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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler +18] Lâminas que ferem o âmago. - 7/10/2019, 15:02


[Filler +18] Lâminas que ferem o âmago.  A81f9838a01d4f5a5680b45c16196bfb

Vestimenta; Palavras: 1556; O.B.J.: +100 status + Perito Armamentista (1) [Kenjutsu](Prodígio)

Nossas lâminas faiscavam no espaço entre nós. Os golpes eram firmes, frequentes, estudados. -Vamos Reken. Vai me dizer que já está cansado. De fato estava. Apliquei um corte diagonal na direção dela. -Quieta Krisna. Aqueles cabelos ruivos atiçavam as brasam do meu ser. Quando ela chegou até minha residência isolada se apresentando como nova tutora pensei que havia sido um passo em falso dos líderes encaminhar uma mulher que parecia carregar a caixa de pandora em sua alma, porém, tamanha beleza me cegou. Notei após alguns dias que sua superioridade era o que mantinha o controle entre nós dois; ela era tão nefanda quanto e com certeza muito mais indispensável. -Você deve estar brincando. Brandou. A sola de sua bota me levou ao chão. Me pegava mirando sua jugular como um vampiresco de contos antigos, isso era comum, ela sempre percebia, e quando notava jogava o cabelo para o lado oposto provocando uma exposição ainda maior do pescoço liso como mármore. Malditas mulheres. Maldito fraco que tenho pela carne. Me levantei limpando a poeira do couro de minha jaqueta. Certa noite ela havia ido para casa, ou onde quer que fosse sua casa, e eu como sempre sozinho naquele exílio passei a cogitar o motivo daquela crueldade toda forjada e fartos peitos e autoestima ter sido enviada justamente para mim; eu nunca tive tanta atenção assim, passei quase um ano sem mestre desde o incidente incendiário com o sensei anterior. Ela era muito habilidosa e linda demais, obviamente perfeita para o trabalho de infiltração no campo inimigo, porém, estava lá, treinando alguém condenado à viver isolado por ser um animal tão racional que causava temor. Um golpe da kusanagi e pela primeira vez em meses o fio da lâmina lhe cortou uma tira de seda da roupa. -Quem diria! Ela exclamou. Sorri orgulhoso mas frio. Ela deve ter cometido um erro muito grande, certamente uma merda incorrigível. Um arrepio me subiu a espinha. Um repuxo gélido na coxa veio seguido de uma dor agudo; um grunhido de dor. -Sua filha da puta. Ela riu com a token fincada na minha perna, enfiou alguns centímetros a mais; gritei e só então ela puxou a lâmina de volta para a bainha. -Você é um bebê. Meus olhos fervilharam nos dela. Sua expressão descontraída retraiu-se em um confrontamento que nunca antes alguém havia emposto à mim. 'Essa porra é maluco'. Escarrei. -Não foi tão fundo! Exclamou autoritária. Levantei-me da posição semi-ajoelhado na qual me encontrava. -Tudo bem, você é surtada, eu gosto disso, gosto de mulheres surtada. Ela sorriu novamente. As emoções eram claras em seu rosto e podia-se ler com facilidade o que ela queria dizer e o que sentia em cada momento, mas era impressionante a velocidade com que aquele misto de sensações vinha atona em Krisna. -Vamos bebê, mal começamos e você já está chorando. Iniciei uma investida violenta em sua direção, embora debilitado.

