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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Primavera

Simon M. Stilinski
Genin
Simon M. Stilinski
Vilarejo Atual
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[Fillers Especiais] - Simon M. Stilinski - em 26/4/2020, 23:39




Simon
Filler Especial de Time Skip


Eu já havia dito que minha família tem uma maneira diferente de lidar com as coisas, incluindo com os próprios jutsus, mas vou passar um pequeno resumo: Minha família mora próximo a saída de suna, e possuem uma estufa especializada em criação de plantas e, em sua maioria, alucinógenas, cujo uso é recreativo, para controlar a besta Ido, caso ela se manifeste em algum dos nossos familiares. No meu caso, eu nunca quis ser ninja e era muito ruim na academia, mas após sofrer um pequeno acidente com 16 anos, eu mudei completamente, tanto em mentalidade quanto em capacidades, conseguindo me aperfeiçoar e evoluir rapidamente.

As as poucas missões que eu realizei não me permitiram evoluir tanto quanto eu gostaria, me obrigando a recorrer as habilidades do clã Stilinski novamente. Um retiro seria o suficiente para que eu pudesse melhorar completamente, e talvez até mesmo aprender jutsus secretos da minha família, técnicas como o Hana Ninpon, que permitiam que nós controlássemos flores, ou até mesmo algumas das técnicas de plantas alucinógenas do repertório do meu pai. Infelizmente, meu pai era um homem que não confiava muito em mim e minha mãe nem ao menos queria que eu seguisse esse caminho.

[...]

A estufa era o único lugar que havia ali para treinar, era onde haviam as ervas e plantas que meus pais plantavam, assim como também era o lugar onde eu havia parado quando fui atingido pela nuvem de veneno e havia me tornado a pessoa que eu era hoje. O Lugar era completamente selado com chakra e possuía alguns fuinjutsus que o cercava, era um tipo de sistema de defesas, não contra pessoas, mas contra o ar seco do deserto e as mudanças bruscas de temperatura entre o dia e a noite. As flores cultivadas ali eram muito bem cuidadas e cultivadas com veneno e água, para que fossem capazes de liberar suas toxinas corretamente.

Ao abrir a porta de vidro, vários kanjis se iluminaram ali dentro, dando ao local a resistência que precisava para não atingir as plantas com o forte calor que estava ali fora. Dentro do lugar, pude sentir o ar úmido e fresco, quase como se eu estivesse em outro lugar. O cheiro adocicado das flores dominava o meu olfato, o cheiro doce do vício e de algo que eu gostava muito. Dentro do lugar, me permiti tirar os meus tênis, mantendo comigo as ataduras e envolviam a minha canela, e me dirigi até o centro do lugar, me deixando ser abraçado por múltiplas plantas das mais exóticas.

No meio daquele lugar, eu me sentei na posição de borboleta, deixando minha mente livre para viajar por ali, enquanto começava a concentrar em meu fluxo de chakra. Tentando controlar o chakra dentro de mim para poder adquirir controle das plantas ao meu redor, mesmo que por pouco tempo. Eu fechei meus olhos, inspirei profundamente, até sentir uma brisa passar pelo meu corpo, uma névoa que me trouxe um cheiro ainda mais forte que o das flores, um cheiro venenoso.

Abri meus olhos e vi uma luz rodeando a estufa de vidro, um tipo de ataque contra nossos bens. Meus pais não pareciam estar em casa, a vila parecia estar vazia, tudo parecia indicar que eu teria que enfrentar aqueles caras todos sozinho. Eu não conseguia ter nem ao menos noção de quantos ninjas tentavam entrar. Com um “Trinck” o teto da estufa veio abaixo, permitindo a entrada deles por cima. O local de quase cinquenta metros quadrados agora se enchia de ninjas que pisavam e destruíam as plantas no local, um horror para amantes de plantas.

— Você está detido em nome do criador de todas as coisas. — Eu imediatamente tive uma crise de riso.

