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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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timeskip: BIRTH OF THE CRUEL, por INDRA. - Qui 23 Abr 2020 - 1:16


Quando Indra voltou para casa junto com os ninjas de Konoha, ele não foi capaz de entender a dimensão das mudanças que ocorreram em sua vida. Primeiro, era tratado como um herói por muitos da vila, assim como Angell, mesmo que sua fama não fosse tão grande quanto o da Princesa Hattori. O problema é que ele não entendia o porque começou a receber tantos presentes de garotas ou porque alguns Jounins da vila começaram a bajulá-lo nas ruas. Era o tipo de coisa que não lhe importava nenhum pouco, pois voltou para Konoha com um objetivo: tornar-se INVESTIGADOR. Conforme o seu ódio por Shaka transformava-se em indiferença, Indra voltava a focar o pensamento em quem mais importava, que era em si próprio. Assim que entrou no Curso pra Sargento da Polícia, Indra passou a uma parte do tempo na Polícia de Konoha, aprendendo tudo o que era necessário para seguir carreira, e quando terminava lá, voltava para casa, ficando debruçado nos livros e pergaminhos que recebia.

Ele conseguia estudar bem, mas tinham duas pessoas que constantemente roubavam a sua atenção: primeiro Takane, que ia lhe visitar diversas vezes, como se eles fossem as pessoas mais íntimas do mundo, mas para desviar a atenção dela, Indra sempre comprava um pote de sorvete, e acabava usando ela de “cobaia” para confirmar que havia compreendido as matérias do dia. E também tinha a mãe de Indra, que não raramente voltava para Konoha fiscalizar o filho, afinal desde que ela viu a marca Hattori no pescoço dele, Haru passou a achar que Indra estava andando com pessoas de má reputação, ainda mais por ele começar a ter hábitos como beber e fumar (mas recreativamente).

Mas tirando isso, Indra ia bem no curso. Aliás, era o melhor aluno da turma, desbancando os colegas mais velhos, elevando a sua reputação como “O Salvador”. Alguns deles, inclusive o professor, sabiam que ele havia investigado a morte de Uthred Pendragon, mas quando tocavam no assunto, Indra se limitava a dizer, educadamente, que não tinha porque tocar no assunto. No final, as provas de graduação foram divididas em duas partes: a parte teórica, onde eles tiveram que fazer uma prova com 180 questões. Indra, com a sua inteligência e as horas de estudos, acabou finalizando a prova em tempo recorde, cujas questões tratavam sobre métodos de investigação, encobrimento e rastreamento, localização de pistas, entre outras coisas. Além de terminar em uma hora, o ninja inventor também gabaritou a prova, impressionando os seus avaliadores. Quando questionado sobre como conseguira tal façanha, Indra era sincero em dizer.

- Se vocês parassem de beber e ficarem com várias mulheres todos os dias depois das aulas e fossem estudar, vocês teriam a mesma nota do que eu.

E por último, a prova prática, onde os que passaram na primeira fase precisavam descobrir, através de diversas evidências, testemunhos e alguns fatos, quem havia assassinado um empresário bilionário de Konoha – lembrando que era tudo hipotético. A prova duraria 24 horas, mas usando a sua mente aguçada, Indra acabou conseguindo fazer todo o trabalho em 12 hora, entregando um relatório completo para os seus avaliadores. Todas as evidências apontavam para o filho primogênito do empresário, que tinha muitas dívidas com agiotas e apostadores, além de um desejo ganancioso de manter o seu padrão de vida elevado, coisa que nunca conseguiria com a conta no vermelho. No final, Indra passou em primeiro lugar no exame, e tornou-se Investigador de Konoha.


12 meses depois, Inverno de 68 DG

Assim que foi admitido como investigador na Polícia de Konoha, Indra foi chamado de imediato, mas ficou exclusivamente na área administrativa, cuidando de assuntos burocráticos e conhecendo mais o serviço dos Investigadores de Konoha. Durante os doze meses que ficou na função, Indra aproveitou o seu tempo livre para estudar sobre tecnologias diversas, mesmo que não tivesse tempo para criá-las, pois tinha o seu plantão para cumprir. Pelo menos as visitas de Takane a sua casa diminuíram, principalmente quando ele deu um jeito de trancar a sua casa e não deixá-la mais entrar. Foi mais ou menos nessa época que Indra descobriu “os prazeres da carne”, como os seus colegas de trabalho costumavam falar, já que ele não parecia entender muito bem. Mesmo assim, Indra permanecia sendo a mesma pessoa, não sendo um cara desesperado por mulheres, como o seu pai era.

