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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 70DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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[ RP ] Wintertime - em 15/11/2019, 18:19

[ RP ] Wintertime GP0GOBq

Naquele confortável entardecer, apenas pensamentos guiavam meu caminho pelas intermináveis alamedas. No galgar, a névoa tenra, fina como tramas de cetim, balouçava no cume das grandiosas cordilheiras e decaía por suas íngremes encostas, superando os arvoredos e as estruturas rochosas. Como era de praxe, o vento calmo soprava e sibilava nos vales infinitos, chacoalhando as cortinas, as ventanas e as vestes dos transeuntes. Serpeando, minha indumentária e meu echarpe abraçavam as vontades do zéfiro invernal, ao mesmo tempo que me protegiam do frio abrangente. Experimentando as bênçãos da natureza, segui adiante, e acabaria por adentrar em uma grande floresta.

Os passos avançaram e, por baixo do véu de folhas, contemplei os rebrilhos do sol poente com seu fulgor; o mesmo fulgor que me encadeou numa cegueira envolvente e doce. Desnorteada, fechei os olhos e os abri, piscando incontáveis vezes enquanto, ao mesmo tempo, seguia meu curso para o desconhecido. Quando me aliviei, minutos após, notei os remanentes daquela natureza. Constatei que era bela. Gozava de um sem número de bétulas e zimbros, arrumados como se tivessem sido meticulosamente posicionados por um deus. Naquele âmbito, havia um meandro, um pequeno riacho, que adentrava nos confins do bosque e alcançava o infinito, onde nem mesmo meus olhos poderiam alcançar. No leito, os pequenos animais aproveitavam da abundância bucólica para suprir suas necessidades; enquanto os outros maiores ficavam à espreita na espera de uma oportunidade para atacar os mais fracos.

A grama, encharcada pelo orvalho e pela neve fina que caía da abóbada, grudava em meus sapatos à cada passo, emitindo ruídos suaves e gostosos. Por sua vez, estes eram abafados pelo alarido intermitente dos papa-figos, situados na copa das árvores, como pude constatar. Os gritos ressoavam e rebimbavam como trovões, e o timbre, glissando como as notas de uma harpa, entretinha-me em meio àquele mundo de branco e verde. O prazer acumulou-se rapidamente nos pensamentos, mas logo foram dissipados por uma voz que, de repente, manifestou-se em meu íntimo. Parei, atônita.

—— As árvores, a neve, os animais, essa sensação de autonomia, de liberdade. É como antigamente. Eu preciso disso, eu preciso... Liberte-me, criança. Libere o selo!

A voz, antitética por si mesma, variava entre estrépitos guturais e numa entoação aguda, tipicamente feminina. Meus olhos involuntariamente se arregalaram, e meu estômago remexeu-se rudemente, como se algo quisesse sair. De súbito, curvei-me, sentindo a pele queimar. As mãos lentamente se deslocaram até a barriga, onde havia o selo de oito trigramas, e tentei suspirar com força. Ajoelhei-me, com dor, quase desmaiando perante o baque momentâneo. Uma dor de cabeça afligiu-me no mesmo átimo, coagindo-me a cerrar os olhos e franzir o cenho. Senti um ódio ancestral invadir a minha mente.

—— Gobi? — deduzi, tirando forças sabe-se lá de onde.
—— Se apresse, acesse seu subconsciente. Estou lhe aguardando, criança. — a voz respondeu. A raiva persistia em sua voz.
—— Subconsciente? Quer que eu libere o selo? — as dúvidas jorraram como o vapor de um gêiser.

A voz não mais respondeu, deixando-me sozinha naquele insondável silêncio. Felizmente, a dor havia cessado, e logo pude me erguer. Com cuidado, apoiei o peso de meu corpo em meus joelhos e levantei-me da neve fria e úmida, resfolegando. Pude voltar a andar, cabendo à minha visão percorrer cada perímetro do bosque e me guiar de volta ao vilarejo. No galgar, pude refletir sobre a manifestação da voz, julgando o seu ardente desejo. Assim, decidi que precisaria acessar a minha consciência e dialogar com a fera de cinco caudas. Eu precisava falar com ela. Era meu dever como jinchūriki. Mas eu nunca liberarei o selo. Nunca. Pensei, determinada.

