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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 69DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 3 Out - 13:41

Yagami, o monge anti-social e amigo de Machia, se assim podemos considerar, desistia de viver na mesma casa que o garoto, afinal, não conseguia se adaptar a nova vida dentro da vila. Fazia alguns dias em que o homem deixava a vila e voltava para a floresta densa próxima dos arredores, após a grande montanha situada ao Norte do portão principal. Antes de se despedirem, o monge optava por marcar um encontro com o canibal dias após para treina-lo, principalmente na arte da manipulação da natureza elétrica. E assim foi, os dias passaram com certa rapidez até o dia marcado do encontro. Um bilhete era entregue por um corvo batendo com o bico na parte de vidro da janela, forçando Machia à atende-lo.

Bilhete escreveu:''Esse será o local de encontro, Machia. Fica em uma densa floresta próxima aos arredores da vila. Trata-se de minha nova residência, portanto, traga algo para comer, principalmente lulas fritas. Siga este corvo se necessário, ele irá mostrar todo o caminho.''

O convite era simples e direto, bastava Machia se preparar para sair e enfrentar algumas horas de viagem até chegar na nova casa de seu amigo.



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Pedido escreveu:Quest: Karma.
Qualidade: Mestre Elemental Raiton.

Detalhes escreveu:- Post auto explicativo.

- Aparência de Yagami: Akuma (street fighter)

- Aparência da casa: aqui.

- Narração livre. Pare seu post assim que chegar próximo à casa de Yagami, assim que conseguir fita-la com perfeição.

@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Sab 5 Out - 11:50

O sono do shinobi da nuvem fora interrompido com batidas na porta de madeira, provocadas por um animal peculiar. Machia levantou de súbito, e fora até a mesma, abrindo-a e observando o animal, que grasnava e entregava a mensagem designada por Yagami. O jovem retirou o pequeno pedaço de papel do animal, e leu seu conteúdo enquanto fechava a porta e seguia de volta para dentro de casa para se arrumar e ir ao encontro do seu amigo.

...

Os minutos se passaram, e Machia já havia saído de sua casa com as vestes usuais, rumando para a casa de Yagami nos arredores do vilarejo da nuvem. O garoto não havia esquecido do pedido do amigo de levar lulas fritas, e por conta disso, deu uma leve paradinha no mercado antes de prosseguir para a casa do mesmo, inclusive, tomou seu tempo saboreando a carne do animal morto, apenas para sentir uma dor de estômago logo em seguida. —— Parece delicioso, uma pena que não posso comer esse tipo de coisa... —— disse Machia, jogando uma destas na lixeira próxima do mercado.

Enfim, o Yoshimura retomou a caminhada para a casa de Yagami, e quando chegou nesta, gritou pelo mesmo, e aguardou ser atendido.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Sab 5 Out - 23:51

Foram algumas horas de caminha por parte do canibal, em busca de reencontrar um dos poucos se não único amigo. O monge por sua vez encontrava-se sentado no tapete em postura de meditação, se concentrando ao escutar os barulhos estridentes dos pássaros em volta de sua casa, junto do barulho do riacho e alguns animais à mais.

Yagami parava sua meditação quando escutava um grito por seu nome, uma voz conhecida. Não tardou em abrir a porta da casa, fitando o velho amigo. — Bom te ver, garoto. — Dizia, abrindo a porta por completo, realizando um gesto convidando-o para entrar na casa. — E então, como vai? Já fazem algumas semanas, né? Sou horrível com isso de tempo. — Sorria na tentativa de puxar assunto com o canibal. — Pronto para os ensinamentos? — Indagava, sentando em uma banqueta próxima a sala.


[02/20]

Pedido escreveu:Quest: Karma.
Qualidade: Mestre Elemental Raiton.

Detalhes escreveu:- Post auto explicativo.

- Aparência de Yagami: Akuma (street fighter)

- Aparência da casa: aqui.

- Narração livre. Pode descrever a casa da forma que bem entender. Crie diálogos entre seu personagem e o NPC da forma que preferir, podendo narrar as resposta do Yagami.