— Tipo... Deus? Você está falando sério? — Ironizei, encarando o homem com uma roupa ninja daquelas que você vê em desenhos.

— Tenha mais respeito. — Ele disse, abrindo uma espécie de asa de platina com iluminação natural.

— Pera... Por que diabos um anjo se importa com o que eu digo. — Eu não me importava com o que ele estava tentando fazer, o que importava era o motivo ridículo para vir atrás de mim. — Nesse caso... — “Eu vou ter que aprender jutsus na marra” — Vou acabar com todo o conto de fada de vocês. — Respondi ao ver que eles sacavam armas especiais e de luz, como se de fato fosse anjos.

O primeiro, corria em minha direção com uma espada de fogo dourado, algo que certamente me mataria se me atingisse. Consegui me esquivar para o lado direito. Com a utilização de alguns selos de mão, todas as pétalas do local começaram a girar em uma dança das mais variadas cores. E ao apontar meu braço em direção ao homem, as pétalas deram a forma de um grande dragão do ano novo chinês, abocanhando-o e o levando para longe. “Um já foi, faltam... Deixa que eu falo quando eu conseguir contar” Pensei comigo mesmo.

Realizei mais alguns selos de mão, e as pétalas começaram a rodar em alta velocidade como se fossem shurikens, até voarem em direção a um cara que empunhava uma maça de luz arroxeada. Ele conseguiu desviar do ataque e veio em minha direção arrasando a arma no chão, pronto para desferir um golpe que destruiria meu peito, mas que eu consegui evitar realizando outros selos de mão e fazendo as pétalas prenderem seu braço antes do ataque. Com mais alguns selos de mão e uma espada de pétalas se reunia em minha destra. Com um soco, consegui fincar a espada em seu peito, o fazendo se desmanchar em um tipo de pó negro.

Com mais alguns selos de mão e minha habilidade com as flores já estava muito maior, elas faziam exatamente o que eu imaginava e atacavam quem eu pensava. Três, quatro, cinco ninjas já haviam caído pelo meu poder, faltavam mais alguns ninjas e talvez eu fosse capaz de salvar a estufa. Com alguns selos a mais, as flores tomavam as mais diversas formas, até mesmo formas humanas para segurar alguns dos homens que me atacavam. Realizei novos selos de mão e ergui meu braço para cima.

As flores criaram uma rotação em volta de mim, quase como um tornado gigante e colorido, controlado pelo meu chakra. Por fim, abri meus braços, criando uma grande explosão de penas, que afetaram todos naquele lugar com exceção de mim mesmo. Todos os estranhos anjos estavam se desmanchando nesse mesmo pó negro que o outro, desaparecendo sem deixar rastros, como se eles nunca estivessem ali em primeiro lugar. Uma luz brilhou no centro da sala e dela surgiu mais um anjo, com asas rosadas mas ainda brilhantes.

O homem pousou com maestria, certamente não seria um oponente como os outros, seus olhos não estavam interessados em ser juiz ou júri, claramente ele só queria ser um executor. Ele abriu ambos os braços em forma de “V”, parecendo que iria atirar alguma coisa em mim. Ele esticou as mãos e três bolas azuladas começaram a girar em cima de cada uma delas, era sua arma que eu estava perto de descobrir o quão forte elas seriam. Sem que ele movesse um músculo, uma das bolas veio em minha direção em uma velocidade incrível, a ponto de criar um corte na lateral do meu corpo, rasgando minha roupa e pele apenas por pegar de raspão.

A bola quebrou a parede de vidro e afundou-se em uma parede a frente, demonstrando seu poder. A mesma bola voou de volta para ele, só não me acertou pois eu consegui me desviar a tempo. Ele conseguia utilizar suas bolas a distância, conseguiria me acertar facilmente a menos que eu o derrotasse primeiro. Realizei alguns selos de mão e apontei minha mão para frente, criando uma grande mão de pétalas a tempo de interceptar suas seis bolas que me atacavam de uma vez. As pétalas conseguiram reduzir o impacto e segurar as bolas de três centímetros, mas muitas das pétalas foram queimadas no processo.