-Porra, você quase me fodeu hoje mais cedo. Ela gritava do banheiro, eu permanecia na sala lendo uma cópia da terceira edição de "Até onde os mares alcançam?". -Você aprende rápido garoto. A porta estava. Seu corpo perdia-se na espuma transbordante da banheira. O vapor que exalava das águas quentes que banhavam seu corpo esgueirava-se pela porta e invadia a sala. -Pena que a professora não é da melhores. Irônico. Ela riu. Pude escuta-la com uma espontaneidade que na margem desse mês que nos encontramos todos os dias, ainda não havia visto. Sorri no meu íntimo. Ela havia quebrado uma barreira em mim que ninguém havia chegado a quebrar, algo que transmutava minha sede pelo sangue para uma sede pela carne. Transávamos com a frequência que treinávamos e não passava disso. Relação carnal e só. Aquilo talvez tenha servido para criar um laço de amizade entre criaturas imorais que não atendem pelo espírito da empatia. -Venha aqui moleque, preciso de uma ajudinha sua. Alguns anos mais velha, parecia tentar deixar aquele dispare  evidente em suas frases em tom sarcástico e auto contemplativo de superioridade. Fechei o livro; o nome do capítulo era "Até onde seus olhos enxergam." Me levantei abandonando a jaqueta sobre o sofá, presumindo o que me aguardava. Segui o rastro que vinha da porta. Parei. Meus olhos analisaram aquela escultura do mar egeu, bela entra a visão turva da fumaça; seus cabelos devidamente amarrados pareciam chamas mal contidas assim como ela, implorando para sair em liberdade. Seus seios faziam volume na espuma e suas mãos alisavam com esponja a coxa torneada apoiada na borda da banheira. -Você sabe que odeio quando fica me olhando igual um maníaco. Seu tom era de indignação. Não sabia qual era minha expressão naqueles momento, mas sabia o que sentia; tesão, puro tesão. Me aproximei dela posicionando um pequeno banco de madeira logo atrás de si, molhando brevemente as mãos na água viagem suave suas costas até começar a massagear seus ombros. -Porra, você manda bem. Relaxada. Sua cabeça hora pendia para frente, hora deitava em meu colo. Cada vértebra de seu pescoço estralou quando o alongou. Minhas mãos lhe correram do ombro até os seios volumosos e no segredo daquelas águas, passei a fomenta-los e estimular seus mamilos que endureceram-se entre meus dedos. Senti sua pele arrepiar ao toque. Sua cabeça pousada em meu colo e seus olhos fechados. Ela sabia com quem estava e mesmo assim se entregava. Talvez tenha sido este o erro que fez ela chegar até mim. Sua respiração passou a ficar ofegante e eu mesmo não aguentei mais a tentação de tudo aquilo, daquela mulher e de seu corpo; retirei a roupa e entrei na banheira logo atrás dela. Assim me perdi no seu íntimo, viajando em cada espaço que me era permitido enquanto ela se exercitava imundada pelo prazer que irradiava de seu orgasmo ao seu corpo.

O local fora da residência era uma vastidão de nada. Apenas pedras e arenitos espalhados pelo planalto que cercava. Os guardas que cuidavam do cárcere domiciliar certamente estavam lá, como sempre, em algum lugar, e olhando toda essa neve que estava caindo do lado de fora só podia pensar 'Tomara que esses arrombados estejam se fodendo de hipotermia.' Ele me deu um leve soco no ombro. -Hey, no que está pensando? Ri! Certas coisas eram perversas para serem compartilhadas a esmo. -Que eu to com fome. O que acha de comermos alguma coisa? Ela se sentou na cadeira jogando as pernas sobre a mesa. -Depois do que você fez hoje pode comer o que quiser. Gargalhamos. -Você cozinha? Ela arqueou uma das sobrancelhas maliciosamente. -Já cozinhei demais hoje. Agora fica com você, eu faço minha parte antes de ir embora. Tínhamos uma forma de comunicação genuína. A frigideira chiou. O óleo borbulhou respingos enquanto o peixo fritava. -Essa neve vai atrapalhar na hora de voltar pra casa. Suas unhas escarlate combinavam com o cabelo e tamborilavam sobre o tampo maciço da mesa. -Durma aí! Ela engoliu em seco. Mesmo de costas e concentrado na refeição percebi um olhar frio e estratégico enraizar-se em Krisna, agora era a shinobi quem estava sob aquela pele macia. -Acho melhor não. Sorri de canto. -Entendo. Deve ser uma espécie de protocolo pra sua própria segurança. Uma pausa. -Eu sou o que? Nível dois? Três? Ela recostou-se na pia ao meu lado.-Ei! Não encana nisso. Lhe entreguei o prato feito com arroz, peixe frito e salada. -Eu sou um animal, esqueceu? Nossa amizade vai até os limites que ela tem. Sorri transbordando deboche pelo olhar. Ela retribuiu sem ao menos sentir alguma fisgada em seu ego. 'Nada frágil!' -Sua comida está pronta. Ela riu entendo o rumo alternativo que as coisas tomaram. -A sua também. Colocou o prato sobre a mesa empinando-se toda sobre a ponta dos pés. -Essa aí eu vou provar de novo daqui a pouco.