Foi quando o Kobayashi recebeu uma missão Rank S fora dos limites de Konoha, algo que ele não deveria contar para os seus colegas da Polícia, mesmo que não tivesse nenhum tipo de intimidade com aquelas pessoas. - Eu faço o que tiver que fazer. – Avisou quando foi chamado. A missão seria descobrir um grande esquema de extorsão e corrupção envolvendo ninjas ativos e membros da Polícia de Getsugakure no Sato. Como havia se tornado como investigador, era uma missão que ele poderia fazer muito bem, mas ele não seria um Sargento naquela missão, e sim um ninja de Konoha, alguém que iria fazer de tudo para levar os impostores da vila vizinha a sua à justiça.

Ele começaria saindo da sua vila para ir até Getsugakure, recebendo autorização da Polícia de Konoha para ficar uns dias de folga da parte administrativa. Não foi muito difícil de descobrir que alguns ninjas de Getsugakure estavam com um padrão de vida maior do que investigadores comuns. Tudo porque ele começou a ouvir cochichos de que os policiais estavam comprando terrenos fora de vila, inclusive em Konoha, além de suas esposas e filhos, que gastavam muito dinheiro em lojas de roupa em outras vilas. Não era muito difícil de deduzir de onde estava vindo o dinheiro, mas Indra resolveu investigar mais a fundo como alguns dos ninjas e policiais de Getsugakure pareciam ter mais posses e condição financeira do que os outros.

O ninja inventor passou a frequentar os mesmos lugares que eles, descobrindo um ponto em comum: todo comércio em que eles entravam tinha um símbolo de uma coruja na porta, como um cartaz. Ao abordar alguns comerciantes, ele descobriu, através de algumas confidências, que alguns shinobis estavam oferecendo segurança privada e forçada para as suas lojas, cobrando-os uma parte dos lucros dos comerciantes para que eles continuem funcionando. Aqueles que se recusavam a pagar ao grupo de ninjas acabava tendo o alvará cassado, ou alguma coisa bem grave acontecia, como um incêndio na loja ou o furto de cargas e materiais de trabalho. Pediu aos seus informantes por um nome, mas todos só tinham um nome na boca: “Paladinos da Justiça”.

Descobriu que esse pequeno grupo paramilitar agia clandestinamente, e que toda vez que alguém tentava denunciá-los, eles rapidamente mudavam o depoimento para a polícia, negando tudo o que haviam dito primeiramente. Qualquer pedido de investigação por parte da Polícia de Getsugakure acabava sumindo misteriosamente, assim como aqueles que abriam a boca para falar dos “Paladinos”. Foi assim que Indra percebeu que seria necessário usar a força para conseguir informações e, se fosse necessário, assassinar os vermes que estavam extorquindo.

Foi quando Indra foi enquadrado por um Coronel da polícia da vila, chamando-o para conversar em um bar durante o fim de tarde. Lá, o homem de 1,90m e robusto chamado Kobura. O bar estava cheio de membros dos Paladinos, todos loucos para matar Indra, mas o líder da organização preferia resolver as coisas de uma forma mais pacífica, pois sabia muito bem que se matasse o famoso Kyūseishu no Indra, um grande exército vindo de Konoha viria para matar todos, e era um risco que ele não queria correr.

- Negócio é o seguinte, garoto, você sabia como era essa vila antes da gente tomar conto? Todo dia, uma loja era roubada. Vinha gente da puta que pariu para saquear as lojas. Agora é roubo zero. – dizia o mesmo, comendo um pedaço de carne, usando até mesmo garfo e faca. - O que a gente faz aqui é oferecer um serviço que nem mesmo o País da Lua é capaz de oferecer. Damos as pessoas a oportunidade de continuarem trabalho, das famílias caminharem nas ruas tranquilas, sem medo de roubo. O que você acha que vai acontecer se pararmos com o nosso serviço de proteção?