@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Dom 6 Out - 18:40

O canto dos pássaros, o barulho do riacho, do som da água chocando-se contra as pequenas rochas no leito do mesmo, o burbúrio dos demais animais; todo aquele ambiente era algo que chamava a atenção de Machia, e o fazia compreender do porque Yagami escolhera a floresta ao invés da “cidade”, lá era um local de paz. Já no vilarejo, era puro caos. Barulho em todos os lugares, além de claro, crianças. O Yoshimura abriu um largo sorriso ao lembrar que devorou uma destas - gorda - quando fizera uma missão há algum tempo, e então tivera sua lembrança interrompida pela resposta de Yagami ao chamado de outrora.

—— Vou bem, e você? —— disse Machia, já entrando na casa do seu amigo. —— Hahaha. O tempo é irrelevante. É bom te ver, e então, como está a vida na floresta? Melhor que na cidade? Estou preparado, e bem, trouxe as lulas fritas que pediu. —— falou, e estendeu a bolsa com a comida para o homem. Machia deu mais um passo a frente, e pôde observar o interior da casa de Yagami: era bonita, grande, e bem decorada. —— Bela casa a que tem aqui, hein. Demorou muito pra achá-la aqui na floresta, ou simplesmente achou alguma árvore grande e a construiu? —— perguntou Machia, se aproximando do homem. —— Enfim, onde iremos treinar? Estou curioso sobre os ensinamentos que tem para mim. —— disse Machia, e ficou no aguardo duma resposta de Yagami, que possivelmente iria se deliciar com as lulas fritas antes de responder ao shinobi da nuvem.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Ter 8 Out - 15:15

Conforme Machia entregava o pacote médio de lulas fritas à mão do monge, um sorriso em seu rospo podia ser notado por qualquer um que tivesse a curiosidade em fitar seu rosto. Não demorou sequer dez segundos para que o saco fosse aberto e o monge conseguisse fitar o animal morto cortado em diversas rodelas, com uma camada de farinha envolta das mesmas, dando mais destaque ao lanche. — Essas daqui são da melhor qualidade, cara. É absurdo como eles conseguem fazer isso aqui de um jeito tão perfeito assim. Provou? — Dizia oferecendo o que continha no pacote ao fim, após pegar uma das lulas para provar.

— Sabendo que não vai aceitar, procurei caçar um coelho ontem. De carne, só tenho ele pra oferecer, mas caso queira, comprei café também. Existe uma pequena tenda que vende algumas coisas no caminho principal que liga a vila aos arredores. Achei um café produzido por eles mesmos. Fiquei um pouco receoso de comprar, porém, quando fiz foi o melhor que já experimentei em anos. Só o nome que é estranho; café Pelé. — Com o decorrer da fala o monge apontava na direção do que parecia ser uma pequena cozinha, mostrando o café pronto para ser ingerido.

A pressa de Machia para aprender era totalmente diferente da postura do monge, que pretendia primeiro botar o papo em dia do que sair para treinar e ensinar o canibal à ficar mais perigoso do que já é. — Não prefere se ambientar com o lugar um pouco? Ou não gostou da casa? — Perguntava e dependendo da resposta do canibal, decidiria se começaria ensinando ele ou não.

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@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Sab 12 Out - 11:00

A reação do monge à entrega do pacote de lulas fritas fora o que Machia já esperava; infantil. O homem abriu o saco com tamanha velocidade que mais parecia uma criança abrindo um presente no dia de seu aniversário, ou natal, ou qualquer dessas datas comemorativas que os humanos tem. Era notável o brilho nos olhos de Yagami, mas isso não deixou Machia desconfortável ou qualquer coisa do gênero, afinal, o jovem já o conhecia há um bom tempo.

—— Você sabe que eu não posso comer essas coisas, cara. Mas agradeço a oferta.  —— falou o Washu, fitando seu amigo. —— Mas o café.. nunca provei, então, quem sabe faça bem ao meu estômago. —— disse, abrindo um sorriso nos lábios finos. Dito isso, o Yoshimura caminhou até a cozinha do amigo, e pegou o café, ingerindo-o logo em seguida. O jovem saboreou o pequeno líquido e magicamente não sentiu dores de estômago, ou enjoos, ou quaisquer coisas do tipo - talvez o líquido fosse mágico, ou talvez o Washu simplesmente não passasse mal com esse tipo de coisa - dando-o outras opções de se alimentar.