'É louco como as coisas acontecem comigo.' Dei um trago no dunhill. Nós dois nus, ela dormindo sobre o meu peito, cobertos com o edredom. 'Eu sei desde o início qual sua intenção aqui meu anjo.' Minha mão vagava carinhosamente pela sua face. 'Ou melhor, diabo. Alguém como você carrega tantos casos quanto eu. Escuto suas correntes arrastarem no chão em cada passo que você da.' Apaguei o cigarro no cinzeiro sobre o criado mudo, ao lado da token de Krisna. 'Eles acham que seria um jogo fácil. Mas no meu território eu dou as cartas. Ela se aconchegou em mim. 'Vivo a tanto tempo neste ciclo, que já está na hora deles entenderem a não me subestimarem.' Toci. Ela apertou os olhos; não acordou. 'Nem tentarem implantar fraquezas onde só há o mais podre dos sangue escorrendo.' Um movimento rápido. Ele cometeu o erro, aceitou dormir lá naquela noite. Certamente havia sido enviada para espionar e buscar criar vínculos; um mês foi o necessário para criar aquele terreno. A token prendia-se ao seu maxilar de forma a atravessar até a extremidade oposta no crânio. 'Aqui não há fraquezas.' Puxei a token. 'Vocês enviaram essa mulher para a própria morte, pena que não haverá enterro.' O corpo nu daquela mulher foi jogado em frente a porta para que os guardas viessem recolher. Em seu peito letras fortemente marcadas em brasa recém feitas. "Eu sou a Morte" Iria matar todos, e todos que eles mandassem para tentar domesticar o que estava fora do controle de qualquer um.

CH: 375/375; HP: 275/275; ST: 0/4

Considerações:
Krisna: click

Itens e afins:
Kunai: 20x

[Filler +18] Lâminas que ferem o âmago.  7438c89d0997535f0e32c0f391a3b160
Kusanagi no Tsurugi (Uchiha Sasuke) [coldre]
Rank: S
Descrição: O chokutō Sasuke Uchiha referido como uma espada de Kusanagi foi sua arma pessoal em toda a parte da Parte II. Tinha uma bainha preta e um punho combinado, e era um tamanho maior do que um chokutō normal. Não tinha nenhuma das especialidades naturais como o que Orochimaru exerce, como a extensão da lâmina e a capacidade de cortar quase qualquer coisa, os quais são atributos naturais do Kusanagi, mas foi repetidamente demonstrado ser muito durável e capaz Para cortar vários materiais. Sasuke poderia expandir o poder da sua espada, canalizando seu chakra relâmpago para a lâmina com fluxo de chakra, o que aumentaria sua nitidez muito através de vibrações de alta freqüência, além de aumentar sua faixa de corte. Isso permitiria a Sasuke cortar quase qualquer coisa, além de adormecer o alvo que foi perfurado por esta lâmina relâmpago.
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Re: [Filler +18] Lâminas que ferem o âmago. - 7/10/2019, 17:22

Ok. Recompensas em seu máximo.
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.