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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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Chūnin
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[Filler] Contos de uma Jantari - 27/3/2020, 15:09

Kuri mais uma vez andava pela vila da pedra em busca de uma aventura, mesmo não tendo nenhuma técnica própria, por assim dizer, ela buscava aventuras que a forcem a ter tal jutsu especial e só dela. ”O que será que vai ser?”, se questionava enquanto sentia o sol quente tocando sua pele. Estalava seus dedos e percebia que a sua frente havia uma pequena loja de doces, sua placa era muito chamativa por conta da sua cor rosa bebê e letras em azul royal ”Pedroso Doces”, aparentemente os Pedroso abriram uma franquia pela vila.

Ainda um pouco indecisa se iria ou não para olha ela pensava, ”eu só vou dar uma olhadinha, se algo me chamar atenção eu compro e levo para casa”. Caminhava até a entrada da pequena loja sendo recebida logo de cara pela atendente:

—Bem-vinda menina, o que a trás aqui? Me deixe ver… acho que doces, não?

A atendente super feliz acabava contagia Kuri que deixava sua indecisão de lado decidindo que iria comprar doces para si, sua mãe e seu pai. Ela respondia a moça:

—Obrigado moça, essa loja é muito fofa, não quero sair daqui nunca.

Brincava no final dando um leve sorriso simpático, andava para o balcão acompanhada da atendente. Seus olhos simplesmente começaram a brilhar com tamanhos quitutes que ali se mostravam diante de Kurime. A ninja até mesmo solta um —uau— sem perceber fazendo a atende ficar ainda mais feliz com a honestidade da menina. A atendente dizia:

—Gostou de algo, aproveite que estamos na promoção.

—Eu… eu gostei de tudo, teria como experimentar?

Salivava enquanto dizia tais palavras, precisa até mesmo dar algumas pausas para engolir a saliva que estava sendo produzida em sua boca em tempo além do normal. Com as mãos trêmulas ela a estendia até encostar no vidro do balcão, apontava para um lindo bolo de morango red velvet onde já haviam pego um pedaço mostrando aquela cor linda da massa junto de morangos que decoravam a parte externa do bolo:

—Me veja um pedaço desse por favor, não estou me aguentando, esse bolo parece muito bonito. Foi você quem faz esses doces todos?

—Bem alguns sou eu quem faço— apontava para si de forma orgulhosa —outros eu apenas recebo por encomenda da grande boleira da Pedra. Flour Puff era o nome dela, uma boleira de mão cheia que subiu na vida cozinhando para as pessoas mais importantes da vila, cozinhou até mesmo na guerra. Diziam que ela infundia chakra e tempero únicos para revitalizar os ninjas feridos. Ela parece ser uma pessoa muito incrível, meu sonho é conhecê-la e ter aulas com ela, né?

Terminava dizendo enquanto colocava o prato no balcão, em um espaço que o cliente conseguia se sentar. Kuri aguardava seu bolo com tamanha euforia que, infelizmente, não prestou atenção na história toda. Recebia o bolo e agradecia —obrigada.
Pegava o garfo pegando o pedaço da ponta de forma que conseguisse pegar o bolo, o recheio do meio e o bolo debaixo. Levava o alimento a boca e começava a degustá-lo. a explosão do sabor de baunilha combinada com a leve da massa do bolo junto do recheio ainda mais leve de morango faziam a menina fechar os olhos como se tivesse levado um soco na face de tamanho poder e sabor que aquele bolo tinha. Após engolir o alimento e estar um pouco ofegante ela respondia:

—Esse bolo, é muito bom esse sabor de baunilha combinada com a leve da massa do bolo junto do recheio ainda mais leve de morango. Você já comeu um pedaço?

A atendente muito simpática dizia negava com a cabeça um pouco envergonhada:

—Eu não comi esse bolo, eu não como as comidas e doces que faço, pois tenho medo de notar alguma falha nele. Por isso eu decidi comigo mesma que nunca iria degustar um de meus quitutes, pois já estaria satisfeita com a estética dele.

