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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Hummingbird
Tokubetsu Jonin
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Vilarejo Atual
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[TIMESKIP] WATER IS THE ELEMENT OF CHANGE... - 26/4/2020, 20:07


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Hōki Yui
ホウキ佑泉


Os últimos dois anos foram de fato algo que eu não esperava. Eu sempre tratei Suiton como a natureza que me guiava, junto de toda a filosofia do Clã Hoki, mesmo que, por muito tempo, eu a tenha rejeitado e lutado contra ela. No final das contas aquele velho estava certo.

Após o exame chunin eu ainda estava inquieta. Mesmo tendo elevado meu nível, sentia que nada havia mudado. Era como se o rank fosse apenas isso, um nome diferenciado, que não me daria nada em troca. E fato era. Esses títulos são meras representações hierárquicas moldadas para que haja ordem dentro das vilas e para que consigam dividir os ninjas por habilidade, o que é, na verdade, a única recompensa verdadeira. Apesar disso, depois do que eu havia vivenciado na Aldeia do Redemoinho, essa não era uma grande pulsão que me levaria a viver.

Apesar de toda a confusão sentimental que vivia dentro de mim após retornar para a vila, a vida não para. Como um chunin, agora eu era mais solicitada para missões e passava menos tempo no hospital. E, apenas por isso, eu fui capaz de enxergar um dos maiores propósitos que poderia alcançar.

Menos de dois meses após retornar para a vila fui convocada até o centro de missões. Geralmente isso não significa muito, apenas que você tem algum atributo necessário para cumprir uma tarefa específica, ou mesmo que você é um dos poucos disponíveis no nível essencial para realizar determinada missão. Minha tarefa da vez seria passar algum tempo em uma pequena vila próxima do mar, nos limites do País do Relâmpago, pois haviam rumores de que ninjas mercenários estariam se acomodando nas redondezas para roubar o “segredo do vilarejo”. Essas foram as informações que recebi; não havia um contato e muito menos o que eu deveria proteger no lugar, porém, minha tarefa estava clara.

No mesmo dia parti em direção ao vilarejo. O caminho até o local, que ficava na extremidade oeste do país, era longo. Cerca de três dias se passaram até que eu finalmente pude enxergar o símbolo que marcava a entrada do lugar. No centro de um arco feito de madeira estavam como dois dragões girando um entorno do outro, pintados em um azul água, de maneira que pareciam estar em perfeita harmonia um com o outro. Apesar da pouca curiosidade antes, agora eu começava a me perguntar qual seria o segredo que a pequena vila escondia, a ponto de ser valiosa o suficiente para nukenins arriscarem suas vidas para rouba-la. A despeito do pensamento, me mantive em mim. Continuei em direção a vila até que alguém pudesse me apresentar meus aposentos e minhas tarefas.

