liquefazer o corpo e escapar de golpes físicos.

Uma risada ecoou pelo local enquanto o homem reformava o corpo logo atrás do médico, o encarando com certo cinismo. — Eu consegui deter oito deles sozinho, o que te faz achar que pode lidar comigo? — disse o inimigo e Noboru o observou dos pés à cabeça, tentando analisar os trejeitos e o estado daquele que teria de enfrentar. Em situações normais, Noboru iria recuar para averiguar como lidar com o mesmo, mas estava furioso por conta de Mavis e não agiu de forma muito racional, apenas abriu os lábios e fez com que sua língua se tornasse uma serpente na intenção de avançar contra o inimigo e prendê-lo pelo pescoço, mas nem mesmo isso fora possível devido as habilidades dele de converter seu corpo em água. Frustrado, o Inaba começou a procurar outra forma de atacar, mas fora surpreendido por três estacas moldadas de chakra elemental suiton que atravessaram seu tronco, feridas semelhantes a que Mavis havia sofrido. Ele rangeu os dentes enquanto sentia a dor dos ferimentos, mesmo sabendo que eles não poderiam matá-lo, e ouvia o inimigo rir outra vez. — Vocês não podem me prender, afinal simplesmente não conseguem me pegar. — disse o homem, se aproximando do rapaz e sacando uma kunai da bolsa, provavelmente contando que apenas aquilo daria conta do médico. — Como eu tenho que sair daqui e sumir logo, te darei uma morte mais rápida que a dos outros fracos que vieram me pegar.

Rangendo os dentes, Noboru aguardou que o inimigo se aproximasse e seus olhos vermelhos se estreitaram, emanando o Chidori Nagashi ao redor de seu corpo e eletrocutando o inimigo; mesmo sem saber, a escolha havia sido certeira devido ao fato de pessoas como aquele homem receberem o dobro do dano de jutsus raiton, então o efeito foi muito além do que o Inaba previa que era referente a apenas imobilizar o inimigo. As estacas de água que haviam lhe atravessado se desfizeram e Noboru se recompôs, olhando para o homem de forma fria e notando surpresa dele por parecer bem mesmo com os ferimentos. — O seu erro foi achar que poderia matar alguém como eu de forma tão pífia. — sibilou, parando o ataque apenas para começar o mesmo outra vez e causar dano no inimigo novamente…

Depois daquilo, um dos aliados acabou aparecendo, havia voltado com Cubellios enquanto os outros iam embora de barco. Fora isso que impediu Noboru de matar o homem de alguma forma, sendo ele preso na forma líquida em um tipo de recipiente hermético que estava sob posse do aliado. Mesmo assim, o choque de ter chegado tarde para salvar Mavis e ver ela perdendo a vida na sua frente havia sido imenso, e tal experiência fez com que o homem mudasse gradativamente depois daquele dia. Como uma forma de lidar com o luto, que fora mais impactante do que as suas outras perdas, ele se tornou alguém menos expressivo, mesmo que seus olhos ainda entregassem certas coisas que sentia… Falando nos olhos, eles sofreram uma mudança acidental alguns meses após esse incidente com Mavis; em meio a tentativa de criar novos fármacos em seu laboratório, mas usando as propriedades de algumas toxinas como base, ele acabou causando pequeno um acidente químico e o pó liberado afetou sua vista, lhe roubando parte da visão por algumas semanas.

A duração limitada daquele efeito nocivo fez o Inaba agradecer pois não teria que adiantar a troca de corpos para voltar a enxergar, mas a sequela deixada foi o aumento do pigmento em seus olhos que perderam o tom avermelhado e assumiram um tom mais cinzento, que se mantiveram mesmo após sua troca de corpo periódica, se tornando um traço do próprio. Após esse incidente, as semanas se passaram e os cabelos que antes eram tingidos de branco no meio, pelo próprio rapaz, logo foram ganhando cor pela falta de vontade dele em manter aquele hábito, o que o fez assumir os tons naturais e assim perder um pouco da postura de adolescente em poucos meses, coisa que também aconteceu com a forma com que se vestia. Logo as roupas ousadas foram substituídas por novas, mais sérias, enquanto os piercings e o alargador perderam espaço no rosto do imortal. Em dois anos ele já estava com um ar diferente.

