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A Noite Mais Escura
Arco 03
Ano 14 DG
Outono
Diante da queda de Moira O'Deorain e a morte de Chisaki Overhaul, todos os olhos dos ninjas presentes em Kiri se voltaram para o Capuz Vermelho, que se revelou uma cópia exata do lendário Sarutobi Shion. Graças a Hyuuga Angell, o mercenário foi capturado, levando a prisão junto com Moira. Tudo aquilo favoreceu um entendimento entre as vilas que lutaram entre si em Oto, fazendo com que eles voltassem a neutralidade. Enquanto Iwa e Suna elegem novos Kages, em Konoha, Sarutobi Kaden se prepara para passar o seu cargo para um ninja mais jovem, ao mesmo tempo em que um novo Senhor Feudal assume em Kumo e o Daimyou de Kiri tenta impedir os ataques dos opositores de Jyu. Com a revelação de Chisaki Overhaul sobre a HYDRA, as ações da empresa acabam sofrendo uma grande queda, gerando indícios de uma enorme crise nas grandes nações. Diante do caos, diversos vilarejos pequenos são varridos do mapa quando uma onda de assassinatos em massa se inicia, ao mesmo tempo em que um grupo de fieis ao Jashinismo começa a se erguer, trazendo uma mensagem de esperança para os corações afligidos pelo sofrimento.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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Futuramente teremos.
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[Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori 1udpIjj

Shion
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Shion
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[Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Dom 20 Set - 12:42


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Filhos


Quando somos pequenos aprendemos a diferença entre o vilão e o herói. O bem e o mal. Um salvador e uma causa perdida. Mas e se a única diferença for quem está contando a história?

A besta de 3 caudas foi afastada daquela batalha, a aliança foi tentar deter o demônio, os Hattoris iniciaram sua última batalha contra aquele que fingia ser o pai deles. Shaka e Angell Grey iniciou sua batalha contra Shion, era até surpreendente ver esses dois juntos em batalha, Angell nutriu um ódio lendário por Shaka, mas naquele momento existia uma prioridade, derrubar a criatura que manchava o nome da família, logo mais atrás afastado Angell Hattori e Ayako Hattori(NPC) conversavam e prestava suporte.

No decorrer da batalha cada golpe desviado para casas ou moradores Shaka os detinham sem parar, ele não permitia que Suna fosse manchada, Angell Grey estranhou. – Por que você está se importando? – Ele enquanto trocava socos com o Shion respondia a mulher. –  Uma amiga morreu hoje para proteger essa vila, não vou deixar o sacrifício dela ser por nada. – Angell Grey não entendiam o motivo de toda dessa devoção de seu irmão, mas algo nele lembrava muito sua mãe. No esquentar da batalha as coisas começaram a ficar mais difíceis, Shaka se virou para o pequeno Ayako e lhe deu ordens. – Cuide dos inocentes, afastem eles das casas, retire eles do local de batalha, confiamos em você para isso. – Caso Ayako olhasse para eles iria ver um sorriso de lado em Shaka e Angell Grey demonstrando que acreditavam nele.

Logo mais atrás quando Angell Hattori chegasse Ayako Hattori(NPC), começaria a falar com ela. – Eu acompanhei você por um tempo em meu mundo, sei o quanto você se importa com as pessoas, mas eu não entendo algo, porque escolheu ajudar Shaka? Você sabe muito bem o que ele fará após Suna, e continuará fazendo sem parar. – Uma grande indagação foi feita a Angell, Ayako sabia a resposta, mas queria ouvir da boca dela para confirmar algo.

De volta a batalha, Shion sabia que não tinha chances contra a dupla de irmãos, não importava o ataque, a maldição que ele lançava os dois formava uma dupla invencível. –  Por quê? Por que eu não consigo acertar vocês? – Shaka sorria. – Você já foi derrotado, nossos aliados já venceram a guerra, a gente só está terminando de jogar o lixo fora. – Irritado e frustrado e mesmo com tamanho poder de três Rinnengan não havia formas de vencê-los, Shaka acertou um golpe no peito do homem, estendeu sua mão para atrás e a Katana de Shion saiu das mãos de Angell Hattori e foi para Shaka, ele acertou um golpe lateral no ombro do Shion. – Mesmo com esses olhos você não consegue nos derrotar, demorou um tempo para eu perceber, mas assim que você extraiu a lâmina do chão ficou obvio, você é cego, seus olhos eram falsos. A neve era a sua forma de nos enxergar, quando você retirou a lâmina em busca de mais poder ficou obvio para mim, você apenas liberava seu chakra com força total na tentativa de destruir tudo no caminho, Takura criou criaturas terríveis, mas ainda assim incompletas. – Angell Grey acertou um chute no rosto de Shion o lançando ao chão, Shaka aparece acertando uma cotovelada na região do pescoço dele. – Eu lutei contra Hattori Shion tantas vezes, seus socos são fortes, os deles são inesquecíveis, ele sabe calibrar os golpes, sabe onde bater e como bater, você... você é uma criança com chakra.

Shion novamente utilizando de seu último recurso voltou a juntar seu chakra ao máximo novamente, Shaka o prendeu em uma caixa vermelha. – Isto é a barreira refletiva de minha mãe, tudo que está aí dentro e tentar atacar irá receber o ataque de volta, desista ou terá o pior dos fins. – Shion não se importou e continuou juntando seu chakra.

