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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Angell
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Angell
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[Filler de Timeskip] Reconexão - em 25/1/2020, 22:37


Angell Hyuuga
[ HP: 2050/2050 | CH: 4900/4900 | ST: 00/10 ]
[ Byakugou no In: 500/500 ]
[ Uso do Souzou Saisei: 00/08 ]


Até poucos dias antes, Angell esteve pensando em escrever um diário. Fazia coisa de uns meses que andava afastada dos limites da Folha de novo, mesmo tendo combinado com seu pai, Shion, de conhecer o ninja que tinha tomado o lugar de Kai como hokage. É que, naquela ocasião, não o tinha encontrado no gabinete, e, desde então, simplesmente não se sentia à vontade para continuar correndo atrás de quaisquer respostas que sabia que ganharia inevitavelmente em algum momento posterior. Fora que (e em contraste) ainda tinha uma torrente de pequenas e grandes coisinhas para colocar no lugar dentro de sua cabeça e, depois, em sua vida ninja. Dizemos, desde o atentado contra a Folha, realizado por ninguém mais, ninguém menos que outros militares da própria Folha, e depois de se separar de seu pai de novo, Angell não era mais a mesma: sentia-se mais insegura que o normal quanto a si própria, sentia-se desprotegida e solitária, sentia-se perdida. Porém, sabia que não poderia depender de ninguém além de si para não deixar sensações assim lhe consumirem. Então, mais uma vez se deu ao luxo de tomar um tempo de reclusão na floresta que circunda a Folha.

...só o que não sabia é que esse tempo se estenderia por tantos meses.

Mas não havia lá qualquer grande problema nisso; quanto menos a azulada se enchesse de novo com suas preocupações, quanto menos contactasse a vila e toda realidade dela, quanto menos pensasse em tudo que tinha vivenciado, mais chances teria de conseguir deixar tudo para trás e se voltar a ser como era antes – ou, quem sabe, mudar para algo melhor. ...e o tempo que ela levaria para chegar a isso, sinceramente, não importaria; o relevante mesmo seria apenas chegar. E que mal faria ela dormir na floresta por mais de só um dia, se já estava tão bem acostumada? Bem, que fosse. Ela sabia que aquilo seria o melhor para si e já tinha se decidido a ir até o fim. Precisava embarcar em uma viagem definitiva – mesmo que longa – para os confins de sua mente e seu coração, viagem esta que lhe renderia o autoconhecimento de que tanto precisava para continuar em frente. Precisava se reconectar consigo mesma, e se lembrava que, em todas as vezes anteriores que sentira essa mesma necessidade, sempre foi ali na floresta que tudo se resolveu. Ali era o cantinho particular da azulada; em meio às árvores, suas cúmplices, ela conseguia se reencontrar quando se perdia.

...só o que não sabia é no que o reencontro dessa vez culminaria.

Dizemos, Angell passou a primeira semana sem conseguir se desvencilhar dos fantasmas que lhe assombravam. Porém, a partir da segunda semana, inventou de tentar aquietar seu corpo e esvaziar sua mente, ouvir e sentir apenas toda a vida pacífica da floresta que se estendia ao seu redor interminavelmente, mudar os hábitos e, assim, os ares e focos. Há tanta vida lá fora, aqui dentro sempre. Havia possibilidades; ela só tinha de encontrar e desenvolver, para si mesma em primeiríssimo lugar e, então, para seu pai e para quem mais merecesse. Sim, era aquele o caminho.

Mas o aprendizado da meditação foi só o primeiro passo; a azulada ainda tinha toda sua conexão com a floresta para conciliar com seu mais novo hábito, mas não fazia a mínima ideia de como chegar a isso. Dizemos, desde pequena e conforme se desenvolvia em sua vida como kunoichi, ela já estava e continuava se conectando mais e mais com a floresta, mas, agora, havia um elemento extra se enfurnando nessa história toda, e a azulada não sabia como conciliá-lo com tudo que já sabia lidar. Porém, se quisesse mesmo terminar o que tinha começado, precisaria aprender.

E não que isso fosse qualquer empecilho ou problema também, só levou mais tempo do que normalmente os treinamentos e espairecimentos dela levavam para terminar. Coisa de uns meses... mas uns meses muito bem gastos, por sinal. No começo, era estranho e cansativo; a azulada sentia a energia da vida pacífica da floresta, e não apenas ali ao seu redor, mas em contato direto consigo mesma também, como se a dita cuja invadisse seu corpo todo através de seus tenketsus, em algum tipo de efeito involuntário contrário ao voluntário que seu clã lhe permitia fazer para externar seu chakra. Porém, quando ela se deixava exposta por muito tempo àquela invasão, começava a sentir que logo perderia o controle – e não somente sobre sua meditação, mas sobre sua própria energia também. Era como se seu fluxo de chakra se desordenasse e, visando recobrar por conta própria sua normalidade, reagisse à energia externa e fizesse questão de expulsá-la do corpo da azulada, como um bom sistema imunológico costuma fazer ao perceber uma invasão de agentes estranhos – e prejudiciais – ao organismo.