Esse era um dos acontecimentos marcantes que o moreno se lembrava naquela tarde, mas é claro que ainda havia outras coisas a serem contadas.

INFOS:

Emme





Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba - Publicado Qua 30 Jun - 0:31

Situação: Aprovado
Considerações: Foi muito legal e muito divertido, no entanto, vai adquirir o defeito luto pela morte do NPC.
Observações para a avaliação na GF:
- A história sofreu mudanças muito leves, simplesmente ignorando a queda de Kiri e a mudança da família.
- A mudança de pp foi um acidente de laboratório que mudou um pouco os olhos e ele parou de pintar o cabelo.
To documentando porque essas mudanças tem que passar nas instâncias superiores e estou explicitando pra quem ler isso aqui. Tu vai pedir as mudanças na GF quando finalizar tudo.
Recompensas: 1 missão Rank S, defeito Luto [1]
[Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba De1YEyV

BisKath
Mizukage | Herói
BisKath
Vilarejo Atual
[Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba De1YEyV

Re: [Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba - Publicado Qui 1 Jul - 0:56

Timeskip - 10 AnosNoboru Inaba

Noboru: HP: --/-- | CH: 4125/4125 | ST: 00/08
Cubellios: HP: 1000/1000 | CH: 1000/1000 | ST: 00/03
Palavras: 3.319

Noboru ainda estava no mesmo lugar, sentado sob o telhado de sua casa e refletindo sobre o que fora vivido após a guerra. Em 6DG, Noboru ainda não tinha superado completamente o ocorrido com sua sensei, inclusive sua frequência no próprio laboratório havia ficado mais baixa; era difícil para ele, afinal tudo aquilo em que trabalhava estava inteiramente ligado a médica que conhecera pois seu interesse foi sempre motivado por ela. Cubellios havia sido quem ficou ao seu lado o tempo todo, é claro, e notou cada mudança do rapaz com uma preocupação crescente; isso desde a mudança nos fios que deixaram de ser tingidos, até a falta da expressividade e o olhar mais triste que ele passou a carregar… mesmo após dois anos, àquilo tudo ainda não havia sido superado e ela precisava que o rapaz se animasse. Pensando nisso, a serpente pediu à irmã do jounin que Keichi fosse chamado até a casa para ter com o médico.

Noboru não estava esperando a visita do outro shinobi, então para ele foi uma surpresa quando o rapaz bateu na porta de seu quarto em um início de noite. O médico estranhou, mas logo se alarmou ao ver que haviam alguns pequenos hematomas no corpo do outro, provavelmente resultado de uma de suas últimas missões. Sem trocar muitas palavras, Noboru o fez sentar no chão do quarto e foi examinar o amigo, tratando dos hematomas no processo também. Enquanto o Inaba trabalhava, Keichi acabou não contendo um riso. — Mesmo nos seu pior estado emocional, você não muda certos trejeitos. Continua sendo cuidadoso… não era assim que ela agia? — indagou com um tom de voz brando, fazendo o moreno arregalar sutilmente os olhos, agora cinzentos, em surpresa pela fala do outro.

É… era… eu sinto muito a falta dela e queria ter conseguido fazer alguma coisa. — murmurou após alguns instantes em silêncio e após retomar a expressão séria. Keichi, por sua vez, apesar de estar esperando aquela resposta, suspirou. — É, mas eu tenho certeza que ela se foi feliz. Sem ela, todo aquele time não teria sido salvo… isso também não seria o mais importante para você? — Keichi perguntou, mesmo sabendo que o amigo não podia morrer, fazendo Noboru travar ao parar pra pensar. Keichi estava certo, aquele era um traço que ele havia herdado dos ensinamentos dela, de vê-la chorando por perder um paciente e por fazer tudo para salvar os seus. Tendo seus pensamentos levados para a forma como conheceu a médica, logo estava revivendo o momento em que a salvou quando o hospital foi invadido, como realizaram a primeira cirurgia juntos, como ela o convidou para ser médico… tudo que viveram até a morte dela.

Ele não percebeu, mas começou a chorar silenciosamente e, quando Keichi notou essa reação, se virou para abraçar o amigo de longa data. Eles ficaram ali, onde o convidado deu todo o suporte para o velho amigo despejar seus sentimentos, coisa que não tinha feito desde o ocorrido. Ele tentou lidar sozinho, não chorou, evitou tocar no assunto com todos, sempre com uma desculpa qualquer, mas Keichi chegou e o fez parar para pensar com imensa facilidade; isso o deixaria irritado em outras circunstâncias, para ser sincero.