De volta Angell Hattori e Ayako Hattori(NPC), eles continuam a conversar. – Você que teve a chance de conhecê-lo o pa... o Shion – Ayako não se sentia digno de dizer o nome dele. – Você realmente acreditava que ele esteja vivo? Nossa irm... Rainha Angell, ela afirma que Shaka é um mentiroso. – Por fim Ayako Hattori ajudaria Angell no suporte a possíveis feridos e retirar inocentes da zona de combate.


Considerações:


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Angell'
Lenda Ninja | Sannin
Angell'
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Dom 20 Set - 16:05


Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3000/3000 | CH: 2420/7100 | CN: 100/400 | ST: 09/26 ]
[ Byakugou no In: 500/500 | Souzou Saisei: 00/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


– Ayako. – ela o havia chamado. – Vou precisar que você me ouça como um aluno mais uma vez agora. ...por favor.

No caminho que percorria, voando baixo sobre o solo da Areia, desde as imediações do gabinete do kazekage, Angell enfim encontrou uma oportunidade de instruir melhor seu irmãozinho para aquela situação toda. Dizemos, parecia que o tempo que os cercava era sempre curto demais e a distância que os separava era comprida demais; mesmo tendo o parentesco sido descoberto mais de dois anos antes, nunca tinha havido diálogo entre ambos, por mais que pudessem vir a querer ou, pior!, precisar. Porém, agora, era isso ou possivelmente ver Ayako sendo arrancado de si também – e, há muito tempo, não mais por suas próprias fraquezas, que lhe impossibilitavam de proteger quem quer que fosse, mas pela aura indecifravelmente estranha que a Areia tinha por si só, aura esta capaz de assassinar sem deixar quaisquer rastros ou precisar de quaisquer explicações plausíveis. Não se tratava da cópia do poder de Shion ou das ameaças de Takura, Hanatarou, Kojima e seus experimentos, não se tratava da sensação de morte vinda de onde o sanbi estava; tratava-se de da inviabilidade de lutar sem o devido preparo, fosse ele físico, psicológico ou mesmo espiritual. ...por mais que Angell não pudesse entender por que tantos ninjas despreparados tinham se comprometido a participarem do cerco.

– Todos aqui são de nível kage ou superior. – ela tornara. – Se você sentir que não pode se envolver, não se envolva. Prezar por sua vida e fazer só o que está ao seu alcance não é errado; errado é você entrar em uma batalha que sabe que lhe levará a uma morte vã. Conheça - e jamais ignore! - suas fraquezas. Não é nenhuma vergonha deixar que outro alguém faça uma tarefa por você enquanto você não puder; mais tarde, tente melhorar e se capacitar, mas, naquele momento, saiba seu lugar.

No novo campo de batalha improvisado, sua correspondente e Shaka já engrenavam em combate com o kazekage, cada um à sua maneira: ela, ao que tudo indicava, preocupada apenas com as ofensivas, e ele, protegendo o que ainda restava da Areia.

– Veja só... – ela continuava ainda. – enquanto nossos aliados seguram o sanbi, nós - em família - podemos desabilitar o kazekage; enquanto nossos irmãos se atêm a atacar, nós podemos defender. Tarefas não nos faltam; só precisamos encontrar e realizar as nossas e deixar que os demais encontrem e realizem as deles. E, convenhamos... nada é menos importante quando o assunto é a sobrevivência mútua neste cerco. Não troquemos de tarefa e coloquemos a empreitada em risco.

A azulada pousou por um instante, para poder trocar a técnica que lhe dava suporte até aquele momento. Com o peso de seu corpo todo diminuindo ainda mais, tornou a alçar voo para alcançar – e evacuar – mais rapidamente as construções que via, através de seu Byakugan, ainda abrigando pessoas. Mandava-as para longe – tanto dali quanto do sanbi –, para o hospital ou para o possível abrigo emergencial da vila. Enquanto isso, voltava a captar e armazenar chakra natural dentro de si, preparando-se para proteger o caminho delas se houvesse necessidade. E, por isso mesmo, continuava atenta ao combate de seu irmão e sua correspondente contra o kazekage, além da movimentação dos dois Ayakos. ...sendo que o do outro mundo se aproximava para trocar algumas palavras consigo em alguns momentos em que a oportunidade surgia. No início, não conseguiu responder os questionamentos que ele lhe fazia; depois de ter descoberto, através do falso Shion, que Shaka só estivera lhe manipulando, um breu quase completo havia tomado conta de sua mente quanto ao irmão, e, até agora, ela ainda não tinha tentado pensar melhor sobre o que, exatamente, devia estar lhe acontecendo.

