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O Dia Mais Claro
Arco 02
Ano 13 DG
Outono
Com o fim da guerra em Oto, o mundo estava se reajustando uma vez mais. Embora se vendo como inimigas, as Cinco Grandes Nações se reergueram novamente, cada uma à sua maneira. Suna e Iwa ainda se mantinham sem Kages, e em cada uma um conselho de alto nível foi formado. Em Kumo, Kagaya focou em deixar seus ninjas mais poderosos e passou a exigir deles ainda mais comprometimento em batalha. Kaden, mesmo emocionado com a difícil vitória, levou novas esperanças à sua vila, Konoha, e, aliviado pela renúncia de Kamata ao posto de Senhor Feudal, via na nova Senhora do Fogo uma forma de deixar tudo que aconteceu em Oto enterrado em Oto, para que todos seguissem em frente, para o futuro. Em Kiri, Jyu apresentou um novo investimento, e, agora, a vila investia na área cientifica, trabalhando com engenharia genética e mecânica; um jovem engenheiro, Moira O'Deorain, lançava um produto que alavancaria Kiri e todo o mundo ninja, sua nova criação: “Vita”. Ao mesmo tempo, saindo das sombras, a organização privada HYDRA se apresentava ao mundo, investindo pesado em tecnologia e criações para torná-lo um lugar melhor.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
Angell
Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Oblivion
Oblivion é jogador do NRPGA desde 2019, mas é jogador de RPG a mais de dez anos. Começou como narrador em 2019, passando um período fora e voltando em 2020, onde subiu para Moderador, cargo que permaneceu por mais de um ano, ficando responsável principalmente pela Modificação de Inventários, até se tornar Administrador. Fora do RPG, gosta de futebol, escrever histórias e atualmente busca terminar sua faculdade de Contabilidade.
Indra#6662
Salvatore
Salvatore é parte da comunidade de RPG narrativo desde meados de 2013. Conheceu o Akatsuki nessa época, mas começou a fazer parte como jogador ativamente em 2021, sempre com muita dedicação e compromisso com o fórum. Hoje, atua no fórum como narrador e administrador, focado nas partes administrativas do ON. Fora do fórum se considera um amante de futebol, adora cozinhar pratos exóticos e é estudante de Engenharia Civil.
Salvatore#1234
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Sr.L apelido recebido pelos players do fórum, devido ao seu sobrenome Sinhorelli, joga em fóruns narrativos desde 2010. Encontrou o Akatsuki no final de 2020, mas manteve-se ativo no início de 2021. Desde então se empenhou como player e se sentiu na obrigação de ajudar os demais e hoje auxilia o fórum como Narrador, Moderador e Administrador. Fora do forum, trabalha e possui formações acadêmicas, voltadas a área de gestão de pessoas.
Sinhorelli#1549

[FILLER DE TREINAMENTO] O QUE É CERTO E O QUE É ESPERADO Edahn_10

levitico10
Tokubetsu Jonin
levitico10
Vilarejo Atual
[FILLER DE TREINAMENTO] O QUE É CERTO E O QUE É ESPERADO Edahn_10

[FILLER DE TREINAMENTO] O QUE É CERTO E O QUE É ESPERADO - Publicado Qua 21 Abr - 15:31

Era o começo de uma manhã fria. O sol já presente ainda não exercia toda sua influência sobre a rua, mais iluminando que aquecendo nas primeiras horas do dia. Uma brisa fria passava, agitando as folhas das árvores. Em resumo, uma manhã perfeita, ao menos na definição de Senju Ran.

Ainda era cedo demais para o seu primeiro compromisso do dia, ele receberia mais tarde uma missão rank-D, e ele decidiu aproveitar o seu tempo pra apenas correr. Sem rumo, sem objetivo, apenas para correr. Fazia isso sempre que podia, mesmo se dando ao trabalho de acordar mais cedo do que precisava pra ter tempo suficiente.

Correndo pelas ruas apenas para sentir o vento ele despertou alguns olhares indesejados. Na área residencial onde morava, pessoas parecendo terem acordado apenas recentemente começavam seu dia irritados com a comoção passageira. Ninguém parecia alarmado, mas ele podia perceber que estava incomodando o começo da manhã dessas pessoas. Para não perturbar a paz local dos que assim como ele apenas queriam aproveitar uma manhã agradável Ran decidiu mudar de rota. Ele se dirigiu por ruas laterais, becos e pelos ocasionais telhados até uma área que conhecia apenas vagamente.

Era um bairro muito mais comercial que qualquer outra coisa. Ran não tinha o hábito de andar por ali então não conhecia muito bem a geografia da região, mas não estava excessivamente preocupado com a possibilidade de se perder. Dito isto, essa mudança certamente diminuiria seu tempo livre, pois desejava evitar um possível atraso muito mais que a liberdade de poder correr.