—— Café Pelé, né? Nome estranho, mas é bom. —— disse o Washu demonstrando uma face inocente. —— E quanto a sua pergunta. Eu gostei da casa, mas estou com uma certa pressa; quero fazer mais missões, e comer mais - está me dando fome… —— Machia franziu o cenho, e estendeu a destra, apontando para a porta da casa de Yagami. —— Será que talvez você possa me ajudar? —— perguntou ele por fim.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Dom 13 Out - 18:35

Yagami gargalhava conforme Machia experimentava o café recém descoberto, imaginando que o canibal fosse passar mal como todas as vezes em que ele tentava se aventurar e comer alimentos ''inadequados'', na visão do seu amigo. Diferente do que esperava, a reação de seu amigo fora totalmente diferente do esperado e conforme bebericava o café, gostava mais ainda do líquido negro. — Pensei que você odiaria o café. — Dizia em tom triste e desapontado.

A pressa do canibal era evidente, principalmente em seu semblante e o monge sabia disso, afinal, estava junto de seu amigo quando ele havia destruído um vilarejo pequeno de Washu's, membros do próprio clã, tudo em busca de mais poder. — Certo. Já que gostou do café, vamos até a mercearia e no caminho conversaremos sobre o que você pretende aprender. — Idealizava, esperando que Machia aceitasse a ideia. — Falando nisso, como está sua perícia com o manuseio do elemento raio? É um bom ponto que podemos evoluir em você, Machia. Talvez elevar essa sua habilidade a um nível maior seja importante. — A ideia do que Machia podia melhorar em usas habilidades estava construída na mente do monge e transforma-lo em um mestre no elemento seria um passo importante a ser seguido.

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- Aparência da casa: aqui.

- Narração livre. Assim que aceitar a proposta do Yagami, saia da casa junto dele e busque um caminho alternativo do qual você veio, seguindo por uma trilha de areia batida até encontrar a mercearia. Assim que fitar a loja (que terá imagem ilustrativa no próximo post) encerre a narração. Pode criar diálogos entre você e o NPC caso queira.

@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Ter 15 Out - 8:54

Enquanto Machia terminava de ingerir o líquido negro da pequena xícara de porcelana, este ouvira o que Yagami disse acerca do líquido em questão, com um tom de desapontamento na voz, o que atiçou a curiosidade do Washu. —— Então você esperava que eu passasse mal tomando isso, né? —— Machia arqueou a sobrancelha, e se aproximou do homem como uma serpente prestes a dar o bote em sua presa. —— Talvez eu troque o café por, bem, carne, a sua. —— Machia pôs a xícara na bancada da cozinha, e levantou ambas as mãos, numa espécie de brincadeira. —— Cuidado, Yagami-san. A qualquer momento de agora em diante posso lhe tornar meu banquete. —— O jovem abriu um sorriso malicioso, e seguiu rumo a mercearia que a pouco fora informado.

—— Enfim, Yagami-san, respondendo sua pergunta: Minha perícia é boa, mas poderia melhorar; já ouvi boatos de que há pessoas cujo poder elemental é insanamente forte, ao ponto de sequer evocar selos para conjurar os poderes do trovão. —— Machia levantou a  cabeça e olhou para o céu, e estendeu a mão para o ar. —— Conjurar um raio das próprias nuvens… eu gostaria desse poder. —— disse num murmúrio e continuou a caminhar por entre as árvores da floresta da nuvem, com a terra batida e poeira sujando suas vestes. —— Ah. Acho que já estamos chegando, não? Olha ali, aparenta ser a mercearia que me informou. —— concluiu o shinobi da nuvem, apontando com o indicador para a pequena lojinha escondida por entre as folhas da floresta do país do trovão.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Ter 15 Out - 18:14

Escutando as ameaças em forma de brincadeira feita por Machia, Yagami gargalhava feito criança. — E por um acaso teria coragem de comer seu único amigo? — Indagava, mantendo o tom de brincadeira imposto anteriormente. — Deixei isso ai e vamos nessa. — Apressava seu amigo conforme caminhavam na direção da mercearia.