– É mesmo complicado... – até que, em um dado instante, ela conseguiu dizer algo. – Eu sempre temi - e muito - nosso irmão, desde que o conheci pessoalmente e senti na pele a pressão das intenções horríveis dele, mas só me convenci de que ele era alguém ruim quando descobri que tentou me matar no mundo de vocês. Conhecendo a mim mesma, imaginei que a outra “eu” também fosse bondosa e inofensiva... então acreditei mesmo que Shaka fosse um monstro sem coração. Mas... a verdade é que... até esse momento, eu tinha um... era quase que um sonho de expulsar o mal do coração dele. E esse sonho veio à tona com toda força depois de eu vê-lo sem rumo por ter “matado” nosso pai - e, por isso mesmo, cumprido com seus objetivos de vida. É que ele parecia tão... sabe...?, tão disposto a mudar, e precisando de ajuda para isso... que eu acabei cedendo. Depois, quanto mais ele me visitava, mais confiança eu tinha nessa escolha que fiz - até porque, em uma dessas visitas, ele me revelou ter encontrado nosso pai e querer salvá-lo junto de mim e do Ayako deste mundo. E eu me agarrei a isso porque já tinha sentido várias e várias vezes a permanência do papai aqui. Mesmo quando a outra “eu” me visitou para tentar me impedir... bem, isso só piorou tudo; as atrocidades que ela cometeu em meu mundo se assemelham demais às do próprio Shaka de antes, e conhecê-la só me fez ter ainda mais certeza de que Shaka havia mudado, enquanto ela... b-bem... ela sequer era bondosa e inofensiva como eu imaginava - o que destroçou aquelas minhas convicções sobre a ruindade de Shaka. Foi a ela que eu passei a temer... da mesmíssima forma que temi Shaka por tanto tempo. Enquanto isso... Shaka podia - e realmente ia - me ajudar a salvar o papai. Então eu... eu só... prossegui. ...até o kazekage querer me libertar dessa manipulação de nosso irmão. Agora, eu temo os dois outra vez, mas... mas não consigo me esquecer de tudo que passei com Shaka. De verdade!, olhe para ele agora e me diga se é tão impossível assim ele não ser ruim! Por favor, me diga!

...ou não; Angell talvez estivesse indo longe demais.

– M-me desculpe. – então murmurou. – Esqueça isso. Mas, sobre nosso pai... eu sei que ele está vivo. Estive sentindo a permanência dele neste mundo desde que fui informada sobre a “morte” dele - não por Shaka, mas por Light e Hitsugi -, ganhei parte do poder dele em meus olhos – ela encarou Ayako diretamente com seu único olho restante. – ao chegar aos muros da Areia e, agora mesmo, consigo vê-lo bem debaixo de nossos pés... realmente... encarcerado e sofrendo.


“But it’s the only thing that I have.”


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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Dom 20 Set - 19:18





Avançando na mesma direção dos demais membros da família Hattori, Ayako colocou-se do lado esquerdo de Angell, para terem contato visual facilitado sem nenhuma necessidade de abrirem maiores brechas, visto que ambos estavam cegos de um dos olhos e o cansaço começava a lhe abater. No caminho, então, aproveitando-se, Angell chamou a atenção do garoto pedindo que lhe ouvisse como um aluno. Ele aquietou seus pensamentos, que tanto iam e voltavam no destino de Hinka, mas não pode fazer o mesmo com sua respiração que começava a ficar ofegante pelo desgaste físico. As palavras dela colocavam-no em seu devido lugar; ele não era tão forte quanto os demais. Claro, ele sabia muito bem daquilo. Sabia que sua força não chegava aos pés de nenhum dos ninjas naquele pelotão, que não teria nenhuma serventia enfrentando aquela réplica de Hattori Shion — não era arrogante ao ponto de ser um suicida. Mas percebera também que aquelas palavras vinham por causa de sua atitude pouco elaborada de jogar-se à frente dela como um escudo.

Ao ouvir tudo atentamente, chegando ao ponto de ignorar um pouco do que estava acontecendo mais adiante, ele abriu um sorriso determinado.— Obrigado..., eu sei muito bem que não chego aos pés de ninguém aqui. — ele observou rapidamente — Eu sou muito fraco, em vários aspectos, mas..., se eu puder fazer alguma coisa, eu irei fazer. Mas não se preocupe, irmã, eu não pretendo morrer, ao menos não por arrogância — assumiu; o sorriso em seu rosto era um modo de mostrar que estava de acordo com seus ensinamentos, inclusive com seu exemplo de auto-sacrifício. Então recebeu uma ordem direta de Shaka, que parecia diferente de antes, e decidiu aceitar. Via um chakra diferente brilhando nele. Algo mais positivo, por assim dizer. Algo parecido com o que sua irmã tinha.

Assentindo em silêncio, parou de avançar e retrocedeu um pouco, com toda sua velocidade, que como podia imaginar, tornou-se menos potente que antes. Começava a escorrer suor nos cantos do rosto, os músculos doíam. Ele tinha estudos médicos, sabia muito bem o motivo de estar assim. Precisava descansar nem que fosse um pouco, mas as pessoas não tinham o mesmo privilégio. Preferia então gastar suas últimas energias para salvar o máximo de pessoas possíveis, então insistiu mais um pouco, descendo pelas ruas para recuperar o máximo de sobreviventes possíveis. Ergueu dois dedos da mão direita, o chakra dentro dele concentrou-se e dividiu-se em clones que nasceram em meio a fumaça branca, igualmente cansados. — Vamos! — ordenou sentindo o ar faltar em seus pulmões e parou sobre um dos prédios ainda inteiro. Parou observando a situação da vila; a enorme besta antes afastada continuava amedrontando a todos. Os cabelos dele sacudiram com os ventos típicos do país, seu Sharingan observava claramente a quantidade absurda da besta, como se ela fosse feita somente disso. — Insano... — foi tudo que ele conseguiu dizer.

