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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Time Skip // Mordaça de ouro - 24/4/2020, 02:24



Chakra: 225/225
HP: 225/225
Vel: 18m/s
Hist: 4

12 Kibaku fuuda (3 )
5 Shuriken (5)
12 Kunai (12)[/i]



Invocações:


Ativo:

Vant. de clã: Shakuton (Pericia)
Afinidade: Futon/ Katon


Técnicas Utilizadas:
Spoiler:
Ataque:
-x-
Defesa:
-x-
Suporte:
-x-
Passivo:
-x-


Himeko passou os dedos sobre os sedosos cabelos vermelhos enquanto descia as escadarias de ouro e pedras preciosos, era mais do que claro que ela estava no comando de sua família, apesar de que sua irmã em tese ser a representande da família, uma falácia os papeis diziam uma coisa a realidade dizia outra completamente diferente ela que se encontrava a frente de todos com seu vestido vermelho e decote longo e sedutor, ergueu a taça para todos presentes e deixou que um sorriso malicioso se espelhasse sobre seus dentes claros.

--Venho agradecer a todos aqui presentes, vocês são de extrema importância para o desenvolvimento dessa família... somos particularmente gratos por ter todos como nosso negociantes e colaboradores---

As outras pessoas levantaram suas taças, tentando bajular a mais nova líder do clã, mal sabiam eles que para cada gole daquele vinho era um segundo a menos de vida e ela tinha sido bem especifica para quem era doado os vinhos batizados com a morte, e um a um aqueles que tinham dividas com sua família, aqueles que eram opositores do governo da jovem moça de dezessete anos ou que sabiam do fato dela ter sido abusadas foi caindo, sufocando enquanto os que sobreviveram mal conseguiam entender o que de fato havia acontecido apenas gritava enquanto os que resistiam ao veneno eram degolados pelos assassinos profissionais pagos especialmente para aquela ocasião.

---Todos vocês quiseram tomar o controle da situação, se achavam e intocáveis por seus poderes econômicos, sociais... mas isso não existe, e uma mera ilusão criada por suas mentes doentias... estão doentes... esse mundo esta doente e eu sou a cura... ---

Ela tocou com os lábios a taça e a tomou enquanto caminhava entre os mortos e agonizantes, uma das mulheres, esposas dos que estavam mortos tentou avançar contra ela só para ser segurada por um dos guardas, a jovem então tomou a ultima taça de vinho e sorriu para os outros que estavam ali, entregando a mesma para um dos assassinos.

--Quero que a mate com essa taça, enfie tão fundo dentro de sua boca que nem mesmo um medico legista consiga tirar---

A mulher gritava desesperadamente enquanto os maliciosos guardas obedeciam a voz de sua contratante, os gritos cessaram a medida que ela sorria e a mulher chorava, de repente todos os outros sobreviventes ficaram em silencio, abatidos por tamanha crueldade da rainha daquele massacre.

--Vocês todos sobreviveram por um motivo, são ferramentas uteis de poder ou porque nunca tive nada contra, lembre-se tudo pode ser retirado, tudo poder ser devolvido, eu não sou a vilã aqui---

Se havia duvidas sobre a morte do pai de Himeko essas duvidas haviam sido sanadas, segundo alguns ele morreu agonizando sobre um prato de sopa sem conseguir se mover se afogando dentro do próprio liquido quente, e sua mãe, enlouqueceu e se jogou da janela da casa, algo bastante cruel e que só remetia a psicopatia daquela jovem, que caminhava lentamente até a mesa e começava a tomar sua janta como se não estivesse cheia de corpos ao seu redor, sua irmã tremia diante do mal que sua irmã havia se tornado, mas de certa forma estava feliz, ela era a única pessoa da qual Himeko realmente se importava dentro daquela gigantesca mansão de cadáveres.

--obrigada por ter feito isso por mim---

--Não me agradeça--- Disse a menina com os olhos frios --- Haverá uma quantidade absurda de pessoas que vão querer nossas cabeças pelo que fiz---

---Mas então porque fez isso? Eles vão querer nos matar--- Gritou a menina covarde.

