Não é o único, mas simplesmente o melhor!
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A doce melodia dos ventos atravessando o deserto não era mais querida por absolutamente ninguém. Ele sabia muito bem disso, por mais que odiasse o fato. Concordava que sua vila estava morta há muitos anos, entendia que seu povo sofrera, e, mesmo assim, não entendia como. Parecia um absurdo sem precedentes como uma vila tão renomada como Sunagakure no Sato, organizador do primeiro Chunin Shiken mundial desde a formação das novas nações, havia sido destruída, afundada nos seus próprios desertos, graças a uma única entidade chamada Okina. Mas isso aconteceu. Muitas pessoas inocentes morreram, muitas fugiram, e os vastos desertos dentro de Kaze no Kuni tornaram-se morada de aldeias e mercenários, todos tentando sobreviver na jornada. Muitos ficavam nos arredores com esperança do retorno da gloriosa Sunagakure no Sato, outros porque não eram aceitos em outros lugares e, alguns ainda não tentavam, pois tinham idosos e doentes consigo. Um verdadeiro caos. A economia despencou; começaram os gastos com população, poucos impostos recebidos e mais gastos com mercenários contra outros mercenários. Acreditava que a iniciativa destrutiva de Okina não visava aquelas consequências, mas eram reais e ele precisava enfrentá-las.
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SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho.

SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 8/10/2019, 21:38

Sorry but not sorry because I'm psycho.

O céu estava nublado. Os raios iluminavam o mundo, sempre forjados aos sons de dragões, que rugiam a cada clarão ensurdecedor, a cada brilho ofuscante de tornar os bons olhos passíveis de cegueira, era como se um novo dragão soltasse lava pela boca e causasse uma grande erupção, mas dessa vez, provinda pelos relâmpagos. E nesse cenário, a cidade estava muito molhada, encharcada, ensopada, e inundada. Todos os aquisitivos sobre água em alguma coisa poderiam estar descritas e eu poderia passar anos falando nisso. Mas o importante a saber por hora, era que, o clima eatava bastante molhado para gostos.

Era perfeito. A chuva, o céu nublado sempre passavam a sensação de tristeza, não era como se fosse algo feliz, possível de alegria e essas coisas. Eu não sentia mais isso desde que o mundo havia perdido o sentido para mim. Desde que eu matei minha mãe, tinha sido o ápice disso tudo. Eu tinha evoluído a um nível extremo que ninguém conseguiria compreender tal qual minha complexidade. Ergui com a canhota o pão com ovo entre meus dedos, mordiscando o mesmo ao aproximar meus lábios o suficiente. — O mais incrível é que preciso saber sobre Psicologia... — Comentei comigo mesmo.

— E quero fazer na prática. O dia está perfeito para isso. — Engoli um pedaço do pão, enquanto elevava com minha outra mão, uma caneca com café e leite. — Ahh. Ótimo. Está decidido então. — Comentei, após bebericar alguns goles e depositar o objeto sobre a mesa, me levantando em seguida. Mordisquei mais algumas vezes o pão com ovo até acabar com ele de vez, e após alguns minutos, o último pedaço havia se ido. — Ótimo. É sempre chato ter que começar meus trabalhos de barriga vazia. — Exclamei, observando o capacete vermelho de cabeceira sobre a mesa, reluzente e tão imponente relíquia.

Estendi as mãos para encaixá-lo sobre a cabeça, sem antes ter que colocar as olheiras vermelhas que disfarçavam o olhar. Assim, abri os olhos, com a face ocultada sobre a máscara sangrenta. Verifiquei se tudo estava no lugar e me desloquei para sair de casa, batendo a porta atrás de mim. — Vamos lá ... A diversão vai começar. — Murmurei com gosto, saltando no primeiro edifício e assim sucessivamente, como um morcego que plana pelas casas em busca de uma pressa dando sopa, para sugar-lhe o sangue ou para sugar as frutas das árvores, mas morcegos sangrentos eram os melhores.

