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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Ícone : [Treinamento] A arte e a existencia The-nuclear-weapon

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[Treinamento] A arte e a existencia - 2/3/2020, 18:05

De fato, o tempo havia tomado minhas esperanças da justa apostasia do destino. Recolhido em paginas e mais paginas de uma intrigante vida pacata. Talvez, por consequência de uma criação simples, eu tenha me tornado ainda mais recluso em meu cotidiano. Sem desejar nada muito grande, diga-se de passagem. Fama; dinheiro; status. Coisas tão vagas quanto o próprio conceito de existência social e física. Pode se dizer que algo em mim almejava uma paz maior, com certeza. Entretanto, não era algo como a maioria. Provavelmente, eu não seria o alicerce pra tal revolução e, mesmo se fosse, não era algo que esperava de mim mesmo. A paz era algo a se sonhar, já que ela mesma me afagaria as condições propicias pra uma vida livre de impedimentos sociais, políticos, econômicos ou seja lá o que fosse. Provável que a guerra não fosse a única causa de todo aquele caos mas, nada sabia das verdadeiras guerras além daquilo que lia em livros.

Até mesmo minha casa cercava-me com uma escuridão incandescente. Algo que cintilava como se estivesse vivo. Provável que, se minha mente estivesse mais imersa naquelas paginas daquele livro, eu nem sequer notaria que já era dia. Não era algo comum errar na escolha de bons livros mas, infelizmente, fora o caso que me encontrava. Tecnicamente, não tinha qualquer ideia do motivo. Talvez, minha mente estivesse desconcertada por algum motivo qualquer, seja lá qual fosse. Ou mesmo, o fato de um livro contar algo tão distante da realidade me fazia perder qualquer interesse nele. Ainda que eu tivesse determinação de termina-lo, não vi qualquer vantagem nisso. Respirei tão fundo que por um breve instante o ar ficou preso nos pulmões, propositalmente. Afastei a cadeira da mesa, afinal, já não tinha intenções de terminar aquela leitura. Fechei o livro lentamente. No fundo, sentia certo remorso de não terminar de ler, ainda que não fosse uma leitura agradável. Carreguei-o na mão esquerda até a porta, coçando a nuca antes de sair; estava esquecendo mais alguma coisa?

As ruas estavam cheias naquele dia. Bom, na realidade, a maior parte do dia elas se encontram daquele modo. Por um momento, me senti um pouco deslocado. Minhas roupas, provavelmente, eram o motivo. Não era propriamente o fato de ser verão mas o sentimento de vestir coisas confortáveis me deixava mais tranquilo. Ainda que, só vestisse uma calça de cetim fino e uma camisa do mesmo material, os pés desnudos eram algo que eu dificilmente me lembrava. No mosteiro era um costume, pelo menos pra mim, andar descalço. As vezes, usava a desculpa de estar em contato direto com a natureza mas, na realidade, era o simples fato de eu gostar de sentir a temperatura do chão na sola de meus pés.

Era até engraçado perceber que toda vez que chegava à frente da biblioteca, meus olhos brilhavam. Acredito que não é algo próprio dos livros ou algo do tipo, apesar disso também ser algo relevante. A estrutura daquele lugar era bela, uma espécie de arte parecida com os artesãos, escultores. A entrada era grande o suficiente para uma manada de elefantes passar. A beleza dos corredores me lembrava o mosteiro, mesmo que houvesse uma grande diferença entre eles. Algo ali me fazia andar devagar. O chão gelado. A temperatura amena. O cheiro de papel antigo. Tudo me trazia boas lembranças de tempos que já não voltariam mais.

Toda vez que ia até aquele lugar, eu tinha intenções claras de ser o mais direto em meus assuntos. Naquele dia, devolver o livro e pegar um novo, simples. A maioria das vezes nada saia como o planejado. Pelo menos, o livro fora entregue logo quando cheguei à mesa da bibliotecária. Um mulher de idade que, apesar do tempo de vida, tinha uma memória apuradíssima. Ela recordou-se de mim imediatamente, como de costume. Os cumprimentos foram rápidos, entreguei-a o livro e agradeci. Por incrível que parecesse, ela não perguntou sobre minha leitura naquele dia; provável que sentisse que aquele livro não era pra mim. A avisei que pegaria outro livro e me afastei após um aceno com a cabeça. Não era muito bom em manter contato forçado com as pessoas, sentia que aquele sorriso que esboçava era forçado demais.