Um garoto jovem, provavelmente um ou dois anos mais novo que eu me recebeu. O vilarejo não parecia muito poderoso quando se tratando de poder militar, a maioria de seus moradores eram ou idosos, ou crianças, então eram poucos aqueles que poderiam lutar para defender o lugar. Era compreensível o chamado, mas apenas eu seria suficiente? Não era fácil imaginar. Independente de minhas inseguranças internas, fui levada até o líder da aldeia. Um senhor de idade elevada, de pele escura e olhos incrivelmente verdes me recebeu. Ele me apresentou a aldeia, alguns dos moradores e sempre me nomeava como uma poderosa aliada que veio em defesa deles. A maneira como todos me olhavam chegava a ser incômoda. Era como se eles realmente me vissem como alguma  heroína quando eu mal poderia ser considerada uma lutadora. Enfim, o velho me mostrou cada canto da vila, suas entradas e saídas, seus locais mais seguros e também os mais arriscados e propícios a sofrerem alguma invasão. Quando retornamos a seus aposentos, uma construção muito bem adornada, cheio de símbolos e adornos construídos em ouro e alguma espécie de esmeralda, ele finalmente me explicou a razão de eu estar ali. Sentados em almofadas vermelhas sobre o solo e bebendo um chá original da vila, o homem me mostrou o que parecia uma tiara, moldada em ouro e com uma esmeralda em formato de diamante na parte que deveria ficar na testa de seu usuário. De acordo com ele, aquela peça pertenceu à princesa que um dia lutou por aquele lugar. A grande maioria dos moradores do vilarejo pode usar algum tipo de técnica de água, porém voltada para a cura. Eles sempre foram especialistas em recuperação e por isso a maior parte de sua população é idosa. Mesmo pessoas de foram acabam ouvindo de suas habilidades e decidem se mudar para o lugar, por conta de sua pacificidade e sua capacidade de estender a vida de seus moradores. Mas nem sempre foi assim. Décadas atrás um homem apareceu no vilarejo afirmando estar encantado pelas habilidades oriundas do lugar e demonstrando um estranho interesse de aprender tais técnicas. Darha, a então líder do vilarejo, apesar de perspicaz, sempre foi demasiadamente bondosa, e aceitou o homem como um aluno. Na época, o hoje líder do vilarejo não passava de uma criança. Por anos o homem estudou a filosofia do lugar e a maneira como as habilidades de seus moradores eram um fruto de seu modelo de viver. O homem, porém não buscava nada além de poder. Roubando a tiara de Darha, acreditando que ela era a fonte de todo o poder que vivia dentro do vilarejo, ele utilizou da única técnica ofensiva do estilo de combate para tentar eliminar sua guardiã. O tolo, porém não esperava pela resposta da mulher; apesar de sua bondade, Darha podia enxergar através das pessoas. Ela esperava que ele pudesse transcender suas vontades egoístas e de fato viver como eles, porém seu ataque seria seu primeiro e último. Moldado por uma água que emanava uma energia única, o símbolo do vilarejo foi criado a partir da umidade que pairava no ar e voou em direção a mulher, porém, ao alcançar a líder do vilarejo, tomou seu lado e voltou-se contra seu usuário, consumindo sua vida em segundos. Após isso o vilarejo se fechou; não aceitavam mais aqueles que vinham de fora como antes, porém, há pouco tempo, um deles havia decidido sair em busca de aventura pelo mundo, e, após isso, algumas pessoas suspeitas começaram a aparecer pelo local. O atual líder do vilarejo acreditava que informações sobre eles haviam escapado pelo garoto que deixara a vila e que alguém poderia estar em busca de seus segredos, por isso, precisavam que alguém passasse tempo o suficiente com eles para garantir que eles estavam a salvo.

E assim aconteceu. A missão durou meses e frequentemente eu precisava enviar relatórios para vila. Conforme o tempo passava eu me adequava ao estilo de vida dos moradores. Entre as rondas, acabava por conhecer a população, que, apesar da história do líder da aldeia, pareciam muito abertos e receptivos. Gradualmente começava a entender o conceito de equilíbrio que eles tanto presavam e como a natureza parecia fluir como uma junto do vilarejo.