Assim, perante a chuva, eu pousei os pés sobre a telha, me agachando, e logo estreitei os olhos, observando meu alvo. — Que bonitinho meu rato. —  Saltei e dando um giro novamente, batendo os pés sobre o chão. Movi o punho sem perder tempo, desloquei o braço na lateral, acertando lhe a bochecha e lhe atirando sobre a rua. O homem tombou sobre o chão, se contorcendo de dor. — Engraçado... O que você estaria fazendo aqui no meio da noite.. ? — Questionei, me aproximando e segurando-lhe as vestes, o erguendo no ar. — E-eu não fiz nada! Eu juro, por Deus!

— Nós todos somos pecadores! Ninguém está isento! — Exclamei, soltando o homem no ar e lhe socando no estômago, voltei a segurar sua camisa e soquei mais umas vinte e cinco vezes até o homem cuspir bastante sangue e gritar muito. O joguei sobre o chão e avancei, movendo a perna direita sobre seu estômago e pisando nele com força. Pisei algumas vezes, no entorno de quinze vezes e depois chutei lhe nos braços e pernas, inclusive pisei no seu peito.  — Gaah! — O homem cuspiu mais sangue. — Lindo o espetáculo. — Comentei, dando uma risada calma. — Vamos brincar mais um pouco. — Ditei.

O segurei pelo cabelo e o ergui, puxando o mesmo pelo couro e o arrastei pelo chão até um beco. Logo segurei a face e a bati contra a parede, jorrando sangue. Repeti o ato, chocando sua face contra a parede enquanto esguicha a sangue. O ato durou até três vezes quando ficou inconsciente e tombou sobre o chão. — Merda! Ele desmaiou! Achei que iria durar mais. Mas assim está bom, preciso entender a Psicologia Humana! — Exclamei, o segurando no ombro após o levantar e tratei de ir andando para casa. — Isso vai ser divertido, aprender algo novo e além!

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 07:36

Sorry but not sorry because I'm psycho.

O céu ainda gritava e se esperneava ao som dos raios e trovões, e enquanto isso, eu andava calmamente, com um homem abatido perante meus ombros. — Certo certo ... Você ainda me deu o trabalho de ter que limpar o sangue que você deixou espalhado pelo chão. Que problemático. — Reclamei, abrindo a porta que eu havia deixado destrancada. Logo num único movimento, arremessei o corpo inerte do homem ao chão. — Aqui fica perfeito para mim testar as coisas... A periferia, ninguém fica acordado tão tarde da noite nem mesmo numa periferia, mas eu sou o demônio, eu sou o Capuz Vermelho.

Uma risada poderia ser ouvida enquanto eu batia a porta atrás de mim. Então me virei para ir em direção ao homem. Eu iria então, começar a arrastá-lo pelo chão, até um pequeno porão, onde o tratei de amarrar e o colocar em uma cadeira, ficando preso e amordaçado lá. Quando ele deu sinal de que estava acordando — após um bom tempo porra! — eu me levantei, indo em sua direção, e logo me agachei um pouco, curvando a minha coluna e me apoiando sobre os meus joelhos, observando o homem de perto enquanto estreitava os olhos, silencioso e divertido.

— Você está com medo? — Questionei. O homem arregalou os olhos ficando a murmurar coisas pela boca amordaçada. Movi o punho destro e lhe desferi um tapa sobre o rosto, acertando seu lábio e o deixando sangrando ali, o sangue escorreu até a ponta do seu queixo e pingou através da mordaça. — Não tenha medo. É a melhor coisa, quando você não tem medo. Eu tinha medo quando eu era um moleque... Mas depois, eu não tive mais, acabou que eu matei todos que haviam praticado bullying comigo. Fiz questão de explodir a cabeça de cada. Foi um belo show vermelho.

Me virei para pegar algo em uma mesa. Só havia duas luzes ali, uma que estava sobre o homem, e a outra sobre uma mesa cheia de ferramentas. Peguei um grande alicate. — Primeiro, eu preciso aprender, como é que uma pessoa reage a dor. Bati tanto em você que não percebi que eu havia acabado com o meu experimento rápido demais. Não sinto remorso. — Me virei para ele, pressionando o botão do alicate e fazendo o botão retinir em sua ponta. — Isso foi há três horas. Agora eu acho que podemos fazer as coisas com mais calma do que antes.