Com a ajuda do amigo, que passou a lhe visitar constantemente após aquele dia, Noboru recuperou o gosto pela vida e conseguiu superar aquele acontecimento trágico. Não é como se ele não sentisse falta dela, mas Keichi o fez ver que a decisão da médica fora a correta e que Noboru não deveria se arrepender de ter falhado, sendo que ela se sacrificou conhecendo os riscos, mas sim se orgulhar e se inspirar nela para ser um médico tão bom quanto ela foi. Assim, dias melhores vieram para o médico.

O último dos eventos marcantes para o jounin ocorreu no ano de 8DG, quando Noboru se tornou capaz de aumentar tremendamente sua habilidade com ninjutsus, se tornando um especialista nessa arte. Era início de tarde e Noboru estava retornando de uma missão rank B que havia sido enviado em posição de líder de dois Chuunins, sob a ordem de escoltar uma carroça com alguns armamentos que seriam muito úteis ao vilarejo vizinho. Logo atrás do médico, os dois traziam um homem algemado que havia tentado roubar as armas, enquanto Noboru aproveitava um cigarro aceso que já estava para acabar; havia desenvolvido o gosto por fumar eventualmente, mas o fazia em poucas ocasiões, não vindo a se tornar uma necessidade ou um vício constante. Assim que chegaram, ele foi fazer o relatório como líder daquela missão, e os dois chuunins levaram o bandido para o devido lugar; fora nesse momento que o rapaz se sentiu observado por alguém que não via há muito tempo.

O mesmo homem que havia lhe ensinado o segredo da eterna renovação do espírito na terra, estava no quartel general da vila, observando o rapaz e apenas aguardando que ele terminasse suas obrigações para então ir ter com o mesmo, o que instigava no médico a curiosidade de saber o que ele queria. Cubellios também notou o homem e sibilou incomodada, nunca havia visto Koujaku e por isso não estava acostumada com o ar misterioso, estranho, e quase ameaçador, que ele carregava; nem mesmo Noboru havia se acostumado ainda se tivesse que ser sincero. Em todo caso, o Jounin terminou o relatório informando sobre os resultados da missão e que, apesar do inimigo, não tiveram muitos problemas para finalizar a mesma, antes de enfim se aproximar do homem. Koujaku, tal qual como Noboru, não havia envelhecido nada, continuava aparentando estar no auge dos seus vinte e nove anos, com seus cabelos castanhos e ondulados junto as orbes carmesim quase hipnotizantes; não era estranho para o rapaz deduzir que Koujaku praticava a mesma fórmula da imortalidade que o próprio, mesmo que o homem nunca tivesse afirmado isso. Apesar de não terem um vínculo profundo, o médico não podia negar que aquele homem também havia tido um papel importante como seu sensei de certa forma, mesmo que não se comparasse à importância que Mavis teve.

Vejo que você já perdeu os problemas em usar o Fushi Tensei. Quando te ensinei, parecia incomodado com o fato de ter que matar para sobreviver. — ele murmurou, analisando o rapaz da cabeça aos pés. De fato, Noboru já não tinha mais nenhum remorso mediante os corpos que roubava, havia deixado esse receio com seu "eu" de alguns anos atrás, mas continuava com seu código pessoal de não ferir ninguém do vilarejo. — Está com tempo livre? Eu estive acompanhando os seus passos recentemente e eu percebi que tem algo faltando em suas habilidades… algo crucial para alguém que usa tanto ninjutsu quanto nós. — explicou superficialmente, notando que, diferente do passado, o rapaz não havia mostrado um semblante curioso como fazia a alguns anos; estava um pouco menos expressivo, mais sério e maduro. — ...Você mudou. Eu gostei. Mesmo sem envelhecer, parece que a maturidade continua vindo com a idade.