---É mais fácil encontrar assassinos e traidores quando esses não se escondem atrás de máscaras e de objetivos supérfluos, essas pessoas são boas na artimanha de enganar, mas quando pressionadas se tornam como qualquer outro animal... ---

Tomou um gole de vinho e então saboreou uma taça daquele delicioso pernil de carneiro, haviam poucos ali que conseguiam acompanha-la naquela cena de terror a maioria lideres secundários que se aproveitavam da situação para tomar o controle, pessoas tão ou mais ambiciosas que ela.

---E agora Himeko-sama qual será seu próximo passo ---

Era o mordomo da família, um ex shinobi que como tal era apaixonado por sua irmã e que a ajudou a planejar os acontecimentos daquela noite visceral, ele era o sexagésimo nono mordomo de uma classe antiga de servos daquela família, mas como tal desejava poder ficar com a irmã de Himeko e provavelmente o sentimento era reciproco, e como ela bem entendia, o amor era uma boa ferramenta de manipulação.

---Eu governarei através das sombras, você ficara ao lado de minha irmã, como eu bem sei vocês dois são apaixonados, mas não saiam ai transando feito coelhos... temos que manter as aparências para a sociedade... com um ou dois anos creio que isso já seja possível...--- Disse a jovem se levantando e caminhando até a porta de saída enquanto via Taichi dar as instruções aos assassinos e começava a tecer uma teia de confiança com os mercadores sobreviventes.

--Voltarei para uzoshiogakure... e necessário que me torne uma shinobi melhor, e ridículo imaginar que ainda sou uma gennin... além disso fique sabendo que esses olhos podem ser uteis e preciso aprender a usa-los.---

A jovem desceu as escadarias de sua casa enquanto o sangue escorria e a tingia de vermelho, seus sapatos estavam sujos ela precisaria comprar novos, mas aquilo não importava, nada mais importava a não ser o caminho vermelho que ela traçou até ao poder, desejava acima de tudo estar no topo e para isso ela teria que começar a criar suas raízes dentro do poder econômico e politico de uzoshiogakure, segundo o que ouvia dizer o chunin Shiken havia sido um completo fracasso, mas ninguém tinha coragem de apontar culpados, e nem poderiam, um hokage havia sido assassinado e ninguém teria conseguido fazer nada para parar a chacina.
Meses havia se passado desde o massacre, e para a surpresa de muitos não havia tido tantas retaliações como ela imaginou, talvez ter conseguido atrelar bons contatos ou pelo choque da morte de tantos adversários tinha sido a melhor alternativa, havia conseguido aliança dentro das casas assassinados os mercenários e depois dito que o massacre foi pro bandidos armados, tudo havia sido declarado por “testemunhas” no local, e agora ela partia em uma missão solo que de inicio pareceu simples, cuidar de alguns comerciantes enquanto eles transitavam de vila em vila, a primeira foi Konoha uma gigantesca vila em meio a floresta, era incrível como aquele lugar ficava tão isolado do mundo e havia tantas arvores ao redor, sua família comercializava com o pais do fogo, mas não sabia que aquela vila tinha tanta imponência, o que não foi de admirar quando a mesma passou pela vila da pedra com os comerciantes a procura de vender mais produtos, o que a surpreendia de verdade era que haviam dado aquela missão apenas para ela, o que a fez suspeitar que talvez, aquilo fosse mais do que uma simples missão, talvez um teste para algo maior, nio entanto o que ela realmente odiava era ter que caminhar, dias sem tomar banho, sem o conforto de sua casa e sem ter um local confortalvel para reconfortar sua cabeça, sua única diversão era de fato sua flauta que ela carregava consigo, e que tocava em todo o caminho por onde passava, o que também facilitava na hora de por um ou outro bandido que aparecia em um genjutsu o que dava mais do que tempo para que a mesma o assassinasse sem sujar as mãos, sempre pedindo para que algum dos mercadores o fizesse, a mentira que contava era de que não podia parar de tocar ou o adversário conseguiria fugir da ilusão, odiava assassinar as pessoas por si mesma, mas adorava mandar as pessoas fazerem isso, e o rosto de pavor ao perceber que aquele era o primeiro assassinato daquelas pessoas, e sim, de certa forma ela sentia um desejo ardente em seu peito por governar as pessoas, ela so se sentiu mal com aquilo quando, viu uma criança órfã chorando pela morte do pai, sim ela havia se enganado e acreditado que aquele homem era um ladrão, sua única opção foi embalar a menina em um sono profundo com seu genjutsu e depois fazer o que ninguém mais naquele mundo tinha coragem de fazer atira-la abismo abaixo em direção as pontiagudas rochas era certo de que ela não poderia ter sobrevivido a queda, e no outro dia como era de se esperar ela foi enaltecida como a heroína que salvou aquela pequena vila, as duas únicas baixas eram de de um aldeão e sua filha que estavam desaparecidos, Himeko sabia que o cadáver da menina deveria estar apodrecendo desfiladeiro a baixo, já seu pai seria enterrado como herói, ela mesma ficou fazendo um minuto de silencio antes de seguir caminho com os comerciantes.