—Faz quanto tempo que você não come algo que já fez senhora?

—Um longo tempo… um longo tempo.

A atendente dizia de forma mais vagarosa na segunda vez e com um certo tom de tristeza. Kuri logo notava que estava entrando em áreas perigosas, numa maneira de se esquivar disso dizia:

—Que pena, espero que um dia você consiga comer sua comida, pois esse bolo está incrível. Meus parabéns moça— a menina se levantava depois comer o resto do bolo e seguia para o balcão —me veja dois pedaços para viagem, obrigada.

Depois de deixar seu dinheiro pagando seu bolo, Kuri seguia para fora do estabelecimento agora alimentada. ”Preciso ir pra casa, melhor chegar antes de escurecer”, pensava a jovem se preparando para pular até chegar em sua casa. Segurava o pedaços de bolo rentes ao corpo pulando de teto em teto até chegar em sua casa. Ao abrir a porta ela logo gritava para quem quer que estivesse em sua casa conseguisse ouvir:

—Manhe, paie cheguei em casa e trouxe bolo, está muito bom.

A kunoichi deixava o bolo na cozinha, seguia para a geladeira para pegar um pouco de água. Ninguém aparentava chegar e a menina simplesmente deixava o bolo ali, se dirigia ao seu quarto pra descansar um pouco de seu dia exaustivo de não fazer nada.  ”Ai ai eu não fiz nada e estou exausta, que estranho”, pensava enquanto se jogava na cama e ficava a olhar para o teto de seu quarto.

Esticava seus braços, tirava seus sapatos com os próprios pés e começava a girar na cama de um lado para o outro em busca de uma posição confortável para descansar um pouco. Fechava seus olhos vagarosamente até que toda sua visão ficasse escura, sua mente ainda abalada com a lembrança do bolo a forçava a ter lucidez por mais tempo do que o esperado, mas eventualmente ela caia no sono. Seu sono foi tranquilo mas Kurime não sabia ao certo o que sonhou, mas um gosto de peixe fica em seu paladar, ela não entendia muito bem o porque, mas logo se levantava para ir escovar seus dentes.


Obs::
1006 palavras +100 de status, como é mês do up é +200 na realidade.

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Luishturella999
Jōnin
Luishturella999
Vilarejo Atual
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Re: [Filler] Contos de uma Jantari - 27/3/2020, 19:09

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Chūnin
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Vilarejo Atual

Re: [Filler] Contos de uma Jantari - 29/3/2020, 13:50


She gives them illusions.
She says, "you and I were fated to never meet again. I loathe all things, I despise every living creature who's bound to time. To live is to die, to die is to live. Pure is unpure, unpure is pure"
Em um grande salão se encontravam pessoas de grande influência na vila da pedra, ele compunham de jounins, daimyo, líder dos iryo ninjas e líder dos sensores. Cidadãos se sentavam em bancos ao longo do salão, o murmurinhos era grande até mesmo entre as pessoas de grande influência.

Kurime chegava com seus punhos presos por correntes, roupas sujas de sangue e uma feição com um olhar vazio que não carregava mais nada consigo. As portas rangem batendo contra as paredes no final. Os gritos começavam por parte dos cidadãos:

— Bruxa, maldita, assassina, traidora. É ela, é ela, é ela.

Tomates, pequenas pedras e pães velhos eram jogados conta a jovem. Como estava parcialmente imobilizada e destruída apenas aceitava as coisas que jogava, até mesmo se aliviava um pouco por sentir algum cheiro que não seja o de sangue velho e apodrecendo que emanava de suas roupas. Mesmo a passadas ébrias ela seguia seu caminho a julgamento, uma vez que passava para a área de ser julgada as frutas e vegetais paravam de ser jogados.