Lhe retirei a mordaça, e logo enfiei os dedos no canto de sua boca de modo a tentar mantê-lo de boca aberta. Mas vi que estava oferecendo resistência, retirei os dedos e movi um soco sobre sua face. — Colabora comigo, o papai aqui vai cuidar de você, sim? — Murmurrei, sereno e abri a boca do homem novamente. Logo encaixei o alicate sobre seu dente maior. — Os dentes grandes são os que deixam um buraco maior e os mais rígidos de serem arrancados hein? — Comentei, enquanto isso, o homem tentava se mexer de toda forma, entrando em um estado aflito.

— Fica quieto. — Ordenei, dando um soco na barriga do homem, que gemeu de dor, logo mais ele ficou quieto. Logo encaixei o alicate sobre seu dente maior. Comecei a mexer o alicate de modo a vibrar, e enquanto e logo mais o homem começou a gritar e a arregalar os olhos. — Hum. Interessante. — Murmurrei, enquanto vibrava o alicate, tentando puxar para fora, mas o dente era realmente muito duro. O homem chorava de dor, e gemia de dor. — Calma... Logo tem mais para você. — Murmurrei, enquanto estreitava os olhos, puxando o dente e vibrando ele para amolecê-lo. — Ótimos resultados.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 09:06

[OFF] Lançando dado de merda que a Staff não tirou.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 09:06

O membro 'Redhood'' realizou a seguinte ação: Lança Dados


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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 10:10

Sorry but not sorry because I'm psycho.

O homem revirava os olhos, e ululava de dor. — Uh! Ughn! Uoooh! — Enquanto isso, sua boca estava sangrando, começava a sair sangue enquanto ele revirava os olhos descontroladamente. — Que merda. Você não fica quieto, desgraçado. — Estreitei os olhos, afastando as mãos da boca do homem, pois elas estavam sujas de sangue. — Vou ter que te manter parado por mais algum tempo, seu maldito. — Me afastei calmamente, indo até a mesa, deixando o alicate grandão e vermelho de sangue sobre a mesa, e logo fui até o outro lado do porão, pegando uma plaqueta de metal e me virei, voltando para.

— Vou ter que te manter um pouco parado um pouco. — Estreitei os olhos, enfiando algumas argolas de metais sobre o homem, o mantendo parado, travando totalmente seu pescoço. — Por favor... Por... Ugh! — Movie Novamente o punho, acertando a bochecha onde o dente lá atrás estava semi deslocado, provocando gritos de agonia. O homem incksu do cuspiu mais sangue. — Que bonitinho. Eu estou vendo seu sofrimento de camarote. — Dei alguns tapinhas no rosto do homem, que fechou os olhos, movendo a cabeça em negação em estado de aflição e agonia pertinente. — Ainda não terminamos nossos experimentos, eu preciso compreender a psicologia humana.

— Estou compreendendo sua mente... Como ele reage ao seu corpo... A dor. É muito interessante ver isso, porque eu nunca tive algo como isso em mim... — Sim, eu era um psicopata, e eu estava nessa desde criança tendo problemas com minhas emoções. — Vou ter que mudar a aura do experimento. Depois eu arranco seu dente para compreender melhor a sua dor mais ainda, você pode esperar, parceiro. — Sorri por baixo da máscara e logo me afastei novamente, logo fui até a mesa e peguei uma seringa, e enchi de líquido dentro, logo, tratei de bater o dedo no objeto.

— Tá no ponto.  — Logo me aproximei rapidamente, e logo não tardei em enfiar uma agulha na velha do paciente, que gemeu e tentou se contorcer. — Vamos lá... — Apertou o botão da seringa enquanto o líquido penetrava as veias, as áreas intravenosas do homem. Veias começaram saltar pelo corpo do homem, até em seu pescoço, que arregalou os olhos, gritando mais ainda. — Vamos ver sobre a felicidade. — E então, retirei o objeto, atirando fora. Logo me afastei, me sentei na cadeira a frente do homem, apoiando os braços contra as coxas. Logo curvei um pouco o corpo, para observar melhor ele.