Não tardou até que Machia falasse sobre seu atual poder em relação ao elemento raio enquanto caminhavam na direção do loja. — Sei um jeito de melhorar sua interação com o elemento. — Dizia, respirando fundo, olhando para uma tatuagem em forma de anjo em seu tríceps esquerdo que brilhava incessantemente. Não tardou em retomar a fala, voltando ao raciocínio. — Já tentou potencializar mais a manipulação do elemento, utilizando mais chakra e consequentemente mais poder? Um bom passo é parar de utilizar selos no acumulo de chakra do elemento e tentar faze-lo somente com o chakra em si, deixando ele de forma mais densa no corpo e soltando-o. Com isso, você ganhará um poder maior em relação ao elemento e até mesmo consiga fazer cair raios do céu. — Sorria ao fim do discurso, fitando a mercearia de longe. — Sim, chegamos. — Confirmava que ali era a mercearia que vendia o café pelé. Apertou o passo esperando que seu amigo fizesse o mesmo, entrando em seguida na mercearia.

O local mais parecia com uma espelunca, com poucos alimentos dispostos em prateleiras cheias de mofos e poeira. Uma atendente dava boas-vindas aos dois, sorrindo mostrando os dentes perfeitos. No local, somente a garota chamava atenção. Pele clara, cabelos negros e olhos verdes. Uma verdadeira princesa perdida em meio a espelunca daquele lugar. — Boa tarde, Ray. Seu pai se encontra? — Perguntava Yagami, como se fossem velhos amigos. — Alias, esse é Machia. Um grande amigo. — Apresentava o canibal a garota, que por sua vez se contentava em sorrir despretensiosamente. — Ele viajou, tio Yagami. Deve demorar mais alguns dias para retornar. Mas se eu tiver como lhe ajudar, estou a disposição. — Ray confirmava o paradeiro de seu pai e oferecia ajuda ao monge, caso ele precisasse de algo realmente importante. — Vim buscar um pouco do café artesanal de vocês, e também preciso conversar sobre um possível recrutamento do meu garoto. — Dizia apontando pro canibal, buscando uma outra maneira de faze-lo adquirir mais poder além da maestria em raiton, que ele buscava.

[05/10]

Pedido escreveu:Quest: Karma.
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- Aparência de Yagami: Akuma (street fighter)

- Aparência da casa: aqui.

- Narração livre. Pode narrar o local como também diálogos com os NPC's. Ray vai soltar um sorriso após as explicações de Yagami e levaram vocês ao porão do lugar. Sinta-se livra para narrar tudo dentro do local e assim que chegar no porão, encerre o post.

Aparência Ray: aqui.

@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qua 16 Out - 10:55

Os passos dados pelos ninjas da nuvem acabaram por findar na pequena loja onde o café pelé era produzido. Machia deu um riso com a resposta do seu amigo, e menou com a cabeça afirmando que não faria isso com um único amigo, de fato. Yagami havia conseguido virar um amigo íntimo de Machia, e até mesmo era considerado por este - o que não era para poucos, ou melhor, ninguém, uma vez que o homem sempre foi solitário até a expedição no país das nuvens onde tudo mudou, e felizmente para melhor; não obstante, este dera dicas para o jovem shinobi da nuvem de como melhorar no elemento do trovão, fazendo com que o Washu guardasse isso bem na memória para quando fosse utilizar. Enfim, era hora de adentrar a mercearia, e ambos o fizeram rapidamente.

—— Alo alo. —— falou Machia, sorridente. —— Como um lugar tão feio pode fazer um café tão gostoso? —— indagou, e por fim voltou o olhar para a garota que permanecia sentada no balcão, uma vez que esta chamou a atenção do canibal. Yagami falou com a mesma, e perguntou se seu pai estava, e infelizmente para ele, a resposta fora não. O monge também apresentou Machia, que simplesmente levantou a destra e a sacudiu no ar como um sinal de cumprimento. Ambos trocaram mais algumas palavras até que Yagami falou em recrutamento e apontou para o ninja, este arqueou a sobrancelha, fitando-os. —— Recrutamento para o quê? —— ele disse, mas não houve resposta. Ambos começaram a caminhar para um porão, e Machia os seguiu, apesar de relutante, para o subsolo.