As ruas eram mais amplas, porém mais vazias. As pessoas que dariam vida ao local ainda estavam saindo de suas casas. Ran finalmente pôde correr sem se preocupar com o mundo ao seu redor. Sentindo o ar fluir por seu rosto ele acelerou cada vez mais, seguindo num ritmo que pudesse manter por algum tempo.

Esforçou-se até que o cansaço físico e mental o atingisse. Não havia chegado à exaustão, mas claramente tinha se deixado levar. “Me empolguei.” Pensou, antes de lembrar de seu compromisso “Droga!”. Precisava retornar, e rápido, mas não conhecia a área bem o suficiente pra saber um atalho. “Onde é que eu vim parar?” Perguntou-se de repente. Correr sempre fora uma paixão, mas de vez em quando o colocava em situações como essa.

Sem outra alternativa, ele subiu até o prédio mais alto da vizinhança para olhar ao seu redor. Encontrou a direção em que deveria ir e decidiu seguir por cima da vila, mantendo uma linha reta tanto quanto possível para o seu destino. Isso ia requerer mais esforço e tempo que só seguir um caminho conhecido, mas como não conhecia nenhum isso iria pelo menos impedir que se desviasse.

Enquanto corria de telhado em telhado Ran podia observar a vida lentamente começando abaixo dele. Pessoas saindo de suas casas, indo ao seu local de trabalho, a rotina de mais um dia se iniciando. Tentando não se deixar levar pelas divagações em torno do que via, ele seguiu seu caminho se esforçando para não cair na mesma armadilha que o colocara naquela situação.

Não conseguia, no entanto, se furtar a olhar de vez em quando para as comoções lá embaixo. Pequenas interações que compunham a vida de tantas pessoas. Em momentos como esse ele se perdia contemplando o aparente absurdo que cada uma daquelas pessoas, partes minúsculas de uma multidão, presentes por um pequeno momento em sua visão antes de sumirem provavelmente para sempre, levava uma vida tão rica e cheia de detalhes quanto a sua. A maioria já viu mais em suas vidas que ele mesmo, muitas vezes mais.

“Concentra!” Se admoestou e procurou firmar o olhar novamente na direção de seu alvo. Falhou em fazê-lo ao ter sua atenção presa por um pequeno flash de movimentação na sua visão periférica. Seus instintos lhe diziam que algo estava acontecendo ao ponto de parar para observar.

Estava olhando para a movimentação de duas crianças perto de um stand do que parecia ser uma feira livre. Comerciantes organizavam suas pequenas bancas para vender seus produtos e as crianças em questão se posicionaram em cantos opostos do espaço aberto onde a feira se instalava. Não pareciam estar juntos à primeira vista, mas trocavam olhares nervosos quase constantemente. O movimento que chamou a atenção de Ran foi a ação sincronizada dos dois. Um deles pareceu tropeçar em direção a um stand, caindo de forma exagerada, derrubando produtos e causando uma pequena comoção. O outro se aproveitou do momento de distração para agarrar uma sacola de papel, quase do tamanho do seu torso, e correr na confusão.

O plano não foi nem de longe perfeito, a execução embora síncrona deixou a desejar e os comerciantes logo perceberam que um deles havia sido roubado e que o que havia “caído” era provavelmente era parte do esquema. Percebendo que sua participação não havia passado desapercebida por mais que alguns momentos ele pôs se a correr, com alguns comerciantes em seu encalço e outros perseguindo o que havia de fato levado a sacola. Ran, sabendo que não poderia deixar um furto passar, seguiu atrás deles.

Os ladrões eram rápidos o suficiente para fugir, mas seu trajeto era suficientemente obvio para que Ran pudesse manter os olhos nos dois de cima, seguindo-os tranquilamente até que convergissem num beco próximo, depois de perceberem que os comerciantes haviam desistido da caçada. Ran os seguiu por mais algumas vielas até que se dirigissem a um prédio aparentemente abandonado. Decidindo que havia deixado isso se estender por tempo suficiente se quisesse chegar a tempo Ran desceu do telhado para confronta-los.

Parando pela primeira vez para observa-los mais de perto pôde ver que havia se enganado em algumas coisas. Havia imaginado que ambos fossem talvez da sua idade, mas agora conseguia ver que ambos eram mais velhos que ele, além de mais altos, ainda que não por muito. Um dos rapazes parecia ter cerca de 14 anos e o outro 12. Ambos vestiam roupas desgastadas e estavam sujos, embora o mais novo, responsável pela distração, parecesse ter feito um esforço consciente, ainda que não muito efetivo, para adotar uma aparência mais apresentável.

- Vocês correm bastante, mas a tentativa de furto de vocês acabou por aqui!