Após algum tempo, o homem começou a ter delírio, tendo risadas e efeitos de felicidade. Ele estava sob efeito da droga. — Perfeito... — Me levantei lentamente e me aproximei, segurando o homem pela camisa e o erguendo um pouco no ar. Observava seis traços de maneira a estudá-lo. Até mesmo apalpei parte de seu cérebro para verificar a temperatura mais interna para atividade cerebral. — Vejamos... Acho que você está com um inchaço aqui... Perfeito... Aqui é onde causa a emoção da felicidade, o sentimento de alegria... —

Segurei seu rosto e lhe estapeei, e o homem continuou rindo apesar do golpe. — Isso é felicidade... Que merda... Você é um fodido do caralho mesmo, velhote?! — Dei mais um soco nele, sorrindo e depois soltei uma risadinha, apertando-lhe os lábios. — Agora vou ter que esperar o efeito passar, ainda tenho mais coisas para testar. Ainda não acabamos, seu merda. — Murmurrei, voltando a me sentar sobre a cadeira e juntei as mãos, batendo os pés sobre o chão de modo a sapatear, devido ao tempo de espera que seria um pouco prolongados apesar de tudo. Ainda não havia compreendido totalmente a questão da dor, mas logo eu iria, custe o que custar, dominar a mente das pessoas.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 13:33

Sorry but not sorry because I'm psycho.

Após algum tempo, o homem finalmente pareceu acordar e sair de seu transe por meio de drogas. — Ah... Por favor! Me deixe ir! Me deixe ir! Por favor! — Suplicou, choroso. O homem não sabia porque aquilo estava acontecendo com ele. Mas era fato que ele poderia ter alguma coisa. — Eu confesso! Eu sou estuprador! Eu tinha acabado de estuprar uma adolescente, por isso eu estava na rua tão tarde da noite naquela chuva! — Confessou, como se implorasse por libertação. — Eu confessei! Eu confessei! — Exclamava, como se quisesse que eu sentisse pena dele, até mesmo fazia uma cara de pidão ridícula.

— Foda-se o que você fez... Eu já havia dito antes... — Murmurrei, finalmente me levantando, como alguém que estivesse esperando muito tempo por algum momento como aquele. — ... Todos nós somos pecadores. — Continuei a falar enquanto me aproximava da cadeira com o homem preso. — ... Meu único pecado, foi deixar que este mundo fique vivo... Sobre o controle de ninjas, com o controle de um Kage encima de toda uma sociedade, presa, dependente do Hokage... Mas mal sabe todos eles que a Anarquia é tão melhor quanto qualquer coisa existente, a liberdade... — Estreitei os olhos para segurar a face do homem tenebroso.

— Sim! Eu ... — Movi o punho, quebrando seu nariz e o fazendo chorar e gritar de dor. — Cala a boca... Você não concorda comigo... Só quer se livrar de uma vez por todas... Quer ficar livre para nunca mais voltar. Mas ainda quer estar dentro desse sistema de governo ninja de merda... Que eu sei... — Apertei as bochechas do homem, fazendo sua boca doer. — Admita, seu lixo. — O homem tremia. — Sim! Eu adoro o Hokage! Ele é um ninja que nós precisamos! — Aquilo me provocou uma risada divertida. — O Hokage. O Hokage nunca fez nada por você, e você sabe disso.

— Sabe que ele só fica sentado, esfregando o traseiro dele sobre aquela poltrona ridícula, imagino que aquela cadeira é capaz de fazer uma traça, de tantas vezes que cheiro de bunda de Hokage que tem ali... E ele nunca move a bunda por pessoas como você... Nunca se iluda com isso, seu bosta. — Assim, movi os punhos contra sua barriga após o soltar e o soquei com toda força bem ali. O homem começou a gritar e a vomitar sangue, e pelo menos, trinta e cinco vezes eu soquei a barriga do homem. Após eu parar, eu apenas respirei fundo e fui para a mesa. Peguei uma seringa e a enchi de líquido, e logo bati o dedo contra seu corpo, de modo a regular amo líquido lá dentro e me virei. Era um líquido roxo. — Agora preciso entender... Como é que sua mente reage ao amor, a atração... Vamos testar a teoria, parceiro. — Segurei-o pelo cabelo e ergui sua cabeça, dando uma cabeçada no homem. — Não se preocupe... Ainda está leve não? — Questionei. Enfiando a agulha toda na veia do homem. — Feromônios. Vamos ver como o seu corpo reage a ele. — Murmurrei, voltando a me sentar ali, novamente.

