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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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Ícone : [Fillers] Haru Matsuno YpCzitr

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[Fillers] Haru Matsuno - 2/7/2020, 18:09

Acontecimentos anteriores: 1. O Passado; 2. O Treino.

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Como de costume, silêncio tomava conta da residência de Haru e de sua mãe, ambos se encontravam sentados na pequena mesa de jantar localizada na cozinha. O genin encarava o pedaço de carne que permanecia em seu prato, intocado, enquanto isso, sua mãe já estava para terminar. As pernas do jovem ainda estavam doloridas do treino que havia feito algumas horas mais cedo, suas mãos estavam descansando em cima de suas pernas, ele tentava fazer alguns breves movimentos com elas de vez em quando para melhorar a circulação e diminuir a dor, mas não adiantava. Seu estômago roncou alto, chamando a atenção de sua mãe para ele, o garoto percebeu o olhar dela e engoliu seco... Não queria ter aquela conversa. A mulher o encarou em silêncio por alguns segundos antes de lhe perguntar se havia algo de errado. Haru desviou seus olhos para um vaso de flores que decorava uma das bancadas, e, no mesmo instante, seus olhos se encheram de lágrimas. O lábio inferior dele tremia, ele queria chorar, mas não iria fazê-lo tão facilmente.

A mulher de cabelos negros levantou-se da cadeira, indo até seu filho e fazendo menção a lhe dar um abraço, ela quis reconfortá-lo, mesmo sem saber o que estava acontecendo. Haru recusou o abraço, levantando-se e cruzando seus próprios braços depois de secar os olhos. “Eu fiz de novo mãe” - comunicou-se pela linguagem de sinais com a mulher “Depois do almoço, quando fui pro banheiro”. O silêncio novamente tomou conta do lugar por breves minutos, com ambos encarando-se initerruptamente durante isso. O que se estendeu até que a mulher deixou um suspiro escapar, pedindo para que ele comesse o jantar e afirmando que conversariam sobre aquilo quando ele terminasse. Com um aceno para concordar com o proposto, Haru sentou-se de novo na mesa, começando a comer. A mãe dele deixou suas louças já vazias na pia, dirigindo-se para o quarto dela logo em seguida, em completo silêncio. O garoto mastigava lentamente, sentindo-se ainda muito mal por tudo o que ocorrera antes, e graças a sua falta de autocontrole eles teriam que falar novamente sobre seu transtorno alimentar. Pela sua experiência, as conversas sobre esse assunto nunca eram muito agradáveis, especialmente para a mulher.

Ele estava para terminar seu jantar quando sua mãe voltou, com um casaco na mão, ela disse que eles dariam uma volta enquanto conversavam. Haru respirou fundo antes de se levantar, colocar sua louça na pia e pegar o casaco, vestindo-o e já seguindo sua mãe na direção da saída da casa. Os dois seguiram juntos pelas ruas da vila, o Sol já havia se posto a algumas horas, mas ainda assim as ruas permaneciam bem movimentadas. A mulher pigarreou, chamando a atenção do seu filho, que por sua vez encontrava-se encarando o chão. Ela lhe fez uma simples pergunta: “Você se lembra de quando saímos do nosso vilarejo?”. Haru ficou um pouco surpreso, não esperava por aquilo “Não muito, mas eu lembro que o vovô ficou bem abatido”. A mulher concordou, mas ela disse que ele só ficara daquela forma porque se preocupava muito com como Haru reagiria, o garoto engoliu seco ao ouvir aquilo. Ela continuou a falar, citando ainda o fato dele ter construído várias marionetes só para poder distrai-lo durante as viagens. O garoto sorriu, lembrando-se de como achava divertido brincar com elas quando era pequeno, mas o sorriso logo sumiu, quando ele se lembrou de como o mais velho havia morrido.