—— Se alguém dispor de contar o que está acontecendo, eu irei agradecer. —— Machia soou ríspido, apesar de não querer. A garota de outrora acendeu a luz do ambiente, e Yagami se posicionou no canto deste, próximo uma parede. Ninguém o respondeu, e por fim, Machia suspirou, parado no último degrau da escada. —— E então? —— Concluiu ele, por fim.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 17 Out - 16:01

Machia se demonstrava contra o recrutamento que Yagami pretendia. Tratava-se de uma organização, se é assim que podiam chamar. Karma tratava-se de uma organização voltada para uma entidade que buscava uma guerra futura contra seu próprio pai, outra entidade do mundo Shinobi. — Calma, Machia. Tudo na sua hora. Posso adiantar que com esse recrutamento, você ganhará muito poder e aliados com poderes de proporções inimagináveis. — A tatuagem do monge brilhava incessantemente conforme ele falava sobre o recrutamento, como se tivesse vontade própria e suplicasse para ter o canibal como membro, conseguindo mais pra frente usufruir das habilidades e poderes do garoto. O porão é um local comum, com algumas mesas espalhadas de forma desordenada e diversas cadeiras empilhadas no canto esquerdo para que não atrapalhasse no acesso as caixas de alimentos. Yagami retirava uma cadeira de plastico da pilha, sentando logo em seguida, usando o braço canhoto para orientar Machia, pedindo com o gesto para que o mesmo também pegasse uma cadeira. Ray seguia os passos de Yagami, sentando ao lado dele, sorrindo a todo instante só de imaginar em um novo membro.

— Vamos, junte-se a nós. — Pedia o monge, mostrando novamente aonde pegar a cadeira. — Isso será bom para você, Machia. Confie em mim. Shaka é um homem surpreendente, pelo que dizem. Além de benevolente, diga-se de passagem. Com certeza ele não ligará para seus defeitos de canibalismo. — Gargalhava, brincando um pouco, tentando amenizar o clima. — Deixarei que Ray conte os detalhes sobre essa organização. — Deixava que a garota fizesse as honras de recrutar o canibal.

— Machia, certo? Enfim, não temos muito tempo a perder. Todo dia nesse horário um senhorzinho aparece aqui querendo café. — Começava seu discurso, dizendo que o tempo era escasso. — Eu, seu amigo Yagami e mais outros ninjas fizemos um pacto, muito tempo atrás, com uma certa entidade chamada Shaka. Ele veio até mim como se fosse um anjo, brilhando incessantemente, com um sorriso maravilho destacando seu rosto angelical. Ali eu já sabia que tratava-se de algo grande, algo que mudaria minha vida patética, e assim foi. Shaka veio até mim na tentativa de me recrutar, falando sobre sua organização e diversos projetos futuros, aonde doutrinaremos o mundo e teremos de eliminar os que não são díginos de permanecerem vivos no mesmo mundo que nós. — Pausava acumulando um pouco de saliva conforme permanecia com seu sorriso encantador. — Por ser um canibal, assim como Yagami disse, talvez essa seja uma chance de você sair por ai, caçando os homens que são contra nossa organização e fazer o que sabe de melhor; comer gente. — Ray e Yagami gargalhavam, esperando uma resposta de Machia tudo o que fora dito. — E então, que tal? — Indagava na direção do canibal, esperando uma resposta satisfatória.  

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 17 Out - 16:18

Relutante. Era a única palavra que podia descrever Machia a todo momento desde que Yagami puxou uma cadeira e sentou-se, fazendo a pequena garota imitar seu movimento e também sentar-se próximo do mesmo. O Washu não sabia muito bem o que fazer naquela situação, mas começou pegando uma cadeira, sentando-se e esperando a fala das pessoas ali naquele porão meio sujo e mal iluminado. Os olhos do canibal, porém, focaram-se unicamente na tatuagem reluzente de seu companheiro – como nunca a notou, nesse quase um ano conhecendo o rapaz, nunca reparou naquela marca que ele possuía. O Yoshimura balançou a cabeça, e focou-se unicamente nas palavras de seu companheiro de peleja, uma a uma, por um longo tempo.

—— Eu confio em você, Yagami, mas… —— o jovem se interrompeu, abaixando o rosto e olhando para os próprios pés. —— Eu sou um tanto quanto, como posso dizer, focado em querer governar ou coisas do tipo. Só quero seguir minha vida, sabe? —— o homem levantou o rosto, fitando a pequena garota que tomou a fala dessa vez.