Porém, conforme o tempo passava e ela não se dava por satisfeita – visto que ainda não tinha conseguido descobrir o segredo da conciliação daquilo tudo –, insistia, ora apenas tentando aguentar por mais tempo antes de (conscientemente) se desconcentrar e parar sua meditação, ora buscando alguma forma de impedir aquela reação desconfortável de seu chakra. E, bem aos pouquinhos, sentia que conseguia se aproximar de uma resposta definitiva; desde a primeira tentativa que fizera de equilibrar a energia do interior de seu corpo com a energia externa da vida da floresta, as coisas começaram a mudar, e a cada nova vez que inventava de reproduzir a tentativa de equilibrar as energias, Angell sentia que seu tempo de meditação aumentava. Não era fácil, mas tinha lá alguma lógica: bem como ela precisava se equilibrar consigo mesma – ou, em outras palavras, desvendar sua mente e seu coração – para atingir o autoconhecimento, também precisava se equilibrar com todo o ambiente ao seu redor – no caso, conciliar sua energia interna com a energia externa – para se reencontrar completamente.

Mas ainda faltava alguma coisa. Dizemos, não fazia sentido para a azulada se tornar uma receptora passiva de energia toda vez que precisasse de algum momento de reclusão ali na floresta, menos ainda fazia sentido ela ter de despender tanto de seus esforços para ficar controlando a reação desconfortável de seu chakra quanto a isso. Então talvez – só talvez – a saída pudesse ser ela aprender a coletar a energia externa de acordo com sua vontade enquanto continuasse meditando para espairecer. Até porque... ela não poderia voltar à Folha com mais problemas do que quando a deixou.

E foi mais ou menos a essa altura que a azulada quis começar a pensar em escrever um diário. Lembrava-se dos pergaminhos que seus pais tinham deixado na caixa no porão de sua casa; lembrava-se de como o conteúdo dos tais pergaminhos era explanado. Porém, ela não tinha para quem deixar seu diário, e também não achava que fosse precisar, um dia, retomar tudo que andava aprendendo ali na floresta. Ora, não era como se ela fosse simplesmente se esquecer de qualquer coisa! E então foi mais ou menos assim que essa ideia dela (do diário) acabou desaparecendo mais uma vez.

De resto, os últimos dias ela tirou mesmo só para aprender o que ainda lhe faltava para poder espairecer em paz. ...só o que não sabia é que todo esse trajeto já a havia guiado ao reencontro que queria consigo mesma. Então, com todas as respostas que procurava gravadas em sua mente, em seu coração, (literalmente) em seu corpo todo, Angell enfim retornou à Folha, à sua casa, ao seu quarto, ao seu chuveiro, à sua cama... e, como já era tão natural de si há tanto tempo, fingiu que tudo era um sonho seu que, à sua própria maneira, de alguma forma, misturou-se com sua realidade.


“But it’s the only thing that I have.”


Informações:

Considerações:
Selo de chakra: Fuuinjutsu: Kai no ombro direito.
Contador de palavras: 1275.
Filler de timeskip (segundo as regras de abertura do Arco 9) para a aquisição da qualidade “Centro de Energia Natural”.
Habilidades usadas:
Bolsa (19/20 espaços):
Kunai: 9 (9 espaços)
Kemuridama: 5 (5 espaços)
Hikaridama: 2 (2 espaços)
Kibaku fuuda: 0 (0 espaços)
Extra(s): “Polvo Frito” (2 espaços) & “Sushi Doce” (1 espaço)
Equipamentos e itens:

[Filler de Timeskip] Reconexão I8a3yhX
Thunderjaw’s Bracelet
Rank:
A
Classe: Raro.
Descrição: Um item de natureza peculiar que outrora pertencera ao núcleo de processamento responsável por controlar as habilidades de uma besta metálica formidável. Na ótica mundana, um mero bracelete, encrustado por pedras preciosas de origem desconhecida, que se adéqua perfeitamente ao pulso de seu portador. Sua única habilidade é uma forma muito mais simplória que a habilidade do Thunderjaw: quaisquer ninjutsus direcionados ao seu portador, de Rank B ou inferior, uma única vez a cada 3 turnos, tem imediatamente sua trajetória alterada como se retornasse para o conjurador. Essa habilidade necessita de 30 pontos de chakra para ser utilizada. Esse item não pode ser evoluído.
Armadura do Inverno (-20 de resistência)
Rank:
A
Descrição: Um conjunto de batalha semelhante as armaduras ninjas tradicionais, porém, incrementadas com o Chakra do Inverno e forjado pelos mesmos responsáveis dos demais itens do Inverno. A armadura não tem peso algum e é altamente resistente ao fogo, conseguindo suportar, sem danos de resistência, forças de chamas até rank-C, exceto quando o ninja está em pose do Chakra do Inverno, então a resistência se torna suficiente até rank-B. Queimaduras até segundo grau são absorvidas pela armadura. Cada ninja só consegue carregar uma armadura por vez.
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Luishturella999
Jōnin
Luishturella999
Vilarejo Atual
Ícone : [Filler de Timeskip] Reconexão 100x100

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Re: [Filler de Timeskip] Reconexão - em 26/1/2020, 11:51

@Aprovo
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Edição de Natal por Loola e Senko.