Os cinco clones avançaram com o máximo que seus corpos aguentavam, buscando pessoas em escombros, esconderijos, e quaisquer outros lugares. Aqueles capacitados a andar, faziam andar junto, seguir para longe de tudo aquilo, para se afastar do interior da vila de preferência. Pessoas mais debilitadas eles carregavam como dava, apesar de ser quase impossível. Alguns eles tentavam prestar primeiros-socorros com o que tinham por perto. Mas todos que encontravam vivos eles buscavam levar para longe da confusão. Um deles ficou com o grande grupo onde eles se concentravam para guiá-los à saída, os outros quatro continuaram espalhados procurando, procurando e procurando. De longe, o verdadeiro Ayako observava a vila com um sabor melancólico. Tinha a impressão de que ela não suportaria muito tempo, que depois de tudo aquilo, ela cairia feito um castelo de areia. E assim como o pensamento sobre queda lhe surgiu, ele mesmo caiu sobre um dos joelhos, exigindo tudo de si mesmo para sustentar a técnica por mais alguns minutos. Não precisavam ser muitos, apenas o suficiente.

Então um dos clones se dissipou, revelando à Ayako que uma zona tinha sido toda analisada. Muitos mortos, poucos sobreviventes. Sentiu-se um pouco mais revigorado no quesito chakra, mas seu físico não aguentaria mais. Um minuto depois, outro clone se foi. Mais mortos. Muitos mortos. Ayako andou com dificuldades até a beira do prédio e encostou-se na parede, as costas relaxaram, manteve-se virado de modo a enxergar ao menos o topo da cabeça da besta de três-caudas. O terceiro clone se dispersou no meio da ordem para duas crianças correrem para o local indicado. Ayako tocou a parte de trás da cabeça na parede, erguendo um pouco o queixo. Respirava com dificuldade, mas um sorriso surgiu nele mesmo assim. O quarto clone explodiu em fumaça branca ao encontrar uma menininha morta e a informação doeu no coração de Ayako. A visão dele ficou levemente turva, estava no limite. Não poderia aguentar mais tanto assim.

O último clone entendeu aquilo também. — Deem as mãos! — ele ordenou segurando a primeira pessoa atrás dele e todas fizeram o mesmo, formando uma enorme corrente humana; o clone abriu um espelho na frente dele e entrou. Burlando a si mesmo, ele permitiu que a corrente de pessoas atravessasse com ele, pois estavam todas conectadas a ele e ao seu chakra. Quando a última pessoa atravessou nele, o espelho se partiu em cacos de gelo; no limite da distância permitida pela técnica outro espelho se formou, fora dos portões da vila, e o clone atravessou trazendo todas as pessoas consigo. O espelho se quebrou com uma criança atravessando, a última da corrente, e então o clone tornou-se apenas um monte de fumaça branca e densa.

— Pelo menos elas eu salvei — Ayako sorriu colocando o braço direito no colo, o rosto de Hinka veio em sua mente. Seu olho direito entreaberto ainda brilhava no vermelho do Sharingan, mas o resto de seu corpo mal respondia. Se eu morrer aqui..., pelo menos salvei essas pessoas... está orgulhosa...?, refletiu perdendo a consciência com um sorriso no rosto.


Hattori Ayako: HP: 1300/1300 | CH: 1097/1650 | ST: 05/05 | V: 10ms/14ms | F: 01/02.
Clone 1: CH: 187/187
Clone 2: CH: 187/187
Clone 3: CH: 187/187
Clone 4: CH: 187/187
Clone 5: CH: 162/187


Consid.:
Jutsus Usados:

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Shion
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Shion
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Dom 20 Set - 20:03


[Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori 141487
Cerco a Sunagakure
Amanhecer


Quando somos pequenos aprendemos a diferença entre o vilão e o herói. O bem e o mal. Um salvador e uma causa perdida. Mas e se a única diferença for quem está contando a história?

Todo o mundo estava junto a uma causa maior naquele momento, salva vidas, Shaka e Angell parava o monstro, Angell e ambos os Ayako focavam em tirar as pessoas do combate, se Shaka e Angell tivessem que ficar se preocupando sempre com vidas inocentes o inimigo teria grandes vantagens, o pequeno Ayako gastou ate seu ultimo segundo ajudando a todos que ele podia. Com um sorriso no rosto mas extremamente cansado ele estava acima de um prédio repousando um pouco, se ele sentisse um pouco o brilho do sol tocando seu corpo, o sol estava nascendo o que demonstrava mais um dia se iniciando e era a hora de Suna contar uma nova história.