...Eu diria para não ouví-lo… mas parece que já se conhecem. — Cubellios sibilou no ouvido do dono, apertando um pouco o corpo do imortal em que estava enrolada. Noboru meneou com a cabeça e acabou suspirando, assentindo para Koujaku enquanto afagava Cubellios, em uma tentativa de indicar para ela que estava tudo bem. — Espero que isso valha a pena, Koujaku. Eu não gosto de perder tempo… não gostava muito quando me conheceu, agora piorou. — Noboru murmurou, mesmo sabendo que aquele homem nunca o havia feito perder tempo e sempre lhe auxiliou no que precisava. Já o mais velho, este não pode conter um riso; nunca havia recebido um tratamento mais respeitoso do mais novo, mas não se incomodava, era culpa da abordagem que havia escolhido ter com ele desde o início, o deixando com um pé atrás com relação a si.

Juntos, os dois seguiram para o campo de treinamento onde Noboru frequentemente estava quando mais novo; o rapaz já não ia ali a bastante tempo, a última vez sendo para dominar o Sawarabi no Mai, mas o local estava exatamente como ele se lembrava. "Como pode o tempo ter passado e tudo estar perfeitamente igual?" se questionou mentalmente, pois aquele lugar o lembrava de Keichi, do falecido Haru e também da falecida sensei, Jung… a lista de pessoas mortas ao seu redor estava crescendo. É claro que também havia sido naquele lugar onde o médico havia conhecido este mesmo homem, que estava ao seu lado, na época disposto a lhe ensinar algo que Noboru sequer fazia ideia que existia. Os dois pararam na parte mais aberta do campo e o homem observou o rapaz, ficando a cerca de 20 metros dele e, sem dizer uma única palavra, fez uma sequência de selos de mão. O Inaba claramente estranhou, mas quando percebeu que iria se tratar de um ataque direcionado para si, se abaixou e bateu as palmas contra o chão, criando uma barreira de terra entre si e o homem. — Doton: Tajuu Doryuuheki! — exclamou enquanto sentia o calor das chamas que escapavam pelas laterais da barreira, mas sem atingi-lo.

Com o término do ataque, Koujaku se moveu de forma ágil e saltou para o alto da muralha criada pelo imortal, observando o rapaz lá de cima e meneando com a cabeça. — Bom tempo de reação, mas não acha que sua muralha é um pouco pequena demais? — questionou, fazendo o Inaba franzir o cenho. Aquele era o ápice do jutsu que não tinha alcance maior do que mais ou menos dez metros, ao menos pelo que Noboru sabia. Antes que ele pudesse verbalizar esse pensamento, Koujaku saltou da muralha e bateu com a palma no chão, fazendo com que uma muralha surgisse ao lado da primeira, usando o mesmo jutsu, mas a de Koujaku era muito maior, quase o dobro do que a que havia sido feita por Noboru. — Existe um meio de você aumentar consideravelmente a força e o alcance dos seus ninjutsus, mas você vai ter que estudar, talvez tão intensamente como quando estava para aprender o Fushi Tensei… não que eu ache que isso vá ser um problema.

Não vai. — disse o médico. Apesar de alguns traços terem mudado, ele continuava o mesmo rapaz com desejo de conhecimento; seu arquétipo de pesquisador era o mesmo e seus olhos cinzentos brilhavam em contraste a expressão séria. — Vamos começar agora mesmo. — pediu, arrancando um sorriso do homem que assentiu e retirou um pergaminho de dentro do kimono preto que usava. Ele estendeu o objeto para o rapaz de orbes cinzentas e ficou observando o mesmo abri-lo e começar a devorar seu conteúdo, mergulhando naquilo e se desligando de tudo a sua volta; fora a vez de Koujaku se sentir nostálgico pois o rapaz havia ficado do mesmo jeito quando os pergaminhos que tratavam sobre reencarnação lhe foram fornecidos. Koujaku se afastou, dando privacidade para o rapaz que seguia com Cubellios para baixo de uma árvore, se recostando ali para ir devorar o conhecimento.

Não era um mistério o que havia ali, se tratava dos conceitos básicos que o rapaz já tinha sobre ninjutsus, mas trabalhados de forma mais profunda e que auxiliavam o ninja a executar as técnicas de forma mais poderosa; algo que apenas os que se tornavam especialistas em ninjutsus alcançavam. Em algum momento Koujaku retornou para ver o andamento do shinobi que já estava no fim do estudo. O médico de olhos escuros fitou o mais velho de soslaio, mas não disse nada, enquanto o outro o observava com uma expressão curiosa. — Fiquei receoso de você ter dúvidas sobre como fazer. Precisa de alguma orientação? — Koujaku indagou, fazendo com que o fumante negasse com a cabeça, se levantando de onde estava, mantendo Cubellios consigo e indo para frente do grande lago que havia ali. — Prefere treinar sozinho?