- Não sei… Mas é algo que vamos descobrir, porque essa porra acaba hoje. – sussurrou com os braços cruzados. - Acha que vim de longe para um bandido safado conseguir me convencer do que o que ele está fazendo é certo? Você não é um ninja de verdade, nenhum de vocês é. São escórias, as formas mais imundas de vida. São bandidos, e por mim… – Ele se levantou rapidamente, puxando a sua espada e colocou colada no pescoço do líder dos Paladinos, fazendo com que os seus comparsas se levantassem, cercando o bar e puxando kunais. - Acho que você sabe o que eu vou dizer, não é Kobura? – o homem começou a rir, achando que Indra não era capaz de lidar com aquela situação. - Vocês cantam de galo aqui porque o poder militar de vocês é digno de pena. Mas deixa eu mostrar uma coisa para você, Kobura. – ele fez um selo com a mão direita, usando o Shunshin no Jutsu para se locomover em uma velocidade tão absurda que fez com que nenhum dos shinobis corruptos visse quando a lâmina da sua espada passou pelo pescoço deles, os jogando no chão sem nenhuma vida em seu corpo.

Kobura bem que tentou correr quando viu os seus companheiros caídos no chão, mas Indra foi mais rápido do que ele, parando na sua frente a colocando a espada ensanguentada perto do seu pescoço. O líder do bando se rendeu, e Indra conseguiu arrancar todas as informações que queria com ele. Sabendo que o Coronel não iria ser punido pelo País da Lua, Indra tratou de dar a sentença ele mesmo: dentro de uma floresta da vila, Indra ceifou a vida do criminoso cravando a espada em seu coração, executando-o ali mesmo. Depois disso, ele voltou para Konoha com a consciência tranquila.


12 meses depois, Verão de 69 DG

Os ventos sombrios que conduziam Indra em direção a verdade sopravam forte em Konoha. Sua sede de violência foi atiçada no momento em que foi enviado para uma missão Rank S: liderar uma equipe até o quartel general da Gangue Tatsumaki e eliminar todos os seus soldados de uma vez por todas, principalmente o novo líder do grupo: Kobayashi Seizen. Os seus membros eram gangsters, traficantes de armas e de pessoas, gente da pior espécie. O último ataque deles havia sido na prisão de Kusagakure no Sato, onde além deles terem eliminado alguns desafetos, ainda acabaram por resgatar alguns companheiros e ex-membros, sob ordens do novo líder, já que o antigo foi “deposto” por querer abandonar a carreira de gangster para ser um informante da polícia.

O antigo amigo do pai, Hiroshi, que era quase como um “tio” para Indra o chamou para uma conversa a noite no bar, onde fez a seguinte pergunta: Você sabe que, em algum momento, terá que olhar nos olhos do seu pai e enfrentá-lo em uma luta de homem para homem, não é? – Ele serviu o copo de Indra com um pouco mais de whisky, e o garoto rapidamente tomou a bebida. - O que tiver que ser, será. Meu pai passou muito tempo na criminalidade… É hora de acertarmos as contas. – Falou firme para Hiroshi. Depois daquilo, Indra passaria pelo menos dois dias planejando com a sua equipe um ataque ao quartel general da gangue, que ficava fora de Konoha em um local esmo. Eles analisaram o cenário, descobriram rotas de fuga e pontos cegos do local.

[…] Naquela noite onde nuvens grossas cobriam o céu do Templo Matsumoto, um local do País do Fogo envolto de florestas e que havia sido abandonado pelo tempo, Indra e mais 11 shinobis de Rank Jounin e Tokubetsu Jounin saiam de trás das árvores e miravam os seus olhos nos muros do castelo. Havia escolhido cada shinobi a dedo, por conta das suas fichas e pela vontade de fazer justiça que aparentavam ter. Os pingos grossos de chuva começaram a cair, ao mesmo tempo em que a sede de sangue dos ninjas de Konoha dava sinais. - Existem pessoas que acreditam que o mundo seria melhor se pudéssemos pegar cada criminoso do mundo e colocá-los em um lugar onde eles podem se tornar pessoas melhores, onde eles podem ser devolvidos para a sociedade como pessoas boas. Se isso é possível, eu não sei, mas para cada ninja desonrado que faz o mal, existirão dois ou mais que irão caçá-los onde eles estiverem! Dentro do templo na nossa frente, existem muitos deles. Hoje, todo homem e mulher que possui orgulho de viverem nas sombras da sociedade cairá diante do nosso poder! – Ele puxou a espada, e os ninjas então puxaram as suas armas. - MATEM TODOS!