“Eu sinto muita falta dele... Chega a ser estranho pensar que ele não tá aqui” - a mulher parou brevemente em uma barraquinha de comida, segurando o filho levemente pelo braço. Ela comprou dois espetos de Takoyaki, entregando um para Haru, mencionando que achava bom ele comer mesmo depois deles já terem jantando já que não tinha almoçado naquele dia. O genin engoliu seco ao olhar o espeto, sentia que se fosse comer, sentiria vontade de provocar o vômito assim que pudesse. Ele agradeceu com um gesto e continuou acompanhando sua mãe na caminhada, a mulher deu uma mordida em um dos bolinhos, olhando para seu filho em seguida. “Tenho medo de querer fazer aquilo de novo” - Haru comunicou-se pela linguagem de sinais com ela depois de ser indagado sobre o porquê de não ter dado nenhuma mordida. A mulher pegou o espeto de volta, deixando um suspiro escapar. Ambos continuaram a andar em silêncio, até que ela se pronunciou, falando que as pessoas nunca sabem lidar com o luto bem, e que no fim das contas, o inconsciente de cada um arranja alguma distração que os faça esquecer do luto. O garoto pôs a mão no ombro da mãe, interrompendo sua fala “Eu me lembro da terapia mãe, sei muito bem o que você quer dizer” - começou a gesticular para se comunicar com ela - “Só que continua sendo mais forte que eu... Mas o maior problema é que eu preciso ser mais forte que isso”. Seus olhos encheram de lágrimas, ele mordeu levemente seu lábio inferior, encarando o chão enquanto tentava conter o choro.

Eles pararam de caminhar, agora estavam próximos de uma praça com poucas pessoas, a mãe do menino segurou os dois espetos com uma mão e colocou a outra na bochecha esquerda de seu filho. A mulher o lembrou que ele não estava sozinho, ela sempre estava ali e queria apoiá-lo, mas para isso, ele precisava entender que era tudo bem pedir ajuda. Haru não precisava ter o controle de tudo o que acontecia consigo sozinho, ele não precisava se fortalecer e superar aquilo sozinho. A primeira lágrima rolou por sua bochecha direita, indo de encontro com o chão rapidamente ”Desculpa” - gesticulou com suas mãos e retirando a mão de sua mãe da bochecha. Secou suas lágrimas antes de continuar “Eu só falei isso com o terapeuta, mas... É que comer é tão prazeroso para mim sabe? Sei lá, é como se eu pudesse reviver os momentos com o vovô quando eu como” - fitou os espetos de Takoyaki na mão da mulher “Mas daí eu percebo que isso não vale a pena, que ele nunca vai voltar, e então eu só tento colocar tudo pra fora”. A mãe de Haru tinha uma expressão preocupada em sua face, a mesma que ela sempre expressava quando seu filho lhe contava algo que fugisse do normal. “E isso me atrapalha tanto... Eu não consigo nem acumular massa física direito... - lembrou-se do treino de mais cedo, em que sua condição física abaixo do peso o impedia de seguir treinando devido à exaustão que causava.

“Você sabe que eu nunca tive notas boas na academia com resistência física e taijutsu... E isso é vital pra um ninja” - voltou a comunicar-se pela língua de sinais com sua mãe, sentindo suas pernas começarem a doer mais, ele não tinha se recuperado do treino de mais cedo ainda. “Eu não tenho nenhum futuro se continuar assim... Eu quero tanto mudar, mas eu não consigo” - ele desviou seu olhar, indo lentamente na direção de um dos bancos vazios da praça enquanto segurava seu choro. A mulher o acompanhou, sentando-se ao seu lado e começando a falar novamente. Mais uma vez, ela não trazia soluções, nunca foi o objetivo dela... No fundo ela sabia que seu filho conseguiria passar por aquilo, mas ele precisava perceber que era capaz disso. Dessa vez, ela o lembrou de como Haru confrontara sua avó quando disse que se tornaria um ninja, aquela força de vontade, aquele desejo, ele podia fazer tudo o que quisesse com aquilo. A mãe de Haru disse ainda que sabia o quão forte seu filho era, e não havia ninguém mais que soubesse disso tão bem quanto ela, e era uma força que não podia ser treinada, diferente da força física.

