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Alvorecer
Arco 04
Ano 17 DG
Verão
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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XXXXX
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[Filler de Troca de Clã] - A maldição herdada 9zSthXZ

Makkokun
Chūnin
Makkokun
Vilarejo Atual
[Filler de Troca de Clã] - A maldição herdada 9zSthXZ

[Filler de Troca de Clã] - A maldição herdada - Publicado Seg 12 Out - 19:45

Hatake Satoshi
HP 1100/1100; CH 1100/1100; ST 00/05;



Era uma noite nebulosa no País da Água, principalmente no interior daquele tão famoso arquipélago, e em uma vila afastada da maior parte da civilização, em uma pequena casa, uma mulher de cabelos negros estava sentada em sua cadeira de balanço, ao lado de sua cama, com uma carta em mãos enquanto lágrimas escorriam pelo seu rosto. Aquilo era uma carta de seu falecido marido, a última lembrança que possuía do homem que amou, e que lhe deu uma vida feliz, e também o maior presente que já recebera, seu filho, que hoje já estava parecendo um homem. — Eu esperava que você não recebesse esse sangue, Satoshi... – A mulher falava de maneira baixa, somente para ela ouvir, enquanto fechava a carta e a guardava novamente em uma escrivaninha do lado de sua cama, se virando em seguida para encarar o homem que trouxe aquele papel para si. — Você tem certeza disso, Satou? Foi você quem o treinou por todos esses anos, que praticamente formou ele como um ninja... – Falava com o homem, a sua frente, que se mantinha de olhos fechados escutando a mulher. — É quase certeza, Mira, afinal, o seu sangue é poderoso demais, jamais que essa coisa amaldiçoada que correm suas veias se deixaria ser dominada por qualquer outro sangue, infelizmente você passou a sua maldição para sua prole, e agora teremos todos que lidar com isso, principalmente o Satoshi. – O homem também de cabelos negros falava, a conversa era pesada, desde o ambiente escuro que estavam, até mesmo pelos tons que suas vozes tomavam, um tom sério, e até mesmo um pouco melancólico. — Bom, de qualquer jeito, agora não adianta nós ficarmos aqui, o principal desafio será amanhã quando ele chegar da Aldeia do Redemoinho, por agora, somente durma e descanse, Mira, eu irei treinar um pouco. – Satou falava, saindo do quarto da mulher e indo para fora da simples casa treinar sob a luz do luar, esperando ansiosamente o próximo dia.

Em contrapartida quando comparado ao restante de sua família, Satoshi agora estava caminhando alegremente por uma pequena floresta, o garoto estava animado por voltar à sua casa depois de tanto tempo, nem ao menos se lembrava da última vez que viu a sua mãe, graças ao treino intensivo que passou nos últimos anos para se tornar um ninja da Aldeia do Redemoinho, o jovem de cabelos brancos havia obtido sucesso nessa tarefa, contudo, sua vida não ficou menos movimentada, pelo contrário, passou a ter menos tempo ainda fazendo missões, mas agora, finalmente havia conseguido uma folga de seu trabalho como ninja, e poderia ver sua amada mãe novamente. “ Me pergunto como ela está depois de tantos anos, faz tempo que eu não vejo ela, espero que os cabelos negros não tenham ficado brancos hahaha “ – Pensava e ria sozinho ao imaginar sua mãe com cabelos brancos. Ele havia herdado a aparência de seu pai, inclusive a cor dos cabelos, alguns até mesmo diziam que ele nem ao menos parecia filho da mulher, tamanha a sua semelhança com seu falecido pai, por isso achava engraçado imaginar a sua progenitora tendo a mesma cor de cabelo que ele, finalmente poderia dizer que se parecia com sua mãe.