Shion foi arrogante a ponto de soltar sua técnica final, como Shaka o avisou ele recebeu o ataque sozinho, lá estava ela uma vez mais caído e fraco, Shaka caminhou ate o homem. – Como se atreve a chamar você mesmo de Hattori? – Dizia Shaka caminhando com uma voz calma de antes. – Não importa que se o jutsu seja poderoso. Se o usuário não o sabe usar com maestria, dá nisso. Você perdeu... – Shion ergueu uma vez mais com suas mãos levantada ao céu. – ENTÃO TUDO VAI EXPLODIR COMIGO! – O corpo do homem começou a disparar uma luz, era uma técnica de sacrifício, Shaka avançou contra ele o abraçando levando ele para fora da vila, ao lado esquerdo da vila uma grande explosão azul foi visto, no entanto Shaka e Shion estavam na direita, ele arrancou o chakra do homem e redirecionou de lugar, Shaka soltou o corpo de Shion no chão, caminhou ate acima do corpo dele a aproximou a espada da garganta dela. –  Você perdeu... – Shion não tinha forças algumas para tentar se mexer ou reagir. – Você tem o rosto dele, por isso vou te contar algo antes que você parta. – Shion com os olhos ainda um pouco fechados olhava para Shaka. – Quando minha hora chegar ao fim, eu sei que vou direto para o inferno se você acredita nisso, as coisas que eu fiz, as coisas que eu ainda vou fazer vão me enviar direto para lá, eu sei que vou morrer um dia. Essa coisa que tenho dentro do meu corpo, essa Otsutsuki, ela devora meu corpo todos os dias, cada dia ela me mata aos poucos, mas infelizmente eu preciso dela, e caso eu não consiga trazer minha mãe de volta, eu nunca serei curado dela, irônico não é? Aquilo que mais me da poder é o que vai me matar. – Shaka se abaixou sentado ao lado de Shion, os dois estavam a cerca de 5km fora de Suna. – Já você quando morrer, não irá para lugar algum, você não tem alma, você simplesmente irá desaparecer para o nada, e logo será esquecido. – Shaka colocou a mão no peito do homem. – Você tem medo... – Shion o respondia. – De você? - - Da morte, você é o último. - - Hope deveria ser o último... Takura pediu um salvador e ficou com um escravo. – Shaka o olhava sorrindo. – Acho que nos dois desapontamos nossos criadores. – Shion ria com fraqueza. – Acredito que sim. - - Shinobis são estranhos, eles pensam que ordem e caos são de alguma forma opostos e... Tentam controlar o que não é possível. Mas existe certa graça em seus erros, acho que não percebeu. - - Estão condenados... - - Sim..., mas uma coisa não é bonita só porque é durável. É um privilégio está entre os shinobis. - - Você... abusa de ser ingênuo. - - Bom... acho que é porque eu tenho irmãos maravilhosos. – Shion levantou sua mão e Shaka perfurou seu peito com a espada, Angell Grey chegou ao local. – Acabou? – Ele se levantou. – Ainda não... – Os dois voltaram para vila no prédio onde Ayako estava caído, Shaka colocou algo dentro do corpo de Ayako, algo que ele só perceberia no futuro.

Enquanto isso Angell e Ayako Hattori continuavam conversando, Ayako mostrou seu pescoço a Angell. – Shaka no passado tirou minha vida, mas nossa irmã me trouxe de volta, porem mesmo após isso eu não consigo sentir raiva dela, eu tenho pena, Shaka mesmo sendo filho de Hattori Shion e da Rainha Katsura Grey esta em agonia e sofre muito, porem você, eu vi você em diversos momentos, eu calculei sua vida, você continua firme e de pé e mesmo passando por tanta coisa horrível, acho que minha Rainha vai aprender muito com você. – Ele fechou e abriu os olhos por um momento. – Princesa... eles terminaram, e aparentemente Ayako está caído, Shaka e a Rainha já estão lá, vamos... – Ayako saiu na frente indo ao local onde Angell e Shaka estavam.


Considerações:


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Angell'
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Angell'
Vilarejo Atual
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Seg 21 Set - 16:40


Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3000/3000 | CH: 3030/7100 | CN: 200/400 | ST: 10/22 ]
[ Byakugou no In: 500/500 | Souzou Saisei: 00/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


Angell mal tinha tentado ensinar algo importante a seu irmãozinho e ele pareceu, como de costume, querer se mostrar mais forte do que realmente era. Porém, agora, havia um sorriso no rosto dele, coisa que ela não se lembrava de já ter visto em qualquer situação anterior. ...mas o que aquilo devia significar?, o que ele tinha em mente? Conforme fazia sua própria parte – e até enquanto se explicava ao outro Ayako –, a azulada o observava de longe, mas com atenção, e tão pronta para socorrê-lo quanto o estava em relação aos sunenses que continuava resgatando.

Enquanto isso, porém, o kazekage, Shaka e sua correspondente ainda se enfrentavam, e, agora, com uma ferocidade que os levava para fora da Areia para que tudo chegasse até o fim sem que novos – e realmente irreversíveis – danos fossem causados ao vilarejo ou aos presentes dentro do mesmo naquele instante. ...apesar de que, lá longe, a conversa entre Shaka e o kazekage parecia tão calorosa e amigável quanto a última entre Shaka e Hinka tinha sido, e, outra vez, dava a Angell um misto de informações das quais ela tinha conhecimento com informações completamente inusitadas, que, até agora, nem faziam sentido nem tinham se passado pela mente dela em qualquer momento que fosse. Mas se saíam da boca de Shaka em uma ocasião como aquela – Angell própria tinha acabado de constatar (e pedir por uma confirmação do outro Ayako) que não é tão impossível ele não ser ruim, e ele continuava parecendo sincero em momentos em que tinha algumas de suas fraquezas (sobretudo sentimentais) descobertas e atingidas, fosse pelos inimigos ou pelos aliados –, não deviam ser quaisquer mentiras.

