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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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Vilarejo Atual

[Filler] Conceitual. - 14/10/2019, 15:52


[Filler] Conceitual. HQ0xIzb

Vestimenta; Palavras: 1442; O.B.J.: +100 status. Qualidade Rastreador (1) [Prodígio]

Me esgueirava pelos becos do vilarejo. Algo de incomum habitava meu corpo naquela noite; estava obcecado, vidrado. Louco. Um clone lia Albert Camus na cabana enquanto minha massa corpórea horas atrás alçava voo em uma quantidade ínfima de papéis em meio a noite escura, nulo aos olhos dos vigias. -Esse filho da puta me paga. Não sabia seu nome, sua origem e seu rosto faziam apenas cinco minutos desde que tive o primeiro vislumbre. Magro e alongado até formar um ângulo pontiagudo no queixo. Seus cabelos escuros espalhavam-se pouco maiores que os meus embora sua idade fosse visivelmente mais avançada. -Verme. Escarrei. Encosta no silêncio das sombras entre duas casas observava o sujeito entrar por uma porta estreita de madeira. Um letreiro em neon; Clube Noturno. Estávamos na região periférica do vilarejo e ali eu me sentia mais confortável, era dificilmente notado como alguém estranho já que dificilmente era confrontado nos olhos. Acendi um dunhill. -Você gosta de uma bagunça então. Sorria sádico em meus devaneios. Aquele ANBU era um dos responsáveis pela minha guarda, um dos únicos com o qual eu tinha contato -para a sua infelicidade-. O frio naquela época do ano era intenso e a luz que iluminava as ruas não pavimentadas dava uma sensação mórbida à tudo; os raros passageiros da vida pareciam vagantes, a noite parecia levar consigo um fardo, o frio trazia um peso que carregava os pulmões. Aquilo me confortava. Era aquele tipo de sensação me deixava tranquilo, era atrás daquela tensão climática que eu estava em busca toda vez que saia de casa. Alguns minutos se passaram desde o saco em pré-decomposição havia avançado para longe de meus olhos, então, ao fim do meu cigarro e no auge de minha paciência determinei o próximo trajeto.

As luzes alternavam entre si nas paredes do ambiente: azul, brancas, roxas. A música era uma espécie underground vinda de algum lugar longe daqui, de muito longe, e que fazia as mulher descerem em cima dos palcos agarradas à postes metálicos como se fossem a extensão de seu corpo. Afinal eram, e ainda mais, as notas em ryous que choviam sobre suas barrigas definas quando sensualizavam de pernas abertas e costas rentes ao solo eram a extensão do seu ego. Apanhei um whisky no bar de forma quase que anônima se não fosse o contato necessário e frio com o sujeito esquisito e descartável que me atendeu. Logo ao não foi difícil localizar o x da minha questão ao pé de uma das stripper ao fim da passarela. -É meu parceiro, ela é gostosa mesmo. Observava-o. Ela era hipnotizante e ele impulsivo. Se ela notou isso, como eu não notaria? Cada vez que suas pernas se abriam o alvo era nosso caríssimo pedaço de carne, toda vez que se fechavam sua carteira era quem se abria. -Que vida merda você deve ter hein. Não sentirão tanto falta. Me mantinha encostado, dissimuladamente descontraído nas cercanias de meu domínio e sem ultrapassa-los, me mantinha coerente aos passos que deveria tomar. -Se ele arrastas alguma dessas garota vai ser uma noite divertida. Fantasiei. Mas não aconteceu. Pelo visto sua impotência se satisfazia somente com vislumbre e alguns goles. Levantou-se e rumou pela mesma porta que o guiou para dentro daquela confusão de luzes. O segui, abraçado pela distância e conforto da segurança que vinha tomando.

Seu nome era Mohed. Pelo menos foi como a mulher que o atendeu na porta após xinga-lo disse. -Concordo querida. Um grande filho da puta. A alameda era iluminada pela luz que emanava da porta, marcando de forma nítida a sombra dos dois sujeitos em pés contra os raios. Uma terceira silhueta surgiu e pude perceber do meu retiro, sentado em um tronco metros e metros de distância enquanto apreciava o gosto do cigarro queimar junto a situação. -Um grande filho da puta. Passa para ver uma bocetas e depois para abraçar a filha. Eu faria o mesmo. Todos somos grandes filhos da puta. A criança tinha cabelos longos e naquela distância podia sinceramente dizer que ela tinha os traços do pai, já que a mãe era linda demais para ser realidade. Um reencontro. A fumaça subiu. -Então quer dizer que fazem alguns meses que não aparece por aqui Mohed? O hábito que casais tem de discutir na frente dos filhos é universal. Aquilo me descontraia. Por um segundo me vi imerso em uma peça de teatral trágica que me divertia, que teve seu fim com a criança chorando, Mohed se desculpando, sua ex-esposa o xingando novamente. -Concordo querida. Um grande filho da puta.[/u] E a porta se fechando. O sujeito caminhou alguns metros pela rua iluminada pela aura pesada da lua, então sacou do interior de seu colete uma garrafa pequena e tornou um grande gole. Uma careta. -Não cansa de se anestesiar? Desse jeito não vai sentir nada. Ele seguiu errante e eu em seu encalço confiante; sorrateiro.