Não tardou muito para que o adolescente finalmente se deparasse com os velhos portões da vila onde crescera, ao observar aquela datada construção, foi quase que inevitável relembrar de sua infância, de quando saía correndo pela vila e tentava fugir da mesma por aquele mesmo portão, contudo, sua mãe sempre aparecia e o levava de volta, ao mesmo tempo em que lhe dava uma bronca por tentar se aventurar em locais perigosos. “ Eu deveria ter aproveitado mais aquela época. “ – Pensava, finalmente passando pelos portões de madeira e adentrando ao vilarejo que conhecia como a palma de sua mão. Ao andar pelas vielas do pobre vilarejo, o jovem inclusive reconheceu algumas pessoas, as cumprimentando e também as deixando surpresas ao vê-lo crescido daquela maneira, afinal, saíra daquele lugar quando ainda era um pequeno fedelho, e agora já era praticamente um homem. “ Esse lugar realmente não mudou nada, parece até mesmo que parou no tempo quando comparada a Aldeia do Redemoinho, algum dia eu queria fazer algo por aqui, espero que eu consiga. “ – Pensava consigo mesmo, se aproximando de sua antiga casa.

Adentrou à velha construção de madeira sem nem ao menos bater na porta, sabia que sua mãe não trancava a casa, até porque, nem tinham necessidade em uma vila tão pacata. O garoto caminhou normalmente em direção à pequena sala que a casa possuía, era um lugar pequeno, mas aconchegante, tendo até mesmo uma pequena ladeira feita de concreto, a única parte da casa além do chão que não era de madeira. “ Vejo que esse lugar também não mudou nada. “ – Pensava, se sentando no antigo sofá para descansar um pouco, contudo, logo após ter sentado, escutou uma voz grossa no cômodo falando consigo, era uma voz que o garoto conhecia muito bem, a de seu professor, Satou.

— Satou-sensei!? O que você está fazendo aqui? Você não está dormindo com a minha mãe, está? – Perguntava de maneira desconfiada, sempre desconfiou que seu professor algum dia fosse fazer isso. — Não seja idiota, Satoshi, isso nem ao menos é coisa que se pergunte... Mas para responder, não, você até mesmo me ofende um pouco perguntando isso, estou aqui porque eu e sua mãe, temos algo importante para te falhar, venha comigo. – O homem falava, já começando a andar em direção ao quarto de Mira. Por outro lado, o jovem Satoshi não entendia o que acontecia naquele momento, até então nem ao menos sabia que seu professor estaria na casa de sua mãe, havia recebido uma cara de sua progenitora, com ela pedindo que a visitasse, esperava que iria somente passar alguns dias com sua mãe, mas parece que havia algum motivo a mais por ter sido chamado de volta à sua antiga casa, e mesmo sem saber o que era, o garoto de cabelos brancos como a neve não estava gostando nada daquilo.

Ao chegar no conhecido quarto, do qual já estivera diversas vezes quando era menor, principalmente quando estava com medo das terríveis tempestades que assolavam o País da Água, Satoshi se deparou com sua mãe sentada em uma antiga cadeira de balanço, a mulher, apesar um pouco mais velha, ainda mantinha praticamente a mesma aparência. — Satoshi... Você cresceu muito desde a última vez que eu te vi, venha aqui me dar um abraço. – A mulher falava calmamente, estendendo seus braços, que rapidamente foram preenchidos pelo corpo do garoto que retribuiu o abraço. Após terem se cumprimentado, o jovem de cabelos brancos soltou a mais velha, voltando a ficar em pé do lado de seu professor, curioso para saber o que tinham de tão importante para lhe falar.

— Bom, acho que se eu começar ficará um pouco mais fácil para vocês dois... Irei dar pelo menos alguma introdução. – Falava o homem mais velho, interrompendo o breve silencia que havia se estendido pelo cômodo. — A história que você sabe sobre suas origens, Satoshi, apesar de não ser uma mentira, recentemente eu e sua mãe descobrimos que ela também não é uma verdade. Por você ter herdado a aparência do seu pai, ser quase uma cópia dele, todos achávamos que aquela maldição havia pulado você, mas estávamos enganados. – A cada palavra que saia da boca de seu professor, o adolescente ficava cada vez mais confuso. — Onde vocês querem chegar? O que é isso de maldição? Estão brincando comigo, querendo me pregar uma peça? – Perguntava, tentando fazer o mínimo de sentido com aquilo tudo, mas fora interrompido, dessa vez por sua mãe, que finalmente se pronunciou. — Está tudo bem Satou, deixe que eu falo isso para ele... Satoshi, eu nunca te contei isso, mas como o seu pai, eu também faço parte de um clã, um ainda mais antigo e lendário do qual o seu pai fazia parte, um clã chamado Uchiha, hoje em dia você pode não ter ouvido falar desse nome, mas acredite, ele já foi famoso e temido por todo o mundo, principalmente pela herança sanguínea que possuímos, um dojutsu chamado Sharingan. Eu nunca despertei tal poder, por isso achava que você estaria livre disso, mas Satou que te acompanha desde quando você era criança, acredita que você herdou isso através de mim, você só não despertou esse poder. – Mira falou tudo de uma vez, ela sabia o quão inteligente seu filho era, portanto não tinha porque medir palavras.