É uma boa oferta… Yagami parece muito feliz com isso, talvez eu deva aceitar… porém… Machia suspirou, e quando a jovem terminou a fala, ele a fitou novamente, com mais intensidade. —— Estou inclinado a aceitar, porém, com duas condições, sendo a primeira: informações. Preciso de informações sobre os membros da organização, e também quem são seus inimigos. A segunda e não menos importante: Yagami será minha dupla, isto é, caso vocês ajam em dupla. —— Disse Machia num tom seco. O jovem shinobi da nuvem estendeu a destra na direção da garota, e fitou-a por um momento, logo depois fitando seu amigo. —— Estão de acordo com o meu pedido? Se sim, apertem minha mão e me considerem dentro da organização. —— concluiu, por fim.


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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 17 Out - 18:13

As exigências do canibal eram muito bem vindas por Yagami e Ray, que aceitavam sotando longos sorrisos. — Claro, são boas exigências. — Vociferava Ray com sua voz tímida e gostosa pros ouvidos. — Sobre ter Yagami como sua dupla, acho que será possível sim, porém, você teria de confirmar com a própria entidade Shaka após aceitar entrar para a organização e receber a mesma tatuagem que seu amigo tem. — A mulher agora voltava para seu semblante sério. — Infelizmente não tenho muitas informações sobre os outros membros, tão pouco quantos são. Você teria de averiguar por conta própria. — Terminava, esticando a mão destra firmando o pacto com o canibal. — Agora só precisamos te marcar com o símbolo de Karma e tudo estará feito, Machia. Escolha um lugar bom para colocarmos a marca. —

Bastava o canibal escolher aonde colocar a marca e terá entrado para a organização.

[07/10]

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Aparência Ray: aqui.

@MYRDDIN
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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 17 Out - 19:43

Boas exigências… Machia pensou consigo mesmo enquanto tinha a destra balançada pela mulher, e por Yagami, seu grande amigo. O washu permaneceu pensando acerca do local da tatuagem que a menina dissera, mas não teve resposta de imediato. —— Shaka, é? —— disse o Yoshimura, com um tom sarcástico. —— Vocês podem me contar mais sobre ele? Quem ele é, e o que ele quer afinal? Quanto aos membros, bom, eu mesmo irei buscar informações já que você não pode me prover. Uma pena, mas tudo bem, compreendo a situação. —— o Washu pigarreou, fitando Yagami. —— Quanto a tatuagem, bem.. pode ser nas costas. —— falou, apontando para a mesma depois de curvar o braço.

Enfim, não havia mais nada para se fazer dentro daquele local. Machia, porém, ponderou se o que acabara de fazer teria sido a escolha mais óbvia, afinal, ele não tinha a necessidade de tal coisa, mesmo assim o fez, por amizade. Talvez Yagami no final das contas estivesse certo e aquilo fosse algo que mudasse a vida do jovem para sempre, tal qual foi a viagem para o país da água. O Shinobi suspirou, e começou a manipular o trovão como uma forma para se livrar do tédio, e utilizar do que Yagami outrora o ensinou acerca da manipulação sem selos do elemento.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qui 17 Out - 20:39

Uma vez que o pacto havia sido aceito por Machia, não tinha mais como voltar atrás. O canibal indagava sobre o tal Shaka, a entidade líder da organização em que ele tinha aceitado entrar. — Claro, posso te falar um pouco sobre ele sim. — Afirmou Ray, levantando da cadeira na tentativa de esticar as pernas. O barulho de ''crack'' podia ser escutado pelos dois amigos, dando indícios de que a garota tinha conseguido estalar os membros perfeitamente. — Assim como já disse, Shakra é um tipo de entidade, talvez até mesmo um deus, se podemos chama-lo assim. É um ser alto, de pele clara e cabelos negros. Possui um brilho estonteante, digno de ser chamado como entidade. Fora isso, é um homem de personalidade calma, apesar de perder um pouco a cabeça quando lembra sobre seu pai, seu principal alvo. — Pausava, pensando um pouco sobre mais algum detalhe em que poderia estar esquecendo, porém, não conseguia se lembrar de mais nada. — São todas as informações que tenho sobre o ser, por hora. Com certeza você conseguirá entender do que se trata Shaka quando finalmente se encontrar com ele, Machia. — Terminava o discurso sobre a entidade, observando o canibal apontar o local exato aonde queria o símbolo da organização.