Ran declarou isso ao cair do telhado na frente do dois, numa tentativa de soar legal que até pra ele soou um pouco patética. “Pelo menos eu caí do céu na frente dos dois do nada, talvez isso me dê um desconto.”. Embora a diferença de estatura fosse obvia, a queda, a confiança e a bandana davam a Ran o que parecia ser uma clara vantagem num confronto. Talvez um adulto tentasse a sorte contra uma criança shinobi, mas um pré-adolescente não teria chance. Por isso mesmo ele se surpreendeu quando eles tentaram resistir.

O mais velho passou a sacola para o mais novo e com um olhar decidiram o que fazer. Ele avançou em direção a Ran enquanto o outro tentava dar a volta nos dois e seguir para o prédio. Ran recuou um pouco para lidar com o ataque repentino, mas algo parecia errado.

“Esse soco foi dado de qualquer jeito. Ele não tem a menor ideia do que está fazendo!?” Havia sido fácil demais ver esse soco vindo. Ele esperava que o garoto soubesse se defender se estava disposto a ataca-lo, mas não era o caso. Ainda assim o outro pôde se aproveitar da confusão momentânea para entrar no prédio, lançando um olhar rápido e apreensivo para seu parceiro que ficara para trás.

As feições de Ran endureceram um pouco. Não conseguia entender o porquê daquela resistência, se o resultado era óbvio. Sem mais temer que seu oponente fosse alguém realmente hábil ele avançou rapidamente, ultrapassando as defesas do garoto usando apenas velocidade para surpreende-lo e desferiu um soco contra o estômago do mesmo, recuando um pouco em seguida para tentar evitar um contra-ataque.

A reação que esperava nunca veio. O golpe foi certeiro, mas não necessariamente muito forte, não via motivo para ser cruel com o oponente, embora se perguntasse se essa palavra era adequada para descrevê-lo.  O garoto caiu com um dos joelhos ao chão. Seu olhar permanecia determinado, mas fazia um esforço visível para não cair por completo. Ran estava ainda mais confuso. Além de despreparado ele era muito mais frágil que o esperado. “Alguma coisa tá errada aqui.” Ele olhou para o garoto se esforçando pra se levantar com um olhar que claramente perguntava por quê?, mas antes que este pudesse se levantar Ran decidiu entrar no prédio a procura do outro garoto.

O lugar estava de fato abandonado, o desreparo ao redor atestava quanto a isso, mas não por completo. Havia pequenos sinais de uma ocupação ali, embora ele duvidasse de que fosse lícita. Enquanto procurava por alguma pista da direção em que deveria ir ele conseguiu ouvir os passos um pouco distantes da criança correndo e seguiu naquela direção. Ainda não entendia muito bem o que estava acontecendo, portanto, seguiu com cautela, tentando se manter seguro contra uma possível armadilha ou emboscada no caminho.

Os passos a sua frente pareceram parar, o que deu inicio a uma conversa. A criança com a sacola havia corrido até uma sala no interior do prédio, uma das maiores que vira ali até então. Parecia servir algum propósito importante no antigo funcionamento daquele local, dada a localização central dentro do mesmo, mas era agora apenas uma enorme sala quase vazia, exceto por alguns panos estendidos no chão próximos de uma fogueira improvisada no centro. Um fogo tímido brilhava nela e sobre ele uma panela suspensa por correntes numa espécie de fogão improvisado. Algo parecia borbulhar na panela, mas não havia um aroma no ar que desse indicação do que quer que fosse aquilo.

Ran aproximou-se da sala usando as colunas do corredor em que se encontrava como cobertura. Se esforçando para não fazer barulho ele tentou ouvir a conversa que se iniciara ali.  Sabia que não tinha muito tempo antes que um dos dois alertasse todo o prédio para sua presença, mas não conseguia parar de desconfiar de que algo ali estava errado e resolveu arriscar.

A fogueira crepitando e os passos dentro da sala tornaram difícil ouvir a conversa por inteiro sem se aproximar mais. Aparentemente cada vez mais pessoas estavam convergindo de dentro do prédio para aquela sala central, seus passos e suas próprias conversas se adicionavam ao barulho que o impedia de ouvir tudo com clareza. Ran teve de reconstruir a conversa a partir das partes que ouvia.

Uma das partes era uma mulher adulta que parecia ser responsável pela criança que falava com ela. Não pôde ter certeza se ela era a mãe da criança, mas estava admoestando-o contra o que acabara de fazer. O garoto por sua vez defendia-se, aparentemente mencionando as condições em que viviam pra justificar que havia feito algo necessário.
Ran lembrou-se de uma das últimas conversas que tivera com o irmão antes dele sair de casa, sobre como a família o cegava.

- Enquanto vivemos aqui, Ran, a gente vai ouvir eles dia e noite e vai enxergar as coisas do jeito deles. A gente não pode deixar que o que nossos pais, nosso clã, conta pra gente seja a única coisa que a gente saiba.