Mesmo sendo inútil, a azulada virou seu rosto para o lado direito quando notou a última movimentação das mãos de Shaka contra o kazekage. Ela não queria – mas também não podia evitar – ver o “golpe de misericórdia”, dado pela espada do pai de ambos, furtada dela própria pelo irmão em uma atitude fria, mas inteligente; ele devia saber bem que a azulada ainda fugia da responsabilidade de extinguir a vida de seus oponentes, por mais necessário que isso pudesse ser, então acabou fazendo por ela, e de forma a não lhe dar possibilidade de tentar alguma reação.

Ao menos, Kagura devia estar orgulhosa agora.

Nesse meio tempo, o outro Ayako também dava informações preciosas à azulada... mas, simultaneamente, tornava a assustá-la; primeiro porque assim de repente tinha mudado um pouco a forma com que se dirigia aos membros da própria família – não importando o mundo ao qual cada um deles pertencia –, depois porque parecia realmente julgar que sua correspondente teria (ou ao menos quereria ter) algo a aprender consigo. E, quando ele deu indícios de que se moveria para Shaka e sua correspondente, que já alcançavam Ayako, enfim voltou a se pronunciar:

– Espere um pouco! – tentando segurá-lo pelo pulso direito com um misto de firmeza e delicadeza. – ...você se achava menos importante até eu te referenciar como meu irmão também, certo? Por quê?

Mas Ayako continuava caído, agora aos pés de Shaka e de sua correspondente. Então até com o outro Angell não teria tempo de conversar direito?

– Pode me responder quando julgar melhor. – ela murmurou.

E também disparou em direção a seus irmãos.

Alcançando-os, pediria licença aos dois conscientes e se ajoelharia ao lado esquerdo do caído, abraçando-o com ternura e puxando o corpo dele com cuidado para cima de suas coxas, apoiando-o todo em si própria, com a cabeça em seu antebraço esquerdo. Parecia que fora só falta de energia que o havia abatido, mas, só por precaução, Angell expandiu seu chakra medicinal ao redor de si até englobá-lo por completo e foi deixando que sua barreira curativa fizesse seu trabalho. Enquanto isso, acariciava de leve os cabelos de seu irmãozinho com sua mão livre – a direita.


“But it’s the only thing that I have.”


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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Ter 22 Set - 9:15





A mente humana é mesmo interessante. Vejamos, quando o garoto sentiu seus últimos resquícios de energia se esvaindo, seu cérebro entendeu aquilo como um alerta máximo de perigo. Poderia continuar, é claro, mas o corpo começaria a sofrer as consequências. Por isso ele saiu do plano consciente e caiu lentamente num universo particular do qual vinha tentado escapar há muito tempo. Mas quando se está a mercê do inconsciente, os humanos não possuem nenhuma forma de escolher os caminhos que decide tomar. Quando ele voltou a ver alguma coisa, estava não mais no topo do prédio de Sunagakure. Na verdade, sequer estava na vila coberta de areia. Voltou a um lugar que conhecia apenas de pequenos flashs dentro de sua mente infantil: a casa incendiada.

Diferente das suas memórias originais, ele não viu sua versão de três anos de idade manipulando quaisquer habilidades gélidas. Ao contrário, ele não estava fazendo nada. Tinha tirado a camiseta para mergulhar numa fonte termal próxima, sempre com o pai adotivo. Mergulhados na água, o homem brincou de manipular a natureza elemental aquática, fazendo a criança rir. O Ayako que viajava naquelas memórias aproximou-se para ver melhor. De certa forma, estava com saudades daquela família. Eles não eram sua verdadeira, mas tinha lhe cuidado bem. Se eu sobreviver irei visitá-los novamente, pensou com um sorriso. No entanto, o menininho ergueu as mãos e a água em forma de cisne manipulada pelo pai simplesmente congelou num tom esverdeado. E, no mesmo instante, a marca do lobo Hattori desabrochou no peito do menino. O pai adotivo, assustado, o cobriu com uma toalha e o levou para casa. Mas, nas árvores ao redor, homens com as marcas de Karma assistiam a tudo; os mesmos homens que viriam a incendiar sua casa.

Mas o fluxo do inconsciente não é linear, nem perfeito. Assim que ele se virou para manter-se fixo nos dois voltando para dentro de casa, o ambiente mudou novamente. Estava no meio de uma clareira, a chama no centro feito por uma fogueira improvisada lhe atraía como uma mariposa. Aproximando-se, ele viu sua mãe, Hinka, sentado próxima do fogo. Parou no meio do caminho, sem ter a coragem de chegar mais perto. A mulher ergueu o queixo trêmulo com uma juventude diferente daquela que Ayako conheceu e então tudo mudou de novo. Viajando por dentro de sua própria existência, viu-se no exato momento em que seus poderes Hattori vinham à tona pela primeira vez, exatamente contra ela. E então tudo desmanchou-se ao redor.