Se você puder me deixar sozinho, ficaria à vontade. — respondeu, arrancando um riso de Koujaku que se afastou um pouco; Noboru sabia que o homem ficaria de olho em si, mas precisava se concentrar para colocar em prática tudo que havia lido e não conseguiria isso com o mestre na sua cola. Antes que começasse, ele fechou os olhos e focou no que havia lido, sentindo Cubellios se mover pacientemente em seu corpo e ouvindo ela sibilar: — Vou te ajudar a se lembrar do que leu caso precise, mas comece pensando em cada etapa do jutsu que vai usar. — disse, arrancando um sorriso do shinobi que assentiu e escolheu a técnica que usaria para treinar; o Suiton: Suishōha.

Sob a orientação de Cubellios, que havia estudado o pergaminho ao lado do Jounin, Noboru iniciou a técnica Suiton, mas realizando ela de uma forma diferente do habitual e ligeiramente mais lenta; agora ele fazia passo a passo do jutsu com extrema atenção, desde o simples selo de mão, até a formação da água ao seu redor e a quebra dela no fim, visando otimizar a utilização do jutsu por completo. Se especializar em ninjutsu não era apenas aumentar a força da técnica, era ser capaz de aumentar seu alcance, força, e manter o gasto que se tinha com chakra. Não era uma tarefa fácil, ele sabia disso. — Foque em cada particularidade do jutsu, sua função, como a água se comporta… — Cubellios seguia o orientando enquanto o mesmo se concentrava. O jutsu aconteceu de forma bem mais lenta que o normal, justamente pela necessidade do rapaz de analisar a formação dele com mais atenção e se esforçar para que fosse capaz de otimizar a utilização; não era fácil, mas em uma primeira tentativa, o rapaz se viu indo um pouco mais longe com o jutsu do que estava acostumado, o que era um pequeno resultado. — Pelo jeito isso vai demorar. — murmurou, suspirando e se preparando para repetir o processo.

Por toda aquela tarde Noboru se esforçou, praticando a utilização daquele jutsu e tentando influenciar os aspectos dele que ele queria, era difícil e exaustivo, mas gradativamente o Inaba ia acertando; hora elevando o alcance padrão da técnica, hora conseguindo ver maior força nele, sempre tentando não aumentar o chakra gasto na realização dela em si. Quando parou para respirar, o rapaz pode notar a aproximação de Koujaku com relação a si outra vez, de fato o homem estava ali o tempo todo lhe observando, e dava para captar certo orgulho em seu olhar; mesmo o conhecendo a anos, o Inaba ainda não entendia todo o interesse do homem em si, nem mesmo roubar seu corpo seria algo útil visto que ele não possuía quaisquer kekkei genkais para serem passadas. Foi assim quando se conheceram também, havia sido o homem que lhe procurou e ofereceu a fórmula da imortalidade. — Vamos testar esse aprendizado contra mim. Usarei apenas metade da minha força na defesa, então se você usar toda a sua, poderá derrubar mesmo com a desvantagem. — disse ele e Noboru suspirou, concordando e se posicionando.

Logo Noboru estava batendo as mãos uma na outra, gerando um vórtice de água do solo que cresceu ao redor dele e, ao apontar a palma para o homem, o vórtice quebrou a partir do topo e avançou contra Koujaku. O homem de olhos carmesim observava cada gesto do moreno com imensa atenção, batendo as palmas contra o chão para erguer uma barreira de terra e se proteger da água, impedindo o seu avanço; mesmo sendo um jutsu de vantagem elemental, se a técnica de Noboru tivesse força o bastante, ele seria capaz de quebrar a muralha, o que não aconteceu. A água até fez a defesa tremer e se mostrou tendo um alcance superior ao normal, mas ainda não era o suficiente e isso fora frustrante para o médico que rangia os dentes. Em contraste a ele, Koujaku ria e admirava a obstinação do mais novo, se aproximando dele após os efeitos do jutsu passarem. — Não vai dominar isso da noite pro dia, por mais brilhante que você seja, será algo trabalhoso e terá que se esforçar… mas eu posso te ajudar. — ele disse e o rapaz suspirou, acariciando Cubellios e concordando com a cabeça. Ele faria aquilo, se jogaria de cabeça no treinamento.