Ele parecia frustrado, tentando explicar algo que não conseguia colocar perfeitamente em palavras pra uma criança que ainda não tinha noção do que ele estava realmente falando.

-Só... olha, não deixa esse lugar ser a sua vida toda, beleza? As regras deles, as expectativas de todo mundo aqui... não deixa isso ser tudo que você tem na vida, ok? Não como a Amaya. Olha o mundo lá fora de vez em quando. Ele é bem menos preto e branco do que parece visto daqui.

Ran compreendia agora melhor o que Ryushi havia lhe dito. Ele sabia o que era esperado dele, que capturasse os ladrões e os entregasse, mas a situação na vida real era mais complicada do que parecia quando seu pai o ensinava a seguir regras acima de tudo. Essas pessoas precisavam daquilo, e puni-los por tentar sobreviver não era algo do qual Ran queria fazer parte.
Na sua vida havia sido constantemente comparado com Amaya e Ryushi, como se fossem os dois únicos caminhos que poderia seguir. Ser como Amaya sempre lhe pareceu a escolha obvia, mas nesse exato momento sabia exatamente o que ela faria e nenhuma parte dele queria ser como ela.

A conversa aumentou em volume e o tirou de seus devaneios. A mulher na sala retrucou mencionando o risco que eles corriam ao fazer algo assim, dizendo que não era responsabilidade deles levarem comida pra lá. Ao mencionar o risco um silêncio momentâneo se abateu sobre a conversa dos dois. Ran sabia onde isso iria parar. O garoto hesitava por um segundo mais iria contar que fora interceptado, e quando isso acontecesse Ran seria obrigado a se defender caso o prédio todo se voltasse contra ele. Sabendo que um confronto maior tiraria a decisão de suas mãos ele fez a única coisa que lhe pareceu capaz de ainda salvar a situação. Ele fugiu.

Ran saiu por uma janela na lateral do prédio, subindo ao telhado e correndo para longe daquele lugar. Havia tomado uma decisão, mas ainda não tinha processado tudo que se passara.
Obediência e sucesso sempre foram as métricas pelas quais avaliava o seu próprio valor. Era o filho obediente que seu pai queria e nisso ele encontrava aprovação. Desobedecer a uma regra era algo que sempre o repelia, mesmo as mais comuns convenções sociais, mas aquilo não se aplicava ali. Por algum motivo sentia-se bem com o que havia feito, ainda que nervoso. Mais uma vez pensou nas palavras de seu irmão e pôde entender que nem sempre fazer o que era esperado dele e fazer a coisa certa eram a mesma coisa. Com um semblante mais leve ele pôs-se a correr na direção em que ia antes de tudo aquilo acontecer.

No fim, Ran mais que compreendeu aquela lição, ele a internalizou. Estava atrasado, é verdade, mas pela primeira vez essa realidade não o causava ansiedade ou culpa. Não mais associava quem era com uma obediência cega às regras, afinal, algumas delas valem a pena serem quebradas.

HP: 475/475 CH: 475/475 ST: 02/03

Objetivo: Aumento de Status +100 (1000 palavras) e -1 Defeito: Cumpridor de regras (+400 palavras)
Palavras: 2372/1400
Jutsu utilizado:

Ki Nobori no Shugyō
Rank: E
Custo: 00
Requerimentos:

Descrição:
Descrição: Ki Nobori no Shugyō é um método de treinamento utilizado para obter mais habilidades com controle de chakra. Esta formação envolve focalizar uma quantia fixa de chakra para o fundo do seus pés, e usar isso para subir em uma árvore sem utilizar as mãos. Se o fluxo de chakra é muito fraco, o usuário perderá sua posição na árvore e cair. Se ele for muito forte, o utilizador irá ser empurrada para longe da árvore, fazendo com que a árvore se quebre em torno do ponto de contacto com o utilizador.
Databook:

[02]NINJUTSU

[00]GENJUTSU

[00]TAIJUTSU

[01]INTELIGÊNCIA

[01]FORÇA

[03*]VELOCIDADE

[01]STAMINA

[00]SELOS
Qualidades e Defeitos:

+GRANDES RESERVAS DE CHAKRA[00]
+GRANDE VITALIDADE [00]
+AGILIDADE AGUÇADA [02]
+GRANDE CONTROLE DE CHAKRA [02]

—INABILIDADE EM GENJUTSU [03]
—CUMPRIDOR DE REGRAS [01]

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Bahko
Shodaime Tsuchikage | Heroína
Bahko
Vilarejo Atual
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Re: [FILLER DE TREINAMENTO] O QUE É CERTO E O QUE É ESPERADO - Publicado Qui 22 Abr - 15:30

Ok

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