Estava deitado num chão poroso. Tudo ao seu redor estava terrivelmente escuro. Ayako não reconhecia aquele lugar. Como poderia? Tratava-se das profundezas de sua mente. Ao erguer-se encontrou Hakurei à sua frente. Ao tentar tocá-lo, seu corpo brilhou e sua mão o atravessou. Sentiu algo passando por si e viu uma versão mais nova dele. Da época em que os dois eram melhores amigos. — Vamos treinar? — perguntou o pequeno Ayako. Hakurei negou. — Não tenho tempo, preciso pegar uma coisa... — ele estava começando a cair — Quando eu me tornar um Sanin você vai se arrepender de não ter treinado comigo — Ayako brincou e os dois se separaram uma última vez. O diálogo não estava inteiro, pelo que ele podia recordar, mas entendia a mensagem — achava que entendia.

Muitos metros, talvez quilômetros, para frente via-se uma passagem de luz. De ombros alinhados e queixo erguido, decidiu ir naquela direção. Ele começou a sua caminhada de modo lento. Ouvindo várias vozes que percorreram sua vida em diferentes momentos da vida. Seus pais adotivos, Fujimoto e Shiro; Hakurei; Ashinaka; Angell; Hinka; Shion. Eram apenas trechos de suas vozes, sem o verdadeiro sentido das suas vozes. Quanto mais próximo ficava, mais frio também sentia. O clarão foi aumentando, parecia querer aquecê-lo. Cansado, um pensamento lhe ocorreu. Descanso.

— Não! — um enorme rosto bestial surgiu a sua frente feito em labaredas de chakra. — Volte para sua família! — ordenou aquela figura e então ele se voltou para trás e o brilho ficou ainda maior, ao ponto de cegá-lo. Ayako levantou diretamente do colo de sua irmã, o olho direito assustado. Olhou para todos que estavam perto dele e então finalmente para Hattori Angell. Estava vivo, mas, principalmente, ela estava bem enquanto o sol descia sobre a vila inteira. Num ato impulsivo e impensado, ele avançou contra ela para abraçá-la. Sim, de volta para minha família, ele pensou ao fazer o gesto. Só a soltaria quando fosse realmente necessário.


Hattori Ayako: HP: 1300/1300 | CH: 1650/1650 | ST: 00/05 | V: 00ms/14ms | F: 00/02.

Consid.:
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Ter 22 Set - 10:05


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Cerco a Sunagakure
Vencemos?


Quando somos pequenos aprendemos a diferença entre o vilão e o herói. O bem e o mal. Um salvador e uma causa perdida. Mas e se a única diferença for quem está contando a história?

Manhã maravilhosa, com o sol de Suna começando a nascer, Shaka a frente de todos chegou a da um breve sorriso. – Vencemos... – Angell Grey se virou para ele. – Temos contas a acertar...  – Ele segura a espada se preparando para quaisquer eventuais problemas, Angell Hattori perguntou algo para o Ayako mais velho, ele pensou em responder, mas diante da presença de Angell Grey ele ficou receoso. – Apenas sigo as vontades de minha rainha. – Ele respondeu a Angell Hattori e se manteve em silencio aguardando as ordens, porem ele resolveu se arriscar. – Não seria melhor a gente procurar Hattori Shion? – E ajeitou seus óculos. – ELE ESTÁ MORTO! – Angell Grey gritou. –  Parem de tentar imaginar o impossível... – Os irmãos começaram a discutir.

Enquanto discutiam todos eles tiveram suas mentes mexidas, eles ouviam uma voz com deboche e olhavam uma mulher a frente do local onde Shion estava. – Não fiquem com esse ar tão arrogante. Eu sei o que estão pensando, mas o clone foi só um contratempo. Vocês acharam mesmo que eu confiaria o futuro de Suna a um Hattori, mestiço e cego? – Ela sorria com desdenho de tudo que aconteceu a Suna. – Aaahh, não, não... Ele foi só uma ferramenta, o primeiro passo de uma longa jornada! Tudo que aconteceu culminou nisto... e, desta vez, vocês não vão interferir. – Uma nova imagem foi vista, a localização exata do laboratório, com senha e tudo, Takura estava viva e aguardava os Hattoris. Angell Grey estava um pouco nervosa com o que viu, mas se preparou para ir, Shaka foi o primeiro que saiu na frente, logo em seguida Angell e Ayako foram atrás dele indo rumo ao laboratório descobrirem até onde essa história iria.



Considerações:

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[Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori Ui7615FOlá, Convidado, eu sou o Shion.
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Angell'
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Angell'
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Ter 22 Set - 14:20


Angell Hyuuga Hattori
[ HP: 3000/3000 | CH: 3740/7100 | CN: 300/400 | ST: 11/22 ]
[ Byakugou no In: 500/500 | Souzou Saisei: 00/08 ]
[ Hachibi: 5000/5000 ]


O susto de Ayako, que recobrou rapidamente a consciência, arregalando o olho direito e avançando de uma única vez com o corpo inteiro contra a irmã, conseguiu surpreendê-la a ponto de fazê-la recuar e, então, paralisá-la por alguns milésimos. Até mesmo a técnica curativa ela que usava acabou se dissipando em pleno ar, enquanto suas mãos, erguidas, apesar dos braços presos rente ao corpo graças ao gesto impulsivo de Ayako, e sua boca, entreaberta, aos poucos retomavam seus movimentos; a azulada deixava que um sorriso tímido surgisse em seus lábios e que sua mão direita voltasse ao topo da cabeça de seu irmãozinho, ao passo que sua canhota passava para as costas dele, para tanto retribuir o abraço quanto acariciá-lo em meio ao mesmo. Ela estava ali com ele e o protegeria; faria questão que ele soubesse disso.