O homem começou a ter reações estimulantes de todos os tipos, o que o fazia querer se soltar das cordas, mas sem sucesso, estaria ali tentando controlar sua libido e sua atração. Ele até mesmo chegava a babar em alguns casos. — Hm... — Murmurrei, me levantando e logo o soquei, enquanto segurava sua cabeça, somente para observar as áreas em funcionamento, as mais quentes assim por dizer. — Interessante... — Murmurrei, o soltando, e logo voltei a me sentar na cadeira, ficando na mesma posição de antes. O efeito da droga ainda estava atacando a mente do homem, que parecia profundamente atraído amorosamente.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 18:26

Sorry but not sorry because I'm psycho.

Após algum tempo, já deveria ser bem tarde da noite quando ele parou de estar sobre efeito da droga. Seu corpo estava cansado, e ele estava mal. Que sofrimento para aquele homem. E eu não sentia remorso. Era um pecador como qualquer outro. Não deveria ser poupado de sofrimento. — Finalmente hein... — Murmurrei, me levantando. Movi-me em direção ao homem e o chutei, bem no meio do peito, o jogando para trás, e ele virou no chão, com a cadeira de tudo. Mas por sorte, a cadeira não havia sido quebrada em pedaços. — Ótimo ... Ótimo... — Murmurrei. Eu parei ali, observando.

O homem chorava e se contorcia de dor. — Aaagh! Aaaagh! — Ele gritava com tamanha dor ao peito. Logo, fui até ele e o levantei pela camisa, o ajeitando na cadeira sobre o chão, deixando ela em pé novamente. — Tudo bem... Vamos lá... O nosso experimento ainda não acabou, seu rato de esgoto. — Murmurrei, me virando. Logo então, me desloquei até a mesa para pegar um bisturi. A iluminei com a luz e logo dei meia volta, indo novamente ao ponto inicial. Passei o bisturi sobre o dedo do alvo e ele começou a gritar e a se contorcer loucamente ali.

Seu dedo então caiu. Caiu sobre o chão, melado de sangue. Ele gritava e gritacva a pleno pulmões. — Caralho... Que interessante. — Murmurrei. E logo fui até a mesa e peguei um facão. Voltei novamente até ele. Quando ele viu o facão, começou a grasnar feito um pássaro. Ele não conseguia falar devido a dor. Sorri, e logo enfiei o facão no meio de sua mão, lentamente. A medida em que adentrava sua pele, o homem gritava e gritava cada vez mais , com os olhos saltados e vermelhos, inchados. — Gaaaaaaaaahg! — Gritava. Logo removi o facão, jorrando sangue dali muito brutalmente sim.

— Interessante. — Murmurrei, indo até a mesa para uma nova seringa, e enchi de líquido amarelo. Dei algumas batidinhas para estabilizar, e logo dei meia volta, indo até o homem, que jazia meio largado. Não tardei em lhe desferir alguns tapas para que acordasse. — Fique acordado porra, assim não tem graça fazer os experimentos em você, seu merda. — Resmunguei, dando mais um tapa ali. — Engraçado como eu pensei que seria fácil estudar a mente humana, mas pelos seu comportamento aí, é bem complicado, tenho que prestar atenção em tudo e fazer uma intensa análise de como sua mente funciona seu maldito.

— Então, fiquei acordado, sim? — Pressionei a válvula da seringa e logo jorrei um pouco de líquido no ar. O homem ficou mais assustado e começou a se contorcer na cadeira. — Ah, vamos... Está quase lá. — Murmurrei, dando mais um soco na barriga dele, o fazendo cuspir mais sangue ainda. — Não é um bicho de sete cabeças. — Murmurrei, e logo observei que ele havia se aquietado mais um pouco, e era incrível como seu estômago estava inchado de tantas vezes que eu havia batido ali, assim como estava roxo por eu ter agredido tanto e com muita força, era fantabuloso mesmo.