Ela o abraçou gentilmente, deixando algumas poucas lágrimas escaparem enquanto o fazia. Ainda abraçando ele, a mulher sussurrou em seu ouvido que ela sempre esteve ali, e sempre estará. O lembrou que, infelizmente eles não poderiam recuperar seu avô, mas ele também não iria querer que seu neto se frustrasse daquela forma, muito menos ficasse doente, e Haru sabia bem disso, mas precisava ouvir isso vindo de alguém. Soltaram o abraço, o genin suspirou rapidamente “Obrigado mãe... Eu sei que vou conseguir graças a você” - secou suas lágrimas e engoliu seco, recostando-se no banco e olhando para o céu. Ele planejava ficar assim até que sentiu uma breve cutucada, sua mãe estava o oferecendo mais uma vez o espeto que ela havia comprado. Ele esboçou um leve sorriso e pegou o espeto, mordendo um dos bolinhos, eles já estavam frios, mas permaneciam muito gostosos. Haru fechou os olhos brevemente e respirou fundo depois de engolir, e foi aí que ele teve uma ideia. Ele virou-se para sua mãe mais uma vez, ela já estava terminando seu espeto “O que você acha de me acompanhar em alguns dos treinos mãe?” - perguntou à ela com uma expressão séria no rosto. A mulher, por sua vez, não pareceu nenhum pouco animada com a ideia e disse que não se sabia se seria uma boa, ela mais atrapalharia do que ajudaria. “Imagina, vai ser só de alguns... Vou me sentir melhor se você puder treinar comigo para ver meu progresso físico... Vai ser mais pra apoio emocional” - deu outra mordida nos seus bolinhos, olhando para sua mãe à espera de uma resposta.

A mulher acabou por ceder e concordar, ele sorriu para ela, levantando seu espeto como uma forma de “brinde” e em seguida comendo um dos bolinhos de uma vez por inteiro. Eles ficaram ali mais um pouco, terminando seus lanches e conversando sobre poucos assuntos que apareceriam. Talvez fosse a primeira vez em muito tempo que Haru estivesse tão solto diante a comida, ele não estava com remorso, nem com medo e nenhum pouco apreensivo. A volta para casa naquela noite foi bem mais tranquila, ambos estavam satisfeitos com o que haviam conversado naquele dia e Haru sentia que poderia continuar a focar em seus treinos, ele provaria o ponto de sua mãe, que ele era mais forte do que parecia.

OFF: Filler de status e superação de defeito inato (Magricelo)

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HP: 200/200 CH: 200/200 ST: 00/02


Informações:
Atributos:
Ninjutsu: 03
Genjutsu: 01
Taijutsu: 00
Inteligência:02
Força: 01
Velocidade: 00
Stamina: 00
Selos: 01
Qualidades e Defeitos:
Qualidades:
+ Ambidestria
+ Perícia em Shurikenjustu
+ Inteligência Aguçada
+ Habilidade em Ninjutsu
+ Linguagem de Sinais
Defeitos:
- Sempre Jovem
- Mudez
- Magricelo
Jutsus usados:
- X -
Bolsa de Armas:
+ (05) Kunai [5]
+ (05) Shuriken [5]
+ (10) Senbon [5]
+ (12) Kibaku Fuuda [3]
+ (10m) Fios [2]
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LastJoke
Tokubetsu Jonin
LastJoke
Vilarejo Atual
Ícone : [Fillers] Haru Matsuno W1d991V

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Re: [Fillers] Haru Matsuno - 2/7/2020, 23:54

@Aprovado, +100HP e Defeito Magricelo superado, para o jovem comilão. xD

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.