Após receber todas aquelas informações, Satoshi ficou parado, olhando para sua mãe e para seu professor, sem saber o que falar, o garoto nem ao menos sabia como absorver todas aquelas informações, mas ele não tinha escolha. — Então quer dizer, que esse tempo todo eu achava que eu pertencia ao clã do meu pai, mas na verdade eu faço parte deste clã que você me falou? Por que você nunca me contou antes? E como vocês descobriram que eu posso ter herdado o poder deles? – Perguntava para os mais velhos, querendo obter o maior número de respostas possível. — Isso você pode deixar que eu respondo. – Satou falou mais uma vez, o homem mantinha a mesma cara séria de antes, Satoshi inclusive estava até estranhando, parecia que seu professor estava com medo de algo. — Te treinando por tantos anos, eu pude perceber que você sempre teve um talento assustador nas artes ninjas, realmente fora do normal, até mesmo comparado ao seu falecido pai, e este talento, é algo que era comum no clã de sua mãe, contudo, isso não é principal... Não sei se você se lembra, garoto, mas anos atrás, quando estávamos indo para a Aldeia do Redemoinho, nós fomos atacados por bandidos, e eu sem querer fui atingido por uma kunai... Naquele dia, você mudou completamente de personalidade quando me viu ferido, transbordando um ódio gigantesco, fora do normal, enquanto seus olhos possuíam um brilho diferente, não me entenda mal, você não despertou o poder dos Uchihas naquele dia, mas foi por pouco. – Depois de escutar aquilo, o jovem de cabelos brancos acabou tendo alguns flashbacks de uma memória que inconscientemente apagou, com imagens cortadas aparecendo em sua mente, mas nada ainda fazia sentido. — Eu sei que deve estar sendo surpreendente para você receber essas informações, Satoshi, mas infelizmente esta é a realidade, eu queria muito que não fosse, pois, o sangue desse clã é mais uma maldição do que algo bom, no futuro, se você realmente despertar esse poder, você vai entender o que eu te falei agora, por ora, estou voltando para a Aldeia do Redemoinho, cuide-se garoto, e você também, Mira. – Satou saiu andando, indo em direção a saída, se despedindo tanto de Satoshi quanto de Mira, e agora, mãe e filho estavam sozinhos.

— Filho, eu quero que saiba que não escondemos a minha família de você por mal, mas era necessário... Eu queria não ter passado este sangue para você, mas infelizmente aconteceu, não importa o que aconteça, lembre-se sempre desse garoto gentil que você é, e não se deixe dominar por emoções negativas. Quando isso acontecer, eu quero que você abra esta carta aqui, ela é do seu pai, só abra quando for necessário, e pode ter certeza que você vai saber quando for a hora. – Em seguida, a mulher se levantou, o abraçando novamente. — Agora eu irei fazer algo para nós comermos, afinal, faz tanto tempo que não nos vemos! – A mulher falou, agora com um rosto um pouco mais alegre, indo para a cozinha, deixando Satoshi sozinho em seu quarto, segurando a carta de seu pai. — Está tudo muito complicado por agora, espero que quando eu precisar, você realmente me ajude. – Falou olhando para o envelope lacrado, o guardando em seguida. Satoshi ainda tinha muitas coisas a aprender sobre si mesmo, principalmente se realmente possuía aquele poder e suas origens eram de fato as de um Uchiha, contudo, por ora iria aproveitar o momento que lhe restava com sua mãe, e esqueceria tudo isso por pelo menos aquele dia, até voltar para a Aldeia do Redemoinho.






Considerações:

Spoiler:
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Kaden
Jōnin
Kaden
Vilarejo Atual
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Re: [Filler de Troca de Clã] - A maldição herdada - Publicado Seg 12 Out - 20:35


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