— Vamos... — Assim, procurei o o outro braço dele, onde eu verifiquei sua veia mais grossa e apliquei a injeção, colocando a seringa com força de propósito, fazendo o homem se sobressaltar e se contorcer, gemendo de dor. — Esses daqui são periódicos... Então será observatório. Você ficará aqui sozinho... E depois voltarei para te analisar. Se divirta com a solidão, com a tristeza, e com a escuridão, elas são nossas amigas, e isso que move o ser humano. — Assim, dei meia volta e sai dali, batendo a porta atrás de mim. Tempos depois, o homem começou a sentir uma enorme depressão.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 20:19

[OFF] Lançando novamente o dado que fode a galera da jogatina, que a Staff não tirou mesmo com sugestões.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 20:19

O membro 'Redhood'' realizou a seguinte ação: Lança Dados


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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 20:50

Sorry but not sorry because I'm psycho.

Quando retornei, eu estava comendo batatinhas Chips. Parte de minha máscara estava aberta. — Hm? — Arregalei os olhos e abri a porta, me aproximando do local. — O quê?! Não pode ser! — Exclamei. Eu comecei a sentir uma raiva crescer dentro de mim. O homem no qual eu estava experimentando aprender mais sobre a mente humana havia falecido. — Não! Você é um merda! Você é um fraco do caralho! Eu só queria entender a sua mente! Seu ingrato! — Gritei, totalmente colérico. Eu havia saído de mim, eu normalmente costumava ser tão calmo. Mas tão calmo, e agora, meu experimento para obtenção de conhecimento havia morrido.

— Lixo! — Exclamei. Pegando o facão sangrento sobre a mesa e voando para cima do corpo. Movi a lâmina e desferi várias estocadas. Furando o corpo em todas regiões possíveis. Tamanha a minha raiva de ter falhado em obter um conhecimento. — Filho da puta! Filho da puta! Filho da puta! — Exclamava, totalmente furioso enquanto o sangue jorrava ao ar, e caia sobre o chão. Com seu corpo totalmente furado, voltei a durar seus braços e pernas. Depois eu furei os dois olhos, e tirei para fora, esmagando ambos em minha palma, apertando meus dedos sobre eles. Estava puto.

Cortei-lhe as orelhas, e depois, rasguei-lhe a traquéia. Dei uma estocada em sua cabeça, abrindo ela no meio e fazendo jorrar mais sangue. Furei mais ainda a sua barriga e abri seu estômago, puxando as suas tripas para fora. E algum momento eu cheguei a gritar de ódio, de raiva. Arranquei seu coração e seu pulmão, os joguei sobre o chão e os esmaguei com meus pés. Cortei-lhe a cabeça e chutei contra uma parede, explodindo a mesma em pedaços. — Você é um fraco do caralho! Por isso são tão desprezíveis! Ah! Que ódio! — Exclamei saindo dali.

Peguei um galão de gasolina e passei em todo o armazém. Depois disso, fiz uma trilha até lá fora e sai. Depois de alguns metros, peguei um fósforo e atirei em direção ao óleo. Logo a trilha de fogo se seguiu. E então, após alguns minutos a casa explodiu em chamas. — Fodido do caralho. — Murmurrei, observando a chuva que voltava a cair sobre mim, ela havia parado, mas voltara. Busquei ir para casa. Estava com muita raiva.

•• Considerações:
• Aparência descrita no Template.
• Conclusão de RP por falha.
• Maldito seja o cara que teve essa ideia de dados, acho que você merece um retrocesso de luz das ideias. Na moral. Doente.

• Equipamentos:
• 05 Kunais.
• 05 Shurikens.
• 20 m de fios.
• 24 papéis bombas.

•• Domínio Psicológico (06/08)


HP: 625•625 | CH: 625•625 | ST: 00•05

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho. em 9/10/2019, 21:01

RP concluída por falha. Não haverá mais posts e o personagem retorna as atividades normais como institui regra.

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Re: SOLO — Sorry but not sorry because I'm psycho.

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