Eu não conseguiria me defender para sempre, eu tinha que partir para o ataque se eu não quisesse que ele me matasse ali. Com mais alguns selos de mão, estacas de pétalas surgiram ao redor do anjo, que se restringiu a olhar com o canto dos olhos. Antes que eu pudesse realizar o meu ataque por completo, as pétalas queimaram em uma luz dourada, reduzindo ainda mais o meu poder de ataques. Algumas poucas pétalas restavam no chão, eu teria que ser esperto para não as gastar ou perde-las antes de conseguir realizar um último ataque. Talvez eu conseguisse ir além, talvez eu não precisasse ficar sem munição...

Com mais alguns selos de mão, as folhas das plantas começaram a me obedecer, se aglomerando contra o homem e o prendendo em um casulo de folhas verdes. Esses segundos era tudo que eu precisava para ir para trás dele, para ataca-lo e surpreende-lo. No tempo em que ele conseguiu se livrar das folhas queimando-as, eu já estava atrás dele, uma espada que mesclava chakra e folhas me acompanhava e ia em direção a suas costas. Não fui rápido o bastante, ele moveu uma bola para o ponto exato em que minha espada o penetraria, e o contato com a bola fez a minha espada queimar de imediato, me obrigando a solta-la antes de ser atingido.

— Vá pro inferno. — Eu disse enfurecido. Ele parecia não ter pontos fracos, a não ser o pequeno tempo que eu consegui que ele não me visse.

— Desista, você não pode me tocar. — Ele tentou me repreender.

— Que bom que não sou eu que vou te tocar. — Respondi com um sorriso sarcástico. Me abaixei e tirei as ataduras em minhas pernas. Abaixo delas, alguns pesos se encontravam, restringindo os meus movimentos. “Eu estou usando eles a pouco tempo, não deve estar pronto ainda”.

Eu havia colocado esses pesos fazia menos de um mês, os coloquei pois era a forma mais rápida de ter um aumento na minha velocidade. Mesmo com o pouco de tempo que eu havia usado, eu já havia sentido melhora na minha locomoção os usando, o que significava que sem eles eu seria ainda mais rápido, e eu estava certo. Eu havia esquecido o quanto esses pesos eram pesados, e pude me sentir imediatamente mais leve, eu já deveria ser capaz de acertar o homem. Coloquei os pesos no chão e corri em minha velocidade máxima. Com mais alguns selos e as folhas criavam espadas em diversas posições do campo.

Peguei uma das espadas e desferi um corte em seu braço, com outra espada eu cortei sua barriga, com outra eu consegui acertar a sua perna... cada espada era um corte diferente eu que realizava contra o homem. Mas não demorou muito para que ele começasse a me acompanhar, soltando suas bolas ele começou a defender meus ataques com as próprias mãos nuas, segurando o fio cortante do chakra que corria pela espada. Me obrigando a melhorar ainda mais os meus ataques.

Nesse momento eu passei a portar mais de uma espada, agora eram duas que fariam o trabalho, pelo menos até ele voltar a ler os meus movimentos e se defender igual. Então passei a portar uma terceira espada com a boca... passei a chuta-lo, fazia de tudo para melhorar, mas chegou em um momento que ambos estavam cansados. As mãos dele sangravam, meus pés doíam, nenhum de nós aguentaria por muito mais tempo, era hora de finalizar com aquilo de uma vez por todas, era hora de usar a técnica eu estava guardando até esse momento.

Me afastei novamente, ofegante pelas ações realizadas até então. Realizei meus últimos selos de mão e ergui minhas mãos, as últimas pétalas de flores e algumas folhas se reuniram acima de minha mão, totalizando as sete cores do arco-íris, aplicando um pouco de chakra essas plantas começaram a girar em uma velocidade tão absurda que sua coloração mudou, entrando em uma cor esbranquiçada. Eu me sentia feliz e horrorizado ao mesmo tempo por conseguir utilizar esse estilo de luta tão bem, mesmo sem nunca ter treinado ele antes.