Eu já nem contava quanto tempo havia passado quando um alvoroço se instalou na pequena vila. Enquanto eu vigiava a entrada, pude ouvir gritos vindos do centro do vilarejo, lugar onde se instalava os aposentos do líder. Em um instante me vi frente ao líder, caído, protegendo com sua vida o artefato que havia restado de Darha, quando um grupo de pessoas estranhas se encontravam frente a este. Me coloquei entre o grupo de pessoas e o velho que segurava a caixa de vidro. Ao que pude entender, o grupo sondava a vila desde que eu chegara, mas que, como eu não havia partido, decidiram que era hora de terminar seu trabalho ali. O grupo formado por cerca de sete pessoas parecia confiante de que poderia me derrotar, e, meu medo, era de que eles estivessem certos. Mesmo que eu pudesse lutar contra eles, não poderia derrotá-los todos ao mesmo tempo, evitando destruição e dor nos moradores da vila. Foi quando o líder do vilarejo, ainda no chão, agarrou meu braço e me entregou a tiara que tanto guardava com as palavras “Você está pronta”. Por um momento eu não entendi sua súplica; quem seria eu para usar aquilo e me colocar no lugar de alguém que, um dia, fora tão poderoso? As dúvidas me sondavam quando me lembrei de sua história. O artefato não era mais que um símbolo. A verdade jaz abaixo. O tempo que passei ali… Agora tudo fazia sentido. Consciente de meu papel ali, coloquei o sobre a cabeça o ornamento de ouro e me senti como nunca antes. Brilhando, os dragões moldados em água, simbolo da vila, apareceram girando um com o outro em minhas costas. No rosto dos inimigos era possível ver medo, surpresa e, daquele que claramente era seu líder, raiva. Eles não esperavam que isso acontecesse; eu mesma não esperava. Lhes dei uma última chance para repensar seus atos, mas isso nunca funciona. Quando eles começaram a correr em direção a mim, apenas estendi os braços e senti meu chakra fluir. Os dragões voaram então em direção aos inimigos, passando por eles como se fossem feitos de ar e, em uma explosão de energia, consumiram o líder dos ladrões. Os outros claramente foram feridos, pareciam cansados, mas o chefe dos ladrões agora encontrava-se caído, com os olhos completamente brancos. Senti então o peso daquilo que havia feito. Eu acabara de matar alguém, não? Caí sobre meus joelhos. Eu não… Aquela não era minha vontade. Como alguém que tanto lutava para proteger poderia causar dano de tal maneira? Suspirei, sentindo uma lágrima se formando. O velho que antes estava caído ao meu lado, agora se levantava. Ele, de alguma forma, percebia o que havia acontecido. Com toda sua sabedoria, tomou meu rosto pelo queixo e me disse aquela frase. “A água é o elemento da mudança, minha querida. Eu entendo sua surpresa e choque pelo que fez, mas foi o necessário. Tudo que vive, um dia morre; nós somos levados a todo lugar por um objetivo, nada é ao acaso, e todos pagamos por nossos atos. Vê como o único que teve sua vida ceifada foi aquele homem? Ele mereceu. Todos ali causaram mal, aliás, todos nós causamos mal, mas podemos compensar por isso. Pelo que parece, aquele homem causou tanto mal em sua vida que ela não podia ser poupada. E, olhe como todos estão agradecidos. Alguém ficaria feliz por você tomar uma vida injustamente? Eu acredito que não. Hoje, você se tornou mais forte. Se tornou uma de nós, os dragões te aceitaram. Seja bem-vinda”. O homem não esperou uma resposta. Deu as costas e ordenou que prendessem os inimigos. Eles deveriam pagar por seus crimes.

Alguns dias se passaram e continuei no vilarejo, me preparando para ir embora, me recuperando de meu trauma e aguardando caso ainda houvessem inimigos por perto. Por alguma razão, o líder do vilarejo parecia mais seguro e afirmava que ninguém ousaria atacá-los novamente por algum tempo. Fui até o templo principal, os aposentos do homem, para devolver a tiara de Darha; ele não havia pegado de volta depois do incidente, então, como estava de saída, decidi que era hora de lhe entregar. Entretanto, ele não aceitou. Afirmou que o acontecimento anterior foi um sinal de que Darha não havia os deixado, apenas já não era mais a mesma. Eu deveria manter o artefato comigo, como um símbolo de minha transição; eu havia mudado, assim como a água. Eu já não era a mesma e aquilo sempre me lembraria de quem eu um dia fora e de quem sou agora. De certa maneira eu entendia o que ele queria dizer; eu realmente havia mudado durante o tempo que vivera ali, mas ele sempre soube que eu não poderia passar o resto de minha vida com eles.

Depois daquilo mudei. Eu sentia isso. Sabia que ainda era eu, mas que algo havia me transformado naquela missão. Um sentido me dizia que eu mudaria muito mais e que tudo o que acontecera ali teria um papel maior em minha vida. Me despedi do líder do vilarejo com agradecimentos e lhe dando a certeza que, caso eles precisassem de mim novamente, eu voltaria.

HP: 1825 | 1825 CH: 1925 | 1925 ST: 00 | 09


Considerações:


2020 Palavras.
+ Perito Elemental (2 Pontos - 1000 Palavras);
- Código de Honra: Humanitário (2 Pontos - 1000 Palavras)

Ps: Adição da tiara da história no visual básico da char.

Aparência:
Aparência: Bishamonten (Noragami). Vestimentas, na cor branca.

Armamentos:
- 09 Kunai
- 5 Shuriken
- 11 Kibaku Fuuda
- 2 Hikaridama

Utilizados:

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Takane
Jōnin
Takane
Vilarejo Atual
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Re: [TIMESKIP] WATER IS THE ELEMENT OF CHANGE... - 27/4/2020, 13:25

acredito que se a tiara não tem nenhum tipo de habilidade especial da para ser adicionado sem maiores problemas.

Missão aprovada

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Que se inicie o caos pois a rocha continuara firme!
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.