Kuri mal respirava, pois não havia um motivo para isso e o peso que sentia em seu peito era tamanho que ela não queria respirar muito para sentir essa dor. ”Meu coração está calmo, eu não e não quero mais me preocupar com nada. Eu fui a culpada, afinal concluía com tranquilidade seu pensamento. Se mantinha em pé no lugar que devia, havia dois guardas ninjas atrás da jovem e mais dois em baixo de onde o juiz se sentaria. As possibilidades de fuga eram ínfimas, mas a kunoichi não queria fugir, queria encarar as consequências de seus atos.  

O murmurinho continuava de forma quase uníssono até que uma porta abria e um dos ninjas a frente de Kuri dizia em voz alta e de forma que ecoasse por todos os cantos do grande salão:

— Todos levantem-se para o juiz da sessão Yoona Jantari.

Mesmo com Yoona sendo a melhor juíza da vila, dúvidas eram levantadas por conta do parentesco entre a julgada e a juíza. Todos se mantinham de pé, a kunoichi não olhava para sua tia. Yoona se sentava com plenitude e uma pitada de soberba enquanto empinava seu nariz, pegava o pequeno martela batendo na madeira fazendo todos ouvirem:

— Todos sentem-se o julgado está para começar, mas antes gostaria de dizer algumas palavras. Sei do grau de parentesco entre a minha pessoa e a referida, mas já os aviso que serei totalmente imparcial, além disso tempo um excelente júri de pessoas confiáveis e, até então, isentas sobre o ocorrido. No mais prossigamos.

Batia com o martelo novamente. Todos se sentavam após a juiza, Kuri era a única que se mantinha em pé em seu pequeno palanque de madeira. Como haviam tinha explicado para ela, se ela sair do círculo de madeira ela morre na hora. A menina se ajoelhava em seu mesmo lugar por conta da falta de alimento que fazia com que seu corpo fraquejasse facilmente. Com sua cabeça baixa, seus cabelos caiam aos poucos a sua frente escondendo seu rosto. Yoona dava a palavra para aquele que defendia o estado e o objetivo de executar Kurime.

— Obrigado, meritíssima — caminhava em direção ao juri para ter um momento mais íntimo ali — eu não tenho muito o que falar além da verdade e fatos que ocorreram na sexta-feira 13, na hora da bruxa, 3 horas da manhã. Kurime Jantari — apontava para a jovem desolada — assassinou a sangue frio o falecido damyo da pedra, que ele esteja em um lugar melhor e sem esses monstros disfarçados de humanos — cuspia no chão de desgosto em direção a ninja culpada.

A tia da menina batia o martelo o segurando e o reprimindo por cuspir no chão onde um audiencia ocorria, ela dizia se dirigindo ao o defensor da pedra — Não vou aturar essas más ações em minha audiencia, controle-se ou se retire.

As pessoas começavam a murmurar em negação sobre Yoona ter sido colocada como juíza da audiência ”tinha que ser de família, ela não devia estar ali, quem devia se retirar é ela, tem que cuspir mesmo”, eram palavras que podiam ser facilmente pescadas da multidão de vozes. Yoona se via forçada a bater o martelo novamente para recobrar a atenção e silêncio de todos.

A juíza agora dava a palavra para Kuri. A menina se mantinha ajoelhada e cabisbaixa. ”Eu mereço tentar me defender, eu realmente fiz isso?, se questionava enquanto tentava lembrar da noite em questão, sua cabeça começava a latejar parecendo que ia explodir para a alegria de todos que ali estavam querendo ver sangue fresco ser derramado. Levava sua mãos com punhos acorrentados a cabeça enquanto murmurava:

— Eu fiz isso.