Essa técnica seria o suficiente para destruir o anjo, e eu estava pronto para ataca-lo com isso, mas uma interrupção aconteceu. Meu pulso foi envolto por uma mão avermelhada e gélida, essa mesma mão puxou a minha para trás, me forçando a encarar aquela cara demoníacas. Uma cara cujo rosto era vermelho, o queixo era pontudo, os dentes, ou presas, ficavam bem visíveis e os olhos vazios eram a coisa mais assustadora que eu havia vista até hoje, e eu já havia experimentado o veneno do medo que essa estufa produzia.

Com aquela visão eu despertei, eu havia realizado todas as minhas ações, mas o uso de chakra e o controle das plantas foi feito apenas em minha mente. A estufa estava inteira, as plantas, com exceção de algumas que eu havia pisado, estavam bem e não havia nenhum anjo ali, claro que não havia nenhum anjo, anjos não existem. Demônios também não existem, ou pelo menos eu pensava que não existiam, mas isso é outra história.

[...]

Se lembra quando eu falei que essa estufa produzia plantas alucinógenas e que era cultivada com veneno? Então, acontece que essas plantas expelem esse mesmo alucinógeno em alguns momentos específicos do tempo, para se livrarem do excesso e não morrerem envenenadas. Eu só fui saber disso um ano depois dessa história que contei, quando eu comecei a compreender essas plantas que eram o legado de minha família. Nesse mesmo ano eu troquei o peso em minhas pernas, eu sabia que eu conseguiria ficar mais rápido se eu quisesse.

O veneno que usamos para suprimir um possível surgimento do Ido era o que tinha me causado a visão dos anjos e do demônio, meu pior medo, mas por outro lado, eu não saber disso me levou ao meu limite, me fez treinar ao máximo e consequentemente melhorar, mesmo sem ter nenhum ninjutsu, ou taijutsu... ou genjutsu na verdade, eu só tinha minha inteligência e mesmo que aquilo tivesse se passado em minha mente, o meu corpo conseguiu memorizar meus padrões de movimentos, incluindo os selos de mão e o controle sobre o meu chakra que acontecia de forma inconsciente.

No segundo ano do retiro eu continuei treinando da mesma forma e com o mesmo empenho, além de aumentar mais uma vez a carga dos meus pesos, para garantir que eu atingisse a velocidade máxima antes de voltar para o meu trabalho como genin. Antes que eu fosse embora da casa dos meus pais, meu pai veio até mim, achando que eu estava pronto para herdar um dos jutsus secretos. O homem me entregou um pergaminho enrolado em uma fita vermelha e verde, como uma decoração natalina.

— Você vai precisar disso, acho que existe algo em você que você deveria tomar cuidado, algo que o nosso clã teme a muito tempo e tenta reprimir. — Ele soava amedrontado, era uma face do meu pai que eu não conhecia, mas para minha sorte eu não era ele, eu não tinha o que temer, eu conseguiria enfrentar seja lá o que fosse que o meu destino planejasse para mim.

Considerações:

— 1 Ponto em Ninjutsu(Trabalhado indiretamente no inicio e no fim), 2 pontos em selos, 2 pontos em velocidade.
— Como deixei claro no texto, as jutsus e toda a viagem com as petalas, os anjos e as folhas foram na minha cabeça, mas eu estava mexendo meu corpo enquanto fazia tudo.
Ficha




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Takane
Jōnin
Takane
Vilarejo Atual
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Re: [Fillers Especiais] - Simon M. Stilinski - em 27/4/2020, 15:46

Por um momento achei que ia reprovar, por sorte você fez um ploot twist que gostei

Aprovado

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Que se inicie o caos pois a rocha continuara firme!
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Edição de Natal por Loola e Senko.