Os portões foram derrubados com um Nikudan Sensha vindo de um dos membros do clã Akimichi, que rapidamente voltou para a posição de combate. A chegada dos ninjas de Konoha no local assustou aos mais fracos, que faziam a guarda dos muros, que rapidamente foram a óbito. No momento em que a batalha alcançou o seu ponto inicial, a chuva só fez aumentar. Cada um ali sabia o que fazer, então Indra não precisava dizer mais nada: cada gangster que aparecia na sua frente era rapidamente subjugado. O ninja inventor acertava principalmente na garganta, fazendo cortes profundos e também enfiando a espada no coração dos inimigos, não tendo nenhuma piedade daqueles seres. Conforme foi entrando no templo, mais membros da gangue apareciam. Um a um, eles foram sendo derrotados, já que por mais que fossem numerosos, eles não eram nenhum pouco amedrontadores.

Indra finalmente chegou no salão de festas do templo, um local abandonado e espaçoso, mas que caia aos pedaços. Lá estava Kobayashi Seizen, sentado em uma cadeira, fumando um cigarro e soltando a fumaça pela boca. - Então é assim que vai ser, meu filho? Eu e você lutando um contra o outro? Onde está a sua pistola? – Indra, assistindo o seu pai desarmado, jogou a sua espada no chão, assim como todos os seus equipamentos. - Eu não preciso de uma pistola para te matar. Nesse momento vai ser eu e você, sem armas, sem jutsus. Vai ser quando tentou me ensinar a lutar, uma vez na sua vida miserável. – Ao ouvir as palavras do filho, Seizen se levantou, jogando a cadeira longe, assim como o cigarro. Ele deu uma risada, passando as mãos uma na outra. - Quer saber meu maior erro? Você, Indra. Você foi a minha maior decepção. Não porque é fraco, mas porque desperdiça sua força... – As palavras de Seizen bateram forte no coração de Indra, que abaixou a cabeça, cerrando os punhos e mudando a face, enchendo-se de fúria. - E o meu maior erro… Foi não ter matado você antes.

A luta entre pai e filho seria memorável para Indra pelo resto da sua vida. Naquele lugar escuro, iluminado apenas pela luz da Lua que caia do buraco do teto e de algumas janelas, Indra e Seizen batalhavam não com Ninjutsus Rank A ou com armaduras tecnológicas, mas com os seus punhos. A troca de socos era rápida e intensa e mesmo não tendo tanta vantagem, o ninja inventor não aumentou a sua velocidade. No começo, o pai ganhava pela experiência e por golpes trapaceiros, como buscar um pedaço de madeira no chão para tentar golpear o seu rapaz. Quando Seizen insistia em golpeá-lo, Indra cobria o rosto com os braços, usando o seu Muay Thai, invertendo a situação com socos potentes visando a cara do pai, conseguindo golpeá-lo com golpes rápidos e potentes que jogava o seu corpo levemente para trás. Quando o rosto do pai ficava protegido, Indra o acertava na barriga e nas costelas, o desnorteando o suficiente para que Seizen levasse a mão ao rosto, dando brecha para o seu filho lhe atacar no rosto novamente, usando toda a velocidade nos socos. Durante quase um minuto, Indra não parou de bater no seu pai, cada vez mais forte, descontando quase 20 anos de frustração por ter um pai ruim. Mas ele não chorava, não se emocionava nem por um minuto. Não era um moleque mimado, mas um homem que saboreava a sua vingança contra o seu progenitor.

