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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[ Treino de Sorte ] Katharsis, Parte II – Natsumi - 28/9/2019, 20:20

Uzumaki… Azumi… ?

Sim, Azumi foi o meu primeiro amor, e seu verdadeiro pai, Natsumi. — Chinatsu explicava. — Para te explicar melhor, contarei desde o dia que o conheci.

“O ano era 41 D.G...”

País do Arroz, manhã de verão, o sol estava forte. Uma mulher loira andava pelos campos de plantação de arroz, ofegante, suas roupas eram leves, uma regata laranja e um short de pano um pouco rasgado, parecia sozinha no meio daquilo tudo, gotas de suor desciam pelo seu corpo liso, mesmo no calor. Carregava consigo somente uma bandana com o pano rasgado, e no seu protetor um símbolo, um par de nuvem. — Onde ele está? — perguntava a si mesma, enquanto caminhava na grama seca, ao lado de apenas a imensidão plana de campos verdes. A mulher continuava, não obstante, a procura de seu objetivo desconhecido. A luz solar batia em sua cabeça diretamente, uma dor surgia. Ela, depois de horas caminhando, começava a cambalear, parecia que levava marteladas na cabeça, sem parar. Sua visão ficava turva, tudo girava, ela não tinha mais controle de si. Aos poucos perdia a consciência. — Preciso achá-lo, ir… — não tinha mais tempo de fala, ela havia desmaiado.

Barulho de água pingando em sua testa, um pano quente molhado posto em sua cabeça, ela abria os olhos aos poucos sem entender. — Ai que dor… — fora a primeira coisa que disse, mas sentia que estava deitada em uma cama. — Aonde estou? — perguntou-se. A visão foi focando cada vez mais, até ver um homem ao seu lado, sentado, preparando alguma coisa. Seus cabelos eram ruivos, era esbelto e bem-vestido. — Calma, moça, você precisa repousar. — disse ele com um sorriso no rosto. A mulher ativou seu senso de urgência. — Não posso repousar, preciso achar meu irmão. — falou jogando o pano quente no chão e levantando-se, mas o homem colocou a mão direita no meio do tórax, empurrando de forma suave a mulher até ela deitar novamente. — Agora não. Se você sair por aí de novo, desmaiará novamente. — alertou. — Seu irmão… terá que ser encontrado depois, preciso cuidar de você. — falou para ela. — Você não entende, meu irmão… — lágrimas começaram a escorrer dos seus olhos. — … ele foi atrás de um homem que caçou nossos pais, ele foi sem se despedir de mim… — revelou. O ruivo fechou os olhos por alguns segundos, parecia saber como isso funcionava, sentindo muito. — Ele era de uma vila? Vi que estava carregando uma bandana de Kumogakure, é dele ou sua? — perguntou. Ela olhou de lado, e num criado-mudo, lá estava a bandana. — Nunca fui uma ninja… apesar de ser mais forte que ele. — disse. — É dele, sim. — respondeu. O homem levantou-se e foi até a bandana e entregou a ela. — Por que seus pais foram caçados? — questionou educadamente. A mulher o encarou, com medo de contar a verdade. — É… sei como está se sentindo, está desconfiada de mim, certo? — retoricamente perguntou. — Saiba que eu também passei e ainda passo por isso. Me chamo Azumi… Uzumaki Azumi. — falou o seu nome para ela. A mulher ficou sem palavras por um momento, ela sabia o que significava esse nome, apesar de ser só por rumores. — Este nome, este clã… pensei que tinha sido extinto. — disse assustada. O homem abriu um sorriso e assentiu positivamente com a cabeça. — Sim, meu clã não está muito presente hoje em dia, somos poucos. — disse de forma pacifica e até um pouco cômica. — E agora, pode me responder a pergunta que fiz antes? — cobrou e a mulher corou na mesma hora. — Sou de um clã que tem uma linhagem avançada rara, sou uma Kaguya, assim como meu irmão e meus pais, chamo-me Chinatsu. — revelou seu nome. O homem a observou, vendo se era uma Kaguya mesmo. — As pintas na testa. É uma Kaguya mesmo. — brincou. A brincadeira dele logo se encerrou, sabia que o assunto era sério. — Seu clã, sua linhagem… são coisas poderosas, pessoas almejam poder e infelizmente algo que está dentro de nós é desejado por outros, e para isso, usam da força e do caos para obter, isso machuca pessoas. — falou. — Eu sei como o seu irmão se sente, uma vez já tentei buscar vingança contra aqueles que machucaram minha família, meus amigos, meu lar… Mas, penso sobre o que devemos fazer na realidade, afundar no ódio e buscar vingança a todo custo, ou refletir e trabalhar para proteger as outras pessoas? — perguntou para ela. Ela ficava sem palavras no momento, ainda deitada na cama. — Seu irmão escolheu o caminho que entendeu que se livraria da dor da forma mais fácil, seja matando aqueles que caçaram seus pais, ou então morrendo, assim como eles. O que você fará, salvar seu irmão deste caminho, ou deixá-lo seguir na sua escolha? — questionou. Chinatsu, quieta, virou o rosto, mais para pensar do que de vergonha. — Eu só queria… todo mundo junto comigo. — desabafou. Azumi passou a mão nos seus cabelos loiros, com um sorriso sereno no rosto. — Irei te dar um remédio, assim nós vamos até ele. — disse com uma calma sem igual, a Kaguya corou e virou o rosto de novo, mas dessa vez assentiu positivamente com a cabeça.

Esse foi o dia que conheci o seu pai.

Natsumi ficou quieta, ela sabia sobre sua antiga linhagem e o quão rara que era, mas ela não sabia que seus avós tinham sido caçados e nem mesmo da existência de um tio.

O meu tio… vocês conseguiram resgatar? — perguntou um pouco preocupada. — Você nunca me disse que tinha um irmão. — Chinatsu respirou fundo, sabia que estava errada, mas tinha que manter a postura. — Não contei porque você poderia se espelhar nele. — revelou. Natsumi se indignou. — Como assim me espelhar nele? Você acha errado ele ir atrás de quem matou os pais dele? OS SEUS PAIS, MÃE! Eu faria a mesma coisa! — exclamou a recém-Uzumaki. Sua mãe começava a chorar. — Eu tentei… eu e Azumi tentamos, mas era tarde demais. — disse a mãe. — Você pode me dizer o nome do meu tio? — pediu com educação. — Kaguya Hiro. — respondeu. — Por que você disse que era tarde demais, mãe? O que aconteceu? — a preocupada Natsumi queria saber. — Quando chegamos aonde ele tinha ido…

… estavam todos mortos.


Considerações:
Treino de Sorte: 1026/1000

Sugiro ler este tópico e este tópico para um melhor entendimento do plot do treino, é uma continuação direta.

Terá parte 3...
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'Schrödinger
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Vilarejo Atual
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Re: [ Treino de Sorte ] Katharsis, Parte II – Natsumi - 6/10/2019, 12:36

@ Nota: 02.

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
King Of The Dead - B.B
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.