Todavia, algo mudou e repente. No átimo, as nuvens do céu chocaram-se em um estalo de energia e fizeram a terra tremer com um longo trovejo. Um calafrio verteu em minha espinha, e o vento sibilou mais forte, como num vendaval. A chuva que vinha das montanhas caiu na sequência; gotas pesadas, carregadas, que lavaram a copa das árvores e assustaram os bandos e as revoadas que lá haviam. Droga. Praguejei, apressando os passos para meu destino. De repente, uma benção divina agraciou-me com uma visão peculiar.

—— Um templo! — exclamei em solilóquio, surpresa.

Sem demora, corri até a construção, matutando sobre o motivo de não ter notado a construção até o momento. A névoa ofuscou minha visão. Ponderei de forma precisa, quase incontestável. Sem cessar as passadas, ultrapassei o labirinto de árvores e transpus algumas pequenas colinas; tudo para que pudesse alcançar o abrigo o mais rápido possível. Estou quase. Reconheci, definitivamente próxima daquele misterioso mosteiro.

Considerações:
Dados: Aparência de Arthuria Pendragon, vestindo este traje. Armas básicas encontram-se em bolsas na cintura. Excalibur – invisível – está presa em um coldre no lado direito do corpo, enquanto a Kiba está selada no fūinjutsu Gandálfr e presa na bainha do lado esquerdo. Um pano cobre o olho direito da mesma forma como nesta imagem, apesar dele não impossibilitar as habilidades do Byakugan. Marcações espaço–temporais no cabo das duas espadas. Shin Fūinjutsu: Kai ativado neste tópico.

Resumo: RP. Post introdutório para a realização da quest "O Caminho do Hospedeiro".

Buffs: Mestre Elemental (+200 Raiton); Kiba (+100 Raiton); Habilidade em Ninjutsu (+200 Ninjutsu); Ninshū (+200 Ninjutsu & +6m/s).
Reduções: Especialidade em Controle de Chakra (÷2 Custo Geral); Perícia Elemental (÷2 Custo Raiton); Recuperação (+1% CK p/turno).
Custos:
Outros:
BOLSA DE ARMAS (60)
Pergaminho de Shion: 1/1un. [0]
Kunai (Hiraishin): 10/10un. [10]
Kibaku Fuuda: 20/20un. [5]
Kemuridama: 5/5un. [5]
Shuriken: 10/10un. [10]
Hikaridama: 5/5un. [5]
Fios: 25/25m. [5]
Usados:

[ RP ] Wintertime SeFeDYA
Oroborosu no Omei
Descrição: A Marca de Ouroboros é um estranho selo transferido por Opus, criando o símbolo de ouroboros no centro do peito de seu receptor. Os poderes dessa marca ainda são um mistério, porém, de acordo com Shion, há uma grande importância para finalizar Shaka. Uma vez que tenha recebido essa marca, o usuário se torna hábil a dominar, caso já não domine, a natureza do relâmpago sem treinamento, dando uma coloração dourada aos raios. Os corpos com esta marca parecem se tornarem mais resistentes e duráveis, tendo automaticamente um aumento de dois turnos no limite da durabilidade deste. O usuário terá o selo no centro do peito.

[ RP ] Wintertime EZjpK1M
Byakugan [DESATIVADO]
Descrição: O Byakugan (白眼; Literalmente significa "Olho Branco") é um dōjutsu kekkei genkai do clã Hyūga e do clã Ōtsutsuki. Seu poder a princípio surgiu como uma Kekkei Mōra junto com o Rinne Sharingan na ancestral mais antiga conhecida dos clãs Hyūga e Ōtsutsuki: Kaguya Ōtsutsuki. Ficou conhecido como um dos Três Grandes Dōjutsu (三大瞳术, Sandai Dōjutsu; Literalmente significa "Três Grandes Técnicas Oculares"), juntamente com o Sharingan e o Rinnegan. Ao contrário de um Sharingan transplantado, um Byakugan transplantado pode ser ativado e desativado à vontade.