...como sua correspondente parecia não querer quanto ao outro Ayako. Dizemos, Angell conseguia notar o receio dele para lhe responder uma pergunta simples agora, algo bem diferente do que havia acontecido instantes antes, quando a outra, cujas vontades eram seguidas (ao que tudo indicava) cegamente por ele, não estava tão próxima para ouvi-los conversando. Além disso, à mínima menção que ele fez a uma hipótese que a mulher se recusava a (ao menos) tentar investigar, foi calado aos berros. A azulada não teve como não apertar um pouco mais o Ayako de seu próprio mundo em seus braços e não lançar um olhar misto de descrença com decepção para sua correspondente – por mais que, lá no fundo, esperasse que ela não notasse nada. As duas definitivamente não podiam ser comparadas de qualquer forma que fosse.

Porém, logo aquele olhar de Angell mudou mais uma vez, agora, retornando a um velho ar de terror; quase como quando se via em algum tipo de realidade alternativa ao passo que se aproximava, invadia e se entranhava na Areia – sempre, claro, rumo a seu pai –, deparou-se com a figura de Takura no laboratório em que o via até aquele mesmíssimo momento, bem à frente do tubo que o mantinha encarcerado. Mas como diabos aquela monstruosidade desequilibrada continuava viva? Dizemos, a própria azulada a viu morta nas imediações do gabinete, por obra da criação “perfeita” – e, agora, também morta – dela. ...apesar de a loucura dela parecer tão mais aflorada – e, por isso mesmo, natural – do que na ocasião anterior. Mas teria mesmo como todos os aliados, incluindo a azulada e Shaka, terem sido enganados com tal facilidade?

Bem, para o sim ou para o não, somente enfrentando Takura as respostas certas deviam se mostrar – primeiro a eles, depois ao mundo todo. ...até porque, agora, parecia que só restava ela mesma entre Angell e seu papai.

– It’s gonna take a lot to drag me away from you; – ela murmurou a si mesma, – there’s nothing that a hundred men or more could ever do. – tornando a soltar Ayako para ir se levantando outra vez – I bless the suns down in Suna. – e já se prontificar a acompanhar seus irmãos, voltando seu único olho restante aos três que partiram na frente. – Gonna take some time to do the things we never had...

Mesmo agora virada de costas para Ayako, ela estenderia sua destra a ele, convidando-o a seguir junto de si. Logo que – e se – percebesse a inclinação dele a fazê-lo, mover-se-ia também, voltando a captar chakra natural para si.


“But it’s the only thing that I have.”


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Jōnin
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Re: [Cerco a Sunagakure] Hattori Vs Hattori - Publicado Qua 23 Set - 10:33





O abraço tinha muito mais do que o gesto em si. Naquele momento, sentindo a irmã corresponder-lhe o carinho, ele colocou todo seu coração, anseios e medos, em seus braços de modo a comunicar uma única coisa: "vamos conseguir juntos". No entanto, eles não tinham todo tempo do mundo para experimentar um momento sentimental como aquele. Talvez nunca tivessem e essa fosse a sina deles. Tentarem sempre se conectarem profundamente, mas nunca chegarem ao nó final. Isto, pois, as coisas não paravam ao redor deles apenas porque precisavam. Ele sabia muito bem, como shinobi, que essa era uma máxima eterna na vida dos soldados e, ainda assim, lhe incomodava um pouco mais a cada tentativa de aproximar-se da irmã. Então o clima do ambiente tornou-se denso com os pensamentos e ceticismos sendo lançados ao ar. Ayako não aceitava a morte definitiva de um pai que mal tinha conhecido, ele não podia aceitá-lo. Ainda mais sentindo-o fluir em seu olho direito daquele modo.

O mal encarnado voltou a surgir apesar de ela ter morrido diante de todos anteriormente. Não apenas isso, ela desafiava a família inteira, como se possuísse tantos poderes que pudesse derrotar todos de uma única vez — e estando com Hattori Shion em cativeiro, Ayako perguntou-se se não seria verdade. Angell cantarolou com uma voz doce e soltou o irmão. Ayako endireitou-se, fungando as poucas lágrimas que ousavam manchar suas bochechas já tão sujas depois de tantas horas de guerra. De costas, ela estendeu a mão para o garoto que a segurou erguendo-se de imediato. Estava descansado, poderia voltar à guerra. Na verdade, sentia-se revigorado até demais, como se pudesse continuar por muito mais tempo do que antes. Com isso em mente, ele avançou seguindo-os para o verdadeiro objetivo dele desde o inicio: salvar Hattori Shion, seu pai.


Hattori Ayako: HP: 1300/1300 | CH: 1650/1650 | ST: 01/10 | V: 014ms/14ms | F: 00/02.
Gobi: CH: 3500/3500

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