Finalmente, frente aos livros, as coisas pareciam se desembolar melhor. A variedade era grande, logicamente, entretanto eu sempre acreditei que um bom livro podia ser reconhecido pelo titulo que ele continha. As vezes, isso me levava a situações desconfortáveis, como àquela daquele dia em especifico. Folheei o extenso corredor com suas galerias até me deparar com um livro um tanto quanto comum por àquelas bandas. "A arte do ninjutsu". De inicio, confesso que não me interessei propriamente pela ideia mas a palavra arte me fez pegar o livro e traze-lo próximo ao peito, abrindo-o ali mesmo. O livro tinha algumas figuras históricas que, de fato, eram bonitas mas, na realidade, demorou algum tempo até que eu realmente me interessasse pelo conteúdo. Nunca fui um bom desenhista. Alguns rabiscos ali e acolá, eu até arriscava mas não era nada além daquilo. Entretanto, a ideia daquele estilo de luta me parecia deveras interessante.

Andei até uma extensa mesa do salão e me sentei, um pouco afastado da maioria das pessoas. Li e reli o conceito da habilidade algumas vezes até ter certeza que poderia tentar executa-la. Pergaminho, pincel e tinta estavam sobre a mesa que escolhi propositalmente. Abri o longo pedaço de papel e molhei o pincel de tinta, evitando o desperdício da mesma. Havia alguns desenhos pré-conceituados pelo escritor do livro, então decidi seguir algum deles. O primeiro era o rato. Não pareceu difícil faze-lo. Dali, restava a parte mais importante da coisa toda. Dar vida àquele desenho. De acordo com as instruções, a tinta em si deveria conter a energia, interligando o potencial do usuário ao do papel. Havia feito isso durante a criação do desenho e, em seguida, fintei um selo de mão apenas com a destra, sussurrando o nome da habilidade. —— Ninpou: Chōjū Giga! —— O que se precedeu me impressionou, apesar de eu não demonstrar qualquer sinal disso. Os ratos desvincularam-se do pergaminho e começaram a caminhar de um lado para o outro. Pelo jeito, a habilidade não era ficção.

...

Fiquei um bom tempo na biblioteca. Mais uma vez, diferente do planejado. Posso dizer que valeu a pena todo aquele tempo. Quando sai já estava anoitecendo. O chão das ruas também estava frio e os céu tempestuoso mais uma vez dava as caras por Kumogakure. Nunca fui muito fã do clima do país, apesar disso, havia me acostumado. Olhei pro céu enquanto caminhava devagar, coçando a nuca brevemente. Talvez, não fosse de todo ruim aquela chuva. Diziam os monges que todo acontecimento da natureza era uma expressão da benção pela vida. Acredito que aquela história me trazia algo bom no peito, como se me desse um pouco mais de esperança. Não demorei muito pra chegar em casa. Morava perto da biblioteca, logicamente que era pura conveniência. Estava com um pouco de sono, devo admitir, mas por pura e espontânea vontade decidi ler mais um pouco. Aquele livro, eu havia deixado na biblioteca e comigo trazido outro. A arte da guerra. Realmente, alguém fissurado em qualquer arte. Aquele livro me parecia mais fictício. Talvez, por aquele fato de anteriormente; nunca ter vivido uma verdadeira guerra, além daquela que pairava a cabeça de toda existência.

500 HP
500 CH

ST: 00/05

Considerações:
- Aparencia da ficha. Roupas: Camisa de manga curta de cor branca, com o simbolo de kumo no centro e calça negra de cetim.
- 300 palavras pra aprender Choju Giga.

OUTROS:
Chōjū Giga
Requerimentos: 4 Ninjutsu, 4 Inteligência & Habilidade em Ninjutsu.
Descrição: O Desenho de Imitação da Super Besta (超獣偽画,Chōjū Giga) é a técnica assinatura de Sai, que lhe permite trazer desenhos de tinta à "vida" e agir conforme as vontades do usuário. O ninja usa tinta infundida em chakra para rapidamente desenhar objetos ou animais em seu pergaminho. No momento em que o pincel é removido, as imagens saltam do papel, crescendo em tamanho natural e agindo de acordo com a vontade do usuário. Por serem feitas de tinta, um único golpe é geralmente suficiente para as dissipar. Para comunicados discretos enquanto disfarçado, Sai é capaz de transformar as palavras que ele escreve em pequenos animais, permitindo-lhes viajar despercebidos para o alvo pretendido, após o qual o animal de tinta exige um deslocamento para reverter na informação escrita. Poucas técnicas rivalizam com ela em termos de versatilidade.
Regras: Todas as técnicas terão um limite de força e velocidade de acordo com o seu nível e o mesmo vale para o consumo de sua conjuração que terá um valor determinado de tinta, além do chakra. Para além disto, usando a técnica sem nenhuma técnica, o personagem poderá realizar até duas manipulações - construindo o que desejar - com consumo e força de até Rank B.

Bolsa de armas 20/70:
3 - 12 Kibaku Fuuda
2 - 10m Fio de Aço
5 - 5 Kunai
5 - 5 Shuriken;
-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [Treinamento] A arte e a existencia - 2/3/2020, 18:29

Okay, mas tente dar mais destaque ao treinamento e menos na narração. Não curti muito essa leitura e o fato de ter feito e conseguido na primeira tentativa.
-


Edição de Aniversario por Shion e Senko.