A cena era deplorável, era claro que a ninja não estava bem para fazer o básico e instintivo de sobreviver, a que ponto ela chegou para estar assim. Yoona dava mais algum tempo até que reclamações da população começavam a surgir ”se ela não se defende, culpe ela logo”. A juíza estava em um impasse, as leis da pedra eram rígidas como a rocha que representava sua força de vontade, segurava o martelo com pesar e um pouco antes de levantá-lo uma nova voz surgia em meio a multidão.

Um homem com roupas pretas e cinzas totalmente costuradas fora dos padrões, até mesmo sua pele era costurada, o jaleco branco dava o toque final nesse visual. Ele dizia em voz alta:

— Meritíssima, é claro que esta jovem não está em total plenitude de suas faculdades mentais. Esse julgamento não pode continuar até que ela esteja recuperada. Eu Chokujo Saotome, líder do braço de recuperanção e estudo mental garato que irei faze-la se curar de seu problema e assim que isso ocorreu eu a devolverei a julgamente. A pedra é muitas coisas como rígida, rápida, incisiva, mas nunca foi injusta. Faça o certo como fez em toda sua carreira meritíssima.

Chokujo era uma daquelas pessoas de índole questionável, o que ele queria ali com Kurime era um mistério até então. Era um mistério que ainda não estava para ser revelado.


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Takane
Jōnin
Takane
Vilarejo Atual
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Re: [Filler] Contos de uma Jantari - 30/3/2020, 17:20

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[Filler] Contos de uma Jantari Untitled-2
Que se inicie o caos pois a rocha continuara firme!
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Chūnin
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Vilarejo Atual

Re: [Filler] Contos de uma Jantari - 7/4/2020, 17:22


She gives them illusions.
She says, "you and I were fated to never meet again. I loathe all things, I despise every living creature who's bound to time. To live is to die, to die is to live. Pure is unpure, unpure is pure"
 
Kurime havia sido escoltada para o centro de recuperação da mente, Chokujo estava exalando uma aura assustadora e feliz pela jovem ter finalmente chegado em seu centro. A menina finalmente era libertada de suas correntes, seus punhos machucados mostravam a quanto tempo ela estava presa com aquilo. A kunoichi via que Chokujo estava com uma aparência diferenciada, seu rosto e mãos estava totalmente pintado, um chapéu estranho e dentes amarelados sempre aparecendo com seu sorriso davam o toque necessário para aqui ficar assustador:

— Bem-vinda minha querida, lutei muito para te comprar tempo, espero que você seja útil para mim.

— Sim…

Sua voz vazia era apenas mais uma pedra que se juntava a jovem que não encontra mais sentido na vida. ”Eu tinha aceitado meu destino, meu coração já estava calmo, mas ele. Por que ele me fez ter esperanças por um segundo de novo?”
Pensava com mais clareza do que jamais teve, seus cabelos cobriam sua face assim que abaixava sua cabeça. O homem batia duas palmas:

— Assistentes, limpem ela, não quero uma cobaia no estado em que ela está.

Duas moças igual surgiam do ponto cego da menina, pareciam gêmeas sendo que a única diferença é que uma tinha tranças que caiam sobre seu ombro esquerdo e a outra sobre o ombro direito. Ambas pegava a cobaia pelos braços a levando para uma sala onde havia um grande e luxuoso banheiro. Mais de uma se passava com a mulheres esfregando a pele de Kurime para que aquele cheiro de morte saia de seu corpo.

Trajava novas roupas, uma calça de algodão e blusa com abotoadura dupla, as duas na cor verde água com alguns detalhes em branco. Sua vontade própria havia sumido, apenas seguia ordens de Chokujo que eram praticamente as mesmas todos os dias. A rotina era simples, tomar café da manhã que era composto de ovos e uma xícara de café; tomar 30 minutos de sol no pátio acompanhada de uma das gêmeas; almoçar algo simples e com sabores neutros e por fim uma consulta com Chokujo.