As coisas só mudaram quando ela recebeu uma carta de sua irmã, dizendo que estava gravida e que era para ela voltar para casa logo para ver o seu sobrinho, por sorte a viagem havia chegado e foi então que ela descobriu o que era o amor de verdade ao ver aquela pequena criaturinha em seu colo, era seu primeiro sobrinho, tão inocente aos problemas do mundo e sua escuridão e como tal ela deveria ser a sombra da família proteger aquela criança e sua irmã, e mesmo que odiasse seu cunhado, sentiu que estava carregando uma bagagem, mas eles eram aquilo que a fazia continuar e seguir em frente e não podia parar agora que estava alcançando algum poder.

Por isso seu sobrinho foi impedido de tentar sair de casa sem que estivesse acompanhado de outras pessoas, como guardas que eram shinobis aposentados porem poderosos, ela terminou por assassinar os inimigos ocultos nas sombras o que a garantiu sossego para continuar suas missões de poder e na suas caracteriscas mais peculiares como aprender a dominar seu ego e suas palavras, sabia que tinha um grade defeito psicológico e como tal ela tentou ameniza-lo com psicólogos, mas só foi resolvido quando sua arrogância levou o assassinato de seu sobrinho de um ano de idade, ela achava que havia conseguido se livrar de todos os inimigos de sua família, mas estava errada, para cada novo corpo que surgia dois novos inimigos eram criados e isso levou a morte da esperança de sua família, desde então a jovem ficou enclausurada dentro de seu quarto, não conseguia olhar nos olhos de sua irmã ou de seu cunhado, sentia-se a pior pessoa do mundo, e talvez fosse, o sentimento de ser algo monstruoso só aumentava a medida que sua depressão se tornava mais profunda, até que após seis meses ela decidiu sair da casa, continuaria vigiando sua irmã a distancia, mas sem nunca envolve-la, assassinaria os últimos inimigos das quais sua rede de informantes passava, criando então uam gigantesca rede de navios mercadores, que comerciavam todos os tipos de especiarias do norte do pais ao sul.

---Agora acho que tenho que me aplicar ao mundo shinobi... esse não é o fim... foi apenas uma batalha que perdi... nas próximas mirarei mais acima, muito mais alto que a cabeça do kage, irei mirar o verdadeiro poder desse pais.---

A mesma tocou a flauta em seus dedos e começou a tocar uma melodiosa e triste musica, não podia ficar para sempre presa no passado, tinha que continuar seguindo em frente, governando as coisas pelas sombras para que ninguém fizesse mal a sua família, tinha que se tornar a verdadeira sombra do poder.
Por fim procuraria novas missões de rank C, odiava aquilo mas era obrigada a se manter ativa e a melhor forma de fazer isso era controlando os seus sentidos com um cérebro atarefado de coisas a serem feitas, talvez antes disso procurar o alto poder daquela vila e descobrir se teria condições de manipula-lo ao seu favor, caso conseguisse isso teria o poder militar de sua vila e quem sabe um dia ela não se tornasse o próprio poder.


Considerações:


2000 palavras

vencer dois defeitos de 2 pontos


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Re: Time Skip // Mordaça de ouro - 25/4/2020, 12:34

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.