Viver é estar na beira do abismo e não cair. Mohed já havia entrado em sua casa. Apenas meu olho direito se materializava em forma de origami do lado oposto da rua frente a janela do segundo andar; seu quarto. -Cara, você é muito fodido. Gosto assim. Pessoas insignificantes que me causam um certo interesse. Um sujeito como aquele devia ter estudado, treinado, participado de alguns confrontos e falhado o suficiente para ter sido posto em minha guarda. Sua vida por algum motivo havia escorrido pelo ralo. Algum ponto no seu destino, alguma bifurcação, foi decisiva. -Deveria ter pego o caminho da esquerda, Mohed. Ele acendeu um cigarro. Resolvi acompanha-lo. O que me deixava intrigado era justamente aquilo: -O que te fez tomar a escolha errada? Um rastro de fumaça se alastrou. Estava deitado sobre o telhado da casa. -Que porra você fez para acabar com essa vida merda, hein? Suspirei. Ele caminhou até o interruptor do quarto após trocar suas vestes. As luzes se apagaram. A chuva começou. Resolvi entrar. Ele iria se arrepender.

Os braços e pernas caíam como pêndulos amarrados ao teto; desciam em cordas que os seguravam em alturas desproporcionais no quarto iluminado apenas por algumas velas. Nos olhos negros mesclavam-se choro, sangue e perdição. O tronco sem membros de Mohed encontrava-se amarrado à uma pilastra no centro de sua sala de jantar; um de seus olhos pendurados para fora da cavidade ocular enquanto o outro encontrava-se encoberto por inchaço. -Você demorou para levar meu livro. A parte sem fio da kusanagi chocava-se contra seu abdômen. -POR QUE, SEU ARROMBADO? Brandei possesso. Aquela altura já dialogava com um cadáver em um cômodo tomado por sangue e fétido como a existência -ou nesse caso, o abandono dela-. Meu suor gotejou na poça xaroposa escarlate. Sentei-me na poltrona. Acendi um dunhill e me servi de um whisky na mesa de canto logo ao lado. -Não esquece mais meus livros seu merda. A kusanagi cravou-se em seu crânio a medida que dei um gole satisfatório e sedento no álcool. -Porra, que inferninho hein. Fitava aquela escultura de carne. Parecia uma obra de arte. Só tronco e cabeça com uma lâmina vingativa em seu centro enquanto seus membros pendem como detalhes. -Isso que eu chamo de conceito. No final das contas toda a insignificância humana acabava se resumindo à nada, à mais insignificância. -Você deveria me agradecer Mohed. Te livrei de uma. Um tapinha de leve na face desfigurada; seu olho se moveu, indo e vindo no cordão elástico que o prendia. -Sua ex-esposa é muito linda. Sua filha nem tanto, tem essa sua cara de merda. Um gole no copo quase vazio. -Mas aquela mulher. To pensando seriamente em dar uma passada lá. Circundava o cadáver suspenso em passos lentos enquanto alucinava em diálogos monológicos. -Qual foi o motivo de vocês terminarem? Sua obsessão por prostitutas? Acho que também tenho esse defeito. Em pé frente aos braços suspensos, os empurrava para frente e os esperava retornar para repetir o ato. -Ou será que esse teu trabalho de merda em prol de um vilarejo fodido? A fumaça se espalhava. -Acho que já sei. Me virei para ele como se tivesse vida. -Você nasceu fodido. Sorri, satisfeito. -Eu também. Passei meu braço sobre seu ombro enquanto meu braço mostrava para sua presença nula de vida um vago horizonte a nossa frente. -Porém, nasci fodido e um pouco mais esperto que você, não é mesmo? Arranquei a espada de sua cabeça e o olho que insistia em não aquietar pendurado em sua face; o coloquei no bolso. Não me importava a repercussão daquilo, minha contagem era regressiva e em muito pouco tempo um plano maior seria posta em prática. -Adeus Mohed. Que pena que não posso dizer "Até amanhã."



CH: 825/825; HP: 625/625; ST: 0/4



considerações:

Atendente: click
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Grande Controle de Chakra: Redução de todos os consumos de Chakra em 25%; arredonda-se em números quebrados para o maior valor.
Perito Elemental em Katon: Redução de 50% nos custos das técnicas que utilizam Katon.

Velocidade: 5 [22m/s]
Força: Comum [5m & 4m/s armas básicas]

Itens e afins:

Bolsa Personalizada(30/100)
Kunai: 20x

[/u]


[Filler] Conceitual. 7438c89d0997535f0e32c0f391a3b160
Kusanagi no Tsurugi (Uchiha Sasuke) [coldre]
Rank: S
Descrição: O chokutō Sasuke Uchiha referido como uma espada de Kusanagi foi sua arma pessoal em toda a parte da Parte II. Tinha uma bainha preta e um punho combinado, e era um tamanho maior do que um chokutō normal. Não tinha nenhuma das especialidades naturais como o que Orochimaru exerce, como a extensão da lâmina e a capacidade de cortar quase qualquer coisa, os quais são atributos naturais do Kusanagi, mas foi repetidamente demonstrado ser muito durável e capaz Para cortar vários materiais. Sasuke poderia expandir o poder da sua espada, canalizando seu chakra relâmpago para a lâmina com fluxo de chakra, o que aumentaria sua nitidez muito através de vibrações de alta freqüência, além de aumentar sua faixa de corte. Isso permitiria a Sasuke cortar quase qualquer coisa, além de adormecer o alvo que foi perfurado por esta lâmina relâmpago.


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Vilarejo Atual

Re: [Filler] Conceitual. - 15/10/2019, 14:26

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.