Sentava no divã olhando para aquele teto branco de massa corrida, Kuri ouvia as perguntas de sempre do homem. Com seus dedos entrelaçados e apoiados sobre sua barriga ela respondia com a voz vazia que era seu novo tom natural:

— Meu dia está indo. Não tenho nada novo a acrescentar. Não vejo nenhuma melhora. Meus pensamentos, eu não penso mais.

A rotina se repetia um dia após o outros, semanas se passavam e tudo continuava a mesma coisa. Kuri não notava o tempo que realmente havia passado, sua mente destruída e sua falta de habilidade de reter muitas memórias contribuem em grande parte para a falta de noção de tempo. Ainda perdida ela tomava consciência que estava em mais uma consulta com Chokujo, as mesmas perguntas eram feitas com a adição de uma nova:

— Kurime, você quer fugir desse centro?

— Eu não sei, eu não sei o que faria se fugisse, tenho que pagar meus pecados.

Seus olhos vazios eram direcionados aos olhos de Chokujo. Uma mexa de cabelo fugia de trás de sua orelha caindo para frente, ela se levantava daquele divã que já havia tomado a forma de seu corpo para nunca mais voltar:

— Você quer que eu fuja, eu fujo?

Questionava o homem o colocando contra a parede. Ele não respondia, pois queria que a menina tomasse uma decisão por si mesma. Ela saia da sala de volta para seus aposentos onde ficava sentada em uma poltrona próxima a janela para tomar sol. A noite chegava mais uma vez e como um relógio a jovem seguia para sua cama. Fechava os olhos e no mesmo momento caia no sono.

De todos os sonhos que teve durante a noite, apenas um ficava retido em sua memória. Uma sala branca que tinha grandes placas de quartzo branco em todas as paredes, chão e teto. Dorian não conseguia distinguir de onde vinha a luz para aquele cômodo estar tão iluminado, a luz refletia no próprio quartzo deixando a sala desconfortável. O único objeto que se destacava era uma porta vermelha que se encontrava em sua frente. Curiosa que era andava de forma cautelosa e um pouco hesitante sentido a porta, mesmo com um pouco de medo ela segurava a maçaneta.
Fazendo um movimento rápido com a mão ela abria a porta vermelha com certa dificuldade, pois parecia que algo estava segurando ela. Empurra a porta com sua força e logo um líquido vermelho começava a invadir a sala branca. Aquele quartzo puro, imaculado se tingia de vermelho, um pigmento que talvez nunca mais saia daquelas pedras, seria uma lembrança, um fardo a ser carregado para toda eternidade.

Ela acordava exatamente as 3 da manhã, a hora da bruxa. Ofegante e dispersa ela sentia algo pela primeira vez desde o ocorrido com o Damyo da pedra. Seu instinto de luta ou fuga estava a todo vapor, fugir daquele lugar era tudo que queria. Corria até a sua janela que tinha barras de metal para impedir a fuga, com uma manipulação de seu sangue ela cortava aquilo como se fosse papel. As barras caiam no chão fazendo um grande barulho, Kuri com um movimento saltava da abertura que criou pousado nos galhos da árvore que ficava a frente de sua janela.

Olhava por uma última vez para aquele centro e vila da pedra com a intenção de nunca mais voltar.

— Hoje eu me despeço, aqui deixo uma parte de mim que já me foi tão importante. Com o sangue que é derramado no chão eu abro mão de tudo aquilo que aconteceu. Adeus, vila da Pedra.

Seu coração voltava a bater com a chama da vida, a menina queria viver mais que tudo. Não se importava como, queria apenas uma vida tranquila e longe de lutas, sua maldição não iria afligir mais ninguém, seu voto estava feito e a vila da pedra seria deixada para trás. Infelizmente todas as coisas boas tambem seriam deixadas, seus amigos, risadas casuais e aquilo que acha que foi amor.



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Indra
Juuichidaime Hokage
Indra
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Re: [Filler] Contos de uma Jantari - 8/4/2020, 01:18


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Re: [Filler] Contos de uma Jantari -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.