— Certo, será aqui então. — Dizia, aproximando-se com uma espécie de brilho na mão destra. Acumulando certa quantia ínfima de energia na mão destacada pelo brilho, Ray tocava as costas do canibal, visando marcar em sua pele a marca característica da aliança. A dor podia ser sentida por Machia, porém, resolvia não demonstrar na presença da mulher e do monge, querendo mostrar-se durão. A pele de inicio ficava vermelha formando o símbolo exato. Aos poucos, uma tonalidade negra tomava conta da pele em relevo, assimilando-se à mesma, finalizando então por completo a marca que começava a brilhar assim como a de Yagami e Ray. — Feito. — A mulher sorria, olhando para a marca durante alguns poucos segundos, afastando-se em seguida. Yagami por sua vez se aproxima mais, tentando observar a marca com maior precisão. — Bem vindo a aliança, amigo. — Comemorava, esticando a destra com os punhos serrados esperando que o canibal fizesse o mesmo, tocando ambos os punhos.

Não demorou até que saíssem da mercearia, aproveitando o momento e levando um pouco do café Pelé pra casa. — Você não vai se arrepender, Machia. Logo menos sua escolha trará frutos. — Dava um tapa nas costas do canibal, focando principalmente na parte aonde Ray havia colocado o símbolo da aliança. — Agora, sobre se tornar um mestre do relâmpago, está pronto? Acho legal começar seu treino assim que chegarmos na minha casa.

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- Narração livre. Volte para a casa do Yagami, treinando parcialmente sua manipulação sem executar selos. Assim que chegar lá, termine o post.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Sex 18 Out - 8:32

Machia apesar de ter escutado as coisas que Ray dissera sobre o homem, ainda permaneceu com uma névoa mental acerca do ser e de como de fato ele era, uma vez que a informação da menina fora vaga, muito vaga. De qualquer forma, ela deixou claro que ele iria visitar o canibal algum dia, ou algumas horas depois dele sair dali, o que não incomodava muito, afinal, Machia era paciente. Enfim, era hora da tatuagem ser posta nas costas do homem, e pra isso ele retirou a camiseta quando a moçoila viera com a mão brilhante, encostando nas costas do shinobi em seguida.

—— Mais alguma coisa? —— perguntou Machia com uma feição diferente da habitual, era mais… séria. O homem olhou por cima dos ombros para ver a tatuagem, mas sem sucesso, o que viu fora apenas um brilho forte como a de Yagami outrora brilhou, e nada mais. O Washu suspirou, e fitou Yagami com o punho estendido. Machia mimicou seu amigo, e ambos bateram os punhos, dando início a uma parceria duradoura.

—— Obrigado, Ray. Foi bom te conhecer. —— falou Machia enquanto saía da pequena lojinha de conveniência junto de sua mais nova dupla. Yagami deu um tapinha nas costas de Machia, que cerrou os dentes devido a dor proporcionada pelo amigo. —— Isso doeu. E sim, vamos terminar logo com isso. —— concluiu o garoto, caminhando pela floresta até o casebre de seu companheiro enquanto retomava a manipulação elemental que iniciou no porão da pequena vendedora de café.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Sab 19 Out - 21:51

O caminho de volta foi mais rápido, apesar de ser o mesmo do caminho de ida a mercearia. Talvez pelo fato da volta ter sido mais ''movimentada'', aonde o canibal interessantemente insistia na manipulação do elemento sem selos, muitas vezes falhando, como era de se esperar. Yagami sorria a cada falha, mesmo tentando esconder a feição para que o amigo não se desconcentrasse.