[ RP ] Wintertime IRxiSFl
Kiba 牙 [SELADO]
Rank: S
Descrição: Kiba (牙; lit. Presas) é uma das famosas espadas dos Sete Espadachins Ninja da Névoa. É uma espada dupla, a sua característica mais notável é uma saliência para cima, curvado perto da extremidade de um lado da lâmina e um outro perto da base do outro lado da lâmina. Em cada uma delas foram imbuídas de relâmpagos, mostrando poder de corte maior de forma semelhante às vibrações de alta frequência de relâmpagos baseado em fluxo de chakra. É essa capacidade que resultou no nome "espadas de raio" (雷刀, raitō) que está sendo reivindicado como as maiores espadas na existência. No anime, eles permitem ao usuário formar raios livremente.

[ RP ] Wintertime Oe4rnUK
Excalibur, 500/500
Rank: S
Descrição: A Excalibur: Sword of Promised Victory (約束された勝利の剣, Yakusokusareta Shōri no Ken) é uma construção divina, aclamada por ser o apogeu das espadas e armas lendárias. Fabricada com um material desconhecido, cujas limitações físicas superam a maioria dos sabres convencionais, mostra-se como uma arma leve, resistente e possuidora de um fio imensamente afiado. A lenda diz que ela foi forjada nas entranhas do mundo como a cristalização dos desejos da humanidade, tornando-se um construto fadado a proteger o planeta de todo o mal. Seu cabo é azulado com adornos de ouro que sobem até o guarda-mão. Sua lâmina é tão branca quanto a neve, reluzindo através de um véu luminoso de cor dourada. Seu gume é fino como navalha, e epígrafes misteriosas mostram-se entalhadas na chapa resplandescente.

A primeira habilidade da espada lendária é a capacidade de ocultar totalmente sua substância, permanecendo invisível à olhos nus. Tal aptidão utiliza de inúmeras camadas de energia comprimidas em alta pressão, sendo o suficiente para dobrar a luz ao redor da arma e distorcer totalmente a reflexão e refração da luz, o que acaba por tornar o objeto invisível. Além disso, caso o usuário tenha a qualidade Habilidade em Ninjutsu, o mesmo pode apagar a presença da espada, fazendo com que ela oculte tanto a sua forma física quanto qualquer manifestação de chakra que transcorra em sua lâmina. Nomeada como Invisible Air (風王結界, Barrier of the Wind King), este recurso pode ser ativado com o custo de vinte e cinco pontos de chakra, podendo se fazer presente por toda a extensão da arma ou unicamente na lâmina.

A segunda habilidade mostra-se mais como um mecanismo de defesa. A espada, obedecendo às citações de sua lenda, possui uma incrível conexão com o planeta e, portanto, com a natureza. Graças a isto, há uma quantia incrível de chakra natural concentrado no objeto, e assim, apenas aqueles que detém o controle sobre a energia sábia podem clamar o verdadeiro poder da espada da vitória prometida. Conhecida pelo nome de Avalon (全て遠き理想郷, Everdistant Utopia), o mecanismo possui uma reserva de quinhentos pontos de chakra natural, sendo capaz de transferi-lo para seu empunhador através de contato físico, limitando-se à cinquenta pontos por postagem e uma vez por turno. A reserva será reiniciada com a mudança de tópico.

Arthuria; HP: 2000, CK: 1525/3075, CKN: 0/400, ST: 0/16
Gobi; CK: 3500/3500

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[ RP ] Wintertime Tr9RRDp
— Time eats away at memories, distorts them.
Sometimes we only remember the good;
sometimes only the bad.

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