E foi um bom treinamento, árduo, que durou meses, pois Noboru queria dominar aquilo com perfeição e Koujaku era um excelente professor, que cobrava do rapaz além da conta, justamente por saber o que o mesmo queria alcançar; por mais irritado que Noboru ficasse por ter um pavio um pouco curto, ele agradecia a Koujaku pela forma com que ele agia e sabia que teria o melhor dos resultados. Cubellios lhe acompanhou diariamente nos treinos também e, mesmo que seu apoio fosse mais moral e orientando o médico ao lado de Koujaku, a presença dela tornava as coisas mais felizes para o rapaz de orbes cinzentas. Aquele foi um período bom para o jounin, mesmo com todo o esforço que fez, pois resultou em uma melhoria significativa no poder de seus ninjutsus, fazendo com que evoluísse ainda mais como ninja, além de desenvolver melhor sua relação com o homem que lhe apresentou seu mais poderoso kinjutsu, coisa que acabaram nunca tendo antes.

[...]

"É bom lembrar disso…" pensou, saindo de seus devaneios e esboçando um sorriso bobo no rosto enquanto sentia Cubellios se ajustar ao redor de seu pescoço, admirando a vista de cima do telhado junto ao rapaz. Ele observou as ruas do vilarejo que ficavam próximas a sua casa e notou um morador transitando, um rapaz comum e que ele nunca havia visto, mas dono de traços sutis que lembravam muito certo jounin que às vezes deixava o coração do imortal falhando uma batida. Noboru passou a conviver mais com Taichi após a guerra pelo fato do mais novo ter tido uma boa sintonia com ele durante as batalhas, onde ao fim de uma delas Noboru até o convidou para dividir o laboratório que usava, e ainda usa, para fazer seus medicamentos, mas nunca oficializaram de fato.

É claro que quando se conheceram, Taichi não passava de um colega para o jounin, dada a diferença de idades na época, mas ele cresceu, se tornou tão bonito, e o Inaba… bom, Noboru não envelhece mais, então eles têm a mesma idade fisicamente e não seria errado ele começar a sentir agora, o problema era apenas a falta de jeito que o rapaz tinha com isso. Apesar de ter desenvolvido uma maturidade maior com a idade, ela não vinha com um manual sobre como ele deveria chamar alguém para sair, afinal. Não percebeu, mas as bochechas haviam ficado ruborizadas e Cubellios acabou rindo. — Deveria parar de enrolar e falar com ele, não vai ser ruim. — ela disse, fazendo o homem coçar a nuca e menear com a cabeça. Era engraçado como ela sabia o que ele estava pensando; a convivência às vezes não era tão boa. Pretendia mesmo chamar o mais novo para sair, só tinha que encontrar a chance e um bom momento, talvez quando se encontrassem de novo no laboratório… não tinha certeza se Taichi ia querer também e pensar sobre isso o deixava ainda mais nervoso.

Foi tirado de seus devaneios pelo som da barriga roncando, que o indicava a hora de entrar para comer alguma coisa. Refletir sobre sua jornada era algo bom, perceber as mudanças — tanto físicas como emocionais — que vieram com o passar dos anos, onde as experiências o tornaram um adulto mais sério, preparado para lidar com as perdas e dificuldades; é claro que no fundo o Noboru sorridente para os amigos e com ânsia de aprender ainda existia, afinal certas coisas nunca mudam, mas esse lado era para poucos verem. Enquanto se movia para entrar em casa, ouviu sua irmã lhe gritando para ir comer, algo que acabou lhe arrancando um sorriso curto.

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Tokubetsu Jonin
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Re: [Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba - Publicado Qui 1 Jul - 6:03

Player: @BisKath
Situação: Aprovado.
Considerações: Sempre que vejo seu personagem imagino-o como um protagonista de uma série de investigação. Sooo serious~.
Recompensas: Superação do Defeito Luto, Especialidade em ninjutsu e Desenvolvimento de personagem.

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Yukikitsune Kaonashi


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Re: [Filler - Timeskip 10 Anos] Noboru Inaba - Publicado