No final, Seizen caiu no chão derrotado, sentindo o próprio filho colocar a perna na sua garganta. Ele não conseguia dizer nada, apenas sofria, implorando pela própria vida, enquanto Indra realizava selos manuais bem devagar, para amedrontar o seu velho pai. - Você disse que seria sem jutsus… Por favor, eu lhe imploro, não me mate! – Pediu em vão. Na verdade, Indra não tinha a intenção de fazer nenhum ninjutsu, apenas incutir medo na cabeça do seu velho pai. Seu fim viria de forma mais cruel: na frente dos ninjas de Konoha, que tinham terminado de executar os membros da gangue Tatsumaki, Indra desferiu diversos pisões na cabeça de Seizen, até que não houvesse mais vida em seu peito. Terminado aquilo, ele pegaria as suas coisas e ordenaria que aquele templo fosse queimado e destruído, com todos os bandidos juntos, inclusive o seu pai.

Indra voltaria para Konoha, mas não como um menino que lamentava ter vivido num lar desfeito, mas como um homem que havia feito as pazes com o seu passado, usando os seus punhos e a sua espada para isso.

Chakra: 1825/1825 ▵ HP: 1825/1825 ▵ FOR: 00/04 ▵ VEL: 00/05 ▵ ST: 00/06 ▵ ARC: 912/912
(Filler) ▵ (O1/O1)

Considerações:

Resumo:

574/500 para Quest: Caminho da Investigação
1079/1000 para Missão Rank S¹
1232/1000 para Missão Rank S²

Palavras: 2899
[b]Vestimentas:

[1] Vestimenta Casual
[2] Vestimenta Comum
[3] Traje Especial

Dados: ---.
Detalhes (para RPs): Manto cobrindo a roupa, Flack Jacket no corpo e calça jeans escura. Reator ARC escondido dentro do Flack Jacket, ativo. Kusari enrolada do lado direito da cintura, Token em uma bainha nas costas. Dois estojos de equipamentos preso na parte da frente da cintura. Primeiro estojo com armas brancas e explosivas na esquerda, segundo estojo com pincel, tinta e pergaminho na direita. Hitai-Ate de Konoha no pescoço, cobrindo a marca da Aliança Hattori. Mecanismo de Kunai Oculta na esquerda.

Buffs do Personagem:

Agilidade Aguçada: Permite esquivar-se de movimentos com até 2 pontos a mais do que o usuário, mas sem poder perceber.
Especialidade em Deslocamentos: Permite o uso do Afterimage Clone e Shunshin no Jutsu sem acréscimo de chakra, além de dobrar o aumento de velocidade para 2.
Bom Controle de Chakra: 15% de redução em jutsus.
Perícia Elemental (Raiton): 50% de redução dos jutsus do elemento relâmpago.
[01] Regeneração: 72 de HP
[02] Recuperação: 72 de Chakra
Qualidades/Especialidades:

Quallidades: Prodígio (3), Agilidade Aguçada (2), Tecnólogo (2), Habilidade em Ninjutsu (2), Bom Controle de Chakra (2), Inteligência Avançada (2), Perícia Elemental: Raiton (1), Conhecimento Científico (1) e Hábil em Selos (1), Conhecimento Anatômico (1).
Habilidade Única: Inventor
Especialidades: Especialidade em Aprendizagem e Especialidade em Deslocamentos
Equipamentos:

Bolsa de Armas:
◉ [10] Kunais
◉ [10] Shurikens
◉ [12] Kibaku Fuda (12 x 0.25: 03 slots)
◉ [04] Kemuridama
◉ [01] Hitai-Ate (00 slots)
◉ [01] Flack Jacket (+3 EXP)
◉ [01] Mecanismo de Kunai Oculta
◉ [01] Token (05 slots)
◉ [01] Pergaminho (05 slots)
◉ [01] Tinta (2000ml x 0,25: 05 slots)
◉ [01] Kusari (4m x 5: 20 slots)

Invenções:
◉ Reator ARC [ATIVADO]
◉ Black Ranger [DESTRUÍDA]
Jutsus/Equipamentos Usados:


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Takane
Jōnin
Takane
Vilarejo Atual
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Re: timeskip: BIRTH OF THE CRUEL, por INDRA. - Qui 23 Abr 2020 - 11:04

@

Tinha lido desde ontem kkkk

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Que se inicie o caos pois a rocha continuara firme!
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.