Já nos arredores do casa, Yagami sinalizava para que Machia parasse. Ali seria um bom local para que o canibal conseguisse praticar. — Certo. Tente adicionar uma parcela maior de energia na hora de concretizar a manipulação, lembrando que é de extrema importância realizar sem selos de mão. Caso seja necessário, no começo, utilize os selos comuns, porém, com o decorrer do treinamento tente deixar de usa-los. — As ordens e dicas eram dadas, de forma com que Machia conseguisse começar de verdade seu treino para adquirir uma maestria na sua natureza de afinidade. Bastava que Machia realizasse as ordens do monge para que conseguisse ter uma ligação mais direta e especial com o elemento raio.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Dom 20 Out - 10:00

A volta fora mais rápida, mas as falhas foram em demasia. Machia não conseguia manipular o elemento com maestria sem utilizar dos selos, e isso era frustrante para o ninja da nuvem, que a todo instante olhava para a cara de Yagami, que esboçava um sorriso de escárnio a cada falha do amigo canibal. Machia arqueou a sobrancelha quando o monge dissera para este parar, uma vez que ali era um local propício ao treinamento em questão.

—— Aqui? —— Machia perguntou, olhando ao redor. Árvores e mais árvores, folhas e mais folhas, e alguns animais, amigos de Yagami. O jovem washu ouviu o que seu mestre tinha a dizer, e então praticou de acordo com o que este ensinara: a princípio depositou uma parcela maior de energia elemental nas manipulações que tentou fazer, e em sequência teceu o menor número de selos possíveis para manipulá-las - cerca de dois - e então, continuou, devagar, repetindo o processo para manipular o elemento até não precisar mais dos selos que outrora fez.



—— Quase lá, Yagami. —— disse Machia após longos minutos de silêncio. O garoto focou-se no treinamento que estava a fazer, e conseguiu manipular e conjurar algumas de suas habilidades elétricas sem os selos de mão, o que era uma grande conquista. Ainda sim, ele sabia que faltava algo, portanto não deixou de praticar, ainda que esperasse mais alguma instrução do seu amigo.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Ter 22 Out - 15:13

Yagami observava Machia concentrar seu chakra diversas e diversas vezes na tentativa de dominar por completo seu elemento de afinidade. Por incrível que parecesse, o prodígio Washu demonstrava certa dificuldade no começo do aprendizado, progredindo aos poucos, mantendo sua calma a todo instante. No começo ele utilizava os selos como meio de libertação do chakra, assim como o monge havia explicado e no decorrer, tentava deixar o uso dos selos de lado, transformando seu chakra exteriorizado do corpo em energia elétrica com alguma facilidade, conseguindo moldar algumas manipulações.

— Agora é só praticar, Machia. O caminho por qual deve seguir está claro, só manter nessa linha que em algumas vezes você conseguirá dominar por completo, virando mestre na arte. — Instruía Yagami, dizendo que a pratica levaria a perfeição. — Agora preciso meditar mais um pouco. Se quiser ficar aqui e praticar, será bem vindo. Caso contrário, nos encontramos qualquer dias desses na vila. Tenho alguns assuntos para tratar lá. — Se despedia do amigo, sorrindo, feliz com a evolução dele.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qua 23 Out - 14:28

Machia perpetuou seu treinamento uma boa quantia de tempo até conseguir criar várias e várias manipulações e réplica de suas técnicas sem a necessidade dos selos que outrora utilizava. O jovem shinobi da nuvem havia dominado a arte elemental, e se tornado um mestre nessa, apesar de ter tido dificuldades pelo caminho trilhado. Yagami convidara o jovem para meditar, mas este meneou com a cabeça em sinal de reprovação, pois tinha mais coisas para treinar.

—— É… a prática leva a perfeição. Obrigado pela ajuda, Yagami. E foi bom conhecer sua nova amiga daqui dos arredores. —— disse, olhando sobre o ombro para a tatuagem por debaixo da camiseta. —— Enfim, vou indo embora. Agradeço a ajuda, e o recrutamento. Até mais, Yagami. —— concluiu o Washu, levantando a destra e despedindo-se do amigo. O jovem da nuvem pôs-se a caminhar para fora da floresta onde residia seu amigo de longa data, e agora rumava para seu casebre no centro do vilarejo. Contudo, Machia não estava muito bem, uma vez que estava tendo sinais de fome - já fazia bastante tempo desde sua última refeição. O canibal sabia disso, e, portanto, foi para casa para preparar suas coisas e si mesmo antes de realizar uma caçada em busca de alimentos frescos e de ótima qualidade.

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Re: Capítulo - Quem disse que canibal não tem amigos? - em Qua 23 Out - 14:32

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